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Hotelaria

PortoBay Hotels & Resorts faturou 104 milhões de euros em 2022

Os valores foram adiantados em conferência de imprensa esta quarta-feira pelo presidente do PortoBay Hotels & Resorts, António Trindade.

Carla Nunes
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PortoBay Hotels & Resorts faturou 104 milhões de euros em 2022

Os valores foram adiantados em conferência de imprensa esta quarta-feira pelo presidente do PortoBay Hotels & Resorts, António Trindade.

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O grupo PortoBay Hotels & Resorts faturou 104 milhões de euros em 2022 na totalidade dos seus hotéis, um valor que representa um crescimento de 18% face às receitas registadas pelo grupo em 2019.

O grupo fechou o ano com um total de cerca de um milhão de dormidas, com os hotéis do PortoBay em Portugal a registarem uma ocupação média de 83%. As unidades da Madeira e do Algarve foram as que mais contribuíram para este valor, seguidas pelas de Lisboa e do Porto. Já no Brasil, “a retoma do mercado internacional foi mais lenta, mas compensada por uma forte reação do mercado doméstico”.

Dados estes números, o grupo perspetiva crescer a faturação entre 5% e 10% este ano, um valor “fundamentado nos resultados do primeiro trimestre do ano”. No entanto, não esconde que “será um desafio” igualar “os resultados do verão passado na atual conjuntura”.

“O segredo do negócio é obter as melhores redes de distribuição”

No que diz respeito aos principais mercados emissores, António Trindade é claro ao afirmar que “o mercado inglês é o que tem maior representatividade para o PortoBay”, quer em Portugal, quer no Brasil.

“O facto de sermos um grupo europeu com hotéis no Brasil reflete que o segundo e terceiro mercado no Rio de Janeiro sejam o mercado inglês e o alemão, a seguir ao mercado brasileiro. Temos aprendido que levar uma marca para um destino leva também efetivamente a um outro tipo de relacionamento e a uma outra hipótese de fidelização [com o cliente]”, afirma o diretor do grupo.

Relativamente a reservas, o grupo dá conta que “os canais de distribuição direta tiveram um contributo importante nos resultados” do ano passado, sem no entanto referir em que percentagem. Certo é que, e de acordo com valores adiantados por António Trindade, “há dez anos, na Madeira, 20% da produção dos nossos hotéis era própria e 80% era operação turística”.

De acordo com o diretor do grupo, “a desconsolidação do negócio em si veio trazer novas oportunidades para todos os atores”, razão pela qual o grupo afirma estar a investir “em sistemas que potenciem a melhor relação de fidelização com a operação turística, os operadores online, os transportadores e a pequena distribuição”.

“É muito importante termos a consciência de que gerar ambientes em que queremos ser os grandes dominadores é negativo a médio prazo. A relação com o cliente final é muito importante, mas não podemos descurar esta relação com o intermediário privilegiado – não só tem a sua rede de distribuição, como tem as suas relações com os outros fazedores de negócio”, explica António Trindade, assegurando que “cada vez mais o segredo do negócio é obter as melhores redes de distribuição e o melhor relacionamento possível, seja ele feito numa base de B2B, seja numa base do B2C”.

Investimentos em remodelações, tecnologia e sustentabilidade na lista de prioridades

Para este ano, o grupo tem previsto um investimento de cerca de dez milhões de euros em renovações, principalmente nos hotéis Porto Mare, The Residence, The Cliff Bay e PortoBay Serra Golf, na ilha da Madeira. Em 2022, o investimento na remodelação de unidades do grupo foi de oito milhões de euros.

Estes fazem parte do plano de “investimento na qualidade” dos hotéis do grupo, que visa também a intervenção digital, com a implementação de tecnologia na área de Channel Revenue Management, Customer Relationship, Digital Communication e Wifi 6.

Outro dos objetivos do grupo passa pelo crescimento numa “componente de gestão e de investimento”, razão pela qual estão em carteira dois projetos de investimento: um no Funchal e outro em Lagos.

O primeiro projeto fica localizado “na zona velha do Funchal”, numa antiga fábrica de sidra que exportava para França e à qual “se irá juntar um projeto diferenciado na ordem dos 60 a 65 quartos”. Já o projeto de Lagos fica situado “num vale antes de chegar à praia Dona Ana”, próximo dos terrenos de um convento em ruínas que, “paradoxalmente, se chama o Convento da Trindade.

O grupo destaca ainda o seu “compromisso com a sustentabilidade”, dado que em 2022 o investimento nesta área representou cerca de 2% da faturação PortoBay Hotels & Resorts. De acordo com os valores adiantados em conferência de imprensa, nos últimos três anos foram alocados quatro milhões de euros em sustentabilidade – que resultaram na redução de cerca de 15% da pegada carbónica.

