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easyJet põe crianças a recriar Top Gun em nova campanha de recrutamento

O filme que suporta a nova campanha da easyJet, denominado ‘Calling all Mavericks’, conta com a participação dos filhos de vários funcionários da companhia aérea e foi filmado no aeroporto de Londres Luton.

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O filme que suporta a nova campanha da easyJet, denominado ‘Calling all Mavericks’, conta com a participação dos filhos de vários funcionários da companhia aérea e foi filmado no aeroporto de Londres Luton.

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A easyJet lançou uma nova campanha de recrutamento que pretende “combater os estereótipos profissionais e inspirar mais jovens a considerar uma carreira na aviação” e que consiste na recriação do icónico filme dos anos 80, Top Gun, com a participação de crianças nos papeis principais.

O filme que suporta a nova campanha da easyJet, denominado ‘Calling all Mavericks’, conta com a participação dos filhos de vários funcionários da companhia aérea e foi filmado no aeroporto de Londres Luton.

“Com um elenco de filhos da equipa da easyJet com idades entre sete e 12 anos, o filme recria alguns dos momentos mais emblemáticos de Top Gun, incluindo a cena de moto de Tom Cruise, a sala de aula e a infame cena ‘É hora de zumbir à torre!'”, refere a companhia aérea, num comunicado enviado à imprensa.

Na informação divulgada, a easyJet explica que decidiu lançar esta campanha após ter realizado uma nova pesquisa que mostra que os britânicos acreditam que os estereótipos de género ainda são promovidos pelos filmes de Hollywood e limitam as aspirações profissionais das crianças.

“Ao reinterpretar cenas do clássico filme Top Gun, de 1986, a companhia aérea espera corrigir noções de empregos na indústria encaminhadas pelo cinema e pela TV e incentivar mais jovens a considerar uma carreira na aviação – particularmente em funções como pilotos, engenharia e operações”, explica a easyJet.

A pesquisa da easyJet apurou que 85% dos pais britânicos ainda acreditam que há equívocos de que um piloto é um trabalho para homens e quase metade (48%) das 1.500 mulheres entrevistadas disseram que nunca consideraram um trabalho como piloto de avião, pois quando eram mais jovens pensavam que era um trabalho para um homem.

“Os mesmos equívocos também foram revelados como aplicáveis ​​a outras funções na indústria, incluindo engenheiros (83%) e operações (75%)”, acrescenta a companhia aérea, revelando que quase 90% das mulheres entrevistadas disseram que as preconceções de profissões para homens e mulheres começaram na escola.

O panorama é idêntico também entre as crianças, uma vez que, entre as que foram inquiridas na pesquisa da easyJet, quase dois terços (60%) disseram pensar que um piloto era um trabalho para um rapaz, enquanto quase metade 43% ainda nunca viram uma piloto mulher.

“Com apenas cerca de 6% dos pilotos em todo o mundo sendo mulheres, a easyJet tem tentado conscientemente resolver esse desequilíbrio de género em todo o setor há vários anos e dobrou o número de pilotos do sexo feminino em suas fileiras desde 2015”, diz ainda a companhia aérea, considerando que o “desequilíbrio de género na comunidade de pilotos continua a ser o maior fator que influencia o número de diferenças salariais de género da companhia aérea”.

A nova campanha da easyJet surge numa altura em que a companhia aérea decidiu reabrir o seu programa de treino de pilotos – o que acontece pela primeira vez desde a pandemia – para trazer 1.000 novos pilotos a bordo nos próximos cinco anos.

O filme faz parte da campanha “nextGen easyJet” da companhia aérea, que define o seu compromisso em ter um impacto positivo nas comunidades para as quais voa.

Todas as oportunidades de emprego atualmente disponíveis na easyJet podem ser consultadas em careers.easyJet.com, sendo também possível obter mais informações sobre como se tornar um piloto com a easyJet em  becomeapilot.easyJet.com.

 

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Interesse por viagens longo curso melhora, mas lentamente, revela barómetro da ETC

O mais recente barómetro da European Travel Commission revela que o interesse pelas viagens de longo curso melhorou na globalidade, mas mantém-se ainda abaixo dos níveis pré-pandémicos. Dos mercados inquiridos, só o Brasil mostra crescimentos de assinalar.

