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Homing abre nova loja dedicada a gestão do alojamento local

A Homing Group acaba de inaugurar uma nova loja no centro de Lisboa, mais precisamente, na Avenida Duque d’Avila, vocacionada para a gestão do Alojamento Local

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No mês em que assinala o seu quinto aniversário, a Homing Group acaba de inaugurar uma nova loja no centro de Lisboa, mais precisamente, na Avenida Duque d’Avila, vocacionada para a gestão do Alojamento Local (AL).

Criada em 2016, numa estratégia de proximidade e de apoio a cada hóspede, proprietário, investidor, promotor ou a quem quer saber um pouco mais sobre a atividade, a abertura da nova unidade de Lisboa acontece depois de a Homing ter expandido a sua operação de AL ao Porto e Algarve com duas lojas em 2019. Já em 2020, o grupo alargou a sua oferta ao segmento de mercado imobiliário com a marca Homing Real Estate.

Cinco anos depois, a empresa refere que mantém o foco no crescimento quer no negócio da mediação imobiliária como no da gestão do alojamento local.

Na Homing Short Rent, marca de gestão de unidades para o AL que atua no mercado do arrendamento de média e curta duração em plataformas online e na loja física, onde recebe diariamente clientes para o check-in e o check-out e ainda os proprietários, estima fechar o ano de 2021 ultrapassando as 250 unidades.

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Assembleia Municipal do Porto aprova suspender registos de AL no centro histórico e Bonfim

Aprovada a 7 de outubro pelo executivo da Câmara do Porto, a proposta de suspensão de novos registos de Alojamento Local (AL) nas freguesias do centro histórico e do Bonfim, entra em vigor esta terça-feira, 11 de outubro, e vigorará por um período de seis meses.

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A Assembleia Municipal do Porto aprovou esta terça-feira, 11 de outubro, a suspensão de novos registos de Alojamento Local (AL) nas freguesias do centro histórico e do Bonfim, com a oposição a considerar que a decisão “peca por tardia”.

A suspensão de novos registos de Alojamento Local nas duas freguesias foi aprovada com os votos favoráveis do movimento independente “Aqui Há Porto”, PS, BE, PAN e CDU, e com a abstenção do PSD, Chega e de três deputados do movimento independente.

Pelo PSD, o eleito Rodrigo Passos disse “não ser possível votar favoravelmente” a suspensão de uma atividade que “tantos benefícios trouxe à cidade”.

Considerando que a suspensão de novos registos é “um penso pequeno para uma grande ferida”, o social-democrata lembrou que foi o Alojamento Local que permitiu “reabilitar locais que jamais seriam reabilitados” na cidade.

“Num momento como este, em que vemos uma inflação galopante, partirmos para a suspensão de novos licenciamentos levanta diversos perigos”, destacou Rodrigo Passos, apelando ao executivo para que seja célere na apresentação do esboço do regulamento e considerando que “este desafio não se resolverá com medidas avulsas”.

Também o eleito pelo PS, Rui Lage, destacou que o AL foi “uma força motriz importantíssima” para a reabilitação dos centros históricos das cidades, em particular, do Porto, lembrando que em muitos momentos este foi “uma tábua de salvação” para muitas famílias.

Destacando que teria sido “conveniente e útil” que o setor tivesse sido regulado mais cedo, o socialista saudou, no entanto, a “sensatez” do executivo e apelou, à semelhança do PSD, à rápida concretização do documento.

“A notícia do advento do regulamento do AL é boa. Aguardamos a proposta e não falharemos em dar o nosso contributo”, adiantou Rui Lage.

Já a eleita do BE, Susana Constante Pereira, congratulou-se com a “mudança de rumo do executivo”, ainda que lamentando que a suspensão “peque por tardia”.

“O momento é tardio face à crise que já se vive na cidade”, defendeu Susana Constante Pereira, dizendo serem necessárias “medidas ativas”.

“Não só o executivo deve assumir o compromisso de acompanhar a suspensão com um regulamento robusto, como políticas públicas que recuperem o edificado habitacional”, acrescentou.

Também o deputado único do PAN, Paulo Vieira de Castro, salientou a necessidade de regular o AL na cidade, considerando, no entanto, que se “impõe cautela e salvaguarda do interesse público”.

“A regulação em falta pode vir a trazer harmonia para o futuro”, referiu.

Pela CDU, o eleito Rui Sá destacou que o turismo foi e é “um aspeto positivo para a cidade”, mas que “muitas vezes a diferença entre o remédio e o veneno está na dose”.

