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Cabo Verde: Expotur na ilha do Sal de olho em novos mercados para vencer sazonalidade

A VIII edição da Feira de Turismo e Artesanato (Expotur) vai decorrer, de 21 a 23 de outubro, na ilha cabo-verdiana do Sal, com os olhos postos em novos mercados.

Carolina Morgado
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Cabo Verde: Expotur na ilha do Sal de olho em novos mercados para vencer sazonalidade

A VIII edição da Feira de Turismo e Artesanato (Expotur) vai decorrer, de 21 a 23 de outubro, na ilha cabo-verdiana do Sal, com os olhos postos em novos mercados.

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Com 60 stands projetados, a Expotur regressa este ano, após algum interregno, movimentando a cidade turística de Santa Maria com a participação de mais de 15 países da CEDEAO, destacando-se a participação das empresas cabo-verdianas, nomeadamente hotéis, entre alguns municípios do país.

O anúncio foi feito durante uma conferência de imprensa conjunta, entre o presidente da Câmara do Turismo de Cabo Verde (CTCV), Jorge Spencer Lima, e a administradora da Feira Internacional de Cabo Verde (FIC), Angélica Fortes.

Promovido pela FIC, com apoio institucional da Câmara de Turismo e do Governo, através do Ministério do Turismo, o evento, que visa vender e promover Cabo Verde enquanto destino turístico põe foco em novos mercados, que venham particularmente na considerada época baixa, isto é, de maio a setembro, para fazer face à sazonalidade considerada ainda muito presente, através da diversificação da procura turística.

Na ocasião, Jorge Spencer Lima, reiterou que a alternativa para que a época baixa possa trazer benefícios para o turismo em Cabo Verde, há que ter em conta três segmentos, isto é, o turismo interno, a diáspora, e o turismo regional, conforme citado pela imprensa cabo-verdiana.

“É preciso trabalhar esses aspetos, fazer pacotes acessíveis “, disse o presidente da Câmara do Turismo de Cabo Verde, para indicar que esta Expotur deve ser vista nestes aspetos fundamentais, canalizar o turismo da África Ocidental, dentro desse quadro de promoção do turismo de Cabo Verde.

À margem da feira temática, os participantes poderão assistir a um workshop, uma conferência internacional, abordando temas como “O turismo da África Ocidental – Que perspetivas”, e “Como implementar o turismo de cruzeiro na África Ocidental”.

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Os “novos” desafios dos eventos

A pandemia veio trazer a necessidade de uma renovação por parte de quem organiza eventos e congressos. Os “novos” desafios passam por reforçar as experiências, a autenticidade e proporcionar momentos únicos. O aumento dos preços, contudo, não ajuda, mas os empresários mostram-se otimistas para 2023.

Victor Jorge

Os dois anos de pandemia vieram trazer alterações ao setor dos eventos, congressos e animação turística. Embora a pandemia ainda esteja “viva”, a recente guerra na Ucrânia veio trazer novos desafios que foram expostos no 11.º Congresso da Associação Portuguesa de Empresas de Congressos, Animação Turística e Eventos (APECATE), realizado em Elvas e Campo Maior.

Para Paula Almeida, da Factor Chave, os desafios são “inúmeros” e são “reforçados com o regresso do presencial”. E se as “atitudes e necessidades” dos clientes mudaram, também o tempo para responder aos orçamentos solicitados encurtou brutalmente. “Se antes da pandemia tínhamos uma semana ou duas para dar uma resposta a um cliente, durante a pandemia esse tempo encurtou para 24 ou 48 horas, por causa do digital, mantendo-se, atualmente, essa exigência”. Contudo, referiu Paula Almeida, “os orçamentos que nos solicitam agora já não são para o digital, mas para o físico e isso tem outras implicações”, salientando uma “maior ansiedade por parte dos clientes”.

