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Penina Hotel & Golf Resort é ouro na área dos incentivos

Na edição de 2021 dos World Mice Award, que decorreram domingo, o Penina Hotel & Golf Resort foi reconhecido como o melhor hotel em Portugal na área dos incentivos.

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O Penina Hotel & Golf Resort, no Algarve, foi distinguido com o prémio de melhor hotel no país na área dos incentivos, na edição de 2021 dos World Mice Awards. 

Trata-se de um evento anual que se destina a premiar, celebrar e reconhecer a excelência na área de MICE (reuniões, incentivos, conferências e exposições), e que visa contribuir para o crescimento, inovação e melhores práticas numa escala global neste segmento específico. 

A unidade de 5 estrelas foi reconhecida pelas suas caraterísticas e beleza, mas também pela capacidade de garantir a qualidade dos incentivos ir mais além e proporcionar a realização de eventos originais em espaços diferentes como é o caso dos eventos na praia, clínicas de golfe, cooking classes entre outros. 

O diretor Regional de Vendas da JJW Portugal, Pedro García e Costa, realçou o grande crescimento que o hotel tem sentido no segmento de incentivos “com as empresas a mostrarem a necessidade de fazer eventos diferentes, juntando equipas que estiveram a trabalhar de casa durante os meses da pandemia” 

O responsável disse ainda que a unidade algarvia já fez alguns eventos neste último trimestre e tem um primeiro semestre que já mostra sinais de retoma, com volume de reservas, neste segmento, a ficar muito próximo do de 2019. 

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Hoteleira Selina e Boa Acquisition Corp fundem-se

Com acordo de fusão a Boa Acquisition Corp, empresa de aquisição para fins especiais de capital aberto, a marca hoteleira Selina vai estar cotada na Bolsa de Nova Iorque e pretende aumentar a expansão internacional.

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A Selina, marca de hotéis direcionados para millennials e jovens da geração Z, e a Boa Acquisition Corp, empresa de aquisição para fins especiais de capital aberto, anunciaram a celebração de um acordo de fusão que resultará na cotação em bolsa da cadeia hoteleira.

A marca pretende crescer rapidamente para capitalizar numa oportunidade de mercado anual de cerca de 350 mil milhões de dólares. A transação avalia a empresa num capital social de, aproximadamente, 1.2 mil milhões de dólares, e deverá estar concluída no primeiro semestre de 2022, com a empresa a operar como “Selina Hospitality plc” e as suas ações a ser cotadas na bolsa de Nova Iorque com o símbolo “SLNA”.

A fusão representa 300 milhões de dólares em valor bruto recebido, incluindo 70 milhões provenientes de investimentos privados de líderes da bolsa de Nova Iorque.

Os rendimentos vão permitir à Selina aumentar a expansão internacional, investir em tecnologia própria e atrair e reter talento de alta qualidade, esperando alcançar um EBITDA positivo no primeiro trimestre de 2023 e gerar aproximadamente 1.2 mil milhões de dólares em receitas até 2025.

Lançada em 2015, a rede já deteve 134 propriedades desde a América do Norte e do Sul à Europa e Médio Oriente, das quais 83 estão a operar atualmente. Desde a sua criação, a marca tem expandido o seu alcance geográfico, ao apostar em tecnologia própria para identificar hotéis de baixo desempenho e transformá-los em hubs culturais, recorrendo a designers, artistas locais e fornecedores de produtos alimentares, e apresentando uma programação inspirada em experiências locais.

A marca de lifestyle Selina foi desenvolvida especificamente para millennials e jovens da geração Z que se encontram a viajar, um segmento que representa uma fatia de 350 mil milhões de dólares gastos por ano no setor das viagens, de acordo com as estimativas da Selina. Em fase de rápido crescimento, a marca hoteleira compreende 35.000 camas disponíveis em 23 países.

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Hotéis NAU renovam selos de boas práticas

As 10 unidades do grupo NAU Hotels & Resorts renovam a distinção, pelo quinto ano consecutivo, com os selos We Share e We Care, promovidos no âmbito da iniciativa Hospes, programa corporativo de responsabilidade social e de sustentabilidade ambiental da AHP.

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Pelo quinto ano consecutivo, as 10 unidades do grupo NAU Hotels & Resorts renovam a distinção com os selos We Share e We Care, promovidos no âmbito da iniciativa Hospes, programa corporativo de responsabilidade social e de sustentabilidade ambiental, respetivamente, da Associação da Hotelaria de Portugal (AHP).