“O AL traduziu-se na cidade do Porto em problemas que todos estamos a sentir”, referiu, lembrando que apesar dos apelos feitos em 2018, a câmara “escolheu a opção ideológica de que o mercado se autorregulava”.

“A Câmara já deveria ter feito o seu trabalho de casa e ter o regulamento”, defendeu, apelando, no entanto, para que o documento seja posto à consideração do executivo “o mais rápido possível”.

Por sua vez, o eleito pelo movimento independente “Aqui Há Porto”, José Maria Montenegro, destacou o investimento feito pelos proprietários de AL na cidade do Porto, dizendo que a suspensão não representa “um ataque ou desrespeito” pelos proprietários.

“Não é desrespeito por esse investimento. Não há nenhuma suspensão da atividade, quem lá está, continua”, disse.

José Maria Montenegro rejeitou ainda que o regulamento do AL tenha por base “preconceitos” ou “diretórios ideológicos”.

A suspensão da autorização de novos registos de estabelecimentos de alojamento local na União de Freguesias de Cedofeita, St. Ildefonso, Sé, Miragaia, S. Nicolau, Vitória e na Freguesia do Bonfim tem “efeitos imediatos”, entrando em vigor nesta terça-feira.

A suspensão vigorará por um período de seis meses, “prorrogável por igual período, ou, em alternativa, se esta ocorrer primeiro, até à entrada em vigor do regulamento”.

A proposta de suspensão foi aprovada a 7 de outubro pelo executivo da Câmara do Porto com os votos favoráveis dos vereadores do movimento independente de Rui Moreira, do PS, BE e CDU e com a abstenção do PSD.

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AL: GuestReady tem nova responsável para área de expansão internacional

Andreea Petrisor será responsável pelo plano de crescimento internacional da GuestReady, empresa de gestão de alojamento local que “pretende tornar-se líder global em inovação e qualidade”.

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A GuestReady, que opera em Portugal desde 2018, acaba de anunciar a contratação de Andreea Petrisor como Chief Growth Officer. Esta é a terceira de uma série de contratações para cargos sénior que a empresa está a realizar até ao final do ano de 2022.

A profissional estará responsável pelo crescimento internacional da GuestReady que tem “o objetivo ambicioso de se tornar no serviço de gestão de alojamento local mais moderno e confiável do mundo”, indica a empresa em comunicado de imprensa, que acrescenta que, além de supervisionar esta expansão internacional, Andreea Petrisor estará ainda responsável pela expansão do PMS (Property Management Software) da GuestReady, “uma inovadora solução de software para otimizar a gestão das operações do setor da hospitalidade, e pelo crescimento de outras secções centrais como o marketing e as vendas”.

Com um MBA em Gestão pelo INSEAD (Institut européen d’administration des affaires), o seu percurso académico passou por Paris, Buenos Aires e ainda Londres, onde foi reconhecida como a melhor estudante do seu ano pela European Business School.

Andreea Petrisor tem já provas dadas na gestão de projetos e de equipas, tendo ocupado o cargo de Project Manager, por mais de oito anos, na Roland Berger, entre outros, designadamente, no seu país de origem, a Roménia.

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Hotéis Vila Galé dão desconto nas reservas antecipadas para o réveillon

Os hotéis Vila Galé em Portugal lançaram no mercado uma campanha de reservas antecipadas para o réveillon. Até 15 de outubro, oferecem um desconto de 10%.

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Esta campanha é válida para reservas nos hotéis Vila Galé Collection Braga, Vila Galé Porto, Vila Galé Coimbra, Vila Galé Sintra, Vila Galé Cascais, Vila Galé Collection Palácio dos Arcos (Paço de Arcos), Vila Galé Ópera (Lisboa), Vila Galé Tavira, Vila Galé Ampalius (Vilamoura), Vila Galé Cerro Alagoa (Albufeira) e Vila Galé Lagos.

A passagem de ano nos hotéis da cadeia inclui alojamento e pequeno-almoço, bebida de boas-vindas, jantar e ceia com música ao vivo no dia 31 de dezembro e ainda um brunch no dia 1 de janeiro (em unidades selecionadas).

Aplica-se também às estadas nas unidades Vila Galé Estoril, Vila Galé Atlântico (Praia da Galé), Vila Galé Collection Praia (Praia da Galé) e Vila Galé Santa Cruz (Madeira), onde se propõe alojamento com pequeno-almoço na última noite do ano e jantar com música ambiente.

