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TAP é a companhia aérea mais segura da Europa e a 5.ª no mundo

O site AirlineRatings avaliou o histórico de mais de 400 companhias aéreas em todo o mundo em matéria de segurança e colocou a TAP no Top10 mundial.

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O site AirlineRatings avaliou o histórico de mais de 400 companhias aéreas em todo o mundo em matéria de segurança e colocou a TAP no Top10 mundial.

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A TAP foi eleita a companhia aérea mais segura da Europa e a 5.ª em todo o mundo pelo AirlineRatings, que avaliou o histórico de mais de 400 companhias aéreas em todo o mundo e colocou a TAP no Top10 mundial, avança a transportadora aérea nacional em comunicado.

“Esta distinção honra-nos muito. Continuaremos a posicionar implacavelmente a segurança como prioridade máxima”, afirma a CEO da TAP, Christine Ourmières-Widener.

Para esta classificação de janeiro de 2022, o site AirlineRatings teve em consideração o histórico das companhias aéreas em matéria de segurança, nomeadamente os acidentes nos últimos cinco anos; registo de incidente sério ao longo de dois anos; auditorias de órgãos governamentais e da indústria da aviação; auditorias governamentais; iniciativas de segurança líderes da indústria; idade da frota, e Protocolos de segurança COVID-19.

“A TAP Air Portugal tem um excelente histórico de segurança e isso não é surpreendente, pois manteve a sua frota jovem e sempre procurou as melhores aeronaves e foi uma das primeiras a adotar grandes avanços em segurança. O seu registo de incidentes nos últimos dois anos tem sido um dos melhores e a companhia aérea não sofreu uma fatalidade na era moderna”, refere Geoffrey Thomas, Editor-Chefe da AirlineRatings.com.

Para o responsável do site da aviação, a TAP tornou-se numa “referência em segurança aérea”, primando também pelos protocolos adotados na sequência da pandemia da COVID-19, que segundo o responsável da AirlineRatings, “são líderes da indústria”.

Lançado em 2013, o AirlineRatings avalia os padrões de segurança e de produto de mais de 400 companhias aéreas, usando um sistema de estrelas, que atribui de acordo com a idade da frota, o histórico de acidentes e com parâmetros de segurança definidos pela International Air Transport Association (IATA) – no que diz respeito à certificação IOSA –, pela International Civil Aviation Organization (ICAO) e pela norte-americana Federal Aviation Authority.

 

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Eddie Wilson, CEO da Ryanair, e Michael O’Leary, CEO do grupo Ryanair

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CEO da Ryanair crítica monopólio da ANA e pede expansão da Portela: “Assim Portugal não crescerá”

Um dia depois de ter apresentado os resultados referentes ao 1.º trimestre do exercício de 2025, registando uma quebra de 46% nos lucros, Michael O’Leary, CEO do grupo Ryanair, veio a Lisboa. As criticas desta vez foram direcionadas ao monopólio da ANA e aumento das taxas aeroportuárias, bem como na demora nas obras na Portela.

“Depois de resolvido o problema do novo aeroporto, Portugal tem de resolver o problema do monopólio da gestão dos aeroportos, entregues à ANA”, assinalou Michael O’Leary, CEO do grupo Ryanair, na conferência de imprensa realizada esta terça-feira, 23 de julho, em Lisboa.

Se no primeiro caso o responsável da companhia aérea lowcost admita que “a preferência estava em Montijo, já que era mais barato e mais rápido”, quanto à gestão dos aeroportos Michael O’Leary foi mais incisivo: “apelamos ao final do monopólio da ANA e à redução das taxas excessivas nos aeroportos portugueses, já que, a continuar assim, será muito difícil o turismo em Portugal crescer”.

As críticas à “decisão monopolista da ANA” em aumentar as taxas aeroportuárias em até 17%, em 2024, levou Michael O’Leary a considerá-la como “absurda”, uma vez que “forçou a Ryanair a fechar a sua base em Ponta Delgada e reduzir a sua base na Madeira em 50%” neste verão de 2024.

