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“A atual recuperação do setor será mais digital, muito mais sustentável e a adoção da tecnologia será fundamental”

Num momento em que as empresas recuperam, a facilitação de processos e a criação de melhores experiências, tornam-se imprescindíveis. João Carvalho, Head of SAP Concur | Southern Europe and Francophone Africa, falou com o Publituris e deu a conhecer as mais-valias da nova solução SAP.

Victor Jorge
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“A atual recuperação do setor será mais digital, muito mais sustentável e a adoção da tecnologia será fundamental”

Num momento em que as empresas recuperam, a facilitação de processos e a criação de melhores experiências, tornam-se imprescindíveis. João Carvalho, Head of SAP Concur | Southern Europe and Francophone Africa, falou com o Publituris e deu a conhecer as mais-valias da nova solução SAP.

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Muitas empresas utilizam soluções digitais para simplificarem a reserva de viagens, outras utilizam software de gestão de despesas para ajudarem os colaboradores a simplificarem o processo de envio de despesas e aceleração de reembolsos. No entanto, para criarem experiências excecionais de colaborador e, ao mesmo tempo, controlarem os custos, as empresas têm de encontrar formas de integrarem as suas abordagens à gestão de viagens e despesas (T&E) numa única estratégia coesa.

Por isso, João Carvalho, Head of SAP Concur | Southern Europe and Francophone Africa, salienta que “as empresas estão cada vez mais interessadas em soluções que ajudem os gestores de viagens e os responsáveis de Recursos Humanos a avaliar e gerir o risco das viagens”, sendo essencial “facilitar e desburocratizar cada vez mais os processos empresariais, tendo em conta o impacto ambiental das deslocações”.

A SAP apresentou, recentemente, a solução SAP Concur. No que consiste esta solução e que mais-valia traz ao setor do turismo e respetivos atores?
A SAP Concur é uma solução que pode definir-se como uma solução integral de gestão de viagens de empresa e de reembolso de despesas do colaborador. Graças a esta solução, um processo que, tipicamente, sempre foi manual passa agora a ser digital e possível de o fazer numa única plataforma e que está nas mãos do colaborador, que gere e/ou realiza essa deslocação e que com isso acaba por gerar despesas para liquidar.

Neste momento, o setor do turismo de negócios está a viver uma recuperação relevante e tanto as empresas como os seus colaboradores requerem cada vez mais soluções digitais de fácil utilização para realizar a gestão completa das suas deslocações profissionais da mesma forma que o fazem nas suas deslocações de âmbito pessoal. Na situação atual, onde ainda existem restrições e as empresas, em geral, estão a repensar todo o programa de viagens, contar com uma solução deste estilo gera por sua vez um sentimento de confiança no colaborador e, ao mesmo tempo, de controlo, na organização, facilitando assim o regresso das viagens corporativas gerando desta forma um impacto positivo no setor turístico.

Trata-se de uma solução end-to-end que dizem diferenciar-se da concorrência em Portugal. Em que aspetos?
Quando nos referimos ao processo end–to–end falamos da conjugação, numa única aplicação, dos processos de viagens e de despesas. Ou seja, o colaborador pode fazer diretamente, na aplicação, todo o processo de aprovação e reserva online, em tempo real, dos diversos serviços que vai precisar para a sua viagem (aéreo, hotel, rent-a-car, etc…). À posteriori, e na mesma app, fará o upload dos recibos referentes às despesas associadas a essa viagem ou deslocação. Após esta fase, os documentos estarão sujeitos ao processo de aprovação que a empresa tenha pré-definido, seguindo depois para a área financeira de forma a ser realizado o reembolso correspondente ao colaborador. A nível organizacional, estes dois processos sempre ocorreram de forma separada – as viagens acabavam por ser geridas por uma equipa e as despesas, que acabam por ser o impacto desta ação, por outros elementos da empresa (obviamente que cada empresa tem a sua organização interna).

Esta solução permite juntar estes dois “mundos” tornando-se num processo único, end-to-end, para o colaborador. Assim, a SAP Concur permite uma gestão integral e digital de todo o processo.

Em relação ao mercado português temos vindo a constatar que os processos são ainda muito manuais, baseados em papel e em aprovações (via email) e que existem ainda organizações onde é requerida, por exemplo, uma assinatura manual das chefias. Sentimos, por isso, que havia uma janela de oportunidade para melhoria de todo este processo. Melhoria esta que tem vindo a ser pedida pelos próprios colaboradores, uma vez que facilita não só a sua vida como a do back office.

