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97 companhias aéreas continuam sem poder voar na UE

Depois de atualizada, a “Lista de Segurança Aérea da UE” mantém 97 companhias aéreas com proibições ou restrições de voo em espaço comunitário.

Victor Jorge
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97 companhias aéreas continuam sem poder voar na UE

Depois de atualizada, a “Lista de Segurança Aérea da UE” mantém 97 companhias aéreas com proibições ou restrições de voo em espaço comunitário.

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A Comissão Europeia (CE) atualizou a “Lista de Segurança Aérea da UE” – “EU Air Safety List”, que enumera as companhias aéreas que estão sujeitas a uma proibição de operação ou restrições operacionais na União Europeia por não cumprirem as normas internacionais de segurança, mantendo 97 companhias na “lista negra”.

“Garantir o mais elevado nível de segurança aérea para os europeus e todos os outros passageiros que viajam para e dentro da União Europeia está no cerne da política de segurança da aviação da Comissão”, refere a CE na nota de imprensa divulgada no site.

Com esta atualização, todas as companhias aéreas certificadas da Moldávia foram removidas da “Lista de Segurança Aérea da UE”, após melhorias na segurança da aviação no país. No entanto, uma transportadora aérea russa foi adicionada à lista, devido a preocupações sobre a sua capacidade de cumprir os padrões internacionais.

Adina Vălean, comissária europeia para os Transportes, refere que, “manter o mais alto nível de segurança para todos os passageiros aéreos e pessoal é a principal prioridade. A Lista de Segurança Aérea da UE continua a ser uma das nossas ferramentas mais eficazes para o conseguir”.

A “Lista de Segurança Aérea da UE” não só ajuda a manter altos níveis de segurança na UE, mas também ajuda as companhias aéreas e os países afetados a melhorar seus respetivos graus de segurança. Além disso, a “Lista de Segurança Aérea da UE” tornou-se uma importante ferramenta preventiva, motivando os países a tomarem medidas precoces antes que uma proibição se torne necessária.

Após a atualização, 90 companhias aéreas certificadas em 15 Estados-Membros continuam proibidas de voar em espaço europeu, devido à supervisão de segurança inadequada por parte das autoridades de aviação desses países. Além disso, mais sete companhias individuais estão impedidas de voar na UE com base em graves deficiências de segurança identificadas: Avior Airlines (Venezuela), Blue Wing Airlines (Suriname), Iran Aseman Airlines (Irão), Iraqi Airways (Iraque), Med-View Airlines (Nigéria), Skol Airline LLC (Rússia) e Air Zimbabwe (Zimbabué).

Duas companhias aéreas adicionais estão sujeitas a restrições operacionais e só podem voar para a UE com tipos específicos de aeronaves: Iran Air (Irão) e Air Koryo (Coreia do Norte).

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Transporte aéreo em Portugal perdeu 70% dos passageiros em 2020, confirma Eurostat

Dados do Eurostat, divulgados esta segunda-feira, 6 de dezembro, indicam que Portugal foi o quinto país da União Europeia onde o transporte aéreo foi menos prejudicado devido à pandemia da COVID-19.

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Portugal perdeu quase 70% dos passageiros de transporte aéreo em 2020, confirmou o Eurostat esta segunda-feira, 6 de dezembro, que indica, no entanto, que a perda portuguesa ficou abaixo da média europeia, que chegou aos 73%, sendo o quinto país entre os Estados-membros da União Europeia em que o transporte aéreo menos foi prejudicados pela pandemia.

Os dados divulgado esta segunda-feira pelo instituto de estatística europeu mostram que as medidas restritivas adotadas em 2020 para limitar a disseminação da COVID-19 resultaram num recuo de 73% do transporte aéreo de passageiros na União Europeia face a 2019, com as quebras a serem comuns a todos os países.

O Luxemburgo foi, de acordo com o Eurostat, o país da União Europeia em que o transporte aéreo menos foi afetado, com uma quebra de 67,3%, seguindo-se a Bulgária (68,2%), a Grécia (69,1%), a Roménia (69,2%) e Portugal (69,9%), enquanto a Eslovénia (83,3%), a Eslováquia (82,4%), a Croácia (81,9%) e a República Checa (79,7%) encontram-se no extremo oposto como os países onde a descida do transporte aéreo foi mais significativa.