Luís Montez, responsável da Música no Coração, destacou que Portugal tem as melhores condições do mundo para organizar eventos, embora reconheça “entraves como uma regulamentação excessiva em certas e determinadas questões”, apontando a atuação da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) como “intransigente” que condiciona muito a restauração nos eventos. “Se a ASAE fosse a qualquer concerto nos EUA, fechava-os imediatamente”, salientou. “Esta atuação condiciona a experiência que podemos e queremos dar ao nosso público”.

O organizador de festivais como o Super Bock Super Rock e MEO Sudoeste, salientou o clima, as pessoas, a tranquilidade e paz, gastronomia, bem como os preços baratos como fundamentos que trazem os espectadores a Portugal. “Os artistas são iguais em qualquer parte do mundo. O que nos diferencia são, de facto, as experiências que oferecemos”, admitindo que para o futuro o objetivo passa por “consolidar o público português e trazer mais público estrangeiro”.

Neste campo, admite, as campanhas no digital são a “nova arma”, já que “é a forma mais barata e rápida de atingir o público”.

Para o sucesso da captação de público para os eventos, Lídia Monteiro, do Turismo de Portugal, destacou o trabalho desenvolvido ao nível da “Marca Portugal”, considerando que o setor do turismo tem sido quem mais tem melhorado a reputação da marca no exterior. Contudo, admitiu que “precisamos de mais marcas portuguesas para aumentar essa reputação e valor”.

Rui Ribeiro, responsável pelo QSP Summit, colocou, por sua vez, a tónica na “relevância e inovação” que é preciso dar aos eventos. “Não podemos replicar o que foi feito anteriormente. Isso não acrescenta valor e o público, atualmente, quer ser surpreendido”. Isso passa, igualmente, por dar “sempre novos conteúdos, experiências únicas e enriquecedoras”

Neste campo, Rui Ribeiro considera que o digital não traz valor, até porque, em Portugal, “não se paga por uma conferência online, tal como acontece lá fora” e tal como Luís Montez, também no caso da QSP Summit o objetivo é trazer mais público internacional para o evento.

Paula Almeida deixou, no entanto, o reparo de que “podemos ter o objetivo de trazer grandes conferências e eventos para Portugal, mas depois somos confrontados com a falta de espaços, infraestruturas de dimensão relevante para atrair os clientes”, considerando que “o destino tem alguma influência, mas também condiciona nesta vertente dos espaços”.

Quanto ao tema da sustentabilidade e da relevância da mesma, Luíz Montez foi bem claro: “hoje o nosso público já escolhe um evento em função da pegada que deixa. As gerações mais novas não querem ir a eventos que não tenham essas preocupações. Não há volta a dar”.

Lídia Monteiro considera, contudo, que esta preocupação não cabe somente a quem organiza, mas “a toda a cadeia de valor, desde a organização, às empresas patrocinadoras, comunidade local e público”.

Neste campo, Luís Montez admite mesmo que uma eventual despreocupação com a questão ambiental poderá ter “um custo reputacional”, considerando que “sermos e mostrarmos que somos sustentáveis vende bilhetes” e que as próprias marcas patrocinadoras “não querem associar-se a eventos que não possuam essa preocupação”.

Relativamente ao futuro, Paula Almeida considera-se otimista, embora reconheça que “existe um desafio constante com os custos” e que o próprio cliente “já percebeu que, eventualmente, terá de abdicar de algo por causa do aumento dos preços”.

Também Luís Montez, Rui Ribeiro e Lídia Monteiro apontaram os “sinais positivos” que existem, reconhecendo, no entanto, as cautelas que é preciso ter.

A responsável do Turismo de Portugal concluiu ainda que um dos grandes desafios para o futuro é fazer com que “quem nos visita prolongue a sua estadia para além do evento para um tempo de lazer”.

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ABAV Expo 2023 aumenta área para atender procura

A ABAV Expo 2023, que regressa na sua 50ª edição, regressa ao Riocentro (Rio de Janeiro), de 27 a 29 de setembro, aumenta área em mais de 40% para atender a procura de expositores e novos projetos com foco na qualidade da experiência do visitante.

