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Perdas trimestrais da Airbnb reduzem-se fortemente com recuperação das viagens

As perdas de 19 milhões de dólares registadas pela Airbnb, no primeiro trimestre de 2022, comparam com as de 1,17 mil milhões no mesmo período do ano passado.

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A Airbnb reduziu acentuadamente as perdas no primeiro trimestre graças à recuperação nas viagens que, depois da pandemia, motivaram fortes crescimentos de reservas e um aumento em 70% das receitas, em relação a há um ano.

No primeiro trimestre, as perdas da empresa foram de 19 milhões de dólares, que comparam com as de 1,17 mil milhões no mesmo período do ano passado.

E para o segundo trimestre já disse que o seu desempenho iria superar as previsões dos analistas de Wall Street.

Para o segundo trimestre, a empresa divulgou previsões de receitas no intervalo entre 2,03 mil milhões e 2,13 mil milhões, acima dos 1,96 mil milhões esperados pelos analistas, segundo um inquérito da FactSet.

No primeiro trimestre, as receitas atingiram 1,51 mil milhões de dólares, 80% acima do registado no período anterior à pandemia, em 2019.

Este otimismo espelha o que também tem sido transmitido pelas transportadoras aéreas dos EUA e outros operadores de viagens, que esperam uma subida das receitas durante o próximo verão, com as pessoas a voltarem a viajar após dois anos de contenção, por causa da pandemia do novo coronavirus.

Não obstante, a Airbnb já preveniu sobre os riscos para o seu negócio provenientes de situações como a possibilidade de mais surtos do novo coronavirus, a invasão da Ucrânia pela Federação Russa e a inflação.

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Interesse por viagens longo curso melhora, mas lentamente, revela barómetro da ETC

O mais recente barómetro da European Travel Commission revela que o interesse pelas viagens de longo curso melhorou na globalidade, mas mantém-se ainda abaixo dos níveis pré-pandémicos. Dos mercados inquiridos, só o Brasil mostra crescimentos de assinalar.

De acordo com o barómetro de viagens longo curso (Long-Haul Travel Barometer 2/2022) da European Travel Commission (ETC), o interesse por viagens para a Europa provenientes de vários mercados de origem permanece abaixo dos níveis pré-pandemia, embora reconheça que “melhorou um pouco em comparação com um ano atrás”.

No documento, que analisa o sentimento dos viajantes para o verão de 2022 (maio-agosto), e que observou as intenções e viagem de seis mercados emissores – Brasil, Canadá, China, Japão, Rússia e EUA -, embora o conflito na Ucrânia tenha criado novos desafios para o setor das viagens europeu, o barómetro da ETC indica que o conflito “parece ter tido um impacto limitado no sentimento na maioria dos mercados de origem de longa distância”, exceto na China e na Rússia, com a maioria dos entrevistados (76%) afirmando que o conflito não afetou sua intenção de viagem.

Os resultados mostram que as preocupações com a COVID-19, os custos relacionados a viagens e a falta de conexões de viagem convenientes são os principais impedimentos para viagens de longa distância neste verão.

Luís Araújo, presidente da ETC, refere que, “o sentimento de viagens longo curso está a melhorar gradualmente, à medida que o mundo continua a recuperar da pandemia”, reconhecendo, contudo, “a um ritmo lento”.

“É animador que o conflito em curso na Ucrânia não se tenha tornado outro impedimento para viagens internacionais para a Europa”, refere Luís Araújo no comunicado da ETC. O presidente da entidade europeia salienta ainda que “a Europa continua a ser um destino de viagem seguro e atraente. No entanto, as consequências do conflito, como o aumento do custo de vida e os custos relacionados com as viagens, estão a dificultar a recuperação do setor”. Por isso reconhecer que, “promover a Europa nos mercados externos e restaurar a mobilidade internacional será crucial para a recuperação do setor em 2022”.

Os mais impactados
Devido ao conflito na Ucrânia e consequentes sanções aplicadas à Rússia, o número de turistas russos com interesse em visitar a Europa atingiu o valor mais baixo (78 pontos), correspondendo a um valor significativamente menor do que o sentimento expresso durante a primeira vaga da COVID-19 (87 pontos em maio-agosto de 2020), quando a maioria dos países europeus se encontrava em bloqueios rigorosos.

