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Tailândia mostra que é destino seguro em famtrip para operadores turísticos portugueses

Lusanova, Image tours, Viajar Tours, Solférias, Soltrópico e TUI são os operadores turísticos que estão a participar na famtrip, que pretende mostrar que a Tailândia está aberta ao turismo e é um destino que reúne todas as condições de segurança.

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A Autoridade de Turismo da Tailândia (TAT) está a promover desde a passada quarta-feira, 23 de março uma famtrip que conta com a participação de alguns dos principais operadores turísticos portugueses, incluindo Lusanova, Image tours, Viajar Tours, Solférias, Soltrópico e TUI, e que pretende mostrar que o país já está aberto ao turismo e que a Tailândia é um destino seguro.

Phuket, ilhas Phi Phi, Krabi, ilha de Naka, Khao Lak e o Parque Nacional Khao Sok são alguns dos destinos tailandeses que os operadores turísticos nacionais vão poder conhecer, “verificando in loco que a Tailândia está aberta ao turismo e que é um destino de férias que reúne todas as condições de segurança para os seus clientes”, segundo a TAT.

“Depois de dois anos de pandemia, os portugueses podem finalmente regressar àquele que é um dos maiores destinos turísticos de longo curso para o mercado português e que continua a oferecer aos visitantes uma panóplia de produtos e serviços de grande variedade e qualidade”, explica a TAT, na informação divulgada.

Recorde-se que a Tailândia já está a receber turistas internacionais, depois do encerramento na sequência da COVID-19, e prepara-se para, a partir de 1 de abril, eliminar a exigência de apresentação de um teste PCR negativo para a doença e efetuado até 72 horas antes da viagem para o destino.

Para  viajar para a Tailândia, os viajantes totalmente vacinados de qualquer país do mundo têm apenas de solicitar o Thailand Pass TEST & GO, apresentar o certificado de vacinação/recuperação, um comprovativo de pré-pagamento para apenas uma noite num hotel certificado pelo governo tailandês e uma apólice de seguro de viagem com uma cobertura não inferior a 20.000 USD em tratamentos ou despesas médicas.

Na chegada, os viajantes têm de se submeter a um teste PCR obrigatório no primeiro dia, aguardando pelo resultado num dos hotéis certificados pelo governo tailandês. Ao quinto dia, devem realizar um teste antigénio, cujo resultado deverá ser registado na aplicação MorChana.

“Esta é uma oportunidade dos operadores turísticos portugueses experienciarem na primeira pessoa que a Tailândia e as suas infra-estruturas turísticas reúnem todas as condições de segurança para receber os turistas portugueses”, considera Rosário Louro, representante oficial da Autoridade do Turismo da Tailândia em Portugal, e que se encontra a acompanhar a famtrip.

 

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Bolsa de Empregabilidade chega ao Algarve e anuncia novidade para o turismo e hospitalidade

Além da realização da feira de emprego no Algarve, a Bolsa de Empregabilidade lançou também uma nova plataforma online de recrutamento e vai promover eventos de networking matinal, os Breakfast & Business.

A Bolsa de Empregabilidade anunciou que, em 2023, vai realizar, pela primeira vez, uma feira de emprego no Algarve, iniciativa que chega ao sul do país depois de seis anos de realização em Lisboa e de, no ano passado, ter passado também a decorrer no Porto.

“A Bolsa de Empregabilidade regressa em 2023 e traz novas ofertas para as empresas. Estão previstas três localizações para as feiras de emprego, que se realizam há seis anos em Lisboa e estrearam-se no Porto no ano passado. As empresas do setor do turismo e da hospitalidade vão poder viajar com a Bolsa para o Algarve e aumentar o seu contacto junto dos futuros profissionais também no sul do país”, indica a Bolsa de Empregabilidade, em comunicado.

No próximo ano, as feiras físicas vão também contar com um espaço dedicado às escolas do setor, onde os estabelecimentos de ensino ligados ao turismo e hospitalidade vão poder divulgar os seus cursos.

