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Vinho e turismo vinícola do Pico promovem-se na China

O vinho do Pico e o turismo vinícola da “ilha-montanha” estiveram em destaque numa sessão de promoção do Turismo de Portugal no leste da China.

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O vinho do Pico e o turismo vinícola da “ilha-montanha” estiveram em destaque numa sessão de promoção do Turismo de Portugal no leste da China, que foi transmitida ao vivo na televisão e Internet.

O evento deu a provar oito vinhos de diferentes regiões de Portugal, incluindo o vinho do Porto, o vinho verde e o vinho branco, revelou, num comunicado divulgado na segunda-feira, 10 de janeiro, a agência chinesa de viagens Tuniu.

O delegado do Turismo de Portugal na China, Tiago Brito, apresentou a Paisagem Vinha da Ilha do Pico, que foi em 2004 listada como Património Mundial da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).

A sessão, que decorreu na cidade de Nanjing, capital da província de Jiangsu, no leste da China, foi organizada pelo Turismo de Portugal, a Tuniu e a NJBG, a radiotelevisão pública de Nanjing, tendo sido transmitido ao vivo na plataforma da NJBG, na aplicação chinesa de transmissões ao vivo Niuka, e na plataforma da Tuniu.

O mercado chinês do vinho é já o quinto maior do mundo, embora apenas cerca de 3% dos 1,4 mil milhões de habitantes beba regularmente vinho.

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Saccharum hotel promove Wedding Open Day a 4 e 5 de fevereiro

O Saccharum, hotel que integra a coleção Savoy Signature, vai promover um Wedding Open Day, nos dias 4 e 5 de fevereiro entre as 11h00 e as 19h00.

A unidade hoteleira na Calheta (Madeira) vai vestir-se a rigor para apresentação da cerimónia e do copo-de-água, pensados com todos os detalhes. Os casais poderão conhecer os diferentes espaços do hotel e os serviços exigidos para uma celebração perfeita.

No entanto a experiência romântica vai mais longe. O programa inclui uma visita a um dos quartos do hotel, já preparado para uma lua de mel, mas também as salas de eventos decoradas com romantismo para a ocasião. As zonas de cocktail, de cerimónia e a área da piscina principal também integram o roteiro.

Para recriar uma experiência ainda mais aproximada à realidade, a equipa do Saccharum providenciou uma exposição com diferentes carros, além de serviços de vestuário, de cabeleireiro e de maquilhagem. Depois, os noivos poderão ser fotografados e filmados por equipas profissionais destas áreas, além de usufruírem de animação ao vivo, cocktail, jantar, bolo de casamento e festa.

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OMT: Chegadas internacionais de turistas vão acelerar em 2023 e aproximam-se dos níveis pré-pandémicos

Após uma recuperação mais forte do que o esperado em 2022, as chegadas internacionais de turistas podem retomar aos níveis pré-pandémicos na Europa e no Médio Oriente, este ano. No entanto, num contexto económico difícil, os turistas tendem cada vez mais ajustar os seus orçamentos e deslocar-se para destinos mais próximos do seu local de residência.

De acordo com as previsões da OMT para 2023, as chegadas de turistas internacionais podem ficar entre 80% e 95% dos níveis pré-pandémicos este ano, dependendo da extensão da desaceleração económica, de como as viagens se recuperam na Ásia e no Pacífico e qual é a evolução da ofensiva russa na Ucrânia, entre outros fatores.

Segundo novos dados da OMT, mais de 900 milhões de turistas fizeram viagens internacionais em 2022, o dobro do verificado em 2021, embora esse número ainda esteja em 63% dos níveis pré-pandêmicos. Todas as regiões do mundo registaram aumentos notáveis ​​no número de turistas internacionais. O Médio Oriente teve o maior aumento relativo, com chegadas a subir para 83% dos números pré-pandémicos. A Europa atingiu quase 80% dos níveis pré pandemia, com 585 milhões de chegadas em 2022.

A África e as Américas recuperaram cerca de 65% dos visitantes pré-Covid, enquanto a região da Ásia-Pacífico recuperou apenas 23%, mantendo medidas mais rígidas relacionadas à pandemia que só começaram a ser suspensas nos últimos meses.