No curto prazo, refere o relatório da ETC, “mais da metade dos russos inquiridos (60%) não planeia viajar para fora da Comunidade de Estados Independentes (CEI)”. Entre os poucos russos (20%) que têm planos para viajar, mas não para a Europa, 9% afirmaram que a situação atual impactou negativamente o interesse em visitar a Europa nos próximos meses, enquanto 7% ainda consideram a região um destino atraente e adoraria visitá-lo no futuro.

O conflito em curso na Ucrânia também dissuadiu os chineses (19%) de visitar a Europa. No entanto, a guerra não é a principal preocupação dos viajantes chineses avessos ao risco. Surtos recentes da Ómicron e a abordagem estrita de COVID-zero estão a dificultar as viagens outbound (30%). Ainda assim, o sentimento para visitar a Europa aumentou ligeiramente (+6 pontos) em comparação com o verão passado. Esse número deve melhorar ainda mais no final do ano, quando se espera que a China remova as restrições às viagens internacionais. “O apelo das cidades europeias fortaleceu-se entre os residentes chineses em comparação com os números de 2021, com um aumento notável no interesse para explorar vários tipos de destinos europeus (por exemplo, costeiros, metropolitanos, rurais, etc.)”, refere o barómetro da ETC.

Turistas americanos mantêm interessa, mas …
Já do outro lado do Atlântico, o sentimento para viajar nos EUA manteve-se estável no verão passado (109 pontos), embora o interesse por visitar a Europa tenha registado um ligeiro recuo (93 pontos). De acordo com os resultados da análise, esta tendência prende-se, sobretudo, “com a preocupação com o impacto da inflação nas finanças pessoais e com o aumento das despesas de deslocação”.

Junho e agosto serão, provavelmente, “os meses mais populares para os americanos que planeiam férias na Europa”, reconhece a ETC. No entanto, mais de metade dos americanos que declararam a intenção de viajar para a Europa durante a temporada de verão ainda não reservaram as suas passagens aéreas, sugerindo que “as reservas de última hora serão um fator de destaque nesse mercado devido à incerteza económica e geopolítica”.

Os canadianos mostram uma hesitação semelhante relativamente à época para viajar para a Europa, verificando-se que somente 30% reservam bilhetes para o verão de 2022.

O interesse por parte dos inquiridos no Canadá aponta para destinos costeiros e metropolitanos com França, Itália e Reino Unido como os países mais populares para visitar.

Brasil mais otimista
No Brasil parece existir uma atitude “mais otimista em relação a viagens de longa distância para a Europa (101 pontos)”. A retoma dos voos para destinos europeus populares influenciou positivamente o sentimento de viagem, com 1 em cada 2 brasileiros a preparar-se para visitar a Europa nos próximos quatro meses.

45% já reservaram os seus bilhetes de avião, sendo julho e agosto os meses de férias mais populares. Os brasileiros preferem destinos localizados no litoral, assim como viagens para as montanhas, com o comboio a constituir o serviço de transporte preferido para passear pelo continente.

Japão continua em baixa
Apesar de um aumento marginal, o entusiasmo japonês por viagens de longa distância permanece baixo (79 pontos), apesar do interesse por visitar a Europa ser um pouco maior (93), mas apenas 14% dos inquiridos planeiam fazer uma viagem à região no verão de 2022.

41% dos japoneses inquiridos salientaram as más conexões entre a Europa e o Japão como o principal motivo para não visitar o continente, realidade esperada após o cancelamento recente de muitos voos entre os dois destinos devido a preocupações sobre o uso do espaço aéreo russo com a guerra na Ucrânia.

O barómetro da ETC destaca, contudo, que, para aqueles que desejam fazer viagens mais longas para chegar à Europa, Itália, França, Alemanha e Reino Unido continuam a ser os destinos mais atraentes.

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International Boat Show de regresso a Vilamoura

A 25.ª edição do International Boat Show realiza-se de 11 a 19 de junho, na Marina de Vilamoura.

