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Istambul, regresso à capital dos sultões

Dividida entre a Europa e a Ásia, Istambul é uma cidade histórica e um destino turístico imperdível, que já está a recuperar a azáfama e o rebuliço que os turistas lhe conferem. Venha com o Publituris descobrir a maior cidade da Turquia, que mantém todo o seu encanto, mesmo em tempos de pandemia.

Inês de Matos
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Istambul, regresso à capital dos sultões

Dividida entre a Europa e a Ásia, Istambul é uma cidade histórica e um destino turístico imperdível, que já está a recuperar a azáfama e o rebuliço que os turistas lhe conferem. Venha com o Publituris descobrir a maior cidade da Turquia, que mantém todo o seu encanto, mesmo em tempos de pandemia.

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Dividida entre a Europa e a Ásia, Istambul é uma cidade histórica e um destino turístico imperdível, que já está a recuperar a azáfama e o rebuliço que os turistas lhe conferem. Venha com o Publituris descobrir a maior cidade da Turquia, que mantém todo o seu encanto, mesmo em tempos de pandemia.

Mesquita Azul

São muitos os monumentos que funcionam como cartão-postal de Istambul, mas nenhum permite sentir o pulsar da cidade como o Grand Bazar. Localizado junto a muitos dos monumentos históricos, o Grand Bazar de Istambul é uma das principais artérias comerciais da cidade, um local onde tudo se vende e tudo se compra e onde locais e turistas se misturam numa turba que, nos tempos áureos, parece não terminar. São milhares e milhares de pessoas que, diariamente, circulam pelas mais de 60 ruas do Grand Bazar de Istambul e ali fazem compras nas 3.600 lojas que vendem desde artesanato, aos famosos turkish delight, sem esquecer as especiarias, chás e outros produtos que dão ao espaço uma multiplicidade de cores e aromas únicos no mundo.
Istambul foi a última cidade que visitei antes do início da pandemia, em fevereiro de 2020, ainda as notícias da chegada da COVID-19 à Europa eram escassas e intermitentes. Por isso, estava curiosa para saber qual seria o cenário que encontraria desta vez no Grand Bazar de Istambul, que já tinha visitado por três vezes, sempre com um mar de gente à minha volta, ao ponto de, por vezes, quase levitar em vez de andar. Estaria vazio ou a funcionar com restrições, as lojas estariam todas abertas? Estas eram algumas das dúvidas que andavam à volta na minha cabeça e me faziam duvidar que, desta vez, fosse encontrar uma cidade tão vibrante como tipicamente Istambul se apresenta. Mas não poderia estar mais enganada.
Se é verdade que a multidão não chegava ao ponto de nos fazer levitar, também é verdade que, dentro do Grand Bazar, assim como nas ruas imediatamente ao lado, para onde as lojas e bancas de produtos típicos se prolongam, o cenário não estava assim tão diferente da última vez. É que, tal como em Portugal, a Turquia conta já com uma elevada taxa de vacinação e adotou uma série de medidas para conter a COVID-19, que permitiram ao país respirar de alívio e voltar a abrir as portas aos turistas, que já percorrem novamente as ruas da cidade aos milhares, dando a Istambul uma animação que é tão característica da cidade.
E foi justamente com o objetivo de mostrar como está, atualmente, a situação na Turquia e para provar que Istambul é “um destino seguro”, que a Turkish Airlines e o operador turístico Viagens Tempo se juntaram para promover uma viagem de familiarização à maior cidade da Turquia, entre 15 e 19 de novembro, na qual o Publituris marcou presença, assim como um grupo de sete agentes de viagens.

Istambul em tempos de pandemia

Esta foi a quarta vez que visitei Istambul, uma cidade histórica que, ao longo dos séculos, conheceu diversas denominações – foi Bizâncio na época do império bizantino e, mais tarde, Constantinopla quando se converteu na capital do império romano no Oriente, passando a Istambul já depois da conquista pelos otomanos, em 1453 – e que guarda monumentos de quase todas as culturas e civilizações que por ali passaram.

