Assine já
Alojamento

Candidato: Helder Martins quer uma AHETA mais dinâmica e interventiva *

Helder Martins, candidato à presidência da AHETA, cujas eleições estão marcadas para o próximo dia 21 de janeiro, quer uma associação mais dinâmica, interventiva e a falar a uma só voz, fatores que diz se foram perdendo nos últimos anos, mas que hoje são fundamentais não só como forma de apoiar os associados que se debatem com uma série de desafios, mas também o turismo do Algarve no seu todo.

Carolina Morgado
Alojamento

Candidato: Helder Martins quer uma AHETA mais dinâmica e interventiva *

Helder Martins, candidato à presidência da AHETA, cujas eleições estão marcadas para o próximo dia 21 de janeiro, quer uma associação mais dinâmica, interventiva e a falar a uma só voz, fatores que diz se foram perdendo nos últimos anos, mas que hoje são fundamentais não só como forma de apoiar os associados que se debatem com uma série de desafios, mas também o turismo do Algarve no seu todo.

Sobre o autor
Carolina Morgado
Artigos relacionados
Helder Martins anuncia que é candidato à presidência da AHETA
Hotelaria
Ocupação algarvia sobe 4,6% face a abril de 2020
Homepage
Grândola vai ter um novo hotel
Alojamento
Algarve supera resultados de 2020 em agosto. Mercado nacional cresce 50% face a 2019
Homepage

O empresário Helder Martins, candidato a presidente da AHETA, cujas eleições estão marcadas para o próximo dia 21 de janeiro, quer uma associação mais dinâmica, fato que diz ter perdido nos últimos anos, mais interventiva por forma a ajudar os associados a resolver as fragilidades com que o Algarve se debate, não só ao nível da hotelaria e empreendimentos turísticos, como de todas as restantes atividades do setor do turismo, mas, principalmente, a necessidade de se falar a uma só voz.

Helder Martins, antigo presidente da RTA – Região de Turismo do Algarve, e proprietário do Hotel Rural Quinta do Marco, em Tavira, assume que a situação inédita de grande vulnerabilidade e imprevisibilidade em que o setor turístico se encontra, e em especial os empresários da hotelaria e restauração, o motivou a avançar com esta candidatura.

O candidato, em declarações ao Publituris, aponta que os principais desafios da Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve neste momento, passam por questões ligadas aos recursos humanos, fiscais, estruturais, “problemas que já vinham de trás”, a acrescentar “como enfrentar, superar e sair desta crise”.

O importante, segundo Helder Martins, é “como nos vamos apresentar aos nossos clientes no futuro, sendo certo que os concorrentes do Algarve vão estar com campanhas muito agressivas, com muito dinheiro por trás a promover os seus destinos, e sabemos todos, e não temos pejo em o dizer, que o Algarve não tem orçamentos muito dignos para essa situação”.

A união é uma das bandeiras da candidatura de Helder Martins. “Foi com esses propósitos que aceitei candidatar-me”, referiu, para acrescentar que “se não estivermos no mesmo barco, se não remarmos todos na mesma direção, é evidente que se torna mais difícil. Quem conhece as fragilidades do setor vai explorá-las e quem sofre com isso é o Algarve. Por isso, todos têm de trabalhar na mesma direção”.

O candidato à presidência da AHETA recorda que o Algarve estava a caminhar para uma recuperação “fantástica, quando cai tudo aos pés com a pandemia, e depois, cada um teve a sua maneira de reagir perante o processo. Quem estava melhor organizado conseguiu sobreviver”, disse.

E organizar a AHETA é objetivo desta candidatura, ouvir todos os parceiros públicos e privados, mas também ser ouvidos. “Se for essa a vontade dos associados, a AHETA irá bater à porta dessas pessoas e instituições e dizer que estamos aqui, queremos e exigimos ser parceiros, exigimos ser ouvidos, e também daremos o nosso contributo pela positiva e pela resolução dos problemas do Algarve. É esse papel importante que a AHETA já teve, que hoje não tem, mas espero que volte a ter”, destacou Helder Martins, frisando que a Associação “tem quer ter uma participação ativa nas políticas nacionais de turismo, sendo inconcebível que não seja vice-presidente da CTP, porque o atual presidente, que está demissionário, foi-se afastando desses órgãos todos”.

