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Turismo de Portugal anuncia Plano de Ação para o M&I

Presidente do Turismo de Portugal, Luís Araújo, participou esta quinta-feira, 30 de setembro, na sessão online Reativar o Turismo – Gerar Negócio.

Inês de Matos
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Turismo de Portugal anuncia Plano de Ação para o M&I

Presidente do Turismo de Portugal, Luís Araújo, participou esta quinta-feira, 30 de setembro, na sessão online Reativar o Turismo – Gerar Negócio.

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O presidente do Turismo de Portugal, Luís Araújo, anunciou esta quinta-feira, 30 de setembro, a criação de um Plano de Ação para o M&I, uma das “atividades que mais sofreram ao longo do último ano” e que, segundo o responsável, será o destino de “parte importante” do Portugal Events, o instrumento incluído no programa Reativar o Turismo – Construir o Futuro para apoiar o setor dos eventos.

“Uma parte importante deste Portugal Events é destinada a uma das atividades que mais sofreram ao longo do último ano, o M&I. Aquilo que pretendemos com este instrumento é, não só fomentar a segurança de quem nos procura, mas obviamente retomar esta atividade de uma forma o mais rápida possível”, afirmou o responsável, durante a sessão online Reativar o Turismo – Gerar Negócio.

De acordo com Luís Araújo, este plano de ação para o M&I está “focado em trazer mais conhecimento sobre o setor”, assim como mais formação para os profissionais e mais cooperação, com o responsável a indicar que, neste ponto, vai ser também criado um Conselho Estratégico de M&I, em colaboração com vários parceiros.

“Aproveito para dizer que vamos criar um Conselho Estratégico de M&I com vários parceiros, para avaliar o que podemos fazer para melhorar a performance deste segmento tão específico”, explicou o presidente do Turismo de Portugal.

O plano de ação para o M&I prevê ainda gerar mais negócio, com Luís Araújo a explicar que o objetivo é estimular “as redes setoriais, redes de empresas, redes corporativas para que haja mais procura e crescimento deste segmento e uma retoma mais acelerada”.

O setor dos eventos foi uma das atividades que Luís Araújo abordou individualmente durante a sessão online, onde foram apresentados mais detalhes relativos ao plano de ação Reativar o Turismo – Construir o Futuro e durante a qual o presidente do Turismo de Portugal revelou que a procura por Portugal “continua a ser expressiva”.

“Temos conseguido passar a mensagem de país que se preparou para a pandemia”, afirmou, revelando que, neste período pós-verão, os índices de pesquisa e procura pelo destino Portugal “começam a atingir os níveis de 2019”.

O presidente do Turismo de Portugal afirmou, no entanto, que Portugal quer chegar mais longe e atingir os 27 mil milhões de euros de receitas turísticas em 2027, conforme estabelecido na ET2027, defendendo que, para isso, é necessário reforçar a marca Portugal, nomeadamente com “alguns critérios e alguns elementos chave”.

“Queremos que seja uma marca vista com estilo, autêntica, única, distintiva, glamorosa, mas principalmente prestigiante, que enriqueça aqueles que nos visitam com todos os atributos que hoje os turistas nos reconhecem”, afirmou.

Para atrair a procura internacional, o Turismo de Portugal tem vindo também a lançar campanhas de promoção nos mercados prioritários em colaboração com companhias aéreas e operadores turísticos, e conta atualmente com um total de 73 campanhas ativas e que representam um investimento de 2,5 milhões de euros.

Além destas, também as campanhas destinadas ao consumidor merecem um balanço positivo, com Luís Araújo e revelar que as campanhas ‘Tomorrow is Today’ e ‘Time to Be’ têm alcançado um grande “impacto mediático” e sucesso a nível internacional.

“A campanha Time to Be tem sido muito procurada porque aquilo que dizemos é que este é o tempo de voltar a viajar e de conhecer lugares. Está presente em seis mercados principais – Portugal, Espanha, França, Alemanha, Reino Unido e Países Baixos – e é uma campanha com resultados que estimamos, e temos tido um excelente feedback, em mais de 800 milhões de impressões, mais de 30 milhões de visualizações, o que nos dá à volta de 50 milhões de pessoas impactadas”, exemplificou.

Importantes são também as feiras do setor que, aos poucos, têm voltado a decorrer presencialmente, como já foi o caso da FITUR, em Madrid, onde o Turismo de Portugal estreou um novo stand, com Luís Araújo a revelar que, no próximo ano, o organismo público espera voltar a marcar presença nas 12 feiras onde habitualmente participava antes da pandemia.

