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“Tanto“ destino na nova campanha da Turismo do Centro

A nova campanha de comunicação e promoção da Turismo do Centro tem como objetivo colocar a região como primeiro destino dos portugueses para este verão de 2022.

Victor Jorge
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“Tanto“ destino na nova campanha da Turismo do Centro

A nova campanha de comunicação e promoção da Turismo do Centro tem como objetivo colocar a região como primeiro destino dos portugueses para este verão de 2022.

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A Turismo do Centro apresentou a nova campanha de comunicação e promoção da região com o claim “Centro de Portugal, um destino e tanto”. Assente no pilar da consolidação e posicionamento da região, Pedro Machado, presidente da Turismo Centro de Portugal, destacou a importância da “consistência e convergência” com a estratégia formulada em 2014, de rebranding da marca Centro de Portugal, com o conceito ‘Um país dentro do País”.

O objetivo desta nova campanha é colocar o Centro de Portugal como o “primeiro destino para os visitantes nacionais, do mercado interno”, explicando que, para tal, “precisamos, anualmente, de reforçar a marca com novos conteúdos de comunicação, que associem a criatividade à marca Centro de Portugal, numa estratégia convergente com o Turismo de Portugal dentro de uma estratégia concordante com o Plano 2020-2027”.

A nova campanha reflete, igualmente, “a preocupação com a agenda para a sustentabilidade, tanto económica, com ambiental e social”, salientando Pedro Machado que “a campanha quer que o negócio do turismo se possa estender por todo o território do Centro”, ao mostrar “as novas experiências” que a região tem para oferecer e “contribuir para a diminuição das assimetrias regionais e reforçar a coesão territorial”.

“A COVID abriu uma janela de oportunidade para as marcas e destinos que não estavam na primeira linha”, considerou Pedro Machado, salientando que “a ambição não é só reforçar, mas concretizar. Temos a ambição de os resultados de 2022 ultrapassarem os de 2019 e os dados atuais reforçam esse posicionamento”:

No final, Pedro Machado referiu ainda que esta campanha vai “reforçar o papel das Entidades Regionais de Turismo”, além de contribuir para a captação de investimento”, de modo a “aumentar a competitividade da região”.

Filipe Silva, administrador do Turismo de Portugal (TdP), destacou a importância do mercado interno nestes dois anos de pandemia, salientando que “o mercado doméstico aprendeu a explorar Portugal e a região do Centro foi um bom exemplo”.

Globalmente, o administrador do TdP reforçou a ideia de que “queremos melhor turismo, não forçosamente mais turismo”, concluindo que o desafio passa por “receber bem quem nos visita, quer seja [visitante] interno ou externo”.

De referir que o mês de abril de 2022 foi o melhor abril de sempre para a atividade turística no Centro de Portugal, superando os resultados históricos pré-pandemia, segundo dados avançados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

No total de dormidas, o quarto mês de 2022, em comparação com o mês homólogo de 2019, registou um aumento de 2,5% no Centro de Portugal, passando de 590.560 dormidas, em abril de 2019, para 605.511 no mesmo mês de 2022, correspondendo a um aumento de 14.951 dormidas.

Esta subida foi mais significativa entre os visitantes nacionais, cujas dormidas cresceram 18,4%, entre abril de 2019 e abril de 2022, para 384.034, enquanto as dormidas com origem no estrangeiro ficaram ligeiramente abaixo de 2019, totalizando mais de 221 mil, comparado com as 266 mil de abril de 2019.

“Se nada de anormal acontecer, é expectável que tenhamos um ano de 2022 histórico, com níveis de procura superiores aos dos melhores anos pré-pandemia”, concluindo Pedro machado que “é um balão de oxigénio para os empresários do setor, que mostraram uma resiliência extraordinária durante os últimos dois anos e que merecem estes resultados tão animadores”.

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Conselho Regional do Centro defende novo aeroporto a norte do rio Tejo

O Conselho Regional do Centro entende que é a localização a norte do Tejo é a que “melhor serve” os interesses do país e da região, além de ser “uma solução mais sustentável”.

O Conselho Regional do Centro (CRC) defendeu a localização de um novo aeroporto “a norte do rio Tejo” por ser a que “melhor serve” os interesses do país e da região. “Tudo indica que a localização a norte do rio Tejo é aquela que melhor serve os interesses nacionais e regionais, evidenciando vantagens comparativas face às restantes soluções em estudo”, afirmou o CRC, numa moção aprovada por unanimidade numa reunião realizada em Coimbra, na sede da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro.

O organismo regional liderado por João Paulo Fernandes, presidente da Câmara Municipal do Fundão, destacou a importância de “uma localização de excelência face à proximidade a acessibilidades rodoviárias”, como a A1, a A23, a A13 e a A15, bem como ferroviárias.

Neste ponto o autarca realçou “as concordâncias com o novo traçado de alta velocidade, Linha do Norte, Linha da Beira Alta e Linha da Beira Baixa”, além de que a localização recomendada “pode colocar o novo aeroporto próximo de um maior número de sedes de municípios, sem com isso se afastar mais de 30 minutos de Lisboa, podendo alcançar cerca de 4,5 milhões de pessoas num raio de 75 minutos”.

Por outro lado, a solução preconizada pelo Conselho Regional do Centro contribui “decisivamente para elevar os índices de coesão territorial do país”, ao permitir a construção do aeroporto “mais próximo, em termos relativos, das NUT III de mais baixa densidade” demográfica.

O CRC entende ainda que a localização a norte do Tejo é “uma solução mais sustentável”, constituindo-se o novo aeroporto como “investimento que pode minimizar o impacto financeiro para o país”, beneficiando de “uma visão de longo prazo”.

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Emirates alarga operação na China

Depois de ter anunciado um aumento das frequências para Hong Kong, com um serviço diário sem escalas a partir do seu hub no Dubai, a Emirates expande as operações na China.

A Emirates vai expandir as suas operações na China antes do arranque do Novo Ano Lunar – a passagem de ano chinesa – em resposta à forte procura de viagens, aumentando assim as suas ligações, retomando os voos para Xangai, Guangzhou e Pequim.

Para Xangai e a partir de 20 de janeiro, a Emirates retoma o serviço com dois voos por semana, aumentando gradualmente para serviço diário a partir de 1 de março. Os voos serão efetuados com um Airbus, não efetuando o EK302 qualquer escala. A380. Já o EK303 irá fazer uma breve paragem em Bangkok. A operação aumentará para quatro voos semanais a partir de 2 de fevereiro de 2023, realizados pelo Boeing 777-300ER com três classes.

