Edição digital
Assine já
PUB
Distribuição

Com a Papa-Léguas, aventure-se!

Em 25 anos de existência, a agência de viagens Papa-Léguas já levou muitos portugueses, não só em Portugal como nos vários recantos do mundo, a fazer viagens que lhes permitiram vivenciar experiências únicas no domínio do turismo ativo e de aventura.

Carolina Morgado
Distribuição

Com a Papa-Léguas, aventure-se!

Em 25 anos de existência, a agência de viagens Papa-Léguas já levou muitos portugueses, não só em Portugal como nos vários recantos do mundo, a fazer viagens que lhes permitiram vivenciar experiências únicas no domínio do turismo ativo e de aventura.

Sobre o autor
Carolina Morgado
Artigos relacionados
Moldávia passa a liderar o Conselho Global de Turismo Médico
Destinos
Portugal Green Travel adquire participação na Geonatour
Distribuição
Boeing prevê procura por mais 44.000 novos aviões até 2043
Aviação
Vinhos do Tejo mostram-se nas praias portuguesas até 13 de agosto
Enoturismo
ACI World e Airbus firmam parceria para reduzir impacto ambiental da aviação
Aviação
NOVA lança Pós-Graduação “Leading Tourism & Hospitality”
Emprego e Formação
Green Breeze alia luxo e sustentabilidade nas águas da Costa de Setúbal, Tróia e Arrábida
Transportes
Lucros da Ryanair caem 46% no 1.º trimestre
Transportes
TTS disponibiliza a funcionalidade EasyPay para agências IATA GoLite
Distribuição
Macau recebe mais de 2,55 milhões de visitantes em junho
Destinos

O projeto, que está a assinalar os 25 anos de existência, “é diferenciador porque propõe viagens fora do comum”, assegura o co-fundador e diretor da agência de viagens Papa-Léguas, Artur Pegas, em entrevista que concedeu ao Publituris. O responsável conta que não foi a primeira empresa de turismo ativo ou de aventura em Portugal, uma vez que quando ela nasceu, já havia outra, mas “conseguimos desde logo materializar uma oferta mais diversificada em função da filosofia criada na altura, e neste aspeto fomos pioneiros, assumindo que uma viagem ativa pode ser qualquer coisa, desde que estejamos dispostos a fazê-la”.

Portanto, desde 1998 “que temos atividades que vão desde duas a três horas (caminhadas na Serra de Sintra ou na Serra da Arrábida), até expedições nos Himalaias, nos Alpes ou em várias partes do mundo, e o balanço não podia ser mais positivo”, destaca Artur Pegas, lembrando que “o início foi difícil porque não havia mercado, e tem sido nestes anos uma aventura porque foi preciso aliciá-lo, ter feito a empresa crescer e ter feito este caminho”.

25 anos passados, explicou, “este segmento está a crescer e com desafios que não tínhamos anteriormente, no sentido de que temos de informar e aconselhar mais para que as pessoas não incorram no mais barato, e que não estejam tentadas a ir para uma coisa que idealizavam para as suas férias e depois as expectativas sejam defraudadas”.

Artur Pegas alerta que “essas viagens não são para toda a gente, nem sequer é para quem pode, é mesmo para quem quer fazê-las. Há que querer, saber tirar o máximo partido. E em 25 anos, temos feito muitos clientes felizes”.

O diretor da Papa-Léguas recorda que a partir de 2008/2009 começaram a aparecer novos players no mercado nesta área e hoje em dia, o mercado “está em processo de amadurecimento neste tipo de oferta. Já existe uma série de empresas a oferecer este tipo de produtos, bem como, infelizmente, um conjunto de blogs a fazer a mesma coisa, o que acaba por ser uma concorrência desleal às agências de viagens e aos operadores”. No entanto, conforme disse, “o trilhar do nosso caminho foi feito com base numa determinada matriz, e temos mantido essa visão ao longo do tempo”.

Assinala que “durante este período vimos a Papa-Léguas como um ecossistema pois, quem fizesse uma atividade de três horas, podia fazer a seguir um fim de semana, depois uma viagem de oito dias ou de 15 dias”.

Durante um período a empresa teve também uma livraria de viagens, onde as pessoas podiam ir à agência em Lisboa comprar os seus guias e mapas, mas com a massificação da Internet “deixou de fazer sentido e deixámos de ser relevantes. Assim, decidimos descontinuar a projeto”.

Bodas de prata com novo site e novos projetos de viagens
“Chegámos a 2023 em crescimento, atravessámos toda a fase da pandemia, que foi difícil para todos, e estamos prontos para olhar para o futuro por mais 25 anos”, defende o responsável.

A empresa vai assinalar os seus 25 até maio de 2024. As comemorações vão ser acompanhadas com o lançamento de um novo site. Além disso, “temos na manga uma série de atividades que queremos que venham a ver a luz do dia. Durante este período, há uma viagem que tenciono liderar, em fevereiro do próximo ano que é uma expedição à Antártida e, estou convencido que, mesmo tendo em conta o preço, vai haver mercado para tal, pois é uma viagem que se faz uma vez na vida”, revelou Artur Pegas.