Promoção Externa e aviação

O presidente do Turismo de Portugal revelou ainda que o novo plano de contratualização da promoção externa para os próximos três anos já está a ser preparado e o objetivo é que a “revisão do modelo” traduza o foco do país na “sustentabilidade e digitalização, mas também em novos modelos de atuação que sejam mais ágeis, mais flexíveis e mais segmentados”.

Fundamental para a retoma e para o futuro do setor é ainda a recuperação das ligações aéreas, que segundo o responsável tem sido abordada em quatro áreas de atuação, uma primeira que visa recuperar as rotas perdidas em 2020, outra dedicada ao aumento do load-factor das companhias aéreas, uma terceira que visa procurar novas rotas que não existiam, enquanto a quarta passa por procurar novas oportunidades junto de companhias aéreas que não voavam para Portugal.

“Os dados que temos até agosto são expressivos e mostram uma melhoria. Destaco que em todos os aeroportos nacionais tem havido uma curva ascendente, com destaque claro para a Madeira, que já ultrapassou os 100% da capacidade que tinha em agosto de 2019, e os Açores que estão acima dos 80% para o mesmo mês. A nossa previsão de recuperação está acima dos 80% nos próximos meses”, revelou, lembrando algumas das novas rotas que têm aberto em território nacional.

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Vhils inaugura novo mural em Bruxelas com apoio do Turismo de Portugal

O novo mural de Vhils, denominado “This is Art”, contou com o apoio do Turismo de Portugal e é o mais recente exemplo de como a arte urbana por ser um atrativo turístico

O artista e pintor português Vhils inaugurou um novo mural em Bruxelas, que contou com o apoio do Turismo de Portugal, naquele que é o mais recente exemplo do apoio que o instituto tem vindo a dar à arte e à arte urbana nacionais, como “forma de reforçar a visibilidade e a diferenciação do país”.

O novo mural de Vhils, denominado “This is Art”, retrata um rosto feminino que, nas palavras do artista, contempla o futuro da Europa e a sua diversidade, fruto de várias revoluções democráticas, incluindo a portuguesa revolução dos cravos.

“Este projeto em particular eleva aspetos relevantes da identidade nacional, pelo que é um projeto que nos orgulha duplamente ter apoiado”, afirma Carlos Abade, presidente do Turismo de Portugal.

Segundo o Turismo de Portugal, o facto de Portugal ser um país com uma “enorme diversidade histórica, cultural e artisticamente influente” permite que o turismo desempenhe um “importante papel na afirmação e divulgação internacional da arte e dos artistas portugueses em estreita ligação com a oferta turística associada ao destino Portugal”.

“O trabalho do Vhils é um excelente exemplo da arte que a todos toca, expressando nas suas obras uma reflexão particular e irreverente sobre os lugares, as memórias, a história, ou a humanização, deixando uma marca indelével na cultura urbana em Portugal e a nível mundial”, acrescenta o Turismo de Portugal, num comunicado divulgado esta terça-feira, 9 de julho.

O turismo cultural é uma das tendências que cada vez mais atrai viajantes de todo o mundo, em busca de experiências genuínas, locais, enriquecedoras e inspiradoras, motivo pelo qual o Turismo de Portugal tem vindo a apoiar diversas iniciativas artísticas, a exemplo dos “Murais da Liberdade”, “Muro dos Oceanos”, “Portugal Manual – Curated Cultural Experiences”, ”SketchTour Portugal”, Tours Literários Portugueses e “Viagem a Portugal Revisited”, entre outras.

O Turismo de Portugal considera que “a arte urbana em Portugal tem-se destacado nos últimos anos enquanto expressão cultural vibrante e um poderoso motivo de atração turística”, uma vez que esta é uma “forma de arte que combina audácia e criatividade e que tem estado a revitalizar a cena cultural em várias cidades portuguesas, tornando-as mais atrativas para os viajantes”.

 

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‘Sorraia Fest’ reúne o melhor da Cultura Equestre

O ‘Sorraia Fest’ está de regresso, de 12 a 14 de julho, e promete levar à Reserva Natural do Cavalo Sorraia, em Alpiarça, a beleza da Arte Equestre, num dos cenários mais bonitos do Ribatejo, e que se dedica à preservação desta espécie única no nosso país.