Durante este período, o voo EK302 da Emirates partirá do Dubai às 03h45, com chegada a Xangai às 15h40. O voo de regresso partirá às 17h40 e chegará a Bangkok às 21h45, descolando da capital tailandesa às 23h20 e chegando ao Dubai às 03h20 do dia seguinte.

A partir do dia 1 de março de 2023, a Emirates reforçará a sua rota Dubai-Xangai com um serviço diário sem escalas. O EK304 partirá do Dubai às 09h15 e chegará a Xangai às 21h05. O regresso será operado pelo EK303, que sairá de Xangai às 23h00 e chegará ao Dubai às 05h20 do dia seguinte.

Para Guangzhou, a Emirates regressa com voos diários a partir de 1 de fevereiro de 2023, estando, atualmente, a operar um voo direto do Dubai para Guangzhou com o EK362, e de regresso, com escala em Bangkok com o EK363, quatro vezes por semana.

A partir do primeiro dia de fevereiro de 2023, a companhia aérea aumentará os voos entre o Dubai e Guangzhou com os voos EK362/EK363, operando com voos diários sem escalas, com o emblemático A380. O voo da Emirates EK362 irá partir do Dubai às 10h45 e chegará a Guangzhou às 21h45. O voo de regresso EK363 partirá de Guangzhou às 00h15 e chegará ao Dubai às 05h15.

Já para Pequim, a ligação diária será retomada a partir de 15 de março de 2023, realizada por um avião Boeing 777-300ER com três classes, com um serviço diário sem escalas a partir do Dubai. O EK308 partirá do Dubai às 10h50 e chegará a Pequim às 22h20. O voo de regresso, efetuado pelo EK307, irá partir de Pequim às 00h40, chegando ao Dubai às 05h00.

Com os novos voos agora anunciados, a Emirates aumenta as suas operações no mercado chinês para 21 voos semanais, proporcionando maior escolha e flexibilidade, tanto para passageiros de negócios como de lazer, e contribuindo para a recuperação do turismo na China.

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Turismo

SETCS admite que próximo ciclo de fundos europeus “será o maior de sempre” e anuncia 3.ª edição do REVIVE

O secretário de Estado do Turismo, Comércio e Serviços (SETCS), Nuno Fazenda, admitiu que, somando os apoios do Portugal 2020 com o PRR e do Portugal 2030, “são mais 90% de apoios para as empresas”. Para 2023, e segundo o Banco de Portugal, as estimativas apontam para que “as exportações do turismo português cresçam 8,3%”.

O secretário de Estado do Turismo, Comércio e Serviços (SETCS), Nuno Fazenda, revelou esta terça-feira, 24 de janeiro, que o próximo ciclo de fundos europeus “será o maior de sempre”. Se no Portugal 2020, existe uma exigência de execução anual de dois a três mil milhões de euros, para o próximo ciclo, “esse valor passa para seis mil milhões de euros por ano, revelou o SETCS, o que, segundo o mesmo, “somando os apoios do Portugal 2020 com o PRR e o Portugal 2030, são mais 90% de apoios para as empresas”.

Mas ainda existe mais dinheiro, já que no PRR, “temos 151 milhões de euros para apoio ao turismo”, existindo ainda apoios transversais que incluem o setor do turismo: transição digital no valor de 600 milhões de euros.

No domínio da eficiência energética também existem apoios significativos, com o “Repower EU” a disponibilizar mais de 700 milhões de euros”, o que levou Nuno Fazenda a destacar que, quer no curto prazo, quer no médio e longo prazo as empresas terão instrumentos que garantem o seu crescimento e competitividade”.

Falando no almoço promovido pela Associação da Hotelaria de Portugal (AHP), o SETCS começou por frisar a importância económica e social do turismo em Portugal que, sendo a maior atividade exportadora do país, representa 20% das exportações de bens e serviços”.

Nuno Fazendo reconheceu, no entanto, que o setor do turismo “não está com força agora”, relembrando que nos últimos 10 anos, ou melhor, na década anterior a 2019, o turismo cresceu acima dos 10% ao ano nas receitas, mas que, em 2022, “o turismo deu a volta”.

No discurso dirigido aos associados da AHP, o SETCS salientou que “temos de ter a ambição de fazer mais e melhor. Temos de ter a ambição de liderar o turismo do futuro e isso significa ter um turismo mais sustentável, mais inclusivo, mais tecnológico e mais coeso”.

Para tal, Nuno Fazendo apontou cinco prioridades: “pessoas, empresas, investimento, território e reforço da notoriedade de Portugal e das suas regiões enquanto destino turístico”.

O secretário de Estado admitiu a necessidade de “atrair recursos humanos para o setor com mais qualificações”, destacando o que dissera na sua primeira intervenção pública, depois de assumir o cargo, e que passa pela apresentação de uma “agenda para a qualificação e atração de talento para o setor do turismo”.

Mas além do ‘matching” que deverá ser feito entre a procura e oferta de emprego, Nuno Fazenda frisou, igualmente, a importância da “valorização dos salários”, focando o acordo alcançado na Concertação social, salientando que, no turismo, “existem empresas que vão, inclusivamente, além do acordo com proposta salariais mais altas”.

O secretário de Estado do Turismo, Comércio e Serviços revelou, também, que será lançada uma 3.ª edição do programa REVIVE que contemplará entre 15 a 20 imóveis, salientando que esta iniciativa “promoverá o investimento”.

No que diz respeito às empresas, Nuno Fazendo destacou o programa Apoiar.pt que dotou com mais 70 milhões de euros o apoio, revelando que as empresas dos transportes turísticos serão enquadradas para receber esses apoios. O SETCS evidenciou, também, o “Consolidar +Turismo”, destinado às Micro e Pequenas Empresas, linha que é de crédito, mas que admitiu “não será para criar mais dívida”.

“Trata-se de uma linha de apoio sem juros para aquelas empresas que tenham contraído empréstimos ao longo da pandemia” e que, a partir de 1 de fevereiro, podem apresentar candidaturas para, cada uma, aceder a 40.000 euros sem juros.

O governante deixou bem claro que, “para desenvolvermos o nosso turismo, teremos de assegurar a preservação e valorizar a matéria-prima. E a matéria-prima do turismo são os nossos recursos naturais e culturais”. Por isso, Nuno Fazenda referiu que “temos de apostar no território interior”.