Já no campo da política social interna, o grupo indica ter realizado uma aposta “forte” na formação e desenvolvimento, com a criação de um departamento próprio de formação, a par da extensão de benefícios extrassalariais, com a oferta de passes sociais gratuitos aos colaboradores e a possibilidade de aderir ao Fundo de Pensões.

Este ano foram ainda atribuídos dois prémios em relação às equipas: o Prémio de Excelência e um Prémio de Resiliência no valor de 350 euros – este último oferecido a todos os colaboradores do PortoBay.

O grupo PortoBay é responsável por 15 unidades hoteleiras: 12 em Portugal (sete na ilha da
Madeira, uma no Algarve, duas em Lisboa e duas no Porto) e três unidades no Brasil (Rio de Janeiro, Búzios e São Paulo) com um total de 1680 quartos nos segmentos de 4 e 5 estrelas.

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Sesimbra Oceanfront Hotel

Alojamento

Highgate Portugal investe 1M€ no 5 estrelas Sesimbra Oceanfront Hotel

A Highgate Portugal acaba de investir um total de 1 milhão de euros no que é agora o Sesimbra Oceanfront Hotel, unidade hoteleira de cinco estrelas que resulta da remodelação e rebranding do Sesimbra Hotel & Spa.

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Localizado no centro de Sesimbra, com acesso direto à Praia da Califórnia e próximo da Serra da Arrábida, este cinco estrelas surge com um novo conceito que assenta na estreita ligação entre a natureza e o hóspede.

Sesimbra Oceanfront Hotel

A renovação do Sesimbra Oceanfront Hotel aposta no design biofílico, através dos materiais utilizados, da nova disposição dos espaços e do mobiliário e da decoração, transmitindo um ambiente de tranquilidade e bem-estar.  As plantas naturais e a utilização de tons claros, alusivos ao mar e à serra, estão em evidência em todo o hotel.

Sesimbra Oceanfront Hotel

Num investimento total de 1 milhão de euros, a renovação incidiu em diferentes áreas, como a receção e lobby, salão de estar no piso 5, bar e restaurante, quartos e suites, esplanada e piscina.

Para Tiago Féteira Rodrigues, diretor do Sesimbra Oceanfront Hotel, “este projeto de remodelação visa potenciar as infraestruturas e o serviço da unidade, que tem uma excelente localização”. Lembra que, com quase 18 anos, esta unidade “necessitava de uma intervenção e estamos convictos de que é um investimento acertado que nos permitiu, em conjunto com o serviço prestado aos hóspedes, passar a ostentar cinco estrelas, sendo atualmente a única unidade com esta classificação em Sesimbra”.

Sesimbra Oceanfront Hotel

Com 84 quartos standard e oito suites, o Sesimbra Oceanfront Hotel conta com novas tipologias – nomeadamente a Ocean view Deluxe Room ou a Ocean view Premium Suite – divididas entre a ala norte e a ala sul do hotel. Enquanto a ala norte apresenta uma vista descoberta para a Praia da Califórnia, a ala sul complementa esta Ocean view com o centro de Sesimbra e a baía. Todos os renovados quartos e suites dispõem de varandas privadas, com vista para o oceano e luz natural.

Sesimbra Oceanfront Hotel

O atelier de arquitetura BroadWay Malyan foi a empresa responsável pelo projeto de renovação, e o novo logótipo foi desenvolvido pela Solid Dogma.

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Alagoas vai ganhar 16 novos hotéis até o final de 2026

O estado do Nordeste brasileiro de Alagoas está em alta no que diz respeito à entrada de turistas. Nesse sentido há intenções de investimentos de 16 novos hotéis até ao final de 2026, que acrescentarão 4.500 camas, ampliando a capacidade do estado para 55 mil camas.

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O estado de Alagoas entrou na rota de investimento de diversos grupos hoteleiros do país e do mundo. A vocação natural para o turismo, com praias de águas calmas e cenários ainda pouco explorados pelo turismo, vão garantir que alguns municípios e destinos turísticos ganhem novos empreendimentos e gerem emprego e renda. Dados da Secretaria de Estado do Turismo de Alagoas (Setur) apontam que 16 novos hotéis devem entrar em operação até 2026, avança o AlagoasWeb, que indica ainda que os novos empreendimentos devem garantir 4.524 novas camas, proporcionando uma maior oferta em várias partes do estado.