Além dos hotéis onde vigora esta campanha, o grupo Vila Galé terá ainda festas de réveillon nos Vila Galé Collection Douro (Douro), Vila Galé Douro Vineyards (Douro), Vila Galé Serra da Estrela (Manteigas), Vila Galé Ericeira, Vila Galé Clube de Campo (Beja), Vila Galé Collection Alter Real (Alter do Chão), Vila Galé Évora e Vila Galé Collection Elvas.

 

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AL em Portugal regista valores superiores à pré-pandemia, segundo a GuestReady

A GuestReady, empresa que gere propriedades de aluguer de curta e média duração em vários países, indica que registou este verão, no Alojamento Local (AL) em Portugal, 15 vezes mais reservas do que em igual período de 2019.

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O portefólio da empresa também cresceu e hoje há quatro vezes mais propriedades do que no último ano pré-pandemia.

Este verão, na cidade do Porto, a GuestReady recebeu principalmente hóspedes de Espanha (19%), de França (17%) e ainda portugueses (10%). Já em Lisboa as propriedades abriram portas principalmente a norte-americanos (15%), mas também a franceses (13%) e espanhóis (10%).

Ainda durante o verão, a ocupação foi em média 15% superior ao mesmo período de 2019. Em Portugal a ocupação média foi de 90%, tendo superado a média global da GuestReady.

A nível global, a empresa que está presente em mais de 30 cidades em dois continentes, viu quadruplicar o volume de reservas e o número de unidades registadas cresceu para o dobro, por comparação ao ano de 2019.

Só em agosto, a GuestReady atingiu a marca global das 18 mil reservas efetuadas, das quais mais de um terço tiveram lugar em Portugal, o que representa um crescimento de 12% na taxa de ocupação global face ao mesmo período de 2019.

 

 

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Reservas de verão da GuestReady 15 vezes superiores a 2019

Entre os principais mercados da GuestReady neste verão de 2022, destaque para Espanha, França, EUA e Portugal.

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O Alojamento Local da GuestReady registou, este verão, 15 vezes mais reservas do que em igual período de 2019, com o portefólio da empresa especialista na gestão de alugueres a curto e médio prazo a registar, igualmente, um crescimento detendo, hoje, quatro vezes mais propriedades do que no último ano de pré-pandemia.

De acordo com Rui Silva, Managing Director da GuestReady em Portugal e em Espanha, “este verão foi definitivamente uma consolidação do regresso à normalidade”, destacando os hóspedes franceses, espanhóis e norte-americanos, mas também portugueses, que representaram “12% de todas as reservas feitas em Portugal”.

Este verão, na cidade do Porto, a GuestReady recebeu principalmente hóspedes de Espanha (19%), de França (17%) e ainda portugueses (10%). Já em Lisboa as propriedades abriram portas principalmente a norte-americanos (15%), mas também franceses (13%) e espanhóis (10%).

A empresa revela ainda que durante os meses de verão – junho, julho e agosto – “a ocupação foi em média 15% superior ao verão de 2019”, atingindo, em Portugal, ao longo do verão 90%, tendo a média no nosso país superado a média global da GuestReady.

Presente em mais de 30 cidades em dois continentes, no pico do verão, no mês de agosto, a GuestReady atingiu a marca global das 18 mil reservas efetuadas, das quais mais de um terço tiveram lugar em Portugal, o que representa um crescimento de 12% na taxa de ocupação global por comparação ao mesmo período de 2019.

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Hotel Vila Raia
Alojamento

Idanha-a-Nova recebe nova unidade de três estrelas

O verão é visto pelo General Manager do Hotel Vila Raia como “a época de eleição para atrair clientes”, devido aos atrativos da zona.

Carla_Nunes

A zona da Raia acabou de ganhar mais quartos com a abertura do Hotel Vila Raia, em Idanha-a-Nova, Castelo Branco. A unidade de três estrelas acrescenta assim 26 quartos à região, num investimento que já superou um milhão de euros.

Os quartos, todos com twin bed, “seguem um modelo muito utilizado em Espanha, podendo-se juntar as camas sempre que o cliente desejar”, como explica Jorge Humberto, General Manager do Hotel Vila Raia.

Ao alojamento juntam-se valências como uma piscina exterior, sauna e jacuzzi, bem como uma sala de reuniões e estacionamento próprio. O edifício da unidade encontrava-se fechado há oito anos, pelo que foi necessário proceder a restauros, pinturas e à impermeabilização da piscina, de acordo com o General Manager.