O primeiro Barómetro Mundial do Turismo da OMT de 2023 também analisa o comportamento por região e identifica os países com melhores resultados em 2022, incluindo vários destinos que já recuperaram os níveis de 2019.

De acordo com o secretário-geral da OMT, Zurab Pololikashvili, prevê-se “um ano forte para o setor, mesmo perante diversos desafios, incluindo a situação económica e a contínua incerteza geopolítica. As pessoas vão viajar em 2023 e a OMT espera que a procura por viagens domésticas e regionais permaneça forte e ajude a impulsionar a recuperação mais ampla do setor”.

A OMT estima ainda que o recente levantamento das restrições de viagens relacionadas com o COVID-19 na China, o maior mercado emissor do mundo em 2019, é um passo significativo para a recuperação do setor de turismo na Ásia, no Pacífico e mesmo no resto do mundo.

Ao mesmo tempo, a forte procura dos Estados Unidos, apoiada por um dólar americano forte, continuará a beneficiar os destinos na região e não só, enquanto a Europa continuará a desfrutar de fortes fluxos de viagens dos EUA, em parte devido a um euro mais fraco em relação ao dólar americano.

Por outro lado, a OMT indica que, na maioria dos destinos verificaram-se, em 2022, aumentos notáveis ​​nas receitas do turismo internacional, em vários casos superiores ao crescimento das chegadas, fator que tem sido apoiado pelo aumento do gasto médio por viagem devido a períodos de permanência mais longos, a disposição dos viajantes de gastar mais no destino e maiores custos de viagem devido à inflação. No entanto, a conjuntura económica poderá traduzir-se numa atitude mais cautelosa dos turistas em 2023, com redução de gastos, viagens mais curtas e deslocações mais próximas de casa.

 

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Britânicos e alemães estão a optar por reserva de férias em regime tudo incluído

A tendência é justificada pela necessidade de as famílias administrarem bem suas finanças numa situação de crise, e já há inúmeras reservas em carteira para o próximo verão em regime tudo incluído, segundo a ABTA (britânica) e a DRV (alemã).

Diz a associação britânica das agências de viagens, em declarações prestadas ao jornal espanhol de turismo, Hosteltur, que “cerca de um terço dos turistas do Reino Unido que viajam para o estrangeiro planeiam fazer um regime tudo incluído em 2023”, populares entre todas as gerações, especialmente famílias com crianças pequenas, especificando que as reservas no país estão a aumentar para 40% entre os menores de 44 anos e 57% nas famílias jovens.

A razão desta mudança de tendência justifica-se pela necessidade de as famílias gerirem bem as suas finanças na situação de crise que se alastra pelo Reino Unido e restante Europa, por razões bem conhecidas como a pandemia de COVID-19 e a guerra na Ucrânia, e no caso britânico, somam-se também os efeitos do Brexit.

 

 

“Apesar do custo de vida mais elevado colocar pressão nas finanças das pessoas, muitos britânicos ainda querem ir de férias, e os planos tudo incluído revelam-se a opção preferida para ajudar as pessoas a controlar os seus gastos com viagens e férias este ano”, aponta a ABTA, citada pelo mesmo jornal, que acrescenta que, entre todos os destinos possíveis, muitos deles são no Mediterrâneo.

O mesmo está a acontecer em relação aos alemães. A DRV confirmou à Hosteltur, ainda que sem arriscar números nem proporções, “existem já numerosas reservas para o próximo verão”, e “devido à atual situação de elevados custos de energia e inflação, pode-se supor que o preço terá um papel ainda maior na escolha de um destino de férias este ano”.

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Tailândia relança campanha ‘Amazing New Chapters’ para atingir 25 milhões de turistas em 2023

Este ano, a campanha assume a denominação de “Visit Thailand Year 2023: Amazing New Chapters” para ajudar a Tailândia a alcançar a meta de 25 milhões de turistas internacionais e receitas de 66 mil milhões de euros.

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A Tailândia relançou a campanha “Visit Thailand Year: Amazing New Chapters” com o objetivo de chegar, este ano, à marca de 25 milhões de turistas internacionais, informou a Autoridade de Turismo da Tailândia (TAT).

