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Expo Abreu regressa a 9 e 10 de outubro

Além das mais de 100 lojas espalhadas pelo país da Agência Abreu, esta iniciativa, lançada em 2014, vai estar também presente em espaços de promoção em alguns dos principais centros comerciais do país.

Raquel Relvas Neto
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Expo Abreu regressa a 9 e 10 de outubro

Além das mais de 100 lojas espalhadas pelo país da Agência Abreu, esta iniciativa, lançada em 2014, vai estar também presente em espaços de promoção em alguns dos principais centros comerciais do país.

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A Agência Abreu vai realizar a edição de 2021 da Expo Abreu de 9 a 10 de outubro em alguns dos principais centros comerciais do continente e ilhas e nas lojas da rede.

Segundo apurou o Publituris, além das mais de 100 lojas espalhadas pelo país da Agência Abreu, esta iniciativa, lançada em 2014, vai estar também presente em espaços de promoção em alguns dos principais centros comerciais do país, à semelhança do que aconteceu em maio com o Mundo Abreu.

Recorde-se, que a Expo Abreu foi desenvolvida com o objetivo de se apresentar como um Mercado de Viagens de Inverno, com oferta específica para esta época do ano. Neste âmbito, a iniciativa de venda de viagens da Agência Abreu vai contar com produtos como viagens no fim-de-ano, cruzeiros, praias, circuitos e estadas em Portugal continental e ilhas, que vão estar disponíveis para consulta em brochuras temáticas.

Entre os parceiros confirmados na Expo Abreu 2021 estão o Turismo da Madeira, o Turismo dos Açores, Expo Dubai e o operador turístico Jolidey.

 

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Comunicação é um dos pontos-chave na retoma do turismo

Embora todos reconheçam vários aspetos a ter em conta na retoma do turismo, a comunicação é chave. Por isso, os players da área têm de estar muito bem preparados, admitindo-se que “o agente tem de saber mais do que o passageiro que pesquisa tudo na internet”.

Publituris

*texto Beatrice Teizen

O segundo painel do seminário luso-brasileiro, promovido pela Airmet Brasil e Portugal, que teve no Panrotas Brasil e Publituris os media partners e moderadores, abordou o tema distribuição e as principais mudanças nas relações e desafios na nova era para o turismo após o início da pandemia de COVID-19. Um dos pontos-chave levantados foi a importância da comunicação – clara – com os consumidores.

“Percebemos que a questão da comunicação iria mudar inevitavelmente. Havia muito uma cultura em Portugal de as lojas de shopping, de rua etc., terem um funcionamento um pouco inflexível. E, do dia para noite, tudo mudou. Passamos a sentir uma proximidade muito maior com os clientes e, por mais afastados que estivéssemos do ponto de vista físico, na tecnologia estávamos muito próximos. No Brasil é diferente, os relacionamentos são muito mais calorosos. Temos que começar a desenvolver competências nessa área. Temos todo o conhecimento, expertise, todas as condições para prestar um serviço de excelência, mas temos muita dificuldade em comunicar isso. Mudámos a nossa forma de nos relacionar”, afirmou o diretor-geral da Airmet Brasil e Portugal, Luís Henriques.

Informação e capacitação
O atendimento dos agentes também foi transformado, e, mais do que nunca, o agente tem de possuir todas as informações e respostas às dúvidas dos passageiros na ponta da língua. Para isso, capacitações, profissionalização e disseminação de conhecimento são fundamentais.

“Precisamos de estar muito mais atualizados e lembrar que informação nem sempre é conhecimento. Estamos na era digital, mas percebemos que existia muito mais informação do que conhecimento e prática. Por isso, a capacitação e preparação da equipa e dos parceiros devem ser evidenciadas. Além disso, a cultura organizacional, junto à empatia e necessidade desse mercado devem ser um tripé que precisa ser muito bem trabalhado”, afirmou Fabiana Lima, CEO e fundadora da Club Turis.