 

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Emirates oferece entradas em atrações no Dubai em reservas até 20 de dezembro

Burj Khalifa At The Top, Dubai Fountains Boardwalk Experience e Views Observatory no Emaar Sky View Hotel são as atrações que os passageiros da Emirates podem visitar gratuitamente nas viagens até 31 de março de 2022.

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A Emirates lançou novas ofertas para os passageiros que, até 20 de dezembro, reservem uma viagem ao Dubai com a companhia aérea e que permitem o acesso ao Burj Khalifa At The Top, ao Dubai Fountains Boardwalk Experience e ao Views Observatory no Emaar Sky View Hotel.

De acordo com a companhia aérea, a oferta aplica-se às reservas para viagens que decorram até 31 de março de 2022, em qualquer classe de bordo, numa oferta que é válida para reservas através do site da companhia aérea, assim como nas agências de viagens.

“Através de oportunidades que vão acrescentar ainda mais valor a uma visita ao Dubai durante a Expo 2020, a Emirates espera garantir uma experiência memorável para quem pretenda viajar para aquele que é um dos destinos mais cobiçados do mundo”, refere a companhia aérea, num comunicado divulgado esta segunda-feira, 6 de dezembro.

Uma das atrações disponíveis é o Burj Khalifa At The Top, o topo do edifício mais alto do mundo, que oferece vistas panorâmicas sobre toda a cidade. Além desta atração, as ofertas da Emirates abrangem também o Dubai Fountains Boardwalk Experience, uma nova plataforma flutuante com vista privilegiada para o famoso espetáculo de água, música e luz do Burj Khalifa, assim como o Views Observatory no Emaar Sky View Hotel, que consiste num um skywalk em fundo de vidro, onde é possível admirar o horizonte da cidade do Dubai.

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Ryanair nomeia novos representantes para Portugal e Espanha

Elena Cabrera é a nova Country Manager da companhia para o Marketing, RP e Comunicação nos dois países, enquanto David Simón Santiñán assumirá o papel de Head of Public Affairs.

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A Ryanair nomeou novos representantes para Portugal e Espanha, passando Elena Cabrera a ser a nova Country Manager da companhia aérea para todas as atividades de Marketing, RP e Comunicação nos dois países, enquanto David Simón Santiñán assumirá o papel de Head of Public Affairs, também com responsabilidade em ambos os mercados.

“Espanha e Portugal são dois mercados muito importantes para a Ryanair e, por essa razão, estamos muito felizes em receber a Elena e o David a bordo para que possam ajudar-nos a impulsionar a nossa posição estratégica tanto em Espanha, como em Portugal. Ambos possuem uma vasta experiência nas suas respetivas áreas, e desejamos a ambos o melhor para as suas novas funções“, refere Eddie Wilson, CEO da Ryanair, citado num comunicado enviado à imprensa.

Natural de Espanha e fluente em português, Elena Cabrera conta com mais de 10 anos de experiência na área da comunicação corporativa e relação com os media, tendo sido responsável por projectos ao nível do posicionamento estratégico de marcas em Espanha, Portugal e diferentes países da América Latina e do Norte de África.

Já David Simón Santiñán, que conta com 15 anos de experiência profissional, é especialista nas áreas de public affairs e assuntos governamentais, tendo ocupado posições de gestão em algumas das marcas mais conhecidas do mundo, como a Uber e a Delivery Hero.

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Transporte aéreo de passageiros duplica no 3.º trimestre mas ainda longe dos valores de 2019

No terceiro trimestre do ano, os aeroportos nacionais movimentaram cerca de 10 milhões de passageiros e contabilizaram a aterragem de 48,8 mil aeronaves em voos comerciais.

