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Governo “dá” mais 2 mil milhões de euros à TAP em 2021 e 2022

Estes quase dois mil milhões de euros deverão fazer com que, o próximo ano, “seja o último ano em que o Estado português injeta dinheiro na TAP”, admite o Governo

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Governo “dá” mais 2 mil milhões de euros à TAP em 2021 e 2022

Estes quase dois mil milhões de euros deverão fazer com que, o próximo ano, “seja o último ano em que o Estado português injeta dinheiro na TAP”, admite o Governo

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O Governo vai injetar 1.988 milhões de euros na TAP em 2021 e 2022, segundo o relatório que acompanha a proposta de Orçamento do Estado para 2022, mantendo os 990 milhões de euros previstos para o ano”.

O relatório indica que este ano “foi ainda concedida à TAP, ao abrigo das normas comunitárias especialmente desenhadas para o contexto pandémico, uma compensação por danos COVID referentes ao período de março a junho de 2020, no valor de 462 milhões de euros, compensação que foi atribuída sob a forma de capital”.

No documento, o executivo lembra ainda que “foram submetidas à Comissão Europeia duas notificações adicionais para Compensação por danos COVID – uma referente ao segundo semestre de 2020, outra referente ao primeiro semestre de 2021”.

“Tal como já anunciado, espera-se que, com a aprovação do Plano de Reestruturação por parte da Comissão Europeia, a ajuda à TAP em 2021 totalize os 998 milhões de euros”, já incluindo o montante das compensações por danos COVID, de acordo com o documento.

Além disso, segundo a proposta, “é previsto no Plano de Reestruturação apresentado à Comissão Europeia, no seu cenário central, que 2022 seja o último ano em que o Estado português injeta dinheiro na TAP, no valor de 990 milhões de euros”.

O Governo acredita que “a TAP ficará, assim, devidamente capitalizada para poder prosseguir a sua atividade, contribuindo fortemente para a economia portuguesa”.

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Aroldo Schultz (Schultz): “A tecnologia aproxima-nos dos nossos clientes e agora mais ainda”

Aroldo Schultz, diretor do operador turístico brasileiro Schultz, destaca que “o uso da tecnologia não tem mais volta” e “quem ainda não usa, sairá a perder”.

Victor Jorge

O responsável pelo operador turístico brasileiro Schultz, Aroldo Schultz, é um dos convidados do webinar “Desafios pós-COVID”, da Airmet. Por e-mail respondeu a duas breves questões colocadas pelo Publituris.

A digitalização tem sido um tema indiscutível nesta pandemia. Que alterações trouxe, efetivamente, este ciclo e como é que esta vertente mais tecnológica abre novas estratégias de negócio ao nível da operação? A digitalização afastou ou aproximou-vos dos vossos clientes?
A digitalização atual trouxe um aprimoramento tecnológico e temos de evoluir para acompanhar o ritmo forte das novidades. A tecnologia aproxima-nos dos nossos clientes e agora mais ainda, com as reuniões em vídeo.

Que mudanças espera no e para o turismo de forma geral e quais são, efetivamente, os maiores ensinamentos que retira desta crise para o futuro da sua atividade e negócio?
O uso da tecnologia não tem mais volta. Quem ainda não usa, sairá a perder. O turismo ficará mais forte do que nunca nos próximos anos e as empresas sólidas, que souberam respeitar seus clientes, vão crescer muito. Com a pandemia descobrimos que a nossa capacidade de superação e criatividade é imensa. A nossa equipa e clientes foram amparados desde o início, e sentimos que o reconhecimento deles está a chegar com o volume de vendas crescente. Somos um grupo formado por uma equipe vitoriosa que soube respeitar todos os envolvidos.

Para participar no webinar de dia 20 de outubro, basta inscrever-se aqui.

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Marcelo Bento (Azul): “A sofisticação do consumidor exigirá maior conhecimento do cliente”

Marcelo Bento, diretor de Planeamento e Alianças da Azul, um dos speaker do webinar da Airmet, acredita que a companhia terá uma capacidade aérea cerca de 120% maior em lugares que no verão de 2020.

