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Hotelaria

Vila Galé investe 80 milhões de reais para abrir hotel Collection em Ouro Preto, no Brasil

O grupo Vila Galé vai abrir mais um hotel da gama Collection no Brasil, num investimento de 80 milhões de reais. A unidade vai resultar da recuperação do antigo colégio Dom Bosco, em Cachoeira do Campo, Ouro Preto, no estado brasileiro de Minas Gerais.

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Vila Galé investe 80 milhões de reais para abrir hotel Collection em Ouro Preto, no Brasil

O grupo Vila Galé vai abrir mais um hotel da gama Collection no Brasil, num investimento de 80 milhões de reais. A unidade vai resultar da recuperação do antigo colégio Dom Bosco, em Cachoeira do Campo, Ouro Preto, no estado brasileiro de Minas Gerais.

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O futuro Vila Galé Collection Ouro Preto, cuja abertura está prevista para 30 de dezembro de 2024, terá 182 quartos numa primeira fase, ao qual serão acrescentados mais 46 quartos numa segunda fase. A unidade vai contar ainda com dois restaurantes, dois bares, sete salas de convenções, auditório, capela, biblioteca, sala de jogos, Satsanga Spa & Wellness com piscina interior aquecida e clube infantil NEP com parque aquático. O grupo estima que o empreendimento vai gerar 120 empregos diretos, como aponta em comunicado.

O hotel ficará integrado numa área de 195 hectares, onde o Vila Galé prevê introduzir zonas experimentais de vinhas e olivais, bem como trilhos ecológicos com cascatas.

“Estamos muito contentes de ter nosso primeiro hotel neste Estado tão rico em cultura e história. Vamos fazer o que mais me dá prazer: a conversão de património histórico. Será um resort de campo com muita oferta gastronómica e de animação, sobretudo para famílias com crianças”, afirma o presidente da Vila Galé, Jorge Rebelo de Almeida, em comunicado.

O colégio Dom Bosco é um prédio histórico classificado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais. Este será o segundo projeto de recuperação de património que o grupo Vila Galé concretiza no Brasil, à semelhança do que já aconteceu com o Vila Galé Rio de Janeiro – um antigo hotel que foi transformado em colégio por volta de 1940 e, posteriormente, reconvertido de novo em unidade hoteleira.

Atualmente, o Vila Galé conta com dez hotéis no Brasil. Além do Vila Galé Collection Ouro Preto, o grupo está também a desenvolver o Vila Galé Collection Sunset Cumbuco, junto ao Vila Galé Cumbuco, no Ceará, que deverá estar concluído em 2024.

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Preço médio por quarto aumentou em todas as regiões de Portugal em 2023

Os hoteleiros deram conta de aumentos no preço médio por quarto em todas as regiões de Portugal em 2023, com o preço médio nacional a situar-se nos 141 euros – um aumento de 18% face a 2023.

Carla Nunes

Os dados resultam de um estudo conduzido pelo gabinete de estudos e estatísticas da Associação da Hotelaria de Portugal (AHP), que inquiriu 476 estabelecimentos hoteleiros entre 2 e 21 de janeiro de 2024.

O maior aumento no preço médio por quarto verificou-se no Alentejo, que em 2023 situou este índice nos 159 euros, numa subida de 29% face a 2022. Também em Lisboa o preço médio por quarto fixou-se nos 159 euros em 2023, contudo, a subida em relação ao ano anterior foi de 4%.

Na lista de maiores subidas do preço médio segue-se a Região Autónoma dos Açores, que ao colocar este indicador a 135 euros verificou uma subida de 25% face aos valores de 2022. Destaque também para a região Norte, cujo preço médio aumentou 21% em 2023 face a 2022, para 132 euros, e para a região Centro, cujo preço médio de 100 euros significou um aumento de 20% deste indicador em relação a 2022.

Sobre o desempenho do preço médio em 2023, 50% dos inquiridos considerou que o preço médio foi “melhor” ou “muito melhor” que o de 2022.

Se por um lado, 38% dos inquiridos dos Açores apontou que o desempenho deste indicador foi “pior” que em 2022, outros 38% da mesma região são da opinião de que foi “melhor” que 2022. De apontar ainda que 45% dos inquiridos do Algarve e 43% do Alentejo consideram que o preço médio de 2023 foi “igual” a 2022.

Fonte: AHP

Quanto ao balanço de 2023 referente à taxa de ocupação, todas as regiões dão conta de subidas neste indicador, à exceção do Algarve e do Alentejo, cuja taxa foi igual à de 2022, e da Região Autónoma dos Açores, com os dados a indicarem uma descida de 5 pontos percentuais (p.p.) face aos valores de 2022.

A média nacional com base no inquérito da AHP aponta para uma taxa de ocupação de 68%, uma subida de 7 p.p., com a Região Autónoma da Madeira a marcar a maior taxa de ocupação no balanço de 2023: 81%, uma subida de 5 p.p. face a 2022.