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As reservas para a maior feira do setor do Turismo do Brasil superaram expectativas e a organização decidiu aumentar a área útil do evento, que terá mais expositores e projetos diferenciados, adicionando valor à experiência dos visitantes de todos os perfis.

A edição de 50 anos da ABAV Expo, com abertura oficial no Dia Mundial do Turismo, 27 de setembro deste ano, terá mais de 37 mil metros quadrados e promete fazer história.

O início das vendas para 2023 aconteceu no final do evento, em setembro do ano passado em Recife, quando a feira estava projetada para acontecer nos 26.431 metros quadrados dos pavilhões 1 e 2 do Riocentro. Naquela data as reservas já totalizaram 67% da área projetada para 2023. Antes mesmo do final de 2022 foi preciso repensar o projeto original.

Houve aumento da procura e oferta de projetos interessantes aos diversos públicos do Turismo.  Com os espaços praticamente tomados, a organização definiu por usar os maiores pavilhões, 3 e 4, aumentando em 40,66% a área total do evento, assim como optou por oferecer uma experiência totalmente integrada. Um dos pavilhões será dedicado aos destinos nacionais e internacionais, e outro acolherá os demais expositores do trade turístico.

A área de formações e palestras, gratuitas ao público, estará integrada no pavilhão 4, com espaços temáticos e oficinas, e trará inovações importantes em ESG e tecnologia.

 

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“Gerir na incerteza. Rethink the future” é tema do XIX Congresso Nacional da ADHP em Albufeira

“Gerir na incerteza. Rethink the future” é o tema da 19.ª edição do Congresso Nacional da ADHP – Associação dos Diretores de Hotéis de Portugal, que terá lugar nos dias 30 e 31 de março de 2023 no NAU Salgados Palace, em Albufeira (Algarve).

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No ano em que celebra as bodas de ouro, a ADHP anuncia a realização do seu XIX Congresso, nos dias 30 e 31 de março deste ano, a abertura das candidaturas, até 12 de fevereiro, para os Prémios Xénios 2023, bem como o lançamento do novo website.

O XIX Congresso Nacional da ADHP voltará a acolher a cerimónia de atribuição dos Prémios Xénios 2023 – Excelência na Hotelaria, durante um jantar no final do primeiro dia do encontro anual.

Refira-se que os Xénios 2023 vão distinguir os profissionais portugueses da direção hoteleira que se tenham destacado no ano de 2022. Os galardões são atribuídos segundo um conjunto de diferentes categorias: Melhor Diretor de Hotel, Melhor Diretor de Alojamentos, Melhor Diretor de F&B, Melhor Diretor Comercial/Marketing e Vendas, Melhor Jovem Diretor, Melhor Gestor de Potencial Humano e Melhor Parceiro de Negócios. À semelhança das edições anteriores, a ADHP voltará a atribuir o Prémio Carreira a uma individualidade de destaque no setor.

As candidaturas aos Xénios 2023 estarão abertas de 31 de janeiro a 12 de fevereiro, devendo ser enviadas por e-mail para [email protected], juntamente com um texto justificativo, resumindo o motivo da proposta, bem como um curriculum vitae que descreva e comprove a experiência profissional ou as ações desenvolvidas em 2022. Além das candidaturas autónomas, os associados da ADHP poderão também propor candidatos para qualquer categoria. Apenas serão aceites as candidaturas de profissionais que tenham estado ao serviço durante a maior parte do ano de 2022.

Com uma imagem renovada e um layout otimizado, o website foi desenvolvido para oferecer aos associados um espaço mais funcional, acessível e organizado, onde poderão encontrar todos os recursos e novidades sobre a associação – desde a formação às iniciativas que a ADHP desenvolve ao longo do ano.

A propósito da 19ª edição do Congresso, o presidente da ADHP realça que “ao longo dos anos, os nossos encontros anuais têm constituído verdadeiros fóruns de debate e troca de ideias entre players de referência no turismo e na hotelaria. Este ano não será diferente”.