A expansão da rede hoteleira mostra que alguns grupos já consolidados no estado vão ampliar as suas operações. Maceió será a cidade com o maior número de hotéis em construção.

Segundo o mesmo jornal, a rede Tropicalis, que já possui três unidades na capital, anunciou a construção de mais três hotéis. O maior deles será o Gran Tropicalis, que contará com 329 quartos e capacidade para 800 camas e está previsto para ser entregue ainda em 2024.

Em 2025, a rede espera entregar mais uma unidade da rede Tropicalis, com 319 quartos e 780 camas e em 2026 há previsão de mais uma unidade, com 113 quartos e 250 camas disponíveis.

Por sua vez, a rede Brisa, que conta com seis unidades em Alagoas, também anunciou a construção de mais uma unidade em Maceió, ainda sem informações de capacidade e entrega.

Quem também ampliará as suas operações na capital alagoana é a marca Novotel, que construirá uma unidade com capacidade para 279 apartamentos e está previsto para entrar em operação em 2025.

O grupo Placic também anunciou que irá construir uma unidade na cidade, o Mandi. Ainda não há informações sobre capacidade e data de início de operação.

A Barra de Santo António, que fica na região Metropolitana de Maceió, deve receber investimento do grupo Ritz com duas unidades, ambas situadas na praia de Carro Quebrado.

O Ritz Carro Quebrado, tem previsão para 768 quartos e 1.536 camas. Com o mesmo nome, mas numa proposta de um estilo mais aconchegante, a rede também lançará o Ritz Carro Quebrado Pousada, que tem previsão de 184 quartos.

A cadeia Salinas, que já possui duas unidades resort all inclusive no estado – uma em Maragogi e outra em Maceió, construirá mais uma unidade no município de São Miguel dos Milagres. Ainda não há detalhes de capacidade e início de operação.

Já Maragogi vai receber uma unidade da marca Ibis, o Styles Resort Maragogi. A proposta do grupo Accor é um novo estilo de resort a um preço atraente, com um hotel projetado à beira-mar. A previsão é que entre em operação ainda este ano.

Também apostando no alto padrão de alojamento, o grupo GAV Resorts lançará em 2025 o Oikos Maragogi GAV Resorts. Segundo a empresa, citado pelo AlagoasWeb, o empreendimento ficará localizado à beira-mar e terá uma arquitetura futurista e será dividido em dois blocos, com 362 apartamentos.

Ainda pouco explorado, o litoral Sul alagoano vai também acolher novos investimentos hoteleiros.  Jequiá da Praia, localizada a 61Km de Maceió, entra na rota de viajantes que optam por alojamentos no meio da natureza.

Previsto para entrar em operação em março de 2025, o Quality Resort Dunas de Marapé fará parte do Complexo Ecológico Dunas de Marapé, onde é possível ver o encontro da Lagoa de Jequiá com o mar. A unidade terá 230 camas e 100 quartos.

A rede Brisa também construirá uma unidade na Barra de São Miguel, com capacidade para 140 quartos. Não há ainda informações de início das atividades.

O município de Coruripe, situado a 86 Km de Maceió, ganhará dois novos hotéis do grupo Vila Galé, indicou o jornal. O Vila Galé Coruripe Alagoas deve entrar em operação em 2026 e será um dos maiores investimentos no setor, cerca de R$ 200 milhões. A previsão da Setur é que a unidade tenha 144 quartos e gere 500 empregos diretos. A proposta do grupo é oferecer aos hóspedes o máximo de luxo e conforto.

Dentro do projeto, a cadeia portuguesa pretende também construir um aparthotel, com 252 unidades, focando na experiência de alojamento familiar. Todo o complexo hoteleiro irá acolher cinco restaurantes, parque aquático, entre outros serviços.

 

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Hotéis de Macau fixam novo recorde de hóspedes pelo segundo mês consecutivo

Os estabelecimentos hoteleiros de Macau acolheram mais de 1,22 milhões de hóspedes em fevereiro, estabelecendo um novo recorde pelo segundo mês consecutivo.

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De acordo com dados oficiais da Direção dos Serviços de Estatística e Censos (DSEC), o número de hóspedes nos 46 mil quartos em 141 hotéis e pensões da região chinesa subiu 39,6% em comparação com o mesmo mês do ano passado e 14,2% face a 2019.

Foi também o número mais elevado de sempre em fevereiro. O anterior recorde, 1,08 milhões de hóspedes, tinha sido fixado no início de 2019, antes da pandemia de covid-19, numa altura em que Macau tinha apenas 39 mil quartos em 117 estabelecimentos hoteleiros.