Palácio Topkapi

Hoje, Istambul é uma metrópole que conta com mais de 15 milhões de habitantes e onde as práticas e cultura muçulmanas – a religião de 98% dos seus habitantes – se misturam com o que de mais moderno o século XXI trouxe e onde não faltam hotéis das mais conhecidas cadeias internacionais e lojas de marcas que tipicamente se encontram em qualquer capital europeia. Depois, há ainda uma rica gastronomia que, apesar da diferença para a portuguesa, muito por culpa dos aromas das especiarias, promete fazer adeptos, até porque muitos dos ingredientes a que estamos habituados na dieta mediterrânica também lá estão, como as azeitonas e o azeite, os legumes, a fruta, os frutos secos, o queijo ou o iogurte.
E foi justamente pela comida que começámos esta aventura pela capital dos sultões, nome por que eram conhecidos os antigos governantes muçulmanos e que deixaram na cidade palácios, mesquitas e outros monumentos que nos transportam para o conto das ‘Mil e Uma Noites’.
Chegámos a Istambul ao final da tarde e, depois de nos encontrarmos com Ayse Sezer, a guia que nos acompanhou durante a viagem, seguimos para o primeiro contacto com a gastronomia turca. O jantar, na zona de Kumkapi, contou com os típicos mezzes – as entradas turcas que também podem servir de refeição – assim como com outros dos mais tradicionais petiscos nacionais. Só depois da barriga estar mais composta fomos conhecer o Yigitalp Hotel, unidade de quatro estrelas na zona histórica de Istambul, que foi o nosso quartel-general.
Logo às primeiras horas que passámos na cidade, percebemos que, por lá, também a COVID-19 é encarada com cautela. Além das máscaras faciais que são obrigatórias em locais fechados, assim como em transportes públicos, todos os estabelecimentos, como hotéis, lojas, cafés ou restaurantes, têm em local bem visível as 14 regras que devem ser cumpridas para prevenir contágios e onde não faltam apelos à lavagem e desinfeção de mãos, ao distanciamento físico e à vigilância de sintomas associados à doença.
E, tal como Portugal lançou o selo Clean & Safe, também a Turquia criou um selo que garante o cumprimento das regras para estabelecimentos ligados ao turismo, denominado Safe Tourism, que está afixado à porta dos estabelecimentos aderentes.
Mas não se pense que esta viagem ficou marcada pela COVID-19. Apesar da doença ainda ser uma ameaça, mesmo que também na Turquia a taxa de vacinação seja elevada e atinja mais de 60% da população, e de frequentemente sermos lembrados das regras em vigor, o certo é que Istambul se mantém como uma cidade capaz de oferecer experiências inesquecíveis e onde todos os monumentos estão em pleno funcionamento e abertos aos visitantes.

Do Bósforo à Torre Galata

A cidade, em todo o seu esplendor, só se revelaria no dia seguinte, quando nos aventurámos num passeio de barco pelo Bósforo. Apesar do frio e do vento que, em novembro, já se fazem sentir em Istambul, os passeios de barco no Bósforo são um ‘must-do’, pois permitem apreciar toda a parte europeia da cidade, desde a zona histórica até à parte mais moderna e onde se encontra o estádio do Besiktas, sem esquecer a parte asiática, passando pela ponte do Bósforo, que liga a Europa à Ásia, assim como pela fortaleza de Rumelihisarı, construída pelo sultão Maomé II, no século XV, como apoio para a conquista de Constantinopla, em 1453.
O passeio no Bósforo durou praticamente toda a manhã e terminou já perto da hora do almoço. Mas, antes de nos voltarmos a deliciar com a gastronomia turca, houve ainda tempo para visitar a mesquita Rüstem Paxá, um edifício com quase meio século, que se encontra mesmo em frente à ponte de Galata e que é conhecida pelos seus azulejos de İznik, considerados os mais belos do género, ultrapassando mesmo os da Mesquita Azul.
O almoço chegaria logo depois da visita à mesquita e, desta vez, o restaurante selecionado foi o Ali Ocakbasi, no bairro de Beyoglu e bem perto da Praça Taksim, que visitámos após o almoço e onde existe agora uma nova mesquita batizada com o mesmo nome da praça e que foi inaugurada pelo Presidente Erdogan já este ano. A visita à Mesquita Taksim é interessante, pois é um edifício moderno e com uma decoração sóbria, bem diferente de grande parte das mais de 3.500 mesquitas que existem na cidade, muitas das quais históricas.
A tarde do primeiro dia completo em Istambul seria passada neste bairro de Beyoglu, que é mais associado às artes e à população mais jovem, funcionando mesmo como uma espécie de Bairro Alto lá da zona. É também neste bairro que se localiza a conhecida Avenida Istiklal, uma das mais conhecidas de Istambul, onde se concentram muitas das lojas de marcas internacionais e que é atravessada por um elétrico semelhante aos de Lisboa. Tal como o Grand Bazar, também esta avenida serve para medir o pulso à cidade e, nos dias em que por lá passámos, o movimento era constante, quase como nos tempos anteriores à pandemia.
Durante o passeio por Beyoglu, onde viríamos também a jantar nessa noite, visitámos ainda a Catedral do Espírito Santo, uma das poucas igrejas católicas que se encontram na cidade, assim como a Torre Galata, uma torre medieval com quase 67 metros de altura que se impõe na paisagem de Istambul e que, nos dias de hoje, funciona como um miradouro privilegiado. Sinal de que o turismo já está a recuperar em Istambul, era igualmente a fila que já se formava para subir à Torre Galata e que praticamente dava a volta ao edifício, mas que, ainda assim, era mais curta do que nas outras vezes em que visitei o monumento.

Palácio Topkapi e Santa Sofia

O segundo dia em Istambul começou com outro clássico, a visita ao Palácio Topkapi, antiga residência dos sultões e onde passámos praticamente toda a manhã, uma vez que este palácio se estende por uma generosa área de 700 mil metros quadrados. Além da dimensão do monumento, a visita ao Palácio Topkapi deve ser realizada às primeiras horas da manhã, uma vez que também as filas para entrar no edifício costumam ser longas e demoradas.
Ao longo da visita, é possível ver as diversas salas que eram usadas pelos sultões, fosse para receber enviados de outros países ou para acomodar o seu harém, sem esquecer o trono que era usado pelos governantes otomanos, assim como algumas exposições especiais, como a de relógios ou das armas dos sultões, passando ainda pelas relíquias sagradas do Islão.
Localizado em Sultanahmet, zona histórica de Istambul, o palácio fica ao lado de Santa Sofia e da Mesquita Azul, sendo necessários apenas alguns minutos de caminhada para visitar os três monumentos. E, após o palácio, foi para a Mesquita Azul que seguimos, numa visita que acabou por ser mais curta que o esperado, já que grande parte do edifício se encontra em reabilitação, incluindo o seu interior, e os deslumbrantes azulejos desta mesquita estavam tapados por andaimes, impedindo a sua contemplação.
O almoço seria a etapa seguinte e, desta vez, o restaurante Omar, em frente à Mesquita Azul, foi o escolhido. Mezzes e os típicos kebabs fizeram, mais uma vez, as delícias dos comensais.
Já a parte da tarde foi dedicada a visitar o antigo hipódromo – datado da época dos bizantinos mas do qual, infelizmente, já pouco resta -, assim como Santa Sofia, a apenas alguns passos de distância e que é um dos edifícios mais emblemáticos de Istambul. Construída como catedral na época dos bizantinos, Santa Sofia funcionou como mesquita durante o período dos otomanos e passou a museu pela mão de Kemal Ataturk, o pai da Turquia moderna, em 1931.