Victor Jorge

Do outro lado do Atlântico, Marcelo Bento, diretor de Planeamento e Alianças da Azul, explicou, em breves palavras e como antevisão ao seminário da Airmet, a importância da partilha de informação.

Em muitos dos fóruns que têm sido realizados ao longo deste último ano e meio, “colaboração”, “cooperação”, “partilha” têm sido definições que têm ganho relevância e que, para muitos, serão imprescindíveis para o sucesso futuro? Como é que estas “novas exigências” poderão ser colocadas em prática pelas companhias aéreas?
A sofisticação do consumidor, com diferentes necessidades em momentos distintos de consumo, exigirá maior conhecimento do cliente, o que pode ser obtido com partilha de bases de dados, informações e oportunidades. Também, de forma a ser mais assertivo, as ofertas precisam ser ampliadas, exigindo a coordenação de diferentes produtos, de diferentes fornecedores, online e em tempo real, preferencialmente customizadas para o cliente. É impossível fazer isso sem uma estreita cooperação com diferentes atores da cadeia.

As empresas aéreas costumam ser alvo das primeiras pesquisas dos consumidores e podem, assim, intercetá-lo no início do processo decisório. Mas precisam preparar-se para interpretar, coordenar e oferecer uma proposta adequada aos anseios desse consumidor.

Como é que a empresa está neste momento de retoma das viagens em termos de posicionamento de mercado, produtos e operações?
A rede doméstica da Azul já está em franca recuperação e, no momento, opera acima da capacidade observada antes da pandemia da COVID-19. Neste verão, a Azul terá uma capacidade aérea cerca de 120% maior em lugares que no verão de 2020.

A aguda crise sofrida por todos desde março de 2020 e, em especial, pela indústria de transporte aéreo, deu-nos a oportunidade de rever toda a nossa estrutura de custos, organizacional e estratégias de receita. Saímos mais equilibrados, mais ágeis, com uma frota mais moderna, e com uma participação de mercado ampliada.

As nossas áreas de viagens e cargas tiveram franco crescimento durante a crise e têm apresentado uma crescente contribuição ao grupo Azul como um todo, mostrando a evolução das viagens em lazer, mais frequentes e mais sofisticadas, especialmente no âmbito doméstico. Também há que realçar a incrível evolução do e-commerce no país. Ainda temos grandes desafios na recuperação da malha e receitas da operação internacional, ainda bastante desafiadora.

Que mudanças espera no e para o turismo de forma geral e quais são, efetivamente, os maiores ensinamentos que retira desta crise para o futuro da sua atividade e negócio?
A evolução do ‘bleisure’ é uma nova realidade, permitindo a desconcentração das temporadas altas, viagens mais frequentes, e permanência mais longas nos destinos, procurando, também, adaptações dos equipamentos turísticos.

Também a valorização de experiências diferenciadas, que exigem produtos mais sofisticados, maior segmentação e conhecimento técnico da cadeia de distribuição será crescente. Com isso, a informação e tomada de decisão por referência tornam-se ainda mais relevantes e presentes, assim como o marketing direto e digital.

Numa era de bombardeio de informações, ofertas integradas, mais “ricas” e oportunas oferecem maior conversão, mas exigem conhecimento do cliente, do momento de compra, e grande coordenação entre diferentes fornecedores da cadeia turística.

Para participar no webinar de dia 20 de outubro, basta inscrever-se aqui.

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TAP confirma Frederic Gossot como novo diretor de vendas e distribuição

Novo diretor de vendas e distribuição da TAP conta com mais de 25 anos de experiência em gestão da aviação e deixa a Qatar Airways para integrar a direção da companhia aérea de bandeira nacional.

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A TAP confirmou esta segunda-feira, 18 de outubro, em comunicado, a contratação de Frederic Gossot como novo diretor de vendas e distribuição da companhia aérea, profissional de conta com mais de 25 anos de experiência em gestão da aviação e que deixa a Qatar Airways para integrar a direção da companhia aérea de bandeira nacional.