Os estabelecimentos hoteleiros do território já tinham fixado um novo recorde ao receberem mais de 1,32 milhões de hóspedes em janeiro, o número mais elevado de sempre para o primeiro mês do ano.

Apesar do aumento do número de quartos e de hotéis e pensões, a ocupação média atingiu 85,6%, mais 9,5 pontos percentuais do que em fevereiro de 2023, mas ainda longe da taxa de 91,9% registada em 2019.

O preço médio dos quartos de hotel em Macau também aumentou em fevereiro, mais 28,4% em comparação com o mesmo mês de 2023, de acordo com dados da Associação de Hotéis de Macau, que reúne 43 hotéis locais.

Um relatório, divulgado pela Direção dos Serviços de Turismo, revelou que o preço médio se fixou em 1.545 patacas (177 euros) no mês passado, mais 2% do que em fevereiro de 2019, antes do início da pandemia.

Os números traduzem uma recuperação no setor do turismo de Macau, que começou, a partir de dezembro de 2022, a cancelar a maioria das medidas de prevenção e contenção no território, que, à semelhança da China continental, seguiu a política ‘zero covid’.

No início de janeiro de 2023, a região chinesa abriu as fronteiras a todos os estrangeiros, incluindo turistas, invertendo uma proibição que durou quase três anos.

Em 2023, os hotéis e pensões de Macau acolheram 13,6 milhões de hóspedes, mais 165,4% do no ano anterior, e com uma ocupação média de 81,5%, mais do dobro do registado em 2022, revelou a DSEC.

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Hotelaria

Hotelaria de Cabo Verde bate recorde de hóspedes em 2023

Os estabelecimentos hoteleiros de Cabo Verde bateram o recorde de hóspedes em 2023, ultrapassando o um milhão, anunciou o Instituto Nacional de Estatística (INE).

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O ano fechou com 1.010.739 hóspedes, que proporcionaram 5.150.806 dormidas, ou seja, aumentos de 20,9% e 26,0%, respetivamente, face ao ano de 2022.

Os números superam também os valores pré-pandémicos: “face ao ano de 2019, registou-se um crescimento de 23,4% no número de hóspedes” e “um acréscimo de 0,7%” no número de dormidas.

O Reino Unido manteve-se em 2023 como principal país de proveniência de turistas, “mas os Romenos destacaram-se com a maior permanência em Cabo Verde, com uma estadia média de 6,5 noites”.

A ilha do Sal continua a ser a ilha mais procurada, representando 57,1% das entradas nos estabelecimentos hoteleiros.

Os hóspedes permaneceram, em média, cinco noites nos estabelecimentos hoteleiros e a taxa de ocupação por cama, em média, foi de 52%.

Os números da hotelaria estão em linha com os referentes à entrada de turistas, anunciados pelo ministro do turismo em entrevista à Lusa, em fevereiro, quando Carlos Santos anunciou que Cabo Verde bateu um novo recorde de visitantes, com mais de 900 mil turistas, em 2023.

As previsões apontam para um crescimento sustentado do turismo em Cabo Verde, desde que haja investimento em alojamento e outras infraestruturas para responder à procura.

A nível internacional, o objetivo é “consolidar” os mercados europeus, responsáveis por mais de 90% dos turistas que viajam para o arquipélago, mas também captar visitantes de países africanos e americanos, tais como, Brasil e Estados Unidos.

O turismo, setor responsável por cerca de 25% do Produto Interno Bruto (PIB) de Cabo Verde, centra-se nas ilhas do Sal e da Boavista.

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Hotéis da Guestcentric já alcançaram 40% das receitas de 2023

No primeiro trimestre de 2024, os cerca de 400 hotéis que integram o portefólio de clientes da Guestcentric registaram receitas de estadias hoteleiras equivalentes a 40% do total de receitas registadas em 2023.

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Desta forma, estes valores apontam para um aumento potencial no total de estadias e receitas entre 5% a 10% até ao final do ano, como a Guestcentric indica em comunicado.

A empresa afirma que “os visitantes dos Estados Unidos da América permanecem como o principal mercado para os hotéis portugueses”, um aumento que refere coincidir com “a chegada de mais marcas hoteleiras norte-americanas por todo o país”, numa tendência que acredita “atrair competências especializadas e elevar os níveis salariais”.

“Os dados que observámos no primeiro trimestre de 2024 indicam não só um crescimento, mas uma mudança transformadora no setor da hotelaria. Hotéis e alojamentos por todo o País estão a evoluir para satisfazer a procura e as preferências – em mutação constante – dos viajantes internacionais. No entanto, este crescimento será acompanhado por grandes mudanças, às quais as empresas do setor devem impreterivelmente adaptar-se. A evolução para uma oferta mais sofisticada e diversificada não é apenas uma resposta à procura do mercado, mas uma oportunidade para elevar toda a experiência turística em Portugal”, refere Pedro Colaço, CEO da Guestcentric.