Santa Sofia

Santa Sofia é um edifício imponente, que nenhum turista deixa de visitar. A história, a grandiosidade, a sua cúpula com diâmetro superior a 30 metros e que se eleva a mais de 55 metros do chão, bem como os ricos mosaicos e vitrais, tornam Santa Sofia num local especial. Não posso, no entanto, deixar de realçar que, desde julho do ano passado, Santa Sofia voltou a funcionar como mesquita, por decisão do Presidente Erdogan, o que veio alterar muito daquilo que era a visita enquanto teve o estatuto de museu. Com a mudança, a visita ao primeiro andar do edifício passou a estar vedada, enquanto os mosaicos e vitrais com imagens católicas foram tapados com painéis amovíveis, o que retira muito do interesse histórico à visita.
O regresso de Santa Sofia a mesquita não foi, no entanto, um processo pacifico, uma vez que, segundo Ayse Sezer, “todos os guias turísticos estão contra” e fizeram até uma manifestação em protesto contra a mudança, mas sem grande efeito. Certo é que, nem tudo é mau nesta alteração, pois a entrada tornou-se gratuita e passou a ser possível visitar o edifício até à meia-noite. E visitar este imponente edifício à noite também tem um encanto especial.

Mercado das especiarias e Grand Bazar

Mas quem visita Istambul não pode deixar de passar pelos mercados da cidade, com destaque para o Bazar das Especiarias, também conhecido como Bazar Egípcio, e para o Grand Bazar de Istambul, locais de comércio mas que, pelo seu caráter histórico e arquitetura singulares, são também atrações turísticas, por onde passa a maioria dos turistas que visita a cidade.
Visitámos o primeiro logo no início desta viagem a Istambul e, mais uma vez, não consegui evitar voltar a ficar fascinada com os aromas e as cores que por ali se encontram. O açafrão, as pimentas de quase todas as variedades, a canela, o cravinho, a paprica ou o anis estrelado são algumas das especiarias que se encontram por todo o mercado, que também está localizado na zona histórica, em frente à Ponte Galata, que liga as duas partes europeias da cidade.
Mas o mercado que ninguém quer perder é mesmo o Grand Bazar, um dos maiores e mais antigos mercados do mundo. Construído depois da conquista de Constantinopla pelos otomanos, em 1455, o Grand Bazar de Istambul é um espaço coberto, com 45 mil metros quadrados e 22 portas de entrada, onde trabalham mais de 20 mil pessoas e por onde passam diariamente muitas mais. É uma autêntica cidade dentro da enorme cidade que é Istambul. Aqui, tudo se vende, mas há produtos emblemáticos, como as famosas ‘pashminas’ ou echarpes confecionadas com caxemira, os turkish delights – doces turcos que parecem gomas com frutos secos – ou o típico artesanato local. E, se for às compras, lembre-se que, por aqui, o regateio ainda é tradição, o que leva a que nada se compre sem que sejam necessários alguns minutos para regatear o preço com o vendedor. É assim que se fazem os melhores negócios.
O Grand Bazar de Istambul foi o último ponto desta viagem de familiarização a Istambul, de onde voltei com a certeza que, apesar da pandemia, a maior cidade da Turquia mantém todo o seu encanto e continua pronta a receber os turistas, ainda que, agora, seja necessário levar na bagagem também as máscaras faciais e, claro, o certificado de vacinação.

“Viagem superou todas as expetativas. Não podia ter corrido melhor”

Promovida pela Turkish Airlines e pelo operador turístico Viagens Tempo, esta viagem de familiarização decorreu entre 15 e 19 de novembro, com a participação de sete agentes de viagens da Graçatur, Bestravel Paços de Ferreira, FR Travel, Bonsai Viagens, Bestravel Benfica, Q Viagens Viseu e Inatel Viagens, além de Ana Aguiar, comercial das Viagens Tempo.
No final da viagem, Ricardo Davim, responsável das Viagens Tempo que, tal como Nuno Figueiredo, da Turkish Airlines, acompanhou o grupo, fazia um balanço positivo, considerando que a ação “superou todas as expetativas. Não podia ter corrido melhor”.
Além de dar a conhecer aos agentes de viagens os monumentos e atrações turísticas de Istambul, esta viagem de familiarização pretendeu também mostrar “que o destino está seguro” e que, apesar da COVID-19, o turismo já está de regresso à maior cidade da Turquia.
Para Istambul, as Viagens Tempo contam com vários programas, assim como viagens à medida, e, em 2021, disponibilizaram também um pacote de réveillon com lugares garantidos na Turkish Airlines, à partida de Lisboa e Porto.

