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Mastercard cria novo Pólo Global para a Inovação no Turismo em Madrid

O novo Pólo da Mastercard assentará a sua aposta em três pilares: Conhecimento estratégico, Centro de Desenvolvimento e Labs As A Service. Tudo para desenvolver soluções para apoiar a recuperação sustentável e inclusiva do setor do turismo a nível global.

Victor Jorge
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Mastercard cria novo Pólo Global para a Inovação no Turismo em Madrid

O novo Pólo da Mastercard assentará a sua aposta em três pilares: Conhecimento estratégico, Centro de Desenvolvimento e Labs As A Service. Tudo para desenvolver soluções para apoiar a recuperação sustentável e inclusiva do setor do turismo a nível global.

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A Mastercard vai criar um novo Polo para a Inovação no Turismo, com sede em Madrid (Espanha), prevendo-se a inauguração deste espaço no segundo trimestre de 2022.

O objetivo deste Pólo Global é desenvolver soluções para apoiar a recuperação sustentável e inclusiva do setor do turismo a nível global, através da inovação, investigação e colaboração entre os agentes de todo o ecossistema.

De acordo com Mark Barnett, presidente da Mastercard Europe, “houve um impacto de vários biliões de dólares na indústria global do turismo nos últimos dois anos, frisando que a localização em Espanha permite “aproveitar a experiência de um país intrinsecamente ligado ao turismo ao ser o segundo destino mais visitado do mundo.”

Recorde-se que, em 2019, as viagens e o turismo representaram 10,4% do PIB mundial, mas caíram para 5,5% em 2020, à semelhança do que aconteceu com os gastos dos turistas, que desceram de aproximadamente 1,482 biliões de euros, em 2019, para cerca de 453,5 mil milhões de euros em 2020.

Segundo a mais recente previsão da Organização Mundial do Turismo (OMT), as chegadas internacionais de turistas mantiveram-se 70 a 75% abaixo, quando comparadas com os níveis de 2019, com o impacto a ir muito além dos números do PIB, dada a importância da indústria na criação de empregos e oportunidades para micro e pequenas empresas, em todo o mundo.

Apesar dos desafios evidentes, os dados da Mastercard mostram que “há oportunidades para uma recuperação robusta, num futuro relativamente próximo”. A gigante norte-americana admite que “muitos consumidores perspetivam, já, gastar os 5 biliões de euros extra poupados desde o início do COVID-19, com as viagens a ocuparem o segundo lugar nas preferências das atividades que mais falta fizeram durante os confinamentos, ultrapassadas apenas por jantar e almoçar fora”.

O secretário-geral da OMT, Zurab Pololikashvili, destacou que “o futuro do turismo será impulsionado por novas ideias, novos métodos de negócio e soluções conjuntas para superar os desafios e cumprir o enorme potencial do sector”.

Os 3 pilares para a inovação no turismo
O Pólo para a Inovação no Turismo funciona como uma plataforma global de I&D da indústria, focada no desenvolvimento de estratégias turísticas e na co-criação de produtos e soluções à medida, através de parcerias e iniciativas, assentes em três pilares:

  • Conhecimento estratégico: com o propósito de alavancar o conhecimento obtido a partir da análise de metadados para identificar tendências e apoiar na tomada de decisões mais informadas;
  • Centro de Desenvolvimento: para co-criação de novos produtos e serviços, codificação de boas práticas e plataforma para envolver parceiros dos sectores público e privado em projetos de inovação conjunta;
  • Labs As A Service: destinado a conceber, desenvolver e testar novos produtos e plataformas que ofereçam soluções digitais pioneiras, sustentáveis e inclusivas para a indústria, que abordem as principais prioridades empresariais e de consumo.

Uma das principais prioridades desta aposta passa por impulsionar o turismo sustentável, através da capacitação de governos, empresas e consumidores para transformarem a forma como se adaptam e criam inovações turísticas sustentáveis no destino, viagens, alojamentos, experiências, recompensas e incentivos, entre outros serviços, estando prevista, por isso, a articulação entre o Polo para a Inovação no Turismo e o Laboratório de Inovação de Sustentabilidade da Mastercard.

Além disso, a Mastercard está a trabalhar com a OMT num conjunto de iniciativas, entre as quais o apoio ao Concurso Global de Startups dos ODS da ONU, que fornece mentoria a pequenas empresas inovadoras no turismo sustentável e responsável.

