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Alojamento

Alojamento Local em Lisboa atinge níveis recorde em abril

De acordo com a Confidencial Imobiliário, em abril, houve “uma completa inversão do desempenho deste mercado, que tem exibido indicadores anémicos desde o início da Covid.

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Alojamento Local em Lisboa atinge níveis recorde em abril

De acordo com a Confidencial Imobiliário, em abril, houve “uma completa inversão do desempenho deste mercado, que tem exibido indicadores anémicos desde o início da Covid.

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As unidades de Alojamento Local de Lisboa registaram, em abril, uma ocupação média de 73% e um RevPAR de 69 euros, valores que apenas tinham sido atingidos no verão de 2019 e que, no caso do rendimento, representa mesmo um recorde, revela a Confidencial Imobiliário, no âmbito do SIR-Alojamento Local, sistema estatístico que monitoriza o Alojamento Local em Lisboa e Porto.

“Trata-se de uma completa inversão do desempenho deste mercado, que tem exibido indicadores anémicos desde o início da Covid”, destaca a Confidencial Imobiliário, num comunicado divulgado esta quinta-feira, 8 de junho.

Tal como a ocupação e o RevPAR, também o preço aumentou no Alojamento Local de Lisboa em abril, fixando-se num novo máximo de 100 euros, enquanto o número de noites vendidas chegou aos 58 mil, naquele que foi “o nível mais elevado em dois anos”.

Já o volume de negócios do Alojamento Local da capital somou, em abril, 5,8 milhões de euros, “um dos mais elevados desde o final de verão de 2019”, segundo a Confidencial Imobiliário.

Apesar dos sinais positivos, o volume de apartamentos T0 e T1 ativos no Alojamento Local continua muito abaixo dos patamares pré-pandemia, com pouco mais de 2.600 unidades, quando, em 2019, a média mensal de apartamentos T0/T1 ativos no Alojamento Local em Lisboa superava as 4.000 unidades.

Tal como Lisboa, também o Alojamento Local do Porto tem motivos para celebrar, uma vez que também assistiu a “uma clara recuperação da dinâmica”, “embora não em níveis recorde” como aconteceu em Lisboa, refere a Confidencial Imobiliário.

“Neste mês, a ocupação média atingiu os 54%, superando os 50% registados em abril de 2019, mas ainda distantes do máximo de 73% registado em setembro desse ano. O RevPAR atingiu os 44 euros, acima do mesmo mês de 2019, mas ainda 12 euros abaixo do pico 56 euros observado em setembro de 2019”, lê-se no comunicado divulgado.

No Porto, o preço médio diário foi de 85 euros, o valor mais alto já registado no mês de abril, enquanto o total de noites vendidas foi de de 39.000, o que resultou num volume de negócios de 3,3 milhões de euros, indicadores que, segundo a Confidencial Imobiliário, ficaram “bastante mais próximos dos melhores anos pré-Covid”.

Já em termos de oferta, contabilizam-se cerca de 2.400 apartamentos T0 e T1 ativos no Alojamento Local no Porto, abaixo da média mensal de cerca de 3.300 unidades registada ao longo de 2019.

 

 

 

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Alojamento turístico recupera em maio mas mantém descida nas dormidas de não residentes

Segundo o INE, em maio, o mercado interno contribuiu com 1,8 milhões de dormidas e os mercados externos totalizaram 4,7 milhões, valores que traduzem um crescimento de 11,6% e uma descida de 4,7% face ao mesmo mês de 2019, respetivamente.

Inês de Matos

Em maio, o alojamento turístico nacional contabilizou 2,5 milhões de hóspedes e 6,5 milhões de dormidas, valores que traduzem diminuições de 3,2% e 0,7% face a igual mês de 2019, avança o Instituto Nacional de Estatística (INE), que indica que, no caso das dormidas, este indicador foi influenciado pelo decréscimo de 4,7% registado nos mercados externos.

“Em maio, o mercado interno contribuiu com 1,8 milhões de dormidas e os mercados externos totalizaram 4,7 milhões. Face a maio de 2019, o mercado interno cresceu 11,6% e os mercados externos diminuíram 4,7%”, lê-se no comunicado divulgado esta quinta-feira, 30 de junho, pelo INE.

Face a maio do ano passado, o cenário é, no entanto, mais animador, uma vez que os 2,5 milhões de hóspedes e 6,5 milhões de dormidas contabilizados representam subidas de 162,1% e 221,8%, respetivamente.