Como ir e onde ficar?
Esta viagem teve partida e chegada ao Aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto, a partir de onde a Turkish Airlines realiza cinco voos por semana para Istambul, às segundas, terças, quintas, sextas e sábados. Além do Porto, a companhia aérea turca também voa para Istambul à partida de Lisboa, em ambos os casos com destino ao novo aeroporto de Istambul Arnavutköy, que foi inaugurado em 2018 e que é atualmente um dos maiores do mundo.
Para alojamento, Istambul oferece uma vasta gama de unidades de todas as classificações, incluindo de conhecidas cadeias internacionais de hotelaria. No nosso caso, o Yigitalp Hotel, de quatro estrelas superior e localizado na zona histórica, foi a unidade que nos acolheu.
Além de um confortável hotel de quatro estrelas superior, o Yigitalp Hotel oferece uma localização perfeita para quem quiser ficar alojado a uma custa distância das principais atrações da cidade, como a Mesquita Azul, Santa Sofia ou o Grand Bazar de Istambul.

O que levar?
Nesta altura do ano, é imperativo levar na bagagem agasalhos quentes, uma vez que o inverno costuma ser bastante frio em Istambul e são mesmo comuns os dias em que neva. Além disso, o calçado confortável é outro requisito, uma vez que é necessário andar bastante a pé, pois o trânsito caótico de Istambul não permite que as deslocações sejam sempre realizadas em veículos motorizados. Andar a pé ou de transportes públicos costumam ser as melhores opções. Depois, é ainda aconselhado que as senhoras levem um lenço ou echarpe, uma vez que, para entrar nas mesquitas, é necessário cobrir o cabelo.
Devido à COVID-19, é também necessário ter o certificado de vacinação ou apresentar um teste negativo à chegada, bem como fazer o registo na plataforma https://register.health.gov.tr.
Já o visto de entrada na Turquia deixou de ser necessário para os cidadãos portugueses desde março de 2020, bastando apenas ter o Cartão do Cidadão para entrar no país.

*A jornalista viajou a convite da Turkish Airlines e Viagens Tempo.

 

Sobre o autorInês de Matos

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Japão reabre fronteiras a turismo de grupo a 10 de junho

Serão 98 os países que, a partir de 10 de junho, poderão entrar com grupos de turistas no Japão. Além disso, passarão a ser sete os aeroportos que aceitarão voos internacionais.

O Japão vai permitir a entrada de grupos de turistas de 98 países a partir de 10 de junho, pondo fim a mais de dois anos de fronteiras fechadas a visitantes devido à pandemia da COVID-19.

A lista de 98 países e regiões, onde a situação da COVID-19 é considerada como relativamente estável, inclui os Estados Unidos, Reino Unido, Canadá, Austrália, Rússia e as vizinhas China, Taiwan e Coreia do Sul, assim como Brasil, Moçambique e Timor-Leste, de acordo com o anúncio feito na quinta-feira pelo primeiro-ministro japonês, Fumio Kishida.

O Japão vai também aumentar o número de aeroportos que aceitam voos internacionais para sete, adicionando Naha em Okinawa, no Sul, e Shin-Chitose em Hokkaido, no Norte.

Todos os turistas devem apresentar um teste com resultado negativo à COVID-19 antes de viajar para o Japão e alguns serão ainda testados novamente à chegada.

Pessoas já vacinadas com a dose de reforço poderão evitar o teste adicional, bem como uma quarentena de três dias.

Os turistas serão acompanhados e terão de respeitar o uso de máscara e outras medidas impostas para controlar a pandemia no Japão.

O anúncio acontece depois do Governo ter anunciado na semana passada que iria testar este mês pacotes turísticos para pequenos grupos vindos dos Estados Unidos, Austrália, Tailândia e Singapura.

O teste-piloto, que envolve apenas 50 pessoas que receberam vistos especiais, em vez de vistos de turista, deve terminar na terça-feira.

Durante a maior parte da pandemia, o Japão impediu a entrada de turistas e permitiu apenas o regresso de cidadãos japoneses e residentes estrangeiros, embora com algumas restrições.

“O intercâmbio livre e ativo de pessoas é a base da economia e da sociedade, bem como do desenvolvimento da Ásia”, disse Kishida.

O primeiro-ministro japonês disse que o objetivo é facilitar as medidas de controlo de fronteira, mas de forma gradual, pois a população apoia as restrições atuais.

O limite diário de entrada do Japão de passageiros em voos internacionais vai duplicar a partir de quarta-feira, para 20 mil pessoas, disse o responsável pelo gabinete encarregado das medidas de controlo da pandemia, Makoto Shimoaraiso.

Antes da pandemia, a economia japonesa dependia cada vez mais do turismo, tendo o país atingido um novo recorde, em 2019, ao receber 31,9 milhões de visitantes estrangeiros.

O Japão tinha estabelecido como objetivo 40 milhões de turistas em 2020, ano em que originalmente seriam realizados os Jogos Olímpicos de Tóquio. A pandemia arruinou esse objetivo e os Jogos foram adiados para 2021, tendo decorrido com muitas limitações.