Este evento anual, que tem vindo a ganhar cada vez mais reconhecimento pela sua atmosfera festiva e ligação à Cultura Equestre, promete três dias de diversão e entretenimento, com provas de equitação, atividades ligadas à tradição, assim como, atividades e animações especiais para as crianças, garantindo diversão para toda a família.

Organizado e promovido pela Câmara Municipal e pela Junta de Freguesia de Alpiarça, o ‘Sorraia Fest’ conta com um programa diversificado, desde espetáculos de folclore a atuações de DJ’s e música ao vivo. Com foco principal na Arte Equestre, uma imagem de marca da cultura ribatejana, este evento terá provas equestres, picarias e demonstração de forcados, sem nunca esquecer a gastronomia local, que estará representada com degustação de vinhos, e nas tasquinhas com os pratos da cozinha e doçaria tradicionais de Alpiarça.

Nos últimos anos, o ‘Sorraia Fest’ tem crescido em popularidade, atraindo um público significativo de toda a região, tornando-se numa tradição já bem enraizada no concelho. Nesse sentido, Sónia Sanfona, presidente da Câmara Municipal de Alpiarça, não tem dúvidas de que “o ‘Sorraia Fest’ é a festa que celebra as tradições ribatejanas e a singularidade das nossas gentes. Traz-nos o melhor da Cultura Equestre, e ao mesmo tempo, possibilita a quem nos visita saber mais acerca desta espécie primitiva e única que é o Cavalo Sorraia, e o que tem sido feito ao longo dos anos para a mantermos e preservarmos.”

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Europa cresce a duplo dígito nas chegadas internacionais em julho e agosto

Uma recente análise da ForwardKeys, em parceria com a ETOA, revela que os meses de julho e agosto deverão ultrapassar recordes anteriores, apontando crescimentos de duplo dígito para os mercados de longo curso da Ásia-Pacífico e EUA.

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“A Europa está preparada para um verão excecional”, indica uma análise da ForwardKeys, em parceria com a European Tourism Association (ETOA), com o turismo recetivo europeu a ultrapassar recordes anteriores.

Globalmente, as chegadas internacionais à Europa, em julho e agosto, registam um crescimento anual de 12%, um pouco acima da média mundial (+11%), com esta evolução a ser impulsionada, principalmente, pelas viagens intra-regionais com um aumento de 10% em relação a 2023 e um afluxo significativo de visitantes de mercados de longo curso da Ásia-Pacífico (+11%) e dos EUA (+21%).

Segundo a ForwardKeys, os aumentos nas pesquisas de voos e nas reservas de bilhetes indicam “um forte interesse pelos destinos europeus, apesar dos efeitos persistentes dos desafios económicos globais, devido, em parte, aos grandes eventos que se realizam durante a época de verão”.

No entanto, esta incerteza económica pode refletir-se num crescimento mais rápido dos lugares em classe económica (+11%), em comparação com os bilhetes de classe premium, que se mantêm aos mesmos níveis de 2023 (+1%).

Cidades ganham ao sol e praia
A Europa Central e Oriental estão a registar o crescimento mais rápido no turismo inbound, após um período de reativação tardio devido à guerra na Ucrânia. Este verão, a região espera um aumento notável de 23% no volume de turistas em relação ao ano passado. O Norte da Europa também está no bom caminho para crescer a um ritmo mais rápido (+12%) do que os destinos do Sul da Europa (+10%), refletindo uma tendência mais ampla de recuperação em todas as sub-regiões europeias.

Os destinos urbanos estão a liderar o renascimento do turismo na Europa, ultrapassando as tradicionais férias de sol e praia, indicando a análise que cidades como Munique (+37%), que beneficia de eventos desportivos importantes este verão, estão a registar um crescimento significativo face a 2023. O padrão é equilibrado nas sub-regiões europeias, com aumentos substanciais em todo o continente incluindo Viena (+23%), Edimburgo (+19%), Madrid (+16%) e Veneza (+16%).

Embora as estadias de média duração continuem a representar a maior parte das chegadas intra-regionais (63%), as viagens curtas de uma a três noites registam o maior crescimento no período em análise, com +23%, representando 16% de todas as estadias. As viagens longas – mais de duas semanas – registam um crescimento mais modesto de +5%.

A força asiática e norte-americana
A região da Ásia-Pacífico está a começar a mostrar sinais de reativação, com um crescimento impressionante das chegadas provenientes da China (+64%) e Japão (+53%) em comparação com 2023. Embora os volumes globais ainda estejam abaixo dos níveis pré-pandémicos, as melhorias na conectividade aérea conduziram a um aumento das viagens a partir destes países.