O responsável aponta que esta unidade “será mais procurada pelo cliente que  quer fugir da agitação das grandes cidades e procura um sítio calmo e sossegado para carregar baterias”. O verão é visto como “a época de eleição para atrair clientes”, dados os atrativos da zona.

“Temos praias fluviais, aldeias históricas e boa gastronomia perto do hotel. Estamos inseridos numa região rica em eventos e que atraem muita gente de fora”, justifica Jorge Humberto.

Por se tratar de um novo hotel, o responsável afirma que não têm “qualquer historial em que possamos basear a nossa perspetiva [de reservas futuras]”. No entanto, mantém-se otimistas, dadas as reservas realizadas “na primeira e segunda semana de abertura e para a última semana de setembro”.

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Novas licenças de AL em Lisboa suspensas por mais seis meses

A Câmara de Lisboa aprovou, esta quarta-feira, apenas com os votos contra da liderança PSD/CDS-PP, a proposta de PS, BE e Livre para prorrogar a suspensão de novos registos de Alojamento Local (AL) na cidade “por novo prazo de seis meses”.

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Com esta proposta, que terá ainda de ser votada na Assembleia Municipal de Lisboa, a suspensão de novos registos de AL passa a aplicar-se em 15 das 24 freguesias da cidade, ou seja, apenas nove podem acolher novos estabelecimentos, uma vez que o número licenças pedidas em Campolide fez com que integrasse a anterior lista dos territórios com um rácio entre o número de estabelecimentos de AL e o número de fogos de habitação permanente igual ou superior a 2,5%.

Aprovada em reunião privada do executivo camarário, com o apoio do PCP e da vereadora independente eleita pela coligação PS/Livre e com os votos contra da liderança PSD/CDS-PP, a proposta de PS, BE e Livre prevê “a suspensão imediata da autorização de novos registos de estabelecimentos de AL, por novo prazo de seis meses, a contar do fim do prazo da suspensão atualmente vigente e até à entrada em vigor da alteração ao Regulamento Municipal do Alojamento Local”.

Com base nos dados do peso do alojamento local relativo ao alojamento familiar clássico, segundo notícia da Lusa, nas 24 freguesias da cidade de Lisboa, apresentados na proposta, passam de 14 para 15 as freguesias que apresentam um rácio superior a 2,5%, com a entrada de Campolide, que se junta a Santa Maria Maior (52%), Misericórdia (39%), Santo António (26%), São Vicente (16%), Arroios (14%), Estrela (11%), Avenidas Novas (7%), Alcântara (5%), Belém (4%), Campo de Ourique (4%), Parque das Nações (4%) e Penha de França (4%), Ajuda (3%) e Areeiro (3%).

Além dessas freguesias, mantém-se a proibição de novos estabelecimentos em zonas consideradas de “contenção absoluta”, nomeadamente Bairro Alto/Madragoa, Castelo/Alfama/Mouraria, Colina de Santana, Baixa e eixos Avenida da Liberdade/Avenida da República/Avenida Almirante Reis, de acordo com o Regulamento Municipal do Alojamento Local, em vigor desde novembro de 2019, que estabelece ainda uma zona de contenção relativa, com o registo limitado na Graça e no Bairro das Colónias.

Os vereadores do PS, BE e Livre querem ainda que a Direção Municipal de Urbanismo apresente, “até 10 de outubro”, o estudo urbanístico do turismo em Lisboa, com os rácios de “Alojamento Local / Imóveis Disponíveis para Habitação” e “Alojamento Local / Alojamentos Familiares Clássicos” por freguesia e por zona turística homogénea, que foi pedido pela câmara há “mais de oito meses”.

 

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Falcon’s Resorts by Meliá é nova marca hoteleira a estrear em Punta Cana

A Meliá Hotels International e a Falcon´s Beyond acabam de criar uma nova marca hoteleira vocacionada para o lazer e entretenimento. Designa-se Falcon´s Resort by Meliá.

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A cadeia Meliá Hotels International, com mais de 380 hotéis em 40 países, em associação com a Falcon’s Beyond, empresa global dedicada ao desenvolvimento de conceitos de entretenimento, anuncia a sua nova marca hoteleira: Falcon’s Resorts by Meliá.

A nova marca irá chegar a Punta Cana com o seu primeiro hotel, como parte do investimento de 350 milhões na criação de um destino que irá juntar hotelaria, lazer e entretenimento.

O Falcon’s Resort by Meliá – All Suites Punta Cana, resultado da transformação de dois dos hotéis Meliá Hotels International, o Paradisus Gran Cana e o The Reserve at Paradisus Palma Real, irá contar com um total de 622 quartos.