Num comunicado enviado à imprensa, a TAT explica que a campanha, que está agora a iniciar o segundo ano, tem como “propósito garantir receitas turísticas superiores a 2,38 mil milhões de Baht (cerca de 66 mil milhões de euros) em 2023, o que representa uma recuperação de 80% das receitas obtidas em 2019”.

Por isso, este ano, a campanha assume a denominação de “Visit Thailand Year 2023: Amazing New Chapters”, representando um “compromisso da TAT e de todas os seus parceiros públicos e privados, bem como do povo tailandês, em manter a confiança dos turistas internacionais na Tailândia, recuperando o estatuto de destino preferido”, segundo Yuthasak Supasorn, governador da TAT.

No âmbito desta estratégia, a Tailândia vai voltar a marcar presença na FITUR, a feira de turismo de Espanha, que arranca esta quarta-feira, 18 de janeiro, em Madrid, e ao longo da qual os responsáveis da TAT vão “reunir com um grupo de operadores turísticos e agências de viagens portugueses, não só para lhes dar a conhecer a estratégia do turismo tailandês para este ano, mas também para conhecerem as expectativas do trade nacional sobre a evolução das vendas do destino em Portugal”.

Este ano, a Tailândia vai promover-se nos mercados de longo curso, como é o caso de Portugal, como um destino para desfrutar ao longo de todo o ano, apostando ainda em segmentos de mercado como as Luas-de-Mel, Saúde e Bem-estar, Golfe e Gastronomia.

Em 2023, a TAT vai ainda divulgar o novo conceito “Amazing 5F and More”, destinado a proporcionar experiências de viagem em novos segmentos como “Food, Film, Festival, Fight and Fashion“, garantindo ainda estar focada “na melhoria da qualidade dos produtos e serviços turísticos, a fim de conduzir a indústria do turismo tailandês a um crescimento sustentável”.

“Entre as principais atividades estão o projeto Good Host New Chapter Season 2, a certificação Amazing Thailand Safety and Health Administration (SHA) e ainda um leque de eventos centrados nos 5F já mencionados”, acrescenta a TAT.

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Turismo do Porto e Norte quer ter 5 caminhos de Santiago certificados até final do ano

O presidente do Turismo do Porto e Norte de Portugal apontou o final do ano como meta para a certificação de cinco caminhos portugueses para Santiago de Compostela, Galiza, que em 2022 foram percorridos por 93 mil peregrinos.

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Luís Pedro Martins, que falava aos jornalistas na sede do Turismo do Porto e Norte de Portugal (TPNP), em Viana do Castelo, no final da assinatura do projeto cultural Caminho da Arte, referiu que, daqueles cinco, dois já estão certificados – o Caminho Português do Interior e o Caminho Português da Costa.

“Em fase final de certificação está o Caminho Português de Santiago Central-Caminho Primitivo. Esperamos anunciar em breve essa certificação. Temos outros dois – o Caminho Minhoto Ribeiro e Caminho Português Torres. Já temos muito trabalho feito para levar à certificação e gostaríamos de ter os cinco caminhos certificados até final de 2023. Vamos tentar”, afirmou.

De acordo com informação que consta da página oficial da Associação do Caminho Minhoto Ribeiro na Internet, aquele percurso “é um dos caminhos mais antigos, que liga o norte de Portugal à cidade do apóstolo Santiago”.

Segue “na maior parte da sua rota através daqueles caminhos, calçadas romanas e caminhos medievais”.

Este caminho “entronca com o território nacional no lugar de Cevide, freguesia de Cristóval, concelho de Melgaço, uma das mais antigas fronteiras terrestres”.

Já O Caminho de Torres liga a cidade de Salamanca a Santiago de Compostela e passa em grande parte pelo interior de Portugal. Trata-se de um percurso com quase 600 quilómetros.

O presidente da TPNP referiu que o objetivo é ter “pelo menos os cinco caminhos mais históricos certificados”.

“Neste momento, somos a região que tem mais caminhos certificados, apesar de não termos sido os primeiros. O processo de certificação começou no Alentejo, com o Caminho do Interior, mas [a região do] Porto e Norte rapidamente passou a ter dois caminhos certificados”, disse.