O responsável da Ryanair considera que estes aumentos de taxas são impostos numa altura em que a maioria dos aeroportos europeus estão a reduzir as mesmas, de forma a recuperar o tráfego pré-Covid e incentivar o crescimento do turismo e, por essa, via das economias dos países. “Estes aumentos das taxas aeroportuárias prejudicam o crescimento de Portugal, ao mesmo tempo que apenas enriquecem os bolsos do proprietário francês do monopólio, a ANA/VINCI”.

Os pedidos de O’Leary
A operar em seis aeroportos nacionais, com 27 aviões, o que equivale a 3 mil milhões de dólares de investimento, 172 rotas (15 das quais novas,) transportando 13,5 milhões de passageiros este ano e mais de 10.500 empregos criados, Michael O’Leary criticou os aumentos das taxas nos aeroportos onde opera a Ryanair: Lisboa (+17%); Faro (+12%); Porto (+11%); Ponta Delgada (+9%) e Funchal (+6%).

Fonte: Ryanair

Revelando que ainda não foi possível reunir com o ministro das Infraestruturas, Miguel Pinto Luz, ou qualquer outro membro do Governo, embora a reunião esteja pedida, Michael O’Leary referiu que já enviou o plano de crescimento da companhia ao Executivo liderado por Luís Montenegro. Neste, a Ryanair pede o aumento da capacidade do terminal no Aeroporto Humberto Delgado (AHD) antes da construção do aeroporto de Alcochete; aumento da capacidade do AHD de 35 para 45 milhões de passageiros, em 2025, “uma vez que o novo aeroporto não ficará pronto antes de 2031 e o crescimento de Lisboa não pode esperar”; permitir que a Ryanair cresça com a concorrência das tarifas baixas; que as slots não utilizadas pela easyJet sejam redistribuídas; e avançar, rapidamente, com a venda/privatização da TAP Air Portugal.

De resto, o plano de crescimento da Ryanair 2030 apresenta um crescimento no número de passageiros, passando dos atuais 13,5 milhões para 27 milhões até 2030; uma duplicação das rotas, incluindo domésticas, para mais de 320; acrescentar 16 novas aeronaves a Portugal, equivalendo a um investimento de 1,6 mil milhões de dólares; reabrir a base de Ponta Delgada; aumentar o crescimento fora do período de ponta nos aeroportos regionais; reduzir a sazonalidade em Faro, Ponta Delgada e Funchal; e, finalmente, criar mais 500 novos empregos.

Os planos até 2030
Com um plano de aumento de frota que prevê atingir os 800 aviões em 2034, Michael O’Leary admite que “os atrasos da Boeing desafiam o cronograma de crescimento da companhia, em 2024”, dirigindo, igualmente, críticas ao controlo de tráfego aéreo na Europa, apontando o desempenho “insuficiente” da União Europeia (UE) no verão de 2024, representando menos 5% de voos, face a 2019.

O CEO da Ryanair frisou ainda que, no caso do controlo de tráfego aéreo, “milhares de voos estão a ser cancelados ou atrasados na UE por má gestão das autoridades competentes. As taxas aumentam, mas as falhas de funcionários e equipamentos também aumentam”, disse Michael O’Leary, considerando ainda que a União Europeia deve “proteger os sobrevoos durantes as greves nacionais em território da UE”.

Lisboa x 2
Voltando ao tema do aeroporto, uma coisa é clara para Michael O’Leary: “Lisboa precisará sempre de dois aeroportos, tal como todas as grandes cidades europeias. Será uma decisão inteligente”, admitindo que, “voaremos para os dois aeroportos, se estes existirem”.

No caso da TAP, a opinião é de que a venda se deve concretizar “o mais rapidamente possível. Até porque se não acontecer, o risco dos contribuintes portugueses terem de meter mais dinheiro na companhia aérea é grande”. Para O’Leary, a melhor opção de venda recai sobre o grupo IAG, admitindo que “não haverá perigo de transferência do hub de Lisboa para Madrid”.

Quanto ao investimento que a União Europeia está a realizar na ferrovia, nomeadamente, na Alta Velocidade, tanto Michael O’Leary como Eddie Wilson, CEO da Ryanair, não se mostram preocupados. “Claro que depende sempre das rotas, mas ninguém irá optar pelo comboio em viagens com mais de três ou quatro horas”, disse Eddie Wilson, concluindo O’Leary que “em viagens com duração inferior a duas horas ainda poderíamos ser impactados, mas nesses casos, não temos operação. Há lugar para a Alta Velocidade, mas em viagens mais longas, todos vão optar pela rapidez, até porque os preços na Alta Velocidade também não serão assim tão reduzidos”.