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Países Bálticos e Nórdicos mostram oferta em Lisboa para impulsionar mercado português

O Workshop dos Países Bálticos e Nórdicos contou com a participação de seis empresas de serviços turísticos destes países, recebeu cerca de 20 representantes de agências de viagens e operadores turísticos nacionais, e mereceu balanço positivo.

Os países Bálticos e Nórdicos promoveram esta quinta-feira, 26 de maio, um workshop na capital portuguesa para dar a conhecer a oferta turística que disponibilizam, com o objetivo de estimular o contacto e negócios com o trade turístico nacional e, com isso, aumentar o número de turistas portugueses que visitam o destino.

A iniciativa, que contou com a participação de seis empresas que fornecem serviços turísticos nestes países, entre hotelaria, regiões de turismo, transportes marítimos, museus e atividades de animação turística, e recebeu cerca de 20 representantes de agências de viagens e operadores turísticos nacionais, mereceu um balanço positivo.

“Tentámos trazer aqui um pouco da oferta turística dos Países Nórdicos e Bálticos, porque queremos que as agências de viagens portuguesas, operadores turísticos e de incentivos conheçam aquilo que estes países têm para oferecer e possam iniciar conversações e uma cooperação enquanto distribuidores do produto”, explicou Sami Auvinen, CEO da Inseltrade, uma consultora que promove oportunidades de negócio em Portugal e Espanha junto das empresas destes países e que organizou a iniciativa com a APG Portugal.

De acordo com o responsável, são ainda poucos os portugueses que visitam os países Bálticos e Nórdicos, pelo que esse foi também um dos objetivos deste workshop, que decorreu no Neya Lisboa Hotel.

“Claro que esperamos que, com esta ação, mais portugueses possam visitar estes países, tanto no verão como no inverno. Sabemos que o inverno é mais famoso por causa do Natal, do Pai Natal na Lapónia e dos Mercados de Natal, mas penso que estes são também destinos perfeitos para o verão”, acrescentou o CEO da Inseltrade.

Com um verão mais ameno, os países Bálticos e Nórdicos oferece, segundo o responsável, “locais muito agradáveis para visitar nesta altura, como lagos, alojamento de verão e atividades muito variadas”, grande parte delas na natureza.

Sami Auvinen mostra-se por isso confiante que o workshop “vai cumprir o seu objetivo”, ainda que admita que este países venham a sofrer algum impacto no turismo devido à guerra na Ucrânia, até pelo receio devido à proximidade ao conflito militar, apesar de não acreditar que a guerra se possa alargar a algum dos países Bálticos ou Nórdicos.

“A guerra vai afetar o turismo, não temos dúvidas. A guerra está a decorrer na Ucrânia e não acredito, sinceramente, que se vá alargar aos países Bálticos ou Nórdicos. Esse é um longo debate, não vejo que isso possa acontecer, mas é perfeitamente natural que as pessoas tenham medo de viajar para esses países”, admitiu, garantindo, no entanto, que estes são “países pacíficos e seguros”.

Eckerö Line Ab Oy, Finnlines Oyj, Hotel Kalevala/Arctic Lakeland, Paljakka Finland / Arctic Lakeland, Vasa Museum e Vuokatti Finland foram as empresas dos Países Bálticos e Nórdicos que marcaram presença neste workshop que, além de Lisboa, passou também por Barcelona e Madrid, em Espanha.

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Centro e Porto e Norte de Portugal juntam-se aos Observatórios Regionais de Turismo Sustentável

O Observatório para o Turismo Sustentável do Centro de Portugal e o Observatório para o Turismo Sustentável do Porto e Norte juntam-se ao Observatório do Turismo Sustentável do Alentejo (ASTO), dos Açores e o Observatório Regional para o Turismo Sustentável do Algarve (AlgSTO).

O Observatório para o Turismo Sustentável do Centro de Portugal e o Observatório para o Turismo Sustentável do Porto e Norte foram recentemente lançados através da formalização dos respetivos protocolos entre as entidades envolvidas.

Ambos os observatórios pretendem ser reconhecidos pela Organização Mundial do Turismo (OMT) enquanto membros da sua Rede Internacional de Observatórios de Turismo Sustentável (INSTO), consolidando assim a posição de Portugal como líder da monitorização da sustentabilidade dos destinos. Atualmente Portugal tem três observatórios a funcionar na rede nacional: o Observatório do Turismo Sustentável do Alentejo (ASTO), o Observatório de Turismo dos Açores e o Observatório Regional para o Turismo Sustentável do Algarve (AlgSTO), todos pertencentes à rede internacional da OMT (INSTO).

De referir que o Turismo de Portugal tem vindo a trabalhar com as entidades regionais para a criação de observatórios de sustentabilidade nas diversas regiões, dando prossecução aos objetivos definidos na Estratégia Turismo 2027 que preconiza que o destino Portugal se deve posicionar como um dos mais competitivos e sustentáveis do Mundo. O objetivo, segundo a entidade, é “obter um conhecimento aprofundado dos impactes da atividade no território e uma maior eficiência no planeamento e gestão dos destinos”.

Enquanto autoridade turística nacional e responsável pela implementação do Plano “Reativar o Turismo |Construir o Futuro”, o Turismo de Portugal tem vindo a desenvolver uma série de iniciativas para afirmar o turismo como hub para o desenvolvimento de todo o território, desencadeando ações e iniciativas várias, e estabelecendo metas específicas de sustentabilidade, nomeadamente através do recentemente lançado Plano Turismo +Sustentável 20-23.