Inês de Matos

No terceiro trimestre do ano, os aeroportos nacionais movimentaram cerca de 10 milhões de passageiros, número que indica uma subida de 92,7% face a igual período do ano passado, quando a pandemia já assolava o transporte aéreo, mas que, em comparação com os mesmos três meses de 2019, antes da chegada da COVID-19, continua a traduzir um decréscimo expressivo, que chegou aos e 45,0%, segundo dados revelados esta sexta-feira, 3 de dezembro, pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

Os dados do INE mostram, no entanto, que o total de passageiros movimentados nos aeroportos nacionais tem vindo a recuperar ao longo dos trimestres, uma vez que, no segundo trimestre, a quebra face a igual período de 2019 chegava aos 76%, enquanto no primeiro tinha sido de 86,8%.

De acordo com o INE, entre julho e setembro, aterraram nos aeroportos nacionais 48,8 mil aeronaves em voos comerciais, número que representa uma subida de 52,0% face ao terceiro trimestre de 2020, ainda que, em comparação com o mesmo período de 2019, se continue a registar um decréscimo que, nestes três meses, foi de 28,5%.

No entanto, a descida de 28,5% face ao terceiro trimestre de 2019 já representa uma melhoria comparativamente aos primeiros trimestres do ano, quando o número de aeronaves aterradas nos aeroportos nacionais apresentava descidas de 56,5% no segundo trimestre e de 70,6% no primeiro trimestre.

Por aeroportos, a infraestrutura da capital foi a que concentrou um maior número de passageiros, contabilizando 44,3% do total de passageiros movimentados nos aeroportos nacionais, o que corresponde a 4,6 milhões, cerca de metade do total de passageiros contabilizados no terceiro trimestre de 2019.

Já o aeroporto do Porto registou o segundo maior volume de passageiros movimentados do país, correspondente a 22,6% do total ou 2,3 milhões de passageiros, o que traduz uma diminuição de 40,1% face ao mesmo período de 2019.

Em Faro, o aeroporto contabilizou o movimento de 1,5 milhões de passageiros, o que representa 14,8% do total,  num resultado que, segundo o INE, corresponde ao “maior decréscimo face ao terceiro trimestre de 2019”, com uma perda de 56%.

Os passageiros movimentados nos aeroportos do Funchal e de Ponta Delgada corresponderam ainda, respetivamente, a 7,7% e 5,4% do total, tendo sido estes os aeroportos que registaram os menores decréscimos face a 2019, com descidas de 13,2% e 22,3%.

O INE indica ainda que, no terceiro trimestre de 2021, foram movimentados 7,7 milhões de passageiros em tráfego internacional, correspondendo a 75,0% do tráfego total, com o peso do tráfego internacional a ascender a 94,0% em Faro, 84,1% em Lisboa e 83,6% no Porto.

“Analisando o número de aeronaves aterradas e o número de passageiros desembarcados diariamente no 3º trimestre, pode observar-se que os níveis destas variáveis foram superiores aos observados no mesmo período de 2020, quando se verificou o impacto das restrições à mobilidade no espaço aéreo devido à pandemia, no entanto estão ainda muito distantes dos níveis anteriores à pandemia”, aponta ainda o INE.

 

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KLM premiada pela APEX como melhor companhia aérea para passageiros

Os prémios APEX World Class Award avaliam os novos referenciais (benchmarks) da experiência do cliente, recorrendo a uma ampla auditoria de dados.

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A KLM recebeu o 2022 APEX World Class Award, um novo prémio atribuído pela organização de aviação e que representa a “mais alta categoria entre os prémios globais dedicados ao setor da aviação”, informou a companhia aérea dos Países Baixos em comunicado.

Segundo a KLM, este novo prémio “representa um reconhecimento excecional de conquistas em áreas como o bem-estar em segurança e a sustentabilidade”.

De acordo com a informação divulgada pela companhia aérea, através dos prémios World Class, a APEX – Airline Passenger Experience Association “mede e avalia as companhias aéreas face aos novos referenciais (benchmarks) da experiência do cliente, recorrendo a uma mais ampla e intensiva auditoria de dados”.

Além do bem-estar em segurança e da sustentabilidade, a APEX avalia também as companhias aérea com base em “altos padrões para o serviço, conforto, catering e desempenho”.