De referir que, em Portugal, a Mastercard associou-se ao NEST – Centro para a Inovação no Turismo – para apoiar na identificação e implementação de soluções digitais inovadoras que proporcionem experiências integradas e personalizadas dos turistas nacionais ou internacionais.

O Pólo para a Inovação no Turismo passa a integrar a rede de centros globais de excelência da Mastercard em todo o mundo, incluindo o Centro de Inteligência e Cibersegurança no Canadá, o fintech-Cyber Innovation Lab em Israel, o Mastercard Lab for Financial Inclusion no Quénia e o Sustainability Innovation Lab na Suécia, bem como os tech hubs em Dublin e Nova Iorque.

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Vasco Translator V4 ganha “Good Design Award”

Este é o segundo prémio que o dispositivo da Vasco Electronics recebe. Depois do “Red Dot Design Award”, agora é a vez do “Good Design Award” na categoria “ICT equipment for the general public”.

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O mais recente tradutor da Vasco Electronics (Vasco Translator V4) foi galardoado na categoria “ICT equipment for the general public”, tendo sido o segundo prémio atribuído ao dispositivo, depois de ter sido reconhecido, mesmo antes do lançamento comercial, o galardão internacional “Red Dot Design Award”, conhecido como “o Óscar do design”.

Premiado na categoria “Product Design 2022”, o júri destacou o facto de o Vasco Translator V4 “caber em qualquer bolso” e ter “um toque agradável”.

Os tradutores da Vasco Electronics são desenvolvidos na União Europeia, encontrando-se Portugal entre os mercados estratégicos em que a marca investiu nos últimos anos, com a abertura de um escritório em Braga.

O Vasco Translator V4 foi concebido por uma equipa de especialistas tendo em conta o critério da funcionalidade, mas também o da estética. O tradutor eletrónico é de fácil manuseamento, graças ao seu formato compacto e ao peso reduzido, sendo resistente ao pó, salpicos e ao choque, além de contar com altifalante de 99 dB e um touchscreen de 5”.

Para João Fernandes, Country Manager da Vasco Electronics em Portugal, a atribuição do ‘Good Design Award’ é “um excelente reconhecimento de todo o esforço e atenção ao detalhe que a nossa equipa coloca no desenvolvimento dos nossos dispositivos”.

Lançado em julho de 2022, o Vasco Translator V4 é o mais recente passo da marca no objetivo de revolucionar a comunicação a nível global. A nova funcionalidade de tradução de texto, para frases ou palavras, pode ser operada por voz ou por via do keyboard no ecrã do tradutor. Alternativamente, o V4 mantém os botões físicos, agora apenas na lateral, e disponibiliza ainda uma lanterna – tudo para oferecer uma experiência cada vez mais confortável.

O Vasco Translator V4 conta com um cartão SIM integrado com Internet vitalícia, gratuita e ilimitada em quase 200 países, dispensando a necessidade de wifi para funcionar, anunciando a empresa criadora do dispositivo uma taxa de “96% de precisão nas traduções”, graças a 10 mecanismos de tradução e uma atenção a expressões idiomáticas e coloquiais.

De referir que o Vasco Translator V4 está disponível em cinco cores – Black Onyx, Pearl White, Stone Gray, Cobalt Blue e Ruby Red, e tem um preço recomendado de 389 euros.

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Palmela integra plataforma turística “Portugal por Dentro”

Esta plataforma permite aceder aos principais pontos turísticos, bem como a todas as informações necessárias relativamente a gastronomia, alojamentos com oferta de experiências e eventos.

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Palmela passou a integrar a plataforma “Portugal Por Dentro”, um guia turístico em forma de APP para smartphone. Este novo guia está disponível para quem deseje percorrer o território nacional, visitando os principais pontos de atração, entre património e experiências, em cada concelho.

A Rota de Palmela destaca 10 pontos turísticos, com fotografias, em língua portuguesa e três idiomas estrangeiros: Casa Mãe da Rota de Vinhos e Largo de S. João, Castelo de Palmela, Centro Histórico de Palmela, Fernando Pó e Jardins de Vinhas, Museu da Música Mecânica, Parque Natural da Arrábida, Pinhal Novo, Quinta do Anjo, Sobreiro Assobiador de Águas de Moura e Vila de Palmela. Sugere-se que este percurso, com 70 km e início e fim no Posto de Turismo (Castelo de Palmela), seja feito de automóvel, mota ou autocaravana.

