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“A maior transformação digital no setor do turismo em Portugal começou com o próprio turista”

Com os processos de digitalização a decorrer, senão já implementados, nunca como antes a tecnologia assumiu um papel tão essencial no setor do turismo. Para António Neves, Industry Manager, Travel da Google Portugal, embora o setor tenha feito um grande progresso, “ainda há muito trabalho a fazer no que toca a melhorar a presença online não só de algumas empresas como dos próprios destinos”.

Victor Jorge
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“A maior transformação digital no setor do turismo em Portugal começou com o próprio turista”

Com os processos de digitalização a decorrer, senão já implementados, nunca como antes a tecnologia assumiu um papel tão essencial no setor do turismo. Para António Neves, Industry Manager, Travel da Google Portugal, embora o setor tenha feito um grande progresso, “ainda há muito trabalho a fazer no que toca a melhorar a presença online não só de algumas empresas como dos próprios destinos”.

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A tecnologia sempre fez parte do universo do turismo. A pandemia, no entanto, veio acelerar a necessidade de uma maior digitalização ou transformação digital em toda a cadeia. Em Portugal, de acordo com António Neves, Industry Manager, Travel da Google Portugal, houve uma “maior necessidade de aceleração dado não só o peso que o turismo tem na nossa economia, mas também o facto de anteriormente termos estado um pouco atrás da Europa em alguns aspetos digitais”. Para este manager da Google, a grande dificuldade apresentada pela maior parte das empresas no setor no nosso país foi, provavelmente, “a escassez de habilitações digitais”, acreditando, no entanto, que esta aceleração [da digitalização] “irá continuar”.

Ao fim de quase três anos de pandemia, quais foram as maiores transformações tecnológicas ou digitais ocorridas no setor do turismo em Portugal?
A maior transformação digital no setor do turismo em Portugal começou com o próprio turista. Os turistas, nacionais ou internacionais, nunca foram tão digitais como hoje. Grande parte dos viajantes utiliza touchpoints digitais para fazer as suas decisões de viagens. Ao mesmo tempo, vimos os diferentes stakeholders do turismo a lançar a sua jornada de Transformação Digital, não só como consequência do novo comportamento dos turistas, mas também para se tornarem mais eficientes na forma como desenvolvem os seus negócios.

Neste aspeto, o setor do turismo, em Portugal, teve um comportamento diferente de outros mercados europeus e mundiais?
O processo de transformação digital do setor turismo é uma tendência global. Não existe país ou região em que este setor não se esteja a digitalizar nas suas diferentes áreas. Penso que em Portugal houve uma maior necessidade de aceleração dado não só o peso que o turismo tem na nossa economia, mas também o facto de anteriormente termos estado um pouco atrás da Europa em alguns aspetos digitais – nomeadamente em e-commerce e na criação de plataformas online. Nos últimos anos, a indústria do turismo em Portugal tem feito grandes avanços nesta área. Em 2021, de acordo com a Siteminder, os websites hoteleiros foram o 2.º principal canal de reservas em Portugal (atrás do Booking.com) e fomos dos poucos países europeus com uma agência de viagens local – Abreu Online – no Top 10. Isto mostra de facto o grande trabalho que todo o setor está a fazer para se transformar.

Não existe país ou região em que este setor [turismo] não se esteja a digitalizar nas suas diferentes áreas

Quais foram as prioridades tecnológicas mais relevantes implementadas? E quais foram as maiores dificuldades, exigências, necessidades apresentadas pelas empresas?
Acho que podemos olhar para as prioridades em três áreas. A primeira é chegar a potenciais clientes. Aqui, vimos uma grande evolução naquilo que foi a criação de websites e outros conteúdos online por parte dos destinos turísticos, hotéis, fornecedores de atividades turísticas, etc. de forma a chegar aos diferentes turistas espalhados pelo Mundo. A própria promoção das diferentes áreas do turismo passou a ser mais digital, dado que a maior parte dos turistas recorre a plataformas online para se inspirar onde e como viajar.

Em segundo lugar, temos a recolha, medição e ativação de dados: perceber quem são os nossos clientes, quem entrou no nosso website, como devemos e podemos voltar a entrar em contacto com eles… Tudo isto passou a ser fulcral, especialmente com a importância que Privacidade e Segurança passaram a ter nos últimos anos.

Finalmente, temos a experiência do utilizador. Muitos stakeholders do setor implementaram tecnologias de forma a melhorar a experiência do utilizador: processos de marcação fluidos, pagamentos contactless, chatbots e muito mais.

A grande dificuldade apresentada pela maior parte das empresas no setor foi provavelmente a escassez de habilitações digitais. A transformação digital de uma empresa requer que se comece a pensar num novo conjunto de capacidades que antes não existiam: consultores analíticos, data scientists, marketeers digitais e muito mais. Para muitas empresas no setor, existem algumas dificuldades em recrutar este tipo de talento devido à sua dimensão. É aqui que entra a importância de encontrar parceiros externos – parceiros tecnológicos, agências digitais, etc. – para fazer outsourcing deste tipo de capacidades.

