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easyJet inaugurou rota entre o Porto e Praga

Rota da easyJet entre o Porto e Praga decorre até 29 de outubro de 2022 e conta com dois voos por semana, às quartas-feiras e sábados. Os preços começam nos 41 euros por pessoa.

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A easyJet inaugurou esta quarta-feira, 4 de maio, a nova rota que liga a cidade do Porto à capital da República Checa, numa operação que conta com dois voos por semana, às quartas-feiras e sábados, até 29 de outubro de 2022, e cujos preços começam nos 41 euros por pessoa para voos de ida.

“Estamos muito felizes por anunciar o início da operação desta nova rota, desta vez do Porto para Praga. Como temos vindo a referir, estamos atentos às oportunidades e procuramos cada vez mais satisfazer as necessidades dos nossos clientes, seja para destinos citadinos ou de praia”, refere José Lopes, diretor-geral da easyJet Portugal, citado em comunicado.

Na informação divulgada, a companhia aérea low cost lembra que, ainda no início desta semana, inaugurou outra ligação à partida do Porto e com destino ao Porto Santo, numa operação que “se revelou um sucesso” e que, tal como os voos para Praga, vão decorrer durante a temporada de verão.

“Foi também nesse sentido que esta semana inaugurámos a ligação entre o Porto e Porto Santo, que se revelou um sucesso. Através destes movimentos, a easyJet reforça o seu compromisso a nível nacional, contribuindo para o turismo e consequentemente para a recuperação económica do país”, acrescenta José Lopes.

Recorde-se que a easyJet começou a operar no Porto em 2007 e, em 2015, abriu uma base no aeroporto Francisco Sá Carneiro, iniciando as rotas domésticas no ano seguinte.

Até à data, a easyJet já transportou mais de 14 milhões de passageiros, contando agora com 23 ligações para aeroportos europeus em cerca de oito países, reforçando a sua posição como a segunda companhia aérea na região.

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Brussels Airlines cancela 675 voos para julho e agosto

Os cancelamentos de voos sucedem-se por toda a Europa. Agora é a Brussels Airlines a anunciar o cancelamento de um total de 675 voos para os meses de julho e agosto.

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Depois da British Airways, foi também a Brussels Airlines a anunciar o cancelamento de 675 voos durante os meses de julho e agosto, depois de ver-se obrigada a cancelar a maioria dos voos, fruto da greve de três dias que assolou os aeroportos da Bélgica, avança a agência noticias belga.

Este número equivale a cerca de 6% do total de voos previstos para os próximos meses com a medida a ir ao encontro das reivindicações de pilotos e pessoal de cabine para que a companhia reduza a carga de trabalho.

Recorde-se que a greve que afetou a Brussels Airlines de 23 a 25 de junho, levando ao cancelamento de 316 voos, teve impacto em cerca de 40.000 passageiros. Depois desta greve, sindicatos e companhia aérea reuniram-se, sem chegar a qualquer acordo, levando à decisão agora tomada.

Até esta data já foram cancelados 148 voos de verão, mas os sindicatos admitem que não é o suficiente, o que fez a companhia tomar medidas e cancelar mais 500 voos para os próximos meses, totalizando 675: 372 voos cancelados em julho e mais 303 para o mês de agosto.

Peter Gerber, CEO da Brussels Airlines, já veio admitir que será “comercialmente impossível cancelar mais voos”.

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Deco reclama “intervenção célere” para garantir direitos dos passageiros com voos cancelados

Na sequência das “várias dezenas” de reclamações de consumidores recebidas durante o passado fim de semana, a DECO pede ao Ministério das Infraestruturas e Habitação e à Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC) “uma intervenção célere e eficaz que acautele os interesses dos passageiros através de todos os mecanismos”.

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A Deco instou esta terça-feira, 5 de julho, o Ministério das Infraestruturas e a Autoridade Nacional da Aviação Civil a intervirem para acautelar os interesses dos passageiros afetados pelos cancelamentos de voos em Lisboa, cujo direito à assistência “não está a ser aplicado”.

