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TAP é a companhia aérea mais segura da Europa e a 5.ª no mundo

O site AirlineRatings avaliou o histórico de mais de 400 companhias aéreas em todo o mundo em matéria de segurança e colocou a TAP no Top10 mundial.

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A TAP foi eleita a companhia aérea mais segura da Europa e a 5.ª em todo o mundo pelo AirlineRatings, que avaliou o histórico de mais de 400 companhias aéreas em todo o mundo e colocou a TAP no Top10 mundial, avança a transportadora aérea nacional em comunicado.

“Esta distinção honra-nos muito. Continuaremos a posicionar implacavelmente a segurança como prioridade máxima”, afirma a CEO da TAP, Christine Ourmières-Widener.

Para esta classificação de janeiro de 2022, o site AirlineRatings teve em consideração o histórico das companhias aéreas em matéria de segurança, nomeadamente os acidentes nos últimos cinco anos; registo de incidente sério ao longo de dois anos; auditorias de órgãos governamentais e da indústria da aviação; auditorias governamentais; iniciativas de segurança líderes da indústria; idade da frota, e Protocolos de segurança COVID-19.

“A TAP Air Portugal tem um excelente histórico de segurança e isso não é surpreendente, pois manteve a sua frota jovem e sempre procurou as melhores aeronaves e foi uma das primeiras a adotar grandes avanços em segurança. O seu registo de incidentes nos últimos dois anos tem sido um dos melhores e a companhia aérea não sofreu uma fatalidade na era moderna”, refere Geoffrey Thomas, Editor-Chefe da AirlineRatings.com.

Para o responsável do site da aviação, a TAP tornou-se numa “referência em segurança aérea”, primando também pelos protocolos adotados na sequência da pandemia da COVID-19, que segundo o responsável da AirlineRatings, “são líderes da indústria”.

Lançado em 2013, o AirlineRatings avalia os padrões de segurança e de produto de mais de 400 companhias aéreas, usando um sistema de estrelas, que atribui de acordo com a idade da frota, o histórico de acidentes e com parâmetros de segurança definidos pela International Air Transport Association (IATA) – no que diz respeito à certificação IOSA –, pela International Civil Aviation Organization (ICAO) e pela norte-americana Federal Aviation Authority.

 

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Azul passa a operar 10 voos por semana entre Lisboa e São Paulo a partir de 2 de março

Numa nota enviada à imprensa, a companhia aérea brasileira destaca que “o incremento das frequências reforça o comprometimento e a confiança que a Azul possui nesta rota e no mercado português”.

A Azul vai aumentar a operação na rota entre São Paulo e Lisboa, passando a operar um total de 10 voos por semana a partir de 2 de março, informou a companhia aérea brasileira numa nota informativa.

De acordo com a informação divulgada pela companhia aérea, a partir de 2 de março, passa a existir um voo por dia de Lisboa para São Paulo no período da manha, com partida da capital portuguesa pelas 09h00 e chegada às 16h10, ao qual se junta outro voo da parte da tarde, com partida pelas 13h00 e chegada às 20h10, que é realizado às terças, quintas e sábados.

Em sentido contrário, a companhia aérea também vai passar a disponibilizar um voo diário, que tem partida de São Paulo às 18h10, chegando a Lisboa às 07h00+1 do dia seguinte, disponibilizando ainda outro voo às segundas, quartas e sextas, com partida de São Paulo às 22h10 e chegada à capital portuguesa às 11h00+1 do dia seguinte.

Em ambos os casos, os voos da Azul entre Lisboa e São Paulo são realizados em aviões A330-900 neo, bem como em aparelhos A330-200.

“O incremento das frequências reforça o comprometimento e a confiança que a Azul possui nesta rota e no mercado português”, destaca a companhia aérea brasileira na informação enviada à imprensa esta sexta-feira, 28 de janeiro.

Os novos voos já se encontram disponíveis nos GDS e contam com uma tarifa promocional em classe económica a partir de 530 euros, aos quais se junta ainda o valor das taxas aeroportuárias, num valor que é válido para viagens de ida e volta, com um volume de bagagem.