A Guestcentric, uma empresa de software e serviços de marketing digital na cloud, permite aos empresários hoteleiros comunicar a sua marca online e promover o seu produto e serviços, ligando-se aos clientes em todas as plataformas digitais. A plataforma “tudo-em-um” da Guestcentric fornece aos hotéis uma solução unificada, que acompanha e gere a viagem online dos seus hóspedes.

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Evolution Cascais-Estoril | Créditos: DR

Hotelaria

Hotelaria liderou investimento imobiliário em Portugal no ano passado

Em 2023, o setor hoteleiro atraiu 40% do total de investimento imobiliário realizado em Portugal, o que se traduziu em 605 milhões de euros.

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Os números constam na 9ª edição do “The Property Handbook – a Real Estate Investment Guide”, que surge de uma parceria entre a consultora CBRE e a sociedade de advogados Vieira de Almeida (VdA).

De acordo com o estudo, o setor hoteleiro foi a “estrela” de investimento imobiliário em 2023 no território nacional, seguido pelo mercado de retalho, que conseguiu captar 35% do total deste tipo de investimento, ou seja, 550 milhões de euros.

Segundo a CBRE, a cidade de Lisboa ganhou 20 novos hotéis no ano passado, maioritariamente de quatro estrelas e com cerca de 2.000 quartos, sendo que para 2024 já estão previstos outras 20 unidades, com um total de 2.000 quartos.

Por outro lado, a consultora indica que no Porto surgiram dez novos hotéis em 2023, maioritariamente de cinco estrelas e com cera de 1.000 quartos, prevendo a abertura de mais 15 novos hotéis em 2024.

Já no mercado de retalho, em 2023, a análise destaca que foram inaugurados três retail parks e foram ainda abertas 93 lojas em Lisboa e 67 no Porto.

Investimento imobiliário decresceu cerca de 50% face a 2022

Apesar de a hotelaria ser dada como líder em 2023 no que diz respeito ao investimento imobiliário, o estudo dá conta de que “as elevadas taxas de juro, juntamente com os receios de uma recessão económica, conduziram a um declínio significativo dos volumes de investimento imobiliário a nível mundial”, uma tendência a que Portugal não escapou: em 2023 o país captou um total de investimento de 1,6 mil milhões de euros, um decréscimo de cerca de 50% face ao ano anterior.

Volume de negócios de investimento em imóveis de rendimento em Portugal | Créditos: CBRE

No estudo é apontado que “a forte atividade de investimento observada desde 2015 tem visado sobretudo os setores de escritórios e centros comerciais, embora o interesse se tenha diversificado para outras classes de ativos”. Como é referido, “a maior aceitação do risco tem atraído o interesse de vários investidores para outros ativos operacionais, como hotéis, residências para estudantes e cuidados de saúde”.

No caso de Portugal, a CBRE e a VdA indicam que “o abrandamento da atividade de investimento não tem sido motivado pelo desempenho operacional dos ativos, mas é sobretudo motivado por uma abordagem demasiado cautelosa por parte dos investidores”.

Rendimentos de primeira linha nas principais classes de ativos imobiliários | Créditos: CBRE
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Hotelaria

Páscoa 2024: Hotelaria em Portugal estima taxa de ocupação acima dos 70%

Um inquérito sobre “Perspetivas Páscoa 2024” levado a cabo pela AHP realizado junto das unidades hoteleiras associadas revela que a taxa de ocupação da hotelaria em Portugal deverá ascender os 70% nesse período, com o mercado nacional a destacar-se na maioria dos destinos turísticos. Os resultados dão conta que o fim de semana da Páscoa será mais forte do que o período de férias escolares.

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O fim de semana da Páscoa regista, na hotelaria nacional, uma taxa de reservas de 57% e um preço médio por quarto (ADR) de 141 euros, ambos valores “on the books”. Os hoteleiros antecipam uma taxa de ocupação (TO) de 75%, revelam os resultados de um inquérito promovido pela AHP – Associação de Hotelaria de Portugal, que decorreu de 8 a 17 de março. Na consulta consideram-se, entretanto, dois períodos: o das férias escolares (23 de março a 7 de abril) e o fim de semana da Páscoa (28 a 31 de março).