Finalmente, no que diz respeito ao reforço da notoriedade de Portugal e das suas regiões enquanto destino turístico, o secretário de Estado afirmou que “queremos continuar a afirmar Portugal como um dos principais destinos turísticos do mundo e, por isso mesmo, teremos a promoção da marca Portugal, mas também das suas regiões e dos seus territórios”.

Para tal, Nuno Fazendo destacou o protocola assinada no final de 2022, com mais de 20 milhões de euros para a promoção externa das diversas regiões, tendo revelado a realização do pagamento de 50% desse protocolo para dar “estabilidade às agências de promoção externa para fazer o seu trabalho”.

Para concluir, o SETCS destacou ainda a necessidade de “restabelecer e reforçar a conectividade aérea”, que segundo o mesmo ainda está a 6% do que tínhamos em 2019.

“O propósito é concretizar e as perspectivas são boas, já que, segundo o Banco de Portugal, em 2023, as exportações do turismo português deverão crescer 8,3%”, terminou Nuno Fazenda.

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Transportes

CEO da Ryanair coloca TAP no IAG e ITA na Lufthansa

Para o CEO da Ryanair, o futuro da aviação comercial na Europa passa por uma consolidação. Assim, Michael O’Leary antevê a compra da TAP pelo grupo IAG e da ITA pela Lufthansa. Ao site alemão Airliners.de, o líder da companhia aérea lowcost antecipa ainda uma subida no preço das viagens para este verão.

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Numa entrevista ao site alemão Airliners.de, o CEO da Ryanair, Michael O’Leary antecipa que o grupo Lufthansa deverá comprar a ITA – companhia aérea que sucede à extinta Alitalia – depois do grupo alemão ter realizado uma oferta de cerca de 300 milhões de euros por 40% do capital, prevendo que “o processo estará fechado dentro de três a quatro meses”.

Com essa movimentação, O’Leary acredita que a TAP será adquirida pelo International Airlines Group (IAG) – que integra a British Airways, Iberia, Vueling, Aer Lingus e Level – não antecipando timings para esta operação.

Além disso, o CEO da Ryanair acredita, igualmente, que haverá outras movimentações no mercado, com a easyJet a ser integrada no IAG ou na Air France – KLM, com a Lufthansa a juntar a húngara Wizz Air ao seu portfólio de marcas.

Com isto, O’Leary está certo de que “haverá uma consolidação no mercado da aviação comercial na Europa”.

Já no que diz respeito aos preços das viagens, o CEO da Ryanair volta a repetir que estes deverão aumentar. “Penso que as pessoas temem que os preços dos bilhetes subam no verão”, admitindo que “vão”. O’Leary espera que as tarifas médias para voos de curta distância na Europa aumentem numa percentagem de um dígito.

Como razões, Michael O’Leary refere que as capacidades no mercado europeu de tráfego aéreo ainda são “limitadas” e, embora refira que a Ryanair já esteja a voar mais do que antes da pandemia, companhias aéreas rivais como easyJet, British Airways e Lufthansa ainda estão aquém das operações de 2019.

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Meeting Industry

“As formas de consumo de serviços estão cada vez mais centradas na experiência”

Presente no mercado desde 2007, a HCollective oferece uma panóplia de serviços, desde eventos físicos a digitais, ‘experience boxes’, ‘booking’ de talentos a ‘storytelling’ digital. Com o ano de 2022 a revelar uma “avalanche” de eventos, André Henriques, ‘partner’ e CEO da HCollective, admite um regresso aos eventos físicos, embora saliente que se “sente uma vontade de tornar os eventos menos opulentos e dispendiosos”.

Victor Jorge

Fundada bem antes da pandemia, mais concretamente, em 2007, a HCollective posicionou-se no mercado com o objetivo de entregar algo diferenciador no mundo do entretenimento. Com a pandemia, o desafio passou “essencialmente por conseguir reajustar as nossas valências às novas necessidades”, refere André Henriques, partner e CEO da HCollective, salientando que o processo passou por “transpor o entretimento normalmente a entregar em palco para conteúdos digitais. Foram realmente anos de ajuste do que fazíamos e do que desde então passámos a fazer”, reconhece.

“Os eventos físicos foram os mais afetados e no fundo tudo o que deles dependia da produção aos artistas”, com a necessidade destes “reajustarem a forma de atuar”, dando o partner e CEO da HCollective o exemplo dos pedidos para DJ Sets e bandas que “pararam por completo”, havendo a necessidade de “começar o trabalho de adaptar novamente a oferta às necessidades”. Já os artistas digitais, como os “Insónias em Carvão”, tiveram um pico de atividade durante a pandemia que, salienta André Henriques, “se estendeu até aos dias de hoje”.

Depois de no início do ano as portas da COVID terem sido abertas, “a avalanche começou”, afirma André Henriques, reconhecendo que 2022 foi um ano “atípico, com muitos eventos, mas com um planeamento muito em cima das datas”. O que, por norma, eram pedidos com “antecedência e alguma ponderação”, em 2022 isso “logicamente não aconteceu”.

Por outro lado, os eventos digitais que ainda eram “embrionários” na estrutura da HCollective, passaram a estar na “pole position do que apresentávamos aos nossos clientes e com ótimos resultados”, dando como exemplo o prémio obtido pelo Observatório da Comunicação por um evento interno de Natal da Leroy Merlin.

Não há eventos iguais
Assim, ao longo do tempo pandémico houve uma “especialização em contar estórias, sejam elas em palco ou fora dele”, apontando André Henriques como maiores desafios os eventos e experiências ‘Taylor Made’, “feitas à medida de cada cliente”. Nesse aspeto, o responsável da empresa destaca o ‘Millennium Crush’ que “começou a ganhar tração no mercado corporativo” e o ‘I Love Baile Funk’ que “voltou a conquistar o país depois dos anos de pandemia, com um total de 42 atuações, 54 emissões de rádio e duas músicas lançadas”.

Quanto à forma de trabalhar, “todos colaboram olham para os projetos como únicos”, salientando André Henriques que “não há duas conversas iguais, não há duas pessoas iguais e como tal, não há dois eventos iguais”. Por isso, a experiência das pessoas que envolvem a HCollective permite “pensar em comunicação adaptada a entretenimento. As histórias que contamos e as que nos pedem para contar são pensadas ao detalhe”, o que faz com que “os briefings mais maçadores e pesados se transformem em conteúdo que gera aceitação, cria memórias e essencialmente surpreende”.