O diretor da Lusanova Brasil, Daniel Marchante, destacou, por sua vez, a necessidade do mercado proporcionar webinars com informações sobre os destinos, por exemplo, para que os agentes de viagens estejam munidos de todas as informações necessárias.

“O agente tem de estar muito bem preparado e informação é a palavra-chave. O agente precisa saber mais do que o passageiro que pesquisa tudo na internet. Se não, pode perder esse viajante para o on-line. Ter o conhecimento do destino, do produto, é fundamental até para o futuro do nosso negócio e mercado, considerou Marchante.

“Parceirar”
Com a pandemia, surgiu um novo consumidor e, também, por que não, uma nova palavra. “Parceirar” quer dizer que, sem parcerias, o mercado não consegue caminhar e é muito mais demorado e difícil para se chegar ao objetivo.

“Escolher os nossos parceiros é um sucesso muito mais acertado. Colaboração, ‘parceirar’ e contar com o apoio vai fazer toda a diferença. Precisamos de bons parceiros, bons profissionais, melhorar a nossa comunicação”, salientou Fabiana Lima.

Para finalizar, a CEO da Club Turis admite que “é muito mais do que tecnologia, estamos a caminhar para um atendimento próximo, uma cultura humanizada. Além de recursos tecnológicos, precisamos de empatia, operação consultiva. E ‘parceirar’ significa isso, essas escolhas assertivas”, concluiu Fabiana Lima.

Finalmente, Aroldo Schultz, diretor da Schultz Brasil e Portugal, considerou que “o sentimento de trabalhar em conjunto para prosperar é o mesmo”, referindo ainda que “quem conseguiu se manter, respeitar os agentes, o consumidor, selecionar os fornecedores certos, vai ter muito futuro”.

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Ricardo Figueiredo promovido a diretor executivo da APAVT

Com a promoção a diretor executivo da APAVT, Ricardo Figueiredo ganha “maior responsabilidade na gestão” da associação.

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A Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT) promoveu Ricardo Figueiredo a diretor executivo com efeitos imediatos, responsável que desempenha funções na associação há mais de 20 anos e que ganha, desta forma, "maior responsabilidade na gestão" da instituição.

"Trata-se do desfecho natural, esperado e desejado por todos - pelo comportamento exemplar, pelo trabalho desenvolvido e pela relação com os associados", comenta Pedro Costa Ferreira, presidente da APAVT, a propósito da promoção de Ricardo Figueiredo a diretor executivo.

De acordo com a informação divulgada pela APAVT, Ricardo Figueiredo é formado em gestão de marketing pelo IPAM e conta com uma pós-graduação em Marketing Digital pela mesma instituição, tendo iniciado a sua carreira profissional na Ogilvy & Mather Direct.

Ricardo Figueiredo passou ainda pela MundoRep, onde desempenhou funções de diretor de marketing e vendas, com responsabilidades sobre o desenvolvimento do negócio da Air New Zealand e Air Afrique, antes de ingressar na APAVT, como responsável pelo marketing da associação.

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Convenção Nacional da GEA terá debate sobre mudanças a acontecer no mercado da distribuição

As “Mudanças e tendências no produto e comportamento da distribuição pós-covid na ótica dos fornecedores”, é tema de debate na 17.ª Convenção Nacional do Grupo GEA.

Publituris

O Grupo GEA vai realizar, entre 26 e 28 de novembro, a sua 17.ª Convenção Nacional, evento que vai ter lugar em Fátima, sob o tema “Retoma, superação... na nova realidade!”

Uma das rubricas que irá decorrer no âmbito da convenção, na manhã do dia 27, será um painel de debate subjacente ao tema “Mudanças e tendências no produto e comportamento da distribuição pós-covid na ótica dos fornecedores.” O painel será constituído por Nuno Mateus, diretor-geral do operador Solférias, Duarte Correia, diretor-geral W2M e Newblue, Javier Castillo, diretor-geral da Soltour, Nuno Aleixo, diretor-geral da Nortravel e Eduardo Cabrita, diretor-geral da MSC Cruzeiros. O painel terá moderação de Pedro Gordon, diretor-geral do Grupo GEA Portugal.