No que diz respeito ainda ao fim de semana da Páscoa e, analisando as diferentes regiões, observa-se que a Grande Lisboa lidera com uma taxa de reservas de 65%, seguida de perto pelo Algarve com 63%, do Centro com 56%, e da Madeira e dos Açores com 54%. Por outro lado, a região Norte apresenta a taxa de reservas mais baixa, com apenas 43%.

Quanto à taxa de ocupação estimada, a consulta da AHP conclui que a Grande Lisboa lidera com previsão de atingir 83%, seguida pelo Algarve com 78%, Centro com 77% e da Madeira com 74%.

Em comparação com o ano de 2023, 42% dos hoteleiros estima que será igual, 36% diz que será melhor e 22% prevê que será pior.

A AHP indicou ainda que, em relação ao ADR, a Madeira surge no topo da lista com 173 euros, seguida pelo Alentejo com 170 euros e a Grande Lisboa com 156 euros. A região Oeste e Vale do Tejo regista o ADR mais baixo, fixado em 97 euros. Quando comparado com 2023, 65% estimam que seja melhor, 18% igual e 17% pior.

Quanto ao apurado para o período das férias escolares Páscoa 2024, a taxa de reservas está atualmente nos 56%, com um preço médio por quarto (ADR) fixado em 135 euros, ambos os valores “on the books”. Já em relação à taxa de ocupação (TO), as expectativas dos hoteleiros é de que atinjam os 73% a nível nacional.

Detalhando os resultados pelas diferentes regiões do país, a AHP aponta que o Algarve destaca-se como o destino com a taxa de reservas mais elevadas, atingindo os 65%, seguido da Grande Lisboa com 61%, dos Açores com 57% e da Madeira com 53%. Por outro lado, a Península de Setúbal apresenta a taxa de reservas mais baixa, com 33% de reservas até ao fecho do inquérito.

Em relação à TO, a Grande Lisboa espera atingir os 79%, seguida pela Madeira com 77% e pelo Algarve com 76%.

Em comparação com o mesmo período de 2023, 46% dos hoteleiros estimam que será igual. Só 31% consideram que será melhor e 22% acham que será pior.

A região mais otimista, relativamente à TO, é a do Algarve (para 58% dos inquiridos a TO das férias da Pascoa de 2024 será melhor) seguida do Centro e do Alentejo. A região mais pessimista é a dos Açores.

Em termos de ADR “on the books”, a Madeira lidera com um valor de 165 euros, seguida do Alentejo com 157 euros e da Grande Lisboa com 150 euros. A Península de Setúbal apresenta, também aqui, o ADR mais baixo (73 euros).

Por comparação com o ano de 2023, para 60% dos inquiridos o ADR será superior, com destaque para os hoteleiros da Grande Lisboa; Península de Setúbal e Alentejo.

Quanto aos três principais mercados nas férias escolares, em todo o país, 87% dos hoteleiros referiram o mercado nacional como sendo o principal. O mercado espanhol foi mencionado por 55% dos participantes, enquanto o Reino Unido foi citado por 40%. Os Estados Unidos e a Alemanha também foram estão na lista com 31% e 26% das respostas, respetivamente.

Relativamente ao fim de semana, 88% dos hoteleiros destacaram o mercado nacional como o mais relevante. Na sequência, 63% mencionaram o mercado espanhol, seguido pelo Reino Unido com 35%, os EUA com 29% e a Alemanha com 26%.

No Algarve, o mercado nacional apresenta-se à cabeça, seguido do britânico. Já na Madeira, o mercado alemão e o britânico foram os mais referidos pelos hoteleiros e estão à frente do mercado nacional, enquanto nos Açores é o mercado nacional que vai à frente, seguido da Alemanha e dos Estados Unidos.

 

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Accor projeta expansão no 1ºsemestre incluindo abertura do Mercure Azores Ponta Delgada

No primeiro semestre de 2024, o grupo hoteleiro internacional Accor pretende consolidar a sua posição de liderança e expandir-se nos destinos mediterrânicos e de lazer, acelerando o crescimento das suas marcas Premium, Midscale e Economy. De referir a próxima abertura do seu primeiro hotel nos Açores, o Mercure Azores Ponta Delgada.

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A Accor continua a expandir o seu portefólio de marcas Premium, Midscale e Economy (PME) em toda a Europa, com abertura de novas unidades previstas para a primeira metade deste ano. O plano de crescimento para estas marcas baseia-se na forte posição do grupo no continente, que inclui aproximadamente 3000 hotéis PME em mais de 40 países, olhando essencialmente para os destinos mediterrânicos e de lazer.