A maior subida de taxa de ocupação verificou-se na região Centro, que com uma taxa de 58% em 2023 subiu 7 p.p. face a 2022. Segue-se a região Norte, com uma subida de 6 p.p. em relação a 2022 e uma taxa de 60% em 2023.

Fonte: AHP

Relativamente à estada média, que a nível nacional situou-se nos três dias, em 2023, apenas três regiões registaram um aumento face ao ano anterior: Foi o caso da Região Autónoma das Madeira, cuja estada média foi de sete noites em 2023 (mais seis noites que em 2022); da Região Autónoma dos Açores, com uma estada média de quatro noites em 2023 (mais três noites que em 2022); e do Norte, cuja estada média passou de duas noites, em 2022, para quatro noites em 2023.

“O Norte basicamente dobrou a estada média. É de relevo para nós esta distribuição no território, é muito mais rentável para a hotelaria assegurar os clientes e tê-los durante mais tempo, e para isso é preciso todo o turismo trabalhar em rede. Evidentemente também tem a ver com o tipo de nicho e turismo que se pratica nos destinos”, referiu Cristina Siza Vieira, vice-presidente da AHP, na apresentação aos jornalistas na manhã desta sexta-feira.

O mercado português foi o mais referido pelos hoteleiros quando questionados sobre os seus principais três mercados (apontado por 76% dos inquiridos), seguido pelo do Reino Unido (50% dos inquiridos), Estados Unidos da América (41% dos inquiridos) e Espanha (40% dos inquiridos). Por outro lado, o mercado brasileiro só foi referido por 17% dos inquiridos como um dos principais três mercados.

Já quanto aos canais de reserva, 93% dos inquiridos indicou o Booking.com como um dos seus principais três canais de reserva, seguido pelo website próprio (92% dos inquiridos) e do Expedia (61% dos inquiridos). Para trás ficaram canais como a GDS (10% dos inquiridos) e o Airbnb (2% dos inquiridos).

Perspetivas para 2024

No âmbito das perspetivas para 2024, a maioria dos inquiridos antecipam uma taxa de ocupação em 2024 que seja, pelo menos, “igual” ou “melhor” que a de 2023, com 54% dos inquiridos a indicar que este indicador será “melhor” no segundo trimestre de 2024, quando comparado com 2023.

Se os Açores, a Área Metropolitana de Lisboa e a região Norte esperam que o primeiro trimestre de 2024 seja “pior” ou “igual” a 2023, o Alentejo antecipa que em 2024 todos os trimestres serão “melhores” que os dados de 2023. A Madeira espera um 2024 semelhante ao de 2023, mas com resultados “melhores” no último trimestre face ao ano anterior.

No indicador do preço médio por quarto, a maioria dos inquiridos antecipa que este será “melhor” em 2024 do que em 2023, uma perspetiva que também se reflete na expetativa quanto às receitas para 2024.

Quanto aos principais mercados, 75% dos hoteleiros continua a colocar a expetativa em Portugal como um dos seus principais três mercados, ao qual se segue o Reino Unido (referido por 48% dos inquiridos), Estados Unidos da América (42%) e Espanha (41%).

Na lista dos desafios e constrangimentos para 2024, 78% dos inquiridos coloca a instabilidade geopolítica como uma das principais preocupações, seguida pelo aumento das taxas de juro (59% dos inquiridos).

A redução do número de voos é outra das preocupações dos hoteleiros (40% dos inquiridos), sendo referido como um dos principais problemas por 90% dos hoteleiros inquiridos da Região Autónoma dos Açores, 73% da Região Autónoma da Madeira e 58% do Algarve.

O inquérito levado a cabo pela AHP foi realizado entre 2 e 21 de janeiro de 2024 junto de 476 empreendimentos turísticos associados da associação, sendo que da amostra 42% dos estabelecimentos estão localizados na região de Lisboa, 14% no Algarve, 13% no Norte, 12% no Centro, 11% na Madeira, 6% no Alentejo e 3% nos Açores.

Sobre o autorCarla Nunes

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Taxas de ocupação no Natal e Ano Novo de 2023 aumentaram face a 2022

De acordo com o balanço de Natal e Réveillon de 2023 conduzido pelo gabinete de estudos e estatísticas da Associação da Hotelaria de Portugal (AHP), as taxas de ocupação por quarto aumentaram nos períodos do Natal e do Ano Novo de 2023, quando comparadas com os mesmos períodos de 2022.

Carla Nunes

A partir de um inquérito realizado a 476 estabelecimentos hoteleiros, para o período do Natal de 2023, de 22 a 26 de dezembro, os dados dão conta de uma taxa de ocupação de 51% a nível nacional, uma subida de 1 ponto percentual (p.p.) em relação a 2022. Já no Ano Novo, entre 30 de dezembro de 2023 e 2 de janeiro de 2024, o estudo aponta para uma taxa de ocupação por quarto de 70%, um aumento de 9 p.p. face ao mesmo período de 2022.