Promovida pela ORB Turismo TT, a APP “Portugal Por Dentro” é totalmente gratuita e funcional, apresentando rotas turísticas concelhias ou temáticas, permitindo não só aceder aos principais pontos turísticos, como a todas as informações necessárias a uma boa estadia: gastronomia, alojamentos com oferta de experiências e eventos.

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Paraty Tech celebra uma década e entrega prémios

A Paraty Tech celebrou, recentemente, uma década de existência e aproveitou a ocasião para premiar alguns clientes.

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A Paraty Tech celebrou, recentemente, uma década de existência. Após dois anos da abertura do primeiro escritório em Portugal, que hoje representa a primeira parte do processo de expansão internacional da empresa espanhola de tecnologia hoteleira, a Paraty Tech, assinalou a data com um momento de entrega de prémios, para reconhecer os excelentes resultados obtidos pelos hotéis e cadeias hoteleiras, no decorrer do ano. Este mérito foi atribuído dado o impulsionamento e crescimento do canal de venda direta dos hotéis, com recurso às ferramentas da empresa tecnológica.

Assim, na categoria de Cliente Mais Inovador, o prémio foi entregue aos NAU Hotels & Resorts, enquanto o Hotel Dom José ganhou o prémio de Líder de Vendas Diretas. O prémio Clube de Fidelização foi atribuído aos AP Hotels & Resorts e o prémio Progressão de Venda Direta aos Luna Hotels & Resorts. Por fim, distinção para Melhor Distribuição Hoteleira foi entregue ao Ecork Hotel.

De acordo com Diana Costa, Country Manager Portugal da Paraty Tech, a estratégia da empresa “implica não renunciar aos valores que sempre nos identificaram: cultura centrada no cliente e vanguarda de tecnologia 100% in-house”.

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Newhotel comemora 38 anos

Presente em mais de 60 países, com quatro delegações em Portugal, a Newhotel comemora o seu 38.º aniversário este mês de setembro.

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A Newhotel, empresa portuguesa de Cloud Computing para Hotelaria que atua no mercado internacional e precursora das Tecnologias da Informação no sector de Turismo em Portugal, vai cumprir este ano de 2022 38 anos de atividade.

Presente em mais de 60 países, com quatro delegações em Portugal e filiais no Brasil, Colômbia, Chile, Peru, Panamá, Espanha, Lituânia e Estados Unidos, Pedro Matoso, CEO da Newhotel Software, afirma que “os negócios de turismo estão hoje quase 100% dependentes da internet”, frisando que a Newhotel se destaca por ter sido pioneira e oferecer soluções Cloud preparadas para atender às necessidades e exigências dos Hotéis e Grupos full-service mais sofisticados”.

A empresa instalou, nos últimos três, novos sistemas Cloud, da última geração tecnológica, em mais de 650 hotéis e Grupos em diversos países, salientando “os projetos de transformação digital de hotéis de 5 e 6 estrelas com alguns dos mais importantes grupos mundiais da hotelaria em que estamos a trabalhar”.

Para assinalar este 38.º aniversário, a Newhotel vai realizar na quinta-feira 22 de setembro, nos jardins e terraço da sua sede em Lisboa, um evento especial comemorativo, para o qual foram convidados hoteleiros e embaixadas dos vários países onde a empresa está presente.

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Vila Galé passa a ‘corporate partner’ da Portugal Ventures para apoiar start-ups

Além do apoio ao desenvolvimento de start-ups em Portugal, o acordo entre o grupo Vila Galé e a Portugal Ventures inclui o acesso a parcerias institucionais, promoção de relações comerciais e fornecimento de bens ou serviços.

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O grupo Vila Galé estabeleceu um protocolo de cooperação com a Portugal Ventures, passando assim a ser um ‘corporate partner’ desta sociedade de capital de risco, contribuindo para o desenvolvimento de start-ups em Portugal.