O International Boat Show está de volta à Marina de Vilamoura, de 11 a 19 de junho. A 25.ª edição, co-organizada pela Marina de Vilamoura e FIL – Feira Internacional de Lisboa, reunirá todas as tipologias de embarcações – novas e seminovas (brokerage) -, bem como marcas de acessórios, equipamentos e serviços integrados, a mostra, em terra e no mar, permitindo ao público contactar na primeira pessoa com mais de 50 marcas da indústria náutica.

“O Boat Show é um polo de atração no verão do Algarve. Não apenas pela dinamização que opera na economia regional e no setor da náutica, mas também pelo estilo de vida que reflete. É um evento de uma enorme generosidade, que partilha este universo de glamour e oferece uma receção personalizada a qualquer entusiasta da náutica. É também uma oportunidade imperdível de desfrutar de Vilamoura numa altura única, em que a Marina ganha uma nova vida e toda a atmosfera envolvente adquire uma energia incomparável”, refere Paulo Jorge, da organização do Marina de Vilamoura International Boat Show.

De referir que a náutica de recreio tem vindo a assumir, em Portugal, uma importância económica cada vez maior. Em articulação com o setor do turismo, e tirando proveito da extensão da costa nacional, esta indústria tem afirmado as suas inúmeras potencialidades no contexto da economia do mar – e desempenhado um importante papel na afirmação da cultura marítima nacional.

De acordo com a Direção-Geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos, o turismo náutico representa 1,2% da indústria turística portuguesa. Mas a valia económica da náutica de recreio não se cinge ao turismo, tendo um lugar relevante também no suporte da indústria da construção, reparação e manutenção de embarcações, bem como do design e investigação associados aos produtos náuticos.

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Confederação do Turismo rejeita Agenda para o Trabalho Digno

A Confederação do Turismo de Portugal (CTP) reiterou a não validação do documento na globalidade, afirmando tratar-se de “um conjunto de alterações retrógradas e pouco equilibradas à legislação laboral decorrentes de um processo ideológico discutido no âmbito de acordos políticos fora do espectro do diálogo social”.

A Confederação do Turismo de Portugal (CTP) participou na reunião de concertação social sobre a Agenda para o Trabalho Digno, depois de ter comunicado ao Governo que rejeita o documento na globalidade, por não resultar do diálogo social.

“A CTP rejeita no seu todo a Agenda para o Trabalho Digno”, afirmou a confederação num documento que enviou ao Governo nos últimos dias, em resposta ao repto lançado aos parceiros sociais na reunião da Comissão Permanente de Concertação Social (CPCS) do passado dia 11.

A CTP reiterou que “não pode validar um conjunto de alterações retrógradas e pouco equilibradas à legislação laboral decorrentes de um processo ideológico discutido no âmbito de acordos políticos fora do espectro do diálogo social”.

Segundo a confederação patronal, a Agenda do Trabalho Digno é um documento do Governo acordado com os anteriores parceiros de coligação política, PCP e BE, que foi discutido fora do espaço da Concertação Social, o que lamentou.

A CTP “regista a pouca disponibilidade do Governo para voltar a colocar este processo na CPCS” e considerou que “este processo não permite, sequer, a apresentação e discussão de novos temas a poderem ser considerados em termos de alterações justificadas à legislação laboral”.

A confederação lembrou no documento que o Governo avançou em outubro com a Proposta de lei que procede à alteração da legislação laboral no âmbito da agenda do trabalho digno, que consta da Separata BTE, n.º 33, 29/10/2021.

A proposta de lei procede à alteração da legislação laboral em dez áreas, nomeadamente a do trabalho temporário, do combate ao falso trabalho independente e recurso injustificado a trabalho não permanente, plataformas digitais e algoritmos, contratação coletiva e conciliação entre trabalho, vida pessoal e familiar.

O combate ao trabalho não declarado, a proteção dos jovens trabalhadores-estudantes e estagiários, o reforço da Autoridade para as Condições do Trabalho, a contratação pública e apoios públicos e os cuidadores informais, são outras das matérias abrangidas.

A CTP lembrou ainda que a proposta de lei contempla ainda novas medidas não comunicadas pelo Governo aos parceiros sociais em sede de CPCS, como o alargamento da compensação para 24 dias por ano em cessação de contrato a termo ou termo incerto e a reposição dos valores de pagamento de horas extraordinárias em vigor até 2012 a partir das 120 horas anuais.

