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Agentes de viagens do Reino Unido escolhem Funchal para conferência

A Advantage Partnership, o maior consórcio do Reino Unido que reúne os agentes de viagens mais importantes deste mercado, escolheu o Funchal para a realização da sua conferência anual.

Carolina Morgado
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Agentes de viagens do Reino Unido escolhem Funchal para conferência

A Advantage Partnership, o maior consórcio do Reino Unido que reúne os agentes de viagens mais importantes deste mercado, escolheu o Funchal para a realização da sua conferência anual.

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A conferência, que começa esta sexta-feira, dia 29 de abril, e vai até 02 de maio, no hotel Savoy Palace, levará à Madeira cerca de 300 profissionais do sector, incluindo, imprensa especializada.

A maioria dos participantes serão proprietários ou CEO de uma variedade de agências de viagens, incluindo as de lazer independentes, até especialistas em viagens de negócios.

Na conferência serão discutidos vários temas e tendências do setor, ao mesmo tempo que haverá sessões educacionais e atividades de networking, oferecendo oportunidades para conectar e fortalecer relações com vários parceiros do setor.

O programa desta conferência contempla ainda uma receção de boas-vindas, várias iniciativas gastronómicas, atualizações de negócios, três sessões no estilo TedEx, um painel de discussão e duas sessões principais.

A abertura da conferência está marcada para as 08h50, do dia 30 de abril, com a presença de representantes da Secretaria Regional de Turismo e Cultura, da Associação de Promoção da Madeira e ainda do Turismo de Portugal.

Ainda inserido no programa, haverá excursões planeadas para os delegados, bem como reuniões com parceiros.

Sobre a importância da realização deste evento no Funchal, o secretário regional de Turismo e Cultura e presidente da Associação de Promoção da Madeira, Eduardo Jesus, salienta que será um momento para reafirmar as relações que existem há muitos anos no setor do turismo entre o arquipélago e o Reino Unido. “O mercado britânico continua a ser um dos principais mercados emissores da região e no ano passado ficou em segundo lugar do top, sendo apenas suplantado pelo mercado nacional”, declarou.

Eduardo Jesus destacou ainda que, mesmo durante o período pandémico, “os turistas britânicos continuaram a procurar a Madeira e com a retoma que agora se verifica, com mais ligações aéreas diretas àquele país, acreditamos que 2022 será mais um ano de crescimento neste mercado”.

Para o dirigente regional, a conferência da Advantage Partnership será assim “uma oportunidade única para a promoção da Madeira junto de um mercado de elevada importância para o nosso destino.”

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47º Congresso da APAVT aposta mais uma vez em sessão exclusiva para agentes de viagens

O 47º Congresso da APAVT, que terá lugar de 8 a 11 de dezembro deste ano, em Ponta Delgada (Açores) vai apostar mais uma vez numa sessão exclusiva para os agentes de viagens, disse aos jornalistas o presidente da Associação, Pedro Costa Ferreira, num encontro sexta-feira, em Lisboa.

“Estamos muito focados na construção de um edifício diferenciador para os agentes de viagens associados da APAVT, portanto, temas como os nossos processos de certificação na área da sustentabilidade e na área do serviço ao cliente serão, certamente, centrais desta reunião”, defendeu o presidente da APAVT.

Além disso, explicou que “fazemos sempre um ponto de situação político, no fundo, um prestar de contas da direção, sobre o que fez no último ano, e uma troca de opiniões que para nós é muito importante, sobre as áreas de intervenção, e as principais dificuldades sentidas pelos agentes de viagens para o próximo ano, não deixaremos de acompanhar os processos de recuperação económico-financeira, até porque sempre tivemos consciência que as necessidades de tesouraria iriam acontecer sobretudo na altura da retoma, e não nos enganámos”, sublinhou.

Sobre este assunto, Pedro Costa Ferreira evidenciou que “não há atualmente apoios significativos no mercado, há é pagamentos significativos dos apoios que nos foram dados, em sede de créditos”, para adiantar que “as agências de viagens já começaram a pagar ao Turismo de Portugal, começarão em breve a pagar os empréstimos concedidos para pagamento dos vales dos clientes, portanto toda esta área relacionada com a recuperação económico-financeira, manteremos ativa na nossa análise, porque sentimos que é um diálogo que não deve ser esgotado”.