Através do memorando de entendimento, a Vila Galé dará “apoio às empresas e projetos do portefólio da Portugal Ventures”, além de trabalhar “na geração de sinergias em várias áreas como criação e desenvolvimento de novos produtos e tecnologias, testes piloto, otimização de recursos ou melhoria da eficiência dos processos”, revela o grupo hoteleiro em comunicado.

Este protocolo de cooperação inclui ainda o acesso a parcerias institucionais, promoção de relações comerciais e fornecimento de bens ou serviços.

Neste âmbito, foram já formados grupos de trabalho com elementos da Vila Galé e da Portugal Ventures, para partilhar know-how e contactos, bem como analisar oportunidades de investimento e suporte a start-ups.

“Tanto interna como externamente, sempre tivemos um grande foco na inovação e no desenvolvimento de novas soluções. Fazia todo o sentido aliarmo-nos a este projeto e contribuirmos para o crescimento do tecido empresarial português. Para tal, é essencial acompanharmos e apoiarmos as empresas logo desde o seu início, até porque atualmente vemos um grande dinamismo no nascimento de start-ups”, salienta o administrador da Vila Galé, Gonçalo Rebelo de Almeida.

Do lado da Portugal Ventures, Teresa Fiúza, vice-presidente da sociedade de capital de risco que integra o Grupo Banco Português de Fomento, “a parceria com o Grupo Galé

irá permitir ao portefólio de participadas da Portugal Ventures acesso ao segundo maior grupo hoteleiro português, para a criação de sinergias, como por exemplo a realização de testes piloto na área de hotelaria e novas oportunidades de negócio”.

Teresa Fiúza conclui ainda que, para a Portugal Ventures, a rede de ‘corporate partners’ “é fundamental para potenciar a geração de valor e perspetivas de crescimento das suas participadas”.

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SiteMinder compra GuestJoy

Com esta aquisição será possível aos hotéis automatizar e digitalizar as suas comunicações com os hóspedes, exponenciar as receitas e fortalecer a aquisição direta de hóspedes.

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A SiteMinder acaba de adquirir a GuestJoy, uma plataforma tecnológica baseada na nuvem que permite aos hotéis automatizar as comunicações com os hóspedes de forma direta, personalizada e sem necessidade de intervenção humana antes, durante e depois da estadia.

A aquisição, que deverá estar concluída este ano, vem em seguimento do lançamento, em abril, da plataforma de próxima-geração da SiteMinder (Sync)- uma plataforma integrada de comércio hoteleiro que permite aos hotéis comercializar os seus quartos e serviços, integrando insights do mercado em tempo real sobre o comportamento dos clientes e desempenho, pagamento automatizado, soluções para websites, e mais de 1.500 parceiros de software integrados, permitindo aos hotéis crescer os seus negócios online.

Com esta aquisição, a GuestJoy expande ainda mais a oferta da SiteMinder para a indústria de comércio hoteleiro, permitindo aos hotéis automatizar e digitalizar as suas comunicações com os hóspedes, exponenciar as receitas e fortalecer a aquisição direta de hóspedes.

Sankar Narayan, CEO e diretor-geral da SiteMinder, salienta que “excelente tecnologia potencia a conexão humana, e tal não podia ser mais verdade no que diz respeito à tecnologia na indústria hoteleira”. Para o responsável, “a capacidade da GuestJoy de automatizar e personalizar as comunicações com os hóspedes permitirá à SiteMinder oferecer uma experiência de usuário integrada para a indústria hoteleira, continuando a construir a visão da SiteMinder de uma plataforma completa de comércio hoteleiro.”, diz o CEO, Sankar Narayan.

Criada em 2014, a GuestJoy é parceira da SiteMinder desde 2017, fazendo parte ecossistema e será totalmente integrada na plataforma de comércio hoteleiro SiteMinder, após a conclusão da aquisição este ano.

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Google dá dicas para PME aproveitarem presença de turistas em Portugal

A Google dá algumas dicas para qualquer PME ligada ao setor do turismo tirar partido desta realidade, de uma forma simples, rápida e sem custo financeiro.

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Com os meses de verão a constituírem o período de eleição para as férias de milhares de portugueses e turistas internacionais que vêm dos quatros cantos do mundo, a Google dá algumas dicas para qualquer PME ligada ao setor do turismo tirar partido desta realidade, de uma forma simples, rápida e sem custo financeiro.