De acordo com o barómetro de viagens longo curso (Long-Haul Travel Barometer 2/2022) da European Travel Commission (ETC), o interesse por viagens para a Europa provenientes de vários mercados de origem permanece abaixo dos níveis pré-pandemia, embora reconheça que “melhorou um pouco em comparação com um ano atrás”.

No documento, que analisa o sentimento dos viajantes para o verão de 2022 (maio-agosto), e que observou as intenções e viagem de seis mercados emissores – Brasil, Canadá, China, Japão, Rússia e EUA -, embora o conflito na Ucrânia tenha criado novos desafios para o setor das viagens europeu, o barómetro da ETC indica que o conflito “parece ter tido um impacto limitado no sentimento na maioria dos mercados de origem de longa distância”, exceto na China e na Rússia, com a maioria dos entrevistados (76%) afirmando que o conflito não afetou sua intenção de viagem.

Os resultados mostram que as preocupações com a COVID-19, os custos relacionados a viagens e a falta de conexões de viagem convenientes são os principais impedimentos para viagens de longa distância neste verão.

Luís Araújo, presidente da ETC, refere que, “o sentimento de viagens longo curso está a melhorar gradualmente, à medida que o mundo continua a recuperar da pandemia”, reconhecendo, contudo, “a um ritmo lento”.

“É animador que o conflito em curso na Ucrânia não se tenha tornado outro impedimento para viagens internacionais para a Europa”, refere Luís Araújo no comunicado da ETC. O presidente da entidade europeia salienta ainda que “a Europa continua a ser um destino de viagem seguro e atraente. No entanto, as consequências do conflito, como o aumento do custo de vida e os custos relacionados com as viagens, estão a dificultar a recuperação do setor”. Por isso reconhecer que, “promover a Europa nos mercados externos e restaurar a mobilidade internacional será crucial para a recuperação do setor em 2022”.

Os mais impactados
Devido ao conflito na Ucrânia e consequentes sanções aplicadas à Rússia, o número de turistas russos com interesse em visitar a Europa atingiu o valor mais baixo (78 pontos), correspondendo a um valor significativamente menor do que o sentimento expresso durante a primeira vaga da COVID-19 (87 pontos em maio-agosto de 2020), quando a maioria dos países europeus se encontrava em bloqueios rigorosos.

No curto prazo, refere o relatório da ETC, “mais da metade dos russos inquiridos (60%) não planeia viajar para fora da Comunidade de Estados Independentes (CEI)”. Entre os poucos russos (20%) que têm planos para viajar, mas não para a Europa, 9% afirmaram que a situação atual impactou negativamente o interesse em visitar a Europa nos próximos meses, enquanto 7% ainda consideram a região um destino atraente e adoraria visitá-lo no futuro.

O conflito em curso na Ucrânia também dissuadiu os chineses (19%) de visitar a Europa. No entanto, a guerra não é a principal preocupação dos viajantes chineses avessos ao risco. Surtos recentes da Ómicron e a abordagem estrita de COVID-zero estão a dificultar as viagens outbound (30%). Ainda assim, o sentimento para visitar a Europa aumentou ligeiramente (+6 pontos) em comparação com o verão passado. Esse número deve melhorar ainda mais no final do ano, quando se espera que a China remova as restrições às viagens internacionais. “O apelo das cidades europeias fortaleceu-se entre os residentes chineses em comparação com os números de 2021, com um aumento notável no interesse para explorar vários tipos de destinos europeus (por exemplo, costeiros, metropolitanos, rurais, etc.)”, refere o barómetro da ETC.

Turistas americanos mantêm interessa, mas …
Já do outro lado do Atlântico, o sentimento para viajar nos EUA manteve-se estável no verão passado (109 pontos), embora o interesse por visitar a Europa tenha registado um ligeiro recuo (93 pontos). De acordo com os resultados da análise, esta tendência prende-se, sobretudo, “com a preocupação com o impacto da inflação nas finanças pessoais e com o aumento das despesas de deslocação”.

Junho e agosto serão, provavelmente, “os meses mais populares para os americanos que planeiam férias na Europa”, reconhece a ETC. No entanto, mais de metade dos americanos que declararam a intenção de viajar para a Europa durante a temporada de verão ainda não reservaram as suas passagens aéreas, sugerindo que “as reservas de última hora serão um fator de destaque nesse mercado devido à incerteza económica e geopolítica”.