Fernando Garrido, sublinha que “vamos juntar a esse dinamismo o espírito de comemoração do nosso 50.º aniversário, e esperamos fazê-lo na companhia dos nossos associados, parceiros e dos stakeholders que, durante este meio século, têm participado ativamente na vida da ADHP”.

O dirigente lembra, por outro lado que “os Xénios 2023 voltarão a distinguir os profissionais que contribuem diretamente para a posição de referência que a hotelaria portuguesa ocupa a nível internacional”.

 

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ITB Berlim tem nova diretora

Deborah Rothe sucede a David Ruetz na liderança da ITB Berlim, feira que se realiza na capital germânica de 7 a 9 de março de 2023.

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01Deborah Rothe é a nova diretora da ITB Berlin, depois de, em dezembro de 2022, ter assumido o cargo de vice-presidente sénior da “Travel + Logistics” na Messe Berlin, na qual tinha a responsabilidade da ILA Berlin Airshow, bem como a marca umbrela ITB e o desenvolvimento estratégico.

Com efeitos imediatos, Deborah Rothe assume a liderança como diretora e project manager da ITB Berlim, evento que se realiza de 7 a 9 de março de 2023.

Deborah Rothe substitui David Ruetz que assumir ao cargo de diretor da feira em 2022, tendo o seu papel sido considerado essencial na construção da marca global ITB, tendo liderado a criação da ITB Ásia, em Singapura, e a ITB China, em Xangai. Além disso, Ruetz identificou o potencial do mercado da Índia e apoiou o desenvolvimento da ITB Índia que, após duas edições virtuais, realizar-se-á de forma presencial pela primeira vez em Bombaim.

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BIT Milão de olhos postos no futuro do turismo

O futuro do turismo vai “aterrar” na BIT – Bolsa Internacional de Turismo, que terá lugar de 12 a 14 de fevereiro, em Milão.

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Megatendências, inovação, sustentabilidade, qualidade e inclusão estarão no centro das atenções na edição deste ano, onde se destaca a proposta do Metaverso aplicado ao setor, bem como a evolução do enoturismo e uma vasta gama de ofertas de viagens.

A Feira será inaugurada pela ministra italiana do Turismo, Daniela Santanchè, enquanto as grandes tendências serão abordadas nos dias seguintes, em mais de 40 conferências. Operadores da indústria, especialistas, académicos e representantes de empresas e associações animarão análises e debates que vão desde a beleza natural dos territórios às possibilidades oferecidas pela tecnologia, até os nómades digitais.

Estão igualmente previstos diversos workshops profissionais sobre estratégias comerciais e inovações ao nível dos cruzeiros, intermodalidade, segmento de luxo e LGBTQ+.

Uma atenção especial será dada ao Metaverso, bem como à abordagem sustentável que inclui a medição da pegada de carbono.

Segundo Luca Palermo, CEO da Fiera Milano, serão mais de 1.000 destinos e 500 top compradores de 54 países que participam na BIT, que pretende ser também um evento de relançamento do setor do turismo, fortemente penalizado pela pandemia de Covid. “Os números sugerem um retorno aos níveis pré-pandemia em 2023”, tanto ao nível de profissionais como do público em geral.

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Odemira recebe “Encontro Anual de Técnicos de Turismo do Alentejo e Ribatejo”

Os cerca de 120 técnicos e responsáveis autárquicos, terão a oportunidade de conhecer um pouco melhor a gastronomia e o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido no âmbito da promoção turística no concelho de Odemira.

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O concelho de Odemira vai receber o “Encontro Anual de Técnicos de Turismo do Alentejo e Ribatejo”, entre os dias 27 e 29 de janeiro, numa iniciativa da Entidade Regional de Turismo e do Município.

Esta iniciativa tem por objetivo dar a conhecer o território de Odemira, promover o contacto e partilha de experiências e boas práticas entre os cerca de 120 participantes.