O INE diz que “os mercados externos predominaram”, já que representaram 72,2% das dormidas contabilizadas nos estabelecimentos de alojamento turístico nacionais, num aumento de 489,5% face ao ano passado, enquanto o aumento no mercado interno foi de 47,7%.

No acumulado dos primeiros cinco meses do ano, as dormidas totalizam já mais de 21,4 milhões, o que representa uma descida de 9,0% face a igual período de 2019, com o INE a indicar que esta descida foi “consequência da diminuição das dormidas de não residentes (-14,4%), dado que as de residentes cresceram 4,9%”.

Em comparação com o acumulado dos primeiros cinco meses de 2021, o cenário volta a ser diferente, uma vez que existe um aumento de 355,2%, incluindo uma subida de 128,5% nos residentes e de 775,8% nos não residentes.

“No conjunto dos primeiros cinco meses do ano, registou-se um aumento de 355,2% das dormidas totais, +128,5% nos residentes e +775,8% nos não residentes. Comparando com o mesmo período de 2019, as dormidas diminuíram 9,0%, como consequência da diminuição das dormidas de não residentes (-14,4%), dado que as de residentes aumentaram 4,9%”, resume o INE, no comunicado divulgado.

Por tipo de alojamento, o INE indica que as dormidas na hotelaria representaram 82,9% do total e que, face a igual mês de 2019, este tipo de alojamento registou um descida de -0,9%, ainda que, face a maio de 2021, haja um aumento de 237,5%.

No alojamento local, onde as dormidas representaram 13,8% do total, o cenário foi idêntico, já que as dormidas nestes tipo de estabelecimentos aumentaram 200,4% face a maio de 2021, mas desceram 4,8% face a maio de 2019.

Já nas unidades de turismo no espaço rural e de habitação, cujas dormidas representaram 3,3% do total, houve um aumento de 70,4% face a maio do ano passado, assim como de 30,1% face a maio de 2019.

Por mercados, o INE indica que a “totalidade dos dezassete principais mercados emissores
registou aumentos expressivos em maio”, representando 88,2% das dormidas de não residentes nos estabelecimentos de alojamento turístico neste mês.

No entanto, três dos principais mercados emissores de turistas para Portugal, nomeadamente britânico, alemão e francês, continuaram a evidenciar descidas face a 2019, com o mercado britânico, que representou 21,7% do total das dormidas de não residentes, a cair 0,8%, enquanto o alemão, que representou 11,8% do total, desceu 7,3%, e o francês, que teve uma quota de 10,7%, recuou 10,0%.

“Comparando com maio de 2019, os maiores crescimentos foram registados nos mercados dinamarquês (+38,2%), romeno (+36,7%), checo (+32,8%) e norte americano (+21,9%). As maiores diminuições foram registadas nos mercados brasileiro (-25,8%), sueco (-18,0%) e austríaco (-11,7%)”, acrescenta o INE.

Aumento de dormidas em todas as regiões

Por regiões, o INE diz que, face ao ano passado, “registaram-se aumentos das dormidas em todas as regiões”, com destaque para o Algarve, que “concentrou 28,6% das dormidas,
seguindo-se a AM Lisboa (26,3%), o Norte (16,4%) e a RA Madeira (12,1%)”.

Face a 2019, a situação é, contudo, diferente, uma vez que apenas houve subidas na RA Madeira (+18,8%), Norte (+6,5%) e Alentejo (+1,2%), enquanto o Centro (-7,4%) contabilizou “o maior decréscimo observado”.

No que diz respeito às dormidas de residentes, também se registaram “aumentos em todas as regiões”, neste caso com destaque para a RA Madeira (+66,2%), Norte (+14,2) e Alentejo (+10,0%), enquanto as dormidas de não residentes aumentaram na RA Madeira (+12,6%) e no Norte (+2,4%), “tendo as maiores diminuições sido observadas no Centro (-23,1%) e Alentejo (-11,1%)”, segundo o INE.

Em maio, a estada média a nos estabelecimentos de alojamento turístico totalizou 2,56 noites, num aumento de 22,7% face a igual mês do ano passado, com destaque para a estada média dos residentes, que foi de 1,89 noites e aumentou 6,8%. Já a estada média dos não residentes foi de 2,98 noites, o que traduz uma subida de 2,3%.