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CLIA prevê que 100% dos navios de cruzeiro transoceânicos esteja a operar em agosto

Apesar do impacto da pandemia, o relatório da CLIA mostra que “a indústria de cruzeiros prosseguiu a retoma de atividade de forma responsável, com protocolos comprovados que estão na vanguarda do setor”.

A CLIA – Associação Internacional de Companhias de Cruzeiros prevê que, no mês de agosto, 100% dos navios de cruzeiros transoceânicos esteja de regresso à operação, revelando que, atualmente, essa percentagem chega já aos 75%.

Os dados revelados pela CLIA constam do relatório 2022 State of the Cruise Industry Outlook, que foi divulgado esta sexta-feira, 28 de janeiro, e que traça um retrato do estado atual dos cruzeiros, através do qual, indica a associação, é possível perceber que “a indústria de cruzeiros prosseguiu a retoma de atividade de forma responsável, com protocolos comprovados que estão na vanguarda do setor”.

“A aplicação de protocolos na vanguarda do setor está a facilitar a retoma do turismo de cruzeiro em todo o mundo, possibilitando o regresso das pessoas à sua atividade laboral e refortalecendo as economias locais e nacionais”, indica o relatório da CLIA, que revela que, desde a retoma de operação, em julho de 2020, as companhias de cruzeiros transportaram já mais seis milhões de passageiros.

Apesar das expetativas positivas, o relatório da CLIA mostra também o profundo impacto que a pandemia da COVID-19 teve nesta atividade, já que, em 2020 o total de passageiros embarcados em navios de cruzeiros desceu 81%, para 5,8 milhões, enquanto os postos de trabalho associados à indústria de cruzeiros caíram 51%, somando 576.000, e a contribuição económica desta atividade encolheu 59%, para 64,4 mil milhões de euros.

“Em comparação com 2019, os dados económicos relativos a 2020 ilustram os profundos efeitos da pandemia na comunidade de cruzeiros em geral e sublinham a importância do turismo de cruzeiros para as economias de todo o mundo”, refere o relatório da CLIA.

A CLIA aponta ainda a importância desta atividade através dos gastos dos passageiros, que contribuem para a criação de “empregos e oportunidades para as comunidades locais em todo o mundo”, uma vez que, por cada 24 turistas de cruzeiros é criado um posto de trabalho a tempo inteiro equivalente, sendo que cada passageiros gasta, em média, 750 dólares nas cidades visitadas ao longo de um cruzeiro de sete dias.

O relatório da CLIA estima ainda que, este ano, as companhias suas associadas estreiem 16 novos navios de cruzeiro, incluindo cinco navios movidos a GNL e nove navios de expedição, e todos “equipados com sistemas avançados de tratamento de águas residuais”, naquela que é uma das grandes tendências desta indústria, que tem vindo a reinventar-se em prol da sustentabilidade e de um menor impacto ambiental.

“Até 2027, a frota de cruzeiros marítimos da CLIA irá refletir avanços significativos na busca de um futuro mais limpo e eficiente por parte da indústria de cruzeiros”, acrescenta a associação, que estima o lançamento de 26 navios movidos a GNL até 2027 e que, até essa data, 81% de capacidade global esteja equipada com sistemas avançados de tratamento de águas residuais, enquanto 174 navios de cruzeiro já vão ter capacidade para receber energia diretamente da rede elétrica terrestre.

“O turismo costeiro e marítimo é um importante motor económico, e continuamos a trabalhar em parceria com destinos de cruzeiro para permitir que as comunidades locais tirem proveito de um turismo responsável.  Os nossos membros estão igualmente a investir em novas tecnologias e novos navios e continuam a perseguir o objetivo de descarbonizar as operações dos navios até 2050”, refere Kelly Craighead, presidente e CEO da CLIA.

O relatório 2022 State of the Cruise Industry Outlook pode ser consultado na íntegra AQUI .

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Singapore Airlines nomeia nova diretora geral para Espanha e Portugal

Joan Lim substitui Kaijie Yeo, que foi promovido a diretor geral da transportadora aérea na Malásia.

A Singapore Airlines nomeou Joan Lim como diretora geral da companhia aérea em Espanha e Portugal, em substituição de Kaijie Yeo, que foi promovido a diretor geral da transportadora na Malásia, segundo informação avançada pelo jornal espanhol Hosteltur.