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Turkish Airlines apresenta nova suite Crystal Business Class

A Turkish Airlines revelou os pormenores da sua nova suite de Classe Executiva topo de gama no Farnborough International Airshow 2024 em Hampshire, Reino Unido.

A nova suite Crystal Business Class marca uma nova era nas viagens aéreas de luxo para passageiros de negócios e é a primeira da Turkish Airlines a apresentar uma porta de suite ajustável e um painel de privacidade para uma maior privacidade durante o voo. Os novos assentos apresentam uma largura de 23 polegadas, com maior espaço para os pés e acesso direto ao corredor para todos os passageiros, sendo que todas as suites com janela têm visibilidade total. Em linha com a identidade da marca “Flow” da companhia, as novas suites apresentam cores mais claras e quentes, mesa em mármore e acabamentos em ouro rosa.

A suite inclui luzes ambiente e de leitura ajustáveis, tomadas elétricas universais e de Tipo C, carregador sem fios, tomada de áudio com cancelamento de ruído, espelho ajustável, almofada de assento ergonómica de arrumação fechada e um ecrã IFE de 22 polegadas.

Os novos assentos da companhia aérea foram desenvolvidos pela sua subsidiária, a TCI Aircraft Interiors, para criar um produto personalizado e exclusivo para a companhia aérea e apresentam elementos com peles e tecidos de pelúcia, todos provenientes da Turquia, para realçar as raízes da transportadora de bandeira.

Os novos assentos, que serão utilizados nos voos transcontinentais da transportadora, serão gradualmente instalados nos Airbus A350 encomendados pela companhia aérea e planeados para serem adaptados à sua frota de aviões Boeing 777.

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Green Breeze alia luxo e sustentabilidade nas águas da Costa de Setúbal, Tróia e Arrábida

A Green Breeze, especializada em aluguer de iates e barcos de luxo na região do Estuário do Sado, Tróia e Serra da Arrábida, oferece uma navegação mais sustentável e de luxo. Com um compromisso com o meio ambiente, a empresa destaca-se por possuir o único iate híbrido da região, proporcionando uma experiência única e ecológica aos seus clientes.

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Em modo 100% elétrico o Greenline 48 consegue fazer entre uma e duas horas de navegação permitindo assim uma perfeita interação com o meio ambiente e motivando muitas vezes a visita dos golfinhos que habitam nas águas do estuário do Sado.

A Green Breeze integra a inovação ecológica no coração das suas operações: o iate híbrido Greenline 48 Fly Hybrid, representa o futuro da navegação sustentável, combinando tecnologia de ponta com práticas amigas do ambiente.

No futuro e como explica Joana Poças, Managing Director da empresa, “queremos alargar a nossa frota e ter um barco 100% elétrico”.

Para complementar a oferta de luxo, a Green Breeze reforçou as suas parcerias com os melhores restaurantes e hotéis da região. “Os nossos clientes têm a oportunidade única de desfrutar de produtos da região a bordo, desde um exclusivo vinho Ermelinda de Freitas ao saboroso queijo de Azeitão”, explica o responsável, reafirmando que, estas parcerias “não só enriquecem a experiência a bordo, como também apoiam a economia local e promovem a excelência gastronómica da região”.

A maioria dos clientes da empresa são turistas vindos dos EUA, mas também conta com muitos franceses. Contudo, “gostaríamos que cada vez mais portugueses pudessem desfrutar deste tipo de experiências exclusivas e de luxo que o nosso país tem para oferecer.” acrescenta Joana Poças.

A Green Breeze oferece uma frota diversificada de iates e barcos de luxo, cada um equipado com comodidades de primeira classe. A bordo, os clientes podem desfrutar de serviços exclusivos, incluindo catering gourmet, degustações de vinhos locais, fotografias profissionais e muito mais.