“Sentimo-nos honrados e orgulhosos por receber este World Class Award. Nos últimos dois anos, temos feito tudo ao nosso alcance para transportar os nossos passageiros da forma mais segura, sustentável e confortável possível – desde o início das suas viagens até à sua chegada ao destino. O facto de os nossos passageiros apreciarem tanto isso torna este prémio ainda mais especial”, congratula-se Boet Kreiken, vice-presidente executivo de experiência do cliente da KLM.

A APEX é a maior organização internacional de aviação a auditar a experiência dos passageiros das companhias aéreas e desenvolveu uma renomada organização de análise e avaliação neste campo.

Os prémios World Class Award foram atribuidos, pela primeira vez, este ano, e distinguiram sete companhias aéreas: KLM, Singapore Airlines, Japan Airlines, Emirates, Saudia, Qatar Airways e Turkish Airlines.

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TAP reconhece perda de liderança mas lembra que é a companhia com “mais voos intercontinentais diretos do Porto”

Companhia aérea de bandeira nacional reage às notícias que dão conta que transporta apenas um em cada 10 passageiros no Porto.

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A TAP veio esta quinta-feira, 2 de dezembro, reagir às notícias que dão conta que a companhia aérea de bandeira nacional só transporta um em cada 10 passageiros no Porto e, num esclarecimento enviado à imprensa, reconhece que há alguns anos que já não tem a liderança no que diz respeito ao número de passageiros transportados, mas lembra que continua a ser a companhia com “mais voos intercontinentais diretos do Porto”.

“A TAP já não tem a liderança no transporte de passageiros no aeroporto do Porto há alguns anos. No entanto, continua a ser a companhia que oferece mais voos intercontinentais diretos do Porto, para destinos no Brasil e Estados Unidos. Através da Ponte Aérea, a TAP oferece também ligações otimizadas a toda a sua rede de destinos desde o seu hub em Lisboa”, lembra a companhia de bandeira nacional.

A TAP fala também na quota de mercado que detém atualmente no aeroporto do Porto para explicar que esta não apresenta nenhuma tendência negativa, uma vez que, “de acordo com os relatórios da ANAC, a TAP duplicou a sua quota de mercado no aeroporto Francisco Sá Carneiro em número de passageiros transportados”.

“Essa quota foi de 10% no terceiro trimestre, conforme referido pela ANAC, quando no trimestre anterior era de 5%. Não há, portanto, qualquer tendência de decréscimo, bem pelo contrário, esta duplicação mostra um crescimento que se espera que continue”, explica a transportadora aérea.

Na informação divulgada, a TAP reconhece também que “é uma companhia com um modelo de negócios de “hub and spoke”” e que, por isso, “60% dos seus passageiros” fazem em Lisboa a ligação entre voos que não têm como destino ou origem final Portugal, explicando ainda que, “em circunstância normais”, o mercado nacional representa 20% do total de passageiros transportados pela TAP.

“Acresce que os mercados do Brasil e Estados Unidos representam um grande volume dos passageiros transportados pela TAP e, devido à pandemia, no trimestre em causa existiam ainda fortes restrições às viagens de e para esses países”, aponta ainda a nota divulgada pela TAP, que considera, por isso, que “qualquer análise que se procure fazer ao tráfego de passageiros em período de pandemia e de fortes limitações à mobilidade e livre circulação de pessoas assenta em bases que nada têm a ver com o regular funcionamento do mercado”.

 

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IATA alerta que medidas contra Omicron põem em causa recuperação de outubro

A IATA está preocupada que as medidas adotadas contra a nova variante Omicron venham colocar em causa a recuperação da procura por viagens aéreas, que voltou a melhorar em outubro.

Inês de Matos

A proibição ou limitação de viagens decretada em vários países na sequência da identificação da variante Omicron pode colocar em causa a recuperação que o tráfego aéreo apresentou em outubro, alerta a IATA – Associação Internacional de Transporte Aéreo, que divulgou esta quinta-feira, 2 de dezembro, os dados referentes ao tráfego aéreo global de outubro.