Dentro do universo do turismo, qual o setor/segmento que maior atualização ou transformação protagonizou?
Penso que esta adaptação foi transversal a todo o setor. Penso que a diferença está mais na fase de transformação digital em que cada segmento se encontra. As companhias aéreas bem como as grandes cadeias hoteleiras já vêm há alguns anos a fazer esta transformação dada a importância que as marcações nos seus websites têm tido, mesmo antes da pandemia. Estas empresas nos últimos anos focaram-se mais em arranjar formas de atrair mais pessoas para os seus websites (ex. através de marketing digital) e melhorando a sua experiência online.

Por outro lado, algumas pequenas e médias empresas, como hotéis independentes ou agências de viagem locais, começaram mais recentemente a sua jornada digital, alguns deles criando o seu website pela primeira vez.

Acredita que esta aceleração em direção a uma maior digitalização se vai manter no futuro ou, depois de passado o impacto da pandemia, vai esfriar?
Penso que esta aceleração irá continuar. Por um lado, a utilização de ferramentas digitais para planear e marcar viagens continua em forte crescimento. A própria Google tem feito uma aposta muito grande em criar novos e melhores produtos para ajudar os utilizadores no seu planeamento: Google Flights, Things to Do, Google Hotels Search e muito mais.

Por outro lado, a digitalização das empresas traz muitos benefícios em termos de negócio. De acordo com um estudo da BCG, as empresas com maior maturidade digital aumentaram suas vendas em média 18 pontos percentuais a mais do que seus pares menos maduros e aumentaram a eficiência de custo em média 29 pontos percentuais.

Uma das grandes dificuldades na transformação digital no setor do turismo é a capacidade de trazer as capacidades digitais para dentro de algumas empresas dado a sua dimensão e recursos

O que falta ainda fazer em termos de digitalização ou transformação tecnológica no setor do turismo em Portugal?
O setor tem feito um grande progresso, mas existem sempre áreas a melhorar. Antes de mais, penso que ainda há muito trabalho a fazer no que toca a melhorar a presença online não só de algumas empresas como dos próprios destinos. Por exemplo, nos últimos três meses, houve menos de metade das pesquisas no Google por acomodação nos Açores para turistas internacionais do que na Madeira. O turismo é um mercado global e por isso não estamos apenas a concorrer com outras marcas ou destinos locais, estamos a concorrer com os melhores players globais. É por isso crítico que as empresas e marcas do setor do turismo apostem cada vez mais na internacionalização e olhem para o marketing digital como uma ferramenta de aquisição de clientes e de promoção da sua marca

Em segundo lugar, penso que ainda é preciso trabalhar na análise de dados que é crítica para obter insights sobre as preferências e comportamentos dos viajantes, o que pode ajudar as empresas de turismo a adaptar suas ofertas e atender melhor às necessidades de seus clientes.

Finalmente, dada a importância que a sustentabilidade tem hoje em dia, é importante começar a utilizar-se a tecnologia de forma não só a promover a sustentabilidade, mas a garantir que a maior sustentabilidade também acrescenta algum tipo de valor à experiência do viajante.

Esta adaptação tecnológica foi maior a nível interno das empresas ou houve que tivesse optado por uma externalização dos processos?
Tal como referi anteriormente, uma das grandes dificuldades na transformação digital no setor do turismo é a capacidade de trazer as capacidades digitais para dentro de algumas empresas dado a sua dimensão e recursos. Nestes casos, os parceiros tecnológicos, as agências digitais e outros parceiros externos têm e vão continuar a ter um papel fulcral em trazer estas capacidades para dentro das empresas de uma forma escalável e sustentável.

O setor do turismo é uma das indústrias em que o capital humano é mais importante

É comum ouvir que toda esta transformação digital leva a que se necessite cada vez menos de pessoas. Concorda?
Penso que o setor do turismo é uma das indústrias em que o capital humano é mais importante. Afinal, quando vamos viajar em lazer, uma das coisas que mais apreciamos é a hospitalidade, seja ao entrar num avião, ao fazer o check-in num hotel ou ao ser servido num restaurante. À medida que avançam na sua transformação digital, as empresas do setor do turismo terão a oportunidade de decidir onde melhor alocar o seu capital de forma a melhorar a experiência dos clientes e atrair mais turistas, seja no front office a oferecer esta hospitalidade que todos procuramos, ou no back office, por exemplo a trabalhar na promoção através de marketing digital.

Quais foram as principais soluções implementadas pela Google no setor do turismo?
O setor do turismo é um dos setores mais relevantes para a Google dado a importância que os touchpoints digitais têm no planeamento de viagens para os turistas. Nos últimos anos, a Google tem-se focado em criar ferramentas tanto para os utilizadores que estão a planear a sua viagem, como para as diferentes empresas do setor do turismo.