O responsável referiu que a certificação “significa garantir a segurança no caminho, sinalética e limpeza dos caminhos”.

Questionado sobre a certificação do Caminho da Geira, disse estar “em fase embrionária”, mas assegurou “já ter sido iniciado o trabalho com as autarquias”.

O Caminho da Geira, um dos mais antigos, começa em Braga com destino a Santiago de Compostela, com um percurso de cerca de 240 quilómetros.

O último caminho a ser certificado foi o da Costa, em fevereiro de 2022. O percurso tem 138 quilómetros de extensão e atravessa os concelhos do Porto, Matosinhos, Maia, Vila do Conde, Póvoa de Varzim, Esposende, Viana do Castelo, Caminha, Vila Nova de Cerveira e Valença, e é o primeiro que a TPNP candidatou à comissão de certificação, após a assinatura em 2021 do memorando de entendimento com 10 autarquias da região.

Os Caminhos de Santiago são uma rota milenar seguida por milhões de peregrinos desde o início do século IX, quando foi descoberto o sepulcro do apóstolo Santiago.

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Turismo de Portugal leva 92 empresas e sete ARPT à FITUR

Em destaque durante esta edição da FITUR, que decorre em Madrid entre 18 e 22 de janeiro, vai estar a primeira Estratégia de Turismo Transfronteiriço 2022-2024 entre Espanha e Portugal, que será apresentada a 19 de janeiro.

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O Turismo de Portugal vai voltar a participar na FITUR, a maior feira de turismo de Espanha e que decorre em Madrid entre 18 e 22 de janeiro, e na qual a participação portuguesa vai contar com 92 empresas e as sete agências regionais de promoção turística (ARPT).

Numa nota informativa publicada no seu website, o Turismo de Portugal revela que o stand português vai ficar localizado no pavilhão 4, com a referência 4C02, contando com a presença das sete ARPT do país, concretamente Porto e Norte, Centro, Lisboa, Alentejo, Algarve, Madeira e Açores, além de 92 empresas nacionais.

Segundo o Turismo de Portugal, nesta edição da FITUR, vai ser apresentada oficialmente a primeira Estratégia de Turismo Transfronteiriço 2022-2024 entre Espanha e Portugal, numa apresentação a ter lugar no dia 19 de janeiro, às 15h00, no stand da Turespaña.

Já no stand de Portugal vai estar em destaque a “cultura portuguesa, a gastronomia, o café, a enologia, a história, o turismo, a literatura e o estilo de vida”, principalmente durante o fim-de-semana, dias em que a FITUR vai estar aberta ao grande público.​

Na feira vai também marcar presença o ministro da Economia e do Mar, António Costa e Silva, assim como o secretário de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Nuno Fazenda, e o presidente do Turismo de Portugal, Luís Araújo, responsáveis que, além de visitarem a feira, vão ainda participar “em diversos atos oficiais”.

 

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Algarve mostra-se como destino de luxo no ALTS

O Turismo do Algarve vai ter presente no Access Luxury Travel Show (ALTS), workshop de turismo de luxo que terá lugar em Lisboa, a 28 de fevereiro, na qualidade de parceiro “Destino Principal”.

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Através desta parceria, o Turismo do Algarve terá um espaço exclusivo que integrará, além do seu próprio stand, os de diversos parceiros da região, designadamente o Wyndham Grand Algarve, Domitur Travel-DMC, White Shell Beach Villas e Domes Lake Algarve.

A propósito desta representação, o diretor executivo da Associação de Turismo do Algarve, Hugo Nascimento, refere que, juntamente com os seus quatro parceiros, a região vai mostrar “a derradeira oferta de luxo da nossa bela oferta de destino aos compradores. Estamos encantados por poder inspirar as pessoas a experimentar o verdadeiro luxo através da autenticidade dos produtos que trouxemos para este workshop”.

O responsável considera ainda que “o ALTS é, para nós, uma oportunidade única de alcançar o segmento de luxo através do melhor que a região tem para oferecer”.