Os trabalhos iniciam no dia 28 de janeiro, no auditório da Biblioteca Municipal José Saramago, em Odemira, com a apresentação da Associação Rota Vicentina, por Marta Cabral e da Associação das Casas Brancas – Associação de Turismo de Qualidade do Litoral Alentejano e Costa Vicentina, por Mónica McGill. A sessão de abertura conta com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Odemira, Hélder Guerreiro e do Vereador, Ricardo Cardoso.

Após este primeiro momento, segue-se uma vista ao Espaço CRIAR e a Loja da CACO- Associação de Artesãos do Concelho de Odemira. A manhã encerra com uma mostra e prova de produtos regionais no Mercado Municipal de Odemira.

Durante a tarde os participantes terão a oportunidade de conhecer o empreendimento turístico “Craveiral Farmhouse by Belong Staying & Feeling”, na freguesia de São Teotónio e um dos pontos de turísticos emblemáticos do concelho, o Cabo Sardão, situado na localidade do Cavaleiro.

O último dia do Encontro Anual de Técnicos de Turismo do Alentejo e Ribatejo fica marcado por uma visita ao centro histórico de Vila Nova de Milfontes guiada pelo historiador Professor António Quaresma, que partirá do Forte de São Clemente.

Durante este fim de semana, os cerca de 120 técnicos e responsáveis autárquicos, terão a oportunidade de conhecer um pouco melhor a gastronomia e o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido no âmbito da promoção turística no concelho de Odemira.

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Abertas inscrições para participação na WTM – Latin America em São Paulo

Estão abertas as inscrições para participação na edição de 2023 da World Travel Market Latin America (WTM-LA), que terá lugar entre os dias 3 e 5 de abril, no Expo Center Norte, em São Paulo (Brasil).

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A assinalar o seu décimo aniversário, a WTM – LA é considerada o principal evento B2B da indústria de viagens na América Latina, voltado para a realização de negócios, e que combina a oferta de conhecimento e conteúdo qualificado com o networking.

Grandes líderes e profissionais de turismo interessados no mercado latino-americano já estão confirmados para o encontro que facilita a prospeção e realização de negócios, além de destacar as principais novidades, tendências e transformações do setor. A feira é destinada a profissionais de turismo de todo o mundo.

A World Travel Market Latin America propõe-se levar a América Latina ao mundo e trazer o mundo à América Latina, especialmente nas áreas do lazer, M&I e Corporativo, enquanto espaço de encontros para a promoção de negócios no âmbito da indústria turística.

Em 2022, o evento reuniu 20 mil pessoas para explorar a oferta dos 565 expositores e conferir a programação dos três teatros temáticos. O foco em negócios segue como o pilar que norteia a área de exposição e a programação de palestras que, este ano, tem o mote “Descobrindo Novos Horizontes”.

A organização da feira confirmou também a realização da cerimónia de entrega da terceira edição do Prémio de Turismo Responsável, que reconhece as iniciativas mais inspiradoras no turismo sustentável e responsável na região.

 

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Edição 2023 da FIT Guarda suspensa por falta de garantias de financiamento

Sem garantias de financiamento, calculado em mais de 1,1 milhões de euros, a Câmara Municipal da Guarda decidir suspender a realização da edição deste ano da Feira Ibérica de Turismo, que estava agendada para decorrer entre os dias 28 de abril e 01 de maio.

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“Este ano, não vai haver FIT. O município da Guarda não pode despender mais de 1,1 milhões de euros na FIT, sem que haja um financiamento musculado para a mesma”, declarou o presidente da autarquia, Sérgio Costa, citado pela Agência Lusa.

Segundo Sérgio Costa, que falava aos jornalistas, à margem da reunião camarária quinzenal, depois de o executivo que lidera ter auscultado os vereadores da oposição sobre o assunto, os eleitos do PSD não se pronunciaram, alegando que a decisão era da responsabilidade do executivo, e o vereador do PS considerou que os valores eram “muito elevados em função de outras necessidades que a Guarda tem”.