O Perfil de Empresa na Google é uma ferramenta útil que permite a qualquer negócio estabelecer a sua presença online, atualizar os consumidores, relacionar-se com eles nos momentos importantes e destacar os melhores aspetos de um negócio: sejam detalhes sobre os serviços prestados, as iguarias confecionadas, imagens das instalações e outros atributos.

Seja para um antigo cliente que precise lembrar-se da morada ou um turista nacional ou estrangeiro que esteja a descobrir novos lugares em Portugal, ter a presença online é o início da jornada para reter e atrair novos clientes.

7 passos simples para ter um negócio listado na Google:

  • Valide o seu negócio – Seja responsável pela informação do seu negócio na Google.
  • Adicione um número de telefone – Sabia que todos os meses, a Google direciona milhões de chamadas para diferentes negócios (dados internos Google, abril de 2017);
  • Adicione um link para o seu website – Negócios com ligação para um website obtêm entre 25% a 35% mais clicks do que os negócios sem ligação para website (dados internos Google, abril de 2017);
  • Acrescente o horário de funcionamento – Este é outro dos dados mais importantes para os consumidores. 40% das pessoas que procuram informação local querem saber o horário de funcionamento (Google Consumer Barometer, abril 2017);
  • Junte fotografias para mostrar o que o seu negócio tem para oferecer aos potenciais clientes – 90% dos consumidores são mais propensos a visitarem um negócio que tenha fotos nas páginas de resultados da Pesquisa Google ou Google Maps. (Google/Ipsos Research 2017);
  • Peça aos clientes para partilharem críticas sobre a experiência – 2 em cada 3 consumidores dizem que verem críticas positivas foram um fator importante na escolha de uma loja/negócio para compras (Google/Ipsos Research 2017);
  • No caso de ser um pequeno alojamento, o dono poderá até destacar práticas ambientais adotadas uma vez que isto é cada vez um atributo relevante no momento da escolha do alojamento pelos consumidores.
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Dificuldade com pagamentos “prejudica” a experiência hoteleira, segundo novo estudo da Amadeus

De acordo com um estudo recente da Amadeus, 40% dos viajantes relatam desafios no pagamento de hotéis, sendo que 1/3 não consegue usar seu método de pagamento preferido.

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Abordagens ultrapassadas de pagamentos estão a desafiar os esforços da indústria hoteleira para proporcionar uma excelente experiência ao cliente, levando ao aumento da ansiedade e frustração do hóspede, revela um novo estudo Amadeus.

O estudo “Abrindo a porta para pagamentos centrados no hóspede: uma oportunidade para a hospitalidade”, que incorpora insights da agência de ciência comportamental Innovationbubble, confirma três conclusões-chave no que diz respeito a uma análise psicológica.

Assim, e em primeiro lugar, “os consumidores acham que fazer pagamentos no hotel é significativamente mais stressante do que pagamentos de véspera feitos em casa”. Na verdade, “os consumidores têm o dobro da probabilidade de experimentar sentimentos de ‘ansiedade’ e ‘incerteza’ ao fazer pagamentos no hotel, aponta ainda o estudo.

Para além disso, a análise também descobriu que “os consumidores têm muito menos probabilidade de associar pagamentos de hotel com sentimentos positivos como ‘facilidade’ ou ‘conveniência’, destacando a oportunidade de os hotéis melhorarem este aspeto da experiência do hóspede”.

Por isso, atualmente, “os viajantes são normalmente solicitados a pagar pela estadia no check-out, usando terminais físicos, em vez de no momento da reserva usando sistemas digitais modernos”, diz o estudo. Isto significa que os hotéis processam os pagamentos no balcão com base no seu próprio sistema de pagamento local, resultando em “vários pontos negativos para os hóspedes”.

Assim, aponta-se quatro pontos: (i) os hóspedes devem “visitar a receção para pagar por excedentes”, como o serviço de quarto, ou para “compreender o quanto gastaram durante a estadia”; (ii) Serviços adicionais “não podem ser adquiridos e pagos dentro do aplicativo do hotel”; (iii) Os hóspedes devem estar “fisicamente presentes no check-in e check-out”, limitando as opções de auto-atendimento; e por fim, (vi) Os viajantes “nem sempre podem pagar utilizando o método de pagamento preferido”, pois os sistemas de pagamento locais do hotel “não aceitam normalmente uma grande variedade de cartões e métodos alternativos de pagamento, como PayPal ou WeChat Pay”.