O INE diz ainda que “na RA Madeira e no Algarve as estadas médias atingiram os valores mais elevados: 4,52 e 3,77 noites, respetivamente”.

 

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Restauração

Ana Magalhães vence Chefe Cozinheiro do Ano 2022

Ana Magalhães, chefe de partida no Six Senses Douro Valley, em Lamego, sagrou-se vencedora do Chefe Cozinheiro do Ano 2022. A Final Nacional da 33ª edição deste concurso de cozinha profissional aconteceu na Feira Internacional de Artesanato, na FIL, em Lisboa.

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Em segundo lugar ficou Fábio Santos do Restaurante Landeira, em Tomar, e a terceira posição foi para Nuno Dinis Ferreira do Bairro Alto Hotel, em Lisboa. Foi ainda entregue o Prémio Helmut Ziebell à sobremesa da autoria de Manuel Pires, do Santa Maria Petisca Ria, enquanto o Prémio Virgílio Gomes foi entregue à sobremesa leite creme de alfazema, chocolate, mel e limão.

Ana Magalhães tem 26 anos. É formada em Gestão e Produção de cozinha na Escola de Hotelaria e Turismo de Lamego, tendo iniciado o seu percurso profissional no Hotel Rural Quinta de Nossa Senhora do Carmo, passando depois pelo Hotel Vila Park e pelo Falésia Hotel. Em 2014, foi trabalhar para o The Yeatman. Em 2019, juntou-se à equipa do Hotel Six Senses Douro Valley, onde exerce o cargo de chefe de partida. O prémio Sustentabilidade Makro foi entregue também a Ana Magalhães.

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Airbnb proíbe festas no verão em Portugal

Com vista a manter segura a comunidade de viajantes e anfitriões na Airbnb em Portugal, a plataforma lançou um plano integral para este verão, que inclui, entre outros, a proibição de festas.

Esta proibição. iniciada no verão de 2020 é agora assumida como definitiva nas políticas de alojamento da plataforma, com o lançamento, nomeadamente, do guia Bem-vindo a Lisboa e o reforço dos canais de apoio aos vizinhos e comunidades.

Refira-se que, no final de 2019, a Airbnb começou a reforçar as medidas e proibiu as festas de “convite aberto” (ou seja, as que eram anunciadas nas redes sociais) e proibiu os anúncios que estavam especialmente posicionados para acolher festas numa base recorrente.

Quando chegou a pandemia, anunciou uma proibição total como medida “em interesse da saúde pública”. Com o tempo, esta proibição tornou-se uma política fundamental de apoio aos anfitriões e vizinhos, pelo que a Airbnb decidiu que a partir de hoje esta proibição fica consolidada nas políticas de alojamento da plataforma.

A política de proibição temporária de festas anunciada no verão de 2020 incluía um limite de ocupação de 16 pessoas, medida que foi motivada principalmente por preocupações com a Covid-19 em relação a grandes reuniões de pessoas. Como parte da política atualizada, e com base nos comentários de vários anfitriões que têm alojamentos que podem acomodar mais de 16 pessoas, a Airbnb irá remover este limite.

Para ajudar a combater festas e outros distúrbios para a vizinhança, a Airbnb lançou em Portugal, em novembro de 2021, a sua tecnologia de reservas de Alto Risco, como parte de um novo compromisso de recuperação do turismo saudável para o país. Esta tecnologia visa melhorar a capacidade da Airbnb de bloquear tentativas de reservar estadias que possam apresentar um risco elevado de certos tipos de festas perturbadoras, e ajudar a detê-las antes de começarem.

Por outro lado, de modo a oferecer aos vizinhos uma linha direta de comunicação para a Airbnb para comunicar preocupações urgentes sobre um anúncio ou comportamentos de hóspedes na sua comunidade local, a Airbnb lançou a linha de Apoio ao Bairro em português.

Sobre o autorCarolina Morgado

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Atualidade

Cabo Verde: Brava Resort & Conference Center começa a ser construído no verão de 2023

O maior projeto turístico da ilha cabo-verdiana, o Brava Resort & Conference Center, orçado em 35 milhões de euros, deverá começar a ser construído no verão do próximo ano, estima o promotor, que considera que os processos estão bem encaminhados.