Em resumo, abordar-se-ão temáticas relacionadas com as alterações que se processarão a curto prazo na distribuição, concretamente a estratégia de produto em vários níveis da operação (operadores, hotelaria, cruzeiros) e a análise do comportamento dos consumidores finais quer no período anterior à pandemia, bem como aquele que poderá ser expectável no período de retoma.

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Fotogaleria Roadshow das Viagens do Publituris em Vila Nova de Gaia

Vila Nova de Gaia foi a 2.ª paragem da 6.ª edição do Roadshow das Viagens do Publituris. O final ficou marcado para o dia seguinte, em Sintra.

Publituris

A 6.ª edição do Roadshow das Viagens do Publituris começou ao Centro e viajou, depois para norte, mais concretamente, para Vila Nova de Gaia no Holiday Inn Porto Gaia.

Neste evento, que decorreu de 12 a 14 de outubro, com passagem pela Figueira da Foz, Vila Nova de Gaia e Sintra, marcaram presença 24 empresas expositoras que tiveram oportunidade de, neste retomar de alguma “normalidade”, mostrar a sua oferta a mais de 300 agentes de viagens que visitaram o evento nos três dias.

Além do networking, também houve espaço para alguma boa disposição e animação, bem como alguns prémios distribuídos por diversos expositores.

Organizado pelo Publituris, o Roadshow das Viagens contou, nesta edição de 2021, com o patrocínio da Turismo do Centro de Portugal, com a parceria da YVU e Iberobus, bem como com o apoio da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT).

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Fotogaleria Roadshow das Viagens do Publituris em Sintra

Sintra foi a última paragem da 6.ª edição do Roadshow das Viagens do Publituris, neste ano de 2021.

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A 6.ª edição do Roadshow das Viagens do Publituris terminou no Vila Galé Sintra Resort Hotel Conference & Spa, em Sintra.

Neste evento, que decorreu de 12 a 14 de outubro, com início na Figueira da Foz, e passagem por Vila Nova de Gaia, para encerrar em Sintra, marcaram presença 24 empresas expositoras que tiveram oportunidade de, neste retomar de alguma “normalidade”, mostrar a sua oferta aos mais de 300 agentes de viagens que visitaram o evento nos três dias.

Além do networking, também houve espaço para alguma boa disposição e animação, bem como alguns prémios distribuídos por diversos expositores.

Organizado pelo Publituris, o Roadshow das Viagens contou, nesta edição de 2021, com o patrocínio da Turismo do Centro de Portugal, com a parceria da YVU e Iberobus, bem como com o apoio da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT).

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Fotogaleria Roadshow das Viagens do Publituris na Figueira da Foz

Depois de um ano ímpar, o Roadshow das Viagens do Publituris regressou para a 6.ª edição. Foram três dias que começaram na Figueira da Foz para, depois, rumar a Vila Nova de Gaia e terminar em Sintra.

Publituris

A 6.ª edição do Roadshow das Viagens do Publituris começou ao Centro, mais concretamente, na Figueira da Foz, no Hotel Eurostars Oásis Plaza.

Neste evento, que decorreu de 12 a 14 de outubro, com passagem pela Figueira da Foz, Vila Nova de Gaia e Sintra, marcaram presença 24 empresas expositoras que tiveram oportunidade de, neste retomar de alguma “normalidade”, mostrar a sua oferta a mais de 300 agentes de viagens que visitaram o evento nos três dias.

Além do networking, também houve espaço para alguma boa disposição e animação, bem como alguns prémios distribuídos por diversos expositores.

Organizado pelo Publituris, o Roadshow das Viagens contou, nesta edição de 2021, com o patrocínio da Turismo do Centro de Portugal, com a parceria da YVU e Iberobus, bem como com o apoio da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT).

Depois da Figueira da Foz, o Roadshow das Viagens seguiu para Vila Nova de Gaia e Sintra.

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Roadshow ‘Os Especialistas’ regressa entre 21 e 25 de fevereiro

Organização do evento não adianta, por enquanto, mais informações sobre a próxima edição do roadshow, que vai decorrer entre 21 e 25 de fevereiro, em várias cidades nacionais.