Os canadianos mostram uma hesitação semelhante relativamente à época para viajar para a Europa, verificando-se que somente 30% reservam bilhetes para o verão de 2022.

O interesse por parte dos inquiridos no Canadá aponta para destinos costeiros e metropolitanos com França, Itália e Reino Unido como os países mais populares para visitar.

Brasil mais otimista
No Brasil parece existir uma atitude “mais otimista em relação a viagens de longa distância para a Europa (101 pontos)”. A retoma dos voos para destinos europeus populares influenciou positivamente o sentimento de viagem, com 1 em cada 2 brasileiros a preparar-se para visitar a Europa nos próximos quatro meses.

45% já reservaram os seus bilhetes de avião, sendo julho e agosto os meses de férias mais populares. Os brasileiros preferem destinos localizados no litoral, assim como viagens para as montanhas, com o comboio a constituir o serviço de transporte preferido para passear pelo continente.

Japão continua em baixa
Apesar de um aumento marginal, o entusiasmo japonês por viagens de longa distância permanece baixo (79 pontos), apesar do interesse por visitar a Europa ser um pouco maior (93), mas apenas 14% dos inquiridos planeiam fazer uma viagem à região no verão de 2022.

41% dos japoneses inquiridos salientaram as más conexões entre a Europa e o Japão como o principal motivo para não visitar o continente, realidade esperada após o cancelamento recente de muitos voos entre os dois destinos devido a preocupações sobre o uso do espaço aéreo russo com a guerra na Ucrânia.

O barómetro da ETC destaca, contudo, que, para aqueles que desejam fazer viagens mais longas para chegar à Europa, Itália, França, Alemanha e Reino Unido continuam a ser os destinos mais atraentes.

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Ryanair espera “ficar com todos os ‘slots’ que vão ser distribuídos até ao fim de junho”

Numa conferência de imprensa em Lisboa, Michael O’Leary, CEO da Ryanair, revelou que a companhia aérea está a lutar com a easyJet pelos slots libertados pela TAP, mostrando-se confiante será possível “ficar com todos os ‘slots’ que vão ser distribuídos até ao fim de junho”

A Ryanair espera ficar com todos os 18 slots abandonados pela TAP e que vão ser distribuídos até final de junho, com Michael O’Leary, CEO da companhia aérea, a revelar que, além da Ryanair, também a easyJet está na luta por estas faixas horárias no aeroporto de Lisboa.

“As licitações para os slots fecharam há cerca de três semanas. Ryanair e easyJet estão a lutar pelos slots”, adiantou o responsável esta quarta-feira, durante uma conferência de imprensa em Lisboa, onde se mostrou confiante de que a companhia aérea vai conseguir alcançar este objetivo.

De acordo com a Lusa, que cita as declarações do responsável, a Ryanair espera ter vantagem sobre a easyJet na atribuição dos slots e apresentou mesmo o argumento de que a easyJet “cobra tarifas muito mais altas do que a Ryanair” e reduziu os seus voos em Lisboa, Faro e Porto.

“Esperamos ficar com todos os ‘slots’ que vão ser distribuídos até ao fim de junho”, sublinhou o responsável, explicando que, com essas faixas horárias, a Ryanair poderá “colocar mais três aeronaves em Lisboa no inverno”.

Segundo Michael O’Leary, se ganhar os 18 slots que estavam a concurso no aeroporto de Lisboa, a Ryanair pode aumentar para 10 o número de aeronaves no aeroporto da capital no próximo inverno e sete no verão seguinte.

“Somos a única companhia aérea que demonstrou um compromisso com Portugal para utilizar todos os nossos aviões durante todo o ano”, vincou ainda o responsável da Ryanair na conferência de imprensa.

Michael O’Leary acredita, no entanto, que a TAP vai ser obrigada a abandonar mais slots no aeroporto de Lisboa quando a situação voltar ao normal e a procura por viagens aéreas regressar, garantindo que a Ryanair vai querer igualmente ficar com essas faixas horárias.

