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Lino Santos: “Temos de colocar a cibersegurança ao nível do plano de negócios”

Os desafios da cibersegurança para a hotelaria lançaram o mote para uma mesa-redonda dinamizada pela Associação da Hotelaria de Portugal (AHP) no Inspira Liberdade Boutique Hotel esta terça-feira, 30 de maio, que reuniu figuras como Lino Santos, coordenador do Centro Nacional de Cibersegurança, João Baptista Leite, CEO da Unicre, Rui Shantilal, administrador da Devoteam Cyber Trust e Nuno Oliveira, sócio da Devoteam Cyber Trust.

Carla Nunes
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Lino Santos: “Temos de colocar a cibersegurança ao nível do plano de negócios”

Os desafios da cibersegurança para a hotelaria lançaram o mote para uma mesa-redonda dinamizada pela Associação da Hotelaria de Portugal (AHP) no Inspira Liberdade Boutique Hotel esta terça-feira, 30 de maio, que reuniu figuras como Lino Santos, coordenador do Centro Nacional de Cibersegurança, João Baptista Leite, CEO da Unicre, Rui Shantilal, administrador da Devoteam Cyber Trust e Nuno Oliveira, sócio da Devoteam Cyber Trust.

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Recorrendo aos dados nacionais do ano passado, Lino Santos afirma que aquele foi “um ano desafiante para a cibersegurança”. Em 2022 foram registados 25 incidentes de impacto relevante em Portugal, além de um crescimento de 14% no número de incidentes, para um total de 2.023 incidentes durante todo o ano.

O coordenador do Centro Nacional de Cibersegurança explica que “muitas vezes a hotelaria é um alvo de oportunidade para a obtenção de credenciais para ataques mais focados e direcionados”, isto porque “normalmente as pessoas cometem o erro de usar as mesmas passwords, inclusive as credenciais do trabalho, para registo nos hotéis”.

Como explica, nesta situação “o objetivo não é atacar nem colocar dano no hotel, o objetivo é obter credenciais que possam ser usadas contra outro tipo de alvos – e aqui estamos a falar de órgãos de soberania, operadores de serviços essenciais, normalmente grandes empresas a quem se pode pedir um resgate avultado”.

Já Nuno Oliveira aporta-se a dados de 2019 do Cybersecurity Threat Index, da Morphisec, para dar conta de que 9% dos consumidores deste estudo afirmam terem sido vítimas de um ciberataque ou de violação de dados em hotéis, além dos quase 70% que não acreditam que os hotéis em que se hospedaram investiram o suficiente em cibersegurança.

No mesmo estudo é indicado que os hóspedes acreditam que o wi-fi comprometido representa o maior risco nos hotéis em que se hospedam, com os millenials a considerarem que os hotéis tradicionais são mais vulneráveis a uma violação de cibersegurança face ao Airbnb.

Formação dos quadros em cibersegurança vista como essencial

Posto este cenário, Lino Santos é da opinião de que o quadro de ameaças à cibersegurança é composto por três pontos principais: o facto de o cibercrime ser neste momento um serviço, com a possibilidade de adquirir todas as componentes de um ataque informático na dark web; o aumento da densidade digital e a falta de recursos humanos “capazes para segurar os sistemas informáticos”.

Na opinião do coordenador, com a pandemia fomos “forçados” a estar mais presentes no digital, que passa a ter “mais utilizações, mais utilizadores, mais aplicações, mais interações”. No entanto, muitos fizeram-no “sem as competências básicas”, naquilo a que apelida uma “carta de condução informática”, o que “aumenta brutalmente o fator de risco”.

“Mais de metade dos incidentes tem que ver com negligência, com falta de sensibilidade para o tema da cibersegurança – de clicar nos emails e nos anexos sem pensar, sem saber que risco estão a correr. Leva-nos a pensar que [é essencial] uma aposta na formação dos quadros, desde que tenham acesso à infraestrutura”, defende.

A isto acresce o facto de que, “à medida que as empresas se digitalizam”, são necessários “recursos humanos para assegurar essa segurança”. No entanto, e como Lino aponta, estes estão em falta, já que o processo de digitalização tem sido mais acelerado do que o ritmo a que as universidades conseguem colocar “especialistas no mercado de trabalho”.

“Há aqui também um esforço que temos de fazer de requalificação de quadros que temos nas nossas organizações”, afirma.

Densidade digital exige que cibersegurança seja vista no plano de negócios

Sobre este ponto, Rui Shantilal refere que é preciso ter em atenção que o investimento em tecnologia não vai permitir poupar dinheiro.