O dirigente apontou ainda que “os processos de apoios parecem estar muito centralizados em crédito, o que nós não queremos porque endividados já estamos, e parecem muito centralizados no Banco do Fomento, entidade que está demasiado afastada de nós do ponto de vista institucional, das práticas concretas e das oportunidades concretas dos agentes de viagens”.

É com satisfação que o presidente da APAVT tem assistido à participação nos congressos da Associação de um número cada vez maior de agentes de viagens. Acredita, assim, que “a sessão exclusiva com os agentes de viagens aparece porque cada vez há mais agentes de viagens a participar nos nossos congressos, e admito que cada vez há mais agentes de viagens, não apenas pela sessão, mas pela versatilidade de todo o congresso”.

Para o congresso dos Açores, Pedro Costa Ferreira deu conta que um hotel reservado exclusivamente para agentes de viagens já está esgotado, e a APAVT já está a reservar uma segunda unidade hoteleira, tudo indicando que “vamos ultrapassar os números do ano passado, em termos de agentes de viagens”.

 

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“Fazer!” é tema do 47º Congresso da APAVT em Ponta Delgada

“Fazer!”, numa perspetiva de “decisão, realização e construção”, é o tema do 47º Congresso da APAVT, revelou aos jornalistas, sexta-feira, em Lisboa, o presidente da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo, Pedro Costa Ferreira. Como já havia sido anunciado, este congresso terá lugar de 8 a 11 de dezembro, em Ponta Delgada (Ilha de São Miguel – Açores).

“Estamos muito felizes e dispostos a fazer do tema a nossa prática de intervenção nos próximos anos: construir, construir, construir. Decidir e realizar. Um sangue que é muito nosso”, disse o presidente da APAVT, para realçar que estamos a edificar para as agências de viagens nossas associadas um quadro diferenciador”.

Pedro Costa Ferreira esclareceu que “uma vez mais é um congresso do turismo organizado por agentes de viagens. Do ponto de vista das suas temáticas e da adesão dos congressistas, não está apenas em redor dos agentes de viagens”, assim  “vamos outra vez fazer um ponto de situação do turismo como um todo, e uma tentativa de olhar para o futuro do setor”.

No entanto, conforme disse, “começa a ser como uma espécie de sala ao lado, um minicongresso dentro do congresso, que responde a uma cada vez maior participação dos agentes de viagens no congresso”. Trata-se de uma sessão exclusiva para agentes de viagens e “este ano vamos alargá-la no tempo e no espaço de intervenção. O congresso encerra dia 10 à hora de almoço e prosseguiremos durante todo o dia só com os agentes de viagens”, explicou.

Neste que é o terceiro Congresso da APAVT realizado na Região Autónoma dos Açores, sob a presidência de Pedro Costa Ferreira, “um enorme destino, mas com desafios que devem ser encarados, e teremos um painel dedicado à análise destas questões, assim como teremos um momento depois de conhecimento e vivência do destino turístico em si, que acontecerá da parte da tarde do segundo dia”, apontou.

No que diz respeito propriamente aos painéis, o dirigente sublinhou que “vamos desafiar muito os congressistas a falar menos do que te corrido pior, apenas o necessário, para expressarem sobre o que temos que fazer melhor e esperamos com isso contribuir para uma política mais próxima da realização e com menos momentos de anúncio”.

Assim, a questão do crescimento do país vai estar na sessão de abertura, numa tradição que “é muito nossa, que é dotar os congressistas de um pensamento mais global, mais geral, menos focado no próprio setor”.

Os grandes desafios do modo geral do turismo português estarão em painel  próprio, a necessidade de diversificação do produto, de novos mercados e de mais território vão ter também painel próprio, bem como os caminhos para os Açores, para além de uma sessão exclusiva para agentes de viagens.

Do ponto de vista de alguns oradores e intervenientes já confirmados, o congresso contará, no painel de crescimento com presença do deputado da Iniciativa Liberal, Carlos Guimarães Pinto, Pedro Siza Vieira e Nadim Habib, da Nova SBE. A APAVT diz que não dispensa o presidente da SATA, Luís Rodrigues, Álvaro Covões no painel da diversificação de produto, novos mercados e mais território, bem como o presidente da Câmara de Aveiro, Ribau Esteves.