A marca oferece passeios personalizados ao longo da costa de Setúbal, com vistas para a Serra da Arrábida, as praias de Tróia e as águas da Arrábida. Cada experiência é adaptada aos desejos dos clientes, seja para uma celebração especial, um evento corporativo ou uma escapadela romântica. No que diz respeito a serviços, contam-se desde uma viagem de 3 horas para assistir ao pôr do sol a bordo, um passeio de meio-dia ou de dia inteiro e até um fim de semana ou uma semana completa, com valores de experiências que começam nos 850 euros.

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Lucros da Ryanair caem 46% no 1.º trimestre

A Ryanair apresentou, no primeiro trimestre de 2025 (terminado a 30 de junho de 2024), lucros de 360 milhões de euros, uma quebra de 46% face aos 663 milhões de igual período do exercício anterior. No que diz respeito ao número de passageiros transportados, registou, no entanto, um aumento de 10%, alcançando os 55,5 milhões.

Victor Jorge

No primeiro trimestre do exercício 2025 (terminado a 30 de junho de 2024), a Ryanair registou uma quebra nos lucros, passando de 663 milhões de euros para 360 milhões de euros, representando uma descida de 46%.

As receitas também registaram uma descida, embora mais ligeira, de 1%, totalizando 3,63 mil milhões de euros contras os 3,65 mil milhões de euros de período homólogo do exercício transato, sendo que as receitas regulares diminuíram 6% para 2,33 mil milhões de euros, e as vendas acessórias (Ancillary) aumentaram 10% para 1,3 mil milhões de euros (cerca de 23,40 euros por passageiro).

Já os custos operacionais, aumentaram em 11%, passando os 2,94 mil milhões de euros, no final de junho de 2023, para 3,26 mil milhões de euros no sexto mês de 2024.

A companhia lowcost liderada por Michael O’Leary informa ainda que o número de passageiros transportados passou de 50,4 milhões, no final do primeiro trimestre do exercício de 2024, para 55,5 milhões no final do primeiro trimestre do exercício de 2025, representando um acréscimo de 10%, embora o load factor tenha descido um ponto percentual (p.p.), de 95% para 94%.

Em comunicado, Michael O’Leary destaca o aumento do número de passageiros transportados, “apesar dos múltiplos atrasos na entrega de aviões por parte da Boeing”.

“O grupo Ryanair tinha 156 B737 Gamechangers a 30 de junho e esperamos aumentar este número para mais de 160 até ao final de julho (menos 20 do que as entregas contratadas)”, avança a companhia, referindo que “registámos uma melhoria na qualidade e frequência das entregas durante o 1.º trimestre”. Embora reconheça o “risco de as entregas da Boeing atrasarem ainda mais”, a Ryanair espera garantir a entrega “atempada” dos restantes 50 aviões da Boeing antes do verão de 2025.

“Este verão, estamos a operar o nosso maior programa de sempre com mais de 200 novas rotas (e cinco novas bases)”, assinalando o prolongamento do contrato de aluguer operacional, até 2028, de três A320 com a Lauda, ao mesmo tempo que “continuaremos também a receber B737 até agosto e setembro, apesar de não podermos programar estes aviões para os voos de pico do verão”, diz a Ryanair no comunicado.

“Prevemos que a capacidade europeia de voos de curta distância permaneça limitada durante alguns anos, uma vez que os operadores de A320 estão a efetuar importantes reparações de motores P&W, os fabricantes se debatem com atrasos nas entregas e a consolidação das companhias aéreas prossegue, incluindo a aquisição da ITA (Itália) pela Lufthansa, recentemente aprovada, a aquisição adiada da Air Europa (Espanha) pela IAG e a venda iminente da TAP (Portugal)”.

Mantendo o objetivo de transportar 300 milhões de passageiros no ano fiscal de 2034, a Ryanair indica que os volumes de combustível para o ano fiscal 2025 estão cobertos em 75%, admitindo poupanças superiores a 450 milhões de euros. Além disso, revela que, “aproveitando a recente fraqueza do preço do petróleo”, a companhia aumentou a cobertura de combustível para o ano fiscal 2026 para quase 45%, assinalando que “esta forte posição de cobertura ajuda a isolar o grupo da volatilidade significativa dos preços dos combustíveis”.

Para o restante exercício de 2025, a Ryanair prevê que o tráfego de passageiros cresça 8%, podendo atingir os 200 milhões, “desde que não se registem atrasos na entrega dos Boeing”.