“Quando alguém vende uma solução tecnológica e garante que vai permitir ‘ser mais eficiente, ter menos pessoas, o cliente ser auto-atendido (self atended) e que vão poupar dinheiro’, é mentira. Esse investimento que fizerem em tecnologia vai-vos permitir providenciar uma melhor experiência ao cliente e serem competitivos se os vossos pares estiverem a fazê-lo. Mas o montante que eles vos conseguirem provar que vão poupar, é em investimento que têm de fazer em manter aquela tecnologia segura, na manutenção, na operação, no suporte e na segurança”, defende Rui Shantilal.

Já João Baptista Leite faz referência a um estudo da Marsh de 2023 – uma operadora mundial de seguros e consultora de riscos – onde após entrevistas a 130 gestores concluíram que, em Portugal, os ciberataques, a instabilidade social e política, a inflação e os talentos eram considerados os maiores riscos da atualidade, por esta exata ordem. Já no resto do mundo, a preocupação número um era a inflação e o crescimento económico, seguida pelos ciberataques.

“Se [os ciberataques] são considerados o risco número um, então no meu planeamento tenho de aplicar o remédio para este risco. E na hotelaria, quando se discute o plano para o próximo ano, há duas coisas que tenho a certeza que não falham: como é que vamos melhorar serviços a clientes e o programa de segurança alimentar. Se estes dois aspetos são críticos, se não ponho no mesmo patamar a cibersegurança, estou a cometer um erro que vou pagar caro”, assegura João Baptista Leite.

Posto isto, Lino Santos conclui que é necessário “combater o mito de que a cibersegurança é uma questão tecnológica: temos de colocá-lo ao nível do plano de negócio”. Como refere, “a densidade digital que as nossas organizações já têm exige que a tecnologia seja vista no plano de negócio. Este é o salto que temos de dar”.

A mesa-redonda dinamizada pela AHP teve como objetivo promover avaliações de cibersegurança pela Devoteam Cyber Trust junto dos associados, que usufruem de condições especiais proporcionadas pela associação.

Desta forma, os associados hoteleiros que pretendam ter uma avaliação de cibersegurança podem fazer uma pré-inscrição através do email [email protected], indicando no assunto “Pedido de Contacto: Avaliações de Cibersegurança” e discriminando no corpo de email o “nome do grupo/hotel; número de associado; número de hotéis do grupo e localização da sede”.

A primeira fase de pré-inscrição termina a 30 de junho, com as primeiras avaliações a serem feitas a 15 de julho. Existem ainda outras fases de inscrição, de 1 a 30 de outubro, com as primeiras avaliações a começarem a 15 de novembro.

Sobre o autorCarla Nunes

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SAP Concur Day 2024 analisa tendências e futuro das viagens e gastos corporativos marcados pela IA

Diferentes intervenientes do setor das viagens e gastos corporativos discutiram as tendências e o futuro do setor marcado pela IA, durante o SAP Concur Day 2024, evento dedicado ao debate de temas como o futuro da digitalização, as últimas tendências do setor de Travel & Expense, Inteligência Artificial (IA), Inovação, Sustentabilidade e as mais recentes novidades do produto SAP Concur.

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As empresas concordam que o crescimento exponencial da IA permitirá estimar os gastos totais com muito mais precisão, otimizando o processo e gerando mais confiança entre os utilizadores. De acordo com especialistas, a sustentabilidade e o NDC também determinarão o futuro das viagens corporativas e da experiência de compra em 2024.

A SAP Concur, empresa de fornecimento de soluções integradas de gestão de despesas e viagens corporativas baseadas na nuvem, reuniu os principais intervenientes do sector do Travel & Expense no seu evento anual SAP Concur Day para debater três temas principais para as viagens corporativas: a transformação digital, a sustentabilidade e a inteligência artificial. Ao longo do programa, ficou claro que a IA é um dos principais desafios a enfrentar ao longo deste ano, num setor que continua na senda do crescimento.

Nestes tempos de mudança, as organizações enfrentam constantemente novos desafios em termos de digitalização e inteligência artificial. Durante o evento, ficou claro que a gestão de gastos continua a evoluir a cada ano e à medida que as novas tecnologias revelam novas possibilidades, as empresas também se adaptam às melhores práticas e tendências de mercado para se manterem atualizadas e competitivas.

João Carvalho, diretor de SAP Concur para o Sul da Europa, Médio Oriente e África elucida “a mudança é hoje uma constante e as organizações devem priorizar a digitalização e rentabilizar as capacidades da IA generativa para a otimização dos seus processos se se quiserem permanecer competitivas, ágeis e ter uma visão unificada dos dados e processos e gestão de despesas e viagens que lhes permita tomar melhores decisões. A inovação constante faz parte do nosso ADN”.

