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Lisboa lança novo vídeo promocional junto de mercados internacionais

“Lisbon: a new way to be free” é o repto do novo vídeo.

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Lisboa lança novo vídeo promocional junto de mercados internacionais

“Lisbon: a new way to be free” é o repto do novo vídeo.

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Celebrar a liberdade após uma temporada onde as pessoas se viram obrigadas a colocar os seus sonhos em pausa é a principal mensagem do novo vídeo promocional lançado pela Associação do Turismo de Lisboa (ATL).

Depois de promover Lisboa como o lugar para estar junto das pessoas que mais gostamos, para quebrar a rotina, para nos sentirmos vivos e para sorrir, o novo vídeo assenta no repto “Lisbon: a new way to be free”, mostrando diversas atividades a explorar em Lisboa.
Desde a observação das espécies animais nos seus habitats naturais, a uma viagem pelo rio Tejo, passando pelas experiências gastronómicas da região, o objetivo é que "os turistas se sintam livres para serem e fazerem aquilo que mais desejam".

Este é o quinto vídeo da série promovida pelo Turismo de Lisboa, desenvolvida pela Yellow Mammoth, que explora o conceito “LISBOA, a new way…”.
O objetivo é comunicar nos mercados estrangeiros o destino de Lisboa, através dos canais digitais do Visit Lisboa e das agências de comunicação em  Espanha, França, Itália, Reino Unido, Alemanha e Rússia.

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Groundforce assina contrato seis novas companhias aéreas e renova com mais uma dezena

Lot Polish (Polónia), JetPak BVBA (Bélgica), Tarom (Roménia), Air Seven (Dinamarca), Swiss (Suíça), e Ukraine International passam a fazer parte da carteira de clientes da Groundforce Portugal.

A Groundforce Portugal assinou novos contratos de assistência em escala (serviços prestados em terra a aeronaves, passageiros e carga) com seis novas companhias aéreas, tendo renovado contrato com mais 10 operadores.

A carteira de clientes da Groundforce aumenta, assim, com a chegada da Lot Polish (Polónia), JetPak BVBA (Bélgica), Tarom (Roménia), Air Seven (Dinamarca), Swiss (Suíça), e Ukraine International, tendo as últimas duas passado a voar também para o Funchal.

Para além destes novos contratos, o companhia de handling nacional renovou ainda os contratos que já detinha com as companhias SATA (nas vertentes International, International Carga e Ticketing), Azul Airlines, Binter Canarias, Privilege Style, Enter Air, Air Moldova, Grupo TUI, Delta Airlines, Air Moldova e Ural Airlines, continuando como parceiro destes clientes nos aeroportos nacionais.

Arafat Tayob, diretor Comercial da Groundforce Portugal, destaca o grau de exigência de todas estas companhias no que diz respeito a vários parâmetros, destacando a “segurança, qualidade do serviço e valor”, esperando estar, “em breve”, em níveis anteriores à pandemia.

De referir que as perspetivas de retoma do mercado denotam, segundo avança a Groundforce, em comunicado, “uma recuperação a ritmo acelerado em todos os aeroportos nacionais onde a companhia está presente”, adiantando mesmo que nos meses do verão de 2021, “o tráfego assistido atingiu 56,1% do número de movimentos de 2019, representando um crescimento de 200% face a 2020”.

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Reabertura de fronteiras nos EUA é “tremendo impulso” para viagens de inverno da MSC Cruzeiros nas Caraíbas

Companhia de cruzeiros conta, este inverno, com três navios em operação nas Caraíbas e cujas saídas acontecem de portos norte-americanos na Flórida.

A MSC Cruzeiros veio esta terça-feira, 19 de outubro, aplaudir a decisão dos EUA de reabrirem fronteiras para turistas internacionais já vacinados contra a COVID-19 a 8 de novembro, considerando que esta notícia é "um tremendo impulso" para os cruzeiros da companhia nas Caraíbas neste inverno.

"A terceira maior marca de cruzeiros do mundo descreveu a notícia como "um tremendo impulso" para os turistas europeus e outros turistas internacionais que desejam passar as férias no sol de Inverno das Caraíbas durante a temporada de Inverno de 2021/22", refere a MSC Cruzeiros, que conta com três navios colocados nas Caraíbas durante o próximo inverno.