Explicou, ainda, segundo a Lusa, que em 2019, a FIT custou mais de 750 mil euros aos cofres do município e sem qualquer financiamento e, este ano, o executivo pediu uma orçamentação aos técnicos e os valores apontam para um valor que “já ultrapassa 1,1 milhões de euros”.

“Não temos, ainda, qualquer garantia sobre se no futuro quadro comunitário de apoio, no Portugal 2030, que ainda não iniciou, como bem sabemos, se haverá financiamento para isso. Mas, até lá, seja com este modelo, seja com outro modelo mais ibérico, seja qual for, sem financiamento, nós não podemos fazer a FIT nestes moldes”, justificou.

“Esperemos num futuro próximo podermos encontrar outras formas de parceria e fontes de financiamento para fazer a FIT, porque o município, sozinho, com a sua tesouraria, não pode despender anualmente de mais de 1,1 milhões de euros para fazer a FIT”, disse o autarca, que lamenta a não realização da feira este ano, apesar de considerar que se trata de “uma marca importante”, mas tem um impacto financeiro “muito, muito, mas mesmo muito elevado”.

A feira, que tem por lema “Uma feira. Dois países. O mundo”, era organizada desde 2014 pela Câmara Municipal da Guarda, no Parque Urbano do Rio Diz, mas já não tem lugar desde 2020 devido à pandemia.

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“As formas de consumo de serviços estão cada vez mais centradas na experiência”

Presente no mercado desde 2007, a HCollective oferece uma panóplia de serviços, desde eventos físicos a digitais, ‘experience boxes’, ‘booking’ de talentos a ‘storytelling’ digital. Com o ano de 2022 a revelar uma “avalanche” de eventos, André Henriques, ‘partner’ e CEO da HCollective, admite um regresso aos eventos físicos, embora saliente que se “sente uma vontade de tornar os eventos menos opulentos e dispendiosos”.

Victor Jorge

Fundada bem antes da pandemia, mais concretamente, em 2007, a HCollective posicionou-se no mercado com o objetivo de entregar algo diferenciador no mundo do entretenimento. Com a pandemia, o desafio passou “essencialmente por conseguir reajustar as nossas valências às novas necessidades”, refere André Henriques, partner e CEO da HCollective, salientando que o processo passou por “transpor o entretimento normalmente a entregar em palco para conteúdos digitais. Foram realmente anos de ajuste do que fazíamos e do que desde então passámos a fazer”, reconhece.

“Os eventos físicos foram os mais afetados e no fundo tudo o que deles dependia da produção aos artistas”, com a necessidade destes “reajustarem a forma de atuar”, dando o partner e CEO da HCollective o exemplo dos pedidos para DJ Sets e bandas que “pararam por completo”, havendo a necessidade de “começar o trabalho de adaptar novamente a oferta às necessidades”. Já os artistas digitais, como os “Insónias em Carvão”, tiveram um pico de atividade durante a pandemia que, salienta André Henriques, “se estendeu até aos dias de hoje”.

Depois de no início do ano as portas da COVID terem sido abertas, “a avalanche começou”, afirma André Henriques, reconhecendo que 2022 foi um ano “atípico, com muitos eventos, mas com um planeamento muito em cima das datas”. O que, por norma, eram pedidos com “antecedência e alguma ponderação”, em 2022 isso “logicamente não aconteceu”.

Por outro lado, os eventos digitais que ainda eram “embrionários” na estrutura da HCollective, passaram a estar na “pole position do que apresentávamos aos nossos clientes e com ótimos resultados”, dando como exemplo o prémio obtido pelo Observatório da Comunicação por um evento interno de Natal da Leroy Merlin.

Não há eventos iguais
Assim, ao longo do tempo pandémico houve uma “especialização em contar estórias, sejam elas em palco ou fora dele”, apontando André Henriques como maiores desafios os eventos e experiências ‘Taylor Made’, “feitas à medida de cada cliente”. Nesse aspeto, o responsável da empresa destaca o ‘Millennium Crush’ que “começou a ganhar tração no mercado corporativo” e o ‘I Love Baile Funk’ que “voltou a conquistar o país depois dos anos de pandemia, com um total de 42 atuações, 54 emissões de rádio e duas músicas lançadas”.