Ao nível do utilizador, a Google possui toda uma plataforma dedicada a viagens – o Google Travel. O Google Travel incorpora diferentes ferramentas que ajudam no planeamento de uma viagem: o Google Flights, pesquisa de hotéis, coisas a fazer e muito mais.

Para além disso, a Google tem desenvolvido um conjunto de ferramentas para ajudar as diferentes empresas do setor do turismo. O Destination Insights por exemplo, permite analisar como estão a evoluir as pesquisas por viagens para Portugal (voos e hotéis) de diferentes países de origem, e perceber assim que mercados apresentam um maior potencial para promover os nossos produtos e serviços.

Se tivesse de indicar três pontos essenciais para o futuro desta transformação tecnológica, digitalização ou transição digital, quais seriam?
Foco no utilizador – qualquer processo de transformação digital tem de ser feito com o intuito de acrescentar valor ao utilizador final. Muitos viajantes experienciam alguns problemas nas suas viagens. É crítico que as empresas se coloquem nos sapatos dos seus clientes/utilizadores e experienciem como é fazer uma reserva no seu website, como é resolver um problema no call center, etc. Todos estes processos, ao serem digitalizados, devem ter como foco principal a melhoria da experiência do cliente.
Personalização – a habilidade de oferecer experiências e recomendações personalizadas aos viajantes será um diferencial fundamental no futuro do turismo. A utilização de dados e cada vez mais de inteligência artificial vai ser crítica para entregar conteúdo e recomendações personalizadas com base nas preferências e comportamentos passados dos viajantes.
Trazer novas capacidades – a transformação digital de uma empresa não é possível sem novos talentos e capacidades: desenvolvedores de aplicativos web, analistas de dados, especialistas em marketing digital, etc. As empresas devem apostar em contratar este tipo de talento ou colaborar com parceiros externos como parceiros tecnológicos e agências digitais para obter estas capacidades.

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V-Valley e Consultia Business Travel unem-se na comercialização da solução Destinux no mercado ibérico

O acordo entre a Consultia Business Travel e a V-Valley irão permitir a comercialização do Destinux através do canal tecnológico de forma a chegar a mais empresas no mercado ibérico.

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A Consultia Business Travel assinou um acordo estratégico com a V-Valley, pertencente ao Grupo Esprinet, permitindo a esta último oferecer aos seus parceiros a solução integrada Destinux.

Com esta parceria entre a empresa especializada na gestão integrada e no aconselhamento das viagens empresariais e o distribuidor no mercado de Soluções Avançadas, estende-se também a Espanha, expandido a Consultia Business Travel a comercialização do Destinux através do canal tecnológico de forma a chegar a mais empresas no mercado ibérico. Já a V-Valley, em colaboração com a Microsoft, oferecerá aos seus parceiros a oportunidade de expandir os seus negócios com esta solução em processo de expansão internacional e que duplicou os valores pré-pandémicos em 2023.

Para além disso, tanto a V-Valley como a Microsoft beneficiam do facto de poderem oferecer, pela primeira vez, um SaaS para a gestão integrada de viagens empresariais que se integra com o sistema ERP da empresa, o complemento ideal da Microsoft que oferece às empresas a digitalização e automatização desta área e que, para além disso, pode ser integrado com o Microsoft Business Central.

De referir que o Destinux, solução end-to-end da Consultia Business Travel, é um produto baseado na cloud que permite a digitalização e automatização de todos os processos de gestão de viagens empresariais, bem como a correta alocação de despesas, o cumprimento das políticas de viagens e a eliminação de processos administrativos e contabilísticos manuais, permitindo uma poupança até 20% neste item.

“O nosso compromisso com a digitalização das empresas continua com a incorporação da solução Destinux, que cobre uma área que a maioria das empresas ainda não digitalizou, a gestão das viagens de negócios de forma eficiente e segura. Este acordo é uma oportunidade para os nossos parceiros oferecerem um serviço de valor acrescentado aos seus clientes” assegura Paulo Rodrigues, Head of V-Valley Advanced Solutions.

Do lado da Consultia Business Travel, o CEO, Carlos Martinez, admite que a colaboração com a V-Valley “é um grande passo na nossa estratégia de democratização do Destinux e de crescimento nacional e internacional”.

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XLR8 e Hey!Travel unem esforços

A XLR8 e a Hey!Travel uniram esforços para oferecer uma solução inovadora e eficiente aos hotéis.

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A XLR8 e a Hey!Travel uniram-se numa parceria para oferecer uma solução inovadora e eficiente aos hotéis.

A Hey!Travel, uma solução especialista em distribuição online para hotéis e cadeias hoteleiras, aliada ao reconhecido Revenue Manager System (RMS) da XLR8, promete revolucionar a forma como os hotéis gerem a sua receita e eficiência operacional. Esta integração permitirá aos hoteleiros reduzir significativamente o tempo gasto em análises manuais, enquanto simplifica e agiliza os procedimentos.