"Frederic Gossot é o novo diretor sénior de vendas e distribuição da TAP. De nacionalidade francesa, o novo responsável da transportadora aérea tem mais de 25 anos de experiência nas áreas de gestão no setor da aviação, destacando-se no seu percurso os cargos desempenhados na Air France, Air France/KLM e Qatar Airways, companhia onde desempenhava atualmente funções como Diretor Regional para a Europa ocidental", indica a TAP, na informação divulgada.

O novo diretor de vendas e distribuição da TAP é mestre em Gestão pela ESSEC Business School, concluiu um programa avançado de Gestão da HEC e é certificado pela London School of Economics em Finanças para Gestão.

Ao longo da sua carreira profissional, Frederic Gossot especializou-se em áreas como "gestão de grandes equipas, liderança e resolução de problemas em ambientes multiculturais, Gestão de Crise, participação e desenvolvimento de alianças e parcerias estratégicas, elaboração de planos de negócio e orientação para os resultados".

Frederic Gossot tem ainda uma vasta experiência internacional e multicultural, "tendo vivido e trabalhado em países como França, Nigéria, Indonésia, China, Líbano, Dubai e Alemanha, sempre em funções de liderança de equipas".

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MSC Cruzeiros anuncia “maiores números de portugueses embarcados” nos itinerários Lisboa-Lisboa

O MSC Virtuosa está a realizar, em setembro, outubro e novembro, cruzeiros de nove noites, com partida e chegada a Lisboa, e escalas em Barcelona, Marselha, Génova, Málaga e Casablanca.

Inês de Matos

A MSC Cruzeiros faz um balanço positivo dos itinerários Lisboa-Lisboa que o MSC Virtuosa está a realizar e nos quais a companhia tem registado os "maiores números de portugueses embarcados", face à partidas dos três anos anteriores à COVID-19, revelou esta sexta-feira, 15 de outubro, Eduardo Cabrita, diretor-geral da MSC Cruzeiros em Portugal.

"A maior parte dos passageiros que embarcaram em Lisboa eram portugueses. Hoje, embarcaram cerca de 820 passageiros, basicamente 20 são estrangeiros, os outros 800 são portugueses. A média tem sido, nos outros cruzeiros, entre 900 e 950 passageiros e mais de 95% são portugueses", indicou o responsável, durante uma visita ao MSC Virtuosa.

De acordo com Eduardo Cabrita, "estes são os maiores números de portugueses embarcados" nos cruzeiros da companhia nesta época do ano, o que, reconheceu o responsável, foi um surpresa também para a MSC Cruzeiros.

"Estes são os maiores números de portugueses embarcados, em comparação com os nossos cruzeiros da mesma altura no ano anterior, estou a falar de 2019, 2018 e 2017. Ao mesmo tempo, é uma surpresa mesmo para nós", indicou Eduardo Cabrita, explicando que, pela pandemia e por este não ser o típico período de férias dos portugueses, a companhia tinha expetativas mais baixas e acabou por ter uma "agradável surpresa".

Para o diretor-geral da MSC Cruzeiros em Portugal, a forte procura sentida nestes cruzeiros - que o MSC Virtuosa realiza em setembro, outubro e novembro - mostra que "o setor dos cruzeiros em Portugal , especialmente os cruzeiros de porta-a-porta, ou seja, os Lisboa/Lisboa, podem ter muito pano para dar nos próximos anos, especialmente no próximo ano".

Eduardo Cabrita revelou ainda que a MSC Cruzeiros também tem tido portugueses a viajar nos restantes cruzeiros da companhia no Mediterrâneo Ocidental e Oriental confessou que os números, no entanto, ainda não chegam aos que registavam os cruzeiros desde Barcelona ou Veneza anteriores à pandemia, apesar deste ano ter trazido boas indicações, que já permitem pensar num 2022 com alguma normalidade.

"Este ano de 2021 foi um recomeço de tudo e estamos a chegar ao final do ano de 2021 em que já estamos muito alicerçados para que 2022 seja, não digo o business as usual, mas bastante lá mais perto", acrescentou.

Recorde-se que o MSC Virtuosa, que foi inaugurado em março deste ano, está a fazer cruzeiros de nove noites pelo Mediterrâneo, num itinerário que, além de Lisboa, tem também escala em Barcelona, Marselha, Génova, Málaga e Casablanca.