Refira-se que, nos prémios Hospes by AHP, foram atribuídos um total de 130 selos referentes a 2020: 30 hotéis receberam o selo We Share, correspondente à doação de equipamentos e bens, e 54 hotéis foram distinguidos pelo selo We Care por participarem em projetos de recolha de óleos usados, recolha e destruição de papel, reciclagem de têxteis e recolha de equipamentos elétricos. No entanto, apenas 29 unidades conquistaram ambos os selos, incluindo todas as 10 unidades do Grupo NAU.

A cerimónia de entrega dos selos decorreu num evento online em que participaram a secretária de Estado do Turismo, Rita Marques, o presidente da AHP, Raul Martins e o presidente do Turismo de Portugal, Luís Araújo.

Implementado em 2013, o programa Hospes by AHP visa contribuir e motivar o setor para um turismo cada vez mais responsável e sustentável, um compromisso assumido pela NAU Hotels & Resorts, conforme salienta o grupo hoteleiro em comunicado.

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PortoBay solidário

O PortoBay Hotels & Resorts e os seus hóspedes angariaram mais de 35 mil euros para a iniciativa Hope “Small Gestures Big Hopes”, que reverteu para sete instituições nas localidades onde a cadeia hoteleira se encontra em Portugal: Madeira, Lisboa, Porto e Algarve.

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O Grupo PortoBay Hotels & Resorts e os seus hóspedes angariaram mais de 35 mil euros para a iniciativa Hope “Small Gestures Big Hopes”, que reverteu para sete instituições nas localidades onde a cadeia hoteleira se encontra em Portugal: Madeira, Lisboa, Porto e Algarve.

A campanha HOPE, que vai na sua nona edição, decorre durante 12 meses, em todas as unidades do grupo PortoBay. Arranca sempre com um depósito inicial do grupo hoteleiro, ao qual são somadas as contribuições dos hóspedes. Desde 2012, ano do lançamento deste projeto, o HOPE já entregou mais de 473 mil euros.

A Associação de Paralisia Cerebral da Madeira – APCM, o Núcleo Regional da Madeira da Liga Portuguesa Contra o Cancro, a Associação Humanitária de Solidariedade de Albufeira – AHSA (Algarve), o Centro de Apoio ao Desenvolvimento Infantil – CADIn (Lisboa), a Comunidade Vida e Paz (Lisboa), a Comunidade Sant Egidio (Lisboa), e a Associação Portuguesa de Leucemias e Linfomas (Porto), foram as instituições contempladas.

“Temos um enorme orgulho de continuar a promover a iniciativa Hope, mesmo com a conjuntura internacional que tanto tem marcado o turismo, é bom contar com a solidariedade dos nossos hospedes, sublinha António Trindade, CEO do Grupo PortoBay, para realçar que, em 2022, “contamos com o apoio de todos para alcançar o marco dos 500 mil euros doados em 10 anos”.

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Tetos de apoios aumentam para bares e discotecas

O programa de apoio do Governo a discotecas e bares foi aumentado e, agora, pela primeira vez, alargado ao setor da cultura.

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O Governo acaba de publicar as novas regras do programa Apoiar, que se destina a cobrir parcialmente as quebras de faturação dos bares e discotecas no âmbito das medidas de combate à pandemia definidas na última reunião do Conselho de Ministros.

A portaria foi publicada em Diário da República pelos ministros da Economia, Planeamento e Finanças, reconhecendo que, com as novas medidas, os bares e discotecas “passam a laborar com regras que alteram o seu normal funcionamento”, o que “vai determinar quebras de faturação, ao que acresce o encerramento forçado até 09 de janeiro de 2022”.

Estes apoios, que também se destinam ao setor da cultura, são para seis meses, sendo que durante o período da sua vigência, e até aos dois meses seguintes do seu término, as empresas apoiadas estão proibidas de despedir trabalhadores ou encerrar atividade.

No âmbito do Apoiar, as medidas continuam a suportar 20% da quebra de faturação dos bares e discotecas até um máximo de 55 mil euros para microempresas e 135 mil euros para pequenas e médias empresas, se a quebra de faturação se situar entre os 25% e os 50%. Se a quebra de faturação for superior, o apoio sobe para 82.500 (microempresas) e 202.500 (pequenas empresas).

No âmbito das novas regras, há também um apoio extraordinário para bares e discotecas com a obrigação de encerrar. As que tiverem quebras entre 25% e 50% podem receber até 27.500 euros (microempresas) ou até 67. 500 euros (pequenas e médias) adicionais. As que tiverem quebras de faturação maiores recebem um apoio adicional maior, de 41.250 euros (microempresas) e 101.250 (pequenas e médias).