“Uma das principais vantagens identificadas nesta integração é a rapidez na implementação das recomendações do RMS”, referem ambas as empresas, em comunicado. Sem necessidade de ação por parte dos gestores hoteleiros, as ações sugeridas pela XLR8 são implementadas automaticamente no Hey!Channel Manager, que comunica essas alterações em tempo real a todos os canais conectados. Isso permite um melhor aproveitamento das funcionalidades de Yield Management da XLR8 e liberta tempo ao revenue manager para se concentrar em atividades estratégicas e de planeamento.

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eDreams ODIGEO aposta na melhoria da transformação tecnológica orientada pela IA

A eDreams ODIGEO, que participou no Next’24, evento anual organizado pela Google Cloud e dedicado à inovação, que se realizou este ano em Las Vegas, EUA, assume a sua aposta na melhoria da transformação tecnológica orientada pela Inteligência Artificial (IA), para “proporcionar experiências de viagem ainda mais personalizadas e harmoniosas”.

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A empresa mundial de subscrições de viagens e uma das maiores de e-commerce da Europa foi convidada a subir ao palco para partilhar em detalhe a sua visão sobre o seu percurso de transformação tecnológica, abrangendo em particular a sua transição de um ambiente de armazenamento de dados preexistentes para uma estrutura pioneira de data mesh suportada por uma estratégia que coloca a Inteligência Artificial (IA) em primeiro plano.

Carlos Saona, Chief Architect da eDreams ODIGEO, explicou como a estrutura data mesh marcou uma mudança significativa na forma como a eDO gere os dados. Com 247 websites e aplicações que facilitam 3 mil milhões de pesquisas de viagens por mês, o aproveitamento estratégico dos dados é o alicerce das operações da empresa.

Destacando o papel da IA na transformação da eDreams ODIGEO, Carlos Saona partilhou como a estrutura data mesh facilita a implementação de modelos de IA e de Machine Learning em toda a organização. Ao democratizar o acesso aos dados e permitir uma abordagem mais colaborativa e flexível à gestão destes, a eDO acelerou significativamente as suas iniciativas de IA, com esforços que abrangem melhores experiências personalizadas para os clientes, eficiência operacional otimizada e também o desbloqueio de novos caminhos de crescimento. Tudo isto viabilizou a capacidade da eDO de oferecer personalização líder no setor, que é valorizada pelos consumidores.

Na sua apresentação, o executivo da eDO descreveu em pormenor o percurso da empresa para a implementação da arquitetura data mesh, uma estrutura descentralizada que capacita as equipas individuais com autonomia para gerirem os seus domínios de dados, ao mesmo tempo que adere a normas de governação e interoperabilidade ao nível da empresa. Esta mudança tem sido crucial para a eDO manter a sua agilidade e capacidade de resposta, permitindo uma rápida adaptação às mudanças do mercado e às necessidades dos clientes.

Saona comentou ainda sobre a direção futura dos avanços tecnológicos da eDreams ODIGEO: “Fomos pioneiros na integração da IA no setor das viagens já há mais de uma década. Atualmente, estamos empenhados em melhorar cada vez mais a sua aplicação para proporcionar experiências de viagem ainda mais personalizadas e harmoniosas. Vamos continuar a aperfeiçoar a nossa arquitetura de dados no sentido de conseguir processamento de dados e insights em tempo real.”

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AMEX GBT compra CWT por 570 milhões de dólares

Depois de, em 2021, ter comprado a Egencia ao grupo Expedia por 5,5 mil milhões de dólares, a American Express Global Business Travel avança para uma nova aquisição, desta feita para a CWT.

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A American Express Global Business Travel (Amex GBT), operada pela Global Business Travel Group, Inc., empresa que atua no mercado de software e serviços B2B para viagens e despesas, anunciou um acordo definitivo para adquirir a CWT, fornecedor global de soluções para viagens de negócios e reuniões, numa transação que avalia a CWT em cerca de 570 milhões de dólares (cerca de 530 milhões de euros) numa base sem dinheiro e sem dívidas, sujeita a determinados pressupostos e ajustes no preço de compra.

A transação será financiada por uma combinação de ações e dinheiro e espera-se que seja concluída no segundo semestre de 2024, sujeita à satisfação das condições habituais de fecho, incluindo a receção de determinadas aprovações regulamentares.

A CWT presta serviço a 4.000 clientes e gera, aproximadamente, 850 milhões de dólares de receita (cerca de pouco mais de 785 milhões de euros) e 70 milhões a 80 milhões de dólares (entre 65 a 75 milhões de euros) de EBITDA ajustado em 2024.

Paul Abbott, CEO do Amex GBT, refere, no comunicado que anuncia esta compra, que “trazer a CWT para o modelo comprovado de software e serviços do Amex GBT criará mais opções para os clientes, mais oportunidades para as pessoas e mais valor para os acionistas.”