“Isto não é uma situação nova, uma vez que disrupções e problemas no aeroporto [de Lisboa], infelizmente, têm sido cada vez mais constantes. O que nos preocupa são as respostas que estão sempre a ser dadas aos consumidores e, sobretudo, o facto de estes terem direitos que não são aplicados e de ser necessário ter planos de contingência preparados quer pela infraestrutura aeroportuária, quer pelas próprias transportadoras, para garantir o direito à assistência”, afirmou o coordenador do departamento jurídico da Deco – Associação de Defesa do Consumidor em declarações à agência Lusa.

Segundo Paulo Fonseca, na sequência das “várias dezenas” de reclamações de consumidores recebidas durante o passado fim de semana, a associação enviou hoje cartas ao Ministério das Infraestruturas e Habitação e à Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC) reclamando “uma intervenção célere e eficaz que acautele os interesses dos passageiros através de todos os mecanismos”.

“No fim de semana recebemos algumas dezenas de queixas, o que é demonstrativo que os passageiros estão com dificuldade em exercer os seus próprios direitos”, avançou à Lusa, precisando que em causa está o Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, já que “não houve queixas relativamente aos outros aeroportos”.

Conforme salientou, os passageiros do transporte aéreo “têm um conjunto de direitos que estão fixados e são automaticamente aplicáveis em situações de cancelamento, de recusa de embarque [devido ao designado ‘overbooking’] ou de atraso superior a três horas”, nomeadamente o direito à assistência e, embora com algumas exceções, o direito a indemnização.

No caso do direito à assistência, apesar de o regulamento europeu aplicável prever que aos passageiros afetados têm de ser asseguradas “refeições e bebidas em proporção razoável ao tempo de espera” e “alojamento em hotel, caso se torne necessária a estadia por uma ou mais noites”, os relatos feitos à Deco apontam para a mera entrega de vales que os passageiros apenas podem utilizar no aeroporto e para a recusa da garantia de alojamento por alegadamente “não existir alojamento disponível nas proximidades”.

“Dar um vale a um passageiro para usar no próprio aeroporto quando o consumidor só tem voo dali a três dias é inaceitável do ponto de vista da proteção dos direitos dos consumidores. É necessário um reforço deste direito à assistência e, também, alojamento em hotel”, sustenta Paulo Fonseca.

Neste sentido, na carta enviada à tutela, ao ministério de Pedro Nuno Santos, a Deco destaca a “necessidade de impor quer às transportadoras, quer à infraestrutura aeroportuária, a implementação de planos de contingência em diferentes níveis, consoante o grau de afetação de passageiros e a natureza e duração da situação disruptiva”, de forma a “assegurar a assistência e demais direitos dos consumidores”.

“Estes planos deverão, também, definir medidas que visem a existência de estruturas e mecanismo de apoio e informação adequados às necessidades sentidas pelos passageiros quando enfrentam situações de atraso ou cancelamento de voos”, lê-se na missiva, a que a Lusa teve acesso.

O objetivo é que, em caso de necessidade, “esses mecanismos de contingência sejam de imediato acionados e tenham, por exemplo, um conjunto de estabelecimentos hoteleiros preparados para receber os passageiros”.

Já no que diz respeito ao direito à indemnização, o coordenador do departamento jurídico da Deco explica que esta pode ir dos 250 euros aos 600 euros, “dependendo do tipo de voo e da distância”, e precisa que não é aplicável em algumas situações, “designadamente perante circunstâncias extraordinárias não oponíveis à própria transportadora, como uma intempérie, um ataque terrorista, uma guerra ou a situação vivida o ano passado com a pandemia, com a imposição do cancelamento dos voos”.

Neste caso, a associação diz ter denunciado na carta dirigida à ANAC as “dúvidas” que mantém relativamente às justificações – ou falta delas – dadas aos passageiros afetados pelos atrasos ou cancelamentos.

“Como foram apontados vários motivos para justificar o cancelamento, muitos deles que não são verdadeiras circunstâncias extraordinárias, parece-nos que o direito à indemnização está a ser evitado”, explicou Paulo Fonseca.