Mas a Bolsa de Empregabilidade conta com mais novidades e lançou também uma nova plataforma online de recrutamento, com 365 dias de acesso, colocação de vagas ilimitadas e várias outras funcionalidades que possibilitam uma contratação mais rápida e eficaz.

“Aliar o recrutamento direto, através de contratações chave na mão em feiras físicas, ao recrutamento online, surge do feedback recebido pelas empresas. O intuito deste projeto, organizado pelo Fórum Turismo, é responder à necessidade individual de cada empresa, que tanto pode passar pelo recrutamento personalizado, como por uma necessidade urgente de contratação, e até pela promoção e comunicação da marca”, explica a Bolsa de Empregabilidade.

Paralelamente, a Bolsa de Empregabilidade vai ainda promover eventos de networking matinal, os Breakfast & Business, que começam ao pequeno-almoço, às 9h30, e “reúnem profissionais do turismo para debaterem os temas atuais do setor, manterem-se a par das novidades e alargarem as redes de contactos”.

Todas as atividades, incluindo eventos de networking e ações de formação, estão disponíveis às empresas com a compra dos pacotes da Bolsa de Empregabilidade, cujos preços começam nos 150€, condições de early bird que terminam a 15 de outubro.

Este projeto é organizado pela Associação Fórum Turismo e dirige-se a todas as empresas do setor do turismo, viagens, hotelaria e restauração. Mais informações aqui.

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Canadá levanta todas as restrições relacionadas com a COVID-19 a 1 de outubro

O levantamento de restrições foi já aplaudido pela Air Canada, que espera que a decisão ajude à recuperação do transporte aéreo para níveis pré-pandemia.

O governo do Canadá aprovou o levantamento de todas as restrições relacionadas com a COVID-19 a partir de 1 de outubro, incluindo o uso de máscara facial nos aviões e comboios, testes, quarentena e registo no portal ArriveCan.

“O governo do Canadá anunciou a remoção de todas as restrições de entrada da COVID-19, bem como os requisitos de teste, quarentena e isolamento para qualquer pessoa que entre no Canadá, a partir de 1 de outubro de 2022”, anunciou o governo canadiano no seu website oficial.

O executivo invoca a melhoria da situação epidemiológica e a alta taxa de vacinação no país para o levantamento total das restrições, ainda que continue a recomendar “fortemente”  o uso de máscara facial em viagens.

Quem já veio aplaudir o levantamento das restrições foi a Air Canada, que considera que viajar sem máscara é seguro e invoca as evidências cientificas que apontam nesse sentido, falando ainda nos benefícios da decisão para a economia e turismo no Canadá.

“Acreditamos que esta decisão facilitará muito as viagens, ajudará a estabilizar o setor do transporte aéreo do país e apoiará a economia do Canadá”, afirma Craig Landry, Executive Vice-President e Chief Operating Officer da Air Canada.

A Air Canada espera que o levantamento das restrições permita a recuperação do transporte aéreo no país, que foi fortemente afetado pelas medidas adotadas na sequência da COVID-19 e, num comunicado enviado à imprensa, diz estar a trabalhar com todos os parceiros do setor para repor os níveis de serviço pré-pandemia.

 

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Avião Fotos de banco de imagens por Vecteezy

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Turismo alvo de 4.000 queixas desde o início do ano

Segundo o Portal da Queixa, “o número de reclamações dirigidas ao setor do Turismo está a aumentar” e, desde o início do ano, as queixas aumentaram 12% face a igual período de 2021 e 56% em comparação com 2019.

O setor do Turismo foi alvo de 4000 reclamações desde o início do ano, que abrangem principalmente as companhias aéreas e os sites de reserva de viagens, avança o Portal da Queixa, que realizou uma análise às reclamações relacionadas com o setor por ocasião do Dia Mundial do Turismo.