Joan Lim é licenciada em Comunicação pela Universidade Tecnológica de Nanyang e trabalha na Singapore Airlines desde 2011, quando se tornou numa das primeiras responsáveis da companhia aérea pelo departamento de Fixação de Preços.

Durante o seu percurso profissional na Singapore Airlines, Joan Lim passou também pelo departamento de Sistemas de Tripulação de Cabine, pelo departamento de Comunicação e Marketing e ainda pelo departamento de Gestão de Receitas.

Antes de ser nomeada para liderar a companhia aérea em Espanha e Portugal, Joan Lim desempenhava funções na delegação regional da Singapore Airlines para o Norte da Ásia, em Pequim, tendo posteriormente passado a ser responsável pelo mercado do Sul da China.

“A Singapore Airlines oferece uma alta qualidade de serviço em qualquer território em que opera. E a Península Ibérica não é exceção. Além disso, também nos comprometemos a colocar ao serviço das empresas locais para chegar ao mercado internacional”, afirma a nova responsável da Singapore Airlines para Portugal e Espanha.

No novo cargo, Joan Lim disse já que pretende afirmar a aposta da Singapore Airlines em Barcelona, a exemplo de um nova rota para Milão, que pretende tirar partido das sinergias existentes no território.

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Air France alarga serviço Ready to Fly às rotas de Portugal

Serviço que permite confirmar os documentos de viagem antes do voos passou a estar disponível em 140 rotas e 600 voos diários, incluindo as rotas da Air France para Portugal.

A Air France anunciou esta sexta-feira, 28 de janeiro, o alargamento do serviço Ready to Fly para 140 rotas e 600 voos diários, incluindo os voos da companhia aérea francesa para Portugal.

De acordo com um comunicado da companhia aérea, o Ready to Fly, que foi lançado em julho de 2021 e permite que os passageiros da Air France tenham os documentos de viagem confirmados antes do voo, tem sido “aclamado pelos clientes”, motivo pelo qual a Air France decidiu expandir a sua aplicação e implementá-lo gradualmente em toda a sua rede.

O Ready to Fly está atualmente disponível em mais de 140 rotas com partida de 80 aeroportos, o que representa mais de 600 voos diários, incluindo os voos domésticos de/para a Córsega e os Territórios Ultramarinos; os voos de/para os Estados Unidos, Argentina, Brasil e Chile; as ligações de França para a Alemanha, Espanha, Grécia, Itália, Portugal, Gabão e Senegal e ainda os voos para França da Europa e do Canadá.

“Desde o seu lançamento, o Ready To Fly foi já utilizado por mais de 600.000 clientes”, revela a Air France, explicando que este serviço permite a verificação automática do passe vacinal, que é obrigatório nos voos domésticos em França desde 24 de janeiro de 2022, para todos os passageiros a partir dos 16 anos (exceto de/para a Córsega e os Territórios Ultramarinos).

“Esta funcionalidade está acessível alguns dias antes da partida, seguindo o processo clássico Ready To Fly: os clientes recebem um e-mail no qual são convidados a enviar à Air France o seu passe vacinal através de uma plataforma online segura”, acrescenta a companhia aérea.

Já os passageiros que utilizem o serviço pela primeira vez também podem “digitalizar (scan) o código QR dos seus passes vacinais ao fazerem o check-in num terminal de self-service no aeroporto no dia da partida”, num serviço que está atualmente disponível em Paris-Charles de Gaulle, Paris-Orly, Bordéus, Lyon, Marselha, Montpellier, Mulhouse, Nantes, Nice, Estrasburgo e Toulouse.

“Esta funcionalidade vai ser integrada diretamente no processo de check-in online nos próximos meses”, indica ainda a Air France.

Todas as informações sobre o serviço Ready to Fly está disponível em https://wwws.airfrance.pt/information/covid-19/ready-to-fly.

 

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Emirates assina novo acordo de distribuição com a Amadeus

Novo acordo permite que os agentes de viagens Amadeus tenham acesso aos conteúdos da Emirates sem custos adicionais e possibilitando a futura integração do conteúdo da companhia aérea em NDC.