Como indicam as tendências apresentadas pela SAP Concur para 2024, a sustentabilidade e a aceleração da norma NDC serão fundamentais e obrigarão o mercado a adaptar-se a uma experiência de compra mais personalizada e eficiente. Durante o evento, as empresas presentes salientaram a importância de promover viagens mais sustentáveis, o que se traduz num exercício de corresponsabilidade, com uma maior consciencialização e redução da sua pegada de carbono.

A sustentabilidade tornou-se uma prioridade e um aspeto transversal dos programas de viagens corporativas. Na verdade, muitas organizações concordam em criar equipas dedicadas que possam desenvolver uma sustentabilidade eficaz como parte de um programa contínuo para apoiar os seus colaboradores que viagem na sua tomada de decisão, respondendo a critérios mais sustentáveis e eficientes, e apoiados pelas ferramentas certas.

O evento também destacou como, graças ao crescimento exponencial da IA generativa, a aplicação SAP Concur pode fornecer estimativas de custos com maior precisão, para o planeamento de viagens, otimizando assim todo o processo, gerando maior confiança entre os utilizadores e poupança de tempo. Com isso, dá um passo em frente na digitalização de todas as suas soluções e na melhoria da experiência do utilizador, como é o caso da nova ferramenta Concur Travel, muito mais intuitiva e de fácil utilização.

A nova experiência da app inclui capacidades de omni-busca que combinam automaticamente opções para muitos locais, como aeroportos, centros de cidades ou locais de empresas, fornecidas por um ecossistema de viagens robusto. Oferece também uma maior cobertura de conteúdos globais, incluindo conteúdos adicionais New Distribution Capability (NDC, melhores imagens e descrições mais ricas numa única visualização. O Concur Travel renovado proporciona uma experiência moderna e intuitiva, adaptável à Web e aos telemóveis e adaptada ao viajante e às políticas corporativas.

As novas capacidades da IA generativa nas soluções SAP Concur é relevante, fiável e responsável, e muda fundamentalmente a forma como as empresas operam, permitindo-lhes criar maior valor de forma mais eficiente, garante a empresa de soluções de viagens e despesas, com mais de 92 milhões de utilizadores finais a reservar viagens e/ou a processar despesas.

“Por exemplo, em vez de alguém do setor financeiro ter de analisar manualmente todos os dados das viagens e despesas corporativas, poderia simplesmente delegar esse trabalho à IA generativa que lhes vai fornecer recomendações baseadas em dados reais – levando em consideração padrões que um ser humano talvez nem perceba – como o momento ideal para reservar uma viagem corporativa ou a data ideal para uma reunião de equipa para minimizar os custos de viagem, garantindo que estão a utilizar da melhor maneira possível os recursos da empresa”, explica João Carvalho.

Em relação à nova norma NDC, todas as empresas participantes concordaram que esta irá abordar muitos dos desafios do setor e terá um impacto direto nos custos. Trata-se de uma estratégia fundamental para que as companhias aéreas tornem a experiência de compra mais personalizada e eficiente.

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RoomRaccoon expande oferta de software com novas parcerias

O RoomRaccoon está a expandir a sua oferta de software de gestão de hóspedes através de novas parcerias com três sistemas do setor: Orana Stay, GuestTouch e Woby.

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Estas parcerias vão capacitar os utilizadores do RoomRaccoon com um conjunto abrangente de funcionalidades centradas no hóspede, incluindo comunicação personalizada, serviços de concierge digital, upselling automatizado e gestão avançada de feedback de hóspedes.

O Orana Stay redefine a hospitalidade ao oferecer aos hoteleiros um sistema de mensagens integrado com traduções alimentadas por IA em mais de 100 idiomas, guias digitais para hóspedes com recomendações automáticas de restaurantes, atrações e eventos, e a oportunidade de promover comodidades e serviços da propriedade ao longo da jornada do hóspede.

A GuestTouch é uma conhecida plataforma de mensagens para hóspedes e gestão de reputação que permite aos hotéis conectar-se com os hóspedes em todas as etapas da jornada através dos seus canais de comunicação preferidos, incluindo SMS, WhatsApp, Email, Google Chat e outros, para aumentar a receita e melhorar a experiência do cliente.