Catarina Valência, especialista em património cultural, fará, igualmente, uma intervenção na tentativa de colocar este património cultural nas práticas turísticas. A presença, pelo Turismo de Portugal, num dos painéis, participará o vogal Filipe Silva, enquanto Margarida Almeida, CEO da Amazing Evolution, desenvolverá alguns aspetos relacionados, entre outros, “com a tendência preocupante do aumento do preço associada a quebra de serviço”, avançou Pedro Costa Ferreira. A nível internacional, para já está confirmada a presença do presidente da ECTAA, na sessão de encerramento.

Finalmente, “é também nossa tradição o espírito de network e de fortalecimento de relações entre as pessoas”. Neste âmbito, numa das noites do congresso, está programado um espetáculo com uma dimensão bastante grande, do mágico Luís de Matos.

O presidente da APAVT destacou que “o Congresso tem uma dimensão entre 600 e 700 pessoas, uma dimensão perfeitamente razoável e indicada para os objetivos do congresso. Não buscamos um crescimento contínuo e sem sentido”, adiantando que “as inscrições já começaram e estão a decorrer em muito bom número. Diria que em melhor ritmo do que o ano passado”.

 

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VI Cimeira do Turismo Português: CTP pede ao Governo “apoios estruturais” para o setor

O presidente da Confederação do Turismo de Portugal (CTP), Francisco Calheiros, pede ao Governo “apoios estruturais e não paliativos pontuais” para o setor, o mesmo Governo que disse, “esqueceu” o Turismo.

Reconhece que “se o Governo esteve bem no início da pandemia, com medidas rápidas, eficazes e fundamentais para assegurar a sobrevivência das empresas, atualmente poderia e deveria ir muito mais longe” para sublinhar que, “infelizmente, uma boa parte das medidas anunciadas pelo Governo para apoiar as empresas portuguesas – e não só as do Turismo – ou ainda não se concretizaram e não chegaram efetivamente à economia ou são insuficientes, como os apoios extraordinários anunciados este mês para combater a inflação”.

O presidente da CTP disse que “as empresas esperam apoios estruturais, medidas que prevaleçam no tempo e não apenas paliativos pontuais”, enumerando que “são necessárias medidas de âmbito fiscal, por exemplo, e não apenas apoios, que no geral, passam pela concessão de crédito que ainda endividam as empresas”.

Francisco Calheiros, que falava na abertura da VI Cimeira do Turismo Português, que decorreu esta terça-feira, em Lisboa, para assinalar o Dia Mundial do Turismo, reafirmou a disponibilidade deste setor para ajudar: “O Turismo quer dar ainda mais a Portugal e a toda a sociedade; O Turismo quer: Ajudar a Economia; Ajudar a governação; Ajudar as famílias; Ajudar as empresas. O Turismo quer, além da nossa cadeia de valor, proporcionar mais receitas ao País, através do que devolve em impostos e contribuir para o crescimento de outras atividades económicas”.

E alertou que “se preservarmos, desenvolvermos e promovermos cada vez mais e melhor a diversidade turística do nosso País, estamos também a contribuir para o desenvolvimento de todo o território, para a descentralização e para o equilíbrio regional, ajudando assim ao crescimento económico das nossas regiões e à criação de emprego”.

O presidente da CTP destacou ainda no seu discurso que os empresários do setor continuam “com o empenho de sempre para voltar a robustecer a atividade económica que mais gerou riqueza e postos de trabalho nos últimos anos”.

Mas, “sem um apoio muito claro do Governo para enfrentar a tempestade perfeita por que passámos e que ainda mantem as suas marcas será tudo muito mais difícil, para prejuízo de Portugal e dos portugueses”.

Nesta VI Cimeira do Turismo cujo debate foi centrado no tema “O Turismo e o novo Mundo”, Francisco Calheiros deixou bem claro que “mais do que apoios, e para que não sejamos acusados de estarmos sempre de mão estendida, o que o Turismo quer é que sejam criadas as condições necessárias para que esta atividade seja cada vez mais forte”.

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Diving Talks regressa a Tróia de 7 a 9 de outubro

A segunda edição do Diving Talks, evento promovido pela Portugal Dive – está de regresso a Tróia, entre os dias 7 e 9 de outubro.