“Embora a procura no 2.º trimestre seja forte, os preços continuam a ser mais baixos do que esperávamos, e esperamos agora que as tarifas do destes próximos três meses sejam materialmente mais baixas do que no verão passado. O resultado final do primeiro semestre está, no entanto, totalmente dependente das reservas e das receitas finais em agosto e setembro. Como é normal nesta altura do ano, temos uma visibilidade quase nula do terceiro e quarto trimestres, embora o quarto trimestre não beneficie da Páscoa antecipada do ano passado”.

Assim, conclui, “é demasiado cedo para fornecer uma orientação significativa para os lucros do exercício de 2025, embora esperemos poder fazê-lo nos nossos resultados do primeiro semestre, em novembro. O resultado final de 2025 continua sujeito a evitar desenvolvimentos adversos durante o exercício, especialmente devido aos conflitos contínuos na Ucrânia e no Médio Oriente, à repetida falta de pessoal e restrições de capacidade do ATC ou a novos atrasos na entrega da Boeing”.

 

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TACV espera receber mais um avião na próxima semana

A TACV espera receber, no início da próxima semana, um aparelho ATR 72-600, que pode transportar até 70 passageiros e que, segundo a companhia aérea, vai ser usado para dar resposta ao aumento da procura que se regista este verão, incluindo nos voos interilhas.

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A Transportes Aéreos de Cabo Verde (TACV), companhia aérea de bandeira de Cabo Verde, espera receber um novo avião no início da próxima semana, aparelho que vai aumentar para três o número de aviões operados pela companhia aérea cabo-verdiana.

De acordo com informação avançada pela Lusa, este novo avião é um aparelhos ATR 72-600, que pode transportar até 70 passageiros e que, segundo a companhia aérea, vai ser usado para dar resposta ao aumento da procura que se regista este verão.

“Na próxima semana, a companhia contará com mais uma aeronave – um ATR 72-600 com capacidade para 70 passageiros”, lê-se num comunicado da TACV que é citado pela Lusa.

Para a companhia aérea, a receção deste novo avião representa um passo importante para melhorar a conectividade e aumentar de viagens no arquipélago, que sente maior procura durante a época alta, entre julho e setembro.

Atualmente, a TACV está a operar dois aparelhos nos voos domésticos, concretamente um ATR 72- 500 e um Dash 8-300, sendo ambos os aparelhos alugados pela companhia aérea cabo-verdiana.

A Lusa recorda que a TACV tinha anunciado a chegada do novo avião a 4 de julho, sendo a vinda deste aparelho justificada com a necessidade de aumentar o número de voos entre as ilhas do arquipélago, que sofrem atrasos e cancelamentos frequentes e cujos voos são agora operados pela TACV, depois da saída da Bestfly dos voos domésticos em Cabo Verde.

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SATA concentra serviços de atendimento ao cliente nos balcões de aeroporto e Contact Center

O Grupo SATA explica que esta medida “insere-se num plano mais abrangente e compreensivo que tem como objetivo assegurar a sustentabilidade da empresa a médio e longo prazo”.

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Nos Açores, a SATA Air Açores e Azores Airlines vão passar a concentrar, a partir de 1 de agosto, os seus serviços de atendimento ao cliente nos balcões de aeroportos e através do Contact Center, medida que, segundo o Grupo SATA, se insere “num plano mais abrangente e compreensivo que tem como objetivo assegurar a sustentabilidade da empresa a médio e longo prazo”.

“A iniciativa insere-se num plano mais abrangente e compreensivo que tem como objetivo assegurar a sustentabilidade da empresa a médio e longo prazo, composto por acções que visam incrementar a sua eficiência, aumentar a receita e incrementar a produtividade e a rentabilidade dos recursos humanos e materiais, mantendo o foco no serviço prestado ao cliente”, lê-se num  comunicado divulgado pelo grupo de aviação açoriano.

O Grupo SATA acrescenta que esta medida visa também “melhorar o serviço de atendimento aos clientes, reforçando os canais que se encontram mais próximos dos passageiros, bem como aumentar a capacidade no atendimento através do Contact Center”.

“Estes dois canais enfrentam relevantes desafios de resposta aos clientes que necessitam urgentemente de ser colmatados”, refere ainda o grupo de aviação açoriano, na informação divulgada esta sexta-feira, 19 de julho.