Por sua vez a Woby é uma aplicação web popular nos Países Baixos que permite aos hóspedes fazer pedidos e pagamentos online, conectando os sistemas POS e PMS dos hotéis. Com o Woby, os hóspedes podem facilmente solicitar serviços de limpeza, aceder a serviços de concierge e guias, encomendar comida e bebidas e muito mais, tudo a partir de uma única aplicação.

Os utilizadores do RoomRaccoon podem facilmente ativar estas integrações através do Marketplace de Integrações do sistema.

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“Future Labs” do NEST já apoiou oito startups de inovação no setor hoteleiro sustentável

O NEST – Centro de Inovação do Turismo continua a promover a inovação no setor hoteleiro sustentável através do “Future Labs”, programa, estabelecido em 2020, que já apoiou oito start-ups, com destaque para a Builtrix, que se encontra atualmente em negociações com hotéis e estabelecimentos de hospitalidade para contratos comerciais.

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A Builtrix viu no programa do NEST uma oportunidade de aprimorar e adaptar o seu produto para atender às necessidades específicas do setor da hotelaria. Ao colaborar com o NEST, a Builtrix conseguiu lançar um projeto-piloto envolvendo vários hotéis em Portugal.

“O NEST proporcionou-nos oportunidades de networking, partilha de conhecimentos, expertise e apoio financeiro. Durante quatro meses, de dezembro de 2023 a março de 2024, trabalhamos em estreita colaboração com diversos parceiros, incluindo os Hotéis Montebello, Parque de Sintra, Hotéis Vila Galé e Alma Lusa Hotéis, para monitorizar 54 localizações em todo o país. Este projeto-piloto resultou na identificação de oportunidades de melhoria da eficiência energética, redução de custos, diminuição das emissões de carbono e promoção da adoção de energias renováveis nos estabelecimentos hoteleiros participantes.”, diz Javad Hatami, Co-Founder e CEO da Builtrix.

Com base no programa “Future Labs”, o NEST ajudou ainda a startup a ajustar a sua estratégia de entrada no mercado. Atualmente, a empresa está em negociações com vários hotéis e estabelecimentos de hospitalidade para a comercialização da sua solução.

Refira-se que o “Future Labs” é um espaço livre para experimentação e aceleração de conhecimento, inovação e tecnologia para o desenvolvimento da indústria do turismo nacional, criado pelo NEST e pela Escola de Hotelaria e Turismo de Setúbal, um projeto à escala nacional que conta com as entidades mais relevantes do setor como o Turismo de Portugal, e parceiros líderes em inovação digital e tecnológica como a Microsoft.

O objetivo é facilitar às startups aderentes a criação de pilotos em quatro áreas prioritárias: sustentabilidade e eficiência operacional de recursos (energia, água, resíduos e desperdício F&B), seamless experience de hóspedes e clientes, recolha de big data e personalização de experiências. Dessa forma, pretende-se levar para o mercado soluções tecnológicas que melhorem a satisfação do cliente final, maximizem vendas diretas e rentabilizem os recursos dos hotéis.

 

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Sojern lança Guest Experience Solutions na Europa incluindo Portugal

A Sojern, plataforma de marketing digital para profissionais do turismo, anuncia que o seu conjunto de ferramentas Guest Experience Solutions estão agora disponíveis na Europa. O lançamento terá início em Espanha, Itália, Reino Unido e Irlanda seguido de Portugal e França.

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Em 2023, a Sojern adquiriu a VenueLytics, plataforma de experiências para o hóspede e incorporou as suas ferramentas como uma extensão da Sojern Travel Marketing Platform, com a designação Guest Experience Solutions (GES).

No seguimento do lançamento inicial, a Sojern está também a expandir as suas Guest Experience Solutions na Europa, incluindo a colaboração com a GETYourGuide, uma plataforma para os viajantes descobrirem e reservarem experiências como walking tours, aulas de culinária local, bilhetes skip-the-line e muito mais em 10 mil cidades.

As Guest Experience Solutions automatizam as comunicações com os hóspedes e, ao mesmo tempo, proporcionam aos hoteleiros uma ideia do sentimento do cliente, libertando o staff para oferecer os detalhes especiais que fazem com que um hotel se destaque dos demais.

Refira-se que, desde 2007 que a Sojern proporciona aos hoteleiros ferramentas para gerar reservas diretas, construir relações leais com os hóspedes e maximizar a receita. Com a incorporação das GES, os profissionais de marketing dos hotéis podem agora interagir com os viajantes antes, durante e depois da sua estadia para otimizar a receita líquida por quarto (RevPAR). As Guest Experience Solutions da Sojern permitem o acesso a ferramentas automatizadas num modelo flexível que se ajusta às necessidades de cada hotel.