As outras medidas determinam que “nos contratos públicos superiores a 12 meses, os contratos de trabalho devem ser permanentes e em contratos com menos de 12 meses, os contratos de trabalho devem ter pelo menos a duração do contrato” e o alargamento do princípio do tratamento mais favorável às situações de teletrabalho e trabalho através de plataformas.

Segundo a CTP, a Agenda para o Trabalho Digno não vai ter alterações de substância e “o documento apresentado na CPCS do passado dia 11 de maio nada a altera”.

“O documento apresentado mais não é do que um mero formalismo para trazer ao conhecimento dos parceiros sociais as três medidas que na altura o Governo entendeu acrescentar à Agenda para o Trabalho Digno […]: aumento das compensações em caso de cessação de contrato a termo (certo e incerto); aumento do valor do pagamento do trabalho suplementar a partir das 120 horas anuais; reforço da arbitragem necessária nos processos de negociação coletiva”, afirmou no documento.

Para a confederação patronal o documento do Governo “não pretende encetar nenhum processo negocial sobre as três medidas em apreço, mas tão somente criar a ilusão de uma negociação em espírito de diálogo social”.

“A CTP não concorda nem com o processo nem com a substância da Agenda para o Trabalho Digno, porque não foi chamada a participar na elaboração e densificação da mesma. Num país que depende muito do turismo e que o projetará para novos níveis de crescimento […], o Governo vem limitar a eficiência laboral no turismo”, disse.

A CTP defendeu no seu documento que, “a bem do mercado de trabalho e da competitividade do mesmo”, nesta altura é possível “uma reforma legislativa moderada, ao estilo, por exemplo, das de 2003 e 2009”.

Segundo o Ministério do Trabalho, a Agenda para o Trabalho Digno voltou à Concertação Social para discussão de “matérias que não foram discutidas anteriormente” com os parceiros sociais.

O pacote de medidas aprovado em Conselho de Ministros, em 21 de outubro de 2021, na anterior legislatura, incluía a reposição do valor das horas extraordinárias e das indemnizações por despedimento, o que levou a protestos das confederações patronais e à suspensão da sua participação nas reuniões da Concertação Social.

Na altura, as quatro confederações patronais com assento na CPCS afirmaram que as medidas não tinham sido discutidas com os parceiros sociais e acusaram o Governo de associar a discussão da Agenda do Trabalho Digno à negociação política do Orçamento do Estado para 2022, que decorria com os partidos à esquerda do PS.

No dia seguinte, o primeiro-ministro, António Costa, afirmou que tinha apresentado um pedido de “desculpas” às confederações patronais, pelo facto de o Governo ter aprovado duas medidas na área do trabalho sem as ter apresentado em Concertação Social.

Em causa estava o alargamento da compensação para 24 dias por ano em cessação de contrato a termo ou termo incerto e a reposição parcial dos valores de pagamento de horas extraordinárias em vigor até 2012 a partir das 120 horas anuais, sendo a primeira hora extra em dias úteis paga com acréscimo de 50%, a segunda hora com 75% e em dias de descanso e feriados 100%.

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Portugal é o 9.º destino mais procurado na Europa, diz estudo da Mastercard

Portugal é o 9.º destino mais procurado da Europa, num ranking liderado pelo Reino Unido e Espanha, segundo o estudo do Mastercard Economics Institute.

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As reservas de voos de lazer e negócios já ultrapassam os níveis pré-pandemia, de acordo com um novo estudo do Mastercard Economics Institute. As compras de viagens em cruzeiros, de transportes expresso de passageiros e de bilhetes de comboios também apresentaram uma procura acentuada este ano.

O estudo Travel 2022: Trends and Transitions oferece uma visão global do estado atual das viagens em 37 mercados com base numa análise exaustiva de dados públicos e dos dados anonimizados das vendas agregadas registadas na rede Mastercard.

De acordo com o estudo, até ao final de abril, as reservas de voos de lazer superaram os níveis de 2019 em 25%, com as reservas de voos de lazer de curta e média distância a crescerem 25% e 27%, respetivamente. As reservas de voos de negócios também ultrapassaram, pela primeira vez em março, os níveis pré-pandemia apresentando uma trajetória de crescimento na ordem dos dois dígitos durante o mês em abril. O regresso ao trabalho foi um dos fatores que contribuiu para este crescimento.