Segundo o Portal da Queixa, “o número de reclamações dirigidas ao setor do Turismo está a aumentar”, uma vez que, até 26 de setembro, foram registadas 3882 reclamações relacionadas com este setor, o que representa um crescimento de 12% em relação ao período homólogo de 2021, quando foram registadas 3475 queixas.

“Comparativamente com 2019, o aumento é ainda mais expressivo, verificando-se uma subida de 56%. Em ano de pré-pandemia, foram registadas apenas 2495 reclamações durante o mesmo período”, acrescenta o Portal da Queixa.

O maior número de reclamações diz respeito à categoria “Hotéis, Viagens e Turismo”, principalmente nas subcategorias: Companhias Aéreas (1415) e Sites de Reserva de Viagens (1338), seguindo-se os Sites de Reserva de Viagens (348) e os Sites de Reserva de Alojamento, com 343 queixas.

No que diz respeito às companhias aéreas, a TAP é a mais visada, com 605 queixas recebidas desde o início do ano, seguindo-se a Ryanair, que acolheu 257 reclamações, a easyjet (143), a Vueling (69) e a Iberia (50).

“Os principais motivos de reclamação contra as Companhias Aéreas estão relacionados com o cancelamento e reembolso de voos, a gerar 43% das queixas; dificuldades no atendimento ao cliente (27%); perda ou problemas com bagagem (27%) e outros (3%)”, especifica o Portal da Queixa.

Relativamente às companhias aéreas, o Portal da Queixa acrescenta que, na análise aos indicadores de performance sobre a capacidade de resposta aos consumidores, “as cinco companhias aéreas têm níveis muito baixos no que se refere à taxa de resposta e à taxa de solução, o que na avaliação feita pelos consumidores, resulta em Índices de Satisfação muito fracos, todas as operadoras com pontuações abaixo dos 18 pontos (em 100)”.

Já no que respeita aos Sites Reserva de Viagens, a maioria das queixas diz respeito à eDreams, com 847 reclamações, e à Rumbo, que somou 136 queixas, sendo que, nesta subcategoria, foram os problemas com as reservas (43%), problemas com o reembolso (29%), dificuldades no apoio ao cliente (13%), esquemas de burla/fraude (8%) e outros motivos (7%) que motivaram a maior parte das reclamações.

“Destaca-se que, ambas as marcas registam um Índice de Satisfação inferior a 10 pontos (em 100)”, indica ainda o Portal da Queixa.

Nas Agências de Viagens, o principal motivo de reclamação foram os problemas com os reembolsos, que foram responsáveis por 70% das queixas, existindo ainda 17% de queixas por alegada burla e 13% por outros motivos.

“No topo das entidades com maior número de reclamações está a CidadeTur (54) – agência do Porto que recentemente foi alvo de acusações por alegada burla com inúmeros consumidores a partilharem os casos no Portal da Queixa -, seguem-se depois a Travelgenio (45) e a Xtravel (38). A Viagens Abreu acolhe 37 reclamações”, refere o Portal da Queixa, indicando que a Travelgenio foi a empresa com o Índice de Satisfação com a pontuação mais alta, de 40.2 (em 100), registando ainda uma taxa de solução de 22.4% e uma taxa de reposta de 100%.

Já nos Sites de Reserva de Alojamento, que foi uma “das subcategorias do setor do Turismo com menos queixas registadas desde o início do ano”, os principais motivos de reclamação referem-se a problemas com pagamentos/reembolsos (55%) e problemas com as reservas/alojamento (43%).

“A recolher uma grande fatia das reclamações está o Booking (185), seguido da Air bnb (49), empresa que, por seu turno, em relação ao Booking, regista uma melhor performance na capacidade de reposta ao consumidor, com 98.5% de taxa de resposta, 32.3% de taxa de solução e um Índice de Satisfação pontuado em 47.2 (em 100)”, especifica o Portal da Queixa.