Segundo salienta, “as transportadoras têm de dar uma informação pormenorizada ao consumidor sobre o estado do seu voo”, havendo “mecanismos que lhes permitem, até pelos formulários de contacto, ter acesso a dados dos passageiros e contactá-los diretamente para lhes dar toda a informação em tempo útil”.

De acordo com o responsável da Deco, no caso da TAP – cujos voos têm sido dos mais afetados em Lisboa – têm sido apontados desde “constrangimentos noutros aeroportos, a constrangimentos no serviço de ‘handling’ e, até, constrangimentos relacionados com um jato privado”. “Ou seja, não há, de facto, um apuramento de quais são as reais situações de cancelamento e de cada voo em concreto”, afirmou.

Afirmando-se particularmente “preocupado” porque “esta já é uma situação recorrente”, o que leva a que “os consumidores já tenham receio de viajar de avião porque não sabem se vão conseguir ter voo a tempo e capacidade para embarcar”, Paulo Fonseca alerta que, se já é possível “antever que o verão vai ser disruptivo, também já se sabe que no Natal e na passagem de ano se vai repetir a mesma situação”.

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British Airways cancela mais 650 voos em julho

A British Airways anunciou o cancelamento de mais 650 voos para este mês de julho. Entre os destinos mais afetados está Portugal, além de Grécia e Espanha.

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Segundo avança a imprensa britânica a British Airways irá cancelar mais 650 voos este mês a partir dos aeroportos de Heathrow e Gatwick, apontando como causa a elevadíssima procura e falta de pessoal.

A companhia aérea britânica pediu autorização para cortar 105.000 lugares relativamente à sua capacidade para o mês de julho nos dois aeroportos: 76.000 lugares para Heathrow e 29.400 para Gatwick.

O corte nos voos impactará maioritariamente a Europa e destinos de lazer como Grécia, Espanha e Portugal.

Um porta-voz da British Airways referiu que “tomámos medidas preventivas no início deste ano para reduzir a nossa programação de verão para fornecer aos clientes o máximo de aviso possível sobre quaisquer alterações nos seus planos de viagem”.

“Com toda a indústria da aviação continua a enfrentar o período mais desafiador da sua história, lamentavelmente, tornou-se necessário fazer algumas reduções adicionais”, indicando a mesma fonte que a companhia está “em contato com os clientes para pedir desculpas e oferecer para remarcar ou emitir um reembolso total.”

No mês passado, o Governo do Reino Unido ofereceu uma “amnistia” única às companhias aéreas nas regras usuais de ‘slots’ nos aeroportos para incentivar as transportadoras a operar horários de verão “realistas” na tentativa de minimizar a interrupção nos aeroportos.

 

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Qatar Airways e Airlink lançam codeshare para melhorar ligações no sul de África

Nova parceria entre a Qatar Airways e a Airlink abrande 45 destinos e 13 países, e pretende contribuir para melhorar as ligações aéreas em toda a região sul de África.

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A Qatar Airways e a Airlink estabeleceram um acordo de codeshare para melhorar as ligações aéreas em toda a região sul de África, que abrande 45 destinos e 13 países, informaram as companhias aéreas, em comunicado.

“Este novo acordo de codeshare significa que os passageiros podem desfrutar da simplicidade na aquisição de voos de ligação em ambas as companhias aéreas, recorrendo a uma única reserva pautada por uma experiência tranquila ao nível da validação de bilhetes, do check-in, do embarque e do despacho de bagagens, durante toda a viagem”, lê-se na informação divulgada.

Com este acordo, os passageiros passam a poder reservar voos entre o sul de África e os EUA, Europa e Ásia, sendo que esta parceria também aumenta a abrangência de voos da Qatar Airways no sul de África, com um melhor acesso a destinos como Gqeberha (Porto Elizabeth) Hoedspruit, Skukuza, George na África do Sul, para além de Botswana, Namíbia, Zâmbia, Zimbabué e Moçambique.