“A TAP vai perder mais ‘slots’ e nós vamos querer esses ‘slots’ e crescer mais aqui na Portela, além de Madeira, Porto e Faro”, acrescentou, reivindicando que a Ryanair já é a companhia aérea “número um” em Portugal, uma vez que estima transportar mais de 13 milhões de passageiros de e para Portugal em 2022, ultrapassando a TAP.

A Ryanair prevê também, para este ano, um regresso ao lucro, com o CEO da companhia aérea a mostrar-se “muito esperançoso” num crescimento ao nível dos resultados, ainda que não queira, por enquanto, avançar números concretos.

“Estamos muito esperançosos que neste ano tenhamos lucro, mas não sabemos quanto, ainda. Ainda há muita incerteza quanto à covid-19 e à Ucrânia”, referiu, apontando, contudo, uma para uma recuperação do lucro pré-pandemia – 1.002 milhões de euros no ano fiscal que terminou em março de 2020.

A Lusa recorda que o concurso para atribuição dos 18 slots que foram abandonados pela TAP na sequência da aprovação do plano de reestruturação da companhia aérea pela Comissão Europeia arrancou no final de fevereiro e a data final para apresentação de propostas terminou a 12 de maio, sendo esperada uma decisão para junho. Já o acordo de transferência das faixas horárias deverá ser assinado a 25 de julho e o arranque da operação está previsto para 30 de outubro.

 

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Viagens corporate pressionadas pela sustentabilidade

Após dois anos de pandemia, antecipava-se uma evolução nas viagens de negócios. A preocupação com a sustentabilidade e redução das emissões, contudo, poderão servir de travão a essa retoma.

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Depois de quase dois anos quase totalmente adormecido, o segmento de viagens de negócios está recuperar. Contudo, isso pode ser um efeito temporário, após a necessidade reprimida de reconectar pessoalmente a parceiros que estavam disponíveis apenas por meio de videochamadas, já que à medida que as grandes corporações procuram reduzir as emissões, as viagens de negócios podem vir a ser prejudicadas.

Antes da pandemia, as viagens corporativas eram uma indústria que valia 1,4 biliões de dólares (cerca de 1,31 biliões de euros). Na recente edição do Business Travel do Airline Sustainability Benchmarking Report 2021, elaborado pelo CAPA – Center for Aviation, e da Envest Global, sugere-se que este pode ser um aumento temporário, revelando que a recuperação geral das viagens de negócios será diluída, à medida que as empresas são cada vez mais pressionadas a cumprir as metas na redução nas emissões de carbono.

A necessidade de viagens de longa distância, responsável por 40% das emissões do setor da aviação, e principalmente viagens em cabine premium, será cada vez mais escrutinada. Isto sem falar nas análises feitas pelos CFO (Chief Executive Officer) no dinheiro que pode ser economizado ao reduzir o número de funcionários a viajar pelo mundo.

No relatório, a Envest Global identificou um padrão emergente consistente. Das mais de 100 corporações que estão entre os viajantes corporate mais proeminentes em todo o mundo, um terço estabeleceu metas de redução de emissões.

Os objetivos traçados devem ser atingidos entre 2025 e 2030, muito tempo antes de o combustível de aviação sustentável (SAF) se tornar suficientemente disponível ou as tecnologias de propulsão de emissão zero se tornem uma realidade comercial.

Os analistas admitem que as empresas estão a ser cada vez mais responsabilizadas por investidores preocupados com relatórios ESG, de modo a garantir que as metas de sustentabilidade sejam alcançadas. Isso significa que o setor aéreo enfrentará um desafio real à medida que essas pressões aumentam.

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Air France-KLM inicia codeshare com IndiGo

Anunciado em dezembro de 2021, o acordo de codeshare entre Air France, KLM e IndiGo dá acesso a 30 novos destinos na Índia por parte do grupo europeu e mais de 300 destinos aos clientes da companhia aérea indiana.

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Depois do levantamento das restrições de viagem na Índia e da aprovação pelo Governo indiano, a Air France-KLM e a IndiGo, principal companhia aérea da Índia, acabam de implementar o acordo de codeshare anunciado em dezembro de 2021.

Com esta nova parceria, a Air France e KLM vão poder oferecer o acesso a 30 novos destinos na Índia, com muitas combinações possíveis de ida e volta, tanto em viagens de lazer como de negócios.