Andy Andrade, diretor da caboverdeonline.com, uma sociedade 100%privada, que que está por detrás do projeto Brava Resort & Conference Center, avançou que neste momento se encontra no processo de conclusão do registo da escritura do contrato, segundo notícia publicada na Inforpress.cv.

Após este processo, o investidor deu conta que vai ser concluída a parte da arquitetura e de seguida negociar com o Instituto do Património Cultural (IPC), uma vez que a cidade de Nova Sintra (capital da ilha Brava) é um centro histórico, tendo que seguir alguns processos e procedimentos para a construção dentro da cidade.

O empreendimento Brava Resort & Conference Center é uma parte do projeto “Brava – O Destino”, que vai ser implementada por fases, e que vai ser executado em Nova Sintra. Vai incorporar um conjunto de ofertas de “alta qualidade”, incluindo restauração, spa, aluguer de espaços para conferências, eventos e reuniões, ginásio e infraestruturas de lazer, e que “deverá criar um total de 180 empregos diretos, indica a mesma fonte citada pela agência de notícias de Cabo Verde.

O objetivo do Brava Resort & Conference Center é “transformar” a ilha num destino turístico de conferência, natureza e cultural, com “particular foco” no mercado norte-americano, visando atrair a primeira, segunda e terceira gerações da diáspora cabo-verdiana nos Estados Unidos.

A empresa promotora vai contar vai contar também com os serviços de uma frota de autocarros e carrinhas, bem como uma embarcação construída de raiz que garante o transporte de e para a Brava, além da construção de um porto alternativo.

 

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InterContinental Hotels Group deixa de operar na Rússia

Grupo de hotelaria, que conta com 28 hotéis na Rússia, anunciou a decisão esta segunda-feira, 27 de junho, quatro meses depois do início da guerra na Ucrânia.

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O InterContinental Hotels Group (IHG) anunciou esta segunda-feira, 27 de junho, que vai suspender todas as suas operações na Rússia, decisão que é tomada quatro meses depois do início da guerra na Ucrânia.

De acordo com o jornal espanhol especializado em turismo Hosteltur, a decisão foi anunciada em comunicado e abrange os 28 hotéis do IHG no país, com cujos proprietários o grupo tem estado em negociações relativamente aos “complexos” contratos de gestão de longo prazo sob os quais as unidades se encontravam a funcionar.

“Estamos agora no processo de encerrar todas as operações na Rússia de acordo com as sanções do Reino Unido, EUA e União Europeia e os desafios contínuos e crescentes de operar lá”, indica o grupo de hotelaria, no comunicado divulgado na segunda-feira.

O grupo recorda também que, assim que começou a guerra, encerrou a sua sede em Moscovo e suspendeu futuros investimentos, assim como novas aberturas de hotéis na Rússia, tendo indicado, logo nessa altura, que não pretendia retomar qualquer investimento no país, num futuro próximo.

Apesar da decisão agora anunciada, o IHG não esclarece em que data deixará, completamente, de operar na Rússia, garantindo apenas que vai continuar a apoiar as suas equipas, tanto na Rússia como na Ucrânia.

 

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Hotelaria

Rede Virtuoso acrescenta Octant Ponta Delgada ao portefólio

Esta é a terceira unidade da Octant Hotels a integrar a rede Virtuoso.

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O hotel Octant Ponta Delgada passa a integrar o portefólio de parceiros de viagens de luxo da rede Virtuoso.

Esta é a terceira unidade da Octant Hotels a integrar a rede, seguindo os passos do Octant Vila Monte e Octant Douro – que são preferred partners da Virtuoso desde 2017 e 2021, respetivamente.

A unidade foi admitida na Virtuoso após “critérios de seleção rigorosos e exigentes no que respeita à avaliação dos mais elevados padrões de qualidade e serviço”, de acordo com Vitor Santos, diretor-geral do Octant Ponta Delgada.

A integração nesta rede é vista pela unidade como “uma oportunidade para alargar a oferta e reforçar a notoriedade e prestígio no segmento de luxo”, tal como refere em comunicado, já que “a Virtuoso reúne as melhores agências de viagens e parceiros de luxo do mundo, cujas vendas anuais ultrapassam os 25 mil milhões de dólares americanos”.

“Estamos muito satisfeitos e orgulhosos do caminho que fizemos para chegar até aqui e sentimos que este é um duplo reconhecimento: por um lado, reflete os nossos esforços em garantir um serviço à medida e exclusivo aos nossos clientes e, simultaneamente, testemunha que somos uma referência no segmento de luxo em Ponta Delgada”, declara Vitor Santos.