 

 

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Paula Canada (TAP): “O ‘hub’ é fundamental para a sobrevivência da TAP”

Paula Canada, diretora de Marketing e Vendas da TAP Air Portugal, uma das convidadas do webinar “Desafios pós-COVID”, da Airmet, admite que “o turismo vai retomar primeiro que o ‘corporate'”.

Victor Jorge

Em antecipação ao webinar do próximo dia 20 de outubro, organizado pela Airmet, que colocará diversos profissionais, de ambos os lados do Atlântico, a debater os desafios pós-COVID, o Publituris falou com Paula Canada, diretora de Marketing e Vendas da TAP Air Portugal.

Que TAP teremos nós e o mercado no futuro, sabendo-se das dificuldades que a companhia atravessa? Continuar a ter este hub que liga a Europa à América do Sul e do Norte é fundamental? Como é que uma companhia que se vê confrontada com cortes pode ter um discurso de expansão, crescimento, evolução?
O problema da TAP é um problema comum à maioria das companhias aéreas apanhadas por uma pandemia que teve efeitos devastadores na indústria da aviação. Com as fronteiras fechadas e com medo de viajar instalado nos clientes, a movimentação de pessoas deixou de existir, quer em turismo quer em negócios, o que deixou a indústria sem clientes.

Sem nunca descurar o mercado português e a ligação de Portugal à imensa comunidade lusófona, o hub é fundamental para a sobrevivência da TAP, ajudando a alimentar as suas rotas com o transporte de clientes da Europa para o continente americano e para Africa e vice-versa.

O discurso da TAP neste momento é essencialmente de consolidação nos mercados em que opera não deixando, no entanto, de aproveitar algumas oportunidades que surjam e que se justifiquem.

Como a empresa está neste momento de retoma das viagens em termos de posicionamento de mercado, produtos e operações?
A TAP acompanha diariamente a evolução da procura, recebendo insights de diversas fontes, e com base nisso vai ajustando a operação em termos de rotas, frequências, preços e promoções.

Há sinais positivos em alguns mercados, a abertura do Brasil e agora dos EUA foi fundamental para a retoma e para permitir encarar o próximo inverno com uma pequena dose de otimismo, estando previsto operar para os próximos meses 80% do que se operou em 2019. O segmento VFR foi o segmento que mais se destacou durante a pandemia, começando agora a ver sinais de recuperação no segmento leisure e no corporate, especialmente as pequenas e médias empresas. É prioridade da TAP nesta fase acompanhar esta evolução e ajustar as condições operacionais e comerciais a este novo contexto.

Que mudanças espera no e para o turismo de forma geral e quais são, efetivamente, os maiores ensinamentos que retira desta crise para o futuro da sua atividade e negócio?
O turismo vai retomar primeiro que o corporate, destacando-se a procura por destinos mais de natureza, sem grandes multidões e a oferta de pacotes com seguros de saúde vão ser uma vantagem competitiva. Destinos de maior proximidade, com uma boa oferta no ramo da saúde vão, nestes próximos tempos, ser os mais procurados.

O maior ensinamento que se retira, é a necessidade de as organizações terem estruturas ágeis e flexíveis para poderem reagir e se ajustar rapidamente aos novos contextos.

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‘Adaptar Turismo’ com dotação de 5 milhões de euros para apoios a fundo perdido até 20 mil euros

Criado pelo Governo para “apoiar as empresas do turismo no esforço de adaptação e de investimento nos seus estabelecimentos”, o ‘Adaptar Turismo’ recebe agora uma dotação de cinco milhões de euros.

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O programa Adaptar Turismo, destinado a micro, pequenas e médias empresas do setor afetadas pela pandemia, conta com uma dotação de cinco milhões de euros para apoios a fundo perdido até 20 mil euros.

De acordo com o despacho publicado em Diário da República, assinado pela secretária de Estado do Turismo, Rita Marques, o instrumento de apoio é financiado pelo Turismo de Portugal “com recurso às suas receitas próprias anuais, e tem uma dotação orçamental de cinco milhões de euros”.