As soluções GES incluem o AI Smart Concierge que automatiza mais de 500 respostas a perguntas comuns dos hóspedes via SMS, Facebook Messenger, WhatsApp e Website Chatbot, permitindo que o staff dê prioridade a interações presenciais enquanto reúne dados valiosos sobre os desejos e necessidades dos hóspedes. O AI Smart Concierge gerou um aumento de até 600% no engagement dos hóspedes, uma redução de 65% nas chamadas para a receção e uma redução de 56% nas auditorias de qualidade da marca.

Os dados da Sojern mostram que cada avaliação negativa pode custar a um hotel entre 900 e 4500 euros em receita, ao mesmo tempo que encurta o relacionamento de longo prazo com os hóspedes, assim, o Reputation Manager permite reunir e gerir de maneira eficiente os feedbacks dos clientes. A Generative AI elabora instantaneamente respostas para avaliações de clientes tanto durante a sua estadia, como para clientes online e agiliza o encaminhamento de problemas em tempo real para os membros da equipa. Com o Reputation Manager, os clientes da Sojern aumentaram os seus Net Promoter Scores em 35%, em média, ao longo de três meses.

Por outro lado, está disponível a ferramenta Guest Marketing Suite: Os profissionais dos hotéis podem cultivar relacionamentos com os hóspedes utilizando e-mail, SMS, WhatsApp e chat para interagirem durante toda a jornada do cliente. Através de uma comunicação consistente e personalizada, podem aumentar as reservas diretas, as receitas acessórias e promover a fidelização a longo prazo. Alguns clientes da Sojern geraram mais de 4500 euros por dia a partir de campanhas de marketing por e-mail utilizando o Guest Marketing Suite.

 

 

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TTS Corporate integra conteúdo NDC para melhorar ofertas de viagens corporativas

Com vista a revolucionar ainda mais a gestão das viagens corporativas, a TTS – Travel Technology Solutions anuncia a integração do conteúdo NDC.

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A TTS – Travel Technology Solutions, empresa que disponibiliza soluções tecnológicas para a indústria de viagens, anuncia a integração de New Distribution Capability (NDC) no TTS Corporate, permitindo que as agências que utilizem a ferramenta possam oferecer uma gama mais ampla de opções de voos, tarifas personalizadas e ofertas exclusivas diretamente das companhias aéreas aos seus clientes corporativos.

O TTS Corporate, a ferramenta de reserva corporativa da TTS e recomendada pela Travelport devido à sua eficiência e adaptabilidade, está a revolucionar ainda mais a gestão de viagens corporativas através da incorporação de conteúdo NDC, alargando consideravelmente as opções à disposição dos utilizadores, assegurando que os clientes corporativos das agências não só reduzam custos, mas também proporcionem opções de viagem mais flexíveis e benéficas aos seus funcionários, indica a empresa em nota de imprensa.

João Santos, CEO da TTS, assume que “estamos comprometidos em oferecer as soluções mais avançadas e completas para os nossos clientes”. Neste sentido, a inclusão do NDC no TTS Corporate “é um passo significativo nessa direção, proporcionando um acesso sem precedentes a conteúdos de viagens aéreas que beneficiarão tanto as agências quanto os seus clientes corporativos” refere ainda o executivo.

Com operações em mais de 90 países e escritórios em Miami, Lisboa e Ilhas dos Açores, a TTS desenvolve soluções tecnológicas para agências de viagens e empresas, contando com mais de 9000 clientes. É igualmente parceira Premium da Travelport, fazendo parte da Travelport Developer Network.

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Green Destinations disponibiliza programa “Good Travel Seal” a empresas turísticas portuguesas

Num esforço para promover o turismo sustentável e combater o greenwashing no setor, a Green Destinations introduziu o GTS (Good Travel Seal) em Portugal, uma certificação abrangente que valida o compromisso ESG (Environment, Social e Governance) das empresas.

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A Green Destinations, entidade de certificação de sustentabilidade, anuncia o reforço das suas operações em Portugal, através da oferta do inovador programa Good Travel Seal (GTS) para empresas de turismo portuguesas.

O programa GTS foi projetado para ajudar empresas de todas as dimensões – desde pequenos alojamentos locais a grandes cadeias hoteleiras, restaurantes, rent-a-car, empresas de animação turística e operadores turísticos – a alcançar e certificar a sustentabilidade dos seus negócios.