“O desempenho do tráfego de outubro reforça que a ideia de que as pessoas vão viajar quando puderem. Infelizmente, a resposta dos governos ao surgimento da variante Omicron estão a colocar em risco a conectividade global que levou tanto tempo a reconstruir ”, avisa Willie Walsh, diretor geral da IATA, citado num comunicado enviado à imprensa.

De acordo com os dados da IATA, em outubro, o tráfego aéreo manteve a tendência de recuperação que já se vinha a verificar desde o verão e que permitiu que a procura global por viagens aéreas tenha apresentado uma descida de 49,4% face a igual mês de 2019, ainda antes da pandemia.

Apesar do resultado continuar a ser negativo em comparação com os dados de 2019, o certo é que este indicador tem vindo a subir e o resultado de outubro mostra mesmo uma recuperação face a setembro, quando a procura global por viagens aéreas tinha ficado 53,3% abaixo de igual mês de 2019.

Tal como também já vinha a acontecer, o tráfego doméstico voltou a registar um melhor desempenho, com a procura do mercado interno a apresentar uma descida de 21,6% face a outubro de 2019, igualmente com uma melhoria face à descida de 24,2% identificada em setembro.

Já a quebra na procura internacional voltou a ser mais preocupante, chegando aos 65,5% em comparação com outubro de 2019, ainda assim também com um melhor desempenho face a setembro, quando a descida de procura internacional por viagens aéreas tinha sido de 69,0% e com as melhorias a chegarem a todas as regiões do mundo.

Por regiões, foi na Ásia-Pacífico que o tráfego aéreo internacional mais desceu em outubro, com uma quebra de 92,8% face a igual mês de 2019, praticamente inalterada face ao resultado de setembro, quando o decréscimo chegava aos 93,1%. Nesta região, a capacidade desceu 83,8%, enquanto o load factor caiu 44 pontos percentuais, para 35,7%, o mais baixo entre todas as regiões do mundo.

No Médio Oriente, a descida do tráfego aéreo internacional chegou aos 60,3%, o que, segundo a IATA, é um resultado animador pois representa “um enorme salto” face à quebra de 67,1% registada no mês de setembro, enquanto a capacidade teve um quebra de 49,1% e o load factor caiu 16,1 pontos percentuais, para 57,5%.

Em África, a descida do tráfego aéreo internacional foi 60,2% em outubro, o que também indica uma melhoria face ao decréscimo de 62,1% observado em setembro, enquanto a capacidade caiu 49,0% e o load factor encolheu 15,2 pontos percentuais, para 54,1%.

Na América do Norte, a quebra do tráfego internacional foi de 57,0%, igualmente com uma melhoria em comparação com o mês anterior, quando a descida tinha sido de 61,4%, enquanto a capacidade desceu 43,2% e o load factor caiu 20 pontos percentuais, para 62,4%.

Na América Latina, a descida do tráfego internacional em outubro foi de 55,1%, o que representa uma forte melhoria face à descida de 61,4% identificada em setembro, com a capacidade a apresentar uma quebra de 52,5% e o load factor a descer 4,3 pontos percentuais, para 76,9%, naquele que volta a ser o load factor mais elevado entre todas as regiões pelo 13.º mês consecutivo.

Já a Europa foi a região onde o tráfego aéreo internacional menos desceu, apresentando uma quebra de 50,6% face a igual mês de 2019, o que também traduz uma melhoria substancial face ao desempenho de setembro, quando a quebra foi de 56,5%. Já a capacidade desceu 41,3% na Europa, enquanto o load factor encolheu 13,7 pontos percentuais, para 72,5%.

 

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Qatar Airways abre nova rota para a capital do Uzbequistão a 17 de janeiro

Operação para Tashkent vai contar com dois voos por semana, operados em aviões A320, com 12 lugares em executiva e 120 em económica.

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A Qatar Airways vai começar a voar para Tashkent a partir de 17 de janeiro de 2022, disponibilizando dois voos por semana entre Doha e a capital do Uzbequistão, informou a companhia aérea do Qatar em comunicado.