Por outro lado, “estamos a lançar uma ação que não é nova, já que a realizamos de dois em dois anos – o Papa-Léguas Meeting – que é um encontro, durante um fim de semana em Portugal, fora da época alta, onde tentamos reunir o máximo do nosso staff com os nossos clientes, para lhes dar conta das nossas propostas de programação. Deverá acontecer lá para o fim de ano. Na última edição, que teve lugar em Arganil, contámos com cerca de 60 pessoas”.

Estas viagens não são para toda a gente, nem sequer é para quem pode, é mesmo para quem quer fazê-las. Há que querer, que saber tirar o máximo partido. E em 25 anos, temos feito muitos clientes felizes

Igualmente, conforme destaca o responsável, “estamos, em colaboração com algumas entidades, a promover festivais de cinema ligados ao turismo ativo, de aventura e aos oceanos. Será para continuar, numa perspectiva comemorativa. Paralelamente, durante período do aniversário, lançámos um desafio ao pessoal da casa para se quiserem, liderarem uma viagem à sua escolha”.

Viagens para todas as idades
A respeito do tipo de cliente que escolhe a Papa-Léguas, o co-fundador da empresa referiu que, “aquilo que as pessoas pensam é que sendo uma agência de viagens vocacionada para viagens de aventura, que é só para jovens. Não é verdade. Também é, e são bem-vindas, mas o que acontece é que, como temos uma taxa de retenção de clientes muito grande, os que na altura do nosso nascimento eram jovens, hoje têm mais de 60 anos. Neste caso, hoje em dia a média de idade dos nossos clientes é de 55 anos”.

Artur Pegas sublinha que a Papa-Léguas está a fazer um esforço, e o novo site vai ter uma linguagem diferente, para comunicar com um público mais jovem. “Vai ter uma segmentação diferente do que temos até agora em termos de produto ou tipo de atividade (trekking, fotografia, montanha…).

O que vai aparecer terá por base uma experiência (conforto, dificuldade) e, dentro desta experiência é que vamos subsegmentar o tipo de viagem, ou seja, a pessoa pode fazer um trekking de luxo com hotéis de cinco estrelas ao final do dia, ou acampar.

Essa segmentação permite cobrir as necessidades dos clientes com 60 anos, e chegar também a pessoas mais jovens”.

De acordo com o responsável, a ideia é reverter a pirâmide de idades. “Como a nossa retenção de clientes é muito elevada, precisamos também de ter gente mais jovem a entrar no fluxo para que possamos diferenciar o produto”.

O mesmo vai acontecer em relação aos vários graus de dificuldade. “Tal como temos classificado até agora, vão de 1 a 4, mais os de montanha. O novo site vai ter também uma nova filosofia neste aspeto. Classificar graus de dificuldade é das coisas mais difíceis que podemos ter, porque é relativo. Então, tivemos de encontrar uma métrica mais palpável para atribuir um grau de dificuldade e uma viagem”.

Gostamos de tirar as pessoas da sua zona de conforto e mostrar-lhes um admirável mundo novo que muitas vezes nem pensavam que poderiam usufruir, isto porque, muitas das nossas viagens, para além da componente física, têm a componente psicológica associada, ou seja, a pessoa tem de estar preparada psicologicamente para a viagem que vai fazer

A partir do lançamento do novo site esta questão vai passar a ser feita em função do número de horas de atividade física que um determinado dia obriga, da altitude que decorre a viagem e do tipo do terreno em que se vai caminhar. “Tudo isso irá contribuir para atribuir uma classificação a uma viagem. Ou seja, aquilo que o novo site vai espelhar é que vamos atribuir um grau de dificuldade a cada dia da viagem, e um grau de conforto. Isto vai refletir melhor a realidade e, no final, vai apresentar uma média, somando os graus ao número de dias da viagem”.

Aconselhar e alertar sempre
O diretor da Papa-Léguas salienta que “a tipologia de viajantes que temos vai ter maior possibilidade de analisar, ler mais detalhadamente os programas e perceber o que mais se adequa ao seu perfil, quer ao nível da dificuldade, quer de conforto”, realçando que também “aconselhamos muito os nossos clientes, sobretudo os que nos procuram pela primeira vez, e muitas vezes aconselhamos ao cliente a não realizar uma determinada viagem quando percebemos a sua condição física, isto porque as nossas viagens pagam-se duas vezes dizemos que não são para toda a gente.

Estamos conscientes que estamos a gerir o tempo e o dinheiro das pessoas”. Artur Pegas aponta também que “gostamos de tirar as pessoas da sua zona de conforto e mostrar-lhes um admirável mundo novo que muitas vezes nem pensavam que poderiam usufruir, isto porque, muitas das nossas viagens, para além da componente física, tem a componente psicológica associada, ou seja, a pessoa tem de estar preparada psicologicamente para a viagem que vai fazer. É isso que dá magia a essas viagens”.