*Esta entrevista pode ser lida na íntegra na próxima edição do Publituris no dia 07 de janeiro.

Sobre o autorCarolina Morgado

Carolina Morgado

Mais artigos
Artigos relacionados
Hotelaria

Grupo Pestana regressa aos lucros com 23 milhões de euros

Depois de um ano de 2020 negativo, o Pestana Hotel Group (PHG) regressou aos lucros, obtendo um resultado líquido de 23 milhões de euros. Já as receitas passaram para 295 milhões, enquanto o EBITDA ultrapassou os 96 milhões. O mês de abril de 2022 já foi melhor que 2019.

Victor Jorge

Os resultados líquidos referentes ao exercício de 2021 do Pestana Hotel Group (PHG), apresentados esta quarta-feira, dia 18 de maio, voltaram a números positivos, registando lucros de 22,9 milhões de euros, contra os 32,2 milhões de euros negativos alcançados em 2020, mas ainda longe dos 79,4 milhões obtidos no melhor ano de sempre do maior grupo hoteleiro português, em 2019.

No que diz respeito ao volume de vendas, o crescimento foi de 113,7 milhões de euros, passando de 181,7 milhões, em 2020, para 295,4 milhões de euros, em 2021, mas, também aqui, ainda aquém dos 418,8 milhões de euros alcançados no último ano pré-pandémico.

Já no EBITDA, o grupo apresentou, para o exercício de 2021, 22,9 milhões de euros face aos 33,7 milhões de 2020, triplicando, assim, este valor. No exercício de 2019, o EBITDA obtido pelo grupo foi de 161,8 milhões de euros.

Na conferência de imprensa que marcou a apresentação de resultados do grupo Pestana, José Teotónio, CEO do PHG, admitiu que “cada ano de pandemia parecia um século”, fazendo referência ao desempenho variável do exercício. “O ano de 2021, em termos turísticos começou, basicamente, em maio”, admitiu José Teotónio, revelando que “se até maio tivemos muito pouca atividade, tivemos uma abertura no quinto mês do ano, mas que depois voltou a cair, com a situação dos britânicos, para voltar a crescer nos meses de verão. Depois veio a variante Ómicron e, em novembro, tudo voltou tudo a fechar”, salientou o responsável do grupo.

“Comparado com 2020, sem dúvida que 2021 foi melhor, mas ficámos, naturalmente, longe de 2019”, destacando José Teotónio que “2021 ficámos a 45 a 50% de 2019”.

Considerando que os números de 2021 “não são um grande resultado, mas, dadas as circunstâncias, termos regressado aos resultados positivos já é muito bom”, confidenciou José Teotónio.

Destacando que, em fevereiro de 2020 o grupo abriu o 100.º hotel para “fechá-lo 39 dias depois” [unidade de Nova Iorque], José Teotónio revelou que o grupo já tem, atualmente, todas as unidades (re)abertas).

Regressando, no entanto, a 2021, e com o mercado nacional a dar “um forte contributo em termos de reservas”, o grupo teve nos destinos de resort, com destaque para o Porto Santo e o Algarve, os pontas de lança na recuperação, contrapondo o desempenho dos destinos citadinos que “levaram e deverão levar mais tempo a recuperar”, segundo o CEO do grupo.