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Turismo de Portugal diz desenvolver trabalho no sentido de “reforçar as ligações das companhias aéreas para todos os aeroportos nacionais”

Depois das notícias que vieram a público, o Turismo de Portugal diz, em comunicado, que é “indiscutível que a TAP desempenha um papel crucial na conectividade e acessibilidade ao Destino Portugal”.

Victor Jorge

O Turismo de Portugal (TdP) salientou esta quinta-feira, em comunicado, “tem desenvolvido um importante trabalho em estreita colaboração com todos os players do setor, desde cada uma das Associações e Entidades Regionais de Promoção Turística até aos inúmeros empresários e diversas associações que representam o turismo nacional”.

“O Turismo de Portugal tem como missão promover Portugal como destino turístico, apoiar o desenvolvimento das infraestruturas turísticas e o investimento no setor”, lê-se no comunicado emitido após o Jornal de Notícia ter noticiado que o presidente do Turismo de Portugal tinha “incentivado agentes da região Norte a apostar na Ibéria como parceiro estratégico e em Madrid enquanto aeroporto de ligação internacional, em vez de esperarem pela TAP”.

“Sendo a conectividade aérea uma importante parte desta equação, tem sido desenvolvido um trabalho, sobretudo no pós-pandemia, no sentido de reforçar as ligações das companhias aéreas para todos os aeroportos nacionais, atrair novas companhias áreas – uma vez que asseguram as ligações de novos mercados ou mercados já existentes aos aeroportos nacionais– e colaborar nos programas de venda e distribuição das companhias nesses mesmos mercados (como os programas STOPOVER)”, refere-se no comunicado.

A entidade tutelada pelo Ministério da Economia e do Mar, sublinha ainda que “a TAP, enquanto companhia aérea nacional, é não só essencial para o setor em todo o território nacional como um parceiro estratégico do Turismo de Portugal, implementando parcerias e iniciativas conjuntas sempre que tal se afigurou necessário e pertinente para dinamizar o turismo nacional”.

O TdP reconhece ainda que “há ainda muito trabalho a fazer no longo caminho que percorremos juntos, sendo indiscutível que a TAP desempenha um papel crucial na conectividade e acessibilidade ao Destino Portugal”.

Depois da Iberia ter incluído, recentemente, os destinos de Porto e Lisboa no seu programa, o TdP salienta que “tem sido desenvolvido um trabalho no sentido de tornar ainda mais atrativos estes destinos para os passageiros que fazem ligação em Espanha”, destacando, ainda que “o mesmo se passa com o programa STOPOVER da TAP com quem o Turismo de Portugal tem trabalhado no sentido de aumentar a sua atratividade e impacte para todos os aeroportos nacionais”, conclui o comunicado.

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Ceará mostra-se em Portugal até 02 de junho

O estado brasileiro do Ceará está a mostrar o potencial do seu turismo em Portugal até ao próximo dia 02 de junho, num roadshow que percorre várias cidades.

O governo do Ceará, através da Secretaria de Turismo do Estado, reúne os principais operadores e agentes de viagens de Portugal através de um roadshow intitulado “Descubra Ceará” , que percorre as cidades de Lisboa, Setúbal, Santarém, Cascais, Porto, Coimbra, Braga e Avieiro..

Com o intuito de reapresentar o Ceará como destino turístico, a SETUR está a divulgar as principais novidades dentro dos eixos de infraestrutura turística da capital e cidades do interior, rotas aéreas nacionais e internacionais, hotelaria, gastronomia, cultura e eventos, destacando as qualidades do estado nordestino.

De entre as novidades apresentadas, destacam-se a infraestrutura da rede hoteleira, com a chegada de resorts de renome internacional, a oportunidade de experimentar a culinária local, além de se poder desfrutar de um litoral de quase 600km de extensão. O estado mostra ainda o grande crescimento ao nível da prática de desportos náuticos, como o kitesurf.

Sobre o autorCarolina Morgado

Carolina Morgado

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Interesse por viagens longo curso melhora, mas lentamente, revela barómetro da ETC

O mais recente barómetro da European Travel Commission revela que o interesse pelas viagens de longo curso melhorou na globalidade, mas mantém-se ainda abaixo dos níveis pré-pandémicos. Dos mercados inquiridos, só o Brasil mostra crescimentos de assinalar.

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De acordo com o barómetro de viagens longo curso (Long-Haul Travel Barometer 2/2022) da European Travel Commission (ETC), o interesse por viagens para a Europa provenientes de vários mercados de origem permanece abaixo dos níveis pré-pandemia, embora reconheça que “melhorou um pouco em comparação com um ano atrás”.

No documento, que analisa o sentimento dos viajantes para o verão de 2022 (maio-agosto), e que observou as intenções e viagem de seis mercados emissores – Brasil, Canadá, China, Japão, Rússia e EUA -, embora o conflito na Ucrânia tenha criado novos desafios para o setor das viagens europeu, o barómetro da ETC indica que o conflito “parece ter tido um impacto limitado no sentimento na maioria dos mercados de origem de longa distância”, exceto na China e na Rússia, com a maioria dos entrevistados (76%) afirmando que o conflito não afetou sua intenção de viagem.

Os resultados mostram que as preocupações com a COVID-19, os custos relacionados a viagens e a falta de conexões de viagem convenientes são os principais impedimentos para viagens de longa distância neste verão.