Olhando para as taxas de ocupação no período de Natal, apesar da Região Autónoma da Madeira ter registado o maior valor de taxa de ocupação, 66%, quando comparada com o mesmo período de 2022 a taxa desceu 10 pontos percentuais.

Por outro lado, com uma taxa de ocupação de 56%, a hotelaria de Lisboa conseguiu subir este índice em 2 p.p. face a 2022, seguida pela da região Norte, que no Natal de 2023 registou uma taxa de ocupação de 49% – um aumento de 3 p.p. em relação a 2023.

O valor mais baixo de taxa de ocupação no Natal coube à Região Autónoma dos Açores, com uma taxa de 27% – um “mergulho a pique” de menos 24 p.p. em relação ao valor de 2022, como descrito por Cristina Siza Vieira, vice-presidente da AHP, na apresentação aos jornalistas na manhã desta sexta-feira.

Seguiu-se a região do Alentejo, com uma taxa de ocupação de 35% (menos 2 p.p.) e o Algarve, com uma taxa de 40% (menos 12 p.p.).

No período do Ano Novo, todas as regiões registaram aumentos percentuais ao nível da taxa de ocupação, à exceção do Algarve – cuja taxa de ocupação de 58% esteve 3 p.p. abaixo da verificada em 2022 – e da Região Autónoma dos Açores, que registou uma taxa de ocupação de 44%, 25 pontos percentuais abaixo dos valores de 2022.

As regiões que mais se destacaram ao nível da taxa de ocupação no Ano Novo de 2023 foram a Região Autónoma da Madeira (80%) e Lisboa (77%).

Contudo, o maior aumento percentual em relação a 2022 coube à região Centro, que no Ano Novo de 2023 registou uma taxa de ocupação de 63%, uma subida de 12 p.p. face ao mesmo período do ano anterior.

Preço médio aumentou no Natal, mas desceu no Ano Novo

Quanto ao índice do preço médio por quarto a nível nacional, e de acordo com o estudo da AHP, no período do Natal de 2023 este situou-se nos 124 euros, um aumento de 5% face ao ano anterior. Já no Ano Novo, o preço médio foi de 173 euros, uma descida de 5,9% em relação aos valores de 2022.

Analisando o preço médio por quarto no Natal de 2023, este indicador registou subidas em todas as regiões, à exceção da Região Autónoma da Madeira, cujo preço médio de 120 euros desceu 19% face a 2022, e do Algarve, que com um preço médio de 94 euros registou uma descida de 6% em relação ao ano passado.

Já a Região Autónoma dos Açores, apesar das descidas nas taxas de ocupação durante o Natal e o Ano Novo, registou o maior aumento de preço médio no Natal de 2023: o valor de 115 euros significou uma subida de 26,3% em relação a 2022.

No entanto, a região que praticou o preço médio por quarto mais elevado no Natal de 2023 foi o Alentejo, com 150 euros (uma subida de 22% face a 2022), seguida por Lisboa, cujo preço médio a 135 euros representou um aumento de 0,7% em relação a 2022.

Passando para o preço médio por quarto na época do Ano Novo 2023, a maior subida coube à região Norte, que com um preço médio de 168 euros conseguiu elevar este indicador mais 12% em relação ao valor registado em 2022.

A maior queda foi da Região Autónoma da Madeira, cujo preço médio por quarto em 2023 desceu 15% face ao ano anterior – embora tenha sido a região a registar o valor mais alto a nível nacional, de 227 euros.

Mercado português na liderança para ambas as épocas festivas

No período do Natal de 2023, 79% dos hoteleiros inquiridos apontaram o mercado português como um dos seus principais três mercados, seguido pelo dos Estados Unidos da América (EUA), indicado por 38% dos inquiridos, e pelo Reino Unido (36%).

Para o fundo da lista ficam os mercados da Alemanha, apontado por 26% dos inquiridos, e de França, referido por 23% dos inquiridos.

No Ano Novo de 2023, novamente, o mercado português foi apontado por 79% dos inquiridos como um dos principais três mercados para este período, seguido por Espanha (34% dos inquiridos), Reino Unido (32%) e Estados Unidos da América (31%).

O inquérito levado a cabo pela AHP foi realizado entre 2 e 21 de janeiro de 2024 junto de 476 empreendimentos turísticos associados da associação, sendo que da amostra 42% dos estabelecimentos estão localizados na região de Lisboa, 14% no Algarve, 13% no Norte, 12% no Centro, 11% na Madeira, 6% no Alentejo e 3% nos Açores.