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Bragança disponibiliza mais e melhor informação turística

Com as dormidas e proveitos de aposento a atingiram níveis recorde no concelho, no segundo trimestre, comparativamente com períodos homólogos, valores superiores aos registados antes da pandemia, na primavera de 2019, Bragança passa a disponibilizar mais e melhor informação turística.

O município de Bragança passou a disponibilizar, no website de turismo municipal, áudioguias em português, castelhano, francês e inglês, relativos a 34 pontos de interesse turístico do concelho, permitindo ao turista um acesso privilegiado e universal, através do uso dos smartphones ou tablets, a conteúdos informativos e descritivos do património cultural e religioso deste território.

Em conjunto com esta iniciativa, foram instalados novos totens de informação turística, substituindo os existentes, bem como sinalética direcional pedonal para o turista. Os novos totens, com uma nova e mais atrativa imagem, dispõem de informação em português e inglês, estando associado a cada um deles, um QRcode à aplicação Visit.Bragança, que permite o acesso a informação relacionada com o património a visitar – descrições, fotografias 360.º, vídeos e informação útil.

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Governo cria Programa Festivais Acessíveis

Este programa visa distinguir “os festivais que apresentem condições de acessibilidade para todos os que tenham mobilidade condicionada, como pessoas com deficiência física ou sensorial, grávidas, crianças ou pessoas idosas”.

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O Governo criou, através uma parceria entre o Turismo de Portugal I.P. e o Instituto Nacional de Reabilitação (INR), o Programa Festivais Acessíveis para distinguir “os festivais que apresentem condições de acessibilidade para todos os que tenham mobilidade condicionada, como pessoas com deficiência física ou sensorial, grávidas, crianças, pessoas idosas, entre outros”.

Este programa, que nasce através do Despacho Conjunto n.º 11448/2022 da Secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços e da Secretária de Estado da Inclusão, de 26 de setembro de 2022, contempla, ainda, “a atribuição anual do Prémio “Festival + Acessível”, ao evento mais acessível do conjunto dos festivais reconhecidos, em cada ano”.

O programa está aberto a candidaturas de entidades públicas ou privadas, assim como de organizadores de festivais nas tipologias previstas, devendo as candidaturas ser realizadas três meses antes do início do festival.

“As entidades interessadas em candidatar o seu festival devem consultar o regulamento constante do Despacho Conjunto n.º 11448/2022, assim como o Manual de Apoio que contém informação detalhada sobre o preenchimento do Formulário de Candidatura”, indica uma nota da Secretaria de Estado do Turismo, Comércio e Serviços.

Toda a documentação para as candidaturas está disponível através do site do Turismo de Portugal, numa página dedicada exclusivamente a este Programa Festivais Acessíveis.

“Portugal é já hoje reconhecido, tanto por portugueses como estrangeiros, pela diversidade e qualidade da sua oferta de festivais, em todo o território e ao longo de todo o ano. Damos agora um passo deveras significativo no caminho da fruição destas experiências por todos, sem exceção. E este é também o papel do turismo e no qual estamos fortemente empenhados: construir um mundo mais justo, inclusivo e sustentável”, considera Rita Marques, secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços

Este programa enquadra-se nos objetivos do Programa “All for All – Portuguese Tourism”, que visa contribuir para o incremento da oferta turística acessível, assim como para a promoção de Portugal como destino para todos, no âmbito do qual foram já apoiados 129 projetos visando a adaptação da oferta nas várias tipologias da cadeia turística, com destaque a melhoria das condições de acessibilidade física e comunicacional dos equipamentos culturais.

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Tailândia deixa de exigir certificado de vacinação a partir de 1 de outubro

Além de deixar de ser obrigatório apresentar o certificado de vacinação, os turistas internacionais deixam também de ter de apresentar um teste negativo para a COVID-19 à chegada à Tailândia.

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A Tailândia vai deixar de exigir a apresentação do certificado de vacinação à COVID-19 ou do resultado negativo de um teste ATK aos viajantes internacionais a partir de 1 de outubro, informou a Autoridade de Turismo da Tailândia (TAT) em comunicado.