De resto, o PHG manteve as aberturas previstas para 2021 e 2022, com as nove unidades que estavam em pipeline, admitindo José Teotónio que, “com a pandemia, não tínhamos muito interesse em acelerar estes processos”. Assim, ao longo destes dois anos, foram acrescentados cerca de 1.000 quartos à oferta existente: Pousada de Vila Real de Santo António (Algarve), Pestana Vintage (Lisboa), Pousada do Porto-Flores (Porto), Pestana Fisherman (Maderia), Pestana CR7 Gran Vía (Madrid, Espanha), Pestana CR7 Times Square (Nova Iorque, EUA), Pestana Tânger (Marrocos), todos em 2021, continuando as aberturas em 2022 com o Pestana CR7 Marrakech (Marrocos) e Pestana Douro Riverside (Porto).

“Temos todos os hotéis abertos, o que é um contentamento, mas também um desafio. Agora é colocá-los no mapa”, antevendo com “boas perspetivas” o verão que está a chegar, mas sinalizando a guerra que se está a desenrolar a Leste “e ainda a COVID que parece que acabou, mas ainda aí está”.

Para 2022, José Teotónio acredita que, numa perspetiva Like-for-Like (LfL), ou seja, contabilizando a mesma operação que existia em 2019, “deveremos ficar a 85 a 90%, mas no total, estimamos um 2022 semelhante ou mesmo superior a 2019, o melhor ano de sempre do grupo”.

Sobre o autorVictor Jorge

Victor Jorge

Mais artigos
Hotelaria

Vantagens para clientes da Small Portuguese Hotels na Rede Expressos

A Small Portuguese Hotels junta-se à Rede Expressos para oferecer vantagens aos mais de 250 mil clientes do programa RFlex nas suas reservas num alojamento da cadeia hoteleira.

Publituris

Nesta iniciativa com a Rede Expressosa Small Portuguese Hotels, diz e nota de imprensa, que pretende reforçar o seu compromisso de mostrar o melhor que Portugal tem para oferecer, com conteúdos originais, parcerias relevantes e diversas ofertas.

Por cada reserva efetuada num dos hotéis Small Portuguese Hotels, os clientes RFlex recebem diretamente benefícios com esta parceria, para além do desconto adicional de 5% nessa mesma estada, como vantagem da reserva através da plataforma da cadeia hoteleira.

A Small Portuguese Hotels conta, atualmente, com 140 pequenos hotéis independentes, de três a cinco estrelas, de norte a sul do país e ilhas.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Alojamento

PHC Hotels tem novos colaboradores

A PHC Hotels – Portuguese Hospitality Collection continua a reforçar a sua equipa, tendo recentemente contratado dois novos colaboradores.

Publituris

São eles, João Monteiro como novo diretor de Alojamento da cadeia, ficando responsável pela estratégia de alojamento e planeamento da operação das três unidades do grupo – Hotel Mundial, Portugal Boutique Hotel e My Suite Lisbon Guest House – Príncipe Real, e João Fonseca, que fica à frente do departamento de Housekeeping, como governante geral.

João Monteiro tem formação em Gestão de Turismo pela Escola Superior de Hotelaria e Turismo de Coimbra, e licenciatura concluída na Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril. Conta com uma vasta experiência em hotelaria, tendo integrado diversas marcas hoteleiras como o Grupo Eurostars ou o Grupo TRIUS, onde desempenhou funções de general manager.

Por sua vez, João Fonseca tem formação em Produção Alimentar em Restauração pela Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril, e mestrado em Marketing Relacional, tendo construído a sua carreira profissional ao colaborar com marcas de referência na hotelaria nacional, como a NAU Hotels, Vila Vita Parc ou Intercontinental.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Alojamento

AHDP promove conversa entre hoteleiros no projeto ‘Be our Guest’

A primeira edição do ‘Be our Guest’ decorre a 30 de maio, a partir das 19h00, com a participação de Patrícia Correia, General Manager do Monte Santo Resort, e de Mário Candeias, General Manager do Espinas Hotel Group, no Irão.

Publituris

A Associação dos Diretores de Hotéis de Portugal (ADHP) vai dar início, a 30 de maio, à iniciativa ‘Be our Guest’, que consiste numa conversa entre hoteleiros sobre temas da atualidade e que, na primeira edição, conta com a participação de Patrícia Correia, General Manager do Monte Santo Resort, bem como de Mário Candeias, General Manager do Espinas Hotel Group, no Irão.