O setor do turismo de negócios está a viver uma recuperação relevante e tanto as empresas como os seus colaboradores requerem cada vez mais soluções digitais de fácil utilização

 

Futuro (obrigatoriamente) digital
A tecnologia ou digitalização entraram, definitivamente, no léxico do setor do turismo. Que maiores dificuldades ou desafios são colocados na explicação da necessidade dos players do turismo enveredarem por este tipo de soluções?
No que se refere ao turismo de negócios, o impacto da tecnologia segue o mesmo caminho que o turismo de lazer. Neste sentido a adoção de ferramentas tecnológicas para otimizar a relação entre o viajante e a empresa fornecedora do serviço (seja a agência de viagens ou outros) é, claramente, uma prioridade e uma linha de ação chave para a otimização dos processos internos. Muitos dos processos de back office de gestão dos fornecedores são ainda bastante manuais e, sem dúvida alguma que uma parte desses serviços deverá ser otimizada recorrendo, naturalmente, à tecnologia.

A atual recuperação do setor será mais digital e, sem dúvida, muito mais sustentável, e a adoção da tecnologia será fundamental.

A par da solução há a fase técnica e de formação. Como é que se processa esta questão. Dão formação aos vossos clientes? Como e em que base? É uma formação contínua?
A formação é parte intrínseca do processo de implementação das nossas soluções. Esta formação pode ser realizada com foco no “Train the trainer” ou diretamente ao utilizador final. Os nossos parceiros de implementação definem com o cliente que tipo de formação é requerida de forma a garantir a correta adoção da ferramenta. Ao longo da vida de utilização das soluções, por parte dos clientes, a SAP Concur comunica de forma regular as inovações que as soluções vão sofrendo de forma a maximizar a utilização por parte dos clientes.

De salientar que se trata de uma solução intuitiva e de fácil utilização. A aplicação móvel SAP Concur está disponível para iOS e Android e é uma das poucas aplicações corporativas com níveis de aceitação semelhantes ao consumo de massa como WhatsApp ou Spotify.

Quais são os maiores entraves ao processo de digitalização das empresas no e do setor do turismo?
No caso das soluções da SAP Concur, o processo de digitalização, que é o que nos permite entrar em contacto direto com as empresas do setor turismo, assenta na distribuição, emissão e faturação dos serviços. Por vezes, o que acontece é depararmo-nos com algumas dificuldades nos processos de integração com as soluções das próprias empresas turísticas. Muitas dessas empresas utilizam sistemas desenvolvidos taylor made e que vão requerer integração com outras ferramentas que existem no mercado, como é caso da SAP Concur. Estas situações têm impacto na velocidade na qual se pode ativar o serviço, aportando algum esforço adicional.

Por outro lado, é certo que cada vez mais as empresas estão a adotar soluções tecnológicas mais modernas, tipicamente em cloud, o que permitirá, no futuro, uma maior agilidade e capacidade de adaptação e resposta às necessidades do mercado corporativo que são, sem quaisquer dúvidas, cada vez mais digitais.

Concur X2
Dividem as soluções Concur em “Travel” e “Expense”. O que caracteriza estas sub-soluções?
Ainda que se tratem de uma única plataforma, as soluções específicas da SAP Concur podem de facto ser ativadas e consumidas de forma autónoma. As nossas soluções podem dividir-se em dois grandes grupos: Concur Travel e Concur Expense.

A primeira refere-se a todo processo de reserva, aprovação e emissão online de bilhetes dos diferentes serviços requeridos pelo colaborador e que cumprem com a política da empresa. Trata-se de um motor de busca muito similar ao de um de viagens comumente usado pelo grande público, mas com uma grande diferença, garante que as opções oferecidas pela solução, ao colaborador, são aquelas definidas pela empresa de acordo com a sua política de viagens.

Já a “Concur Expense”, refere-se a todos os processos relacionados com a gestão de despesas desde a captura digital (fotografia) dos recibos em papel; o processo de aprovação dos mesmos; os centros de custo aos quais serão imputados; as ajudas de custo; adiantamentos e, ainda, aos processos de auditoria interna e integração com os movimentos dos cartões de crédito. Todos estes processos são suportados pela solução de Expense em conjunto com a solução de Travel.