No entanto, há pessoas que as fazem uma vez e não querem repetir, e outras que ficam completamente fascinadas e repetem várias vezes para outros destinos. Igualmente “transmitimos aos nossos clientes a máxima realidade possível do destino, o que leva que a aprendizagem seja diferente de umas férias convencionais compradas em pacote. São experiências absolutamente fantásticas”.

Panóplia de destinos
Em relação a produtos, o co-fundador da Papa-Léguas avança que “temos viagens idealizadas e desenhadas, ou seja, toda a parte logística é feita a partir da agência, e têm normalmente um líder português (os nossos próprios guias). Depois temos viagens com o operador local, ou ainda as que os operadores nos destinos têm em carteira e nós adquirimos. Eles também operacionalizam grupos internacionais em que os viajantes portugueses podem integrar. Não compramos nada a operadores turísticos em Portugal”.

A agência de viagens possui, igualmente, um departamento de incoming (B2B) para os mercados japonês, norte-americano, neozelandês e nórdicos que querem fazer turismo ativo em Portugal (rico nesse segmento), complementando com a parte cultural e gastronómica, de norte a sul, do Douro à Costa Vicentina.

Como a nossa retenção de clientes é muito elevada, precisamos também de ter gente mais jovem a entrar no fluxo para que possamos diferenciar o produto

As viagens promovidas pela Papa-Léguas não precisam de ser em grupo e, quando o são, por definição, não englobam mais de 16 pessoas. O responsável explica que a maior parte é composto por oito/dez pessoas, sendo que há, igualmente grupos privados para destinos que não se encontram na maior parte das agências de viagens. Além disso, “uma pessoa pode inscrever-se sozinha numa viagem de grupo e tentamos, do ponto de vista do alojamento, juntar as do mesmo sexo, por forma a evitar que paguem o suplemento individual”.

“Outra das nossas particularidades é que vendemos os voos em separado porque não somos IATA e nunca o quisemos ser. Os voos não são o nosso negócio e, se alguma vez o fazemos, é porque o cliente às vezes não tem paciência para os procurar. O nosso core são as viagens”, disse.

Ainda no que se refere aos produtos, a empresa tem uma calendarização anual com datas fixas. Paralelamente, há muitas viagens que podem ser realizadas quando os clientes quiserem. “Cada vez mais nos aparecem pedidos especiais de famílias, de amigos ou de empresas”. Há algumas que se fazem apenas uma vez por ano e essas são com líder de viagem português, que muitas das vezes é o guia que vai interpretar a viagem. “Podemos chamar-lhe uma viagem de autor”.

Seguros, assistência em viagem e equipamento
A perceção do risco neste tipo de viagem “é um pouco empolgada”, defende Artur Pegas. Mesmo assim, há duas grandes diferenças em relação aos seguros. “Quando fazemos trekking os nossos seguros não funcionam a partir do momento em que, na montanha, tenham de utilizar aquilo que designamos por meios auxiliares de progressão. Neste caso, as pessoas, além do normal seguro de viagem, têm de fazer um seguro desportivo com custo associado e com valores de coberturas diferentes, e que servem única e exclusivamente para essas situações. Já quando falamos em caminhada, basta um seguro de viagem, pois não há um risco associado”, explicou o nosso entrevistado. O responsável sublinha que “ao termos alguma atenção às idades dos nossos clientes conseguimos que a nossa seguradora aumentasse a idade máxima de seguro para 75 anos, enquanto a maior parte delas faz até aos 70 anos”.

No entanto, “o que mais nos preocupa não é tanto o seguro em si ou o valor que o cliente vai receber, mas a assistência em viagem. Queremos que, para os destinos onde vamos, essencialmente locais remotos, a assistência em viagem funcione”.

Quanto ao equipamento necessário, depende do tipo de viagem. “Nas viagens de montanha há o equipamento comum que é providenciado pela organização, como as tendas, e o pessoal (roupa, calçado, saco-cama), adequado ao que se propõe fazer, que o cliente pode adquirir ou, em alguns destinos, alugar. Para cada viagem aconselhamos o equipamento mais adequado”, concluiu Artur Pegas.