“Ampliar a nossa rede com a Airlink dá aos nossos clientes mais escolha de destinos e voos. Esperamos que contribua para a rápida recuperação das viagens, que desempenham um papel tão importante nas economias do sul de África”, considera Akbar al Baker, CEO da Qatar Airways.

Para Rodger Foster, CEo da Airlink, “este desenvolvimento é um reforço da relevância da Airlink como provedora de acessos aéreos a toda a região” do sul de África, uma vez que a companhia aérea conta com uma “extensa rede de destinos, o que, quando considerado em conjunto com o alcance global da Qatar Airways, cria oportunidades de ligações sem paralelo”.

“Enquanto principal companhia aérea do sul de África, a Airlink fornece serviços de transporte aéreo abrangentes, seguros e fiáveis, permitindo o desenvolvimento socioeconómico através da ligação de pessoas entre si e facilitando o comércio dentro e fora da região”, acrescenta o responsável.

Recorde-se que a Qatar Airways foi a única companhia aérea que abriu novos voos para África durante a pandemia, tendo lançado, durante esse período, os voos para Luanda, em Angola, assim como para Harare, no Zimbabué, e Lusaca, na Zâmbia. Este mês, a companhia aérea do Qatar vai também retomar os voos para Windhoek, na Namíbia.

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Swiss aumenta frequências do Porto para Zurique e Genebra até 14 voos adicionais por semana

A Swiss adicionou um voo ‘early bird’ à operação para Zurique e uma ligação noturna para Genebra, passando a disponibilizar até 14 voos adicionais por semana para a Suíça à partida do Porto.

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A Swiss vai aumentar para até 14 voos adicionais por semana o número de ligações aéreas do Porto para Zurique e Genebra, na Suíça, num aumento de oferta que chega aos 10 voos por semana para Zurique e que entrou em vigor sexta-feira, 1 de julho, enquanto Genebra conta com mais quatro voos por semana.

“A Swiss International Air Lines (SWISS) está a expandir os seus serviços para os passageiros portugueses tanto para voos de negócios como de lazer à partida do Porto no verão de 2022, com dez frequências semanais adicionais para Zurique e mais quatro voos semanais para Genebra”, destaca a companhia aérea helvética, que pertence ao Grupo Lufthansa, em comunicado.

No caso de Zurique, explica a Swiss, além do voo matinal que já existia e dos voos que decorrem a meio do dia, assim como à noite, passa a existir mais um voo ‘early bird’, que tem lugar quatro vezes por semana e que arrancou na passada sexta-feira, 1 de julho.

Esta nova ligação ‘early bird’ parte do Porto pelas 03h05 e chega à cidade suíça de Zurique pelas 06h30, horário que, segundo a companhia aérea, é ideal para os passageiros que têm voos de ligação através do hub da companhia aérea.

Além do aumento de oferta entre o Porto e Zurique, a Swiss está também a reforçar a operação entre a cidade Invicta e Genebra, destino que, além do voo diário ao meio-dia, passou também a contar, a partir de 17 de junho, com um voo noturno adicional.

“A Swiss tem estado presente no mercado português com voos do Porto e Lisboa desde a sua fundação há 20 anos”, destaca Thomas Ahlers, diretor-geral de Vendas do Lufthansa Group para Portugal, revelando que a companhia aérea está “a oferecer 70% mais voos a partir do Porto do que em 2019, antes da pandemia, até seis frequências diárias”.

“No total, a Swiss está a operar um número recorde de nove voos diários das cinco cidades portuguesas de Lisboa, Porto, Faro, Funchal e Ponta Delgada para a Suíça no horário de verão, o que sublinha o importante significado do mercado português para a Suíça”, acrescenta o responsável.

O aumento de oferta da Swiss no Porto coincide com o 20.º aniversário da companhia aérea, motivo pelo qual a Swiss está a oferecer tarifas mais baixas para ligações de ida e volta, cujos preços começam agora nos 99 euros, valor que já inclui taxas.