Numa nota publicada no Linkedin, a associação explica que a primeira edição da iniciativa vai debater o tema “Gestores de hotéis como empreendedores e principais geradores de valor para os acionistas”.

A primeira edição do ‘Be our Guest’ decorre a partir das 19h00, através da plataforma Zoom, e os interessados em assistir à conversa entre os dois hoteleiros devem realizar a inscrição em https://bit.ly/3yBz3uB.

A iniciativa ‘Be our Guest’ vai ter um carácter regular e, segundo a ADHP, vai decorrer sempre na ultima segunda-feira de cada mês, pelas 19h00, via Zoom.

 

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Hotelaria

GuestCentric identifica tendências para hotéis em Portugal no verão de 2022

Existem sinais de uma procura exponencial pelos hotéis portugueses, com níveis de crescimento que ultrapassam os números pré-pandemia, mas também o surgimento de clientes mais exigentes, dispostos a pagar mais, desde que em troca de experiências realmente diferenciadoras.

Publituris

Estas são algumas das tendências identificadas pela GuestCentric, empresa de tecnologia de reservas hoteleiras, para os hotéis em Portugal no verão de 2022, após ter analisado centenas de unidades.

De acordo com a pesquisa da Guestcentric, os hóspedes portugueses representam a maioria dos clientes que reservam diretamente os hotéis do país, seguidos dos EUA e do Reino Unido. Embora os Online Travel Agents (OTA) tenham intensificado os seus esforços de marketing, prevendo-se uma agressividade comercial maior no verão 2022, ainda há muito potencial de crescimento das reservas diretas e, portanto, de maior rentabilidade.

O preço médio diário (Average Daily Rate – ADR) está a atingir em 2022 níveis recorde, especialmente na Europa. A GuestCentric revela que os preços dos hotéis na Europa estão atualmente 31% acima de 2019, enquanto os preços dos das unidades dos EUA estão 13% acima de 2019.

As reservas de última hora continuam a ser a norma, e os dados da GuestCentric mostram que entre 40% a 50% das reservas ainda são feitas para o mesmo mês. Embora seja incerto se esta tendência se manterá durante o verão, a capacidade de gerir rapidamente a procura é nova para muitos hotéis, pelo que é importante que estes continuem a ser suficientemente ágeis para responder em conformidade.

A empresa sublinha, por ouro lado que as reservas, para estadas em hotéis para a segunda metade de 2022 estão atualmente 20% acima dos níveis de 2019.

Ao nível das viagens domésticas a expectativa é que se mantenham estáveis, atingindo os níveis de 2021 ou excedendo-os até ao segundo semestre deste ano; tendendo as internacionais a ultrapassar significativamente os níveis de 2019.

Os consultores de viagens (outrora agentes de viagens) estão a regressar, devido à complexidade das viagens, às constantes mudanças nas rotas aéreas e nos voos, e também à incerteza do mundo pós-pandemia. Diz a GuestCentric que, para o verão de 2022, a procura por pacotes mais simples e para destinos mais próximos pode ultrapassar largamente a de viagens exóticas de longo curso, especialmente no caso das famílias.

Outra das conclusões da análise é que a viagem responsável continua importante. Os hóspedes estão particularmente sensíveis às iniciativas sustentáveis que envolvem a comunidade local do hotel, especialmente no que se refere à utilização de fornecedores de comidas e bebidas locais.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Alojamento

Alojamento turístico recupera em março mas só o rendimento médio por quarto ocupado ultrapassou 2019

Os dados do INE esta revelam que, entre os principais indicadores da hotelaria, o único que apresentou uma melhoria face a 2019 foi o rendimento médio por quarto ocupado, que chegou aos 74,3 euros, 4,4% acima do período pré-pandemia.