MSC Seashore, MSC Meraviglia e MSC Divina são os navios da companhia de cruzeiros que estão colocados nas Caraíbas e que contam com partidas da Florida, e que, a partir de 8 de novembro, vão poder voltar a receber turistas não americanos.

“Aguardámos ansiosamente a data do governo dos EUA para reabrir o país para viajantes totalmente vacinados de muitas partes do mundo que adoram fazer cruzeiros. As Caraíbas são um destino popular para os nossos hóspedes de toda a Europa e outras regiões do mundo, especialmente durante o Inverno, e muitos deles poderão agora voar para Miami e Orlando para embarcar nos nossos três navios que oferecem uma variedade de itinerários diferentes nas Caraíbas, incluindo a Jamaica, a Costa Rica, o México e a nossa ilha privada exclusiva nas Bahamas, a Ocean Cay MSC Marine Reserve", destaca Gianni Onorato, CEO da MSC Cruzeiros.

De acordo com a companhia, tanto o MSC Seashore como o MSC Divina vão ficar colocados em Miami, com o primeiro navio a chegar a este porto americano no dia 20 de novembro. Já o MSC Meraviglia vai ficar colocado em Port Canaveral, em Orlando, a partir de 28 de novembro, sendo que todos os navios vão oferecer uma variedade de itinerários pelas Caraíbas, entre as três e as 11 noites, todos com escala na Ocean Cay MSC Marine Reserve, a ilha privada da companhia nas Bahamas.

Para estes itinerários, a MSC Cruzeiros disponibiliza também pacotes com voo incluído, que estão disponíveis à partida de várias cidades europeias.

A companhia recorda ainda que a reabertura de fronteiras nos EUA é válida para todos os cidadãos não americanos que já estejam completamente vacinados contra a COVID-19 com uma das vacinas aprovadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS), incluindo Pfizer, Moderna, Johnson & Johnson e AstraZeneca.

Também para embarcarem nos navios da companhia, os passageiros maiores de 12 anos de idade devem estar completamente vacinados e há mais de 14 dias, sendo que todos os passageiros com mais de dois anos de idade devem apresentar um teste com resultado negativo para a COVID-19 antes do embarque. Além disso, é ainda necessário possuir um seguro COVID-19, que cubra os riscos relacionados com a doença, como cancelamento de férias, interrupção, despesas de repatriamento, quarentena e assistência médica, bem como hospitalização e cobertura no caso de ser um contacto próximo.

 

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Daniel Marchante (Lusanova Brasil): “O turismo massificado vai ter dificuldade em recompor-se”

Com a necessidade de “reposicionar os nossos produtos”, Daniel Marchante, diretor da Lusanova Brasil, acredita que “2022 possa ser o ano da normalização operativa”.

Com a proximidade e atenção ao passageiro a serem “ainda mais prementes para o futuro”, o diretor da Lusanova Brasil, Daniel Marchante, admite que, no futuro, “não é mais suportável que o operador procure um fornecedor no exterior por preço e não pela qualidade dos serviços”.

Com operação em Portugal e Brasil, que preferências e experiências possuem os “novos consumidores”? A que necessidades passaram a ter de responder e com esta maior vertente tecnológica, passaram a ter de fazê-lo com mais rapidez e em diversas plataformas?
No atual momento de retoma das vendas com as condicionantes por força das precauções sanitárias ainda em vigor, tivemos de reposicionar os nossos produtos de forma a atender à procura dos passageiros que, nesta fase, procuram pacotes privados em Portugal, estadias mais longas nas cidades europeia já abertas ao mercado brasileiro, circuitos em mini-van e estadias em resorts de baixa intensidade e mais exclusivos.

A nossa plataforma informática está preparada para a venda online dos principais produtos, a informação ao passageiro obriga a detalhes, como: seguros de viagem mais abrangentes, regras existentes em cada país e normas de segurança sanitária. A proximidade e atenção ao passageiro são ainda mais prementes para o futuro.