Após o fecho da aquisição, os clientes da CWT terão acesso ao software e aos serviços próprios do Amex GBT para viagens e despesas, incluindo o Neo1, o Neo e o Egencia, para além do Select, que permite aos clientes integrarem-se com parceiros tecnológicos líderes. Os clientes terão acesso à mais vasta carteira de serviços profissionais, incluindo reuniões e eventos, consultoria e soluções de sustentabilidade, e o mercado da Amex GBT dará acesso aos conteúdos mais completos e competitivos do sector.

Patrick Andersen, diretor executivo da CWT, afirma, por sua vez, que “a união de forças com o Amex GBT ajuda a acelerar a nossa visão de um futuro tecnológico para as viagens de negócios, em que as pessoas e a tecnologia se combinam para proporcionar uma experiência excecional ao cliente”.

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Empresas de viagens, transporte e logística pretendem reduzir impacto das TI no ambiente

Um estudo levado a cabo pela Colt Technology Services, empresa de infraestruturas digitais, deu conta que uma em cada quatro empresas de viagens, transporte e logística mencionou que as suas principais prioridades são a compreensão (24%) e a redução (25%) do impacto da sua infraestrutura de tecnologias da informação (TI) no ambiente.

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Os inquiridos deste setor revelaram-se mais propensos do que outros a dar prioridade a novas aplicações colaborativas e de comunicação, com uma percentagem de 31% – 11 pontos percentuais acima da média do setor. As empresas questionadas desta indústria são também as mais inclinadas a considerar que a integração de novas geografias nas redes da sua empresa são uma prioridade – quase um em cada quatro empresas (23%).

Os resultados deste estudo têm por base um inquérito aplicado entre 30 de novembro e 14 de dezembro de 2023 a 1.114 diretores de TI e responsáveis por serviços de infraestruturas digitais em vários setores de atividade em empresas de 12 países, nomeadamente Estados Unidos da América (EUA), Reino Unido, França, Alemanha, Holanda, Espanha, Itália, Suécia, Dinamarca, Singapura, Japão e Hong Kong.

Em nota de imprensa, a Colt Technology Services afirmou que este estudo “sublinha a preocupação crescente em torno do impacto ambiental das redes informáticas”, já que um em cada cinco dos inquiridos (20%) posicionou a «compreensão do impacto ambiental da sua infraestrutura de TI» entre as suas três principais prioridades.

Já 19% referiu a redução do impacto ambiental da sua infraestrutura de TI como uma prioridade, com Espanha a posicionar-se como o país, dentro dos inquiridos, que mais se comprometeu a identificar (28%) e a reduzir (26%) o impacto ambiental.

Empresas de TI esperam aumentos nos orçamentos em tecnologia
No mesmo documento, a empresa de infraestruturas digitais referiu que o estudo “revela otimismo nos orçamentos destinados às tecnologias”, já que quase oito em cada dez das empresas inquiridas (79%) esperam aumentar os seus orçamentos de tecnologia nos próximos três anos.

Os mais otimistas quanto ao crescimento dos seus orçamentos são os diretores de TI de Hong Kong (92%), Singapura (89%) e do Japão (84%), sendo que as principais prioridades a nível de investimento dizem respeito à melhoria da segurança (apontada por 40% dos inquiridos) e à inclusão de recursos de IA e machine learning (31%).

O estudo também conclui que uma em cada quatro empresas está a utilizar a sua infraestrutura de TI para explorar novos fluxos de receitas – um valor que aumenta para cerca de uma a cada três empresas no Japão (31%) e nos EUA (30%).

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Amadeus adquire especialista em pagamentos de viagens

A aquisição da Voxel pela Amadeus irá melhorar a experiência de pagamento entre os diferentes intervenientes no ecossistema de viagens.

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A Amadeus adquiriu a Voxel, um dos principais fornecedores de soluções de faturação eletrónica e de pagamento B2B para agências de viagens, hotéis e outros intervenientes no setor das viagens.

Esta transação reforçará, segundo a Amadeus, “a visão de proporcionar uma experiência de pagamento sem falhas para o setor das viagens, admitindo, igualmente, que “complementará o negócio de pagamentos da Amadeus, Outpayce, melhorando a sua atual linha de produtos para agentes de viagens, enquanto se expande para a área hoteleira.

A adição das soluções da Voxel à atual oferta da Amadeus significa acesso a uma gama mais vasta de serviços de pagamento para agentes de viagens e uma forma mais automatizada de gestão de faturas eletrónicas para operadores turísticos, TMCs, agregadores de hotéis e hotéis. A aquisição da Voxel também ajudará a Amadeus a servir melhor os seus clientes empresariais, automatizando ainda mais a experiência de viagens de negócios, desde as reservas e pagamentos até à gestão de despesas.

