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Ema Perdigão
Opinião

Retoma do turismo em segurança

Ema Perdigão, Diretora Executiva da Your Care

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Retoma do turismo em segurança

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Ema Perdigão

Para uma retoma que se quer segura e com uma aposta reforçada no conforto e bem-estar dos hóspedes, o setor hoteleiro desde o verão de 2020 que tem vindo reinventar-se.
Num enquadramento de retoma do Turismo e perante um mercado cada vez mais competitivo, a preocupação com a qualidade do serviço impõe-se de forma decisiva. Este conceito passa por garantir que a oferta de serviços e produtos turísticos corresponde ou supera as expectativas dos turistas. Nesta fase acresce reinventar e adaptar processos que ofereçam garantias de segurança e de prevenção da transmissão da COVID 19, tanto no país que nos recebe como no regresso ao país de origem.

Portugal foi o primeiro país a disponibilizar o Selo Europeu de Segurança COVID-19 desde junho de 2021. A adoção deste selo europeu é opcional mas visa sobretudo promover uma reabertura segura do turismo e a promoção da reputação de Portugal como destino turístico de qualidade. Constitui um compromisso com a segurança e a saúde e pretende transmitir aos turistas internacionais confiança no setor hoteleiro português, alavanca essencial para a recuperação do ecossistema económico.

A grande maioria dos países mantém a regra de um teste molecular (PCR) negativo à entrada e dentro da União Europeia (UE). Desde o dia 1 de julho, a apresentação do Certificado Digital COVID da UE pode ser requerido por qualquer um dos Estado-Membros. Este documento é uma certificação digital que facilitará a livre circulação na União Europeia, de uma forma segura e ainda durante o período de pandemia. A título de exemplo, o Reino Unido que muito recentemente retirou Portugal da lista de países seguros e nos colocou na lista “âmbar” exigindo assim, para além de dois testes de deteção de SARS-Cov-2 (PCR), um para entrar e outro decorridos 5 dias, um período quarentena de cerca de dez dias.

A vacinação contra a COVID 19 a nível global, evolui a velocidades desiguais e mesmo com a entrada em vigor do certificado digital COVID da UE manter-se-á para muitos hóspedes durante os próximos meses a obrigatoriedade de apresentação de um teste negativo no regresso aos seus países de origem.

As unidades hoteleiras podem apoiar esta obrigação aderindo a um serviço de testagem dos seus hóspedes na própria unidade (para grupos) ou em laboratório protocolado na sua proximidade. Substituindo-se assim aos hóspedes na procura, agendamento e marcação, bem como, no acompanhamento garantindo desta forma resultados laboratoriais em tempo útil. Esta tendência de testagem facilitada pelos próprios hotéis é já a nova amenidade oferecida por grande parte da hotelaria internacional.

Atualmente, as unidades hoteleiras podem optar pelo recurso a apoio especializado na área da Segurança e Saúde no Trabalho que garanta a operacionalização e a interface com laboratórios e hóspedes. Este novo serviço divulgado e incluído logo no ato da reserva, é sem dúvida um plus na experiência turística que os hotéis oferecem aos seus hóspedes.

Estimular uma mudança de atitude, não só da parte da oferta, como na componente da procura, reforça o papel do setor hoteleiro na promoção de um turismo cada vez mais saudável, mais responsável e mais resiliente.

*Artigo publicado na edição de 9 de julho.

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