Publituris

As empresas que integram 'Os Especialistas' vão voltar à estrada no início do próximo ano e anunciaram que o roadshow vai estar de volta entre 21 e 25 de fevereiro, passando por "várias cidades nacionais", segundo comunicado enviado à imprensa esta terça-feira, 19 de outubro, pela organização do evento.

"Porque a retoma da atividade e dos negócios está aí, estamos a organizar um regresso cheio de novidades que permitirá a partilha de informação essencial ao negócio e oportunidades ímpares para fazer o networking entre os agentes de viagens, operadores turísticos, companhias aéreas e outros parceiros essenciais", refere a organização do roadshow, na informação divulgada.

Por enquanto, ainda não são conhecidos mais pormenores sobre a próxima edição d'Os Especialistas, com a organização a adiantar apenas que já está a preparar "o programa de roadshow e eventos em várias cidades nacionais para o início de 2022".

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Daniel Marchante (Lusanova Brasil): “O turismo massificado vai ter dificuldade em recompor-se”

Com a necessidade de “reposicionar os nossos produtos”, Daniel Marchante, diretor da Lusanova Brasil, acredita que “2022 possa ser o ano da normalização operativa”.

Victor Jorge

Com a proximidade e atenção ao passageiro a serem “ainda mais prementes para o futuro”, o diretor da Lusanova Brasil, Daniel Marchante, admite que, no futuro, “não é mais suportável que o operador procure um fornecedor no exterior por preço e não pela qualidade dos serviços”.

Com operação em Portugal e Brasil, que preferências e experiências possuem os “novos consumidores”? A que necessidades passaram a ter de responder e com esta maior vertente tecnológica, passaram a ter de fazê-lo com mais rapidez e em diversas plataformas?
No atual momento de retoma das vendas com as condicionantes por força das precauções sanitárias ainda em vigor, tivemos de reposicionar os nossos produtos de forma a atender à procura dos passageiros que, nesta fase, procuram pacotes privados em Portugal, estadias mais longas nas cidades europeia já abertas ao mercado brasileiro, circuitos em mini-van e estadias em resorts de baixa intensidade e mais exclusivos.

A nossa plataforma informática está preparada para a venda online dos principais produtos, a informação ao passageiro obriga a detalhes, como: seguros de viagem mais abrangentes, regras existentes em cada país e normas de segurança sanitária. A proximidade e atenção ao passageiro são ainda mais prementes para o futuro.

Que mudanças espera no e para o turismo de forma geral e quais são, efetivamente, os maiores ensinamentos que retira desta crise para o futuro da sua atividade e negócio?
Os passageiros estão ávidos de poder percorrer o mundo nos patamares de 2019. À medida que as fronteiras e condições de operação se vão abrindo, iremos lançar a nossa operação, prevendo que 2022 possa ser o ano da normalização operativa. Esta crise a nível mundial, como sempre acontece em momentos de dificuldade a nível global, obriga os operadores turísticos a entender o mercado e, neste caso, podemos ver que o turismo massificado vai ter dificuldade em recompor-se, que o passageiro vai preferir qualidade e segurança pagando o valor justo, que vai entregar a sua viagem de sonho ao operador que lhe oferece credibilidade e idoneidade, que os agentes de viagem vão selecionar o operador credível que lhe entrega o serviço nos termos contratados.

Não é mais suportável que o operador procure um fornecedor no exterior por preço e não pela qualidade dos serviços. Aprendemos que devemos centrar o passageiro na nossa preocupação ética e operacional, de forma que possamos cumprir com sucesso a nossa função empresarial.

 

*Para participar no webinar de dia 20 de outubro, basta inscrever-se aqui.

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Fabiana Lima (Club Turis): “O futuro dos agentes passa por uma união cada vez maior para sobreviverem”

Fabiana Lima, CEO e fundadora da Club Turis, destaca que, o turismo não é estático e quem trabalhar nele, “tem a certeza que será preciso recomeçar muitas vezes”.