André Henriques, partner e CEO da HCollective

A realidade de hoje também é diferente e André Henriques reconhece que “longe vão os anos em que os clientes não tinham um grande conhecimento do trabalho de uma agência”, admitindo que hoje o mercado é “muito mais informado e à distância de um click pode refutar uma séria de variáveis envolvidas no negócio”. Assim, o partner e CEO da HCollective refere que “os clientes procuram agências em quem possam confiar na exata medida do preço/qualidade” e que “necessitam de sentir que estamos com eles a longo prazo e de braço dado”. No fundo, “sentir cada desafio como nosso e antecipar o que o futuro reserva”.

Por outro lado, as preocupações ambientais também passaram a ser parte integrante de cada briefing. “A sustentabilidade é agora uma palavra comum nos pedidos que temos e devemos atender”, incluindo André Henriques a sustentabilidade como “nova tendência” na esperança que “rapidamente passe a hábito permanente”.

Regresso ao passado
Com a pandemia a desvanecer, os pedidos para eventos digitais são hoje “escassos” e a grande maioria das empresas voltou a juntar fisicamente os colaboradores para celebrações, reuniões e outros eventos. Isso faz com que os eventos híbridos sejam em maior número que em período de pré-pandemia, embora o responsável da HCollective afirme que “não sejam uma tendência com grande impacto”.

Quanto ao futuro, André Henriques destaca que “as formas de consumo de serviços estão cada vez mais centradas na experiência”, embora saliente que, por vezes, “esquecemo-nos que ela [experiência] já existe e que muitas vezes não é boa”. Por isso, tratar dos essenciais de um evento “eleva a experiência a outro nível”, dando como exemplo, os “acessos, bares, casas de banho e sistema de som, se bem trabalhados, já transformam a normal experiência em algo positivo”. Depois, “existem os complementares que abordam de forma diferente o que todos tomamos como normal e então elevamos a tal normal experiência a algo memorável”, afirma André Henriques.

Já no que diz respeito aos tempos incertos que se avizinham, André Henriques admite que tem sido um “processo de escolhas”. No fundo, tempos difíceis trazem “melhor perceção de consumo com opções mais conscientes”, reconhecendo que, “muitas vezes a aposta na desconstrução do evento clássico acaba por conseguir o efeito pretendido com menos custos”.

Assim, neste Natal o partner e CEO da HCollective refere que se “sente uma vontade de tornar os eventos menos opulentos e dispendiosos, não só pelos custos associados como também por uma responsabilização interna de cada empresa pelos mesmos”.

“As matérias-primas estão mais caras, a mão de obra também e o fantasma real da crise tem travado alguns investimentos mais dispendiosos, mas isto não significa que os eventos tenham parado, pelo contrário, estão é mais ajustados”, diz André Henriques.

Com uma subida do número de colaboradores em 50%, no último ano, o responsável da HCollective refere que “a maioria deles já eram pessoas que tínhamos referenciados”, avançando que “temos aberto vagas regularmente através das nossas redes sociais e a participação tem sido excelente”.

Já quanto ao negócio, André Henriques admite que “vai ser um ano de reajustes. Os ecos dizem que não será financeiramente um ano fácil, mas a forma como a pandemia nos moldou já traz uma experiência redobrada para os desafios que estão para vir”.

Por isso, a HCollective tem um plano “ousado e com vontade de dar ainda mais passos na consolidação dos eventos de média e grande dimensão”. E 2023 começa em grande pelo Coliseu, concluindo André Henriques que, em breve, “começamos a revelar os passos que vamos dar. Cautelosos, mas cheios de ambição”.

 

2022 foi de lançamento de novos produtos e também de consolidação de outros na HCollective

Em fevereiro a empresa começou, em Lisboa, com a aventura ‘Millennium Crush’, “uma experiência revivalista dos anos 2000, cheia de convidados, surpresas em palco e muitas outras fora de palco”.
Daí para o Algarve no Verão para o ‘Lick’, já com convidados internacionais como Kevin Little e Luciana Abreu que “acertou em cheio no coração de todos os ‘Millennials’”. Foi também durante o Verão que a HCollective organizou com o ‘Millennium Crush’ a abertura da Supertaça para a FPF no jogo Porto-Tondela com 40 mil pessoas a assistirem ao espetáculo.
Já para o fim do ano, a HCollective irá celebrar os 10 anos do ‘I Love Baile Funk’, “líder incontestado do segmento funk em Portugal e com uma trajetória que começa na altura em que era apenas um nicho de mercado até aos dias de hoje em que o género musical ganhou um peso e preponderância a nível mundial”, diz André Henriques.
Para o final de 2022, a HCollective está a organizar a Passagem de Ano no Coliseu com o ‘I Love Baile Funk’ em todas as suas vertentes, seja o show de palco, seja o Baile na Cidade pela Cidade FM ou até mesmo as edições musicais enquanto ILBF.
No fundo, a primeira data de uma Tour de 10 anos que começa no palco do Coliseu no dia 1 de janeiro de 2023.

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Turismo

Ministro da Economia antecipa receitas de 22 MM€ no turismo em 2022

O ministro da Economia, António Costa Silva, revelou que as receitas do turismo atingiram os 22 mil milhões de euros em 2022, superando em 20% o valor registado em 2019, naquele que foi considerado o melhor ano turístico.

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“Portugal terminou o ano de 2022 com 22.000 milhões de euros, o que é absolutamente extraordinário porque, num ano, não só recuperámos aquilo que fizemos em 2019, como superámos os resultados em mais 20%”, disse o ministro da Economia e do Mar, António Costa e Silva.

Ao intervir na sessão de encerramento da inauguração da nova Escola de Hotelaria e Turismo de Portimão (EHTP), o governante lembrou que o turismo, “um dos motores do desenvolvimento da economia do país, foi altamente flagelado pela pandemia, quase paralisado durante dois anos, conduzindo a uma grande desmotivação” dos agentes económicos.

“Havia muita gente que dizia que para recuperarmos os números de 2019 iríamos demorar três, quatro ou cinco anos, mas conseguimos recuperar durante o ano passado”, sublinhou.

António Costa Silva afirmou que para Portugal “atingir um dos objetivos de ser o destino mais sustentável do mundo, um dos de maior qualidade, “é necessário trabalhar em conjunto, desenvolvendo redes colaborativas”.

“Se construirmos estas plataformas, se tivermos desígnios claros, nós podemos transformar a vida das nossas comunidades, criar riqueza e alinhar o país, sintonizar o país com o futuro”, apontou.

Na opinião do titular da pasta da Economia, “ainda existe preconceito no país em relação ao turismo”, um setor que, lembrou, “é sem dúvida um dos pilares fundamentais do nosso desenvolvimento económico”.