 

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Dossier Hotel Turismo da Guarda com dois cenários possíveis segundo Rita Marques

Há dois cenários em cima da mesa sobre o dossier Hotel Turismo da Guarda. Um deles é a autarquia reaver o imóvel, outro é continuar a tentar contratualizar com a iniciativa privada a gestão da unidade hoteleira. É a opinião da secretária de Estado do Turismo, Rita Marques.

A secretária de Estado do Turismo, Rita Marques, confirmou que há dois cenários em cima da mesa sobre o dossier Hotel Turismo da Guarda. Um deles é a autarquia reaver o imóvel, outro é continuar a tentar contratualizar com a iniciativa privada a gestão da unidade hoteleira.

Rita Marques, que visitou recentemente a Guarda, disse estar “esperançada” em que exista um trabalho conjunto entre administração local e central para que se identifique um investidor, de forma a que o Hotel Turismo da Guarda seja uma bandeira importante na região e no país.

Também o presidente da Câmara Municipal da Guarda disse preferir a primeira opção, contudo, se daqui a dois meses não for encontrada uma solução, “a garantia que temos do Estado português é que nos sentemos à mesa para ajudar a resolver esta situação”. Sérgio Costa admitiu que “estamos perfeitamente alinhados nesta estratégia de reabertura do Hotel Turismo”.

Mais uma vez, a 23 de novembro, ficou deserto o concurso para a concessão do Hotel de Turismo da Guarda, tendo sido decidido prorrogar o prazo para a apresentação de propostas por mais três meses.

O Hotel Turismo da Guarda foi um dos 33 imóveis do lote inicial do programa Revive, numa iniciativa do Governo que conta com a colaboração das autarquias locais e a coordenação do Turismo de Portugal, com o intuito de recuperar e valorizar património público devoluto e reforçar a atratividade dos destinos regionais.

O anúncio do concurso público para a concessão de exploração do Hotel de Turismo da Guarda, com vista à realização de obras, incluindo de infraestruturas, e posterior exploração para fins turísticos como estabelecimento hoteleiro, alojamento local na modalidade de estabelecimento de hospedagem ou outro projeto de vocação turística, nos termos da legislação em vigor, tinha sido enviado para publicação a 26 de julho de 2021.

De acordo com o concurso, a duração da concessão é de cinquenta anos, com uma renda mínima anual de 35.317,80 euros.

Recorde-se que o Governo lançou este novo concurso para a concessão do antigo Hotel Turismo da Guarda, que está encerrado há vários anos e cujo primeiro contrato de concessão teve de ser revogado. Em maio de 2018, tinha sido assinado contrato de concessão para a recuperação e exploração deste imóvel pelo consórcio composto pelas sociedades MRG Property e MRG – Construction, mas o projeto não avançou, devido a dificuldades financeiras com que se defrontou o grupo concessionário.

 

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AHRESP quer que certificado digital seja suficiente no Natal e réveillon devido a falta de testes

A AHRESP diz que a escassez de testes e as dificuldades em realizá-los, “vão levar ao afastamento dos clientes dos espaços onde os testes serão obrigatórios”.

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A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRES) veio esta quinta-feira, 23 de dezembro, apelar ao Governo para que o certificado digital de vacinação seja suficiente para acesso aos estabelecimentos de alojamento turístico e restauração no Natal e réveillon, uma vez que a falta de testes e a dificuldade em os realizar “vão levar ao afastamento dos clientes dos espaços onde os testes serão obrigatórios”.

“A manifesta escassez de testes, aliada à dificuldade com que as pessoas se têm deparado quando pretendem realizar os testes à COVID-19, nomeadamente os insuficientes postos e as extensas filas que se têm verificado quer nos postos de testagem, quer nas farmácias, constituem um forte desincentivo à testagem e vão levar ao afastamento dos clientes dos espaços onde os testes serão obrigatórios”, defende a associação.

Num comunicado enviado à imprensa, a AHRESP sublinha que, no caso dos estabelecimentos de alojamento turístico e restauração, já se “registam cancelamentos de reservas para o período de Natal e de Fim de Ano” devido às novas restrições, que entram em vigor no sábado, 25 de dezembro.

“Sendo manifesta esta falta de resposta por parte do Estado ao nível dos testes e da testagem, a AHRESP apela ao Governo para que neste período seja suficiente exibir o Certificado Digital COVID da UE, para aceder a estes espaços”, conclui a associação.