O estudo indica, também, que os níveis recentes de despesas apontam para o crescimento das viagens em grupo. As despesas com cruzeiros aumentaram 62 pontos percentuais desde janeiro ao final de abril, embora permaneçam abaixo dos níveis de 2019. Já as despesas com transportes expresso de passageiros regressaram aos níveis pré-pandemia, embora as despesas com viagens de comboio permaneçam ainda 7% abaixo comparativamente com esse período. Também as despesas com portagens e aluguer de carros continuaram a crescer, quase 19% e 12%, respetivamente, demonstrando que as viagens de carro continuam a ser uma opção preferida por muitos.

Já os viajantes preferem gastar mais em experiências do que em compras, concluindo-se que os turistas internacionais têm vindo a gastar mais em experiências do que em compras no destino. As despesas com experiências cresceram 34% face a 2019 e as áreas com maiores aumentos foram os bares e as discotecas (72%), os parques de diversões, os museus, concertos e outras atividades recreativas (35%). Este tipo de despesas cresceu 60% em Singapura e cerca de 23% nos EUA.

Certo é que o levantamento de restrições reequilibra o mapa do turismo para 2022. A oferta e a conveniência das viagens têm sido fatores determinante na escolha dos destinos de viagem, embora o levantamento de restrições este ano em muitos destinos tenha conduzido a um regresso ao ponto de partida em grande parte do mundo, à exceção de algumas partes da Ásia- Pacífico. O resultado é que os Estados Unidos, Reino Unido, Suíça, Espanha e Holanda são agora os principais destinos para turistas em todo o mundo.

“Como acontece em qualquer voo, o regresso às viagens enfrentou ventos contrários e a favor. Neste ‘Grande Reequilíbrio’ que está a acontecer em todo o mundo, este tipo de movimentações é fundamental para o regresso à vida pré-pandemia”, afirma Bricklin Dwyer, economista-chefe da Mastercard e chefe do Mastercard Economics Institute. “A resiliência que os consumidores têm tido para voltarem ao ‘normal’ e para recuperarem do tempo perdido deixa-nos otimistas de que a recuperação continuará a sua trajetória, mesmo que existam solavancos ao longo do caminho.”

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Emprego e Formação

“Gestão do Turismo e da Hospitalidade” é a nova licenciatura do IPG

O curso alia a gestão e a tecnologia ao turismo e pretende qualificar profissionais capazes de inovar num dos setores cruciais para a economia portuguesa e terá início já no próximo ano letivo 2022/2023 na Escola Superior de Turismo e Hotelaria em Seia.

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O Instituto Politécnico da Guarda (IPG) acaba de lançar a licenciatura em “Gestão do Turismo e da Hospitalidade” que irá, segundo Joaquim Brigas, presidente da instituição de ensino, “capacitar quadros para responderem às exigências que a evolução tecnológica e a transição verde colocam às empresas e organizações do setor do turismo”, afirma Joaquim Brigas, presidente do IPG.

Em comunicado, o IPG salienta que esta nova licenciatura tem como objetivo “responder aos desafios que a aceleração da digitalização coloca aos setores da indústria turística”. O curso alia a gestão e a tecnologia ao turismo e pretende qualificar profissionais capazes de inovar num dos setores cruciais para a economia portuguesa e terá início já no próximo ano letivo 2022/2023 na Escola Superior de Turismo e Hotelaria em Seia.

“A nova licenciatura resulta da nossa estratégia de desenvolvimento do território e de crescimento do Politécnico da Guarda, que passa, naturalmente, pela atualização da oferta curricular e o lançamento de novos cursos”, afirma Joaquim Brigas, presidente do IPG. “A formação em ‘Gestão do Turismo e da Hospitalidade’ irá capacitar quadros para responderem às exigências que a evolução tecnológica e a transição verde colocam às empresas e organizações do setor do turismo”.

O curso terá a duração de três anos e dará conhecimentos aos estudantes em áreas como Análise e Tratamento de Dados; Mercados e Internacionalização em Turismo; Marketing Digital; Hotelaria e Restauração; e Economia e Política do Turismo. O objetivo é habilitar os profissionais para o exercício profissional autónomo, científico e tecnicamente rigoroso.