A China, em particular, é responsável por uma parte muito maior da capacidade de lugares do que antes da pandemia (+12 p.p.), em parte devido ao facto de a conectividade entre a China e os EUA continuar a estar limitada, o que significa que as companhias aéreas chinesas estão a utilizar a sua frota de aviões de grande porte em rotas para a Europa.

As viagens com vários destinos também estão a ser procuradas pelo mercado da Ásia-Pacífico neste verão de 2024, destacando a análise da ForwardKeys os pares de cidades como Budapeste-Viena (+118%), Milão-Munique (+106%), Praga-Amesterdão (+71%) e Istambul-Atenas (+63%), refletindo a popularidade dos destinos europeus urbanos para os viajantes asiáticos que procuram combinar atividades culturais, históricas e de compras.

Eventos globais impulsionam turismo
Certo é que os eventos estão a desempenhar um papel crucial no aumento da procura turística. As chegadas à Alemanha – anfitriã do Euro 2024 – apresentam um crescimento de 19% em comparação com o mesmo período em 2023. A procura de viagens durante os Jogos Olímpicos de Paris também é superior à do ano passado, com os mercados com melhor desempenho a incluir a China (+124%), o Japão (+57%), Alemanha (+32%) e os EUA (+25%).

O efeito da digressão “Eras” da cantora Taylor Swift também é notório, revelando um aumento significativo nas chegadas em torno das datas dos concertos em comparação com o período de verão no seu conjunto – incluindo Estocolmo (+136% vs +15%), Varsóvia (+203% vs +31%) e Londres (+45% vs +12%).

Estas mudanças, ligadas a datas de eventos específicos, revelam a importância dos grandes eventos para impulsionar o crescimento, mesmo em períodos de recessão económica, uma vez que a procura continua a ser elevada para experiências “únicas na vida”. Os destinos com infraestruturas bem desenvolvidas, como estádios, salas de espetáculos ou locais de festivais, podem beneficiar significativamente desta realidade.

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Tailândia promove Amazing Beach Life Festival em julho e agosto

A Tailândia vai promover, nos meses de julho e agosto, o Amazing Beach Life Festival, iniciativa organizada pela Autoridade de Turismo da Tailândia (TAT) e que passa por quatro destinos de praia tailandeses.

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A Tailândia vai promover, nos meses de julho e agosto, o Amazing Beach Life Festival, iniciativa organizada pela Autoridade de Turismo da Tailândia (TAT) e que passa por quatro destinos de praia tailandeses.

Rayong, Phang-Nga, Phuket e Songkhla são os destinos de praia da Tailândia onde vai decorrer o Amazing Beach Life Festival, que visa “impulsionar o turismo durante a estação verde da Tailândia”.

“Este projeto destaca a visão do governo ‘Ignite Tourism Thailand’ de tornar a Tailândia num centro de turismo e eventos a nível mundial. O objetivo é atingir mais de 88 mil milhões de euros em receitas turísticas para este ano e muito mais nos próximos anos”, afirma Phonpoom Vipattipumiprates, vice-ministro do Turismo e Desporto da Tailândia.

Em Rayong, o evento vai ter lugar na praia de Laem Charoen entre 12 a 14 de julho, enquanto Phang-Nga recebe o festival entre 26 a 28 de julho. Já a praia Patong, em Phuket, é palco do Amazing Beach Life Festival entre 2 e 4 de agosto, com a iniciativa a terminar em Chalatat Beach, em Songkhla, entre 9 e 11 de agosto.

O Amazing Beach Life Festival conta com diversas atividades, com destaque para os desportos aquáticos como o Sup-Board Surfskate, concertos musicais de artistas tailandeses famosos, atuações dos principais DJ’s da Tailândia, tatuagens, festas na praia e workshops DIY, como pinturas em tabuleiros de madeira e porta-chaves.

Uma feira de arte e artesanato local, food trucks, bar de praia e artigos de moda vão também fazer parte do Amazing Beach Life Festival, que vai ainda contar com instalações artísticas e pontos de referência alusivos a cada local anfitrião.

“O objetivo do evento é estimular mais viagens entre turistas estrangeiros e tailandeses com elevado poder de compra, o que ajudará a promover os benefícios do turismo pelas comunidades locais nestes quatro destinos de praia”, acrescenta Apichai Chatchalermkit, vice-governador de Produtos e Negócios Turísticos da TAT.