O programa GTS, com cinco níveis de garantia de sustentabilidade independente (de terceiros) até à certificação completa, está acessível a todos os tipos de negócios turísticos, e oferece um caminho progressivo para a sustentabilidade, com certificações Bronze, Prata, Ouro, Platina e Diamante, refletindo diferentes estágios de conformidade e excelência. A auditoria, realizada a cada dois a três anos, é rigorosa, garantindo uma avaliação objetiva e baseada em evidências.

De acordo com a Green Destinations, a participação no programa abre portas para inclusão no Good Travel Guide, ampliando a visibilidade global das empresas. Além do Good Travel Guide, todas as empresas estão também presentes no Sustainable First, Ecohotels.com, Turismo 2030 e no Booking.com (através da base de dados ‘BeCause’ da Travalysts), proporcionando aos viajantes, formas fáceis de encontrar ofertas sustentáveis de destinos.

“As empresas certificadas pela GTS não só demonstram a sua dedicação ao turismo sustentável, mas também adquirem, por esta via, uma vantagem competitiva no mercado internacional, cada vez mais voltado para fornecedores com credenciais de sustentabilidade” afirma a propósito Diogo Neves, representante da Green Destinations em Portugal.

Refira-se que a Green Destinations tem trabalhado em Portugal há vários anos, colaborando com diversas regiões e municípios para promover o turismo sustentável.

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Global Revenue Forum junta profissionais em Lisboa para debater a gestão de receitas em hotelaria

O Global Revenue Forum, um evento europeu que debate a gestão de receitas em hotelaria, chega pela primeira vez a Portugal a 30 de janeiro, num encontro que vai juntar vários profissionais da área no EPIC SANA Marquês Hotel, em Lisboa.

Carla Nunes

O evento decorre em simultâneo em cinco cidades europeias – Londres, Estocolmo, Milão, Paris e Lisboa – sob o tema “Roadmap to Resilience”.

Os trabalhos começam às 8h40 com uma sessão de abertura a cargo de Greg Land, líder do segmento global – Alojamento, Lodging, Casinos e Cruzeiros – da Amazon Web Services, onde irá discutir “formas de manter a resiliência da indústria face ao desconhecido e o papel que a tecnologia pode desempenhar” no setor, como indicado em comunicado.

Seguem-se várias sessões de 15 minutos onde vários profissionais do setor hoteleiro vão partilhar a sua experiência e sugestões. Às 9h30, Mercedes Branca, Revenue Manager Central no SANA, explana qual a diferença de revenue management para hotéis de 3 e 5 estrelas. Já às 9h50 é dada a palavra a Alexandre Pereira, director comercial do Real Hotels Group, que em 15 minutos vai partilhar “Dicas a e truques práticos para impulsionar o profit do hotel”. De seguida, às 10h10, Patrícia Correia, Hotel General Manager, professora e speaker, explica “Como se tornar um Revenue Manager indispensável para a direção”.

Ainda da parte da manhã, às 11h00,  Francisco Nogueira de Sousa, CEO & FOUNDER BlueShift, esclarece se “A função de Revenue Management irá evoluir para PorfitDirector”. Segue-se uma sessão às 11h20 com Sérgio Leandro, Senior Vice President Operations da Highgate Portugal, que vai explicar “Como desafiar as regras tradicionais e criar novas oportunidades de mercado”.

As sessões da manhã fecham com o contributo de Sérgio Guerreiro, diretor-coordenador da direção de gestão do conhecimento no Turismo de Portugal. Na sua intervenção, às 11h40, o profissional dará conta das “Principais tendências que vão impactar o revenue management em 2024 e como se preparar para elas”.

Evento destaca dados, tendências e estratégias de Revenue Management

Após o almoço, as sessões retomam às 14h30 com um olhar sobre os mais recentes dados do STR, uma divisão do CoStar Group que fornece dados de mercado sobre a indústria hoteleira mundial. Esta sessão conta com a apresentação de Paula Reinoso, Senior Account Manager Spain & Portugal.

Segue-se uma apresentação de Nuno António, professor auxiliar convidado na NOVA IMS e CTO da Itbase/WareGuest, que às 14h50 explica “Como o Generative AI pode transformar a área de Revenue Management”.

Às 15h10 terá lugar uma mesa redonda de uma hora para debater as “Tendências disruptivas de Inteligência Artificial em Revenue Management”, com moderação a cargo de Ricardo Sereno. Esta junta os profissionais Natasha Pereira, Sales Manager da XLR8; André Santos, Director of Hospitality Solutions EMEA da Duetto; Mano S Ladhar, Global Partner Manager da Global Alliances Ideas e Fulvio Giannetti, CEO & Co-founder da Lybra.