A Emirates assinou um novo acordo de distribuição com a Amadeus, que veio alargar a parceria que já existia entre a companhia aérea e a empresa de tecnologia, e que permite que os agentes de viagens Amadeus tenham acesso aos conteúdos da Emirates sem custos adicionais e possibilitando a futura integração do conteúdo Emirates em NDC.

“A partir de 1 de Fevereiro de 2022, todos os parceiros comerciais da Amadeus poderão aceder a conteúdos da Emirates sem custos adicionais. O novo acordo inclui também que os conteúdos de NDC (nova capacidade de distribuição) da Emirates estejam integrados na Plataforma de Viagens da Amadeus, permitindo que este conteúdo seja disponibilizado às agências de viagens ao longo de 2022”, explica a Emirates, num comunicado divulgado esta quinta-feira, 27 de janeiro.

Segundo Adnan Kazim, diretor comercial da Emirates, este acordo representa mais um passo em direção ao objetivo da companhia aérea de capacitar os seus “parceiros comerciais a proporcionar experiências ainda melhores” aos passageiros.

“Atualmente, e à medida que a indústria recupera dos efeitos da pandemia, toda a cadeia de serviços de viagens beneficiará de modelos flexíveis de partilha de informação, múltiplas formas de acesso a conteúdos relevantes e dinâmicos, e a capacidade de oferecer produtos e serviços diferenciados”, considera o responsável.

Já Decius Valmorbida, presidente da Unidade de Viagens da Amadeus, que também sublinha a importância do acordo para a Amadeus, considera que esta parceria vai permitir à empresa “começar 2022 com base na dinâmica criada ao longo dos anos para apoiar o comércio retalhista moderno”.

“De modo a satisfazer um mercado dinâmico, a Emirates pretende fornecer aos seus parceiros comerciais o poder de escolha entre várias opções de ligação, bem como produtos e benefícios diferenciados através de vários canais, entre os quais o Emirates Gateway, a plataforma própria da companhia aérea que permite acesso direto a conteúdos NDC”, refere ainda a Emirates.

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Porto de Lisboa não chega à centena de cruzeiros em 2021

Após mais de um ano sem escalas comerciais de navios de cruzeiro, o Porto de Lisboa recebeu, em 2021, um total de 97 escalas.

O Porto de Lisboa registou um total de 97 escalas de navios de cruzeiro e 115.984 passageiros durante o ano de 2021.

Do total de escalas, 57 dos cruzeiros estavam em trânsito, 27 em turnaround e 13 em interporting, sendo 21.273 passageiros em turnaround e 94.711 em trânsito.

De referir que, após mais de um ano sem escalas comerciais de navios de cruzeiro, o dia 26 de julho de 2021 registou o recomeço com a chegada do World Navigator ao Porto de Lisboa, o primeiro navio de cruzeiros em escala comercial na era COVID-19.

Para Ricardo Medeiros, vogal do Conselho de Administração da Administração do Porto de Lisboa (APL), estes resultados “num contexto de pandemia e de grandes incertezas” só foram possíveis «graças à “concertação entre APL, a Lisbon Cruise Ports (LCP), entidades de saúde e demais parceiros, preparando o Porto de Lisboa para a receção de navios de cruzeiro em condições máximas de segurança, estando definidos os protocolos necessários ao cumprimento de todas as normas de higiene e segurança impostas pela situação epidemiológica atual”.

A par dos protocolos, a distinção do Terminal de Cruzeiros de Lisboa com o selo “Clean and Safe 2021”, também proporcionou confiança e segurança aos navios, passageiros e tripulantes de cruzeiro, fatores essenciais neste contexto de pandemia.

Importa ainda referir que, ao longo de 2021, o Porto de Lisboa recebeu 15 navios em primeira escala, sendo que cinco estavam a realizar a primeira viagem após saída de estaleiro e dois em viagem inaugural.

A maioria destes navios merece especial destaque, uma vez que dispõem de novas tecnologias ambientais que contribuem para a descarbonização do transporte marítimo. Equipados com ligação de energia shore-to-ship, movidos a gás natural liquefeito (GNL), ou por disporem de motores híbridos ou de sistemas de limpeza de gases de escape e sistemas avançados de tratamento de águas residuais, entre outros equipamentos, estes navios representam a última geração do transporte marítimo de cruzeiros.