O evento pretende ainda destacar o esforço da TAT na promoção de um turismo mais sustentável e responsável, motivo pelo qual o festival vai contar com decorações sustentáveis e um stand para promoção de empresas premiadas de turismo sustentável.

A entrada no Amazing Beach Life Festival é gratuita e estão disponíveis mais informações aqui.

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Aeroportos de Paris com greve a 17 de julho

O pré-aviso de greve surge a poucos dias do arranque dos Jogos Olímpicos de Paris e, além de melhores condições salariais, reclama também a contratação de pessoal para dar resposta ao aumento do fluxo de passageiros esperado durante o evento.

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Os aeroportos da capital francesa foram alvo de um pré-aviso de greve que promete paralisar a aviação em Paris no dia 17 de julho, avança a Lusa, que cita vários sindicatos da ADP, o grupo que faz a gestão aeroportuária da capital francesa.

O pré-aviso de greve foi emitido porque os trabalhadores da ADP passar a ter um incentivo salarial que já foi atribuído a outros funcionários do grupo e que tem levado a acusações de “deterioração das condições de trabalho”.

Segundo a Lusa, os sindicatos que convocaram a greve reclamam um “bónus para todos os funcionários”, um plano de contratação “massivo” de 1.000 trabalhadores e a garantia de que será possível gozar folgas durante os Jogos Olímpicos, que arrancam a 26 de julho, na capital francesa.

A Lusa lembra ainda que a greve surge pouco antes da realização da competição desportiva, que deverá levar a um considerável aumento do fluxo de passageiros aeroportuários nesse período, o que leva os trabalhadores a pedir garantias de que os serviços não vão ficar sobrecarregados e de que o esforço será recompensado.

As organizações sindicais têm vindo a pedir mais meios para organizar o trabalho durante o evento e, numa assembleia geral na passada sexta-feira, 5 de julho, quase 300 funcionários “apoiaram a decisão unânime dos sindicatos de interromper a sua participação em todas as formas de reuniões com a gestão”, disseram os sindicatos.

Em reação ao anúncio, a administração da ADP sinalizou que “esta greve não deve levar ao cancelamento de voos”.

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Lisboa é o terceiro destino mais procurado por europeus para o verão 2024

Segundo o relatório “Tendências de viagens de verão 2024” da plataforma de marketing digital para profissionais do turismo Sojern, Lisboa é o terceiro destino mais procurado por turistas europeus, o quarto por turistas da América Latina e o nono entre os turistas norte-americanos.

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A capital portuguesa está em alta e volta a ser apontada como um dos destinos mais procurados por turistas de todo o mundo para férias, com destaque para os europeus, que colocam Lisboa como o terceiro destino preferido para o verão de 2024, segundo um recente estudo da Sojern, plataforma de marketing digital para profissionais do turismo.

Segundo o relatório “Tendências de viagens de verão 2024”, Londres permanece no topo das preferências para turistas da Europa, América do Norte, Médio Oriente e África, mas Lisboa destaca-se em várias regiões, sendo mesmo o terceiro destino mais procurado por turistas europeus, o quarto por turistas da América Latina e o nono entre os turistas norte-americanos.

“Estes dados, que colocam Lisboa no TOP 10 de três dos mercados mais relevantes, sublinham a atratividade crescente da capital portuguesa entre os viajantes de todo o mundo”, considera a Sojern, num comunicado divulgado esta terça-feira, 9 de julho.

Os dados deste relatório são confirmados por um estudo anterior, datado de fevereiro de 2024, que também indicava que “Portugal continua a ser um destino muito procurado em alguns mercados chave, com cerca de 75% das reservas de voos provenientes de 10 países”.

“A Alemanha lidera como o maior mercado emissor com 15,3%, seguida pelos Estados Unidos com 11,0%. Comparado com 2023, observa-se um aumento nas reservas de voos provenientes da Alemanha e dos Estados Unidos, refletindo uma crescente atratividade de Portugal entre os turistas destes países”, acrescenta a Sojern.

O “Travel Outlook” da Sojern mostra ainda que os viajantes para Portugal estão a planear as suas viagens com maior antecedência, com 38,53% das reservas feitas com mais de três meses de antecedência, sendo as estadias predominantemente de quatro a sete dias (34,46%) ou de oito a 14 dias (29,74%), existindo ainda um equilíbrio entre viajantes individuais (36,1%), casais (32,8%) e famílias (31,1%).