“Nós, no Ministério da Economia, temos uma visão muito clara sobre o turismo: o turismo é uma ferramenta para desenvolver o país do norte ao sul, incluindo as regiões autónomas [da Madeira e dos Açores], porque ele é capilar”, notou.

No mesmo sentido, acrescentou, que o turismo “está nesta altura em todo o espaço nacional e ele é transversal, mobiliza múltiplos setores da economia, desde a construção aos transportes, a todo um conjunto de indústrias”.

“Se nós usarmos esta ferramenta [turismo] no sentido próprio, ela é absolutamente transformadora”, reforçou.

António Costa Silva apontou também a qualidade das novas instalações da EHTP como um “investimento para treinar e formar pessoas, dado que o investimento na educação é o mais produtivo que o país pode ter”.

“A educação […] muda as pessoas e são as pessoas que transformam o mundo. Nós queremos ser o destino mais sustentável do mundo e isso não se faz sem escolas de qualidade”, disse.

O novo edifício da Escola de Hotelaria e Turismo de Portimão representa um investimento de 2,3 milhões de euros do Turismo de Portugal que permitirá reforçar a oferta formativa na região.

As novas instalações resultam da requalificação do antigo estabelecimento prisional de Portimão, dispondo o edifício de oito salas de aula equipadas com a mais recente tecnologia, duas cozinhas individuais, um auditório com capacidade para 140 pessoas, um bar e um restaurante ‘de aplicação’, que estarão abertos ao público.

Segundo o Turismo de Portugal, os equipamentos digitais vão facilitar “um ensino híbrido que conjugue formação presencial e à distância”.

A Escola de Hotelaria e Turismo de Portimão é o terceiro estabelecimento de formação na área existente no Algarve, a par de Faro e de Vila Real de Santo António.

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Alojamento

Hotelbeds expande portfólio com aliança com “The Leading Hotels of the World”

Através da colaboração com a The Leading Hotels of the World (LHW), a Hotelbeds expande a sua coleção de luxo nas mais de 400 propriedades do grupo.

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O novo contrato de fornecedor preferencial dá aos clientes da Hotelbeds acesso a um portfólio de luxo significativo, oferecendo propriedades em mais de 80 países em todo o mundo. Por sua vez, o acordo abre o sistema de distribuição de 195 países da Hotelbeds para os hotéis da LHW, proporcionando benefícios, incluindo aumento dos fluxos de receita e a capacidade de garantir a paridade de tarifas em todos os seus canais.

“Este novo acordo abre a The Leading Hotels of the World para a nossa vasta lista de plataformas de reserva, incluindo 64.000 agentes de viagens de retalho, ao mesmo tempo que expande a nossa gama de propriedades de alto padrão”, refere Paul Anthony, diretor de Comercialização Digital da Hotelbeds, em comunciado. “Vimos um aumento na procura por propriedades de alto padrão este ano e essa nova aliança ajudar-nos-á a atender esse setor em crescimento.”

A Hotelbeds tornou-se parte do programa Leading Strategic Sourcing (LSS) da LHW, liderado pela LHW e pela DayBlink GPO. A iniciativa oferece um programa estratégico de compras em grupo para o portfólio de hotéis independentes globais da LHW, que atende os membros ajudando-os a capturar novas procuras, aceder a vendas inovadoras, bem como soluções de marketing e tecnologia para fortalecer o sucesso e gerar valor para hotéis noutras categorias estrategicamente importantes.

No ano passado, a Hotelbeds registou um aumento nas reservas de luxo, com muitos destinos apresentando crescimento acima de 50%.

“Estamos entusiasmados por colaborar com um dos maiores distribuidores globais de hotéis para apoiar as estratégias inovadoras de distribuição dos nossos hotéis”, refere, por sua vez, Phil Koserowski, vice-presidente sénior e diretor de marketing da The Leading Hotels of the World. “A Hotelbeds é uma adição valiosa ao programa Leading Strategic Sourcing e uma componente chave para os nossos esforços de distribuição otimizados em 2023 e além.”

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MSC Seascape, has successfully completed her first intensive systems tests at sea during a multiple-day trial between 17th to 20th August 2022

MSC CRUZEIROS terá 3 navios a navegar nas caraíbas e bebidas incluídas na sua oferta para o Verão 2023!

Nova York – Miami – Orlando – Caraíbas

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  • MSC Meraviglia vai estar na região pela primeira vez, a partir de abril de 2023 e navegará o ano todo de Nova York (EUA). Irá escalar em Port Canaveral (Flórida), Nassau, Ocean Cay MSC Marine Reserve (Bahamas) e desembarcará em Nova York num itinerário que terá a duração de 7 noites. Fará ainda outro itinerário com a mesma duração, que embarcará em Nova York, com escala em Port Canaveral, Ocean Cay MSC Marine ReserveNassau e desembarque em Nova York.
  • O MSC Seascape oferecerá dois itinerários diferentes de sete noites de Miami, Flórida (EUA): nas Caraíbas Ocidentais com escala na Ocean Cay MSC Marine Reserve e Nassau (Bahamas), San Juan (Porto Rico) e Puerto Plata (República Dominicana) com desembarque em Miami e nas Caraíbas Orientais com escala na Ocean Cay MSC Marine Reserve e Nassau (Bahamas), San Juan (Porto Rico) e Puerto Plata, também com desembarque em Miami
  • O MSC Seaside terá como porto de embarque Orlando, Flórida (EUA) a partir de Port Canaveral, oferecendo itinerários de sete noites para Cozumel e Costa Maya (México) e Ocean Cay MSC Marine Reserve (Bahamas) de 30 de Abril a 12 de Novembro de 2023
MSC Meraviglia

Quem já visitou as Caraíbas, não tem dúvidas em considerá-la como um lugar de sonho. Têm sido sempre um dos mais belos e fascinantes destinos do mundo, um sonho para qualquer turista que queira descansar em cenários majestosos, rodeados por enormes praias de areia branca, palmeiras, frutos exóticos, a barreira de corais, repleta de peixes tropicais de todas as cores e um mar azul-turquesa.

O MSC Meraviglia  vai estar na região pela primeira vez, a partir de abril de 2023, e navegará o ano todo de Nova York (EUA) em itinerários que terão a duração de sete noites.

Nova York é uma cidade composta por bairros e suficientemente compacta para ser explorada a pé. Nos seus cruzeiros a Nova Iorque, entre todos os símbolos norte-americanos, nenhum consegue superar a Estátua da Liberdade, que paira sobre o porto no seu pedestal na minúscula Liberty Island.