Por sua vez, Daria Mironova, Business Development Director da ALTS destaca que “entre todas as joias que Portugal tem para oferecer como regiões turísticas, estamos muito felizes por o Algarve se ter adiantado no sentido de se apresentar como o principal parceiro de destino da ALTS, tornando-se mais visível para todos os nossos compradores de viagens e turismo de luxo”.

O ALTS, workshop exclusivo para o mercado de luco, tem confirmados 22 expositores e terá cerca de 45 buyers de diferentes países, incluindo de Portugal.

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Madeira lança novo website dedicado à sustentabilidade

A Associação de Promoção da Madeira lançou um novo website dedicado à sustentabilidade que destaca o compromisso da região de se tornar num Destino Turístico Sustentável até 2030.

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A Associação de Promoção da Madeira lançou um novo website dedicado à sustentabilidade que destaca o compromisso da região de se tornar num Destino Turístico Sustentável até 2030.

“Este novo portal agora disponível tem como grande propósito dar a conhecer a estratégia definida e, sobretudo, manter as pessoas parte deste processo, através das suas partilhas e sugestões”, explica Eduardo Jesus, secretário Regional de Turismo e Cultura e presidente da Associação de Promoção da Madeira.

O novo website destaca o processo de certificação a que a região da Madeira tem vindo a ser submetida e que é supervisionado pela Destination Management Organization (DMO), com base nos critérios da Global Sustainable Tourism Council (GSTC) e num conjunto de orientações estratégicas de âmbito regional, nacional e internacional.

Segundo a Associação de Promoção da Madeira, a estratégia delineada pela região “já está em prática e assenta em quatro pilares estratégicos”, concretamente ambiente, economia, sociedade e cultura.

“O processo de certificação da Madeira enquanto Destino Turístico Sustentável está a decorrer como previsto e teremos já alguns resultados em fevereiro próximo. Acima de tudo, estamos muito focados em cumprir os objetivos traçados até 2030”, acrescenta Eduardo Jesus.

O novo website permite também que os parceiros, residentes e turistas apresentem recomendações e sugestões para tornar a Madeira num destino ainda mais sustentável e está disponível aqui.

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Proveitos totais do turismo aumentam 25,5% face a novembro de 2019

Os números referentes ao alojamento turístico – hóspedes e dormidas -, bem como proveitos, no mês de novembro, voltam a colocar o turismo em Portugal no caminho certo para ultrapassar o ano de 2019.

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Em novembro de 2022, o setor do alojamento turístico registou 1,7 milhões de hóspedes (+19,7%) e 4,2 milhões de dormidas (+19,4%), correspondendo subidas de 19,7% e 19,4%, respetivamente, face a igual período de 2021, avançam os dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). Isto faz com que os proveitos totais atinjam os 288,6 milhões de euros (+36,8% face a igual mês de 2021) e 214,2 milhões de euros de proveitos de aposento (+40,3% quando comparado com novembro do ano passado).

Já comparando estes valores com o mesmo mês de 2019, o INE indica aumentos de 25,5% nos proveitos totais e 29,2% nos relativos a aposento (+27% e +27,8% em outubro, respetivamente).

No conjunto dos primeiros onze meses de 2022, os proveitos totais cresceram 118,2% e os relativos a aposento aumentaram 120,4% face ao mesmo número de meses de 2021. Comparando com igual período de 2019, verificaram-se aumentos de 16,2% e 17,4%, respetivamente.

Em novembro, Lisboa concentrou 43,7% dos proveitos totais e 47% dos relativos a aposento, seguindo-se o Norte (15,9% e 16,0%, respetivamente), que ultrapassou o Algarve (13,6% e 11,8%, pela mesma ordem).

Nos primeiros onze meses de 2022, a evolução dos proveitos foi positiva nos três segmentos de alojamento. Comparando com o mesmo período de 2019, os proveitos totais na hotelaria aumentaram 14,8% e os de aposento cresceram 16,1% (pela mesma ordem, pesos de 87,3% e 85,6% no total do alojamento turístico). Nos estabelecimentos de alojamento local (quotas de 8,7% e 10,3%), registaram-se subidas de 14,4% e 15,3% e no turismo no espaço rural e de habitação (representatividade de 3,9% e 4,1%, respetivamente) os aumentos atingiram 64,2% e 61,9%, pela mesma ordem.