Nesta área de mercado virada para o lazer, o grupo Accor destaca dois países – Espanha e Portugal, dois estabelecimentos em Benidorm, o Mercure, inaugurado em 2022, e um ibis Styles em preparação. De referir ainda a próxima abertura do seu primeiro hotel nos Açores, o Mercure Azores Ponta Delgada. A Accor também planeia aumentar a sua presença Premium nesta área.

Nos primeiros meses de 2024, a cadeia hoteleira já deu as boas-vindas a uma série de novos estabelecimentos, incluindo o TRIBE Milano Malpensa, a primeira entrada da marca de design em Itália, e o Mercure Tirana, a primeira propriedade da marca na Albânia, enquanto continua a expandir a família ibis com novos hotéis Economy em França, no Reino Unido e na Roménia. Na rede premium do Grupo, o Swissôtel abriu recentemente no Montenegro e na Geórgia.

Após um número recorde de contratos assinados no ano passado, até dezembro de 2023, a divisão PME tinha em carteira mais de 350 hotéis e mais de 45 mil quartos na região da Europa e do Norte de África.

Na bacia do Mediterrâneo, uma das principais áreas de crescimento da Accor, o grupo planeia expandir a sua presença com novas aberturas em Itália (Roma e Sondrio) e Chipre (Larnaca) sob as marcas Mercure e Handwritten Collection, bem como um forte crescimento em França, com mais de 30 novas aberturas previstas para a primeira metade de 2024. Outros destaques do crescimento europeu incluem a próxima abertura de um hotel Novotel em Hamburgo (Alemanha) e em Bruges (Bélgica), a estreia do ibis Styles na Islândia (Reykjavik) e do greet em Bruxelas (Bélgica), bem como a abertura do primeiro hotel TRIBE na Letónia (Riga). No Reino Unido, a Accor irá expandir a marca TRIBE com um novo hotel em Manchester e um novo ibis Styles no aeroporto de Gatwick.

 

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Cabo Verde: Hotel Golden Tulip Mindelo nasce dentro de dois anos

O Hotel Golden Tulip Mindelo, num investimento de quase 30 milhões de euros, deverá abrir as portas, na capital da ilha cabo-verdiana de São Vicente, no verão de 2026. Conta empregar mais de 400 pessoas, de acordo com os seus promotores.

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O Hotel Golden Tulip Mindelo é um projeto da Matiota Investimentos e será explorado pela cadeia internacional Louvre Hotel. Na qualidade de financiador, a Yunus Invest vai disponibilizar 29 milhões de euros, sendo os outros restantes sete milhões da responsabilidade da promotora, a Matiota Investimentos, empresa 100% cabo-verdiana. O custo global do projeto é de 36 milhões de euros.

A primeira pedra foi lançada em 2019 para as obras que deveriam arrancar no primeiro semestre de 2021, com duração estimada de 18 meses, contudo a pandemia da Covid-19, impediu o avanço dos trabalhos.

No entanto, os promotores do projeto, os empresários mindelenses Alexandre Novais e João do Rosário acabam de assinar os contratos de financiamento e de gestão da nova unidade hoteleira com o presidente do Golden Tulip Africa, Alain Sebah, e o presidente do fundo de investimentos Yunus Invest, Jehu Ndoumi. O ato foi apadrinhado pelo Presidente da República, José Maria Neves, que afirmou que, hoje, é preciso parcerias para construção dos empreendimentos turísticos de qualidade em Cabo Verde. “Estamos condenados a estabelecer parcerias, a construir pontes, para podermos ir mais rápido e mais longe”, disse o Chefe de Estado.

João do Rosário, citado pela imprensa, referiu que “A Matiota Investimentos apostou no Grupo Louvre para a exploração da sua unidade hoteleira com a prestigiada marca Golden Tulip Mindelo de mais quatro estrelas”, acrescentando que “o Louvre Group Hotel é uma das cadeias hoteleiras de prestígio internacional que gere mais de 10 mil hotéis em todo o mundo”.

Este empreendimento turístico inclui três fases distintas: Construção de um hotel de quatro estrelas com 212 quartos, que ficará sob a exploração da marca internacional Golden Tulip; Construção de uma sala polivalente que se chamará Opera Sisa e terá capacidade para receber até 600 pessoas sentadas, destinada a conferências nacionais e internacionais, mas também com uma animação cultural à noite aos fins de semana; Casino que não está contemplado no orçamento do projeto solicitado pelo Fundo Yunus Invest, mas está refletido numa das cláusulas da assinatura a cumprir com o Ministério das Finanças.

É neste quadro que a Matiota Investimentos assinou uma carta de intenções com o grupo francês Lucien Barrière visando explorar o casino. O projeto está avaliado em cerca de 36 milhões de euros.