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Durante os três dias do Diving Talks, Tróia acolhe aquele que é considerado o maior encontro sobre mergulho realizado em Portugal. No primeiro dia do evento, 7 de outubro, os participantes vão ter a oportunidade de conversar com diversas marcas do setor e fazer parte de um momento de mergulho coletivo, onde poderão testar novos equipamentos.

Já nos dias 8 e 9 de outubro, o destaque vai para os 10 painéis de discussão, que integram 27 oradores nacionais e internacionais.

No evento vão ser abordados temas como o impacto de leis internacionais na formação de novos mergulhadores, a influência da inteligência artificial no mergulho técnico e, ainda, a história do último navio da Alemanha Nazi que naufragou no Oceano Báltico, entre outros tópicos.

Recorde-se que no âmbito da realização do Diving Talks foi também realizado o International Survey | Diving Talks, um estudo internacional sobre o setor de mergulho, que tem como objetivo traçar o perfil dos seus praticantes e determinar tendências, dando uma visão abrangente sobre o potencial da modalidade para o setor do Turismo em Portugal e sobre o seu impacto – não só em território nacional, como também a nível mundial.

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“O turismo tem dois ingredientes que são comuns à sustentabilidade: pessoas e território”

O “Planetiers World Gathering” reunirá, em outubro, ‘changemakers’, ‘stakeholders’ – privados e públicos -, que estão a impulsionar a inovação sustentável. Sérgio Ribeiro, co-fundador da iniciativa, referiu ao Publituris que para o turista atual a sustentabilidade é “chave”.

Victor Jorge

Durante a apresentação do “Planetiers World Gathering”, evento que decorrerá em Lisboa, de 24 a 26 de outubro, e que juntará changemakers, stakeholders – privados e públicos -, que estão a impulsionar a inovação sustentável, Sérgio Ribeiro, co-fundador da iniciativa, referiu ao Publituris que, atualmente, “todo o mundo ainda tem um grande percurso a percorrer no que diz respeito à sustentabilidade”.

“Hoje fundamentalmente, e no turismo também, já se fala em regeneração, já que os objetivos globais que temos de atingir estão difíceis de atingir”, admitiu Sérgio Ribeiro, salientando que a pergunta que se coloca hoje é, “como é que as atividades podem regenerar os territórios e os locais?”. A resposta que o co-fundador da iniciativa dá é simples: “o turismo tem dois ingredientes que são comuns à sustentabilidade: pessoas e território”

Assim, defende que o papel do turismo é ”fundamental não só na experiência que se dá a quem vem de fora, mas como a experiência de quem cá está pode fazer esta diferença”. Ou seja, “como cuidar do território, das florestas, dos oceanos, da natureza onde estamos a viver e que, no fundo, proporciona qualidade de vida. No fundo, a sustentabilidade é isto”, refere, adiantando ainda que é essencial “preservar a qualidade de vida nos dias de hoje, mas principalmente mantê-la para os dias futuros”.

Sérgio Ribeiro recorda, também que a sustentabilidade “não é só ambiental, mas também social, económica e financeira” e que “tudo está interligado”, admitindo que “é este equilíbrio que faz a diferença”. Por isso, e com base no modelo sueco, “não há decisão nenhuma que não tome todas estas variáveis em consideração”, frisando que mesmo a vertente económica “não pode tomar decisões sem ter em conta as vertentes sociais e ambientais”.

Relativamente às consequências da pandemia, o co-fundador da “Planetiers World Gathering” admite que veio criar “extremos”. Ou seja, tanto criou grupos de pessoas muito dedicadas a deixar um legado positivo, seja nas suas organizações seja na sua vida pessoal” como, por outro lado, diz existirem entidades que estão a “ceder muito à necessidade de acelerar e abrir a torneira económica”, o que, considera, ser “uma falsa perspetiva”.

Assim, antecipa que, “se abrirmos rapidamente a torneira económica para sistemas anteriores, vai criar problemas mais à frente muito mais difíceis de recuperar”, destacando problemas como a falta de água e as alterações climáticas e que “não são bons para nenhum setor”.