Não obstante os resultados de 2021, que interromperam um ciclo de mais de 20 anos em crescimento consecutivo, o Porto de Lisboa recebeu, ao longo do ano de 2021, 69.452 tripulantes.

Após o impacto devastador da pandemia na atividade de cruzeiros do Porto de Lisboa, a APL está “otimista” e espera “uma retoma progressiva e sustentada da atividade de cruzeiros em Lisboa”.

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Flexibilização de regras de viagens no Reino Unido faz “disparar” reservas da easyJet

A easyJet revela que a variante Ómicron penalizou a procura de passageiros em dezembro, o que acabou por ser compensado com o aumento das reservas quando o Reino Unido anunciou o fim dos testes e quarentenas para vacinados.

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A easyJet antevê um “verão forte” este ano, especialmente em destinos de lazer e praia, e revela que a flexibilização das regras de viagem no Reino Unido fez “disparar” as reservas de voos, de tal forma que a companhia aérea low cost britânica espera mesmo níveis de procura próximos do pré-pandemia.

Num comunicado citado pela Lusa, a easyJet revela que a variante Ómicron penalizou a procura de passageiros em dezembro, o que acabou por ser compensado com o aumento das reservas quando o Reino Unido anunciou o fim dos testes e quarentenas para vacinados contra a COVID-19.

De acordo com o comunicado da easyJet, apesar da Ómicron, o anúncio britânico do fim das restrições, que foi comunicado a 5 de janeiro e entra em vigor a 11 de fevereiro, levou a uma “alteração significativa” nas reservas.

Além do aumento de reservas, a easyJet comunicou também os resultados do primeiro trimestre do ano fiscal,  que para a companhia aérea decorreu entre outubro e dezembro, através dos quais é possível perceber o impacto da Ómicron, que levou a que a taxa de ocupação dos aviões tenha caído para 67% em dezembro, face aos 80% registados em outubro e novembro de 2021.

Ainda assim, a companhia aérea conseguiu reduzir para metade as perdas brutas no trimestre, para 213 milhões de libras (255 milhões de euros), o que compara com 423 milhões de libras (507 milhões de euros) no mesmo período do ano anterior.

A melhoria nos resultados, e ainda que a Ómicron continue a ser uma ameaça ao desempenho da easyJet no “curto prazo”, leva a companhia aérea a antecipar que, entre julho e setembro, o seu programa de voos passe dos 50% registados em janeiro, face a 2019, para níveis “quase próximos” ao período pré-pandemia.

O presidente executivo (CEO) da easyjet, Johan Lundgren, revela que a empresa prevê um aumento de 14% na capacidade das rotas entre o Reino Unido e destinos de praia, o que tornará esta operação “a maior” dos seus 26 anos de história.

Segundo o responsável, o Reino Unido está “a liderar em reservas, à frente da Europa, pela primeira vez desde a primavera de 2020”, sendo “os tradicionais destinos de praia e lazer” aqueles que estão “a recuperar mais rapidamente”.

“A easyJet registou uma melhoria homóloga significativa no primeiro trimestre, apesar do impacto, no curto prazo, do Ómicron em dezembro”, referiu, acrescentando: “Prevemos um verão forte pela frente, com uma procura acumulada que fará a easyJet regressar a níveis de capacidade próximos dos de 2019 (pré-pandemia), com um desempenho particularmente bom nas rotas de praia e lazer”.

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Royal Caribbean International coloca Wonder of the Seas em Barcelona no verão

Além do Wonder of the Seas, que vai realizar cruzeiros pelo Mediterrâneo desde Barcelona, a partir de maio, a Royal Caribbean International vai colocar ainda o Odyssey of the Seas em Roma, para itinerários pelas Ilhas Gregas.

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A Royal Caribbean International vai disponibilizar cruzeiros no Wonder of the Seas no próximo verão à partida de Barcelona, numa operação que arranca a 8 de maio e que vai disponibilizar itinerários de sete noites pelo Mediterrâneo, informou a companhia de cruzeiros, que é representada em Portugal pela Melair Cruzeiros.

“Umas das grandes novidades deste ano é o Wonder of the Seas desde Barcelona. O quinto navio da Classe Oasis é ideal para umas férias em família cheias de energia com muitas aventuras a bordo e em terra”, começa por destacar a companhia de cruzeiros num comunicado enviado à imprensa.