Que mudanças espera no e para o turismo de forma geral e quais são, efetivamente, os maiores ensinamentos que retira desta crise para o futuro da sua atividade e negócio?
Os passageiros estão ávidos de poder percorrer o mundo nos patamares de 2019. À medida que as fronteiras e condições de operação se vão abrindo, iremos lançar a nossa operação, prevendo que 2022 possa ser o ano da normalização operativa. Esta crise a nível mundial, como sempre acontece em momentos de dificuldade a nível global, obriga os operadores turísticos a entender o mercado e, neste caso, podemos ver que o turismo massificado vai ter dificuldade em recompor-se, que o passageiro vai preferir qualidade e segurança pagando o valor justo, que vai entregar a sua viagem de sonho ao operador que lhe oferece credibilidade e idoneidade, que os agentes de viagem vão selecionar o operador credível que lhe entrega o serviço nos termos contratados.

Não é mais suportável que o operador procure um fornecedor no exterior por preço e não pela qualidade dos serviços. Aprendemos que devemos centrar o passageiro na nossa preocupação ética e operacional, de forma que possamos cumprir com sucesso a nossa função empresarial.

 

*Para participar no webinar de dia 20 de outubro, basta inscrever-se aqui.

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Fabiana Lima (Club Turis): “O futuro dos agentes passa por uma união cada vez maior para sobreviverem”

Fabiana Lima, CEO e fundadora da Club Turis, destaca que, o turismo não é estático e quem trabalhar nele, “tem a certeza que será preciso recomeçar muitas vezes”.

Com os quadros a saírem do universo do turismo, devido ao trabalho remoto, a CEO e fundadora da Club Turis, Fabiana Lima, admite que “o risco é alto se não fomentar um alinhamento adequado”. Em vésperas do webinar “Desafios pós-COVID”, da Airmet a responsável salienta que, quem está no turismo, “tem a certeza que será preciso recomeçar muitas vezes”.

Além das alterações nos hábitos e modelos de trabalho, a qualificação, atração e retenção de talento também se tornou tema. Que dificuldades encontram, agora que houve uma habituação ao trabalho remoto/digital em captar ou manter quadros qualificados?
Acredito que essas dificuldades vão muito mais além do que a habituação atual ao trabalho remoto/digital.

Há muito tempo já era um desafio encontrar profissionais qualificados, mesmo estando todos eles, vivenciando uma era plena de muito acesso à informação, assim como também, captá-los e mantê-los no quadro de trabalho.

Já havia no mercado muitos profissionais com muita informação, mas poucas habilidades. Pouca experiência e muitas vezes, pouca capacidade de adaptações e também de empatia com o alinhamento e a essência da empresa ou do negócio proposto. Assim como também, já havia empresas com pouca gestão. Prontas para gerir negócios, mas não pessoas.

Com o trabalho remoto, veio a facilitação para as empresas da empregabilidade, pois com a barreira da distância quebrada, e mais opções de currículos, melhor opção e poder de negociação para adquirir pessoas com o perfil de expectativa aproximado da mesma, contudo, com o risco já eminente ainda maior de: pouca proximidade com a cultura organizacional da empresa e identificação do perfil de forma mais assertiva.

Ou seja, se o distanciamento não for bem conduzido, ainda que haja conhecimentos específicos e capacidade técnica de atuação, poderá trazer uma lacuna, entre o que se quer da equipe e o que o seu principal público deseja receber sobre o seu melhor atendimento. O risco é alto se não fomentar um alinhamento adequado, entre o que se quer produzir e o que se deve fazer bem para executar isso.

Além é claro do desafio da falta de proatividade que se não for bem direcionada, poderá gerar sérios desafios à empresa já que tempo realmente é dinheiro. Para isso, a solução seria uso de ferramentas específicas para gerir as metas e a produtividade de cada um de sua equipe. Contribuindo inclusive para o próprio alinhamento de desempenho e organização do/a contratado/a.

Existem outras ações para se evitar pouca atração e retenção de talentos, mantendo um bom nível de capacitação: (i) Manter a motivação com bons incentivos e benefícios, mas isso não é tudo; (ii) Construção de um bom ambiente de trabalho; (iii) Melhoria no processo interno de comunicação; (iv) Estabelecimento de um senso de meritocracia; (v) Incentivo da liderança pelo exemplo; (vi) Construção de uma cultura de feedback; (vii) Reuniões periódicas e encontros de trocas de conhecimento.

Os resultados desses esforços consequentemente serão: (i) Ajudar a construir um clima de trabalho agradável; (ii) Garantir mais engajamento e produtividade; (iii) Dar mais fluidez ao processo de tomada de decisão; (iv) Aplicar em economia para a empresa; (v) Garantir que a empresa não perca capital intelectual.