Não residentes com quota de quase 70%
Em novembro, o mercado interno contribuiu com 1,3 milhões de dormidas e voltou a registar uma evolução positiva (+6,3%), após um decréscimo em outubro (-3,2%).

Os mercados externos predominaram (peso de 68,9%) e totalizaram 2,9 milhões de dormidas (+26,4%).

Comparando com 2019, registaram-se aumentos de 0,8% nas dormidas de residentes e 5,9% nas de não residentes, o que neste último caso corresponde ao maior crescimento mensal face a 2019, revela o INE.

No conjunto dos primeiros onze meses de 2022, as dormidas aumentaram 89,4% (+22,4% nos residentes e +157,7% nos não residentes). Comparando com o mesmo período de 2019, as dormidas diminuíram 1,2% (-5,3% nos não residentes e +8,4% nos residentes).

Novembro positivo para todas as regiões
Em novembro, todas as regiões apresentaram evoluções positivas do número de dormidas face ao mesmo mês de 2021. Lisboa concentrou 32,9% das dormidas, seguindo-se o Algarve e o Norte (17,5% em ambas).

Face a novembro de 2019, registaram-se decréscimos no Algarve (-5,4%), Centro (-2,3%) e Alentejo (-1,6%). Os maiores aumentos ocorreram na Madeira (+24,9%), Açores (+8,3%) e Lisboa (+5%).

Nas dormidas de residentes, destacou-se a Madeira com um crescimento de 57,1% face a 2019. Os maiores decréscimos registaram-se no Alentejo (-5,8%) e no Centro (-5,6%).

À exceção do Algarve (-6,9%), todas as restantes regiões registaram aumentos nas dormidas de não residentes, destacando-se a Madeira (+21,0%) e Açores (+14,7%), face a 2019.

O município de Lisboa concentrou 25,5% do total de dormidas em novembro de 2022 (13,9% do total de dormidas de residentes e 30,7% do total de dormidas de não residentes), atingindo 1,1 milhões de dormidas (1,3 milhões em outubro, 19,8% do total). Comparando com novembro de 2019, as dormidas aumentaram 3,2% (-2% nos residentes e +4,4% nos não residentes).

O Funchal representou 10,6% do total de dormidas (449,2 mil), correspondendo a um acréscimo de 23,8% (+66,3% nos residentes e +19,0% nos não residentes) em comparação com novembro de 2019.

No Porto, registaram-se 338,3 mil dormidas (8% do total) em novembro, mais 5,2% face ao mesmo mês de 2019 (-0,1% nos residentes e +6,6% nos não residentes).

Em Albufeira, registaram-se 227,7 mil dormidas (peso de 5,4% do total), sendo o município com a maior redução (-21,3%) face a novembro de 2019 (-16,6% nos residentes e -22,2% nos não residentes).

No conjunto dos primeiros onze meses de 2022, face a igual período de 2019, registaram-se decréscimos das dormidas em Lisboa (-5,2%; -0,5% nos residentes e -6,1% nos não residentes) e em Albufeira (-15,9%; -9,2% nos residentes e -17,8% nos não residentes). Nos municípios do Funchal e do Porto, as dormidas aumentaram 11,8% (+76,8% nos residentes e +4% nos não residentes) e 4,2% (+7,5% nos residentes e +3,5% nos não residentes), respetivamente.

Ocupação em alta
A taxa líquida de ocupação-cama nos estabelecimentos de alojamento turístico (35,3%) aumentou 3,3 p.p. em novembro (+6,5 p.p. em outubro), face a igual período de 2021, ficando ligeiramente acima do valor observado no mesmo mês de 2019 (35,2%).

Em novembro, as taxas líquidas de ocupação-cama mais elevadas registaram-se na Madeira (57,1%) e Lisboa (49,1%), onde se verificaram também os maiores acréscimos neste indicador (+4,8 p.p. e +6,4 p.p., respetivamente). Em relação a 2019, apenas se verificaram crescimentos na Madeira (+8,4 p.p.) e Açores (+2,1 p.p.).

A taxa líquida de ocupação-quarto nos estabelecimentos de alojamento turístico (45,4%) aumentou 4,6 p.p. em novembro (+9,2 p.p. em outubro), ficando ligeiramente abaixo do valor registado em novembro de 2019 (45,6%).