Esta nova marca hoteleira aliará a qualidade e os atributos caraterísticos de um resort premium com as melhores propostas de lazer e entretenimento. Os hotéis desta nova marca vão assim oferecer acesso direto a uma grande variedade de restaurantes, lojas e espaços de lazer que vão moldar uma experiência de destino mais completa.

O Falcon’s Resort by Meliá – All Suites Punta Cana será um dos três projetos dentro da criação do novo destino de entretenimento Falcon’s Beyond Destination – Punta Cana, para o qual serão investidos 350 milhões de dólares. O destino também contará com o Katmandu Park – Punta Cana, um novo parque temático de última geração com inauguração prevista para dezembro de 2022, e o Falcon’s Central – Punta Cana, um exclusivo espaço de comércio, gastronomia e entretenimento atualmente em desenvolvimento.

Entretanto, a Meliá Hotels International e a Falcon’s já anunciaram as próximas localizações do Falcon’s Beyond Destination em todo o mundo que serão desenvolvidas nos próximos anos. Entre eles, Tenerife até 2024; Playa del Carmen (México) para 2025 e Puerto Vallarta (México) com data ainda não definida.

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AHRESP apela por programas de apoio à eficiência energética para o canal HORECA

A associação defende que eventual redução dos horários de funcionamento será “fortemente penalizadora” para o setor.

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Em comunicado de imprensa, a Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) defende a disponibilização de programas de apoio à eficiência energética “especificamente direcionados para os setores da restauração, similares e do alojamento turístico”, de acesso direto e simplificado. O pedido surge no seguimento “dos compromissos assumidos pelo Estado Português para a redução de 7% nos consumos de energia”.

Por se prever a “eventual redução dos horários de funcionamento” dos estabelecimentos, a AHRESP sugere que sejam disponibilizados os respetivos programas de acordo, uma vez que é da opinião de que “a eventual redução dos horários de funcionamento seria uma medida despropositada e fortemente penalizadora para as atividades da restauração, similares e do alojamento turístico”.

“Os desafios que o Canal HORECA ainda atravessa, como a pressão inflacionista, subida das taxas de juro e escassez de trabalhadores, são fatores críticos que não se coadunam com medidas restritivas ao funcionamento das empresas”, afinca a associação em comunicado.

Defende ainda que as empresas pertencentes à associação “há muito que têm implementado medidas de redução do consumo de energia com o apoio da AHRESP”, enumerando exemplos como “a realização de auditorias energéticas e, mais recentemente, uma campanha de substituição dos motores elétricos convencionais dos sistemas de refrigeração por motores de comutação eletrónica”.

“Após dois anos de pandemia, com impactos acrescidos no Canal HORECA, o momento é de intensa laboração. A época trouxe o tão desejado pico na atividade das nossas empresas, mas que está a revelar-se insuficiente para a recuperação das tesourarias, pois o contexto inflacionista e de aumento galopante dos custos está a esmagar as margens de negócio”, afirma.

Numa nota final, a associação mostra-se “totalmente disponível para trabalhar com o Governo e outros parceiros, no sentido contribuir ativamente para o Plano de Poupança de Energia e Eficiência Hídrica”.

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Meliá adia para 2023 abertura de dois novos hotéis em Cuba

Embora inicialmente as aberturas estivessem previstas para este ano, a cadeia Meliá Hotels International adiou para 2023 o arranque da operação de duas novas unidades hoteleiras em Cuba.

O Sol Caribe Beach será o primeiro a abrir no início do próximo ano, enquanto o Meliá Trinidad Península ficará lá mais para maio de 2023, juntando-se, assim às 32 unidades hoteleiras que administra na ilha caribenha.

De acordo com o site da empresa, citado pela Hosteltur, o Sol Caribe Beach, em Varadero, será inaugurado a 01 de janeiro, enquanto o Meliá Trinidad Peninsula estará operacional a partir de 01 de maio de 2023.

No caso da unidade de Trinidad, a cadeia assegura que será um hotel moderno, de cinco estrelas, mas que respeitará a essência da região, quer ao nível da arquitetura, quer dos serviços.

Quanto ao Sol Caribe Beach, um all inclusive em frente à praia, é um produto para famílias “divertido, moderno e respeitador do meio ambiente” que trará “frescura a Varadero”

Refira-se que a Meliá Hotels já reabriu dos hotéis que possui em Cuba, encerrados durante a pandemia da Covid-19, seguindo-se os restantes a partir de 01 de novembro, com o início da época alta na ilha.

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