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AHP e ENA impulsionam eficiência energética nos hotéis através do Projeto “Turismo + Sustentável”

O projeto visa promover a eficiência energética no setor hoteleiro em Portugal, bem como responder aos desafios de sustentabilidade e competitividade que o setor atualmente enfrenta.

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A Associação da Hotelaria de Portugal (AHP) e a Agência de Energia e Ambiente da Arrábida (ENA) lideram o projeto “Turismo + Sustentável”, financiado no âmbito do Plano de Promoção e Eficiência no Consumo de Energia aprovado pela ERSE – Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos e incluído no Plano Turismo + Sustentável do Turismo de Portugal, que visa promover a eficiência energética no setor hoteleiro em Portugal, bem como responder aos desafios de sustentabilidade e competitividade que o setor atualmente enfrenta.

Esta parceria estratégica para o setor, consiste no desenvolvimento de uma Plataforma de Monitorização e Gestão Energética e Ambiental – a Plataforma T+S – que recolhe, de forma automatizada, dados sobre o consumo de energia elétrica, gás e água, bem como dados relativos à produção hoteleira na perspectiva de negócio, permitindo analisar, avaliar e reportar o estado e evolução do desempenho energético do hotel e ainda compará-lo com outros estabelecimentos hoteleiros com características semelhantes.

Cristina Siza Vieira, vice-presidente executiva da AHP, destaca a importância do projeto: “Este projeto reforça o nosso compromisso coletivo para com os objetivos de desenvolvimento sustentável, através da promoção da eficiência energética na hotelaria. Depois deste grupo-piloto, é nosso objetivo alargar este projeto a todos os nossos associados, visto estar em linha com o trabalho que tem sido desenvolvido pelo Programa HOSPES e que, entre outros fins, pretende capacitar a indústria hoteleira com ferramentas que lhe permitam, objetiva e mensuravelmente, ser cada vez mais sustentável.”

O diretor Técnico da ENA, Orlando Paraíba, realça o propósito do “Turismo + Sustentável”: “É nosso objetivo criar ferramentas tecnológicas que permitam analisar, avaliar e reportar o desempenho energético de cada hotel, contabilizar e gerir os recursos e as emissões de Gases com Efeito Estufa, quer em termos individuais e comparativos, quer em termos de informação mais agregada do setor da hospitalidade.”

O projeto “Turismo + Sustentável” está alinhado com o Programa HOSPES, programa corporativo de Responsabilidade Social e Ambiental da AHP.

Ao lançar as bases para uma hotelaria mais eficiente e sustentável, o projeto “Turismo + Sustentável” promete impactar positivamente não apenas os hotéis participantes, mas toda a indústria hoteleira portuguesa.

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Grupo Vila Galé arrecadou receitas de 275M€ em 2023

Após um balanço de receitas de 275 milhões de euros em 2023, e de um resultado líquido de 100 milhões de euros para o mesmo ano, o grupo Vila Galé vai investir 50 milhões de euros em projetos este ano.

Carla Nunes

O grupo Vila Galé registou um total de receitas de 275 milhões de euros em 2023, um aumento superior a 20% face a 2022.

Os dados foram avançados esta segunda-feira, 29 de janeiro, num almoço de imprensa, onde Jorge Rebelo de Almeida, fundador e presidente do grupo Vila Galé, deu conta que o maior aumento nas receitas do ano passado face a 2022 verificou-se no Brasil.

Em Portugal, o grupo registou um volume de negócios de 158 milhões de euros no ano passado, um aumento de 16,77% face a 2022.

No total das 31 unidades que o Vila Galé detém em território nacional, o grupo deu conta de um milhão de quartos ocupados e 2,15 milhões de dormidas. Em nota de imprensa, a empresa aponta que os clientes nacionais tiveram um peso de 38% neste total, seguidos pelos mercados do Reino Unido (14,5%), Alemanha (8%), Irlanda (5%), Espanha (5%), Estados Unidos da América (2,92%) e Brasil (2,77%).

Já as dez unidades Vila Galé no Brasil trouxeram ao grupo no ano passado receitas de 629 milhões de reais (cerca de 117 milhões de euros), um aumento de 42,41% face a 2022. Jorge Rebelo de Almeida aponta que este aumento deveu-se “essencialmente ao Vila Galé Alagoas, que abriu em agosto de 2022 e [cujo] grande resultado foi feito em 2023”.

No território brasileiro, onde o grupo tem três hotéis de cidade e sete resorts, o Vila Galé registou 680 mil quartos ocupados e mais de 1,6 milhões de dormidas em 2023. Em nota de imprensa, os três principais mercados apontados para o total de dormidas foram o Brasil (90%), Argentina (2%) e Portugal (2%).

Feitas as contas, e apesar de afirmar que “resultados líquidos, só mesmo para março”, Jorge Rebelo de Almeida aponta para um resultado líquido de 100 milhões de euros em 2023.