Estas soluções ou sub-soluções destinam-se a que setores de atividade dentro do universo do turismo?
As soluções de Travel têm uma integração direta com a Agência de Viagens que, por sua vez, presta um serviço ao cliente final. Na prática, a maior parte dos conteúdos / inventariado chega, à Concur Travel, através da agência que está conectada ao Global Distribution System (GDS), sendo assim possível analisar todo o inventário existente.

Também existem outras integrações, com o mundo hoteleiro, que dão a possibilidade de utilizar os serviços diretos de plataformas ou agregadores como booking.com ou HRS. Diria, então, que os principais conteúdos consumidos pelo Concur Travel são o aéreo, os hotéis e os rent-a-car, tornando-se assim um canal digital para o mundo corporativo e para qualquer empresa que atue nestes setores.

No mercado português temos vindo a constatar que os processos são ainda muito manuais, baseados em papel, em aprovações (via email) ou uma assinatura manual das chefias


Como integrar as soluções nas atuais estruturas e de que forma facilitam o dia-a-dia das mesmas?

Um dos principais pontos de integração é, sem dúvida, o Global Distribution System (GDS) que acaba por alimentar todo o setor de distribuição de viagens (agências de viagens). As que prestam serviço, ao segmento corporativo, estão cada vez mais integradas com o Concur e com os modelos de booking online. À medida que este modelo vai sendo adotado pelas empresas, as próprias agências de viagens também farão as restantes otimizações nas integrações necessárias para assim poder captar os benefícios e eficiências organizacionais gerados pelo volume de bookings online.

Que integração existe com as restantes soluções SAP?
Todo o processo de viagens e despesas termina como um input na contabilidade da empresa e, por isso, contamos com uma integração nativa com os módulos financeiros de SAP ERP, o que permite uma contabilização sem esforço e uma comunicação bidirecional entre ambos sistemas. Também de referir que a estrutura organizativa, a nível de recursos humanos, que está suportado no SAP ERP também está integrada nativamente com SAP Concur facilitando, assim, a atualização dos perfis dos colaboradores de uma forma otimizada. Existem outras integrações disponíveis, como por exemplo, com a plataforma analítica da SAP.

De referir que, a Concur, foi adquirida pela SAP, em 2014, e por isso contamos, no nosso portfólio, com um set importante de integrações com outros sistemas financeiros, RH e CRM de mercado.

Que outras soluções poderão ou deverão ser tidas em conta pelo universo do turismo (de forma geral), de modo a melhorar a gestão e eficiência do negócio?
O portfólio da SAP é bastante amplo e, de forma geral, as empresas do universo do turismo podem adotar essas soluções, quer no âmbito da eficiência interna quer na gestão dos seus clientes ou fornecedores. A digitalização e a melhoria de eficiência do setor do turismo é relevante e equivalente a outros setores de atividade.

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Portugal é um dos 53 países a ter acesso ao NDC da American Airlines pela Travelport

Portugal é um dos 53 países da Europa, Médio Oriente e África, bem como da região Ásia-Pacífico, cujos agentes de viagens que utilizam a plataforma Travelport+ passam a ter acesso ao conteúdo NDC da American Airlines.

Inês de Matos

A Travelport anunciou que, a partir desta quarta-feira, 26 de outubro, os agentes de viagens de 53 países, incluindo Portugal, passam a poder ter acesso ao conteúdo do NDC da American Airlines, através da plataforma Travelport+.

Num comunicado enviado à imprensa, a empresa de tecnologia para agências de viagens explica que o conteúdo NDC da companhia aérea norte-americana passa a estar disponível em 53 países da Ásia-Pacífico e da Europa, Médio Oriente e África.

A Travelport lembra que, este ano, já tinha passado a permitir o acesso ao conteúdo NDC da American Airlines aos agentes de viagens na América do Norte e América Latina, tendo agora assinado um novo acordo de longo prazo com a transportadora norte-americana, que permite aumentar para 73 o total de países em todos o mundo com acesso ao conteúdo da American Airlines.

Austrália, China, Fiji, Polinésia Francesa, Índia, Japão, Nova Caledónia, Nova Zelândia, Filipinas, Singapura, Coreia do Sul, Sri Lanka, Tailândia e Vietname são os países da região Ásia-Pacífico que passam a ter acesso ao conteúdo NDC da American Airlines, através da plataforma Travelport+.