Pelas 17h00 David Santos, Cluster Revenue Manager no grupo Pestana, partilhar “Estratégias e ferramentas para otimizar o negócio” em F&B. As sessões terminam com a participação de Javier Espinosa Navarro, CEO & Co-Founder da Dynameat, que às 17h20 “Revolutionizing Revenue Management in F&B: Best practices and Case Studies with Dynameat”.

Os membros fundadores do Global Revenue Forum (GRF) representam uma colaboração entre três empresas de revenue management europeias: a Hotel Performance, com sede
em Milão; a Revenue by Design, com sede em Londres, e a Taktikon, com sede em Estocolmo. A chegada a Portugal deste evento fica marcada pela integração da XLR8  como membro afiliado do GRF.

A programação completa do evento pode ser consultada no website da XLR8 RM dedicado ao evento.

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NDC da TAP estará em pleno funcionamento no início de 2025

A TAP prevê o seu próprio NDC em pleno funcionamento no início de 2025, revelou a Chief Commercial & Revenue Officer da companhia aérea, Mário Cruz, no painel “O futuro da distribuição aérea”, no âmbito da conferência promovida pela GEA Portugal durante a sua 19ª convenção, em Marraquexe.

tagsNDCTAP

Em termos de calendário, a TAP assegurou que, com o processo iniciado este ano, até 31 de dezembro de 2024 garante que terá as mesmas tarifas e conteúdos tanto via EDIFACT (GDS tradicional) como NDC, e a partir de 1 de janeiro de 2025 mais oferta disponível via NDC passando a cobrar uma sobretaxa pelas reservas efetuadas através de EDIFACT, cujo valor não foi avançado, ou seja, a companhia aérea vai dar uma janela temporal às agências de viagens, de aproximadamente 12 meses para se prepararem para esta nova situação.

Mário Cruz, que falou na conferência, via online, indicou que os testes para a implementação definitiva do NDC da TAP no mercado português começam no último trimestre de 2024 para entrarem em pleno funcionamento a 1 de janeiro de 2025. O objetivo previsto é entre 20% e 30% da distribuição através de NDC, salientou o Chief Commercial & Revenue Officer da TAP.

Conforme disse ainda, a TAP vai ter acesso ao seu NDC através de várias fontes, uma das quais o NDC [X] da Amadeus, programa que, segundo o GDS, é dedicado à industrialização e funcionamento da NDC para todos os players de viagens. O programa reúne todas as atividades de NDC da Amadeus – como provedor e agregador de TI – e concentra-se em casos de utilização concreta do padrão de NDC da IATA, a fim de fornecer os melhores recursos para o setor.

No entanto, a companhia aérea, optou com escolher um fornecedor preferencial. As agências de viagens vão ter a possibilidade de poder integrar os conteúdos através de diversos agregadores, alguns deles que já estão no mercado, e através de um agregador preferencial que trabalhou especificamente esta plataforma para a TAP.

O NDC é o mais recente padrão tecnológico de distribuição de viagens, liderado pela IATA. Sendo um protocolo criado para o desenvolvimento de adoção de mercado para um padrão de transmissão de dados baseado em XML, o objetivo do NDC é melhorar a capacidade de comunicação de dados entre companhias aéreas e agências de viagens.

Comprando via NDC, os viajantes terão acesso a um conteúdo mais aprofundado e descritivo, além de um mapa de assentos no momento da compra, uma gama de oferta detalhada de ancillaries e às tarifas mais baixas da companhia. Esta tecnologia foi criada para substituir o antigo padrão EDIFACT (Electronic Data Interchange for Administration, Commerce and Transport), utilizado desde a década de 1980 na ligação entre companhias aéreas, GDS e agências de viagens.

Ainda durante a sua intervenção, o responsável da transportadora aérea portuguesa sublinhou que, tendo em conta que as agências de viagens são responsáveis por 50% das suas vendas, tem mantido uma relação próxima com a APAVT no âmbito do desenvolvimento e implementação deste novo instrumento no mercado português, garantindo que as agências de viagens em Portugal “vão ter o nosso apoio”.

A política da TAP, conforme foi dito, é caminhar lado a lado com os agentes de viagens, vê-os como parceiros e como alguém que tem de ser remunerado pelo seu papel na cadeia de distribuição, para concluir que a meta final é aumentar as as receitas tanto da companhia aérea como das agências de viagens, num objetivo comum que é “oferecer melhor produto e serviço aos clientes”.