50 milhões de euros para novos hotéis
Se em 2023 o Vila Galé investiu mais de 47 milhões de euros em novos hotéis em Portugal, com a criação de mais de 150 postos de trabalho, este ano o grupo estima investir 50 milhões de euros em novos projetos.

Destes fazem parte o Vila Galé Paço do Curutelo, em Ponte de Lima, para os quais o Vila Galé conta investir mais de 20 milhões de euros. Com abertura prevista para abril de 2025, o hotel vai contar com 87 quartos, sendo que no castelo de 1127, que será requalificado, vão estar incluídos cinco quartos, uma biblioteca e uma sala de provas de vinhos. A vinícola desta nova unidade, que produz vinho verde loureiro, tem data de abertura prevista já para agosto deste ano, com o primeiro vinho, produzido numa outra adega, a sair no próximo mês de abril.

Nestes 50 milhões de euros estão também incluídos o Vila Galé Collection Figueira da Foz e o Vila Galé Isla Canela, ambos com data de abertura prevista para abril deste ano, bem como as Casas de Elvas, cuja expetativa é a de que abra em abril do próximo ano, fruto de um investimento de 10 milhões de euros.

Em território nacional, Jorge Rebelo de Almeida confirmou ainda um novo projeto em Miranda do Douro, do qual ganhou o concurso e que espera começar a preparar “lá para o final do ano”. Admitindo que este projeto surgiu da sua “responsabilidade social”, num “território que está a desaparecer”, o presidente do grupo Vila Galé assegura que tem “a profunda convicção [de que este] vai ser um excelente negócio”.

“Do lado de Portugal a coisa não é brilhante, mas do lado espanhol temos Zamora e Valadollid ali ao lado, que vão alimentar o hotel. Como o grupo é grande, há uns que podem dar para os outros, mas aquele estou convencido que vai atrair muito espanhol”, afirma.

Na calha está ainda um projeto na Golegã, na Quinta da Cardiga, que Jorge Rebelo de Almeida garante estar “encaminhado” e que “é para avançar”, dedicado ao tema dos cavalos. Sobre a futura data para este projeto, o presidente do grupo comenta que “não o devo começar nunca antes do final do ano”.

Novos projetos em vista lá fora

Para este ano, no Brasil, o Vila Galé tem dois projetos já conhecidos de notícias anteriores: o Vila Galé Ouro Preto, em Minas Gerais, e o Vila Galé Collection Sunset Cumbuco. Se no primeiro estava planeada a construção de 80 quartos, o número passou para as 292 unidades de alojamento, às quais acrescem cinco salas de reuniões e uma sala de congressos, naquele que Jorge Rebelo de Almeida classifica como “o primeiro grande resort Vila Galé sem praia”. Já o Vila Galé Collection Sunset em Cumbuco será o primeiro hotel com a marca “Collection” do grupo no Brasil, com um total de 124 quartos.

Ainda em território brasileiro, o presidente do Vila Galé afirma que o grupo ganhou um concurso para a construção de um hotel na Casa do Maranhão, em São Luís, localizada no centro histórico. O grupo pretende agora concorrer “a mais dois concursos para mais dois edifícios naquela zona”.

O presidente do grupo adiantou ainda que o projeto em Alagoas “correu tão bem, que o Governo propôs fazermos mais um projeto em Coruripe, que vai ser a sul”. Acresce ainda uma proposta do Governo do Pará, que de acordo com Jorge Rebelo de Almeida “vai ter uma necessidade urgentíssima de hotéis para a COP30”, uma conferência da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre as mudanças climáticas. Nesta última localização, a proposta é a de recuperar na área portuária da capital do Pará “dois grandes armazéns com 2.000 metros cada um para fazer um projeto fora da caixa – a estrutura interior vai ser toda em ferro”.

Em Cuba, após a abertura do Vila Galé Cayo Paredón – que agora vê o seu nome alterado para Vila Galé Jardines d’el Rey – a ambição passa agora por recuperar uma torre em Havana, perto do Malécon, com 500 quartos.

O grupo gostaria também de abrir um hotel em Madrid, estando à procura de propostas, apesar de o presidente admitir que “os preços em Madrid estão assustadores”.

Atualmente, o grupo Vila Galé conta com 42 hotéis em Portugal, Brasil e Cuba.

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Novo hotel do MS Group em Lisboa vai custar 9,5M€

O MS Group vai abrir uma nova unidade hoteleira sob a marca Moon & Sun em Lisboa, na baixa pombalina. O novo hotel de quatro estrelas será constituído por 35 quartos e o conceito seguirá a mesma linha dos hotéis da marca no Porto e em Braga.

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Após a abertura do cinco estrelas MS Collection Aveiro – Palacete Valdemouro, o MS Group prepara-se para abrir um novo hotel da insígnia Moon & Sun em Lisboa.