Já na Europa, Médio Oriente e África, além de Portugal, o conteúdo NDC da transportadora norte-americana passa a estar disponível também na Áustria, Bahrein, Bélgica, Chipre, República Checa, Dinamarca, Estónia, Finlândia, França, Alemanha, Grécia, Hungria, Irlanda, Israel, Itália, Jordânia, Quénia, Kuwait, Líbano, Moldávia, Montenegro, Países Baixos, Noruega, Omã, Polónia, Qatar, Roménia, Arábia Saudita, Sérvia, Eslováquia, Eslovénia, África do Sul, Espanha, Suécia, Suíça, Turquia, Emirados Árabes Unidos e Reino Unido.

“A Travelport tem sido um parceiro fenomenal no apoio à nossa moderna estratégia de retalho, enquanto fornecemos conteúdo NDC acessível a agentes de viagens e retalhistas de todo o mundo. Com a expansão do NDC através da Travelport+, estamos preparados para simplificar a experiência do cliente e levar os nossos produtos e serviços a ainda mais parceiros na Ásia-Pacífico e Europa, Médio Oriente e África”, afirma Neil Geurin, Managing Director of Digital and Distribution da American Airlines.

Já Damian Hickey, Global Vice President & Global Head of Airline Partners da Travelport, sublinha a importância deste acordo relativo ao NDC da American Airlines, considerando que este conteúdo tem ganho relevância e é cada vez mais importante à medida que as companhias aéreas aumentam a sua oferta.

Com este acordo, a American Airlines passou também a considerar a Travelport como um parceiro de confiança, estatuto que, segundo a empresa de tecnologia para viagens e turismo, permite que todas as agências IATA clientes da Travelport e que usam a plataforma Travelport+ tenham acesso ao conteúdo NDC da American Airlines sem necessidade de registos adicionais.

 

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Vasco Translator V4 ganha “Good Design Award”

Este é o segundo prémio que o dispositivo da Vasco Electronics recebe. Depois do “Red Dot Design Award”, agora é a vez do “Good Design Award” na categoria “ICT equipment for the general public”.

Publituris

O mais recente tradutor da Vasco Electronics (Vasco Translator V4) foi galardoado na categoria “ICT equipment for the general public”, tendo sido o segundo prémio atribuído ao dispositivo, depois de ter sido reconhecido, mesmo antes do lançamento comercial, o galardão internacional “Red Dot Design Award”, conhecido como “o Óscar do design”.

Premiado na categoria “Product Design 2022”, o júri destacou o facto de o Vasco Translator V4 “caber em qualquer bolso” e ter “um toque agradável”.

Os tradutores da Vasco Electronics são desenvolvidos na União Europeia, encontrando-se Portugal entre os mercados estratégicos em que a marca investiu nos últimos anos, com a abertura de um escritório em Braga.

O Vasco Translator V4 foi concebido por uma equipa de especialistas tendo em conta o critério da funcionalidade, mas também o da estética. O tradutor eletrónico é de fácil manuseamento, graças ao seu formato compacto e ao peso reduzido, sendo resistente ao pó, salpicos e ao choque, além de contar com altifalante de 99 dB e um touchscreen de 5”.

Para João Fernandes, Country Manager da Vasco Electronics em Portugal, a atribuição do ‘Good Design Award’ é “um excelente reconhecimento de todo o esforço e atenção ao detalhe que a nossa equipa coloca no desenvolvimento dos nossos dispositivos”.

Lançado em julho de 2022, o Vasco Translator V4 é o mais recente passo da marca no objetivo de revolucionar a comunicação a nível global. A nova funcionalidade de tradução de texto, para frases ou palavras, pode ser operada por voz ou por via do keyboard no ecrã do tradutor. Alternativamente, o V4 mantém os botões físicos, agora apenas na lateral, e disponibiliza ainda uma lanterna – tudo para oferecer uma experiência cada vez mais confortável.

O Vasco Translator V4 conta com um cartão SIM integrado com Internet vitalícia, gratuita e ilimitada em quase 200 países, dispensando a necessidade de wifi para funcionar, anunciando a empresa criadora do dispositivo uma taxa de “96% de precisão nas traduções”, graças a 10 mecanismos de tradução e uma atenção a expressões idiomáticas e coloquiais.

De referir que o Vasco Translator V4 está disponível em cinco cores – Black Onyx, Pearl White, Stone Gray, Cobalt Blue e Ruby Red, e tem um preço recomendado de 389 euros.

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Palmela integra plataforma turística “Portugal por Dentro”

Esta plataforma permite aceder aos principais pontos turísticos, bem como a todas as informações necessárias relativamente a gastronomia, alojamentos com oferta de experiências e eventos.