Sobre o autorCarolina Morgado

Carolina Morgado

Mais artigos
Artigos relacionados
Moldávia passa a liderar o Conselho Global de Turismo Médico
Destinos
Portugal Green Travel adquire participação na Geonatour
Distribuição
Boeing prevê procura por mais 44.000 novos aviões até 2043
Aviação
Vinhos do Tejo mostram-se nas praias portuguesas até 13 de agosto
Enoturismo
ACI World e Airbus firmam parceria para reduzir impacto ambiental da aviação
Aviação
NOVA lança Pós-Graduação “Leading Tourism & Hospitality”
Emprego e Formação
Green Breeze alia luxo e sustentabilidade nas águas da Costa de Setúbal, Tróia e Arrábida
Transportes
Lucros da Ryanair caem 46% no 1.º trimestre
Transportes
TTS disponibiliza a funcionalidade EasyPay para agências IATA GoLite
Distribuição
Macau recebe mais de 2,55 milhões de visitantes em junho
Destinos
PUB

Da esquerda para a direita: Hugo Teixeira Francisco, Bruno Teixeira, João Daniel Ramos

Distribuição

Portugal Green Travel adquire participação na Geonatour

A Portugal Green Travel acaba de adquirir uma participação no capital da Geonatour no que diz ser um “reforço do compromisso com o turismo sustentável em Portugal”.

Num movimento estratégico, a Portugal Green Travel acaba de adquirir uma participação significativa na Geonatour, fortalecendo assim a sua posição em soluções de turismo sustentável, abrindo este acordo um novo capítulo para ambas as empresas, com um foco renovado em inovação e sustentabilidade.

Hugo Teixeira Francisco, cofundador e CMO da Portugal Green Travel, destaca que a Geonatour já era uma parceira valiosa e fornecedora de serviços essenciais para eles. “A entrada no seu capital é um passo natural, dado o aumento significativo de turistas que procuram experiências autênticas, nomeadamente programação de caminhadas e atividades ao ar livre em Portugal. Com esta parceria, reforçamos o nosso compromisso com inovações tecnológicas e a digitalização do setor turístico, que são cruciais para promover um turismo mais responsável e integrado,” afirma Hugo.

Do lado da Geonatour, Bruno Teixeira, CEO e cofundador, considera que a entrada da Portugal Green Travel vai servir como uma “verdadeira alavanca para crescimento e inovação. Não só traz um forte alinhamento estratégico e compromisso com a sustentabilidade, como também nos permite expandir e melhorar a nossa oferta de serviços. Juntos, iremos desenvolver novos produtos que respeitam e promovem a riqueza natural e cultural dos territórios portugueses”.

As expectativas para os próximos anos são altas, e ambos os responsáveis estão confiantes de que esta parceria transformará o turismo em Portugal. Hugo Teixeira Francisco projeta que esta parceria colocará a empresa na vanguarda do turismo sustentável em Portugal. “Estamos a trabalhar para integrar completamente as nossas operações e maximizar as sinergias entre as nossas equipas. A nossa visão é a de que cada turista que visita Portugal através da nossa rede experimente uma conexão genuína e profunda com os territórios, beneficiando todas as partes envolventes de uma forma sustentável e com recurso a soluções tecnológicas 100% portuguesas”.

Já Bruno Teixeira acrescenta que a meta é “continuar a promover e valorizar o património natural através da plataforma Geonatour, garantindo que cada experiência seja única e verdadeiramente enriquecedora”.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Distribuição

TTS disponibiliza a funcionalidade EasyPay para agências IATA GoLite

A TTS – Travel Technology & Solutions acaba de anunciar o lançamento da nova funcionalidade EasyPay no TTS Consolidator. Esta adição permite às agências IATA GoLite expandir o seu negócio de consolidação de forma segura e eficiente, proporcionando uma melhor experiência aos seus clientes.

Distribuição

Soltour lança charters de verão do Porto para Múrcia e Almería

A Soltour vai disponibilizar charters desde o Porto para Múrcia e Almería, em Espanha, ao longo deste verão, em voos diretos que decorrem até 11 e 19 de setembro, respetivamente.

Publituris

A Soltour lançou mais duas operações charter para este verão, ambas com partida do Porto e destino a Múrcia e Almería, em Espanha, avançou o operador turístico, em comunicado.

Segundo a Soltour, o charter para Múrcia conta com partidas entre 16 de julho e 11 de setembro, enquanto os voos para Almería acontecem até 19 de setembro, tratando-se, em ambos os casos, de voos diretos.

A inauguração de ambas as operações já aconteceu, com a Soltour a sublinhar que Múrcia oferece praias mediterrânicas, já que se trata de uma cidade costeira localizada Málaga e Alicante.

“A região tem uma oferta variada de natureza, graças à sua diversidade paisagística de praias, colinas e florestas, ideal para os amantes de caminhadas, bem como para os viajantes mais urbanos com a energia e o ambiente universitário da cidade de Múrcia. A sua catedral barroca, com o segundo campanário mais alto de Espanha, e as suas encantadoras ruas calcetadas convidam a explorar a cidade e a desfrutar de tapas, cerveja e música ao vivo nas suas diversas esplanadas”, refere a Soltour.

Já Almería, na Andaluzia, é conhecida por pela natureza, gastronomia e cultura, ainda que também as praias desta cidade espanhola sejam famosas, seja pela qualidade do areal ou da água do mar.