Tais pontos negativos estão a ser sentidos, salientando o estudo que, atualmente, “um terço dos inquiridos confirmaram não ter conseguido pagar com seu método de pagamento preferido durante uma estadia recente” e “39% sentiram ansiedade quanto ao pagamento do hotel não ser completado”.

Além disso, “54% dos hóspedes notaram quanto é difícil fazer o pagamento”, e “77% acreditam que é responsabilidade do hotel facilitar o pagamento, os esforços do setor para proporcionar uma excelente experiência ao hóspede estão em risco”.

Jamie Halliday, diretor de Insights Estratégicos da Innovationbubble, frisa que a análise revelou um “viés de negatividade” significativo ligado aos pagamentos de hotel. “A ansiedade causada por uma experiência de pagamento negativa permanece na mente do consumidor, com os hóspedes nos dizendo que ela influencia sua percepção geral sobre a estadia”, termina.

“A forma como os hotéis administram hoje os pagamentos é fragmentada, com a responsabilidade recaindo sobre os proprietários ou gerentes individuais da propriedade, em vez de ser estrategicamente administrada ao nível da marca”.

Esta situação significa que “os hotéis têm lutado para acompanhar os rápidos avanços nos pagamentos digitais”, como explica Jean-Christophe Lacour, Chefe de Gestão e Entrega de Produtos, Pagamentos da Amadeus.

Lacour considera mesmo que “esta situação é o resultado de uma longa fragmentação no setor hoteleiro”, apelando para que as marcas de hospitalidade se “apropriem dos pagamentos ao nível do grupo, para que se possa oferecer aos hóspedes uma experiência moderna de pagamento digital que melhore sua estadia”.

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Vasco Eletronics atualiza tradutor

A nova versão do Vasco (4) vem equipado com um touchscreen de 5 polegadas, disponibilizando 76 idiomas para tradução por voz e 108 na tradução de fotos.

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A Vasco Eletronics acaba de lançar no mercado a atualização do seu tradutor, o Vasco V4. Com um touchscreen de 5’, mais idiomas, Internet gratuita e uma maior resistência física, o novo tradutor da Vasco Electronics pretende “consolidar a posição de vanguarda da marca na revolução da comunicação mundial”, refere a empresa.

O novo tradutor Vasco V4 disponibiliza 76 idiomas para tradução por voz e 108 na tradução de fotos, possibilitando, assim, ao utilizador comunicar com mais de 90% da população mundial.

Além disso, o tradutor Vasco V4 apresenta uma série de novas soluções como a nova funcionalidade de tradução de texto, para frases ou palavras que pode ser operada por voz ou por via do keyboard no ecrã do tradutor que passa a ser um touchscreen de 5 polegadas. Alternativamente, o V4 mantém os botões físicos, agora apenas na lateral, e disponibiliza ainda uma lanterna.

O Vasco V4 tem, também, um cartão SIM integrado com Internet vitalícia, gratuita e ilimitada em quase 200 países, dispensando a necessidade de wifi para funcionar.

De acordo com a empresa, o tradutor “preserva a absoluta fiabilidade que é bandeira da marca: recorrendo a 10 mecanismos de tradução, o V4 apresenta 96% de precisão nas traduções. O sistema tem em conta expressões idiomáticas e coloquiais, bem como variações dentro de um mesmo idioma. Além de ser dotado da melhor pronúncia do mercado, com traduções reproduzidas por uma voz nativa.

João Fernandes, Country Manager da Vasco Electronics em Portugal, destaca a “funcionalidade, rapidez” e o facto do novo Vasco ser “mais intuitivo”. “Com o tradutor Vasco V4, procurámos oferecer um dispositivo altamente eficaz, mas que preservasse o nosso padrão de uma componente estética atrativa”, reforça o responsável.

“Perfeito para todo o tipo de viajantes, para um trabalhador que chega a um novo país e precisa de comunicar de forma ágil, para um médico ou para um empresário numa viagem de negócios”, o tradutor Vasco V4 está disponível em cinco cores – Black Onyx, Pearl White, Stone Gray, Cobalt Blue e Ruby Red.