No âmbito do aniversário, a companhia aérea está ainda a oferecer um vale de 20 euros para o próximo voo da Swiss a partir de Portugal. Para obterem o código promocional, os interessados devem visitar o site swiss.com e, até ao final de julho, realizar uma reserva para uma viagem que tenha lugar até 31 de dezembro.

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Tráfego da Ryanair dispara em junho

No primeiro semestre de 2022, a Ryanair transportou já 134,5 milhões de passageiros, o que traduz um aumento de 283% face aos 35,1 milhões de passageiros que tinham sido transportados no primeiro semestre de 2021.

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A Ryanair transportou 15,9 milhões de passageiros no passado mês de junho, número que representa uma subida de 203% face aos 5,3 milhões de passageiros que a companhia aérea low cost tinha transportado em igual mês do ano passado.

Numa nota informativa enviada à imprensa, a Ryanair indica que o bom desempenho do tráfego teve reflexos também na ocupação dos voos, que chegou aos 95% no sexto mês do ano, 23 pontos percentuais acima do registado em junho de 2021, quando este indicador se ficava pelos 72%. Em junho, a Ryanair realizou mais de 88.500 voos.

No acumulado dos seis primeiros meses do ano, a Ryanair transportou já 134,5 milhões de passageiros, o que traduz um aumento de 283% face aos 35,1 milhões de passageiros que tinham sido transportados no primeiro semestre de 2021.

Na ocupação dos voos, os primeiros seis meses do ano fica também marcado pelo bom desempenho, já que este indicador chegou aos 86%, 14 pontos percentuais acima dos72% registados até junho de 2021.

A Ryanair lembra ainda que o tráfego e a ocupação dos seus voos tem vindo sempre a crescer desde dezembro do ano passado, quando a companhia transportou 9,5 milhões de passageiros com um load factor de 81%, valores que sofreram uma quebra em janeiro, devido à Ómicron, para sete milhões de passageiros e uma ocupação de 79%.

Em fevereiro, contudo, as notícias voltaram a melhorar e a Ryanair já transportou 8,7 milhões de passageiros, com uma ocupação de 86%, enquanto em março se registou uma forte subida, com um tráfego de 11,2 milhões de passageiros e uma ocupação de 87%, ainda que a Ryanair diga que o tráfego deste mês foi “afetado pela crise causada pela invasão russa à    Ucrânia”.

Os números voltaram ainda a aumentar em abril, com 14,2 milhões de passageiros e 91% de ocupação, assim como em maio, quando a Ryanair transportou mais 15,4 milhões de passageiros e registou uma ocupação de 92%.

 

 

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Turkish Airlines conta lançar voos sem escalas para a Austrália em 2026 ou 2027

Os voos sem escalas desde Istambul para a Austrália devem ter uma duração de 17 horas e, devido aos testes que a Turkish Airlines ainda está a realizar, não é expectável que arranquem antes de 2026 ou 2027.

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A Turkish Airlines pretende abrir voos sem escalas entre Istambul, na Turquia, e Sydney e Melbourne, na Austrália, numa operação que, segundo Ahmet Bolat, presidente da Turkish Airlines, poderá arrancar em 2026 ou 2027, uma vez que a companhia aérea turca está ainda a estudar o tipo de aparelho a usar nesta rota.

“A Austrália é o último continente para o qual a Turkish Airlines não voa”, recordou o responsável, durante a reunião geral anual da IATA – Associação Internacional de Transporte Aéreo, que decorreu em Doha, no Qatar.

De acordo com Ahmet Bolat, a rota entre Istambul e a Austrália poderá vir a ser realizada num avião A350-1000XWB ou Boeing 777X, em vez dos A340-500s ou 777-200LRs que, acrescenta o responsável, acarretam maiores custos com o combustível.

“Os nossos estudos mostram uma grande perda (financeira) com essas aeronaves, especialmente com os altos preços atuais do combustível”, afirmou o presidente da Turkish Airlines, explicando que, por isso, a companhia aérea deve “optar por uma versão adicional, o A350-1000XWB, para serviços de ultralonga distância de Istambul a Sydney e Melbourne”.