No que diz respeito ao setor do turismo, Sérgio Ribeiro salienta a liderança que “temos tido. Temos visto que a liderança no turismo em Portugal e mesmo a nível governamental tem sido muito pragmática e séria naquilo que é a estratégia de sustentabilidade e está provado no mundo inteiro que uma organização sem a liderança focada na sustentabilidade não funciona”.

 

Os turistas estão, cada vez mais, à procura de uma experiência que, acima de tudo, esteja ligada a um contacto muito mais próximo com a natureza e, consequentemente, cuide da natureza. Este sim, é um dos efeitos da pandemia”

 

Além disso, faz referência à “rapidez” com que se tem de difundir junto dos stakeholders, neste caso do turismo, o que é, na realidade, a sustentabilidade, o que é a regeneração e a forma como podem adaptar o negócio a esta nova realidade que vai continuar.

Já quanto à crise económica que se avizinha e como esta poderá influenciar ou contrariar as políticas de sustentabilidade, Sérgio Ribeiro refere que tudo depende da “capacidade de visão que a liderança das organizações públicas e privadas – governos e empresas – produzem em conjunto e perceber que têm de se ser sistémicos na ação e dos stakeholders”. Contudo, garante que vai haver um “buraco à frente” e que poderá ser “muito maior do que atualmente estamos a ver”. Por isso, diz, “é preciso que a visão lá esteja”.

Por fim, do lado do turista, Sérgio Ribeiro destaca que, cada vez mais, a sustentabilidade é “chave”. “Estatisticamente está comprovado que os turistas estão, cada vez mais, à procura de uma experiência que, acima de tudo, esteja ligada a um contacto muito mais próximo com a natureza e, consequentemente, cuide da natureza. Este sim, é um dos efeitos da pandemia.”

“As pessoas querem um local onde possuam o verde, porque já relacionam isto com a saúde e bem-estar, e depois experiências genuínas com os locais, envolvendo as pessoas, as comunidades”, frisa o co-fundador da “Planetiers World Gathering”, concluindo que “passou-se do global para o local, passou-se a dar menos importância ao comercial e mais ao autêntico. E aí, não há nada mais autêntico do que a natureza”.

Já Luís Araújo, presidente do Turismo de Portugal, salientou a estratégia que o instituto definiu em 2016 para os próximos 10 anos, admitindo que “fomos dos primeiros países a perguntar o que deveríamos ser no futuro. E a resposta foi clara: sustentáveis”.

Considerando que a aposta passa por ser “um dos destinos mais sustentáveis do mundo”, Luís Araújo frisou, no entanto, que “sustentabilidade sem pessoas não existe”.

“Queremos crescer, ter receitas, mas tudo de forma sustentável. Depois da pandemia percebemos que temos de alterar algo para ter um resultado diferente e melhor”, concluindo que “não conseguimos alcançar os nossos objetivos sem inovação”.

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MICE terá espaço de destaque na Fitur 2023

O segmento MICE terá espaço de destaque da edição de 2023 da Fitur e incluirá, pela primeira vez, as associações profissionais nacionais e internacionais.

A Fitur MICE, conforme foi anunciado pela organização, será realizada nos dias 16 e 17 de janeiro de 2023, dias anteriores ao início da feira propriamente dita, e visa estabelecer contatos e gerar negócios. Terá uma centena de participantes e já conta com 2.900 agendamentos pré-estabelecidos.

Os 45 compradores participantes selecionados incluem organizações nacionais e internacionais, compradores corporativos, agências de incentivo e organizadores de conferências, segundo notícia publicada pelo jornal espanhol Hosteltur.

A programação do encontro, com vagas limitadas, escreve ainda o jornal, oferece aos expositores participantes uma agenda de compromissos pré-estabelecidos com executivos da empresa, rigorosamente selecionados, com base em critérios que irão avaliar o alto potencial de negócios e decisão de compra.

A Fitur MICE será completada com um programa de networking composto pela celebração de diferentes eventos sociais que permitirá ampliar os contatos e fortalecer os vínculos entre os participantes.

 

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Congresso Internacional de Turismo Termal de 27 a 29 de setembro em Ourense

A cidade de Ourense, na Galiza (Espanha) acolhe entre os dias 27 e 29 de setembro, o Congresso Internacional de Turismo Termal, promovido pela European Historic Thermal Towns Association (EHTTA), em parceria com a Organização Mundial do Turismo (OMT).