A coleção Virtuoso reúne atualmente mais de 2.000 hotéis de luxo, resorts, empresas de cruzeiros, companhias aéreas, operadores turísticos e outras entidades de viagens em todo o mundo.

Junta ainda mais de 1.100 agências de viagens espalhadas por 50 países, numa rede que funciona com base em convites a parceiros exclusivos.

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Tecnologia

Amadeus e a IE University expandem rede Travel4Impact para PME turísticas

A Amadeus e a IE University acabam de lançar a segunda edição do Travel4Impact em toda a Europa, apoiando as PME no papel crítico que desempenham na renovação em curso das viagens e do turismo.

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Trata-se de um projeto de colaboração concebido para apoiar a indústria das viagens e turismo, melhorando a competitividade e o impacto positivo das pequenas e médias empresas.

A rede Travel4Impact apoia as PME que se concentram na digitalização e sustentabilidade como parte da sua estratégia. Esta iniciativa, que faz parte da estratégia de Responsabilidade Social Empresarial do Amadeus, é 100% subsidiada para as PME e inclui formação, tutoria e oportunidades de trabalho em rede.

Mais de 20 PME europeias do turismo serão selecionadas e convidadas a participar na fase de plataforma de lançamento. As pequenas e médias empresas interessadas em aderir ao projeto Travel4Impact devem preencher um formulário antes de 31 de julho, que pode ser encontrado na página web do Travel4Impact. Além disso, nos dias 05 e 13 de julho, pelas 17 de Portugal haverá sessões de informação à qual as PME podem aderir.

O objetivo a longo prazo desta iniciativa é a criação de uma rede global. O projeto teve início em 2021 em Espanha e foi concebido para evoluir para uma comunidade internacional.

Segundo Esther Villena, Head of Corporate Social Responsibility da Amadeus, 85% dos participantes na plataforma de lançamento consideram que os seus negócios têm melhores expectativas futuras graças à participação nesta iniciativa, em comparação com quando se iniciou o programa em 2021.

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Tarrafal Alfândega Suites é a nova unidade hoteleira da Oásis Atlântico em Cabo Verde

A inauguração terá lugar na próxima sexta-feira, 1 de julho, no novo empreendimento.

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O grupo Oásis Atlântico vai inaugurar esta sexta-feira, 1 de julho, um novo empreendimento, o Tarrafal Alfândega Suites.

Localizado na Baía do Tarrafal, na Ilha de Santiago, em Cabo Verde, o edifício da antiga alfândega foi agora transformado numa unidade de 20 apartamentos, “todos com vista para o mar”, como indicado pelo grupo em comunicado.

O projeto turístico pretende “valorizar o património cultural, local e nacional, estimulando a economia da região”. Por essa razão, os detalhes arquitetónicos da traça original do edifício histórico foram preservados.

Para além dos apartamentos, o Tarrafal Alfândega Suites dispõe de um espaço de restauração, o “Restaurante Malagueta”, com terraço com vista para o mar e uma ementa que promete “refeições ligeiras e saudáveis”.

O cocktail de inauguração deste empreendimento contará com a presença do primeiro-ministro de Cabo Verde, Ulisses Correia e Silva, bem como de diversas entidades institucionais.

O grupo Oásis Atlântico tem um portefólio de oito hotéis, nomeadamente: Hotel Belorizonte e Hotel Salinas Sea (Ilha do Sal, Cabo Verde); Hotel Praiamar (Santiago, Cabo Verde); Hotel Porto Grande (S.Vicente, Cabo Verde); Hotel Fortaleza e Hotel Imperial, no Brasil, e os hotéis Hotel Saidia Palace & Hotel Blue Pearl, em Marrocos.

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HiJiffy lança sistema operativo “Aplysia OS” para facilitar interações entre hóspedes e hotéis

A tecnologia utiliza inteligência artificial para acompanhar todas as fases da jornada do hóspede no hotel, desde a pré reserva até ao pós-estadia. O objetivo passa por facilitar ações como “o processo de reserva, o check-in antecipado ou a reserva de uma mesa no restaurante”, de acordo com a HiJiffy.

Carla_Nunes

A HiJiffy acaba de lançar um novo sistema operativo de comunicação com hóspedes, o Aplysia OS.