“Estas tendências indicam uma preferência por estadias mais longas e um planeamento mais cuidadoso das viagens”, considera a Sojern.

Os dados mostram também que já há “um crescimento significativo nas reservas de viagens para o período de Natal”, uma vez que se verifica um aumento de 48% no número de bilhetes emitidos em comparação com o mesmo período de 2023.

“Este aumento pode ser atribuído ao clima mais ameno de Portugal, tornando-o uma opção atrativa para turistas do norte da Europa durante os meses mais frios. A tendência de viagens distribuídas de maneira mais uniforme ao longo do ano, com picos em fevereiro, março e os meses de verão, mas com um interesse crescente no final do ano”, refere ainda a Sojern.

Segundo Jesús Ramírez Medina, Sales Director da divisão Hotéis da Sojern, os dados mais recentes mostram que “Portugal, e especialmente Lisboa, está a ganhar destaque como um destino preferencial para turistas de diversas partes do mundo”.

“O planeamento antecipado, as estadias mais longas e o aumento das reservas para o período de final de ano sublinham a atratividade contínua do país, consolidando a sua posição como um dos destinos mais desejados para 2024”, acrescenta o responsável.

 

 

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FIA Lisboa chega ao fim com 48 mil visitantes e “balanço muito positivo”

Na edição deste ano, que terminou domingo, 7 de julho, a FIA Lisboa recebeu um total de 48 mil visitantes, num crescimento de 12% relativamente à edição anterior.

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A edição de 2024 da FIA Lisboa – Feira Internacional do Artesanato chegou ao fim este domingo, 7 de julho, e mereceu um “balanço muito positivo”, uma vez que contabilizou um total de 48 mil visitantes, num crescimento de 12% relativamente à edição anterior.

“O artesanato é nossa identidade. É cultura, arte e tradição. Mas é também um sector da nossa economia com um elevado potencial de gerar receitas para os artesãos e para o turismo das suas regiões. Esse é o principal objetivo da FIA e do IEFP, que mais uma vez foi, amplamente, atingido nesta edição”, refere Carla Borges, gestora da FIA, citada num comunicado divulgado esta segunda-feira, 8 de julho.

Segundo um inquérito realizado aos visitantes da FIA Lisboa, 87,8% dos indivíduos que visitaram o certame classificaram a sua visita como “boa” ou “muito boa”, enquanto 98,2% afirmaram que recomendariam a visita à FIA Lisboa a amigos e familiares e 94,1% manifestaram interesse em visitar a próxima edição, que vai ter lugar em 2025.

“Estes são números que, naturalmente, nos enchem de orgulho e que evidenciam a importância da FIA enquanto momento único de comunhão entre os artesãos e o grande público amante do artesanato”, acrescenta Carla Borges.

Na edição deste ano, a FIA Lisboa contou também com a participação de 30 países que estiveram representados no certame, com destaque para a Tunísia, que foi o país convidado desta edição da feira.

Nesta edição, foram ainda premiados os artesãos Catarina Tudella no “Artesanato Contemporâneo” e Fernando Rei no “Artesanato Tradicional”.

A próxima edição da FIA Lisboa vai ter lugar entre 28 de junho e 6 de julho, regressando novamente à FIL – Feira Internacional de Lisboa, no Parques das Nações, em Lisboa.

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Autarca de Lisboa insiste na subida da taxa turística para ter “melhor limpeza, melhores espaços, mas também mais cultura”

Carlos Moedas defende que a taxa turística da capital deve subir de dois para quatro euros por noite, de forma a financiar mais equipamentos de cultura, a exemplo do “Centro Interpretativo dos Murais de Almada nas Gares Marítimas”, que recebeu cerca de 3,5 milhões de euros provenientes da taxa turística.

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O presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas, voltou esta segunda-feira, 8 de julho, a insistir na subida do valor da taxa turística cobrada sobre as dormidas em Lisboa, defendendo que o montante arrecadado será investido em “melhor limpeza, melhores espaços, mas também mais cultura”.

“Se a cidade vir o valor do turismo, seja em melhor limpeza, melhores espaços, mas também mais cultura, então o turismo vale mesmo a pena, ele é visível”, disse Carlos Moedas, durante a cerimónia de assinatura do contrato de concessão para criação do “Centro Interpretativo dos Murais de Almada nas Gares Marítimas”.