Decius Valmorbida, presidente, Viagens Amadeus, refere que a aquisição da Voxel “traz uma linha complementar de soluções para enriquecer a oferta de ponta a ponta da Amadeus, aproveitando a tecnologia inteligente para beneficiar a indústria e o ecossistema de viagens em geral”.

O responsável adianta ainda que “os pagamentos estão presentes em todas as fases da experiência de viagem. Para tornar a experiência de viagem melhor, é crucial garantir pagamentos ágeis, integrados e até invisíveis. Temos agora uma equipa de especialistas apaixonados por pagamentos e uma vasta gama de clientes que poderão tirar partido das capacidades da Amadeus e da Voxel em conjunto”.

Do lado da Voxel, Àngel Garrido, CEO da empresa, acrescenta que a Amadeus tem um alcance global, com especialistas em viagens e tecnologia a trabalhar para tornar as viagens melhores e conectadas de ponta a ponta. Estes atributos, combinados com as raízes profundas da Amadeus no setor das viagens, resultaram numa oportunidade única para a Voxel e a Amadeus crescerem mais rapidamente e integrarem tecnologia inovadora e automatizada, melhorando não só os processos para os agentes de viagens, mas também para os fornecedores de viagens. A combinação da nossa tecnologia, das nossas equipas, das nossas fortes culturas empresariais alinhadas e das nossas ligações irá, sem dúvida, aproximar-nos um pouco mais de pagamentos de viagens mais simples e fáceis”.

David Doctor, CEO da Outpayce, salienta, por sua vez, que, “desde a criação da Outpayce, o negócio de pagamentos da Amadeus, tem como objetivo reforçar a oferta atual e desenvolver um ecossistema de pagamentos integrado ao qual as empresas de viagens se possam ligar e aceder às mais recentes inovações fintech”, reforçando que “a aquisição da Voxel permite-nos fazer as duas coisas”.

De referir que a Voxel é especializada em faturação eletrónica e pagamentos eletrónicos B2B, com a plataforma Bavel da Voxel a gerir os processos de pagamento eletrónico de ponta a ponta. Mais de 50.000 hotéis, mais de 1.000 operadores turísticos e empresas de viagens, e mais de 3.000 restaurantes e franchisings em mais de 100 países beneficiam atualmente desta plataforma. É constituída pelo Bavel Pay, Bavel Billing e Bavel Procurement, e gere mais de 100 milhões de transações por ano.

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Utilização de IA pelos agentes de viagens e apps personalizadas é uma certeza no futuro

Que a Inteligência Artificial (IA) está aí, ninguém duvida. Que fará parte do futuro, é outra certeza. Por isso, Charuta Fadnis, vice-presidente sénior da Phocuswright, chamou a atenção para os que “subestimam a relevância da aplicação e aplicabilidade desta tecnologia”.

Victor Jorge

A indústria do turismo teve uma excelente recuperação da pandemia, mas está a passar por uma “mudança fundamental”. Na ITB Berlim, Charuta Fadnis, vice-presidente sénior da Phocuswright, falou sobre a importância crescente da IA generativa, ao mesmo tempo que olhou para além desta tendência para o futuro.

De acordo com Fadnis, a IA generativa afetou tanto os fornecedores como os clientes. Cerca de 80% das pessoas de todas as idades estavam cientes da existência e da importância desta tecnologia. No entanto, “existem diferenças significativas entre países e grupos etários no que respeita à utilização pessoal”, afirmou. “Nos EUA, cerca de 50% dos inquiridos sentiam-se à vontade com os modelos de linguagem de grande dimensão (Large Language Models, LLM sigla em inglês), contra 35% na Alemanha e 30% em França”.

“As empresas que incluem a IA na apresentação online dos seus serviços têm conseguido aumentar significativamente o seu volume de negócios”, mencionado Charuta Fadnis o Tripadvisor que, nos primeiros três meses após a introdução de um serviço interativo, conseguiu, em média, triplicar o volume de negócios por cliente em comparação com os clientes normais do Tripadvisor.

Charuta Fadnis também lançou um olhar para o futuro, prevendo que os agentes virtuais assumirão as reservas dos viajantes. “Não podemos ignorar a IA, pois o seu efeito será transformador. Talvez algumas pessoas sobrestimem o seu impacto a curto prazo, mas provavelmente há muitas que subestimam o seu efeito a longo prazo”, frisou Fadnis.

“A IA tem o potencial de não só facilitar a vida dos viajantes, mas também de, nalguns casos, a tornar mais difícil – se, por exemplo, for utilizada para gerar um grande volume de críticas falsas e tentar os consumidores a fazer reservas de que mais tarde se arrependerão. Uma forma de evitar esta situação passa por combinar a IA generativa com a tecnologia blockchain, garantindo uma identificação fiável dos utilizadores e tornando a utilização indevida muito mais difícil”, advertiu a vice-presidente sénior da Phocuswright.