O IPG irá assegurar estágios em organizações turísticas e cadeias hoteleiras nacionais e internacionais, monitorizando o futuro profissional dos estudantes através do Gabinete de Estágios e Saídas Profissionais. A licenciatura em “Gestão do Turismo e da Hospitalidade” foi aprovada pela Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior – A3ES, a entidade responsável pela aprovação de novos ciclos de estudos.

“O IPG tem estado atento às tendências do setor do turismo e a acompanhar a transição digital. Recentemente foi desenvolvido o projeto “Taste Food Experience” – uma aplicação móvel que promove o turismo gastronómico na região das Beiras e Serra da Estrela – que ganhou o primeiro prémio do concurso de empreendedorismo turístico da Turismo Centro de Portugal”, refere Manuel Salgado, vice-presidente do IPG.

 

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Viagens corporate pressionadas pela sustentabilidade

Após dois anos de pandemia, antecipava-se uma evolução nas viagens de negócios. A preocupação com a sustentabilidade e redução das emissões, contudo, poderão servir de travão a essa retoma.

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Depois de quase dois anos quase totalmente adormecido, o segmento de viagens de negócios está recuperar. Contudo, isso pode ser um efeito temporário, após a necessidade reprimida de reconectar pessoalmente a parceiros que estavam disponíveis apenas por meio de videochamadas, já que à medida que as grandes corporações procuram reduzir as emissões, as viagens de negócios podem vir a ser prejudicadas.

Antes da pandemia, as viagens corporativas eram uma indústria que valia 1,4 biliões de dólares (cerca de 1,31 biliões de euros). Na recente edição do Business Travel do Airline Sustainability Benchmarking Report 2021, elaborado pelo CAPA – Center for Aviation, e da Envest Global, sugere-se que este pode ser um aumento temporário, revelando que a recuperação geral das viagens de negócios será diluída, à medida que as empresas são cada vez mais pressionadas a cumprir as metas na redução nas emissões de carbono.

A necessidade de viagens de longa distância, responsável por 40% das emissões do setor da aviação, e principalmente viagens em cabine premium, será cada vez mais escrutinada. Isto sem falar nas análises feitas pelos CFO (Chief Executive Officer) no dinheiro que pode ser economizado ao reduzir o número de funcionários a viajar pelo mundo.

No relatório, a Envest Global identificou um padrão emergente consistente. Das mais de 100 corporações que estão entre os viajantes corporate mais proeminentes em todo o mundo, um terço estabeleceu metas de redução de emissões.

Os objetivos traçados devem ser atingidos entre 2025 e 2030, muito tempo antes de o combustível de aviação sustentável (SAF) se tornar suficientemente disponível ou as tecnologias de propulsão de emissão zero se tornem uma realidade comercial.

Os analistas admitem que as empresas estão a ser cada vez mais responsabilizadas por investidores preocupados com relatórios ESG, de modo a garantir que as metas de sustentabilidade sejam alcançadas. Isso significa que o setor aéreo enfrentará um desafio real à medida que essas pressões aumentam.

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Air France-KLM inicia codeshare com IndiGo

Anunciado em dezembro de 2021, o acordo de codeshare entre Air France, KLM e IndiGo dá acesso a 30 novos destinos na Índia por parte do grupo europeu e mais de 300 destinos aos clientes da companhia aérea indiana.

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Depois do levantamento das restrições de viagem na Índia e da aprovação pelo Governo indiano, a Air France-KLM e a IndiGo, principal companhia aérea da Índia, acabam de implementar o acordo de codeshare anunciado em dezembro de 2021.

Com esta nova parceria, a Air France e KLM vão poder oferecer o acesso a 30 novos destinos na Índia, com muitas combinações possíveis de ida e volta, tanto em viagens de lazer como de negócios.

Em comunicado, informa-se que os voos das Air France, KLM e IndiGo vão poder ser “agregados numa única reserva e os membros do programa de fidelização Flying Blue também podem acumular milhas em todas as rotas cobertas pelo acordo”.

De referir que a Air France e a KLM já servem quatro destinos na Índia a partir dos seus hubs em Paris e Amesterdão: Deli, Mumbai, Chennai e Bangalore.