Recorde-se que o Governo anunciou terça-feira, 21 de dezembro, o encerramento das discotecas, bares, creches e ATL já a partir do próximo sábado, 25 de dezembro, assim como o regresso do teletrabalho, passando ainda a ser necessário a apresentação de um teste negativo à COVID-19 para acesso aos estabelecimentos de hotelaria e alojamento.

Nos dias 24, 25, 30 e 31 de dezembro e 01 de janeiro é ainda obrigatória a apresentação de teste negativo para acesso a estabelecimentos de restauração, casinos, bem como festas de passagem de ano.

 

 

 

 

 

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ADHP preocupada com as novas medidas de controlo da pandemia

A ADHP classifica de “atabalhoada” como as novas medidas de controlo da pandemia foram apresentadas pelo Governo, sem terem em conta a realidade das operações dos empreendimentos turísticos e alojamentos locais.

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A ADHP – Associação dos Diretores de Hotéis de Portugal manifesta preocupação face às novas medidas de controlo da pandemia anunciadas no passado dia 21 pelo Governo, por “não terem em consideração a realidade das operações dos empreendimentos turísticos e alojamentos locais.

“Após uma apresentação das primeiras medidas de contenção, em finais de novembro, nas quais o Governo frisou que esta antecedência tinha como principal objetivo a adaptação das empresas e dos seus clientes a esta nova realidade, não compreendemos o anúncio da readaptação das mesmas a três dias das refeições de Natal, sem publicação da versão final a dois dias do mesmo”, destaca a ADHP em comunicado, para acrescentar que as novas exigências “não dependem do setor” lembrando, ainda que “como é do conhecimento geral, não existe capacidade de testagem instalada até ao momento, pondo em causa a realização destes eventos, quando à data, estes empreendimentos já fizeram investimentos em compras e recursos humanos para a sua realização”.

“Também estranhamos a penalização aplicada ao alojamento, o qual é obrigado a manter a apresentação de testes negativos para acesso desde o dia 25/12 interrutamente até pelo menos dia 10/01, quando maioritariamente estamos a tratar de uma atividade em que o cliente se encontra isolado na sua unidade de alojamento”, acrescenta o comunicado da ADHP, que lamenta o facto de esta relação entre os empreendimentos e os clientes estar, uma vez mais, “a ser posta em causa pela constante mudança de regras muito próximo das datas implementação”.

No entanto, a Associação assegura que vai garantir a segurança de todos os clientes das suas unidades.

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Programa HOSPES distingue Bensaude Hotels Collection

O programa HOSPES, promovido pela AHP, volta a distinguir a Bensaude Hotels Collection com o selo de sustentabilidade ambiental ”We Care’.

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A Bensaude Hotels Collection foi de novo distinguida com o selo de sustentabilidade ambiental do programa HOSPES, iniciativa promovida pela AHP – Associação da Hotelaria de Portugal.

O selo ‘We Care’ reconhece os empreendimentos turísticos que se destacam pelas suas políticas e boas práticas de sustentabilidade ambiental.

Para esta distinção, as empresas têm que estar comprometidas com a implementação de programas de avaliação, prevenção e redução de riscos e impactes ambientais; utilização de tecnologias e serviços “Amigos do Ambiente”; programas de eficiência energética; prevenção, redução e reutilização da água e incentivo à conservação da água e promoção da reutilização e reciclagem.

Desde 2015, esta cadeia hoteleira tem vindo a ser distinguida com o selo de sustentabilidade ambiental ‘We Care’ pela continuidade da sua política de sustentabilidade ambiental e promoção dos princípios que suportam uma gestão que integra a responsabilidade ambiental.

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Escassez de testes preocupa APHORT

Associação está preocupada com o impacto das novas restrições, que diz terem sido tomadas “em cima da hora” e numa altura em que escasseiam os testes à COVID-19.

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A Associação Portuguesa de Hotelaria, Restauração e Turismo (APHORT) considera preocupante que tenham sido adotadas novas restrições para conter a COVID-19 numa altura em que existe “escassez de testes” e defende que as medidas deviam ser tomadas “com alguma margem” e “não tão em cima da hora”.

Em declarações à Lusa, a vice-presidente da APHORT, Inês Sá Ribeiro, manifestou ainda algum desagrado pelo facto de as medidas que são aprovadas nunca serem aplicadas na totalidade do prazo para o qual foram definidas, mas salientou o facto de, à luz do que foi anunciado, não terem sido impostos encerramentos ou limitações no número de clientes no caso da hotelaria.