A reorganização do modelo de atendimento vai implicar “a transferência dos serviços e dos recursos humanos das atuais lojas em centro urbano, para concentrar, sempre que possível, os meios físicos e humanos nos balcões de atendimento nas estruturas aeroportuárias da companhia nos Açores”, o que deverá permitir “canalizar esforços para oferecer um serviço de atendimento presencial ou remoto, cada vez mais eficiente aos clientes das transportadoras”.

O Grupo SATA diz ainda que vai também continuar a apostar nos “canais de contacto digitais”, a exemplo do site comercial das transportadoras, disponível aqui, e através do qual é ainda possível realizar “um conjunto de operações comerciais, como efetuar reservas e compra de bilhete, aquisição de serviços adicionais, ou consultar informação sobre os serviços disponibilizados”.

O grupo de aviação açoriano lembra também que as suas companhias aéreas contam com “uma rede de balcões de atendimento nas nove estruturas aeroportuárias do Arquipélago dos Açores, bem como nos aeroportos de Lisboa e Porto”.

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Cruzeiros ameaçam com “boicote” a Barcelona

Depois de ter aumentado as taxas turísticas em abril deste ano e revelar novo aumento a partir de outubro, a cidade de Barcelona vê-se em risco de sair da rota dos cruzeiros.

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Em abril deste ano, Barcelona aumentou a taxa turística de 2,75 euros para 3,25 euros, representando um aumento de 18%. Recentemente, os responsáveis pela cidade vieram anunciar um novo reajuste para outubro de 2024, quando os turistas deverão pagar 4 euros.

Em resposta, a Associação Internacional de Companhias de Cruzeiros (CLIA) referem que a “turismofobia” e as atitudes violentas contra os turistas podem provocar muitas companhias a deixar de considerar a rota, apostando em destinos alternativos.

A ‘turismofobia’ não é só um problema em Espanha como também em França e outros países do Mediterrâneo e os visitantes estão a ficar cada vez mais sensíveis às atitudes violentas como aconteceram em Barcelona que têm um impacto na reputação do destino, afirmou a presidente da CLIA, Marie Caroline Laurent, numa visita recente a Madrid.

Em consequência desta realidade, a associação está a considerar transferir a operação para outros destinos, indicando que “se existe a noção de que os passageiros dos cruzeiros não são bem recebidos, teremos de pensar em adaptar os itinerários”, admite Laurent.

Já Alfredo Serrano, diretor da CLIA em Espanha, salientou à imprensa espanhola que “o diálogo complicado com o Ayuntamiento de Barcelona traduzir-se-á em cancelamentos e descontentamento dos turistas”, pelo que adverte que “muitas companhias de cruzeiros poderão apostar noutros páises ou cidades espanholas”.

Sabendo-se que a Arábia Saudita é um dos países que mais está a investir para captar estas companhias, a imprensa espanhola avança que portos como Corunha, Ferrol, Almería, Alicante, Cartagena o Cádiz, estão a tornar “cada vez mais atrativos para muitas companhias”.

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Emirates volta a recrutar em Portugal

Entre 24 e 28 de julho, a Emirates volta a realizar mais uma edição dos seus Open Days em Portugal, numa nova sessão de recrutamento que vai passar por Lisboa, Porto e Braga.

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A Emirates vai voltar a realizar mais uma edição dos seus Open Days em Portugal, numa nova ação de recrutamento que, segundo a companhia aérea do Dubai, vai passar por Lisboa, Porto e Braga, entre 24 e 28 de julho.

No total, esta edição dos Open Days da Emirates vai passar por três cidades nacionais, arrancando em Lisboa, a 24 de  julho, no hotel Ramada by Wyndham Lisbon, enquanto no dia 26 de julho a sessão de recrutamento tem lugar no Porto, no Porto Palácio Hotel, terminando em Braga, no dia 28 de julho, no Hotel Vila Galé Collection Braga. Todas as sessões começam pelas 09h00.

Segundo um comunicado da companhia aérea, “os três Open Days são eventos de entrada livre e não é necessário registo prévio”, ainda que seja recomendável que os candidatos consultem os requisitos necessários, que estão disponíveis aqui.