Na informação divulgada, a TAT explica que a medida foi decidida depois do fim do  do Decreto de Emergência COVID-19, que deixa de vigorar a 30 de setembro, e  que deixa de classificar a COVID-19 como uma “uma doença transmissível perigosa”, passando a ser vista como “uma doença transmissível sob vigilância”.

Recorde-se que a Tailândia tem vindo gradualmente a reabrir para o turismo internacional desde julho de 2021 e, desde julho de 2022, deixou de ser necessário realizar o registo no Thailand Pass, passando apenas a ser necessário apresentar prova de vacinação ou um resultado negativo do teste ATK nas 72 horas anteriores à viagem.

Com o fim do Decreto de Emergência COVID-19, além de deixar de ser obrigatória a apresentação do certificado de vacinação, deixa também de ser necessário apresentar qualquer teste negativo para entrar no país.

Paralelamente, as autoridade tailandesas aprovaram também o alargamento do período de estada para 45 dias (a partir de 30 dias) para turistas de países/territórios com direito a isenção de visto, e para 30 dias (a partir de 15 dias) para os turistas elegíveis a visto de chegada (VOA), medida que entra igualmente em vigor a 1 de outubro e que se vai manter até 31 de março de 2023.

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Património da Universidade de Coimbra pode ser conhecido virtualmente

Os espaços emblemáticos da Universidade de Coimbra podem agora ser conhecidos através do UC Space of Knowledge, um inovador mundo virtual que pretende oferecer uma experiência a quem visita o património da instituição, integrado desde 2013 na lista do Património Mundial da Humanidade da Unesco.

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Com o download gratuito deste módulo UC Space of Knowledge, integrado na aplicação UC One, que se encontra disponível na Apple Store e Play Store, os visitantes do património da Universidade de Coimbra podem percorrer online todos estes espaços ao mesmo tempo que os visitam fisicamente.

O UC Space of Knowledge disponibiliza audioguias em nove idiomas, incluindo a língua gestual portuguesa, com possibilidade de transcrição e legendas para uma experiência mais inclusiva, bem como um slideshow de imagens exclusivas dos vários espaços da Universidade de Coimbra.

Este mundo virtual oferece seis coleções de ficheiros sobre locais a visitar, com diferentes rotas turísticas, nomeadamente Capela de São Miguel, Rua Larga, Pátio das Escolas, Jardim Botânico e o Aqueduto de S. Sebastião, Palácio Real e a Biblioteca Joanina e Prisão Académica.

Estas coleções podem ser descarregadas e utilizadas posteriormente offline, ou seja, os visitantes que não tenham acesso à internet no momento da visita conseguem aceder na mesma a estes ficheiros, desde que os tenham descarregado previamente.

O UC Space of Knowledge estará acessível na bilheteira do Núcleo de Turismo (localizada no Colégio de Jesus) assim como nos próprios locais emblemáticos da UC, onde os visitantes poderão descarregar a aplicação através de um QR Code. Depois da sua instalação, o utilizador tem apenas de escolher um avatar para o representar no mundo virtual e dar início à aventura pelo património da Universidade de Coimbra.

 

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31% dos portugueses admitem recorrer a suportes online para agendar e pagar as férias

Aumento o uso dos sites e plataformas de comércio online por parte dos portugueses para comprar viagens, planear férias e reservar alojamentos, revela uma análise da Marktest.

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O universo de portugueses que assume a intenção de comprar viagens ou reservar alojamentos para férias e fins-de-semanas em sites de e-commerce atingiu pela primeira vez os 31% no início deste ano, segundo dadas avançados pela Marktest.

O “Barómetro e-Commerce” assinala que “os sites e plataformas de comércio online são cada vez mais usados pelos portugueses para comprar viagens, planear férias e reservar alojamentos”.