Nesta cidade, poderá ainda observar jardins ocultos juntos de arranha-céus pós modernos, arte incalculável escondida em claustros de estilo medieval, um cais renovado no qual pode passear e admirar a vista.

USA, Miami – South Beach

De seguida, o navio irá para Port Canaveral que fica localizado a apenas 70 quilómetros ao leste de Orlando e é conhecido pela Space Coast.

A cerca de 20 minutos de carro de Port Canaveral, na península da ilha Merritt, pode descobrir o fenomenal Centro Espacial Kennedy. Aqui os veículos da NASA são desenvolvidos, testados e enviados para a órbita do planeta. O Grande Complexo de Visitantes do Kennedy Space Center encantará todos os que se interessem minimamente pela exploração do espaço, oferecendo uma experiência completa: desde enormes foguetes, à história das aterragens na Lua, aos filmes IMAX e até à disponibilização de um simulador de lançamento de um vaivém espacial.

O cruzeiro passará pela capital das Bahamas, Nassau. Com o seu parque aquático de aventura, praias e muitas opções de restaurantes, o Atlantis Resort em Paradise Island fica a apenas uma rápida viagem de carro do porto de Nassau.

Um dos destaques de qualquer cruzeiro das Bahamas são as compras sem taxas. Em Nassau, as lojas de moda e joalharia modernas misturam-se com as tradicionais, oferecendo uma grande variedade de artesanatos e souvenirs e a oportunidade de negociar com fornecedores locais como parte da tradição.

Para os aventureiros, as ilhas das Bahamas são um paraíso para desportos aquáticos. As águas cristalinas são o cenário perfeito para uma variedade de excursões, como mergulho, snorkel e passeios de barco

Antes de realizar o desembarque em Nova York, o MSC Meraviglia navegará ainda pela Ocean Cay MSC Marine Reserve, a nossa ilha privada rodeada por 65 milhas quadradas de áreas protegidas. A Ocean Cay permite que se conecte com o ambiente natural e aprenda sobre a importância de preservar os oceanos e os recifes e coral. Poderá relaxar nas belas praias de areia branca ou nadar numa lagoa durante o dia e, em seguida, desfrutar de entretenimento ao vivo até tarde.

O MSC Meraviglia fará outro itinerário, com a mesma duração, que passará por Nova York, escalará em Port Canaveral, na Ocean Cay MSC Marine Reserve, de seguida irá para Nassau e desembarca em Nova York. A diferença em relação ao outro itinerário prende-se com o facto de este escalar primeiro na Ocean Cay MSC Marine Reserve e de seguida ir para Nassau.

MSC Seaside

Os passageiros poderão realizar estes dois itinerários a bordo do MSC Meraviglia por preços que se iniciam nos 499€ cruzeiro + 200€ de taxas portuárias + 101.50 € de Taxa de Serviço de Hotelaria (TSH). Com a promoção das bebidas incluídas, os preços começam nos 639€ cruzeiro + 200€ taxas portuárias +101.50 € TSH.

O MSC Seascape também navegará pelas Caraíbas. O novo navio da MSC Cruzeiros, já inaugurado em Dezembro, vai oferecer dois itinerários diferentes de sete noites de Miami, Flórida (EUA) entre os dias 30 de Abril e 22 de Outubro de 2023.

O itinerário das Caraíbas Orientais fará escala na Ocean Cay MSC Marine Reserve, irá para Nassau antes de chegar a San Juan. Na década de 1970, San Juan era apenas uma memória de tempos áureos, uma coleção reduzida de relíquias coloniais espanholas que não se encontravam em melhor forma do que o império em colapso que as construiu. No entanto, na sequência de obras e renovações extensas e minuciosas, é considerada um dos tesouros mais bem guardados da arquitetura colonial espanhola, tendo sido declarada Património da Humanidade.

Pode começar o seu passeio na zona antiga, no Paseo de la Princesa, uma calçada marítima animada e rumar para oeste, ao largo da muralha meridional da cidade. O edifício neoclássico sofisticado, cinzento e branco, que verá é conhecido como La Princesa. Construído em 1837 para ser um estabelecimento prisional, abriga presentemente os escritórios da sede da PRTC além de uma galeria de exposições de obras de artistas contemporâneos porto-riquenhos.

Puerto Rico, San Juan

O navio navegará ainda pela República Dominicana, mais concretamente por Puerto Plata, e fará o desembarque em Miami, Flórida (EUA).

O MSC Seascape fará também um itinerário pelas Caraíbas Ocidentais. Com o porto de embarque em Miami, fará escala na Ocean Cay MSC Marine Reserve e , de seguida, irá para a ilha de Cozumel.

Esta é uma ilha de quarenta quilómetros de extensão junto á costa de Playa del Carmen, onde quase diariamente atracam até 10 navios numa das docas especializadas da ilha, todas situadas a sul da única cidade, San Miguel.

Numas férias no México com a MSC Cruzeiros terá acesso a restaurantes, lojas de recordações turísticas e de bijuterias, ao largo do malécon (Av. Rafael Melgar) no centro de San Miguel. Se é apreciador de museus, o belo Museu de la Isla de Cozumel apresenta pequenas exposições sobre a flora, a fauna e a vida marinha da ilha, bem como uma boa coleção de artefactos maias e fotografias antigas.

De seguida, o navio irá para o porto de George Town. A cidade da ilha e do país é uma cidade tradicional das Caraíbas com casas coloridas em madeira intercaladas com edifícios mais recentes. Pode mergulhar na história da ilha no Museu Nacional de George Town que serve duas finalidades: além de poder descobrir exemplos das espécies endémicas de flora e fauna mais interessantes, pode ainda conhecer a história longa e difícil da ilha.

O MSC Seascape navegará ainda por  Ocho Rios que se caracteriza pelos seus rios e pelo seu mar cristalino.  Se o seu objetivo passa por fazer compras, a Main Street é o local ideal para o fazer. No entanto, no seu cruzeiro pelas Caraíbas recomendamos-lhe que experimente as diversas atividades ao ar livre disponíveis nos rios, como caiaque e tubing.

Bahamas, Ocean Cay MSC Marine Reserve – Photo credit Conrad Schutt

Poderá realizar os dois itinerários do MSC Seascape por preços a partir de 429€ cruzeiro +200€ taxas portuárias + 101.50 € TSH. Já com a promoção das bebidas incluídas, os preços iniciam-se nos 569€ cruzeiro + 200€ taxas portuárias + 101.50 € TSH.