Os clientes da IndiGo que viajam a partir de várias regiões na Índia vão aceder à rede mundial da Air France e da KLM com mais de 300 destinos, incluindo mais de 120 na Europa e cerca de 50 nas Américas.

Os voos codeshare já estão disponíveis para reserva em airfrance.pt, klm.pt e IndiGo em alguns destinos selecionados, sendo que, até ao verão, serão ampliadas as vendas para todos os 30 destinos previstos.

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Tráfego aéreo entre EUA e Europa aumenta 1.003% em abril de 2022 face a 2021

O mês de abril registou um assinalável aumento dos voos entre os EUA e a Europa. No total, voaram 4,29 milhões de pessoas entre os dois destinos, correspondendo a um crescimento superior a 1.000% face a igual mês de 2021.

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O tráfego aéreo dos EUA de e para a Europa atingiu o pico de 4,29 milhões de passageiros, representando um aumento de 1.003% em relação a abril de 2021, revelou o National Travel and Tourism Office (NTTO).

Em comunicado, a NTTO revela os principais países para onde os americanos viajaram no mês de abril de 2022, aparecendo o México em primeiro lugar (3,09 milhões), seguido do Canadá (1,68 milhão), Reino Unido (1,19 milhão), República Dominicana (793.000) e Alemanha (653.000).

Os dados da Statista revelam, por sua vez, que o número de viagens de saída dos Estados Unidos para a Europa, em 2020, foi de 2,32 milhões para a Europa Ocidental seguida pelo Norte da Europa com 2,03 milhões de viagens, enquanto os destinos do sul da Europa e do Mediterrâneo contaram com cerca de 1,66 milhão de voos operados. Além disso, a Europa Central e Oriental registaram o menor número de viagens operadas, cerca de 620.000.

Por outro lado, o número de visitantes aos Estados Unidos provenientes dos países da Europa Ocidental atingiu o pico de 14,56 milhões antes do início da pandemia. Em 2020, esse número caiu 85%, atingindo somente os 2,22 milhões, para cair ainda mais para 1,7 milhão, em 2021.

No ano passado, o número de europeus ocidentais que viajaram viajando para a UE caiu 23,4% em comparação com 2020 e 88,3% em relação aos níveis pré-pandemia.

O maior recorde de visitas de europeus aos Estados Unidos na última década foi registado em 2015, com um total de 14,8 milhões de visitantes, conforme revelam os dados da Statista.

Os dados da NTTO mostram ainda que as chegadas e partidas de passageiros internacionais atingiram quase a 15,5 milhões, em abril de 2022, representando um aumento de 167% em relação ao período correspondente de 2021. No entanto, os dados indicam que o número de passageiros atingiu 73% dos níveis pré-pandémicos.

Os principais aeroportos a operar voos internacionais foram Nova Iorque (JFK) com 2,15 milhões de chegadas e partidas, seguido por Miami (MIA) com 1,77 milhão, Los Angeles (LAX) com 1,27 milhão, Newark (EWR) com 1,03 milhão e Chicago (ORD) com 860.000.

Além disso, os aeroportos estrangeiros mais frequentados pelos norte-americanos foram Cancun (CUN) com 1,1 milhão, London Heathrow (LHR) com 1,06 milhão, Toronto (YYZ) com 738.000, e Cidade do México (MEX) com 606.000 e Paris (CDG) com 581.000.

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Somos o parceiro ideal para os eventos da sua empresa.

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Distinguimo-nos por realizar atividades marítimas e terrestres com pequenos grupos de visitantes, de forma a fornecer serviços mais versáteis e personalizados e a possibilitar a criação de itinerários tailor made, sem prejudicar os locais onde estas atividades decorrem. A sustentabilidade da Região dos Açores está integrada na nossa operação, na medida em que temos assumimos o compromisso em encontrar o equilíbrio entre o que fazemos e o que preservamos.

As nossas atividades são sempre realizadas com a máxima responsabilidade, respeito e consideração pela mãe Natureza e tudo o que representa. Este compromisso estende-se a vários projetos científicos, sociais e culturais em que estamos envolvidos como as Biotalks e a Picoslogia, que nos permitem dar o nosso contributo e apelar à sociedade para a importância da preservação e conservação do meio ambiente.