Os voos sem escalas desde Istambul para a Austrália devem ter uma duração de 17 horas e, devido aos testes que a Turkish Airlines ainda está a realizar, não é expectável que arranquem antes de 2026 ou 2027.

Até à chegada dos voos sem escalas, a Turkish Airlines vai manter os acordos de codeshare que já disponibiliza nos voos para a Austrália e está em conversações com outros parceiros para alargar a oferta

“Com a frota existente, não podemos fazer voos sem escalas. Estamos a conversar com os nossos parceiros de codeshare porque é mais confortável operar a Austrália com a mesma aeronave”, concluiu o responsável.

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KLM reembolsa empréstimo do Governo neerlandês

Com este pagamento, a KLM reembolsa a totalidade dos empréstimos contraídos junto do Governo neerlandês e bancos, no valor de 942 milhões de euros. A companhia refere, contudo, que tem ainda á disposição uma linha de crédito futuro de 2,4 mil milhões de euros.

Victor Jorge

A KLM Royal Dutch Airlines anunciou o pagamento de 277 milhões de euros relativamente ao empréstimo contraído junto do Governo neerlandês e bancos, em 2020, por causa da pandemia da COVID-19.

A companhia de bandeira dos Países Baixos contraiu um total de 942 milhões de euros de uma linha de crédito que ascendeu aos 3,4 mil milhões de euros.

Com este pagamento, a KLM conclui o pagamento de todos os empréstimos contraídos. Em três etapas, a KLM já tinha pago 311 milhões de euros aos bancos a 3 de maio e outros 354 milhões de euros a 3 de junho, correspondendo ao pagamento da quantia total em empréstimos bancários de 665 milhões de euros. Ao reembolsar agora os restantes 277 milhões de euros, a KLM também resgatou a parte do empréstimo emitida pelo Governo neerlandês.

Vários fatores, incluindo “a saída de 6.000 funcionários da KLM, uma forte redução nos custos, a remoção das restrições de viagem e a crescente procura por passagens aéreas permitiram à KLM reembolsar os empréstimos contraídos, refere a companhia.

Apesar da recente recuperação do setor da aviação, o futuro próximo permanece “incerto” devido a fatores como a “alta taxa de inflação, custos crescentes, presença constante da COVID-19 em todo o mundo e volatilidades geopolíticas como a guerra na Ucrânia”, salienta a companhia.

Como resultado, a KLM decidiu manter o acesso ao crédito futuro sendo que, após o reembolso do empréstimo, “a KLM continuará a ter à sua disposição uma linha de crédito de 2,4 mil milhões de euros (723 milhões de euros de empréstimos governamentais e 1,735 mil milhões de euros dos bancos), permitindo-lhe fazer uso das opções de financiamento existentes”, refere a companhia.

A KLM conclui, no entanto, que as previsões atuais mostram que a companhia dispõe de “recursos financeiros suficientes para os próximos anos”.

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Victor Jorge

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TAAG já voa para Madrid

As ligações aéreas decorrem às quintas-feiras e domingos, no sentido Luanda-Madrid, enquanto em sentido contrário há voos às segundas e sextas-feiras. Os voos são realizados num avião Boeing 777-300ER, com capacidade para 293 passageiros.

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A TAAG – Linhas Aéreas de Angola abriu segunda-feira, 27 de junho, a nova rota que passou a ligar Luanda à capital espanhola, numa operação que conta com dois voos por semana e que, segundo Eduardo Fairen, CEO da companhia aérea angolana, “representa a vontade da TAAG em promover uma maior ligação entre África e a Europa”.

“Esta nova rota Luanda-Madrid-Luanda representa a vontade da TAAG em promover uma maior ligação entre África e a Europa. Estamos focados em aumentar a nossa rede de destinos e a oferecer aos nossos clientes o melhor serviço possível. Estamos entusiasmados com o acordo com a IBERIA que permite que cada companhia possa incorporar a rede do parceiro na sua oferta de destinos, e proporcionar às famílias e ao segmento corporativo mais opções de viagens a partir do nosso hub de Luanda para a Europa, via Madrid”, congratula-se o CEO da TAAG.