Em nota de imprensa, o grupo hoteleiro aponta a abertura desta nova unidade hoteleira de quatro estrelas para o primeiro quadrimestre de 2024, num investimento de 9.500.000 milhões de euros.

Localizado na baixa pombalina, no número 200 da Rua Áurea, o novo Moon & Sun em Lisboa surge da requalificação de um edifício habitacional, no qual vão ser construídos 35 quartos divididos pelas tipologias “confy vista cidade”, “vista interior”, “vista cidade” e “vista cidade com varanda”.

O conceito “estará alinhado com os hotéis Moon & Sun do Porto e de Braga”, como o grupo refere em nota de imprensa, primando pela “localização central [na cidade]” e pelo “design contemporâneo sofisticado”.

“Acreditamos que os centros históricos são os locais que revelam os segredos mais genuínos e preciosos das cidades. Lisboa será uma localização estratégica para a expansão da marca Moon & Sun”, salienta Pedro Mesquita Sousa, CEO do MS Group, em comunicado.

A marca Moon & Sun está presente nas cidades do Porto e Braga desde 2019. Com 45 quartos, o hotel Moon & Sun Porto é caracterizado pelo grupo como um “hotel cosmopolita”. Já o Moon & Sun Braga, de 25 quartos, foi restaurado a partir de um edifício histórico, sendo apontado pelo grupo como um “hotel de charme”.

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Créditos: Amazonia Jamor Hotel, via Booking

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Real Hotels Group adquire o grupo Amazónia Hotéis

O Real Hotels Group, proprietário dos Hotéis Real e dos HolidayInn Express, adquiriu os hotéis do grupo Amazónia Hotéis, bem como a respetiva operação hoteleira.

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A aquisição é justificada pelo Real Hotels Group  em comunicado com o objetivo de “consolidar a estratégia de crescimento em Portugal”.

Recorde-se que o grupo português liderado por Henrique de Castro e Eurico Almeida adquiriu a Palminvest, proprietária dos hotéis HolidayInn Express, em 2016, bem como o Grupo Bernardino Gomes, proprietário dos Hotéis Real, em 2020. Com a recente aquisição do grupo Amazónia Hotéis, o Real Hotels Group fica a contar com 20 unidades hoteleiras com cerca 3.000 quartos e 1.000 colaboradores.

Na mesma nota de imprensa o Real Hotels Group dá conta de que “pretende continuar a estratégia de crescimento através da requalificação e consolidação de operações hoteleiras e da prestação de um serviço de excelência na hotelaria portuguesa”.

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Hotéis portugueses da Guestcentric registam aumentos de 16% em receitas

Em 2023, os 539 hotéis portugueses que utilizam os serviços da Guestcentric registaram um aumento de receitas de 16% face a 2022, bem como um crescimento de 5% no número de reservas e no número de noites reservadas face ao ano anterior. Também o preço médio aumentou de 2022 para 2023, neste caso, em 10%.

Carla Nunes

Os hotéis portugueses que utilizam os serviços da Guestcentric registaram em 2023 um aumento de 16% em receitas face ao ano anterior.

Os dados são apontados pela Guestcentric, que dá conta que os 539 hotéis portugueses que utilizam os seus serviços arrecadaram 331 milhões de euros em receitas em 2023, sendo que em 2022 o valor de receitas foi de 285 milhões de euros – resultando assim num aumento de 16%.

Note-se, no entanto, que os dados de 2022 com os quais se fazem a comparação reportam-se a 563 hotéis, por oposição aos 539 hotéis analisados pela Guestcentric em 2023.

Se em 2022 estes hotéis registaram 607 mil reservas, o valor aumentou para as 640 mil reservas em 2023. Já as noites reservadas chegaram aos 1,74 milhões em 2023, quando em 2022 tinham sido reservadas 1,65 milhões de noites. Tanto o número de reservas como as noites reservadas em 2023 registaram um aumento de 5% face a 2022.

Quanto ao preço médio diário, e no que diz respeito aos hotéis que utilizam os serviços da Guestcentric em Portugal, este passou dos 172 euros em 2022 para os 190 euros em 2023 – um aumento de 10% em relação a 2022.

Nesse sentido, a Guestcentric aponta em comunicado que “os preços [destes] hotéis portugueses ultrapassaram a taxa de inflação – que foi de 5,3% em 2023, de acordo com dados do Instituto Nacional de Estatística –, em quase cinco pontos percentuais”.

Para a empresa de software e serviços de marketing digital na cloud, um dos fatores responsável por estes resultados prendeu-se com o investimento dos hotéis em tecnologia, “aliado à redução da dependência de intermediários na distribuição turística”. No entender da Guestcentric, esta “abordagem dupla melhora a eficiência operacional dos hotéis e posiciona a indústria para melhor se adaptar às dinâmicas de mercado, em permanente evolução”.