Carlos Moedas defende que a taxa turística da capital deve subir de dois para quatro euros por noite, dando como exemplo o novo “Centro Interpretativo dos Murais de Almada nas Gares Marítimas”, que recebeu cerca de 3,5 milhões de euros provenientes da taxa turística para a sua concretização.

“Quando eu digo que quero aumentar a taxa turística é exatamente para ter mais cultura, mais equipamentos de cultura, é para maior limpeza da cidade, é para ter espaços mais verdes”, insistiu o presidente da Câmara, em declarações aos jornalistas, no final da cerimónia.

Carlos Moedas mostrou-se, desta forma, indiferente às criticas da Confederação do Turismo de Portugal (CTP) e Associação de Hotelaria de Portugal (AHP), que são contra o aumento da taxa para o dobro do valor cobrado atualmente.

Além de permitir uma maior aposta na limpeza da cidade e na cultura, Carlos Moedas vincou ainda, segundo a Lusa, que esta medida permite “baixar os impostos aos lisboetas”, lembrando que o turismo corresponde a quase 20% da economia da cidade e 25% do emprego, garantindo, por isso, que a ideia “não é diminuir o turismo, mas apostar também em outras áreas”.

“Temos trabalhado com o Turismo de Lisboa para pensar novas centralidades, […], nós temos mais ou menos 35.000 turistas [diários] que entram na nossa cidade e esses 35.000 normalmente vão exatamente para os mesmos sítios, vão para as mesmas partes da cidade e aquilo que nós temos de conseguir é novas centralidades, como é o caso daquilo que estamos aqui a fazer”, acrescentou o autarca lisboeta.

Presente na cerimónia esteve também Vitor Costa,  diretor-geral da Associação de Turismo de Lisboa, que sublinhou que o importante é que a “qualidade da cidade seja melhorada com esses recursos também”.

Os turistas, quando vão a determinada cidade, também têm o seu peso, a sua interferência, e a nós o que nos preocupa no setor do turismo é que haja recursos para que os turistas tenham maior ligação com a cidade e que a qualidade da cidade seja melhorada com esses recursos também”, disse o responsável, considerando que “é bom para os turistas, mas é também, sobretudo, bom para os residentes”.

Relativamente aos receios manifestados por algumas entidades de que o aumento da taxa faça diminuir o número de turistas, Vítor Costa disse não partilhar desta visão e acredita que tal não vai acontecer.

“Já tivemos experiência de quando a taxa foi introduzida, com um euro, quando ela passou para dois euros, e isso não teve nenhum impacto. Este movimento de requalificação, da maior qualidade do turismo em Lisboa tem-se verificado”, argumentou.

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Centro Interpretativo “Os Murais de Almada nas Gares Marítimas” abre em fevereiro de 2025

O Centro Interpretativo “Os Murais de Almada nas Gares Marítimas”, novo polo cultural e turístico que vai abrir as Gares Marítimas do Porto de Lisboa ao turismo, tem inauguração prevista para fevereiro de 2025.

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O Centro Interpretativo “Os Murais de Almada nas Gares Marítimas”, novo polo cultural e turístico que vai abrir as Gares Marítimas do Porto de Lisboa ao turismo, tem inauguração prevista para fevereiro de 2025, informaram os promotores do projeto.

“Localizado na Gare Marítima de Alcântara, este Centro Interpretativo irá proporcionar ao visitante extensa informação ao longo de nove salas do piso 0, bem como a possibilidade de visita aos murais de Almada Negreiros na Gare Marítima de Alcântara e na Gare Marítima da Rocha do Conde de Óbidos”, lê-se num comunicado conjunto da Administração do Porto de Lisboa, Câmara Municipal de Lisboa e Associação Turismo de Lisboa.

Este novo espaço cultural vai permitir o acesso às pinturas murais de Almada Negreiros, o maior conjunto de pintura mural do século XX, ficando integrado na oferta do eixo Alcântara-Belém e focando-se nos 14 painéis de pintura mural das Gares pintados por Almada Negreiros, seis dos quais na Gare Marítima Rocha do Conde de Óbidos e oito painéis na Gare Marítima de Alcântara, assim como “na importância da construção das Gares Marítimas e no papel histórico e social do Porto de Lisboa desde os anos 40 até aos dias de hoje”.