“A apenas 20 quilómetros da capital, os viajantes encontrarão o Parque Natural do Cabo de Gata-Níjar, o maior tesouro natural da província, sem esquecer as suas praias, excelentes tanto pela qualidade da areia como pela limpeza das águas”, lê-se na informação divulgada pelo operador turístico.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos

Foto: Depositphotos.com

Distribuição

ECTAA apresenta Manifesto com indicações sobre o “essencial para o setor das viagens”

A ECTAA divulgou, recentemente, o seu Manifesto através do qual dá indicações sobre as “ações cruciais para promover uma indústria de viagens competitiva e sustentável”.

Publituris

A European Travel Agents’ and Tour Operators’ Associations (ECTAA), da qual a portuguesa APAVT faz parte, divulgou o seu Manifesto, instando a União Europeia, agora que as instituições europeias se preparam para os próximos cinco anos, a tomar iniciativas estratégicas e a prestar apoio regulamentar para reforçar a resiliência do sector, promover a inovação e garantir a sustentabilidade.

“Agora que conhecemos os novos membros do Parlamento Europeu e as suas responsabilidades, é o momento certo para explicarmos o que consideramos essencial para o setor das viagens”, afirma Eric Drésin, secretário-geral da ECTAA.

O documento publicado pela organização sublinha a necessidade de uma proteção sólida dos consumidores e de transparência na distribuição, assegurando que os viajantes beneficiam de opções de viagem “claras, justas e seguras”. Ao abordar estas áreas-chave, o manifesto define um “caminho claro” para que os decisores políticos e as partes interessadas do setor colaborem eficazmente, garantindo um futuro próspero para o setor europeu das viagens.

A prioridade para os próximos anos passa, assim, pela revisão da diretiva relativa às viagens organizadas. A atual diretiva já garante um elevado nível de proteção do consumidor para as viagens organizadas em termos de informação ao cliente, proteção contra a insolvência e assistência quando algo corre mal. “Qualquer novo texto deve ter por objetivo manter a proteção dos consumidores sem impor encargos desnecessários aos operadores turísticos ou confundir as disposições”, considera-se no manifesto.

No entanto, a ECTAA está “preocupada” com a garantia de escolha do consumidor e com a “transparência” das opções de viagem no futuro. “Os consultores de viagens precisam de ter acesso garantido a conteúdos de viagem completos em condições justas, razoáveis e não discriminatórias”, lê-se no documento. É igualmente importante “garantir direitos efetivos” aos passageiros dos transportes uni e multimodais, que incluam “regras viáveis de reembolso dos bilhetes e a proteção dos dados dos passageiros”. Por último, a ECTAA considera ser “da maior importância” rever o regime especial do IVA para as agências de viagens, a fim de atualizar as regras, resolver as distorções da concorrência e garantir uma aplicação uniforme em toda a Europa.

“Atualmente, a Europa conta com mais de 80.000 agências de viagens que sofreram uma transformação notável nos últimos anos. Passaram de simples intermediários a guias especializados num sistema de viagens complexo. Ao olharmos para o futuro, estes consultores desempenharão um papel cada vez mais importante, respondendo à procura crescente de alternativas adaptadas e sustentáveis às ofertas turísticas convencionais. Apoiar a transição ecológica do turismo é essencial, com a ECTAA a defender um financiamento específico para ajudar as empresas a investir em práticas sustentáveis”, conclui, por sua vez, Frank Oostdam, presidente da ECTAA.

Universo ECTAA

  • 80.000 Agências de Viagens
  • 350.000 Empregados
  • 197 mil milhões de euros em faturação
  • 60 mil milhões de euros em venda de bilhetes de avião
  • 300 milhões de bilhetes vendidos/ano
  • 210 milhões de pacotes de viagens vendidos/ano
Foto: Depositphotos.com
Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Distribuição

Expedia Group já pode vender voos da Ryanair

A parceria entre a Ryanair e o Expedia Group vai permitir que, nos próximos meses, os viajantes possam reservar voos da Ryanair diretamente através do Expedia Group.

Publituris

A Ryanair chegou a acordo com o Expedia Group para que este possa vender os voos e pacotes com ligações aéreas da companhia aérea, numa parceria que entra em vigor nos próximos meses, informou a companhia aérea low cost, em comunicado.

“Esta colaboração permite ao Expedia Group oferecer as tarifas baixas da Ryanair aos seus viajantes, melhorando as escolhas e experiências dos passageiros”, destaca a Ryanair, realçando que o Expedia Group se tornou na mais recente OTA – Online Travel Agency aprovada pela companhia aérea.

Com esta parceria, os clientes da Expedia Group passam a ter acesso às tarifas baixas da companhia aérea e os voos que a Ryanair disponibiliza para mais de 240 destinos, num processo de reserva que também passa a ser simplificado.