O Adaptar Turismo foi criado pelo Governo para "apoiar as empresas do turismo no esforço de adaptação e de investimento nos seus estabelecimentos, permitindo ajustar os métodos de organização no trabalho e de relacionamento com clientes e fornecedores ao contexto pós-COVID-19".

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Europeus impulsionarão a recuperação do turismo na região do Golfo

A Europa está entre os países emissores que mais deverão contribuir para a recuperação do turismo no Golfo, muito devido à “ajuda” dos britânicos.

Victor Jorge

Os viajantes europeus devem tornar-se um mercado importante para a região do Golfo, especialmente os países do Conselho de Cooperação do Golfo (GCC), o que ajudará na recuperação da indústria turística pós-pandemia.

Os países do GCC incluem Emirados Árabes Unidos (EAU), Arábia Saudita, Catar, Omã, Kuwait e Bahrein e todos oferecem uma boa variedade de opções de voos e um produto turístico variado, que agrada aos viajantes europeus, revela a GlobalData.

O último relatório da empresa, ‘Gulf Cooperation Council (GCC) Tourism Destination Market Insight’, revela que, em 2019, as chegadas pré-pandêmicas da Europa para os países do GCC alcançaram 11,8 milhões de turistas. Em 2020, as chegadas caíram para 3,9 milhões devido à pandemia, uma redução de 67% numa comparação anual. No entanto, os indicadore mostram que as chegadas pós-pandemia devem recuperar para 13,3 milhões de turistas até 2024, uma taxa composta de crescimento anual (CAGR ) de 17,5%.

 

Gus Gardner, analista associado de Viagens e Turismo da GlobalData, salienta que “os viajantes europeus que chegam aos países do GCC nos próximos três anos serão o principal impulsionador da recuperação do turismo da região “. O analista admite mesmo que um dos países de maior importância será o Reino Unido, já que as últimas previsões da GlobalData mostram que as chegadas do Reino Unido aos países do GCC chegarão a 3 milhões em 2024, numa evolução anual de 21,7%. '

“Os viajantes britânicos sempre foram atraídos pelos países do GCC”, admite a GlobalData, “pois oferecem uma proposta turística diversificada para o sol de verão e inverno, com praias deslumbrantes, cidades extensas e atividades de aventura”. Além disso, a “opulência e o status de Dubai com hotéis de luxo e a experiência suntuosa que tem a oferecer também são populares entre os viajantes do Reino Unido”.

Gardner conclui ainda que os países do GCC “têm muito para atrair os europeus, com uma mistura de atividades, desde as tradicionais férias na praia até a experiência cultural proporcionada pelas tradições e história da região. Isso o ajudará a recuperar sua popularidade mais rápido do que aqueles destinos que oferecem apenas uma experiência de pausa na cidade”.

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Melhores filmes de turismo do mundo estarão no ART&TUR em Aveiro

Aveiro será, durante quatro dias, a capital dos filmes de turismo no panorama nacional e internacional.

Victor Jorge

O ART&TUR - Festival Internacional de Cinema de Turismo, vai decorrer entre 26 e 29 de outubro, no Centro de Congressos de Aveiro. Trata-se da 14.ª edição de um certame consolidado no panorama nacional e internacional de festivais de cinema de turismo que atrai à competição os melhores filmes promocionais e documentários sobre turismo, nacionais e internacionais.

As últimas três edições do festival realizaram-se no Centro de Portugal, nomeadamente em Leiria, Torres Vedras e Viseu, a que se segue agora Aveiro.

Durante os quatro dias do Festival, serão exibidos os filmes que compõem a short list da competição, selecionados pelo júri internacional entre todos os candidatos. No total, serão exibidos 74 filmes, integrados em 17 sessões temáticas. As sessões temáticas serão antecedidas de mesas-redondas, em que peritos convidados e autores de filmes selecionados refletirão sobre o relançamento do turismo na era pós-COVID 19. Paralelamente, decorrerão outras iniciativas inseridas no Festival.