A análise aos dados deste estudo da Marktest permite perceber também que a tendência de crescimento na preparação online das férias é ainda mais evidente entre os portugueses já habituados a comprar através de suportes digitais: entre a primeira vaga de 2021 do Barómetro e a primeira vaga de 2022, o universo de compradores que admite comprar férias online aumentou 7,7 pontos percentuais, para 50,8%.

No que respeita às plataformas relacionadas com férias a que os portugueses tinham recorrido nos 30 dias anteriores ao inquérito, a aplicação Booking liderava de forma destacada e registava um crescimento de 177 mil para 586 mil compradores entre a primeira vaga de 2021 e a primeira vaga de 2022 do Barómetro e-Commerce.

A alguma distância destes valores, com menos de 25 mil compradores em Portugal na primeira vaga de 2022, surgiam as plataformas digitais Airbnb, Odisseias, FlyTap e eDreams.

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Chegadas internacionais de turistas ficaram a 57% do período pré-pandemia no acumulado até julho

Apesar da recuperação de quase 60% dos níveis pré-pandemia até julho, a OMT está preocupada com o impacto da guerra e da inflação, que podem atrasar para 2024 ou mais a recuperação total do setor para níveis de 2019.

Inês de Matos

Nos primeiros sete meses de 2022, as chegadas internacionais de turistas praticamente triplicaram face a igual período do ano passado, num crescimento que chegou aos 172% e que, em comparação com igual período de 2019, o que, segundo a Organização Mundial do Turismo (OMT), significa que o “setor recuperou quase 60% dos níveis pré-pandemia”.

Segundo o último Barómetro Mundial de Turismo, divulgado esta segunda-feira, 26 de setembro, pela OMT, esta recuperação “reflete a forte procura reprimida por viagens internacionais, bem como a flexibilização ou levantamento das restrições de viagem até ao momento”, uma vez que, a 19 de setembro, já existiam 86 países sem restrições relacionadas com a COVID-19.

“O turismo continua a recuperar de forma constante, mas continuam a existir vários desafios, desde geopolíticos a económicos. O setor está a trazer de volta esperança e oportunidades para as pessoas em todo o mundo. Agora também é a hora de repensar o turismo, para onde ele está indo e como isso impacta as pessoas e o planeta”, afirma Zurab Pololikashvili, secretário-geral da OMT.

Nos primeiros sete meses de 2022, a OMT estima que tenham sido mais de 474 milhões os turistas que realizaram viagens internacionais, número que compara com os 175 milhões contabilizados em igual período do ano passado, quando a COVID-19 e as restrições relacionadas com a doença eram ainda um entrave às viagens.

Apenas nos meses de junho e julho, foram contabilizadas 207 milhões de chegadas internacionais, número que, indica a OMT, representa mais do dobro do ano passado e 44% de todas as chegadas apuradas nos acumulado desde o início do ano.

“A Europa recebeu 309 milhões dessas chegadas, representando 65% do total”, destaca a OMT, sublinhando que a Europa e o Médio Oriente registaram a recuperação mais rápida no período em análise, com as chegadas a atingirem os 74% e 76% dos níveis de 2019, respetivamente.

No que diz respeito à Europa, a OMT refere ainda que, entre janeiro e julho, o território europeu recebeu três vezes mais chegadas internacionais do que tinha acontecido no ano passado, num crescimento de 190%, o que se justifica pelo facto dos resultados terem sido “impulsionados pela forte procura intra-regional e pelas viagens dos Estados Unidos”.

A OMT diz que a Europa viveu um “verão movimentado”, ficando apenas 21% e 16% abaixo de junho e julho de 2019, respetivamente, tendo as chegadas subido para 85% dos níveis de 2019 em julho.

“O levantamento das restrições de viagem num grande número de destinos também alimentou esses resultados”, acrescenta a OMT, revelando que 44 países na Europa já não tinham restrições relacionadas com a COVID-19, a 19 de setembro de 2022.