Segundo a informação avançada, o navio vai realizar cruzeiros com escalas em Palma de Maiorca, Espanha; Provença (Marselha), França; Florença/Pisa (La Spezia), Itália; Roma (Civitavecchia), Itália e Nápoles (Capri), Itália.

Além dos itinerários, o Wonder of the Seas destaca-se pelas características que possui, como o novo bairro Suite Neighborhood, que é dedicado aos hospedes alojados em classe Suite e oferece uma experiência privada, incluindo um novo deck com vista para o mar, lounge e restaurante dedicados.

O Wonder of the Seas conta também com a nova área com o bar The Vue junto à piscina e o Wonder Playscape uma área de diversão infantil interativa ao ar livre com vista para o mar, além do The Ultimate Abyss, o escorrega mais alto num navio, o Central Park, um jardim ao ar livre com plantas naturais, esplanadas e restaurantes; o The Perfect Storm o trio de slides aquáticos; a ZipLine para praticar slide; o Bionic Bar, onde dois robôs fazem e servem os cocktails.

Além do Wonder of the Seas em Barcelona, a Royal Caribbean International vai também colocar o Odyssey of the Seas, o novo navio da Classe Ultra Quantum, em Roma, realizando cruzeiros pelas Ilhas Gregas.

O Odyssey of the Seas vai realizar cruzeiros pelas Ilhas Gregas entre junho e agosto, incluindo escalas em Santorini, Grécia; Ephesus (Kusadasi), Turquia; Mykonos, Grécia; Nápoles (Capri), Itália.

Tal como o Wonder of the Seas, também o Odyssey of the Seas conta com características diferenciadoras, como o SeaPlex, o maior complexo desportivo em alto mar, onde é possível andar em carrinhos de choque, ter aulas de trapézio na escola de circo ou andar de patins; o Flowrider para praticar surf; o Ripcord by iFly para fazer paraquedismo; ou a North Star, uma uma cápsula de vidro que leva os hospedes a 91 metros de altura.

As partidas destes cruzeiros estão abrangida pelo programa Cruzeiro com Confiança, que é válido para reservas realizadas até 31 de março e cujas partidas decorram até 30 de setembro e que garante cancelamentos até 48h antes da partida e garantia do melhor preço disponível.

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Ómicron trava recuperação do transporte aéreo em 2021, indica a IATA

Segundo a IATA – Associação Internacional de Transporte Aéreo, “as restrições de viagem devido à Ómicron desaceleraram a recuperação da procura internacional”, em dezembro.

Inês de Matos

No ano passado, o transporte aéreo apresentou uma recuperação e ficou 58,4% abaixo da procura registada em igual período do ano anterior, que tinha apresentado uma descida de 65,8% em comparação com 2019, o último ano antes da pandemia, avança a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA), que destaca o papel da nova variante Ómicron enquanto travão à recuperação do transporte aéreo.

De acordo com os mais recentes dados da associação, em 2021, a procura internacional de passageiros ficou 75,5% abaixo de 2019, enquanto a capacidade desceu 65,3% e a taxa de ocupação caiu 24,0 pontos percentuais para 58,0%.

Já a descida da procura doméstica foi mais moderada e atingiu os 28,2% em relação a 2019, enquanto a capacidade a nível interno apresentou uma contração de 19,2% e a taxa de ocupação caiu 9,3 pontos percentuais para 74,3%.

No total, o tráfego de dezembro situou-se 45,1% abaixo do mesmo mês de 2019, ainda que o número indique uma melhoria face ao mês anterior, quando a descida do tráfego aéreo tinha chegado aos 47,0%, o que leva a IATA a destacar que “a procura mensal continuou a recuperar apesar das preocupações com a Ómicron”.

Já a capacidade global desceu 37,6% em dezembro, enquanto a taxa de ocupação caiu 9,8 pontos percentuais para 72,3%, com a IATA a sublinhar que “as restrições de viagem devido à Ómicron desaceleraram a recuperação da procura internacional em cerca de duas semanas em dezembro”.