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Palmela passou a integrar a plataforma “Portugal Por Dentro”, um guia turístico em forma de APP para smartphone. Este novo guia está disponível para quem deseje percorrer o território nacional, visitando os principais pontos de atração, entre património e experiências, em cada concelho.

A Rota de Palmela destaca 10 pontos turísticos, com fotografias, em língua portuguesa e três idiomas estrangeiros: Casa Mãe da Rota de Vinhos e Largo de S. João, Castelo de Palmela, Centro Histórico de Palmela, Fernando Pó e Jardins de Vinhas, Museu da Música Mecânica, Parque Natural da Arrábida, Pinhal Novo, Quinta do Anjo, Sobreiro Assobiador de Águas de Moura e Vila de Palmela. Sugere-se que este percurso, com 70 km e início e fim no Posto de Turismo (Castelo de Palmela), seja feito de automóvel, mota ou autocaravana.

Promovida pela ORB Turismo TT, a APP “Portugal Por Dentro” é totalmente gratuita e funcional, apresentando rotas turísticas concelhias ou temáticas, permitindo não só aceder aos principais pontos turísticos, como a todas as informações necessárias a uma boa estadia: gastronomia, alojamentos com oferta de experiências e eventos.

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Paraty Tech celebra uma década e entrega prémios

A Paraty Tech celebrou, recentemente, uma década de existência e aproveitou a ocasião para premiar alguns clientes.

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A Paraty Tech celebrou, recentemente, uma década de existência. Após dois anos da abertura do primeiro escritório em Portugal, que hoje representa a primeira parte do processo de expansão internacional da empresa espanhola de tecnologia hoteleira, a Paraty Tech, assinalou a data com um momento de entrega de prémios, para reconhecer os excelentes resultados obtidos pelos hotéis e cadeias hoteleiras, no decorrer do ano. Este mérito foi atribuído dado o impulsionamento e crescimento do canal de venda direta dos hotéis, com recurso às ferramentas da empresa tecnológica.

Assim, na categoria de Cliente Mais Inovador, o prémio foi entregue aos NAU Hotels & Resorts, enquanto o Hotel Dom José ganhou o prémio de Líder de Vendas Diretas. O prémio Clube de Fidelização foi atribuído aos AP Hotels & Resorts e o prémio Progressão de Venda Direta aos Luna Hotels & Resorts. Por fim, distinção para Melhor Distribuição Hoteleira foi entregue ao Ecork Hotel.

De acordo com Diana Costa, Country Manager Portugal da Paraty Tech, a estratégia da empresa “implica não renunciar aos valores que sempre nos identificaram: cultura centrada no cliente e vanguarda de tecnologia 100% in-house”.

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Newhotel comemora 38 anos

Presente em mais de 60 países, com quatro delegações em Portugal, a Newhotel comemora o seu 38.º aniversário este mês de setembro.

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A Newhotel, empresa portuguesa de Cloud Computing para Hotelaria que atua no mercado internacional e precursora das Tecnologias da Informação no sector de Turismo em Portugal, vai cumprir este ano de 2022 38 anos de atividade.

Presente em mais de 60 países, com quatro delegações em Portugal e filiais no Brasil, Colômbia, Chile, Peru, Panamá, Espanha, Lituânia e Estados Unidos, Pedro Matoso, CEO da Newhotel Software, afirma que “os negócios de turismo estão hoje quase 100% dependentes da internet”, frisando que a Newhotel se destaca por ter sido pioneira e oferecer soluções Cloud preparadas para atender às necessidades e exigências dos Hotéis e Grupos full-service mais sofisticados”.

A empresa instalou, nos últimos três, novos sistemas Cloud, da última geração tecnológica, em mais de 650 hotéis e Grupos em diversos países, salientando “os projetos de transformação digital de hotéis de 5 e 6 estrelas com alguns dos mais importantes grupos mundiais da hotelaria em que estamos a trabalhar”.

Para assinalar este 38.º aniversário, a Newhotel vai realizar na quinta-feira 22 de setembro, nos jardins e terraço da sua sede em Lisboa, um evento especial comemorativo, para o qual foram convidados hoteleiros e embaixadas dos vários países onde a empresa está presente.

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Vila Galé passa a ‘corporate partner’ da Portugal Ventures para apoiar start-ups

Além do apoio ao desenvolvimento de start-ups em Portugal, o acordo entre o grupo Vila Galé e a Portugal Ventures inclui o acesso a parcerias institucionais, promoção de relações comerciais e fornecimento de bens ou serviços.