Desenvolvidos na União Europeia, Portugal está entre os mercados estratégicos em que a marca investiu nos últimos anos, com a abertura de um escritório em Braga.

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Turismo impulsiona aumento de 45% da faturação dos negócios no primeiro semestre de 2022

No cenário de retoma do turismo, verificou-se uma melhoria na faturação proveniente de cartões estrangeiros, que em junho já estava 40% acima dos valores alcançado em 2019.

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A faturação com cartão alcançada pelos negócios em Portugal, durante o primeiro semestre de 2022, registou um crescimento acumulado de 45% face a 2021, indicando a REDUNIQ que a recuperação impulsionada pela recuperação da atividade turística.

De acordo com o acquirer português, esta enorme subida é em parte justificada pelo facto do primeiro trimestre de 2021 ter sido marcado por um confinamento obrigatório, atividades letivas suspensas e teletrabalho obrigatório. Ainda assim, o segundo trimestre apresentou valores de crescimento significativos de 40% face ao período homólogo, graças à recuperação das atividades turística.

Neste cenário de retoma do turismo, verificou-se também uma melhoria na faturação proveniente de cartões estrangeiros, que em junho já estava 40% acima dos valores alcançado em 2019 – que terá sido um dos melhores anos para o turismo em Portugal, em que foram recebidos cerca de 27 milhões de turistas – e que, paralelamente, e desde abril, representa já mais de 20% da faturação total dos negócios (valores próximos dos observados no pré-pandemia). Por sua vez, também a faturação de cartões nacionais continuou a evoluir, face a 2021, evidenciando uma normalização do comportamento de consumo dos portugueses.

Com base nestes números, Tiago Oom, diretor Comercial da UNICRE, salienta que, “com o regresso dos turistas e retoma das atividades associadas ao turismo, existe uma grande expectativa em relação aos resultados dos setores ligados ao turismo – hotelaria, restauração, etc. – e do seu impacto positivo na economia nacional”.

De resto, depois do INE anunciar que as receitas do turismo ultrapassaram os valores de 2019, os dados da REDUNIQ vêm agora comprovar essa tendência, que, segundo Tiago Oom, “acreditamos poder trazer resultados bastante interessantes aquando de uma análise mais fina da faturação obtida durante o verão.”

“Após um fortíssimo e inevitável impacto económico, bem como, consequentemente, uma crise de consumo sentida a nível mundial, por causa da COVID-19, começamos a recuperar e até a ultrapassar os valores alcançados em 2019. O turismo, que foi um dos principais setores impactados, voltou a impulsionar a nossa economia com o regresso de turistas de países como os EUA (peso de 11% em 2022 vs. 8% em 2019) e da Irlanda (9%) – que entra no top 5 das nacionalidades, retirando a Espanha da lista de países com maior peso no consumo em Portugal. Apesar de uma perda de 6%, um natural efeito do BREXIT, o Reino Unido continua a ser a origem mais relevante dos turistas que visitam Portugal (16% do total).”

Outra das análises presentes no mais recente REDUNIQ Insights revela uma evidente recuperação do consumo, de forma transversal a nível geográfico, notando-se uma subida em todos os distritos. Destacam-se, no entanto, como territórios de maior crescimento, os distritos em que o turismo é uma atividade económica basilar, como a Madeira e Faro, que atingiram crescimentos superiores a 60% em comparação com 2021. As regiões de Lisboa e Porto, também elas fortemente impactadas pelas quebras do turismo, e mais impactadas com fenómenos de teletrabalho (e confinamentos), foram as que evidenciaram a recuperação mais expressiva tanto no consumo de portugueses (+30%), como no consumo de estrangeiros (perto de 300%).

Ainda no que diz respeito aos hábitos de consumo, o contactless, como forma de pagamento, está cada vez mais democratizado entre os consumidores. Nos últimos seis meses, cerca de 3 em cada 4 compras com cartão (74%) foram efetuadas utilizando a tecnologia contactless. Para Tiago Oom, “é inquestionável que o contactless já faz parte do dia a dia de praticamente todos os portugueses. A nossa expectativa é que a utilização desta tecnologia continue a aumentar, ainda que de forma mais lenta, no quotidiano de consumo dos portugueses, acompanhando desta forma a realidade de outros países europeus”.

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