Publituris

No passado mês de março, o alojamento turístico nacional contabilizou 1,6 milhões de hóspedes e 4,0 milhões de dormidas, número que indicam subidas de 464,1% e 543,2%, respetivamente face ao ano passado, mas que, em comparação com 2019, continuam 15,3% e 12,7% abaixo de 2019, avança o Instituto Nacional de Estatística (INE).

Os dados divulgados pelo INE esta sexta-feira, 13 de maio, revelam que, entre os principais indicadores da hotelaria, o único que apresentou uma melhoria face a 2019, ainda antes da pandemia da COVID-19, foi o rendimento médio por quarto ocupado, que chegou aos 74,3 euros em março, ficando 4,4% acima do registado no período pré-pandemia.

Em março, o mercado nacional foi responsável por 1,3 milhões de dormidas, enquanto o mercado externo realizou 2,7 milhões de dormidas, o que traduz decréscimos de 16,5% nas dormidas de não residentes e, em menor grau, nas de residentes, onde a quebra foi de 3,6%.

Já os proveitos de março chegaram aos 233,9 milhões de euros, incluindo 168,8 milhões de euros relativos aos proveitos por aposento, o que quer dizer que, em comparação com março de 2019, houve uma descida de 5,8% tanto nos proveitos totais como nos relativos a aposento.

Já o rendimento médio por quarto disponível foi de 31,3 euros em março, enquanto o rendimento médio por quarto ocupado atingiu 74,3 euros em março, o que no primeiro caso traduz uma descida de 7,4%, enquanto o ADR, como já referido, aumentou 4,4%.

O INE indica que o crescimento das dormidas foi comum a “todas as regiões”, ainda que Lisboa tenha concentrado 30,1% das dormidas, seguindo-se o Algarve (21,8%), o Norte (16,7%) e a RA Madeira (14,2%).

Face a igual mês do ano passado, a situação muda, contudo, de figura, pois “todas a regiões apresentaram diminuição do número de dormidas, mais acentuada no Algarve (-18,8%) e AM Lisboa (-16,2%)”, ainda que a RA Madeira (+50,5%) e RA Açores (+4,0%) tenham apresentado crescimentos, sendo também de realçar o decréscimo no Algarve (-19,5%).

Já o Alentejo registou um aumento de 2,1% nas dormidas dos não residentes, enquanto as restantes regiões apresentaram descidas, com destaque para o Centro (-22,4%) e para a RA Açores (-21,1%), que apresentaram as maiores descidas.

Em março, a taxa líquida de ocupação-cama nos estabelecimentos de alojamento turístico foi de 33,4%, o que traduz um aumento de 23,3 p.p., ainda que, face a março de 2019, a taxa líquida de ocupação-cama tinha sido 38,6%.

No acumulado do primeiro trimestre do ano, as dormidas totais aumentaram 398,5%, com destaque para os não residentes, onde este indicador aumentou 845,6% face ao ano passado, enquanto as dormidas de residentes subiram 176,2%. Face a 2019, o INE identifica, no entanto, uma descida de 18,8% nas dormidas, incluindo uma quebra de 1,6% nos residentes e de 26,4% nos não residentes.

No caso dos proveitos, o desempenho também não foi melhor no primeiro trimestre do ano, uma vez que, segundo o INE, os proveitos registaram crescimentos de 536,4% no
total e 509,2% relativos a aposento face ao ano passado, ainda que, em comparação com o período pré-pandemia, se continue a identificar uma descida de 15,7% no proveitos totais e de 14,6% nos proveitos por aposento.

O INE indica ainda que, nos três primeiros meses de 2022, e considerando a generalidade dos meios de alojamento (estabelecimentos de alojamento turístico, campismo e colónias de férias e pousadas da juventude), registaram-se 3,9 milhões de hóspedes e 9,7 milhões de dormidas, correspondendo a crescimentos de 356,6% e 346,8%, respetivamente.

 

 

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Figuras

Hotéis do Super Bock Group têm nova diretora de turismo

As unidades hoteleiras detidas pelo Super Bock Group (Pedras Salgadas Spa & Nature Park e Vidago Palace Hotel) têm nova diretora de turismo.