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O evento, cuja abertura ocorre no Dia Mundial do Turismo, decorre igualmente durante a Termatalia, feira termal bianual em Ourense.

A entidade organizadora – uma Rota Cultural do Conselho Europeu – pretende com este congresso dar visibilidade ao fenómeno do Turismo Termal, propondo o debate sobre as melhores práticas e o futuro dos destinos termais e da sua sustentabilidade através de três grandes temas: turismo, património e experiência.

Conforme publicado no site oficial do Turismo de Portugal, “o turismo termal é considerado um dos tipos de turismo que poderá apresentar maior crescimento na sequência da pandemia de COVID-19, atendendo ao aumento da procura por experiências de bem-estar, de imersão nos locais de destino e de interação com a população local”.

 

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18º Congresso dos Cozinheiros em Oeiras com o mote “Conexão Africana”

O Congresso dos Cozinheiros, que vai na sua 18ª edição, está de regresso a Oeiras, nos dias 25 e 26 de setembro. “Conexão Africana” é este o fio condutor para um cartaz com alguns dos nomes mais sonantes da cena gastronómica africana e que marcam pela primeira vez presença no nosso país.

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No total serão mais de 20 horas de intervenções proporcionadas por 58 oradores nacionais e internacionais, num evento que terá lugar no Nirvana Studios, em Barcarena (Oeiras), entre as 09h30 e as .20h00.

O tema escolhido para este congresso pretende ser uma oportunidade para aprender mais sobre a riqueza das pessoas, da gastronomia e da cultura africana. Apresentar, debater, degustar e fomentar um papel de maior reconhecimento dos profissionais, dos produtos e tradições do grande continente é o objetivo.

 

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Novo auditório no Porto com 400 lugares

O Auditório Francisco de Assis, no Porto, com cerca de 400 lugares, é um espaço de referência para todo o tipo de eventos. Está em funcionamento desde 2021, mas agora, com a retoma do segmento MI, quer dar-se a conhecer.

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Localizado em Paranhos, uma zona privilegiada e perto dos acessos principais do Porto, o Auditório Francisco de Assis dispõe de 399 lugares (seis para mobilidade reduzida) e de equipamentos e infraestruturas que lhe permitem acolher todo o tipo de eventos empresariais, socioculturais, artísticos e académicos.

Para fazer face à procura no aluguer de espaços, o apresenta uma solução fiável que se ajusta à necessidade de cada evento.

Em termos de condições, dispõe de um palco com 140 m2, um foyer inferior com 228 m2 e superior com 161 m2, um terraço exterior com 64 m2 e uma garagem de serviço com 419 m2. Está dotado de equipamentos de som, luz, audiovisual, cénico e musical.

O Auditório Francisco de Assis está já em condições para receber as empresas que necessitem de organizar os mais diversos tipos de eventos, nomeadamente: sessões solenes, inaugurações, exposições, conferências, palestras, workshops, formações, seminários e congressos.

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Fundação INATEL promove Congresso Mundial sobre Sustentabilidade Social

“Sustentabilidade Social, fator chave para o futuro do Turismo” é tema do 28º Congresso Mundial da ISTO, que terá lugar em Ponta Delgada, de 12 a 15 de outubro próximo, uma iniciativa da Fundação INATEL, em parceria com a Organização Internacional de Turismo Social.

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Estima-se um público-alvo diversificado, entre 200 e 250 participantes. O congresso conta com oradores de referência do setor e com a participação de agentes de turismo dos cinco continentes (autoridades nacionais e regionais, membros da UE, tour operadores, empresas privadas, cooperativas de turismo, ONG e associações diversas, todas elas ligadas à área do Turismo Sustentável e Solidário), pelo que a diversidade de realidades vividas e medidas implementadas serão uma grande mais-valia na discussão deste tópico de atual importância, indica a organização em comunicado.

A escolha do local da realização deste congresso, ainda segundo a mesma fonte, foi influenciada pelo facto de os Açores serem o primeiro arquipélago do mundo a ser formalmente certificado como “Destino turístico sustentável”, de acordo com os critérios do Conselho Global para o Turismo Sustentável.

O programa previsto inclui diversas sessões de trabalho, acrescido de um programa social, como uma visita à ilha de São Miguel.

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