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O grupo Vila Galé estabeleceu um protocolo de cooperação com a Portugal Ventures, passando assim a ser um ‘corporate partner’ desta sociedade de capital de risco, contribuindo para o desenvolvimento de start-ups em Portugal.

Através do memorando de entendimento, a Vila Galé dará “apoio às empresas e projetos do portefólio da Portugal Ventures”, além de trabalhar “na geração de sinergias em várias áreas como criação e desenvolvimento de novos produtos e tecnologias, testes piloto, otimização de recursos ou melhoria da eficiência dos processos”, revela o grupo hoteleiro em comunicado.

Este protocolo de cooperação inclui ainda o acesso a parcerias institucionais, promoção de relações comerciais e fornecimento de bens ou serviços.

Neste âmbito, foram já formados grupos de trabalho com elementos da Vila Galé e da Portugal Ventures, para partilhar know-how e contactos, bem como analisar oportunidades de investimento e suporte a start-ups.

“Tanto interna como externamente, sempre tivemos um grande foco na inovação e no desenvolvimento de novas soluções. Fazia todo o sentido aliarmo-nos a este projeto e contribuirmos para o crescimento do tecido empresarial português. Para tal, é essencial acompanharmos e apoiarmos as empresas logo desde o seu início, até porque atualmente vemos um grande dinamismo no nascimento de start-ups”, salienta o administrador da Vila Galé, Gonçalo Rebelo de Almeida.

Do lado da Portugal Ventures, Teresa Fiúza, vice-presidente da sociedade de capital de risco que integra o Grupo Banco Português de Fomento, “a parceria com o Grupo Galé

irá permitir ao portefólio de participadas da Portugal Ventures acesso ao segundo maior grupo hoteleiro português, para a criação de sinergias, como por exemplo a realização de testes piloto na área de hotelaria e novas oportunidades de negócio”.

Teresa Fiúza conclui ainda que, para a Portugal Ventures, a rede de ‘corporate partners’ “é fundamental para potenciar a geração de valor e perspetivas de crescimento das suas participadas”.

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SiteMinder compra GuestJoy

Com esta aquisição será possível aos hotéis automatizar e digitalizar as suas comunicações com os hóspedes, exponenciar as receitas e fortalecer a aquisição direta de hóspedes.

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A SiteMinder acaba de adquirir a GuestJoy, uma plataforma tecnológica baseada na nuvem que permite aos hotéis automatizar as comunicações com os hóspedes de forma direta, personalizada e sem necessidade de intervenção humana antes, durante e depois da estadia.

A aquisição, que deverá estar concluída este ano, vem em seguimento do lançamento, em abril, da plataforma de próxima-geração da SiteMinder (Sync)- uma plataforma integrada de comércio hoteleiro que permite aos hotéis comercializar os seus quartos e serviços, integrando insights do mercado em tempo real sobre o comportamento dos clientes e desempenho, pagamento automatizado, soluções para websites, e mais de 1.500 parceiros de software integrados, permitindo aos hotéis crescer os seus negócios online.

Com esta aquisição, a GuestJoy expande ainda mais a oferta da SiteMinder para a indústria de comércio hoteleiro, permitindo aos hotéis automatizar e digitalizar as suas comunicações com os hóspedes, exponenciar as receitas e fortalecer a aquisição direta de hóspedes.

Sankar Narayan, CEO e diretor-geral da SiteMinder, salienta que “excelente tecnologia potencia a conexão humana, e tal não podia ser mais verdade no que diz respeito à tecnologia na indústria hoteleira”. Para o responsável, “a capacidade da GuestJoy de automatizar e personalizar as comunicações com os hóspedes permitirá à SiteMinder oferecer uma experiência de usuário integrada para a indústria hoteleira, continuando a construir a visão da SiteMinder de uma plataforma completa de comércio hoteleiro.”, diz o CEO, Sankar Narayan.

Criada em 2014, a GuestJoy é parceira da SiteMinder desde 2017, fazendo parte ecossistema e será totalmente integrada na plataforma de comércio hoteleiro SiteMinder, após a conclusão da aquisição este ano.

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Google dá dicas para PME aproveitarem presença de turistas em Portugal

A Google dá algumas dicas para qualquer PME ligada ao setor do turismo tirar partido desta realidade, de uma forma simples, rápida e sem custo financeiro.