Quanto à forma de trabalhar, “todos colaboram olham para os projetos como únicos”, salientando André Henriques que “não há duas conversas iguais, não há duas pessoas iguais e como tal, não há dois eventos iguais”. Por isso, a experiência das pessoas que envolvem a HCollective permite “pensar em comunicação adaptada a entretenimento. As histórias que contamos e as que nos pedem para contar são pensadas ao detalhe”, o que faz com que “os briefings mais maçadores e pesados se transformem em conteúdo que gera aceitação, cria memórias e essencialmente surpreende”.

André Henriques, partner e CEO da HCollective

A realidade de hoje também é diferente e André Henriques reconhece que “longe vão os anos em que os clientes não tinham um grande conhecimento do trabalho de uma agência”, admitindo que hoje o mercado é “muito mais informado e à distância de um click pode refutar uma séria de variáveis envolvidas no negócio”. Assim, o partner e CEO da HCollective refere que “os clientes procuram agências em quem possam confiar na exata medida do preço/qualidade” e que “necessitam de sentir que estamos com eles a longo prazo e de braço dado”. No fundo, “sentir cada desafio como nosso e antecipar o que o futuro reserva”.

Por outro lado, as preocupações ambientais também passaram a ser parte integrante de cada briefing. “A sustentabilidade é agora uma palavra comum nos pedidos que temos e devemos atender”, incluindo André Henriques a sustentabilidade como “nova tendência” na esperança que “rapidamente passe a hábito permanente”.

Regresso ao passado
Com a pandemia a desvanecer, os pedidos para eventos digitais são hoje “escassos” e a grande maioria das empresas voltou a juntar fisicamente os colaboradores para celebrações, reuniões e outros eventos. Isso faz com que os eventos híbridos sejam em maior número que em período de pré-pandemia, embora o responsável da HCollective afirme que “não sejam uma tendência com grande impacto”.

Quanto ao futuro, André Henriques destaca que “as formas de consumo de serviços estão cada vez mais centradas na experiência”, embora saliente que, por vezes, “esquecemo-nos que ela [experiência] já existe e que muitas vezes não é boa”. Por isso, tratar dos essenciais de um evento “eleva a experiência a outro nível”, dando como exemplo, os “acessos, bares, casas de banho e sistema de som, se bem trabalhados, já transformam a normal experiência em algo positivo”. Depois, “existem os complementares que abordam de forma diferente o que todos tomamos como normal e então elevamos a tal normal experiência a algo memorável”, afirma André Henriques.

Já no que diz respeito aos tempos incertos que se avizinham, André Henriques admite que tem sido um “processo de escolhas”. No fundo, tempos difíceis trazem “melhor perceção de consumo com opções mais conscientes”, reconhecendo que, “muitas vezes a aposta na desconstrução do evento clássico acaba por conseguir o efeito pretendido com menos custos”.

Assim, neste Natal o partner e CEO da HCollective refere que se “sente uma vontade de tornar os eventos menos opulentos e dispendiosos, não só pelos custos associados como também por uma responsabilização interna de cada empresa pelos mesmos”.

“As matérias-primas estão mais caras, a mão de obra também e o fantasma real da crise tem travado alguns investimentos mais dispendiosos, mas isto não significa que os eventos tenham parado, pelo contrário, estão é mais ajustados”, diz André Henriques.

Com uma subida do número de colaboradores em 50%, no último ano, o responsável da HCollective refere que “a maioria deles já eram pessoas que tínhamos referenciados”, avançando que “temos aberto vagas regularmente através das nossas redes sociais e a participação tem sido excelente”.

Já quanto ao negócio, André Henriques admite que “vai ser um ano de reajustes. Os ecos dizem que não será financeiramente um ano fácil, mas a forma como a pandemia nos moldou já traz uma experiência redobrada para os desafios que estão para vir”.