Rendimento médio por quarto ocupado cresce mais de 24% face a novembro de 2019
No conjunto dos estabelecimentos de alojamento turístico, o rendimento médio por quarto disponível (RevPAR) atingiu 39,8 euros em novembro, tendo aumentado 31,4% face a novembro de 2021 (+41,7% em outubro) e 23,8% em comparação com o mesmo mês de 2019 (+21,2% em outubro).

Os valores de RevPAR mais elevados foram registados na AM Lisboa (78,8 euros, +51,9%) e na Madeira (49,3 euros, +21,2%).

Este indicador aumentou 72,6% desde o início do ano, com crescimentos de 74,6% na hotelaria, 83,6% no alojamento local e 18,4% no turismo no espaço rural e de habitação.

No conjunto dos estabelecimentos de alojamento turístico, o rendimento médio por quarto ocupado (ADR) atingiu 87,6 euros em novembro, +18,1% em relação ao mesmo mês de 2021 (+20,1% em outubro). Face a novembro de 2019, o ADR aumentou 24,2% (+19,6% em outubro).

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Itália autoriza os seus municípios a aplicar taxas turísticas até 10 euros por noite

O governo italiano autorizou o aumento das taxas turística até 10 euros por pessoa e por noite em cidades onde há 20 vezes mais turistas do que residentes. A decisão que a Itália inclui na sua última lei de orçamento já está a gerar polémica.

O aumento (até agora o teto era de cinco euros) só será aplicado nas cidades que o solicitarem e atenderem a determinados requisitos. Mas, mesmo assim, o setor hoteleiro já se manifestou contra o imposto, segundo a imprensa italiana.

“Taxar os turistas não nos parece uma boa ideia”, considerou Vittorio Messima, presidente da associação de operadores turísticos Assoturismo Confesercenti. “É um risco desencorajar os visitantes, principalmente as famílias. É exatamente o contrário do que deveríamos fazer”, continuou Messima, estimando que o gasto adicional para uma família de quatro pessoas pode chegar a 280 euros por semana.

Porém, nem todas as cidades terão competência para aplicar o aumento. De acordo com a nova lei, o imposto só pode ser aplicado nas localidades onde as administrações públicas possam provar que “a presença de turistas é 20 vezes superior ao número de residentes”. Além disso, os dados devem ser certificados pelo Instituto Nacional de Estatística (Istat) e devem referir-se à média dos três anos anteriores ao ano em que é solicitada a aplicação do imposto.

O problema é que o risco é que algumas das cidades mais icônicas de Belpaese sejam afetadas, segundo um estudo realizado justamente pela Assoturismo Confesercenti. Este relatório detetou que algumas das cidades que preenchem os requisitos exigidos são Siena, Florença, Veneza, Pisa e Rimini  Todas elas são grandes cidades do norte da Itália e destinos comuns do turismo europeu e internacional, devido ao seu grande patrimônio arquitetónico, artístico e cultural.

O Centro de Estudos Turísticos de Siena, por exemplo, registou que, no triênio 2017-2019, a média de turistas que a cidade recebeu a cada ano foi de um milhão de pessoas, enquanto o número de residentes é de 53 mil, o que deixa uma proporção de turistas/residentes acima de 20. Outros são os casos em que esta proporção é ainda maior, como em Florença (29), Rimini (50) e Veneza (49). É também por isso que uma organização, a Italian Hospitality, chegou a escrever uma carta ao governo italiano solicitando o cancelamento da nova regra que, no entanto, foi concretizada nos últimos dias.

No entanto, ainda são poucos os municípios que  já  confirmaram  que vão aplicar esses aumentos (Florença, Siena e Rimini não estão entre eles). Pelo contrário, desde que a nova lei foi conhecida, os debates têm-se intensificado em muitas das administrações autárquicas, com alguns vereadores a dizerem publicamente que descartam a aplicação da nova medida.

Outros, porém, se propuseram a estudar esses recursos adicionais que entrariam nos cofres dos governos regionais e poderiam ser usados num momento em que estão a ser afetados pela inflação e pela crise energética.

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