No piso 0 da are Marítima de Alcântara, os visitantes vão poder “conhecer o contexto de construção e decoração dos Terminais de Navegação, a relação entre o arquiteto Pardal Monteiro e o artista Almada Negreiros, os estudos de Almada Negreiros para as pinturas murais nas Gares Marítimas e os diferentes momentos políticos e históricos que atravessaram o funcionamento das Gares, incluindo a II Guerra Mundial, a emigração, as partidas para a Guerra Colonial e o processo de descolonização com o regresso dos portugueses das ex-colónias”.

O contexto da encomenda das obras ao artista e a polémica gerada à época com o resultado final, distante dos objetivos propagandísticos da ditadura, são também temas destes centro interpretativo, que expõe ainda a “presença artística de Almada Negreiros na cidade de Lisboa, bem como a sua documentação sobre as Gares Marítimas, nomeadamente depoimentos, entrevistas, notas, fotografias e reproduções de obras e documentos”.

O novo Centro Interpretativo “Os Murais de Almada nas Gares Marítimas” vai contar ainda com restaurante, concebido e decorado de forma a integrar-se perfeitamente no seu ambiente, e, durante os próximos meses, os visitantes poderão ainda assistir, ao vivo, ao processo de restauro dos murais, financiado pelo World Monuments Fund.

Já a coordenação de conteúdos do Centro Interpretativo está a cargo de Mariana Pinto dos Santos, historiadora da arte e curadora independente e investigadora do Instituto de História da Arte da NOVA Faculdade de Ciências Sociais e Humanas.

O projeto contou com a colaboração da família de Almada Negreiros, do Centro de Estudos e Documentação Almada Negreiros – Sarah Affonso (NOVA FCSH), do Instituto de História da Arte da NOVA FCSH, do Laboratório HERCULES, da Entidade Regional de Turismo da Região de Lisboa, da Fundação Calouste Gulbenkian, da RTP, do Arquivo Municipal de Lisboa e do Museu Nacional de Arte Antiga.

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Madeira e TAP assinalam 60.º aniversário dos voos entre Lisboa e a região

Além do aniversário da abertura dos voos da TAP entre Lisboa e a Madeira, a região está também a comemorar os 60 anos da inauguração do Aeroporto da Madeira.

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A Associação de Promoção da Madeira (AP-Madeira) e a TAP estão a assinalar esta segunda-feira, 8 de julho, o 60.º aniversário da abertura dos voos entre Lisboa e a região, efeméride que está a ser assinalada com um celebração no Aeroporto de Lisboa e ofertas especiais para os passageiros a bordo.

“A companhia portuguesa fez a primeira ligação para o Aeroporto de Santa Catarina naquele ano de 1964, utilizando um avião “Lockheed L- 1049G Super Constellation” (operado pela TAP, de 1955 a 1967), pilotado pelo Comandante Pereira, que inauguraria a pista madeirense (na altura com 1.600 metro de comprimento), ao aterrar pelas 11h24”, recorda a AP-Madeira.

Além dos 60 anos da abertura dos voos entre Lisboa e a Madeira, a região está também a comemorar os 60 anos da inauguração do Aeroporto da Madeira, que foi construído na zona de Santa Catarina, em Santa Cruz, após estudos técnicos sobre a sua localização.

O aniversário foi assinalado com uma cerimónia invocativa no Aeroporto de Lisboa, que contou com uma área decorada para o efeito na zona das partidas da infraestrutura aeroportuária, onde houve bolo e bebidas para os passageiros, que receberam ainda algumas ofertas alusivas à ocasião.

O voos de regresso a Lisboa também assinalou o aniversário dos 60 anos desde a abertura dos voos da TAP para a Madeira, tendo os passageiros sido igualmente presenteados com algumas ofertas alusivas à celebração.

“A construção desta infraestrutura foi essencial para o desenvolvimento da Região, já que abriu a Madeira ao mundo e permitiu que o mundo tivesse uma outra porta de entrada à ilha, até então limitada ao Porto do Funchal”, recorda Eduardo Jesus,  secretário Regional de Economia, Turismo e Cultura e presidente da AP-Madeira.

Segundo o responsável, a “TAP desempenhou um papel preponderante nas ligações a Portugal continental e a outras paragens na Europa e no Mundo, sendo que, atualmente, continua a ser um importante parceiro da Região no que respeita a conectividade aérea”.

“Celebrar o 60.º aniversário do primeiro voo entre Lisboa e Funchal é celebrar uma relação entre a Região e a TAP, que tem sido fundamental e que se pretende continuamente reforçada”, conclui Eduardo Jesus.

 

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