Outro dos fatores apontados pela Guestcentric para os resultados do ano passado passa pelo “aumento de turistas americanos, fruto de uma maior oferta de rotas de voos diretos para Portugal e da força do dólar americano face ao euro”. Por fim, é indicado que “os resultados do turismo interno no ano passado desempenharam um papel relevante no forte contributo do setor turístico para a economia portuguesa, em geral”.

Para 2024 a Guestcentric prevê “uma procura sustentada”, com o fenómeno de revenge travel “ainda presente”.

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Hotelaria

Marca de luxo francesa Fauchon entra em Portugal com a Unlock Boutique Hotels

A marca de luxo francesa Fauchon, criada em 1886, tem os olhos postos em Portugal e pretende abrir o primeiro hotel no nosso país. O presidente e CEO da Fauchon, Jacques-Olivier Chauvin esteve em Portugal e aponta para uma unidade de luxo com até 70 quartos. O parceiro está escolhido: Unlock Boutique Hotels.

Victor Jorge

A Unlock Boutique Hotels (UBH) e a marca de luxo Fauchon assinaram, esta quarta-feira, 17 de janeiro, um acordo para a abertura do primeiro hotel do grupo em Portugal.

Presente no mundo nos segmentos da gastronomia de luxo em restaurantes, cafés boutique e lojas de produtos premium, – macarons, chocolates, chás e outros produtos gourmet – a Fauchon possui uma centena de lojas franchisadas e 400 pontos de venda em 50 países.

Em 2018, a Fauchon lançou-se no negócio da hotelaria, com a abertura do primeiro hotel, em Paris, na conhecida Place de La Madelene. A este seguiu-se nova abertura na cidade japonesa de Quioto, em 2021, estando prevista nova abertura, em 2026, em Riade, na Arábia Saudita.

Presente em Portugal para o anúncio desta parceria com a Unlock Boutique Hotels (UBH), Jacques-Olivier Chauvin, presidente CEO da Fauchon, referiu que “Portugal já estava há algum tempo na nossa mira. Contudo, a pandemia veio interromper o processo que agora retomamos com a Unlock Boutique Hotels. Portugal está na moda e assim continuará. É um dos destinos top na Europa e continua a crescer e a receber visitantes das mais variadas geografias”.

Sem revelar a localização para a unidade de 5 estrelas que pretendem abrir em Portugal, indicando o CEO da Fauchon que “poderá ser um hotel, uma residence ou um resort”, Jacques-Olivier Chauvin salientou, no entanto, que a localização terá de corresponder a alguns requisitos, nomeadamente, “ser cosmopolita, premium e luxuosa. Conhecemos bem Lisboa, o Porto, mas também gostamos muito do Douro ou do Algarve”.

Também o tipo de unidade a abrir ainda não está fechada, podendo passar por uma construção nova ou renovação, “sempre dependendo dos requisitos que colocamos para escolha da localização” que incluem, também, a obrigatoriedade de ter um bar e uma loja para venda dos produtos da marca aos consumidores.

“Importante é ter um hotel de grande qualidade, de luxo, sensível, confortável, intimista” e, segundo o CEO da Fauchon, “ter no centro a mulher”, admitindo que, “em 80% dos casos, no fundo, são as mulheres que decidem, que fazem a escolha”.

“O facto de ser cosmopolita não quer dizer que não seja uma unidade que se identifique plenamente com o país e a cidade ou local onde abriremos. Isso é uma obrigatoriedade e está à vista nas unidades que abrimos em Paris, Quioto e iremos abrir em Riade. Terá de identificar-se plenamente com Portugal, mas trazer o ‘french touch'”, referiu o CEO da Fauchon.

Entrando para esta parceria com a marca – tipo franchise – e com a expertise de gestão da Unlock Boutique Hotels, esta dupla está à procura do elo que falta para completar a “equipa”: investidor ou investidores.

“O importante é perceber que isto não é uma corrida, é uma maratona”, explicou Miguel Velez, CEO da Unlock Boutique Hotels, frisando que “neste tipo de parceria, o mais crucial é, de facto, a confiança e perceber que não existirá lucro imediato. Trata-se de um investimento a longo prazo”.

Certo é que a presença que se pretende com a abertura deste primeiro hotel sob a marca Fauchon será “muito forte”, adiantando ainda Jacques-Olivier Chauvin que “o objetivo é abrir até 2027. Estamos dependentes de encontrar o local perfeito e se será construção nova ou renovação”.

Ainda se saber localização, tipo de unidade, data de abertura, o presidente e CEO da Fauchon deixa, contudo, uma certeza: “temos de começar com o primeiro hotel para que as pessoas queiram um segundo”.

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Hotelaria

Nova edição Publituris Hotelaria: Aberturas e remodelações

A primeira edição de 2024 da Publituris Hotelaria dá conta, à semelhança dos anos anteriores, das aberturas e remodelações hoteleiras para os próximos três anos.