Por isso, a HCollective tem um plano “ousado e com vontade de dar ainda mais passos na consolidação dos eventos de média e grande dimensão”. E 2023 começa em grande pelo Coliseu, concluindo André Henriques que, em breve, “começamos a revelar os passos que vamos dar. Cautelosos, mas cheios de ambição”.

 

2022 foi de lançamento de novos produtos e também de consolidação de outros na HCollective

Em fevereiro a empresa começou, em Lisboa, com a aventura ‘Millennium Crush’, “uma experiência revivalista dos anos 2000, cheia de convidados, surpresas em palco e muitas outras fora de palco”.
Daí para o Algarve no Verão para o ‘Lick’, já com convidados internacionais como Kevin Little e Luciana Abreu que “acertou em cheio no coração de todos os ‘Millennials’”. Foi também durante o Verão que a HCollective organizou com o ‘Millennium Crush’ a abertura da Supertaça para a FPF no jogo Porto-Tondela com 40 mil pessoas a assistirem ao espetáculo.
Já para o fim do ano, a HCollective irá celebrar os 10 anos do ‘I Love Baile Funk’, “líder incontestado do segmento funk em Portugal e com uma trajetória que começa na altura em que era apenas um nicho de mercado até aos dias de hoje em que o género musical ganhou um peso e preponderância a nível mundial”, diz André Henriques.
Para o final de 2022, a HCollective está a organizar a Passagem de Ano no Coliseu com o ‘I Love Baile Funk’ em todas as suas vertentes, seja o show de palco, seja o Baile na Cidade pela Cidade FM ou até mesmo as edições musicais enquanto ILBF.
No fundo, a primeira data de uma Tour de 10 anos que começa no palco do Coliseu no dia 1 de janeiro de 2023.

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FITUR fecha com mais de 220.000 visitantes

A FITUR 2023 fechou o evento com mais de 220.000 visitantes – 136.000 profissionais e 86.000 de público geral. No digital marcaram foram ainda registadas mais de 146.000 visitas. Para a edição de 2024, o país convidado será o Equador.

Victor Jorge

A Feira Internacional de Turismo (FITUR) 2023, evento que fechou portas no passado domingo, 22 de janeiro, encerrou com mais de 222.000 visitantes, dos quais 136.000 profissionais e 86.000 de público geral. Estes números representam um crescimento total de 99,6% face ao evento do ano passado, e de mais 68% no público profissional, relativamente à FITUR 2022, sendo que no público geral, o número foi multiplicado por três.

Na feira deste ano marcaram presença 8.500 empresas, 131 países, 755 expositores, nos oito pavilhões que a IFEMA dedicou à FITUR 2023 em perto de 67 mil metros quadrados líquidos de área de exposição, igualando, desta forma, a ocupação de 2020.

A organização da FITUR já tinha avançado que estimava em aproximadamente 400 milhões de euros o impacto económico da feira na comunidade de Madrid. Na componente digital, a IFEMA destaca outro recorde, informando que foram registadas 146.000 visitas ao site do evento.

Nesse contexto, a plataforma digital FITUR LIVEConnect, que complementa a feira com um formato híbrido, contabilizou mais de 56.000 registos contra os 31.000 de 2022.

Quanto à exposição mediática do evento, a FITUR registou a acreditação de 6.374 jornalistas, mais 58% que em 2022, dos quais 5.861 eram espanhóis e 513 de 46 países internacionais.

Para a edição de 2024, foi já anunciado o país convidado/parceiro – Equador – tendo sido assinado o acordo entre o ministro do Turismo do Equador, Niels Olsen, e o presidente do Comité Executivo da IFEMA Madrid, José Vicente de los Mozos.

De referir que Portugal esteve presente 92 empresas e as sete agências regionais de promoção turística (ARPT), contabilizando-se ainda mais algumas participações isoladas do stand do Turismo de Portugal.

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