“A procura internacional está a recuperar a um ritmo de cerca de quatro pontos percentuais/mês em relação a 2019. Sem a Ómicron, esperávamos que a procura internacional para o mês de dezembro melhorasse para cerca de 56,5% abaixo dos níveis de 2019. Em vez disso, os volumes aumentaram marginalmente para 58,4% abaixo de 2019”, destaca a IATA, no comunicado que divulga os resultados do ano passado.

Segundo Willie Walsh, diretor geral da IATA, a tendência de recuperação que se manteve em dezembro e que aconteceu apesar da Ómicron, mostra que os passageiros mantêm uma forte vontade de viajar e considera que, em 2022, o grande desafio passa por manter essa confiança em alta e pela normalização das viagens.

“O desafio para 2022 é reforçar essa confiança normalizando as viagens. Embora as viagens internacionais permaneçam longe do normal em muitas partes do mundo, há um impulso na direção certa. Na semana passada, a França e a Suíça anunciaram uma flexibilização significativa das medidas. E ontem o Reino Unido removeu todos os requisitos de teste para viajantes vacinados. Esperamos que outros sigam sua importante liderança, principalmente na Ásia”, considera o diretor geral da IATA.

Por regiões, foi na Ásia-Pacífico que o tráfego aéreo mais desceu em dezembro, numa quebra que chegou aos 93,2% face a 2019 e que foi a mais significativa entre todas as regiões, tendo ainda chegado aos 87,5% em dezembro, o que corresponde a uma ligeira melhoria face à descida de 89.8% apurada em novembro. Já a capacidade desceu 84,9% ao longo do ano e o load factor perdeu  44.3 pontos percentuais, fixando-se nos 36,5%.

Já no Médio Oriente a descida do tráfego chegou aos 71,6% face ao ano de 2019, enquanto em dezembro caiu 51.2%. No acumulado do ano, há ainda a destacar descidas de 57,7% na capacidade e de 25,1 pontos percentuais no load factor, que atingiu os 51,1%.

Na Europa, a descida do tráfego de 2021 foi de 67,6% e, em dezembro, chegou aos 41.5%, enquanto a capacidade diminuiu 57,4% e o load factor caiu 20,6 pontos percentuais, fixando-se nos 65%.

Na América Latina, a descida do tráfego de 2021 chegou aos 66,9% e de dezembro foi de 40,4%. Já a capacidade desceu 62,2% e o load factor perdeu 10.2 pontos percentuais, para 72,6%, o mais elevado entre todas as regiões.

Na América do Norte, o tráfego de 2021 ficou 65.6% abaixo de 2019, enquanto em dezembro desceu 41.7% face a igual mês de 2019, tendo a capacidade caído ainda 52,0%. Já o load factor perdeu 23.8 pontos percentuais, fixando-se nos 60,2%.

África voltou a ser a região em destaque e onde o tráfego menos desceu em comparação com 2019, com a IATA a indicar uma quebra de 65,2%, que desceu para 60,5% em dezembro. Já a capacidade caiu 56.7% e o load factor desceu 14,1 pontos percentuais, chegando aos 57,3%.

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Kirsten Rehmann assume a liderança da Hahn Air

Na Hahn Air desde 2021, Kirsten Rehmann foi nomeada CEO da companhia aérea alemã de voos regulares e executivos.

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A Hahn Air anunciou a nomeação de Kirsten Rehmann como nova CEO da companhia aérea alemã de voos regulares e executivos. Rehmann faz parte da gestão corporativa desde 2012 ao lado dos proprietários e fundadores da Hahn Air, Hans Nolte e Nico Gormsen, passando, agora, para a frente dos destinos da companhia, enquanto Nolte e Gormsen permanecem intimamente ligados à Hahn Air no papel de proprietários.

No futuro, Rehmann dirigirá os negócios globais da Hahn Air, todos os assuntos corporativos, bem como o planejamento operacional e estratégico.

Kirsten Rehmann ingressou na Hahn Air em 2003, quando a empresa tinha quatro anos de existência, tendo começado como Sales and Marketing Executive, passando ainda por diferentes departamentos da Hahn Air, tendo atuado como Director of Airlines Business Group e depois como Chief Commercial Officer.

Rehmann é formada em administração de empresas internacionais com foco em turismo e viagens, com mestrado em marketing e distribuição.

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