Já o Médio Oriente viu as chegadas internacionais aumentarem quase quatro vezes em relação ao ano anterior em janeiro-julho de 2022, num crescimento de 287%, tendo mesmo superado os níveis pré-pandemia em julho em 3%, o que se deveu aos resultados da Arábia Saudita, onde este indicador subiu 121% devido à peregrinação do Hajj.

No continente americano, as chegadas aumentaram 103% e no africano houve uma subida de 171% entre janeiro e julho, ficando a 65% e 60% dos níveis de 2019, respectivamente.

Já na Ásia-Pacífico houve um aumento de 165%, com as chegadas a subirem mais do dobro face aos primeiros sete meses de 2019, ainda que tenham permanecido 86% abaixo dos níveis de 2019, “pois algumas fronteiras permaneceram fechadas para viagens não essenciais”, segundo a OMT.

A OMT destaca que a recuperação do turismo também pode ser vista através do aumento dos gastos dos vários mercados, que tem vindo a subir, com destaque para a França, onde este indicador subiu para -12% em janeiro-julho de 2022 em comparação com 2019, enquanto os gastos da Alemanha subiram para -14%. Os gastos com turismo internacional ficaram em -23% na Itália e -26% nos Estados Unidos.

Tal como os gastos, também o tráfego aéreo internacional de passageiros está a subir e, entre janeiro e julho, aumentou 234%, ficando 45% abaixo dos níveis de 2019, o que traduz uma recuperação de cerca de 70% dos níveis de tráfego pré-pandemia em julho, indica a OMT, citando a IATA – Associação Internacional de Transporte Aéreo.

Guerra e inflação geram incerteza na recuperação

Apesar da recuperação dos vários indicadores, a OMT está preocupada com as ameaças à recuperação, a exemplo da escassez de funcionários que levou ao caos nos aeroportos, mas também da guerra na Ucrânia, que, segundo a organização, “representa um grande risco de queda”.

Além disso, “a combinação de taxas de juros crescentes em todas as principais economias, aumento dos preços de energia e alimentos e as perspectivas crescentes de uma recessão global, conforme indicado pelo Banco Mundial, são grandes ameaças à recuperação do turismo internacional até o final de 2022 e 2023”, refere a OMT.

A OMT diz mesmo que o seu último Índice de Confiança já reflete uma “perspectiva mais cautelosa” e que também as reservas mostram que existe preocupação com o futuro, uma vez que estão a mostrar “sinais de crescimento mais lento”.

“As perspectivas para o restante do ano são cautelosamente otimistas”, aponta a organização, revelando que existe um abrandamento dos níveis de confiança, uma vez que 47% dos indivíduos que compõem o Painel de Especialistas da OMT manifesta perspectivas positivas para o período entre setembro e dezembro de 2022, enquanto 24% não espera mudanças específicas e 28% considera que poderia ser pior.

Os especialistas da OMT mostram-se ainda confiantes em 2023, pois 65% acreditam num melhor desempenho do turismo do que em 2022, ainda que a incerteza económica tenha revertido as perspectivas de regresso aos níveis pré-pandemia no curto prazo.

“Cerca de 61% dos especialistas agora veem um potencial retorno das chegadas internacionais aos níveis de 2019 em 2024 ou mais tarde, enquanto aqueles que indicam um retorno aos níveis pré-pandemia em 2023 diminuíram (27%) em comparação com a pesquisa de maio (48%)”, indica a OMT.

A conjuntura económica continua a ser o principal motivo da incerteza, uma vez que a subida da inflação, assim como dos preços da energia têm levado ao aumento dos preços dos transportes e alojamento, “ao mesmo tempo que pressionam o poder de compra e a poupança dos consumidores”.

 

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Setúbal integra projeto europeu ‘Smart Tourism Destination’

Setúbal é um dos 48 destinos selecionados para o projeto “Smart Tourism Destination 2022/2023”. Além do destino Setúbal, a Associação Zasnet – Reserva da Biosfera da Meseta Ibérica, e o Turismo dos Açores estão entre os representantes portugueses.