 

Sobre o autorCarolina Morgado

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Travelport disponibiliza NDC para as vendas das companhias aéreas do Grupo Lufthansa

A Travelport anunciou, esta terça-feira, o lançamento do conteúdo NDC das companhias aéreas do Grupo Lufthansa, e recursos do serviço na plataforma Travelport + para as agências de viagens.

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Os agentes que utilizam a Travelport+ poderão facilmente pesquisar e comparar ofertas NDC das companhias aéreas do Grupo Lufthansa, que incluem a Austrian Airlines, Brussels Airlines, Lufthansa, SWISS, Air Dolomiti.

O conteúdo NDC da Travelport e a solução de serviço para as companhias aéreas do Grupo Lufthansa estão disponíveis ainda apenas para as agências localizadas na Áustria, Irlanda, Holanda e Reino Unido. No entanto, o acesso será expandido para as agências localizadas em outros países europeus nas próximas semanas e continuará a ser implementado para clientes Travelport + nas regiões das Américas, Oriente Médio, África e Ásia-Pacífico no início de 2024.

O Travelport+ permite que os clientes das agências acessem a uma ampla gama de conteúdos como tarifas e ofertas únicas das companhias aéreas do Grupo Lufthansa, tudo num único local, melhorado pelo Content Curation Layer (CCL). Este facilitador tecnológico, incorporado no Travelport+, utiliza poderosas capacidades de inteligência artificial (IA) e de aprendizagem automática (ML) para proporcionar aos agentes e aos viajantes uma experiência de vendas mais moderna, com respostas de pesquisa precisas, resultados altamente relevantes e maior clareza e transparência.

O Grupo Lufthansa está empenhado em fornecer aos agentes de viagens de todo o mundo a capacidade de comprar, comparar e reservar ofertas NDC de todas as suas companhias aéreas através da Travelport. Isto assegura que as agências de viagens tenham acesso simplificado a uma vasta gama de escolhas e opções.

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Medline aposta no sistema Destinux para otimizar a gestão de viagens

A Consultia, empresa especializada na gestão integrada de viagens de negócios, através da sua plataforma Destinux, permite à Medline, multinacional do setor da saúde em Portugal, reduzir entre 13% a 24% de custos de gestão de viagens.

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Os resultados proporcionados pela plataforma Destinux levou a empresa a ampliar o serviço aos restantes países da Medline Europa.

A Consultia Business Travel proporciona uma solução ampla à Medline, através da digitalização dos processos, integração de dados e um serviço de assistência personalizado do sistema Destinux. A empresa dedicada à produção e distribuição de produtos médicos e cirúrgicos já conseguiu economizar mais de 300 mil euros em gastos de gestão de viagens corporativas, graças à implementação da solução Destinux.

A implementação dos serviços Destinux resultou numa poupança mínima de 238 mil euros e máxima de 432 mil euros à Medline, devido às melhores ofertas de viagens, uma vez que tudo está consolidado, mas também devido à poupança de tempo para o passageiro, para o aprovador e para a área administrativa/financeira.

A empresa multinacional recebe, assim, um sistema adaptado aos locais onde atua, algo que é possível devido aos conhecimentos sobre a gestão de viagens de negócios que a plataforma Destinux apresenta. A empresa multinacional de saúde confia na Consultia para gerir as suas viagens permitindo à mesma organizar reuniões com parceiros, membros da empresa e fornecedores.

Os serviços que a Consultia Business Travel fornece à Medline através do sistema Destinux são: Login de Acesso e Gestão de Reservas, que oferece aos utilizadores uma gestão de viagens rápida e eficaz. Desta forma, o serviço otimiza a experiência do utilizador e economiza o tempo despendido de toda a equipa; Conetividade ampla, proporciona à Medline, uma variedade de serviços para conseguir selecionar a reserva mais adequada e benéfica para as suas viagens de negócios; Personal Travel Assistant, este serviço disponibiliza aconselhamento, gestão de reservas, resolução de incidentes e um telefone de emergência disponível 24 horas pronto a assistir nas viagens.

Parametrização, através desta funcionalidade o sistema Destinux possibilita que a Medline verifique os gastos durante as viagens, com o intuito de gerir o orçamento estipulado pela empresa para as mesmas. Além disso, conta com uma automatização de autorizações; Relatórios Personalizados, os relatórios fornecem à Medline uma análise financeira focada nos estudos de custos, sempre disponíveis e atualizados no Destinux; Exportação e Revisão de Serviços Não Faturados, possibilita prever os possíveis gastos reais de cada mês e Faturas em Excel, a plataforma Destinux proporciona à Medline em tempo real os dados financeiros integrados, com uma estrutura consolidada no sistema.

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