Victor Jorge

Com os quadros a saírem do universo do turismo, devido ao trabalho remoto, a CEO e fundadora da Club Turis, Fabiana Lima, admite que “o risco é alto se não fomentar um alinhamento adequado”. Em vésperas do webinar “Desafios pós-COVID”, da Airmet a responsável salienta que, quem está no turismo, “tem a certeza que será preciso recomeçar muitas vezes”.

Além das alterações nos hábitos e modelos de trabalho, a qualificação, atração e retenção de talento também se tornou tema. Que dificuldades encontram, agora que houve uma habituação ao trabalho remoto/digital em captar ou manter quadros qualificados?
Acredito que essas dificuldades vão muito mais além do que a habituação atual ao trabalho remoto/digital.

Há muito tempo já era um desafio encontrar profissionais qualificados, mesmo estando todos eles, vivenciando uma era plena de muito acesso à informação, assim como também, captá-los e mantê-los no quadro de trabalho.

Já havia no mercado muitos profissionais com muita informação, mas poucas habilidades. Pouca experiência e muitas vezes, pouca capacidade de adaptações e também de empatia com o alinhamento e a essência da empresa ou do negócio proposto. Assim como também, já havia empresas com pouca gestão. Prontas para gerir negócios, mas não pessoas.

Com o trabalho remoto, veio a facilitação para as empresas da empregabilidade, pois com a barreira da distância quebrada, e mais opções de currículos, melhor opção e poder de negociação para adquirir pessoas com o perfil de expectativa aproximado da mesma, contudo, com o risco já eminente ainda maior de: pouca proximidade com a cultura organizacional da empresa e identificação do perfil de forma mais assertiva.

Ou seja, se o distanciamento não for bem conduzido, ainda que haja conhecimentos específicos e capacidade técnica de atuação, poderá trazer uma lacuna, entre o que se quer da equipe e o que o seu principal público deseja receber sobre o seu melhor atendimento. O risco é alto se não fomentar um alinhamento adequado, entre o que se quer produzir e o que se deve fazer bem para executar isso.

Além é claro do desafio da falta de proatividade que se não for bem direcionada, poderá gerar sérios desafios à empresa já que tempo realmente é dinheiro. Para isso, a solução seria uso de ferramentas específicas para gerir as metas e a produtividade de cada um de sua equipe. Contribuindo inclusive para o próprio alinhamento de desempenho e organização do/a contratado/a.

Existem outras ações para se evitar pouca atração e retenção de talentos, mantendo um bom nível de capacitação: (i) Manter a motivação com bons incentivos e benefícios, mas isso não é tudo; (ii) Construção de um bom ambiente de trabalho; (iii) Melhoria no processo interno de comunicação; (iv) Estabelecimento de um senso de meritocracia; (v) Incentivo da liderança pelo exemplo; (vi) Construção de uma cultura de feedback; (vii) Reuniões periódicas e encontros de trocas de conhecimento.

Os resultados desses esforços consequentemente serão: (i) Ajudar a construir um clima de trabalho agradável; (ii) Garantir mais engajamento e produtividade; (iii) Dar mais fluidez ao processo de tomada de decisão; (iv) Aplicar em economia para a empresa; (v) Garantir que a empresa não perca capital intelectual.

Que mudanças espera no e para o turismo de forma geral e quais são, efetivamente, os maiores ensinamentos que retira desta crise para o futuro da sua atividade e negócio?
Eu espero que o turismo, especialmente no Brasil, se profissionalize mais e se torne mais organizado. Penso que o futuro dos agentes passa por uma união cada vez maior para sobreviverem. Sejam debaixo de grandes guarda-chuvas primeiro de associações, depois de empresas como a Clubturis que, efetivamente, conseguem com conhecimento e estratégias de desempenho antecipado, evitar muitas situações indesejadas para o trade, mantendo uma qualidade operacional diferenciada, fazendo-os lucrarem ainda estabilizarem-se anda mais no mercado mais rapidamente e com mais eficácia.