Os voos para Madrid são realizados em aviões m Boeing 777-300ER, com capacidade para 293 passageiros, incluindo 12 na classe business plus, 56 lugares na classe standard business e 225 lugares na classe económica.

As ligações aéreas decorrem às quintas-feiras e domingos no sentido Luanda-Madrid, partindo de Luanda pelas 21h00 para chegar a Madrid às 05h15 (+1), enquanto no sentido contrário os voos são às segundas e sextas-feiras, com saída da capital espanhola pelas 23h55, enquanto a chegada a Luanda está prevista para as 06h25 (+1).

Nesta operação, a TAAG estabeleceu um acordo de codeshare e interline com a Iberia, o que permite que os passageiros oriundos de Luanda possam, através de um bilhete único, pago em Kwanzas, chegar a Madrid como destino final ou escala para um voo de ligação (operado pela IBERIA) para diversas cidades em Espanha e na Europa, incluindo o Porto.

“Os passageiros beneficiam de mais destinos para fins de turismo bem como, os empresários interessados em conhecer e investir em Angola e demais geografias cobertas pela TAAG (vice-versa) passam a ter múltiplas possibilidades de ligação Europa-África-América latina”, sublinha ainda a TAAG.

O voo inaugural da TAAG para Madrid contou com uma delegação composta por entidades governamentais de Angola e Espanha, incluindo a administração da TAAG, representantes do tecido empresarial e os primeiros passageiros regulares.

O início dos voos foi ainda assinalado já em Madrid, com um evento comemorativo com entretenimento cultural típico de Angola e de Espanha que juntou vários stakeholders, com destaque para a presença do Embaixador de Angola em Espanha, José Luís de Matos Agostinho, e do Embaixador do Reino de Espanha em Angola, Manuel Lejarreta.

 

 

 

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Operação de verão da British Airways para os Açores arranca sábado

A operação sazonal da British Airways, que liga o aeroporto de London Heathrow e Ponta Delgada, nos Açores, conta com um voo por semana, aos sábados, até ao final do verão.

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A British Airways começa este sábado, 2 de julho, a operação de verão entre o aeroporto de London Heathrow e Ponta Delgada, nos Açores, e que conta com um voo por semana, aos sábados, até ao final do verão.

“Tendo sempre em vista a promoção do destino, o alargamento de acessibilidades e a captação de novas rotas, esta é mais uma conquista da Associação de Turismo dos Açores (ATA) que visa contribuir para o sucesso inequívoco da retoma do setor na Região Autónoma dos Açores”, sublinha a associação, num comunicado divulgado esta quinta-feira, 30 de junho.

No total, a British Airways vai realizar 10 voos para Ponta Delgada este verão, ligações aéreas que vão ser operadas num avião Airbus A320-NEO, com 180 lugares, o que totaliza 1.800 lugares disponibilizados no conjunto desta operação aérea sazonal.

“A presença da British Airways nos Açores no verão 2022 demonstra o trabalho de consolidação da promoção dos Açores que a ATA tem vindo a desenvolver, em particular no Reino Unido. É uma grande oportunidade para o setor do turismo dos Açores, na medida em que o Reino Unido é um importante mercado internacional emissor de turistas nos Açores e a British Airways uma das mais importantes companhias aéreas mundiais, com potencial para estimular novos segmentos de mercado”, congratula-se Carlos Morais, presidente da ATA.

Para estimular a procura pelos Açores, a ATA e a British Airways lançaram uma campanha de marketing conjunta que está atualmente em vigor, estando ainda previsto o desenvolvimento de várias ações promocionais por parte da associação e que vão decorrer em “parceria com os operadores turísticos do mercado do Reino Unido”.

Paralelamente, a ATA vai também promover a organização de “viagens educacionais com jornalistas, com vista ao necessário aumento da notoriedade do destino Açores naquele mercado”.

 

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