Na ITB Berlin, Charuta Fadnis também apresentou os resultados do último inquérito sobre turismo e sustentabilidade, salientando que “os clientes precisam de fazer um esforço maior neste domínio”, já que apesar de 50% dos inquiridos terem afirmado que as normas ambientais e os critérios de proteção do clima determinavam as suas escolhas de transporte e alojamento, apenas 10% o fizeram na prática.

“Muitos viajantes esperam que os operadores turísticos, os governos e os destinos assumam a responsabilidade por uma experiência de viagem sustentável”, concluindo Charuta Fadnis, que “é importante que os consumidores também participem. Isto pode ser conseguido definindo e comunicando claramente as normas – e dando recomendações ‘palpáveis’ e realistas aos viajantes”.

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NDC da Travelport+ distribui conteúdos e serviços da Iberia

Os conteúdos e serviços da Iberia passam a estar disponíveis através da norma NDC aos agentes Travelport+.

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A Iberia e a Travelport passam a oferecer conteúdos e serviços NDC (New Distribution Capability) na plataforma Travelport+. Os agentes que utilizam a Travelport+ poderão visualizar e comparar as tarifas NDC da Iberia e os serviços auxiliares num único local, facilitando a identificação e a reserva das melhores opções para os seus viajantes.

Para Celia Muñoz Espín, diretora de Estratégia Comercial e Distribuição da Iberia, “a adição da Travelport ao NDC é um marco fundamental na profunda transformação que está a ocorrer na nossa indústria. Com esta aliança, oferecemos uma gama mais alargada de opções às agências de viagens que utilizam o Travelport+ e, ao mesmo tempo, os clientes beneficiarão de um maior número de alternativas e de uma experiência melhorada”.

Sobre a Travelport, a diretora da Iberia frisa que se trata de um fornecedor de tecnologia “bem conhecido no setor das viagens que está a evoluir para o futuro do marketing”. Por isso, considera que, para a Iberia, “é importante estabelecer parcerias com fornecedores de tecnologia com uma vasta experiência e que possam satisfazer as nossas exigências de inovação centrada no cliente”.

Já Jason Clarke, Commercial Diretor, Travel Partners da Travelport, refere que “através do Travelport +, os utilizadores das nossas agências podem comprar e gerir os voos dos seus clientes sem problemas, com acesso a todas as ofertas dinâmicas de produtos e acessórios da Iberia num só lugar.”

De resto, Jason Clarke salienta que a empresa está a “acelerar o fornecimento de soluções NDC completas para os nossos parceiros aéreos, como a Iberia, para que a fonte de conteúdo não seja um fator para as agências e empresas de gestão de viagens (TMC) que precisam de criar experiências modernas de venda a retalho e de serviços para os seus viajantes.”

A Travelport está também a fornecer às suas agências parceiras as capacidades necessárias para servir os viajantes diretamente, permitindo aos agentes modificar, alterar ou cancelar reservas NDC da Iberia quando necessário. Os clientes das agências da Travelport em Portugal, o primeiro país em que o acordo está a ser implementado, são os primeiros a ter acesso à solução completa Iberia NDC na Travelport+, esperando-se que os restantes mercados tenham acesso nas próximas semanas.

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LUGGit fecha ronda de investimento no valor de 1,8 M€  

A empresa de gestão de bagagens fechou uma nova ronda de investimento de 1,8 milhões de euros em que participaram a GED Ventures Portugal, Caixa Capital e Portugal Ventures, alcançando os 2,2 milhões de euros de investimento total.

Victor Jorge

A LUGGit fechou uma nova ronda de investimento de 1,8 milhões de euros, operação liderada por GED Ventures Portugal e Caixa Capital, fundos de investimento centrados em empresas portuguesas aos quais acompanha a Portugal Ventures, fundo que já investiu previamente na empresa.

Criada em 2019 com sede em Portugal e reconhecida como a segunda solução mais inovadora no setor pela Organização Mundial de Turismo em 2020, a LUGGit é uma empresa que se dedica à recolha, armazenamento e entrega de bagagem no local e hora que os clientes escolherem. A empresa, que começou a operar em Lisboa e Porto conta hoje com operação em cinco cidades distribuídas por três países diferentes.

Depois de ter crescido em todos os seus aspetos, depois de em 2021 ter redefinido o seu foco, alcançando acordos com mais de 2.000 proprietários e gestores de alojamento turístico, a LUGGit cresceu começou, em 2022, a operar em Praga e Barcelona, expansão internacional que culminou com a abertura de Madrid em julho de 2023. Uma expansão que fez com que a empresa conseguisse alcançar mais de 10.000 clientes, e faturar desde já, mais do dobro este ano, comparado com 2022.

Ricardo Figueiredo, CEO e co-fundador de LUGGit, destaca que a chave do êxito está “em manter a excelência e satisfação dos clientes como nossa essência. Os investidores percebem a importância desta forma de trabalhar e graças à sua colaboração e confiança podemos continuar a avançar no nosso plano de expansão, que tem como objetivo abrir mercados em 7 cidades europeias novas localizadas em 3 países diferentes e aumentar a nossa equipa com 8 novas contratações durante o próximo ano.”