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Com os meses de verão a constituírem o período de eleição para as férias de milhares de portugueses e turistas internacionais que vêm dos quatros cantos do mundo, a Google dá algumas dicas para qualquer PME ligada ao setor do turismo tirar partido desta realidade, de uma forma simples, rápida e sem custo financeiro.

O Perfil de Empresa na Google é uma ferramenta útil que permite a qualquer negócio estabelecer a sua presença online, atualizar os consumidores, relacionar-se com eles nos momentos importantes e destacar os melhores aspetos de um negócio: sejam detalhes sobre os serviços prestados, as iguarias confecionadas, imagens das instalações e outros atributos.

Seja para um antigo cliente que precise lembrar-se da morada ou um turista nacional ou estrangeiro que esteja a descobrir novos lugares em Portugal, ter a presença online é o início da jornada para reter e atrair novos clientes.

7 passos simples para ter um negócio listado na Google:

  • Valide o seu negócio – Seja responsável pela informação do seu negócio na Google.
  • Adicione um número de telefone – Sabia que todos os meses, a Google direciona milhões de chamadas para diferentes negócios (dados internos Google, abril de 2017);
  • Adicione um link para o seu website – Negócios com ligação para um website obtêm entre 25% a 35% mais clicks do que os negócios sem ligação para website (dados internos Google, abril de 2017);
  • Acrescente o horário de funcionamento – Este é outro dos dados mais importantes para os consumidores. 40% das pessoas que procuram informação local querem saber o horário de funcionamento (Google Consumer Barometer, abril 2017);
  • Junte fotografias para mostrar o que o seu negócio tem para oferecer aos potenciais clientes – 90% dos consumidores são mais propensos a visitarem um negócio que tenha fotos nas páginas de resultados da Pesquisa Google ou Google Maps. (Google/Ipsos Research 2017);
  • Peça aos clientes para partilharem críticas sobre a experiência – 2 em cada 3 consumidores dizem que verem críticas positivas foram um fator importante na escolha de uma loja/negócio para compras (Google/Ipsos Research 2017);
  • No caso de ser um pequeno alojamento, o dono poderá até destacar práticas ambientais adotadas uma vez que isto é cada vez um atributo relevante no momento da escolha do alojamento pelos consumidores.
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Dificuldade com pagamentos “prejudica” a experiência hoteleira, segundo novo estudo da Amadeus

De acordo com um estudo recente da Amadeus, 40% dos viajantes relatam desafios no pagamento de hotéis, sendo que 1/3 não consegue usar seu método de pagamento preferido.

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Abordagens ultrapassadas de pagamentos estão a desafiar os esforços da indústria hoteleira para proporcionar uma excelente experiência ao cliente, levando ao aumento da ansiedade e frustração do hóspede, revela um novo estudo Amadeus.

O estudo “Abrindo a porta para pagamentos centrados no hóspede: uma oportunidade para a hospitalidade”, que incorpora insights da agência de ciência comportamental Innovationbubble, confirma três conclusões-chave no que diz respeito a uma análise psicológica.

Assim, e em primeiro lugar, “os consumidores acham que fazer pagamentos no hotel é significativamente mais stressante do que pagamentos de véspera feitos em casa”. Na verdade, “os consumidores têm o dobro da probabilidade de experimentar sentimentos de ‘ansiedade’ e ‘incerteza’ ao fazer pagamentos no hotel, aponta ainda o estudo.

Para além disso, a análise também descobriu que “os consumidores têm muito menos probabilidade de associar pagamentos de hotel com sentimentos positivos como ‘facilidade’ ou ‘conveniência’, destacando a oportunidade de os hotéis melhorarem este aspeto da experiência do hóspede”.

Por isso, atualmente, “os viajantes são normalmente solicitados a pagar pela estadia no check-out, usando terminais físicos, em vez de no momento da reserva usando sistemas digitais modernos”, diz o estudo. Isto significa que os hotéis processam os pagamentos no balcão com base no seu próprio sistema de pagamento local, resultando em “vários pontos negativos para os hóspedes”.

Assim, aponta-se quatro pontos: (i) os hóspedes devem “visitar a receção para pagar por excedentes”, como o serviço de quarto, ou para “compreender o quanto gastaram durante a estadia”; (ii) Serviços adicionais “não podem ser adquiridos e pagos dentro do aplicativo do hotel”; (iii) Os hóspedes devem estar “fisicamente presentes no check-in e check-out”, limitando as opções de auto-atendimento; e por fim, (vi) Os viajantes “nem sempre podem pagar utilizando o método de pagamento preferido”, pois os sistemas de pagamento locais do hotel “não aceitam normalmente uma grande variedade de cartões e métodos alternativos de pagamento, como PayPal ou WeChat Pay”.