Segundo a Ryanair, esta parceria “garante que os viajantes do Expedia Group tenham acesso à sua conta myRyanair e às atualizações essenciais de voos diretamente, sem a necessidade de concluir o processo de verificação de cliente da Ryanair”

 

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Vueling
Distribuição

Portugueses apoiam voos exclusivamente para adultos

Segundo um recente estudo da eDreams sobre as atitudes e preferências dos viajantes nos voos, 45% dos portugueses estão inclinados ou muito inclinados a apoiar voos exclusivamente para adultos, em comparação com 31% que não apoia essa ideia.

Publituris

Os portugueses mostram-se inclinados ou muito inclinados a apoiar voos exclusivamente para adultos, apurou um recente estudo da eDreams sobre as principais atitudes e preferências dos viajantes portugueses nos voos.

“Os resultados mostram que 45% dos portugueses estão inclinados ou muito inclinados a apoiar voos exclusivamente para adultos, em comparação com 31% que não apoia essa ideia. Outros 22% disseram ser neutros quanto a este tópico”, revela a eDreams, num comunicado divulgado esta terça-feira, 16 de julho.

O apoio aos voos exclusivamente para adultos torna-se mais forte quanto mais jovens são os portugueses inquiridos, uma vez que, segundo este estudo, “as faixas etárias mais jovens são quem mais apoia os voos exclusivos para adultos”, com 31% dos jovens entre os 18 e os 24 anos de idade a apoiarem esta ideia, numa percentagem que desce para 25% na faixa etária entre os 25 e os 34 anos de idade, enquanto os inquiridos acima dos 65 anos de idade “não demonstram qualquer interesse neste tipo de voos”.

“Ainda neste ponto, os dados globais revelam que a maioria dos inquiridos seria mais a favor de voos exclusivos para adultos do que os portugueses (51%), e apenas 23% seria contra eles”, acrescenta a informação divulgada pela eDreams.

O estudo procurou também apurar quais os comportamentos a bordo dos aviões que mais irritam os viajantes nacionais, concluindo que “a maioria dos portugueses irrita-se com pessoas que reclinam a cadeira para trás (57%), e também com a necessidade de se levantarem para deixar o vizinho do lado passar (54%)”. Os portugueses parecem não gostar ainda de passageiros que se levantam assim que o avião aterra (32%) e daqueles que metem constantemente conversa (27%).

Segundo a eDreams, os portugueses são “a nacionalidade que mais se irrita por ter de se levantar para deixar o vizinho do lado passar”.

O estudo debruçou-se ainda sobre as reações dos viajantes relativamente à utilização de aparelhos eletrónicos durante a descolagem e aterragem, apurando que, alguns passageiros “sentem necessidade de avisar a tripulação para intervir (18%) ou chegam mesmo a entrar em pânico internamente por pensarem que o avião vai ter um problema (15%)”.

“De forma interessante, a faixa etária mais jovem (18-24 anos) é a que sente mais medo e ansiedade quando outros utilizam aparelho eletrónicos nos voos (24%); e este sentimento é também bastante mais forte nas mulheres (21%) do que nos homens (7%)”, apurou ainda o estudo da eDreams.

No entanto, quase metade dos portugueses (49%) diz sentir-se indiferente quanto à utilização de aparelhos eletrónicos, num opinião partilhada por grande parte dos viajantes a nível global, já que 44% dos viajantes manifesta “tolerância em relação a esta prática, o que revela uma atitude contrastante no que diz respeito às práticas de segurança recomendadas pela generalidade das companhias aéreas”.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Distribuição

Smytravel e Passengy oferecem voos Ryanair a todas as suas agências em Portugal, Espanha e Itália

A nova integração dá a oportunidade para as agências de viagens alargarem a sua oferta de destinos, incorporando as 2.500 rotas que a Ryanair opera.

Publituris

O operador turístico Smytravel, através do consolidador de transportes Passengy, passa a oferecer o produto da Ryanair nas modalidades “Só voo”, “Pacote dinâmico” e “Grandes viagens” a todas as suas agências em Portugal, Espanha e Itália.

Como parte do compromisso de melhorar ainda mais o serviço da Smytravel e da Passengy, esta nova integração representa uma grande oportunidade para as agências de viagens, que poderão alargar a sua oferta de destinos a oferecer, incorporando as 2.500 rotas que a Ryanair opera. Este facto, por sua vez, irá potenciar as partidas de vários aeroportos secundários em Portugal, mas principalmente em Espanha.

Desta forma, no momento de realizar a reserva, não será necessário efetuar o processo de verificação de cliente Ryanair. Além disso, poder-se-á verificar os preços oficiais na página web com total transparência, contando com a possibilidade de reservar voos, lugares, embarque prioritário e bagagem, bem como dispor de uma maior disponibilidade de rotas.

“A incorporação da Ryanair dentro do operador turístico Smytravel permitirá a criação de pacotes personalizados com a máxima comodidade, poupança de tempo e rentabilidade para todas as agências verificadas. Inclui também o contrato de viagem combinada”, pode ler-se no comunicado enviado às redações.