O presidente do Golden Tulip para África, afirmou que a implementação do Grupo Louvre no país deve-se à política de turismo de Cabo Verde, bem como o facto do arquipélago servir de ponte entre os três continentes, África, América e Europa. “Decidimos então instalar-nos definitivamente em Cabo Verde através de uma série de projetos, o primeiro dos quais é o Golden Tulip Hotel”, afirmou.

Composto por dois imóveis, o mais baixo terá dois pisos e ocupará uma área de 4.000m2, enquanto o mais alto terá 11 pisos e será construído num terreno com 18.000 metros quadrados, o Hotel Golden Tulip Mindelo será edificado onde funciona a atual Alfândega do Mindelo, nas imediações da praia da Laginha.

 

 

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Eurostars Hotel Company antecipa crescimento ao ritmo de 20 hotéis por ano

No passado ano de 2023, a Eurostars Hotel Company, cadeia hoteleira do grupo Hotusa, aumentou o portefólio com 21 novos hotéis. Destes, 16 estabelecimentos já estão operacionais e três vão inaugurar este ano. Os últimos dois hotéis vão estar operacionais em 2025.

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Este crescimento resultou num total de 2.581 quartos distribuídos por oito países, nomeadamente 12 novos hotéis em Espanha, dois na Hungria, dois em Portugal, um no México, um em Montenegro, um no Panamá, um no Peru e um outro na Holanda. Agora, a expetativa da cadeia hoteleira passa por crescer ao ritmo de 20 hotéis por ano.

“Estamos muito satisfeitos com a consolidação da nossa política de expansão. Nos últimos anos atingimos uma velocidade de cruzeiro que nos permite um crescimento sustentado e constante de cerca de 20 hotéis por ano, um valor que estamos convencidos que conseguiremos manter num futuro próximo”, afirma Amancio López, presidente do grupo Hotusa, em nota de imprensa.

A cadeia espera vir a expandir-se em Espanha e no continente europeu, “tanto nas capitais como nas cidades de segunda linha”, sempre na faixa entre as três e as cinco, como refere em comunicado. No entanto, a Eurostars não coloca de parte a possibilidade de desenvolver negócios na América Latina, nos Estados Unidos da América e em África, bem como a de analisar operações nos mercados de férias e de sol e praia, apesar de no seu portefólio “predominarem os estabelecimentos urbanos”.

Cadeia abre três hotéis em Espanha este ano

Relativamente aos três estabelecimentos a inaugurar este ano, a Eurostars refere em nota de imprensa de que deverão abrir portas “em breve”.

O primeiro será o Tandem Solera 4*, localizado a poucos metros do Teatro Villamarta em Jerez de la Frontera, numa casa senhorial datada de 1589. A unidade hoteleira vai buscar o nome “solera” a um dos métodos tradicionais de envelhecimento do vinho, que serve de inspiração para as 20 suites do hotel.

Já o Exe Portals Nous 4*, com 88 quartos e uma piscina exterior, deverá abrir portas durante a Páscoa numa zona residencial muito próxima da marina de Puerto Portals.

O terceiro hotel a abrir no último trimestre de 2024 será o Eurostars San Antón 4*, após ter sido alvo de uma profunda renovação. Localizado em Granada, em frente ao Palácio de Congressos, o hotel conta com 189 quartos, três espaços de restauração e bebidas, quatro salas de reuniões e um terraço com piscina.

Os planos para 2025

Para 2025 é esperada a abertura de dois hotéis cinco estrelas da cadeia hoteleira em Valladolid, em Espanha, e na Holanda.

Em Valladolid, a rede vai administrar um cinco estrelas construído no terreno do antigo El Corte Inglés, na rua Constitución. O imóvel tem uma área de 18.000 metros quadrados e vai abrigar, além do hotel, uma área comercial. O hotel ocupará três andares do edifício com 75 quartos, uma área de restauração de 330 metros quadrados com um restaurante gastronómico, uma piscina no terraço e 20 lugares de estacionamento.

A cadeira hoteleira vai ainda estrear-se na Holanda com um projeto junto ao porto de Rotterdam. O hotel será erguido num edifício multifuncional de 12 pisos no bairro Rotterdam Rijnhaven. Com uma área de 11.000 metros quadrados, o empreendimento vai albergar uma área comercial com marcas de luxo, restaurantes, uma zona residencial e escritórios. O hotel de 188 quartos vai ocupar os últimos sete pisos do edifício, bem como parte do rés-do-chão e do piso -2, sendo composto por restaurante, salões, estacionamento, ginásio e rooftop.

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