Francisco Dias, diretor do Festival, salienta que o ART&TUR “não é um festival qualquer de cinema”, destacando a “componente muito importante de business to business e uma dimensão internacional de relevo”. Por outro lado, refere, "o ART&TUR tem contribuído para a melhoria da qualidade dos filmes promocionais de turismo feitos em Portugal, uma vez que as autarquias e outras entidades perceberam as vantagens de terem bons filmes promocionais a concurso".

Já Pedro Machado, presidente da Turismo Centro de Portugal, frisa que a aposta desta entidade no Festival e, paralelamente, na criação da Centro Portugal Film Commission, se deve ao facto de os filmes de turismo serem "um excelente veículo de promoção da região Centro de Portugal". "Com esta aposta queremos dizer que o audiovisual é uma área de crescimento estratégico para o Centro de Portugal, que tem alcançado resultados inequívocos, os quais contribuem para que a marca e o destino Centro de Portugal registe taxas muito altas de crescimento".

O programa completo do evento pode ser consultado em https://tourfilm-festival.com/programa.

 

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Italia Trasporti Aereo compra Alitalia e já voa

Ao fim de 75 anos, a Alitalia acabou, tornando-se na Italia Trasporti Aereo compra.

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A nova companhia aérea de bandeira Italia Trasporti Aereo (ITA) adquiriu a Alitalia, por um valor de 90 milhões de euros, numa altura em que mantém negociações com os sindicatos da companhia histórica italiana.

No final do processo de licitação pública, na noite de quinta-feira, 14 de outubro, a companhia Alitalia passou para as mãos da ITA - a nova companhia aérea totalmente estatal italiana - criada após o encerramento da linha de aviação que fez durante a noite o último voo, ao fim de 74 anos de história.

Em 2020, após negociações com a União Europeia, foi autorizada a criação da ITA com o compromisso de Roma de não injetar mais de 1.350 milhões de euros de capital até 2023, sendo que 700 milhões vão ser aplicados até ao final de 2021.

A nova companhia mantém as negociações com os sindicatos sobre as condições dos novos contratos pois prevê-se que "vai contar" com um quadro constituído por menos de três mil trabalhadores, numa primeira fase.

Até 2025, a ITA prevê aumentar o número de funcionários até aos 5.700, sendo que a Alitalia empregava onze mil trabalhadores.

A ITA vai começar as primeiras operações com 52 aviões e prevendo-se que a frota venha a ser ampliada em 2022 para 78 aparelhos, aumentando para mais de uma centena em 2025.

O primeiro voo da ITA saiu na sexta-feira, às 08:00 (06:00 em Lisboa) do aeroporto de Fiumicino, arredores de Roma, com 37 passageiros a bordo com destino a Milão, no norte de Itália, marcando o início da nova companhia que surge depois do fim da Alitalia.

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Qatar Airways Holidays lança pacotes de viagens para o Campeonato do Mundo de futebol

Com sete níveis, os pacotes de viagens da Qatar pretende levar os adeptos ao Mundial de Futebol de 2022.

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A pouco mais de um ano do início do Campeonato do Mundo FIFA Qatar 2022, a Qatar Airways Holidays anuncia o lançamento de pacotes de viagens para adeptos, que incluem bilhetes para jogos, voos de regresso e opções de alojamento.

Os adeptos terão primeiro de aderir ao Qatar Airways Privilege Club, para terem acesso a pacotes de viagens únicos, com flexibilidade nas reservas, e obterem lugares reservados nos seus jogos preferidos.

A viagem começa com a escolha da sua seleção favorita e caso a equipa escolhida não se qualifique para o torneio, será oferecida uma opção de reembolso total. No entanto, os adeptos têm também a flexibilidade de escolher jogos de uma equipa diferente (em função da disponibilidade).

Com sete níveis, os pacotes de viagem têm preços que começam nos 3.261 euros e cada adepto pode reservar um total de sete jogos, combinando mais do que um pacote. No caso da sua seleção favorita ser derrotada nas fases avançadas do torneio, serão emitidos bilhetes para os jogos de uma das equipas prevalecentes do mesmo grupo ou da fase a eliminar.

Além disso, os adeptos podem especificar com quantos convidados viajam e o número de quartos em que gostariam de ficar. Podem escolher entre alojamento standard e premium, com base no seu orçamento.

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