Em comunicado, informa-se que os voos das Air France, KLM e IndiGo vão poder ser “agregados numa única reserva e os membros do programa de fidelização Flying Blue também podem acumular milhas em todas as rotas cobertas pelo acordo”.

De referir que a Air France e a KLM já servem quatro destinos na Índia a partir dos seus hubs em Paris e Amesterdão: Deli, Mumbai, Chennai e Bangalore.

Os clientes da IndiGo que viajam a partir de várias regiões na Índia vão aceder à rede mundial da Air France e da KLM com mais de 300 destinos, incluindo mais de 120 na Europa e cerca de 50 nas Américas.

Os voos codeshare já estão disponíveis para reserva em airfrance.pt, klm.pt e IndiGo em alguns destinos selecionados, sendo que, até ao verão, serão ampliadas as vendas para todos os 30 destinos previstos.

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Tráfego aéreo entre EUA e Europa aumenta 1.003% em abril de 2022 face a 2021

O mês de abril registou um assinalável aumento dos voos entre os EUA e a Europa. No total, voaram 4,29 milhões de pessoas entre os dois destinos, correspondendo a um crescimento superior a 1.000% face a igual mês de 2021.

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O tráfego aéreo dos EUA de e para a Europa atingiu o pico de 4,29 milhões de passageiros, representando um aumento de 1.003% em relação a abril de 2021, revelou o National Travel and Tourism Office (NTTO).

Em comunicado, a NTTO revela os principais países para onde os americanos viajaram no mês de abril de 2022, aparecendo o México em primeiro lugar (3,09 milhões), seguido do Canadá (1,68 milhão), Reino Unido (1,19 milhão), República Dominicana (793.000) e Alemanha (653.000).

Os dados da Statista revelam, por sua vez, que o número de viagens de saída dos Estados Unidos para a Europa, em 2020, foi de 2,32 milhões para a Europa Ocidental seguida pelo Norte da Europa com 2,03 milhões de viagens, enquanto os destinos do sul da Europa e do Mediterrâneo contaram com cerca de 1,66 milhão de voos operados. Além disso, a Europa Central e Oriental registaram o menor número de viagens operadas, cerca de 620.000.

Por outro lado, o número de visitantes aos Estados Unidos provenientes dos países da Europa Ocidental atingiu o pico de 14,56 milhões antes do início da pandemia. Em 2020, esse número caiu 85%, atingindo somente os 2,22 milhões, para cair ainda mais para 1,7 milhão, em 2021.

No ano passado, o número de europeus ocidentais que viajaram viajando para a UE caiu 23,4% em comparação com 2020 e 88,3% em relação aos níveis pré-pandemia.

O maior recorde de visitas de europeus aos Estados Unidos na última década foi registado em 2015, com um total de 14,8 milhões de visitantes, conforme revelam os dados da Statista.

Os dados da NTTO mostram ainda que as chegadas e partidas de passageiros internacionais atingiram quase a 15,5 milhões, em abril de 2022, representando um aumento de 167% em relação ao período correspondente de 2021. No entanto, os dados indicam que o número de passageiros atingiu 73% dos níveis pré-pandémicos.

Os principais aeroportos a operar voos internacionais foram Nova Iorque (JFK) com 2,15 milhões de chegadas e partidas, seguido por Miami (MIA) com 1,77 milhão, Los Angeles (LAX) com 1,27 milhão, Newark (EWR) com 1,03 milhão e Chicago (ORD) com 860.000.

Além disso, os aeroportos estrangeiros mais frequentados pelos norte-americanos foram Cancun (CUN) com 1,1 milhão, London Heathrow (LHR) com 1,06 milhão, Toronto (YYZ) com 738.000, e Cidade do México (MEX) com 606.000 e Paris (CDG) com 581.000.

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Comparticipação da ampliação da pista do aeroporto da Horta já foi aprovada

Proposta prevê que o executivo promova “os procedimentos necessários para a viabilização da antecipação da ampliação da pista do aeroporto da Horta, de modo a garantir a sua certificação enquanto aeroporto internacional”.