Tais pontos negativos estão a ser sentidos, salientando o estudo que, atualmente, “um terço dos inquiridos confirmaram não ter conseguido pagar com seu método de pagamento preferido durante uma estadia recente” e “39% sentiram ansiedade quanto ao pagamento do hotel não ser completado”.

Além disso, “54% dos hóspedes notaram quanto é difícil fazer o pagamento”, e “77% acreditam que é responsabilidade do hotel facilitar o pagamento, os esforços do setor para proporcionar uma excelente experiência ao hóspede estão em risco”.

Jamie Halliday, diretor de Insights Estratégicos da Innovationbubble, frisa que a análise revelou um “viés de negatividade” significativo ligado aos pagamentos de hotel. “A ansiedade causada por uma experiência de pagamento negativa permanece na mente do consumidor, com os hóspedes nos dizendo que ela influencia sua percepção geral sobre a estadia”, termina.

“A forma como os hotéis administram hoje os pagamentos é fragmentada, com a responsabilidade recaindo sobre os proprietários ou gerentes individuais da propriedade, em vez de ser estrategicamente administrada ao nível da marca”.

Esta situação significa que “os hotéis têm lutado para acompanhar os rápidos avanços nos pagamentos digitais”, como explica Jean-Christophe Lacour, Chefe de Gestão e Entrega de Produtos, Pagamentos da Amadeus.

Lacour considera mesmo que “esta situação é o resultado de uma longa fragmentação no setor hoteleiro”, apelando para que as marcas de hospitalidade se “apropriem dos pagamentos ao nível do grupo, para que se possa oferecer aos hóspedes uma experiência moderna de pagamento digital que melhore sua estadia”.

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Vasco Eletronics atualiza tradutor

A nova versão do Vasco (4) vem equipado com um touchscreen de 5 polegadas, disponibilizando 76 idiomas para tradução por voz e 108 na tradução de fotos.

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A Vasco Eletronics acaba de lançar no mercado a atualização do seu tradutor, o Vasco V4. Com um touchscreen de 5’, mais idiomas, Internet gratuita e uma maior resistência física, o novo tradutor da Vasco Electronics pretende “consolidar a posição de vanguarda da marca na revolução da comunicação mundial”, refere a empresa.

O novo tradutor Vasco V4 disponibiliza 76 idiomas para tradução por voz e 108 na tradução de fotos, possibilitando, assim, ao utilizador comunicar com mais de 90% da população mundial.

Além disso, o tradutor Vasco V4 apresenta uma série de novas soluções como a nova funcionalidade de tradução de texto, para frases ou palavras que pode ser operada por voz ou por via do keyboard no ecrã do tradutor que passa a ser um touchscreen de 5 polegadas. Alternativamente, o V4 mantém os botões físicos, agora apenas na lateral, e disponibiliza ainda uma lanterna.

O Vasco V4 tem, também, um cartão SIM integrado com Internet vitalícia, gratuita e ilimitada em quase 200 países, dispensando a necessidade de wifi para funcionar.

De acordo com a empresa, o tradutor “preserva a absoluta fiabilidade que é bandeira da marca: recorrendo a 10 mecanismos de tradução, o V4 apresenta 96% de precisão nas traduções. O sistema tem em conta expressões idiomáticas e coloquiais, bem como variações dentro de um mesmo idioma. Além de ser dotado da melhor pronúncia do mercado, com traduções reproduzidas por uma voz nativa.

João Fernandes, Country Manager da Vasco Electronics em Portugal, destaca a “funcionalidade, rapidez” e o facto do novo Vasco ser “mais intuitivo”. “Com o tradutor Vasco V4, procurámos oferecer um dispositivo altamente eficaz, mas que preservasse o nosso padrão de uma componente estética atrativa”, reforça o responsável.

“Perfeito para todo o tipo de viajantes, para um trabalhador que chega a um novo país e precisa de comunicar de forma ágil, para um médico ou para um empresário numa viagem de negócios”, o tradutor Vasco V4 está disponível em cinco cores – Black Onyx, Pearl White, Stone Gray, Cobalt Blue e Ruby Red.

Desenvolvidos na União Europeia, Portugal está entre os mercados estratégicos em que a marca investiu nos últimos anos, com a abertura de um escritório em Braga.

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