 O MSC Seaside é o terceiro navio a navegar pelas Caraíbas. Este terá como porto de embarque Orlando, Flórida (EUA) a partir de Port Canaveral, o segundo porto de embarque da MSC Cruzeiros. Estará em navegação entre 30 de Abril e 12 de Novembro de 2023.

 O navio passará ainda pela Ocean Cay MSC Marine Reserve, antes de chegar à Costa Maya, no México. O seu porto, onde atracam os navios de cruzeiro MSC, não é avistado a norte de Mahahual, mas é possível sentir a sua influência nos dias de cruzeiro, quando a aldeia ganha vida com as suas bancas de recordações turísticas e de jet-ski ao largo do passeio marítimo sofisticado, formando uma autêntica versão em miniatura de Playa del Carmen. Normalmente num cruzeiro MSC nas Caraíbas e Antilhas os visitantes optam pela zona de Mahahual, ao passo que os amantes de mergulho e da pesca rumam para sul, até Xcalak.

Os preços deste cruzeiro iniciam-se nos 389€ cruzeiro + 200€ taxas portuárias + 101.50 € TSH ao passo que com a promoção das bebidas incluídas os preços iniciam-se nos 529€ cruzeiro +200€ taxas portuárias + 101.50 € TSH.

Este ano, tem todos os motivos e mais alguns, para fazer um cruzeiro!

Embarque nesta aventura com a MSC Cruzeiros.

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Emirates retoma serviço diário sem paragens entre o Dubai e Hong Kong

A Emirates vai servir um dos principais destinos da Ásia com 14 voos semanais operados pelo A380.

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A Emirates vai aumentar as frequências para Hong Kong com um serviço diário sem escalas a partir do seu hub no Dubai, passando, a partir de 29 de março, a operar 14 voos semanais para Hong Kong, complementando o seu atual voo diário via Bangkok.

A retoma do serviço oferecerá mais capacidade, escolha e flexibilidade aos passageiros, uma vez que a companhia aérea continua a expandir as suas operações globais de acordo com a procura sustentada de viagens internacionais.

Operado por um Airbus A380, o voo EK380 da Emirates partirá do Dubai às 10h45 e chegará a Hong Kong às 22h00. O voo de regresso EK381 partirá de Hong Kong às 00h35 e chegará ao Dubai às 05h00.

Ao retomar o voo Dubai-Hong Kong EK380/EK381, a Emirates refere, em comunicado, estar a “responder à crescente procura da rota e a oferecer aos passageiros a opção de voar sem paragens ou interromper as suas viagens em Bangkok”.

A Emirates salienta ainda que a experiência do A380 “continua a ser muito procurada pelos passageiros, pelas suas cabines espaçosas e confortáveis e pelos produtos da marca que oferecem aos passageiros as melhores experiências no céu como o caso do Lounge, das suites de Primeira Classe e do Shower Spa”.

Atualmente a Emirates utiliza o A380 para 40 destinos do mundo, incluindo Londres Heathrow, Sydney e Houston, passando a servir 50 destinos até ao final deste verão.

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Recuperação dos aeroportos mais rápida na América do Norte. Europa com ventos desfavoráveis por causa do Reino Unido, prevê DBRS

A recuperação dos aeroportos mundiais não se encaminha para um trajeto linear. Enquanto a situação na América do Norte parece voltar a uma “maior normalidade” em 2023, a Europa sofrerá os impactos de uma conjuntura económica instável no Reino Unido.

Victor Jorge

À medida que as restrições relativamente às viagens diminuíram em 2022, o volume de passageiros aumentou consideravelmente em comparação com 2021. A agência de notação DBRS Morningstar publicou uma análise em que prevê que a “recuperação do volume de passageiros continue em 2023”. No entanto, refere que “a trajetória de crescimento pode variar entre as regiões, dependendo das perspectivas económicas de cada região” e de outros fatores.

A pressão inflacionária na Europa e no Reino Unido é “especialmente assustadora”, admite a DBRS Morningstar, referindo que “já está a causar interrupções nos setores da educação, transporte e armazenamento”, frisando que, “se as interrupções persistirem e aumentarem de frequência em 2023, poderão afetar negativamente as operações do aeroporto”.

Com o cenário macroeconómico na América do Norte a ser um pouco mais positivo em 2023, a DBRS Morningstar acredita que a procura por viagens aéreas deve “permanecer relativamente resiliente em 2023” e o tráfego de passageiros deve continuar no caminho da “recuperação total”.

Em geral, a agência de notação financeira refere que o grande segmento do mercado doméstico nos EUA proporcionará “mais estabilidade” e “mitigará” quaisquer fatores globais que possam afetar negativamente o tráfego de passageiros em 2023. Além disso, os aeroportos dos EUA tiveram maior apoio financeiro do governo federal, o que ajudou a manter suas finanças capacidade, resiliência e competitividade.

Já relativamente à Europa, a DBRS Morningstar afirma que “existem fatores regionais mais desafiadores” que podem prejudicar as perspectivas dos aeroportos europeus. Dada a recuperação desigual em toda a região, alguns aeroportos podem enfrentar “mais pressão financeira” do que outros, devido a certos fatores regionais em andamento que provavelmente não diminuirão materialmente em 2023.

Cenário norte-americano
Os aeroportos canadianos registaram uma forte recuperação no volume total de tráfego de passageiros em 2022 com o levantamento de restrições de viagem na maioria das regiões, admitindo a DBRS Morningstar que, em caso de recessão, a duração e a magnitude será “curta e ligeira”, seguida de crescimento moderado, regressando no final de 2023 e em 2024. Assim, é esperado que o atual cenário macroeconómico de linha de base no Canadá tenha um “impacto material” no desempenho financeiro dos aeroportos canadianos e que o volume de passageiros deve “continuar o caminho para a recuperação total”.

Já nos EUA, o volume total de passageiros nos aeroportos também aumentou significativamente em 2022, atingindo 88% do nível de 2019 (nos primeiros 10 meses de 2022), de acordo com o Bureau of Transportation Statistics.

O cenário macroeconómico básico para os EUA da agência de notação é semelhante ao do Canadá. No entanto, ao contrário dos aeroportos canadianos, os aeroportos dos EUA receberam ajuda económica significativa durante a pandemia do governo federal. A Lei CARES, firmada a 27 de março de 2020, deu 10 mil milhões de dólares em fundos para apoiar os aeroportos elegíveis nos EUA. A Lei CARES também aumentou a contribuição federal para 100% para o Programa de Melhorias Aeroportuárias, o que permitiu que projetos críticos de segurança e capacidade continuassem conforme planeado, independentemente das condições financeiras dos aeroportos.