Luís Araújo, presidente da ETC, refere que, “o sentimento de viagens longo curso está a melhorar gradualmente, à medida que o mundo continua a recuperar da pandemia”, reconhecendo, contudo, “a um ritmo lento”.

“É animador que o conflito em curso na Ucrânia não se tenha tornado outro impedimento para viagens internacionais para a Europa”, refere Luís Araújo no comunicado da ETC. O presidente da entidade europeia salienta ainda que “a Europa continua a ser um destino de viagem seguro e atraente. No entanto, as consequências do conflito, como o aumento do custo de vida e os custos relacionados com as viagens, estão a dificultar a recuperação do setor”. Por isso reconhecer que, “promover a Europa nos mercados externos e restaurar a mobilidade internacional será crucial para a recuperação do setor em 2022”.

Os mais impactados
Devido ao conflito na Ucrânia e consequentes sanções aplicadas à Rússia, o número de turistas russos com interesse em visitar a Europa atingiu o valor mais baixo (78 pontos), correspondendo a um valor significativamente menor do que o sentimento expresso durante a primeira vaga da COVID-19 (87 pontos em maio-agosto de 2020), quando a maioria dos países europeus se encontrava em bloqueios rigorosos.

No curto prazo, refere o relatório da ETC, “mais da metade dos russos inquiridos (60%) não planeia viajar para fora da Comunidade de Estados Independentes (CEI)”. Entre os poucos russos (20%) que têm planos para viajar, mas não para a Europa, 9% afirmaram que a situação atual impactou negativamente o interesse em visitar a Europa nos próximos meses, enquanto 7% ainda consideram a região um destino atraente e adoraria visitá-lo no futuro.

O conflito em curso na Ucrânia também dissuadiu os chineses (19%) de visitar a Europa. No entanto, a guerra não é a principal preocupação dos viajantes chineses avessos ao risco. Surtos recentes da Ómicron e a abordagem estrita de COVID-zero estão a dificultar as viagens outbound (30%). Ainda assim, o sentimento para visitar a Europa aumentou ligeiramente (+6 pontos) em comparação com o verão passado. Esse número deve melhorar ainda mais no final do ano, quando se espera que a China remova as restrições às viagens internacionais. “O apelo das cidades europeias fortaleceu-se entre os residentes chineses em comparação com os números de 2021, com um aumento notável no interesse para explorar vários tipos de destinos europeus (por exemplo, costeiros, metropolitanos, rurais, etc.)”, refere o barómetro da ETC.

Turistas americanos mantêm interessa, mas …
Já do outro lado do Atlântico, o sentimento para viajar nos EUA manteve-se estável no verão passado (109 pontos), embora o interesse por visitar a Europa tenha registado um ligeiro recuo (93 pontos). De acordo com os resultados da análise, esta tendência prende-se, sobretudo, “com a preocupação com o impacto da inflação nas finanças pessoais e com o aumento das despesas de deslocação”.

Junho e agosto serão, provavelmente, “os meses mais populares para os americanos que planeiam férias na Europa”, reconhece a ETC. No entanto, mais de metade dos americanos que declararam a intenção de viajar para a Europa durante a temporada de verão ainda não reservaram as suas passagens aéreas, sugerindo que “as reservas de última hora serão um fator de destaque nesse mercado devido à incerteza económica e geopolítica”.

Os canadianos mostram uma hesitação semelhante relativamente à época para viajar para a Europa, verificando-se que somente 30% reservam bilhetes para o verão de 2022.

O interesse por parte dos inquiridos no Canadá aponta para destinos costeiros e metropolitanos com França, Itália e Reino Unido como os países mais populares para visitar.

Brasil mais otimista
No Brasil parece existir uma atitude “mais otimista em relação a viagens de longa distância para a Europa (101 pontos)”. A retoma dos voos para destinos europeus populares influenciou positivamente o sentimento de viagem, com 1 em cada 2 brasileiros a preparar-se para visitar a Europa nos próximos quatro meses.

45% já reservaram os seus bilhetes de avião, sendo julho e agosto os meses de férias mais populares. Os brasileiros preferem destinos localizados no litoral, assim como viagens para as montanhas, com o comboio a constituir o serviço de transporte preferido para passear pelo continente.

Japão continua em baixa
Apesar de um aumento marginal, o entusiasmo japonês por viagens de longa distância permanece baixo (79 pontos), apesar do interesse por visitar a Europa ser um pouco maior (93), mas apenas 14% dos inquiridos planeiam fazer uma viagem à região no verão de 2022.

41% dos japoneses inquiridos salientaram as más conexões entre a Europa e o Japão como o principal motivo para não visitar o continente, realidade esperada após o cancelamento recente de muitos voos entre os dois destinos devido a preocupações sobre o uso do espaço aéreo russo com a guerra na Ucrânia.

O barómetro da ETC destaca, contudo, que, para aqueles que desejam fazer viagens mais longas para chegar à Europa, Itália, França, Alemanha e Reino Unido continuam a ser os destinos mais atraentes.

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Próxima edição da FITUR decorre entre 18 e 22 de janeiro de 2023

A 43.ª edição da feira internacional de turismo de Madrid tem o objetivo de ser “uma das maiores edições” de sempre e vai focar-se na reativação do mercado turístico.

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A próxima edição da FITUR, a feira internacional de turismo de Madrid, Espanha, vai decorrer entre 18 e 22 de janeiro, com o objetivo de ser “uma das maiores edições” do certame, avança o jornal espanhol Hoteltur.