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Setúbal é um dos 48 destinos turísticos europeus selecionados para o projeto “Smart Tourism Destination 2022/2023”, cuja primeira reunião se realizou recentemente na sede de Comissão Europeia, em Bruxelas, Bélgica.

O município de Setúbal, a Associação Zasnet – Reserva da Biosfera da Meseta Ibérica, e o Turismo dos Açores são os três únicos representantes portugueses neste programa que procura apoiar e facilitar o acesso a produtos, serviços de turismo e hospitalidade através da inovação tecnológica.

O “Smart Tourism Destination”, promovido pela Comissão Europeia, traduz-se na “implementação de soluções digitais inovadoras para tornar o turismo sustentável e acessível, aproveitando o património cultural e a criatividade para melhorar a experiência turística dos utilizadores”.

No encontro realizado na Comissão Europeia, com representações dos 48 destinos, de 21 países, selecionados para este programa europeu, o diretor do Departamento de Comunicação e Turismo da Câmara Municipal de Setúbal, Sérgio Mateus, realçou que a integração da cidade neste projeto “é um salto qualitativo e de reconhecimento do trabalho efetuado pelo município na área do turismo, em parcerias estreitas com os vários agentes”.

O dirigente adiantou ainda que a participação de Setúbal neste projeto europeu “permite que o turismo local entre numa fase de amadurecimento e redefinição na esfera estratégica, com o objetivo de atrair um turismo de qualidade, não massificado, e com uma oferta variada e qualificada enquanto destino”.

Sérgio Mateus, ao afirmar que “as 48 cidades que integram o programa europeu têm realidades dispares”, evidenciou o objetivo comum de aumento da qualidade em detrimento da quantidade. “Destinos como Barcelona, Ibiza, Fuerteventura, Dublin ou Malta estão a procurar, através do ‘Smart Tourism Destination’, reduzir a massificação do turismo, a qual levanta sérios problemas de convivência com as populações locais.”

O programa Smart Tourism Destination 2022/2023 vai promover, durante os próximos meses, um vasto conjunto de desafios e objetivos que os participantes terão de alcançar com o objetivo de fomentar um turismo inteligente, responsável e sustentável na União Europeia. Em Setúbal o projeto será desenvolvido em parceria com agentes públicos e privados da região, nomeadamente com a Associação da Baía de Setúbal.

O desenvolvimento de uma melhor compreensão dos impactes do turismo nos destinos, nas economias e comunidades, é outra das metas desta ação, a qual é pautada pelo envolvimento de um grande número de partes interessadas, incluindo formuladores de políticas, setores privados e públicos, profissionais e académicos.

O grupo de selecionados para o Smart Tourism Destination 2022/2023 é caracterizado pela heterogeneidade, com diferentes realidades e maturidades das cidades enquanto destinos turísticos, estando presentes destinos como Barcelona, Benidorm, Ibiza, Gran Canaria e Fuerteventura, todos em Espanha, Bruxelas, na Bélgica, Ljubliana, na Eslovénia, Gotemburgo, na Suécia, Riga, na Letónia, Cracóvia, na Polónia, Dublin, na Irlanda, Helsínquia, na Finlândia, e Capri e Génova, na Itália.

O desenvolvimento do trabalho neste programa europeu é realizado em agrupamentos, com coordenação assegurada por experts nomeados pela Comissão Europeia, sendo que a cidade de Setúbal integra o grupo com os destinos de Portugal e Espanha selecionados para esta edição.

No caso do grupo de Setúbal, a coordenação está a cargo da professora catedrática Estrella Diaz Sánchez, reconhecida investigadora da Universidade de Castilla-La Mancha que lidera um projeto Horizon 2020 intitulado “Smart Tourism Challenges”, cuja carreira tem sido focada no desenvolvimento de diferentes linhas de pesquisa como comportamento do consumidor, marketing turístico e novas tecnologias.

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