Publituris

Maria José Machado Fernandes David até aqui coordenadora de operações do Pedras Salgadas Spa & Nature Park acumula agora a coordenação do Vidago Palace Hotel.

A profissional, com uma pós-graduação em Direção Hoteleira, pela Escola Superior de Turismo de Lamego, e licenciada em Gestão, pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, iniciou o seu percurso em 1998 na Vidago, Melgaço e Pedras Salgadas, S.A. como assistente de direção das duas unidades hoteleiras.

Em 2011, Maria José David assumiu a função de coordenadora da operação do Pedras Salgadas Spa & Nature Park, tendo tido um papel fulcral no projeto de requalificação deste parque e no seu desenvolvimento.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Hotelaria

TripAdvisor distingue Hotel Corpo Santo

O “Travellers Choice” da plataforma TripAdvisor acaba de distinguir o Corpo Santo Lisbon Historical Hotel, colocando o cinco estrelas em 15º lugar do ranking na categoria “Melhores Hotéis da Europa”.

Publituris

Os prémios TripAdvisor, refira-se, distinguem várias unidades hoteleiras a nível nacional e internacional com base na opinião dos viajantes de todo o mundo, tendo em conta vários critérios nomeadamente taxas de resposta e de aceitação, estadas concluídas ou pontuação das avaliações.

Através da análise de todas as avaliações, recomendações e histórias dos viajantes, o TripAdvisor seleciona as melhores unidades hoteleiras a nível mundial distinguido o trabalho e a dedicação diária de quem desenvolve a sua atividade no setor e orientado todos os viajantes para experiências únicas e autênticas.

 

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Publituris Hotelaria

Nova edição Publituris Hotelaria: Entrevista a Bernardo Trindade, presidente da AHP

A edição de maio da Publituris Hotelaria faz capa com uma entrevista ao novo presidente da Associação da Hotelaria de Portugal (AHP), Bernardo Trindade. Destaque, também, para o dossier dedicado aos recursos humanos.

Publituris

A quinta edição da Publituris Hotelaria de 2022 faz capa com o novo presidente da Associação da Hotelaria de Portugal (AHP). Nesta entrevista, Bernardo Trindade destaca a recuperação dos balanços das empresas do setor da hotelaria, os impactos da guerra da Ucrânia, a problemática dos recursos humanos e aponta o Banco de Fomento como instrumento essencial para o futuro de um setor fundamental para a economia nacional.

Nos “Indicadores”, a CLEVER e a Lybra Tech analisam as tendências para este verão de 2022, sendo certo que, durante o mês de abril, a procura de viagens para Portugal cresceu. Junho é o mês preferido pelos turistas, mas os protagonistas do verão continuam a ser os britânicos.

A AHRESP debateu “O Mercado de Trabalho: que profissionais teremos amanhã”, apontando seis pontos essenciais para reter profissionais na área da hotelaria e restauração.

A norte, a antiga fábrica da Companhia União Fabril (CUF), que se dedicava â produção de sabão e velas, no Porto, transformou-se no Pestana Douro Riverside, um hotel com 165 quartos e suites, distribuídos por oito pisos temáticos.

A DistrictHive, empresa sediada em Portugal, projetou um hotel cápsula, um módulo transportável e totalmente autossuficiente que pode ser instalado em qualquer local, mesmo onde a construção não seja possível.

Entrevistado para esta edição de maio foi, também, Kurt Michael Gillig, diretor do Vila Vita Parc. À Publituris Hotelaria, o managing director do hotel, admitiu que “o Algarve descobriu-se em vários níveis e ainda está em transformação”.

 

Destaque, igualmente, para o “Turismo Literário” que, através de uma oferta integrada e especializada, permite a valorização do território e o combate à sazonalidade.

No “dossier” desta edição, realce para os recursos humanos e o que vários grupos hoteleiros, e não só, estão a fazer para colmatar um problema que adveio da pandemia: a falta de pessoal para trabalhar no setor da hotelaria.