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A votação na especialidade do Orçamento do Estado 2022 (OE2022), que decorreu segunda-feira, 23 de maio, na Comissão de Orçamento e Finanças, aprovou a comparticipação pelo Governo, através da empresa pública NAV Portugal, do pagamento do projeto execução de ampliação da pista do aeroporto da Horta, para lançamento do concurso.

De acordo com a Lusa, a votação aprovou uma proposta do Partido Socialista (PS) que visa a alteração sobre a ampliação da pista do aeroporto da Horta, contando com os votos a favor de todos os partidos à exceção da Iniciativa Liberal, que se absteve.

A Lusa lembra também que a proposta Orçamento já previa que o executivo promova “os procedimentos necessários para a viabilização da antecipação da ampliação da pista do aeroporto da Horta, de modo a garantir a sua certificação enquanto aeroporto internacional, de acordo com as normas da Agência Europeia para a Segurança da Aviação”.

“O Governo comparticipa, através da empresa pública NAV Portugal, o pagamento do projeto execução de ampliação da pista do aeroporto da Horta, para lançamento do respetivo concurso, a executar nos termos definidos pelo Grupo de Trabalho para o Estudo e Avaliação da Melhoria da pista do Aeroporto da Horta”, acrescenta a iniciativa socialista.

Recorde-se que os deputados começaram esta segunda-feira a votar, na especialidade, a proposta do OE2022 e as cerca de 1.500 propostas de alteração apresentadas pelos vários partidos, sendo que a discussão do documento na especialidade vai estende-se por toda a semana, com debate de manhã e votações à tarde. A votação final global está agendada para sexta-feira, dia 27 de maio.

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Hertz passa a integrar pacotes turísticos do operador NARAT para os Açores

A Hertz Portugal estabeleceu uma parceria com o operador turístico NARAT que prevê que a oferta da empresa de rent-a-car passe a estar integrada nos pacotes turísticos do operador para os Açores.

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A Hertz Portugal estabeleceu uma parceria com o operador turístico NARAT que prevê que a oferta da empresa de rent-a-car passe a estar integrada nos pacotes turísticos do operador para os Açores, informou a rent-a-car em comunicado.

“Com esta parceria, a Hertz passa a integrar a oferta dos pacotes turísticos independentes lançados a preços acessíveis pelo operador NARAT, nos quais a operadora aérea SATA também faz parte, para as Ilhas dos Açores direcionados para os turistas canadianos”, indica a Hertz.

No comunicado enviado à imprensa, Duarte Guedes, CEO da Hertz Portugal, revela que a empresa de rent-a-car está “entusiasmada” com esta parceria e considera que a Hertz é a escolha certa para conhecer as ilhas açorianas, “devido à enorme diversidade disponível de modelos de veículos”.

“Queremos desenvolver uma relação bem-sucedida com o NARAT ao agradar os clientes canadianos que visitam Portugal”, afirma o responsável.

Os pacotes do operador turístico NARAT têm como público alvo os viajantes independentes que procuram programas de aventura, liberdade e flexibilidade, com uma ótima experiência de destino.

No caso dos Açores, os pacotes turísticos têm uma duração de 9 a 14 dias e apresentam preços a partir de 2.920 dólares, incluindo voos de ida e volta desde Toronto, voos domésticos, aluguer de automóveis Hertz, alojamento e acesso a locais históricos.

Os pacotes turísticos do operador NARAT abrangem várias ilhas açorianas, desde São Miguel, Pico e Terceira, até às ilhas mais pequenas, como as Flores e o Faial, e permitem ainda estender a viagem até Portugal Continental.

 

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Emirates anuncia recrutamento em 30 cidades em todo o mundo até final de junho

A campanha de recrutamento da Emirates vai passar por dezenas de cidades europeias, assim como pelo Reino Unido, Cairo, Argel, Tunes e Bahrein

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A Emirates deu início a um novo processo de recrutamento que vai passar por 30 cidades em todo o mundo e que decorre até ao final de junho, no âmbito do qual a companhia aérea do Dubai “procura pessoas talentosas com paixão pelo serviço” e que estejam interessadas numa carreira na aviação.