Quanto à principal aprendizagem desta crise, é que a frase de Charles Darwin nunca fez tanto sentido: “Não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente, mas o que melhor se adapta às mudanças”.

O turismo não é estático e trabalhar nele, é ter a certeza que será preciso recomeçar muitas vezes. Vencerá quem mais resiliência tiver de não desistir jamais, agindo sempre de forma criativa.

*Para participar no webinar de dia 20 de outubro, basta inscrever-se aqui.

 

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Rui Alves (Flytour Gapnet): “A experiência negativa dos consumidores com o suporte na venda on-line levou a uma valorização do papel do intermediário”

Para o diretor da consolidadora brasileira Flytour Gapnet, Rui Alves, a previsão passa por “um retorno aos modelos de uso de ‘hubs’ para receção de voos longos e distribuições regionais com mais escalas, tudo em nome de maior produtividade”.

Victor Jorge

Rui Alves, diretor da consolidadora brasileira Flytour Gapnet, não prevê tempos fáceis e admite um “redesenho de oferta de voos e uma busca de melhoria de performance, de modo a alcançar economia de custos”. Certo é que foi dado ao agente de viagens “um papel relevante de consultor e solucionador de problemas não só para os passageiros, como também para as próprias companhias aéreas”.

Conhecido o impacto que a pandemia teve no setor da aviação, que preocupações passaram a ter as companhias aéreas que anteriormente não tinham ou que eram secundárias? Mais segurança, mais proximidade, mais e melhores serviços, mais rotas, aviões mais sustentáveis, etc.?
Entendo que a indústria de aviação ao mesmo tempo que teve de encontrar alternativas de sobrevivência neste duro período da pandemia, teve ainda de olhar para dentro e repensar o negócio no momento em que começou a existir alguma retoma de atividade. A mudança do perfil de comprador com predominância do passageiro de lazer e com advance purchase curto, deixa a indústria com a difícil tarefa de refazer o seu preço que, na maioria dos players, contava com o passageiro corporativo como determinante na sua receita.

O cenário inverte-se e projeta uma diminuição do segmento corporativo em viagens. Alguns falam em quebras de 25 a 30%, mas pouco se sabe ainda de como será o hábito de compra deste segmento. Nalguns mercados existe mesmo a projeção de um cenário de 50% de passageiros de lazer e 50% de passageiros corporativos o que levará a um redesenho de oferta de voos e a uma busca de melhoria de performance, de modo a alcançar economia de custos. Não prevejo mais rotas, mas sim um retorno aos modelos de uso de hubs para receção de voos longos e distribuições regionais com mais escalas, tudo em nome de maior produtividade. Um bom exemplo desta tendência foram os recentes aproveitamentos dos A380 que estavam condenados a serem encostados.

Como vê o futuro da consolidação aérea depois da pandemia?
Vejo espaço na continuidade da consolidação aérea com as companhias norte-americanas como principais players, pois estão a sair em primeiro do momento mais crítico e fortalecendo-se graças a retoma do seu mercado doméstico. Na Europa, parece ser mais difícil esta tendência, agora com a maior presença do Estado como investidor. Já as companhias do Médio Oriente e Ásia encontram-se num momento de redefinição dos seus projetos.

Que mudanças espera no e para o turismo de forma geral e quais são, efetivamente, os maiores ensinamentos que retira desta crise para o futuro da sua atividade e negócio?
A experiência negativa dos consumidores com o suporte na venda on-line, seja das OTA´s, seja das próprias companhias aéreas durante o período da pandemia, levou a uma valorização do papel do intermediário, reforçando o Agente de Viagens, dando-lhe um papel relevante de consultor e solucionador de problemas não só para os passageiros, mas para as próprias companhias aéreas que muito e bem viram e compreenderam esta atuação dos agentes.

Talvez isto seja uma tendência daqui para a frente, com mais projetos de distribuição omnichannel e atendimento mais humanizado pelas OTA’s.

 

*Para participar no webinar de dia 20 de outubro, basta inscrever-se aqui.

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