A DBRS Morningstar crê, assim que “os significativos esforços de alívio económico colocaram os aeroportos dos EUA numa vantagem financeira maior do que os aeroportos canadianos, enquanto continuam a melhorar a sua infraestrutura para manter e/ou aumentar a competitividade nos últimos dois anos”.

Além disso, os aeroportos dos EUA devem permanecer relativamente resilientes por causa de um grande segmento de mercado doméstico (representou mais de 75% do volume total de passageiros nos EUA em 2019), o que mitiga o risco de quaisquer mudanças futuras nas restrições de viagens internacionais e reduz a exposição a fatores económicos globais.

Reino Unido estagnado
Passando para a Europa, os aeroportos do Reino Unido também exibiram uma forte recuperação no volume de passageiros em 2022. Nos primeiros 11 meses de 2022, o volume total de passageiros foi de 74% dos níveis de 2019. O crescimento do volume de passageiros mês a mês (variação percentual em relação ao mesmo mês em 2019) continuou a apresentar uma tendência positiva e, no final de outubro de 2022, estava em 85% dos níveis de 2019 antes de cair para 83% dos níveis de 2019 em novembro de 2022.

“É improvável vermos a mesma magnitude de crescimento do volume de passageiros em 2023”, frisa a agência de notação na análise publicada. Contudo, a procura reprimida (que levou a um aumento acentuado no volume de passageiros no início de 2022) parece ter diminuído no final do ano. Além disso, a trajetória de crescimento em 2023 também pode ser afetada por diversos fatores em andamento.

Primeiro, o cenário de linha de base projeta que a economia do Reino Unido encolherá em 2023 com um crescimento do PIB de -1%. A taxa de desemprego também deve aumentar para 4,5% em 2023, de 3,8% em 2022. Além disso, de acordo com o Office for National Statistics, a inflação do Reino Unido permanece elevada em 10,5% em dezembro de 2022 (ligeiramente abaixo de 10,7% em novembro de 2022). Portanto, a atual condição macroeconómica pode afetar “negativamente” a procura por viagens aéreas.

Em segundo lugar, uma “disputa prolongada sobre o pagamento do setor público” (como resultado da crise do custo de vida) pode causar graves interrupções nas operações do aeroporto que podem diminuir a procura por viagens aéreas durante os períodos de pico, pois os passageiros podem adiar as suas viagens ou procurar transporte alternativo que não é afetado pela ação de protesto.

Além disso, as atuais perspectivas macroeconómicas noutras partes da Europa podem reduzir a procura por viagens no segmento de mercado da UE, que historicamente contribui significativamente para o volume total de passageiros nos aeroportos do Reino Unido.

Por fim, o impacto total do “Brexit” no tráfego de passageiros no segmento de mercado da UE permanece “incerto”, uma vez que o volume de passageiros permaneceu gravemente reduzido durante 2020–21 devido à pandemia. No entanto, “foi relatado que a saída do Reino Unido da UE causou desafios laborais que afetaram muitas indústrias, incluindo o setor aeroportuário”, frisa a DBRS Morningstar, admitindo que, tal situação, “pode ter contribuído para a escassez de pessoal nos aeroportos do Reino Unido durante o verão de 2022, o que resultou na limitação do número de voos diários para aliviar o congestionamento e os atrasos”.

E a restante Europa?
De acordo com o EUROCONTROL, a Airports Council International (ACI) Europe estima em dois mil milhões os passageiros em 2022, 425 milhões a menos do que em 2019. O EURCONTROL observa que a “recuperação continua desigual em toda a Europa”, conforme indicado pelo número médio de voos diários. Além disso, observa que o mercado alemão foi um dos mais lentos a recuperar em 2022. A média de voos diários dos aeroportos de Frankfurt e Munique foi de 74% e 68% dos níveis de 2019, respetivamente. Em contraste, a média de voos diários dos aeroportos de Amsterdão, Paris Charles de Gaulle e Adolfo Suárez Madrid-Barajas foi superior a 80% do nível de 2019.

A recuperação desigual também pode ser observada em termos de volume de passageiros. Os dados do volume de passageiros sugerem que a recuperação em França e em Espanha (ambos em mais de 80% dos níveis de passageiros de 2019 no final de setembro de 2022) estão à frente da Alemanha (cerca de 73% do nível de 2019 no final de setembro de 2022). “Apesar da recuperação da região em 2022, há uma série de desafios pela frente”, destaca a DRBR Morningstar.

A ACI Europe reviu, recentemente, a sua previsão e agora projeta que a recuperação total do volume de passageiros não será alcançada até 2025 (revista a partir de 2024), projetando uma trajetória de crescimento mais lenta durante o horizonte de previsão (2023–27) do que o esperado anteriormente, como resultado “do risco geopolítico em curso, deterioração das perspectivas macroeconómicas, tarifas aéreas mais altas, capacidade restrita e custos regulatórios mais altos”. A ACI Europe projeta, também, que o volume de passageiros em 2023 será de 91% dos níveis de 2019.

Por isso, a DBRS Morningstar prevê “mais mudanças nas políticas de transporte em relação à transição para emissões líquidas zero até 2050”, referindo que “mudanças políticas como o Fit for 55 da UE – pacote de propostas para tornar o clima, energia, uso da terra, transporte e tributação da UE para políticas adequadas para reduzir as emissões líquidas de gases de efeito estufa em pelo menos 55% até 2030 – provavelmente apresentarão desafios adicionais para o setor de aviação que podem aumentar o custo das viagens aéreas no futuro”.

Recorde-se que, como parte do Fit for 55, o regulador da UE exige que todos os voos (sejam aeronaves da UE ou não), partindo de aeroportos europeus, usem combustível de aviação sustentável (SAF) começando com uma meta de 2% (percentagem de SAF em todos os voos) em 2025 e aumentar gradualmente para níveis mais elevados nas próximas décadas.

Assim, a DBRS Morningstar conclui que a recuperação das viagens aéreas continue nos aeroportos canadianos. No entanto, o limitado apoio financeiro do governo federal nos últimos dois anos “reduzirá a capacidade financeira dos aeroportos canadianos de assumir quaisquer programas significativos de capital financiados por dívida”.

Já nos EUA, os aeroportos devem permanecer “relativamente resilientes”, apesar do menor crescimento económico projetado em 2023. “Fatores regionais desafiadores na Europa, no entanto, podem afetar negativamente os aeroportos, alguns mais do que outros, em 2023”, termina a análise da DBRS Morningstar.

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