De acordo com a Qatar Airways, os voos para Tashkent vão ser operados em aviões A320, com capacidade para 12 passageiros em business e 120 em classe económica.

“Vemos um tremendo potencial de crescimento na Ásia central e este novo serviço para Tashkent vai servir para impulsionar as oportunidades comerciais e atrair turistas que querem descobrir este belo destino”, afirma Akbar Al Baker, CEO da companhia aérea.

A capital do Uzbequistão está no centro da Rota da Seda, é a maior cidade da Ásia central e, segundo a Qatar Airways, além de “paisagens únicas”, oferece uma “gastronomia variada e diversos locais para ver e descobrir”.

Os voos à partida de Doha para Tashkent decorrem às segundas e sextas-feiras, com saída pelas 18h55, enquanto a chegada está prevista para as 00h30+1. Em sentido contrário, as partidas da capital do Uzbequistão decorrem às terças e sábados, pelas 01h50, chegando a Doha às 04h00, sempre em horários locais.

 

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Ryanair transporta 10,2 milhões de passageiros em novembro

Em novembro, a companhia aérea low cost realizou 62.300 voos e alcançou uma ocupação de 86%.

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A Ryanair transportou um total de 10,2 milhões de passageiros no passado mês de novembro, mês em que a companhia aérea operou 62.300 voos e registou uma ocupação de 86%, revelou a companhia aérea low cost em comunicado.

De acordo com a informação divulgada pela Ryanair, os 10,2 milhões de passageiros que a companhia aérea transportou no passado mês de novembro comparam com os dois milhões de passageiros que a companhia tinha transportado em igual mês de 2020, quando o tráfego aéreo estava a ser fortemente afetado pela COVID-10 e pelas restrições às viagens adotadas para conter a pandemia.

Os dados de novembro indicam que os resultados da Ryanair têm vindo a melhorar desde julho, quando a Ryanair contabilizava 9,3 milhões de passageiros e uma ocupação de 80%, enquanto em agosto já tinham sido contabilizados 11,1 milhões de passageiros e 82% de ocupação.

Em setembro, a Ryanair transportou 10,6 milhões de passageiros e registou uma ocupação de 81%, resultados que voltaram a melhorar em outubro, quando o total de passageiros da companhia aérea chegou aos 11,3 milhões e a ocupação bateu nos 84%.

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Azul retoma operação para Orlando e Fort Lauderdale

Companhia aérea brasileira retomou esta quarta-feira, 1 de dezembro, as rotas para Orlando e Fort Lauderdale, ambas com um voo diário.

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A Azul retomou esta quarta-feira, 1 de dezembro, a operação entre o Aeroporto de Viracopos, em Campinas, São Paulo, Brasil, e as cidades norte-americanas de Orlando e Fort Lauderdale, depois das rotas terem estado suspensas mais de um ano devido à COVID-19.

“Com a flexibilização da entrada de brasileiros em solo americano, a companhia volta a operar sua malha pré-pandemia nos Estados Unidos, com dois voos diários para Orlando e Fort Lauderdale”, anuncia a Azul, em comunicado.

Os voos da Azul para Orlando têm partida pela 09h50, chegando a Orlando pelas 17h00, enquanto em sentido contrário os voos partem da cidade norte-americana às 19h15, chegando a Campinas às 06h00.

Além dos voos para Orlando, a Azul retomou também os voos para Fort Lauderdale, cuja partida do Brasil está marcada para as 23h50, chegando aos EUA pelas 06h10, enquanto em sentido contrário a partida de Fort Lauderdale está marcada para as 19h25, chegando a Campinas às 05h30.

“Os nossos clientes estavam muito ansiosos pelo retorno dos voos para Orlando. Por onde eu passava, as pessoas perguntavam-me quando isso aconteceria. Existe uma demanda reprimida para esse destino e, agora, com a nossa retomada, acompanharemos a procura e aumentaremos as frequências se ela continuar crescendo”, afirma John Rodgerson, presidente da Azul, citado num comunicado enviado à imprensa.

Os voos da Azul para Orlando decorrem em aviões A330neo, com capacidade para até 298 passageiros.

 

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