Falámos com o grupo Pestana, Vila Galé, DHM, Savoy Signature, NAU, Westmont Institute of Tourism and Hospitality, Les Roches, Católica Lisbon School of Business & Economics, Turijobs, AORH+ e Timming.

Na “palavra de chef” fomos conhecer as propostas de Carla Sousa para o Sítio Valverde, e os ingredientes que não podem faltar na cozinha do Valverde Hotel, bem como as ambições que lhe traçam o percurso.

Na “inspeção”, damos a conhecer o novo hotel Four Points by Sheraton Sesimbra, o primeiro da marca em Portugal e que uma ode às navegações e aos momentos de descanso.

As opiniões pertencem a Sander Allegro (Nova SBE Westmont); Luís Pedro Carmo Costa (Neoturis); José Varela Gomes (ISAG); Fabrizio Boscaglia (Universidade Lusófona); Liliana Conde (consultora) e Nuno Abranja (ISCE).

Boas leituras!

*Para ler a versão completa desta edição da Hotelaria – em papel ou digital – subscreva ou encomende aqui.

Contacto: Carmo David | [email protected] | 215 825 430 **

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Hotelaria

Azora compra o Pestana Blue Alvor

O Azora European Hotel & Lodging acaba de adquirir o Pestana Blue Alvor, o seu quarto hotel em Portugal. A unidade hoteleira de cinco estrelas, no Algarve, que funciona na modalidade do tudo incluído, continuará, no entanto, a ser operada pelo Pestana Hotel Group.

Com esta compra, o fundo de investimento, que anunciou esta transação, em comunicado, indica que ultrapassou os mil milhões de euros e aproxima-se de 60% do seu compromisso de investimento.

O hotel, construído em 2019 pelo Pestana Hotel Group, é um complexo de 120 mil metros quadrados de 5 estrelas, que conta com quase 500 quartos , seis restaurantes e bares, seis piscinas interiores e exteriores, um centro desportivo e Spa .

“Mantemos o nosso firme compromisso com o setor hoteleiro e de lazer europeu, que tem uma procura acumulada significativa, sobretudo nos mercados de sol e praia, após o longo período de confinamento e restrições devido à pandemia”, disse Concha Osácar, sócia fundadora da Azora, citada no comunicado.

A empresária salienta que “esta transação representa uma oportunidade única tanto para adquirir um resort excecional numa localização muito atrativa, como para reforçar a nossa presença no Algarve, região que está a operar próximo dos níveis pré-Covid graças à força da sua oferta turística”.

José Theotónio, Chief Executive Officer do Pestana Hotel Group, citado também no comunicado,comentou: “O Pestana Blue Alvor é uma referência entre as famílias e todos aqueles que procuram um resort all inclusive diferenciado numa região que é reconhecido como um destino de praia privilegiado na Península Ibérica”, para confirmar que, “mantendo todo o seu profissionalismo, o Pestana Hotel Group vai continuar a executar as operações neste resort exclusivo”

Refira-se que o Pestana Blue Alvor é o quarto investimento da Azora em Portugal, após as recentes aquisições do resort Tivoli Marina Vilamoura, com 384 quartos; o resort Tivoli Carvoeiro, com 248 quartos; e o Vilalara Thalassa Resort, com 118 quartos.

O fundo foi lançado em julho de 2020, com uma carteira seed de 10 ativos hoteleiros turísticos e quatro urbanos em toda a Europa, e teve um fecho final de 815 milhões de euros sobrescritos em setembro do ano passado, conferindo-o uma capacidade de investimento superior a 1.800 milhões de euros. Com esta nova operação, já são oito transações realizadas e 29 ativos totalizando cerca de oito mil quartos.

Sobre o autorCarolina Morgado

Carolina Morgado

Mais artigos

Navegue

Sobre nós

Grupo Workmedia

Mantenha-se conectado

©2021 PUBLITURIS. Todos os direitos reservados.