Para aceder ao produto, as agências poderão iniciar sessão na Smytravel com a sua password e iniciar o processo de reserva que já está disponível. Para os utilizadores que não possuam uma palavra-passe, podem aceder a smy.travel e registar-se.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Distribuição

Miguel Quintas apresentou aos agentes de viagens da Airmet os projetos da ANAV

Miguel Quintas, presidente da ANAV, empresário que também gere a Airmet, aproveitou o jantar de aniversário do 18º aniversário da rede, em Lisboa, para dar a conhecer aos agentes de viagens presentes os objetivos, propostas e projetos da associação que lidera.

Miguel Quintas, chairman do grupo Airmet Portugal, e também presidente da Associação Nacional de Agências de Viagens (ANAV), assegurou aos agentes de viagens da rede presentes no jantar do seu 18º aniversário, em Lisboa, que vai colocar uma ação, ainda este ano, contra a atuação comercial “tendencialmente lesiva da Ryanair”, com o objetivo de defender os direitos das agências de viagens.

“A ANAV é a primeira associação em Portugal a lançar um trabalho específico e legal para defender os interesses das agências de viagens, nomeadamente na dificuldade que as mesmas têm no dia-a-dia com a Ryanair”, disse, referindo que a transportadora aérea “é ostensiva na sua atividade, bloqueando as agências de viagens na sua atividade normal e na sua necessidade de gerar rentabilidade e de dar serviços ao seu público final”.

“Quero aproveitar esta oportunidade para explicar o que esta associação é mais recente em Portugal, é uma associação jovem, mas democrática, transparente e independente, que trabalha, sobretudo, para as agências de viagens, com o objetivo de defender os seus direitos e gerar mais dinheiro”, realçou, referindo que “alterarmos os estatutos da ANAV, precisamente, para evitarmos a eternização do poder, ou seja, há uma limitação de mandatos, há uma independência entre os próprios órgãos da associação, onde não existe uma relação comercial, pessoal ou de sociedade entre eles”, ressalvando que cinco dos seis grupos de gestão das agências de viagens estão representadas na ANAV.

Lembrou que “fomos os primeiros a lançar o conceito do Dia Nacional do Agente de Viagens, mas ficámos muito contentes da associação congénere ter adotado a nossa ideia, mas não satisfeitos com a data escolhida, pois seria fundamental que a escolha do dia para esta comemoração recaísse sobre uma data que tenha um maior interesse comercial e económico para todas as agências de viagens”, disse.

Por outro lado, Miguel Quintas avançou que “estamos a trabalhar, em conjunto com a tutela, para a criação do provedor do cliente da ANAV, figura que permitirá defender os interesses das agências de viagens perante algum problema que possa surgir nas vendas e dá a possibilidade de gerir conflitos de uma forma mais ágil, garantindo o acesso imediato ao fundo de garantia”.

 

Sobre o autorCarolina Morgado

Carolina Morgado

Mais artigos
Distribuição

França é o novo destino da TourTailors

A TourTailors, empresa especializada em tours customizadas, tem um novo destino. França.

Publituris

A TourTailors, operador de turismo local europeu, especializada em tours personalizados, anunciou, recentemente, França como novo destino. Esta expansão é um marco significativo na missão da TourTailors para “proporcionar viagens memoráveis e criar experiências autênticas e personalizadas para clientes de todo o mundo”.

“Estamos empenhados em manter os mais altos padrões de serviço para desenhar experiências memoráveis e enriquecedoras para nossos clientes que visitem França. A nossa equipa tem trabalhado arduamente na curadoria de experiências inesquecíveis para garantir que nossos clientes têm a aventura de uma vida,” refere Eduardo Melo Claudio, CEO da TourTailors.

“A nossa expansão para França é um testemunho da nossa dedicação aos nossos clientes. Desde sempre. procuramos adquirir um conhecimento profundo de cada um dos nossos destinos e encontrar os melhores parceiros para garantir aos nossos clientes experiências de viagem diversificadas e enriquecedoras. Somos uma empresa de pessoas, para pessoas. Como tal, estamos entusiasmados em trabalhar com os nossos parceiros para fazer deste lançamento um sucesso.”

O lançamento da França como um novo destino é apoiado por uma extensa rede de parceiros locais selecionados, cujo know-how e dedicação garantem que cada experiência seja perfeita e inesquecível.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Distribuição

A celebrar 18 anos Airmet acredita que “a nossa função ainda é insubstituível”

A celebrar 18 anos de existência em Portugal, a Airmet acredita que “a nossa função ainda é insubstituível, ou seja, acredito que este negócio continua a ter bastante futuro, e somos o parceiro ideal para qualquer agência de viagens, independentemente da sua dimensão”, afirmou Luís Henriques, diretor geral da rede de gestão, em declarações ao Publituris.

Dirigindo-se aos agentes de viagens, Luís Henriques apela, no momento em que a Airmet celebra o seu 18º aniversário, a “continuarem a acreditar e a apostar em nós, que não se vão arrepender e que garantidamente ainda vamos continuar a crescer cada vez mais juntos”.