Para Francisco Lino Marques, partner e membro do Conselho de Administração da GED Ventures Portugal, “a LUGGit é uma das mais promissoras start-ups portuguesas de Logistics Tech, pelo que este investimento permitirá acelerar o desenvolvimento tecnológico, posicionado esta solução como uma das mais inovadoras do setor do turismo.”

Já Pedro Rangel, presidente do Conselho de Administração da Caixa Capital, destaca que, “através deste investimento, a Caixa Capital reforça a sua estratégia no apoio a empreendedores nacionais, cujos projetos apresentam um foco no desenvolvimento de produtos e serviços inovadores, de elevado potencial e orientados para o mercado global. No caso específico da LUGGit, identificámos uma oportunidade diferenciadora de transformação e melhoria da experiência turística, associada ao transporte e armazenamento de bagagens com o recurso a uma app.”

Por último, Pedro Mello Breyner, vogal Executivo da Portugal Ventures, refere que “a Portugal Ventures investiu na LUGGit em 2019 pouco depois de iniciarem a sua atividade em Lisboa e Porto. Desde essa data, tem sido um orgulho acompanhar a equipa de promotores, sendo estes um exemplo de resiliência na superação dos diversos desafios que foram surgindo, nomeadamente dois anos de pandemia. Com presença em algumas das cidades mais turísticas da Europa, esta ronda de investimento é um passo importante para a equipa de promotores implementar o reforço da sua estratégia de internacionalização, que irá permitir o crescimento da empresa em recursos humanos qualificados e contribuindo para a melhoria da visibilidade de Portugal como um exemplo de boas práticas na dinamização do empreendedorismo.”

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Consultia Business Travel simplifica oferta Destinux

A nova oferta da Consultia Business Travel passa de seis tipos de produtos para apenas dois – Freemium e Premium – para tornar acessível a qualquer empresa melhorar a sua experiência de gestão de viagens e, ao mesmo tempo, poupar.

Publituris

A Consultia Business Travel, empresa especializada na gestão integrada de viagens de negócios, acaba de simplificar a sua plataforma Destinux com dois novos planos: Freemium e Premium. Esta alteração coloca à disposição dos clientes ofertas em função do orçamento das suas viagens de negócios, surgindo esta oferta no âmbito da sua estratégia de democratização da tecnologia Destinux.

Freemium é a versão gratuita de Destinux projetada para atender às necessidades de um mercado pouco estruturado, sendo avaliado em mais de 1.000 milhões de euros em despesas de viagens de negócios apenas em Portugal.

A partir deste plano, as empresas podem aceder aos serviços básicos da Destinux sem custos de subscrição, permitindo uma gestão mais eficientes das suas viagens de negócios. O Freemium, permite, ainda, às empresas ter acesso gratuito ao módulo de reservas Destinux (não sendo necessário ter subscrição anual), por cada pedido registado é emitida uma fatura, apoio a incidências e um máximo de cinco utilizadores por registo.

Já o pacote Destinux Premium, permite que os clientes contratem uma gama de serviços a partir de 49 euros por mês, no caso de empresas com um orçamento de viagens corporativas inferior a 40 mil euros por ano. Este modelo, foi especialmente desenvolvido para as empresas que desejem automatizar a gestão de viagens corporativas sem prescindir de um atendimento humano personalizado quando necessário, que se traduz na satisfação e poupanças significativas às empresas, num mercado que vale mais de um bilião de dólares a nível mundial.

As vantagens do Destinux Premium passam pela implementação de uma política de viagens, que confere aos utilizadores maior segurança; autorizações automatizadas, fornecendo mesmo um maior controlo sobre as suas viagens; as despesas e o orçamento são atribuídos a departamentos específicos, para uma fácil organização e pagamento; elabora e  controla orçamentos, para os utilizadores terem em conta os seus gastos; calcula o retorno de investimento (ROI) das viagens, para demonstrar quais são as melhores soluções para os utilizadores; integra os dados com sistemas ERP, para gerir e planear os recursos empresariais de cada utilizador; este modelo permite digitalizar as despesas de deslocação, para reduzir a utilização de papel, tal como, oferece a compensação das emissões de carbono (CO2), sendo assim um serviço amigo do ambiente.

Além disso através do Destinux Premium é possível ter acesso a toda a informação e documentação online a qualquer momento; conciliação dos cartões, para que os utilizadores possam ter acesso a mais ofertas; oferece um suporte personalizado, para ajudar os utilizadores com todas as questões que relacionadas com as suas viagens.

O CEO da Consultia Business Travel, Carlos Martinez, salienta que o objetivo com esta evolução do produto é tornar o Destinux “acessível a todas as empresas, quer confiem a gestão das suas viagens corporativas a uma empresa especializada, quer ainda a gerem internamente”.

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