Esta tecnologia utiliza Inteligência Artificial (IA) para criar interações entre os hotéis e os clientes em todas as fases da jornada do hóspede, desde a pré reserva até ao pós-estadia, de acordo com informação enviada em comunicado pela empresa.

Desta forma, a Aplysia permite conectar os hóspedes e hotéis “24 horas por dia, sete dias por semana”, sem a necessidade de interação humana”.

O objetivo passa por facilitar ações como “o processo de reserva, o check-in antecipado ou a reserva de uma mesa no restaurante”, de acordo com a HiJiffy.

A empresa explica que este sistema foi treinado nos últimos seis anos “com milhões de questões exclusivamente relacionadas com a indústria hoteleira”, pelo que possui recursos de autoaprendizagem para analisar dados em bruto e não etiquetados e classificá-los por si só.

Isto permite que a IA “aprenda de forma quase autónoma, tornando o processo de aprendizagem mais rápido face às soluções treinadas manualmente por humanos”.

Para além disso, a Aplysia consegue “entender as emoções por detrás das conversas”, através da análise semântica e de sintaxe.

O sistema consegue reconhecer se a conversa é negativa, neutra ou positiva, reagindo de acordo com esta análise – ou seja, dá prioridade e encaminha automaticamente as mensagens para o departamento certo.

Por exemplo, se a conversa for classificada pelo sistema como positiva, “o hóspede poderá seguir um fluxo de atendimento normal, eventualmente até sem qualquer interação com um agente humano”, tal como explica Tiago Araújo, CEO da HiJiffy, à Publituris Hotelaria.

Se, por outro lado, o tom da conversa for negativo, o “hóspede poderá ser imediatamente redirecionado para a equipa do front-office, por exemplo, ou então diretamente para o diretor do hotel”.

A Aplysia OS é baseada na cloud e possui uma consola acessível através de desktop, browser e aplicações para Android e iOS.

Esta solução funciona apenas para os produtos da HiJiffy e não poderá ser comprada para ser usada para outros fins, tal como indica a empresa.

De momento, a tecnologia já está disponível “para todos os clientes da HiJiffy com muitos recursos já totalmente funcionais”, como adianta a empresa.

Funcionalidades em beta testing, que de momento só estão disponíveis para um número restrito de hotéis, serão alargadas a todos os clientes “em breve”.

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Portugal entre os destinos mediterrânicos com menor subida nos preços na hotelaria

A Grécia é, segundo uma análise realizada pela Mabrian, a campeã da subida de preços nos hotéis nos destinos mediterrânicos.

Victor Jorge

De acordo com uma análise da Mabrian, Portugal está entre os destinos mediterrânicos onde os preços na hotelaria menos subiu.

Na comparação feita entre os dias 25 de julho e 7 de agosto de 2022 e os mesmos dias de 2019, regista-se que foi na Grécia onde os preços mais subiram.

Efetivamente, no caso dos hotéis de 3*, a Mabrian indica uma estagnação dos preços em Portugal (0%), sendo o Egito o destino mediterrânico que maior subida apresenta (+25%), seguido da Grécia (+19,2%) e da Tunísia (+10,8%).

França apresenta-se como o único destino mediterrânico onde os preços dos hotéis de 3* desceu (-12%) no período analisado pela consultora.

Já nos hotéis de 4*, Portugal apresenta uma subida de 10,4% face ao período em análise que compara os anos de 2022 e 2019. O campeão da subida de preços é a Grécia (+62,7%), seguida do Egito (+40,9%) e da Tunísia (-28,3%). Mas existem destinos onde o preço apresenta uma descida, casos da França e Itália, com baixas de 11,3% e 5,3%, respetivamente.

Finalmente, nos hotéis de 5*, a subida de preços registada em Portugal é superior aos de 4*, já que o preço sobe 18,3% face a igual período de 2019. O líder neste capítulo volta a ser a Grécia, com uma subida de 110%, seguida, novamente, do Egito (+48,3%) e Tunísia (+26,6%).

Espanha, França e Itália registam subidas inferiores às indicadas para Portugal, com a Mabrian a estimar evoluções de 14,2% no caso espanhol e 13,2% e 1% para os hotéis de 5* franceses e italianos.

No campo das descidas, somente a Turquia apresenta um decréscimo nos preços (-9,9%) nos hotéis de 5*.

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