Paralelamente ao jantar de aniversário, esta sexta-feira, em Lisboa, após a realização do evento também no Porto, a semana passada, o diretor geral da rede de gestão fez, em declarações ao Publituris, um balanço destas quase duas décadas de existência da Airmet. “Alguns agentes de viagens têm-nos acompanhado desde o primeiro dia. Foram as duas décadas mais importantes para o setor em que há uma democratização do próprio turismo, em que viajar é visto não como um luxo, mas como uma necessidade, há cada vez mais pessoas a viajar”, apontou, para avançar que, em 20 anos “muita coisa mudou e este mercado é entusiasmante e tem sido anos muitos bons”. Luís Henriques continua a achar que “os grupos de gestão têm um espaço muito importante neste setor, que a nossa função ainda é insubstituível, ou seja, acredito que este negócio continua a ter bastante futuro, e somos o parceiro ideia para qualquer agência de viagens, independentemente da sua dimensão”.

No que diz respeito a novidades, o diretor geral da Airmet destacou que “já comunicámos à rede e vamos lançar, durante o próximo mês de agosto, uma nova ferramenta com um operador de hotéis, temos outras ideias até ao final do ano, a nossa convenção vai ser em novembro, onde haverá também novidades ao nível da tecnologia e da contratação”.

Referiu que “continuamos a seguir este caminho que achamos que é o mais correto para a contratação, e os resultados desta nossa estratégia, que já dura há três anos, tem-se verificado no dia a dia, realmente as nossas agências de viagens têm hoje um negócio que lhes permite ser cada vez mais rentável devido ao direcionamento de vendas, diria que somos um grupo de gestão muito nervoso, estamos sempre a tentar inovar”. Assim, “acho que é isso que a Airmet, ao longo destes 18 anos, sempre conseguiu ser: inovar e trazer os maiores benefícios possíveis aos seus associados”.

Em 18 anos de existência, o objetivo da Airmet é ser líder no que diz respeito às redes de gestão das agências de viagens em Portugal. Luís Henriques diz que “estamos a caminhar para isso”, embora acredite que existem várias formas de medir isso, “umas mais subjetivas, como a qualidade de atendimento, os serviços que prestamos, as ferramentas que garantimos às nossas agências de viagens, o apoio e o acompanhamento, fatores que não serão facilmente mensuráveis. Nessas acredito que somos líderes e estamos muito bem representados”.

No entanto, realça que “a única forma que é verdadeiramente tangível e que não nos rentam dúvidas, tem a ver com o número de balcões, e para nós seria interessante ser líder neste indicador”, defendendo que “temos tido um crescimento nos últimos anos, sabemos que a nossa concorrência é muito competente, tem sido muito difícil, mas claro que lutamos todos os dias para atingir esse objetivo”.

Em relação ao indicador do volume de negócios, o responsável refere que “as vendas das agências a nível individual são muito dificilmente medíveis, ou seja, não conseguimos uma perceção do volume total de faturação da nossa rede e o mesmo acontece com as outras redes, por isso, é fácil dizer se o líder é a A ou a B neste caso, a acrescentar que nos grupos de gestão de agências de viagens há diferenças uns dos outros, por exemplo, em termos de clientes, uns estão vocacionados para o corporate, e nós para o lazer puro”, evidenciou.

A assinalar o 18º aniversário, em pleno verão, Luís Henriques realçou ao Publituris que “sentimos que é o melhor ano de sempre e o mercado tem vindo a bater recordes. Acreditamos que 2024 será ainda melhor do que o 2023, é certo que há mais oferta em relação ao ano passado e pode dar a ideia de que as vendas não estão tão boas, mas acredito que nunca houve tanta gente a viajar como há hoje em dia”.

Considera que é um ano sui generis, porque desde novembro até abril houve uma antecipação de vendas enorme como nunca se viu neste mercado. No entanto, “maio e junho foram meses um pouco mais fracos, mas a verdade é que julho tem correspondido às últimas horas e tem-se verificado algum entusiasmo”, acentuando que “vivemos os últimos dois meses nalguma ressaca, mas quem está no dia a dia nas lojas sente o oposto, sente que o ano está a ser muito bom e que se começou a compor muito cedo, o que é muito bom porque esta tendência de antecipação só foi travada pela Covid”.

O diretor geral da Airmet é da opinião que, “quanto mais cedo os operadores colocarem os produtos no mercado melhor será para as agências de viagens”, para concluir que “todo o mercado vive momentos bons. Têm sido anos bons, depois de uma pandemia que foi assustadora, por isso estamos cada vez mais esperançosos e entusiasmados com o futuro”.

 

Sobre o autorCarolina Morgado

Carolina Morgado

Mais artigos
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB

Navegue

Sobre nós

Grupo Workmedia

Mantenha-se informado

©2024 PUBLITURIS. Todos os direitos reservados.