De acordo com um comunicado da companhia aérea, a campanha de recrutamento da Emirates vai passar por dezenas de cidades europeias, assim como pelo Reino Unido, Cairo, Argel, Tunes e Bahrein

“Fazemos sempre o esforço de encontrar os nossos candidatos pessoalmente sempre que podemos, e é por isso que a nossa equipa de Aquisição de Talentos está a fazer uma digressão de 30 cidades durante as próximas seis semanas para avaliar potenciais candidatos”, explica Abdulaziz Al Ali, vice-presidente executivo do Grupo Emirates para os Recursos Humanos.

Apesar do recrutamento presencial, os candidatos devem realizar a sua candidatura online, através do site da Emirates para recrutamento, onde é também possível consultar mais informação sobre o papel da tripulação de cabina da Emirates.

De acordo com a Emirates, a sua tripulação de cabina é composta por 160 nacionalidades, o que reflete a “heterogeneidade de clientes e operações internacionais em mais de 130 cidades em seis continentes” da companhia aérea.

Além da possibilidade de uma carreira na aviação, a Emirates oferece também alojamento no Dubai fornecido pela empresa, salário isento de impostos e benefícios adicionais.

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Air Europa voa para 35 destinos europeus e 20 na América já neste verão

Atenas e Alghero passarão a ter dois voos semanais da Air Europa a partir do hub de Madrid. para o continente americano, a companhia volta a voar para os mesmos 23 destinos que possui em 2019.

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A Air Europa acaba de ampliar os seus destinos europeus em temporada alta com novas rotas para Atenas e Alghero, voos que operarão a partir do hub de Madrid, com duas frequências semanais para ambas as cidades.

A rota para Atenas iniciar-se-á em junho, operada com aeronaves Boeing 787 Dreamliner, e estará disponível até final de setembro, com voos à quarta-feira e ao domingo.

Um mês depois, em julho, a Air Europa inaugurará a rota para Alghero, na ilha da Sardenha, para onde voará também duas vezes por semana, à quinta-feira e ao sábado. Aberta até princípios de setembro, a rota ligará Madrid com esta cidade do noroeste da Sardenha com mais de 30 voos.

Com Atenas e Alghero, a Air Europa amplia durante o verão a sua presença na Europa e reforça a expansão anunciada e iniciada pela companhia aérea no passado mês de abril.

Ao longo dos próximos meses, a Air Europa informa que incrementará a sua oferta com a incorporação de onze novos aviões, cinco deles Boeing 787 Dreamliner e seis Boeing 737, através dos quais avança no seu processo de unificação da frota que permite aumentar o número de lugares por avião, otimizar o número de voos e incrementar a oferta tanto em turística como em classe executiva.

No final do ano, a frota de longo curso voltará a ser a mesma que em 2019 e a Air Europa voará já para os seus 23 destinos no continente americano.

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Portugal acompanha tendência mundial de recuperação da indústria de cruzeiros, diz CLIA 

Segundo a Associação Internacional de Companhias de Cruzeiros (CLIA), Portugal está no caminho da recuperação, antevendo-se que, em 2022, Lisboa possa receber 320 navios contra os 310 de 2019.

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Portugal está “a acompanhar a tendência mundial de recuperação da indústria” de cruzeiros, devendo Lisboa receber 450 mil passageiros e 320 navios este ano, acima dos 310 de 2019, segundo a Associação Internacional de Companhias de Cruzeiros (CLIA).

“As projeções para este ano são muito boas. A nível global e, também, na Europa, esperamos que todos os nossos navios voltem a operar a 100% até ao final do verão”, afirmou a diretora-geral da CLIA para a Europa, Marie-Caroline Laurent, em entrevista à agência Lusa.

Admitindo que “o número de passageiros é que ainda é um ponto de interrogação”, a responsável referiu que, “olhando para as reservas já feitas para o verão, as perspetivas são muito boas”: “Assim, a meta é voltar aos números de 2019 até ao final do ano, tanto em termos de navios em operação, quanto de passageiros”, apontando as previsões para entre 23,1 e 29,8 milhões de passageiros a nível global.

Segundo a diretora-geral da CLIA (do inglês ‘Cruise Lines International Association’), esta tendência estende-se a Portugal, prevendo-se que o porto de Lisboa supere este ano as 310 escalas de navios registadas em 2019, antes da pandemia, recebendo 320 cruzeiros.