Em relação aos testes, a responsável demonstra preocupação sobretudo em relação à sua disponibilização, mas reconhece que a sua realização poderá dar um requisito de segurança adicional aos clientes.

Recorde-se que o Governo anunciou esta terça-feira, 21 de dezembro, o encerramento das discotecas, bares, creches e ATL já a partir do próximo sábado, 25 de dezembro, assim como o regresso do teletrabalho, passando ainda a ser necessário a apresentação de um teste negativo à COVID-19 para acesso aos estabelecimentos de hotelaria e alojamento.

Nos dias 24, 25, 30 e 31 de dezembro e 01 de janeiro é ainda obrigatória a apresentação de teste negativo para acesso a estabelecimentos de restauração, casinos, bem como festas de passagem de ano.

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Airbnb distribui detetores de ruído e lança nova linha de Apoio ao Bairro

Com estas iniciativas, a plataforma de alojamento local pretende ser “um bom parceiro das cidades e comunidades locais e apoiar a recuperação do turismo responsável em Portugal após a pandemia”.

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A Airbnb anunciou esta segunda-feira, 20 de dezembro, o lançamento de um programa para promover o alojamento responsável, que contempla a distribuição de detetores de ruído pelos anfitriões lisboetas da plataforma de alojamento local, assim como o lançamento da nova linha de Apoio ao Bairro em Portugal, através da qual é possível comunicar desconformidades nos anúncios ou no comportamento dos hóspedes na comunidade local.

“Estas iniciativas fazem parte do compromisso da Airbnb de promover um comportamento responsável entre anfitriões e hóspedes e de promover uma coexistência saudável com o bairro”, explica a plataforma de alojamento local, num comunicado enviado à imprensa esta segunda-feira.

De acordo com a Airbnb, o programa de detetor de ruído permite que os anfitriões de alojamentos inteiros de Lisboa subscrevam gratuitamente durante 12 meses o sistema de monitorização de ruído da Roomonitor, uma startup tecnológica que é parceira da Airbnb neste programa.

“Embora a simples presença destes dispositivos já possa servir de dissuasor, se os níveis de ruído excederem o limite estabelecido pelo anfitrião, poderão receber uma chamada e um alerta no seu telemóvel. Desta forma, os dispositivos ajudam a prevenir, monitorizar e resolver problemas de ruído, e facilitam uma mediação inicial com os hóspedes, tudo isto respeitando a privacidade, uma vez que os dispositivos não gravam nem transmitem nada para além dos níveis de ruído”, explica a plataforma.

Além deste programa de monitorização do ruído, a Airbnb lançou também em Portugal e em português a nova linha de Apoio ao Bairro, que permite que os vizinhos de alojamentos plataforma passem a contar com “uma linha direta de comunicação para a Airbnb para comunicar preocupações urgentes sobre um anúncio ou comportamentos de hóspedes na sua comunidade local”.

“Os vizinhos podem solicitar uma chamada de um embaixador de apoio especializado, que entrará em contacto dentro de dez minutos”, explica a plataforma, revelando que “o serviço é operado pela Airbnb e baseia-se na atual Página de Apoio ao Bairro da empresa, que permite aos vizinhos apresentar queixas sobre um anúncio através de um formulário online”.

A linha encontra-se atualmente em vigor em 32 países, incluindo França, Espanha, Itália, Reino Unido, Alemanha, Suíça, República Checa e Holanda, com a Airbnb a garantir que “investiga os relatórios recebidos através destes canais”.

“A Airbnb quer ser um bom parceiro das cidades e comunidades locais e apoiar a recuperação do turismo responsável em Portugal após a pandemia. Com o programa de controlo de ruído e a Linha de Apoio ao Bairro, a Airbnb cumpre todos os objetivos do seu compromisso recuperação saudável do turismo para Portugal – uma série de iniciativas voluntárias para apoiar a recuperação das viagens e fomentar um turismo mais sustentável – anunciada em novembro”, acrescenta a plataforma.

Além destes novos serviços, a Airbnb anunciou ainda que vai oferecer aos anfitriões em Lisboa um “Guia do Bom Vizinho”, que que os anfitriões podem partilhar com os seus hóspedes e que visa ajudar os hóspedes a experimentarem o melhor que Lisboa tem para oferecer, respeitando a comunidade local.

“O guia inclui dicas úteis sobre uma série de temas, tais como estar atento ao ruído e à informação sobre dias de recolha de lixo, bem como lembretes sobre as regras individuais da casa estabelecidas pelos anfitriões”, explica a Airbnb.

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