Carla Nunes

Após uma análise cruzada dos dados de quatro consultoras imobiliárias e das informações recolhidas junto dos vários grupos hoteleiros em Portugal, os resultados apontam que o parque hoteleiro em Portugal contará com 186 aberturas nos próximos três anos, de 2024 a 2026, totalizando um conjunto de 18.446 unidades de alojamento, entre quartos, suites, villas, residências e apartamentos turísticos.

Contudo, tendo em conta os dados de todas as unidades que a Publituris Hotelaria conseguiu recolher, incluindo alguns projetos de 2027, 2028 e os que ainda não têm data de abertura definida, os valores apontam para 205 aberturas nos próximos anos em Portugal, num total de 19.957 unidades de alojamento.

Já no âmbito das remodelações, estas continuam a ser uma aposta dos hoteleiros, que investem nas mesmas quer para melhorar as valências dos hotéis, quer para os transformar em novas unidades hoteleiras ou conceitos. Deste é caso o Vila Galé Collection Fiqueira da Foz, localizado no antigo Grande Hotel da Figueira, mas também do futuro Wilde Aparthotels by Staycity, que vai nascer em Lisboa no lugar do anterior Hotel Diplomático. Destaque também para o Memmo Paúl do Mar, na Madeira, que resultará da renovação do antigo Paul do Mar Sea View Hotel, ou até memso do Pestana Delfim, que após uma remodelação vai dar lugar ao Pestana Alvor Beach.

Ainda nesta edição, conheça as perspectivas para 2024 da ADHP, AHP, Unlock Boutique Hotels, AHRESP, APHORT, Amazing Evolution, Bensaude Turismo, Vila Galé e Savoy Signature.

Com a aproximação da 2ª edição da Lisbon Food Affair, a Publituris Hotelaria esteve à conversa com Marina Calheiros, gestora coordenadora do certame que tem lugar na Feira Internacional de Lisboa (FIL) de 4 a 6 de fevereiro. Após a estreia do evento no ano passado, no qual participaram cerca de 200 empresas, para este ano são esperados cerca de 10.000 visitantes, com o canal Horeca a representar cerca de 30% do espaço expositivo da Lisbon Food Affair.

No capítulo dos “Fornecedores”, destaque também para as academias dedicadas ao setor hoteleiro da CEGOC, cuja oferta formativa é explanada por Esmeralda Correia, Head of Hospitality Business da CEGOC.

Por fim, na rubrica “Palavra de Chef” deste mês, a Publituris Hotelaria esteve à conversa com o chef Arnaldo Azevedo, que lidera a cozinha do Vila Foz, restaurante inserido no Vila Foz Hotel & SPA que conta com uma estrela Michelin.

As opiniões desta edição pertencem a Karina Simões (JLL); Francisco Jaime Quesado (consultor); Duarte Morais Santos (CBRE); Luís Clara (Savills Portugal); Catarina Branco (Worx) e Gonçalo Garcia (Cushman & Wakefield).

Os “Indicadores” deste mês cabem a Luís Brites, CEO Clever Hospitality Analytics, que a par com Jesus Ramirez Medina, Senior Sales Manager Ibéria da SOJERN, dedicam uma análise à importância dos modelos preditivos para o setor.

*Para ler a versão completa desta edição da Hotelaria – em papel ou digital – subscreva ou encomende aqui.

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Grupo Valverde assume a concessão do Palácio de Seteais em Sintra

O grupo Valverde assumiu formalmente no início deste ano a gestão do Palácio de Seteais, em Sintra, que passa agora a denominar-se Valverde Sintra Palácio de Seteais.

Publituris

A integração desta unidade hoteleira no grupo que já detém o Valverde Lisboa Hotel & Garden, o Valverde Santar Hotel & Spa e o Condes de Azevedo Palace, no Porto, decorre do facto de o Valverde ter vencido o primeiro concurso público internacional para a concessão da operação hoteleira do Palácio de Seteais, que terá a duração de 30 anos.

Recorde-se que “a unidade estava a cargo da rede Tivoli, atualmente detida pelo grupo Minor/NH, desde 1955, sendo esta a primeira vez desde então que a propriedade foi objeto de um concurso público”, como o grupo refere em comunicado.

No mesmo documento é referido que “o concurso teve como principal critério o investimento proposto, que rondará os 22 milhões de euros e terá como principal foco a conservação e valorização do edifício e dos jardins, programa que será implementado de imediato e manter-se-á ininterrupto até ao último ano da concessão”. Nesse sentido, o grupo refere que “vai investir de forma continuada, todos os anos, por forma a permitir que a requalificação seja evolutiva no tempo e capaz de acompanhar a evolução das exigências dos clientes”.

O palácio é propriedade do Estado e o processo foi da iniciativa e gestão da sociedade concedente, a Parques de Sintra – Monte da Lua S.A.

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