De acordo com a informação divulgada pelo Hosteltur, que cita a Ifema Madrid, entidade responsável pela organização da feira, a 43.ª edição da FITUR vai focar-se na reativação do turismo, que começa agora a recuperar, depois de dois anos de pandemia.

Nesta edição, a feira vai decorrer em formato híbrido, já que, além do certame presencial, vai também estar disponível a plataforma digital Fitur LiveConnect, disponível para participantes profissionais e através da qual é possível aumentar o networking.

Além do foco na reativação do mercado turístico, a próxima edição da FITUR vai também focar-se na geração de negócio e nas oportunidades, assim como na sustentabilidade e inovação tecnológica.

Tal como nas edições anteriores, a feira vai ainda voltar a contar com áreas temáticas, como a Fitur Know How & Export, Fiturtechy, Fitur Talent e Fitur Screen, que visam explorar as novas oportunidades trazidas pela digitalização e pelos novos nichos de mercado.

A 43.ª FITUR vai também inclui o programa Fitur Vip Buyers, que vai promover encontros de negócios entre os profissionais presentes no certame.

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Algarve cria passe turístico de transporte

Viajar dentro do Algarve agora é mais fácil com o passe turístico de transporte, que permite aceder a todas as linhas de autocarros “Vamus Algarve”

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O novo passe turístico, para conhecer todo destino, sem limites, já está à venda nos 20 postos de turismo da Região de Turismo do Algarve (RTA).

Sem um número limite de viagens, o documento é válido por um período de três dias ou sete dias a partir da primeira validação nas linhas regulares “Vamus Algarve”, incluindo o serviço Aerobus, que liga o aeroporto de Faro ao centro da cidade e a Albufeira, Lagoa, Portimão e Lagos, e a nova linha EVA Cliffs Line, que transporta o viajante por alguns dos principais pontos turísticos do destino em modo hop on hop off.

O passe turístico de três dia tem um custo de 35 euros e o de sete dias pode ser adquirido por 45 euros.

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Revive Natureza abre mais 10 concursos para concessionar 12 estações ferroviárias

As candidaturas à concessão destas antigas estações ferroviárias, que vão ser alvo de requalificação com vista à sua utilização para fins turísticos, devem ser apresentadas até 21 de setembro de 2022.

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O Fundo Revive Natureza, através TF Turismo Fundos – SGOIC, SA, lançou esta terça-feira, 24 de maio, 10 novos concursos para atribuição dos direitos de exploração, sobre imóveis do Domínio Público Ferroviário, que contemplam 12 antigas estações ferroviárias.

De acordo com o comunicado enviado à imprensa pelo Ministério da Economia e Mar, as candidaturas à concessão destas antigas estações ferroviárias, que vão ser alvo de requalificação com vista à sua utilização para fins turísticos, devem ser apresentadas até 21 de setembro de 2022.

“Estas 12 antigas estações ferroviárias serão objeto de requalificação e valorização, promovendo o desenvolvimento regional e local, através de novas utilizações para fins turísticos, ficando sujeitas a várias regras de utilização e de gestão em rede, como o uso da marca Revive Natureza, o consumo de produtos locais, a sustentabilidade ambiental e a valorização do território”, lê-se na informação divulgada.

Os 10 novos concurso abrangem as antigas estações ferroviárias de Freixo de Espada à Cinta, Bruçó, Vilar do Rei, Mogadouro, Variz, Urrós, Moncorvo, Carvalhal, Felgar e Fonte do Prado, todas no distrito de Bragança, assim como a estação de Ganfei e de Senhora da Cabeça, no distrito de Viana do Castelo.

“Com estes 10 novos concursos, hoje apresentados em Valença, a Turismo Fundos já lançou, no âmbito do Fundo Revive Natureza, um total de 55 concursos, dos quais 39 respeitantes, essencialmente, a antigos postos fiscais e casas de guardas-florestais e 16 relativos a estações de caminho de ferro desativadas, revelando, assim, que este Fundo tem promovido a sua atividade de forma consistente, em resultado do interesse manifestado pelos privados”, refere Rita Marques, secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, citada no comunicado.

De acordo com a governante, através do Revive Natureza, será possível recuperar “estas estações, que se encontram devolutas e inativas há décadas” e que vão, posteriormente, ser “promovidas de forma integrada na rede Revive Natureza para serviços de alojamento, restauração, equipamentos e atividades de animação e lazer, com características inovadoras e sustentáveis”.

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Casos práticos de sustentabilidade no Algarve em discussão

A Universidade do Algarve e a associação Make it Better promovem um seminário sobre “Turismo Sustentável em Portugal: Casos práticos das políticas à ação”, que terá lugar no próximo dia 01 de junho, com início às 9h30, no Hotel Vila Galé Ópera, em Lisboa.

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O evento tem como objetivo apresentar e debater os resultados dos projetos desenvolvidos nos casos piloto de Cuba, Culatra e Lagos.

De forma a contribuir para um turismo sustentável e inclusivo nos locais que integram o projeto, este seminário pretende explorar novas estratégias para um marketing verde, promoção de novos produtos turísticos sustentáveis, e envolvimento dos principais stakeholders nacionais e regionais. De seguida, será promovida uma discussão sobre o tema numa mesa-redonda com instituições regionais e nacionais.

 

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