“Todos os candidatos selecionados que iniciem a sua carreira de tripulante de cabine serão submetidos a uma intensa formação de oito semanas nos mais elevados padrões de hospitalidade, segurança e prestação de serviços, nas modernas instalações da Emirates no Dubai”, indica a Emirates, destacando que a sua tripulação beneficia de um “pacote salarial distinto” e com uma ampla “variedade de benefícios”.

Entre os benefícios oferecidos pela Emirates, o destaque vai para “um salário isento de impostos, alojamento gratuito fornecido pela empresa, transporte gratuito de e para o trabalho, excelente cobertura médica, bem como descontos exclusivos em compras e atividades de lazer no Dubai”.

Recorde-se que a Emirates voa para Portugal há 12 anos e oferece atualmente 14 voos semanais a partir de Lisboa, sendo também conhecida por ser o maior operador mundial de aviões Boeing 777 e Airbus A380.

Mais informações aqui.

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FlixBus abre linhas para Barcelos e Famalicão desde Lisboa e Porto

A FlixBus passou a ligar Barcelos e Famalicão desde Lisboa e Porto, numa nova linha que conta com quatro ligações diárias. Além do Norte do país, a empresa de autocarros de passageiros tem ainda novidades em Évora e mais oferta entre Lisboa e Madrid.

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A FlixBus voltou a aumentar a sua rede doméstica em Portugal e passou a ligar Barcelos e Famalicão desde Lisboa e Porto, informou a empresa de autocarros de passageiros, em comunicado.

A nova linha arrancou esta semana e conta quatro ligações diárias, pretendendo dar resposta ao aumento da procura por viagens de autocarro que, de acordo com Pablo Pastega, diretor geral da FlixBus em Portugal e Espanha, “disparou nos últimos meses”.

“A procura por viagens de autocarro disparou nos últimos meses, estando em linha com o crescimento do setor das viagens e turismo em Portugal e na Europa. Os expressos são cada vez mais a primeira opção na hora de viajar”, refere o responsável da FlixBus, realçando que “estas novas linhas vêm dar resposta a este aumento da procura, e inserem-se no plano de estratégico de crescimento da marca em Portugal”.

Além das novidades no Norte do país, a FlixBus passou também a ligar Évora ao Aeroporto de Lisboa duas a quatro vezes por dia, passando a capital alentejana a contar com ligações a dois aeroportos, o de Lisboa e o de Madrid-Barajas.

“Continuamos com a nossa estratégia de reforçar as ligações diretas aos aeroportos nacionais”, acrescenta Pablo Pastega, explicando que o “objetivo é facilitar as viagens de ligação a todos os que viajam de avião”.

Para dar resposta ao aumento da procura sentido, a FlixBus aumentou também o número de ligações entre Lisboa e Madrid, acrescentando uma ligação noturna a esta linha, que passa a contar com 10 ligações por dia.

“Para além de reforçar as ligações à capital espanhola, a FlixBus reforçou também as ligações a Cáceres, Badajoz e Toledo”, refere ainda a empresa de autocarros de passageiros, na informação divulgada.

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Expedia Group já pode vender voos da Ryanair

A parceria entre a Ryanair e o Expedia Group vai permitir que, nos próximos meses, os viajantes possam reservar voos da Ryanair diretamente através do Expedia Group.

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A Ryanair chegou a acordo com o Expedia Group para que este possa vender os voos e pacotes com ligações aéreas da companhia aérea, numa parceria que entra em vigor nos próximos meses, informou a companhia aérea low cost, em comunicado.

“Esta colaboração permite ao Expedia Group oferecer as tarifas baixas da Ryanair aos seus viajantes, melhorando as escolhas e experiências dos passageiros”, destaca a Ryanair, realçando que o Expedia Group se tornou na mais recente OTA – Online Travel Agency aprovada pela companhia aérea.

Com esta parceria, os clientes da Expedia Group passam a ter acesso às tarifas baixas da companhia aérea e os voos que a Ryanair disponibiliza para mais de 240 destinos, num processo de reserva que também passa a ser simplificado.

Segundo a Ryanair, esta parceria “garante que os viajantes do Expedia Group tenham acesso à sua conta myRyanair e às atualizações essenciais de voos diretamente, sem a necessidade de concluir o processo de verificação de cliente da Ryanair”

 

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