Já o número de passageiros deverá ficar ainda aquém de 2019 (cerca de 450 mil, contra os mais de 500 mil pré-pandemia), assistindo-se a um alargamento da temporada turística ao longo de mais meses, com o consequente impacto positivo nas comunidades locais, e a uma crescente procura por parte de portugueses.

“Vemos cada vez mais portugueses interessados em fazer cruzeiros e é por isso que há uma aposta no desenvolvimento do porto de Lisboa, no sentido de dar mais possibilidades de os portugueses embarcarem e fazerem um cruzeiro Lisboa-Lisboa. Este ainda é um mercado em crescimento e vemos, todos os anos, a adesão de mais e mais passageiros portugueses”, notou.

De acordo com Marie-Caroline Laurent, esta preferência por viagens mais curtas tornou-se mais evidente com a pandemia e é uma tendência global: “Os passageiros, principalmente com a covid, gostam de viajar localmente, para não ir muito longe. Fazendo um cruzeiro, podem embarcar em Lisboa, fazer um passeio pelo Mediterrâneo, por exemplo, onde conhecem vários países, e regressar novamente a Lisboa. Portanto, [este produto] tem correspondido a uma nova procura”, explicou.

Outra das tendências evidenciadas com a pandemia e que a CLIA quer continuar a explorar é a atração de um novo perfil de clientes, mais jovens, para o turismo de cruzeiros. Atualmente, a idade média do passageiro de cruzeiros é de 47,7 anos.

Após os “dois anos terríveis” vividos pelo setor devido à pandemia, a diretora-geral da CLIA destaca a “solidez da indústria” de cruzeiros, cujas empresas “continuaram a investir”, nomeadamente em navios novos e em tecnologias menos poluentes.

“Durante a pandemia os nossos membros não pararam o investimento. Há novos navios prontos e a ser entregues”, salientou Marie-Caroline Laurent, avançando que, nos próximos cinco anos, os membros da associação vão investir 23.000 milhões de euros em novos navios, sendo todos eles “construídos na Europa”.

“E isso é um aspeto também importante, porque comparando com a indústria de navios de carga, onde todos os novos navios são construídos na Ásia, todos os navios de cruzeiro são construídos na Europa – Itália, França, Finlândia, Noruega, Alemanha – pelo que é uma indústria realmente europeia”, sublinhou.

Outra das prioridades do setor é a aposta na sustentabilidade e na descarbonização, sendo que, no âmbito do compromisso ‘Global Net-Zero’, as companhias de cruzeiro se comprometeram a atingir zero emissões de gases de efeito de estufa até 2050.

“O primeiro foco é na propulsão dos navios. Os nossos membros têm feito investimentos significativos em novos navios de GNL [gás natural liquefeito], que emitem 20% menos CO2 [dióxido de carbono] e em que todos os diferentes tipos de emissões são reduzidos. Já temos três ou quatro navios em operação e esperamos mais 23 nos próximos cinco anos”, disse Marie-Caroline Laurent.

Paralelamente, os navios mais antigos estão a ser adaptados: “Um dos nossos membros adaptou algumas baterias num dos navios, para garantir que, quando chega ao porto, ele pode funcionar com a bateria e eliminar as emissões”, avançou, como exemplo.

A este facto acresce a “frota muito jovem” do setor, cuja idade média é de 14 anos, e ainda os investimentos ao nível da eletrificação em curso em vários portos, com vista a “eliminar todas as emissões nos portos” de escala na Europa até 2030.

“O objetivo é que, quando os navios estiverem nos portos, não haja impacto na população local, não haja emissões, para que possamos, realmente, fazer parte do desenvolvimento sustentável das cidades e dos portos que visitamos”, enfatizou a diretora-geral da CLIA.

No caso do porto de Lisboa, disse, “a primeira fase do investimento na eletrificação será por volta de 2024/2025”, sendo o objetivo poder “conectar os navios, provavelmente, em 2028”.

“A mensagem principal é que podemos ser uma forma de turismo totalmente sustentável. Estamos a investir em novos navios, mas também estamos comprometidos em conectar-nos à eletricidade nos portos. Isso permite-nos não ter impacto nas comunidades locais, algo que é sempre uma preocupação com os grandes cruzeiros”, salientou.

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