  • Baleias, golfinhos, mar e aventura!

À procura de algo único para fazer durante as suas férias? Nos Açores temos a oportunidade de observar cerca de 27 espécies de cetáceos ao longo do ano, sempre na companhia de uma equipa profissional de skippers, biólogos e vigias. Antes de sair para o mar é realizado um briefing sobre cetáceos, métodos de avistamento, regras de segurança e o código de ética da Observação de Cetáceos nos Açores. A Picos de Aventura tem uma taxa de sucesso de avistamentos por saída de 99%.

  • O que esconde o mar dos Açores?

Nos Açores terá a oportunidade de participar em uma das mais únicas atividades aquáticas – nadar com golfinhos em alto mar. Em perfeita simbiose com o seu comportamento natural e com o meio que nos rodeia. Prepare-se para ficar impressionado com o profundo mar azul, com a curiosidade dos golfinhos e com as águas cristalinas que rodeiam a nossa ilha. Numa interação de pleno respeito para com os animais, esta atividade desenvolvida pela Picos de Aventura procura sempre o perfeito equilíbrio entre uma experiência inesquecível e a preservação dos recursos naturais dos Açores.

  • Canyoning: uma aventura inesquecível!

Pelas suas características vulcânicas, os Açores são um dos melhores destinos para a prática desta emocionante atividade de montanha. O Canyoning consiste na descida de cursos de água de forma aventureira com contato emocionante e muito íntimo com a natureza da ilha. O interior da ilha de São Miguel esconde cascatas e ribeiras que pode explorar de forma ativa: caminhe dentro de água, salte para piscinas de águas translúcidas e escorregue entre rochas moldadas pelo caudal da ribeira. Mas com certeza, a maior atração vai para o uso de várias técnicas de corda para desafiar as cascatas que jorram do alto. São estes os ingredientes para momentos de adrenalina e diversão, num autêntico parque aquático.

Contactos e mais informações:

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São Miguel: Marina Pêro de Teive, Avenida João Bosco Mota Amaral 9500-771 Ponta Delgada.

Terceira: Picos de Aventura, Pátio da Alfândega, 9700-178 Angra do Heroísmo.

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Palmela e município italiano de Tollo unidos na promoção turística

Depois de protocolos de cooperação na área da promoção turística com os municípios de Guimarães e Silves, agora é a vez de Palmela assinar o mesmo tipo de protocola com o município italiano de Tollo.

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Palmela e o município italiano de Tollo assinaram um Protocolo de Cooperação para a realização de ações conjuntas com vista ao desenvolvimento e promoção turística dos dois territórios. O protocolo foi assinado pelo presidente do Município de Palmela, Álvaro Balseiro Amaro, e pelo presidente do Município de Tollo e da Associação de Municípios Italianos do Vinho/Città del Vino, Angelo Radica, em Priocca, Itália, durante a reunião do Conselho de Administração da Recevin – Rede Europeia das Cidades do Vinho.

Através desta parceria, os dois municípios vão trocar conhecimento e experiências no âmbito do “Turismo, Cultura, Desporto, Património, Gastronomia, Agricultura e Vinhos; incentivar a cooperação entre os respetivos agentes culturais e turísticos, com vista a criar uma rede de parceiros; contribuir para a notoriedade dos produtos enoturísticos de ambos os territórios, através da realização de ações de marketing; criar roteiros turísticos e programas/intercâmbios culturais e desportivos; propor projetos conjuntos candidatáveis a fontes de financiamento que permitam melhorar a atratividade e permanência de turistas; bem como promover a cooperação transnacional entre empresas nos campos da inovação e competitividade, da eficiência de recursos, do reforço da resiliência do território aos riscos naturais, climáticos e humanos, da biodiversidade e do património natural e cultural”, refere a Câmara Municipal de Palmela em comunicado.

Prevista está, também, a presença de Tollo no Fórum Turismo Palmela, entre outros eventos.

O protocolo tem a duração de três anos e é automaticamente renovável por períodos iguais, possuindo o município de Palmela, igualmente, protocolos de cooperação na área da promoção turística com os municípios de Guimarães e Silves.

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