Que mudanças espera no e para o turismo de forma geral e quais são, efetivamente, os maiores ensinamentos que retira desta crise para o futuro da sua atividade e negócio?
Eu espero que o turismo, especialmente no Brasil, se profissionalize mais e se torne mais organizado. Penso que o futuro dos agentes passa por uma união cada vez maior para sobreviverem. Sejam debaixo de grandes guarda-chuvas primeiro de associações, depois de empresas como a Clubturis que, efetivamente, conseguem com conhecimento e estratégias de desempenho antecipado, evitar muitas situações indesejadas para o trade, mantendo uma qualidade operacional diferenciada, fazendo-os lucrarem ainda estabilizarem-se anda mais no mercado mais rapidamente e com mais eficácia.

Quanto à principal aprendizagem desta crise, é que a frase de Charles Darwin nunca fez tanto sentido: “Não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente, mas o que melhor se adapta às mudanças”.

O turismo não é estático e trabalhar nele, é ter a certeza que será preciso recomeçar muitas vezes. Vencerá quem mais resiliência tiver de não desistir jamais, agindo sempre de forma criativa.

*Para participar no webinar de dia 20 de outubro, basta inscrever-se aqui.

 

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Rui Alves (Flytour Gapnet): “A experiência negativa dos consumidores com o suporte na venda on-line levou a uma valorização do papel do intermediário”

Para o diretor da consolidadora brasileira Flytour Gapnet, Rui Alves, a previsão passa por “um retorno aos modelos de uso de ‘hubs’ para receção de voos longos e distribuições regionais com mais escalas, tudo em nome de maior produtividade”.

Rui Alves, diretor da consolidadora brasileira Flytour Gapnet, não prevê tempos fáceis e admite um “redesenho de oferta de voos e uma busca de melhoria de performance, de modo a alcançar economia de custos”. Certo é que foi dado ao agente de viagens “um papel relevante de consultor e solucionador de problemas não só para os passageiros, como também para as próprias companhias aéreas”.

Conhecido o impacto que a pandemia teve no setor da aviação, que preocupações passaram a ter as companhias aéreas que anteriormente não tinham ou que eram secundárias? Mais segurança, mais proximidade, mais e melhores serviços, mais rotas, aviões mais sustentáveis, etc.?
Entendo que a indústria de aviação ao mesmo tempo que teve de encontrar alternativas de sobrevivência neste duro período da pandemia, teve ainda de olhar para dentro e repensar o negócio no momento em que começou a existir alguma retoma de atividade. A mudança do perfil de comprador com predominância do passageiro de lazer e com advance purchase curto, deixa a indústria com a difícil tarefa de refazer o seu preço que, na maioria dos players, contava com o passageiro corporativo como determinante na sua receita.

O cenário inverte-se e projeta uma diminuição do segmento corporativo em viagens. Alguns falam em quebras de 25 a 30%, mas pouco se sabe ainda de como será o hábito de compra deste segmento. Nalguns mercados existe mesmo a projeção de um cenário de 50% de passageiros de lazer e 50% de passageiros corporativos o que levará a um redesenho de oferta de voos e a uma busca de melhoria de performance, de modo a alcançar economia de custos. Não prevejo mais rotas, mas sim um retorno aos modelos de uso de hubs para receção de voos longos e distribuições regionais com mais escalas, tudo em nome de maior produtividade. Um bom exemplo desta tendência foram os recentes aproveitamentos dos A380 que estavam condenados a serem encostados.

Como vê o futuro da consolidação aérea depois da pandemia?
Vejo espaço na continuidade da consolidação aérea com as companhias norte-americanas como principais players, pois estão a sair em primeiro do momento mais crítico e fortalecendo-se graças a retoma do seu mercado doméstico. Na Europa, parece ser mais difícil esta tendência, agora com a maior presença do Estado como investidor. Já as companhias do Médio Oriente e Ásia encontram-se num momento de redefinição dos seus projetos.

Que mudanças espera no e para o turismo de forma geral e quais são, efetivamente, os maiores ensinamentos que retira desta crise para o futuro da sua atividade e negócio?
A experiência negativa dos consumidores com o suporte na venda on-line, seja das OTA´s, seja das próprias companhias aéreas durante o período da pandemia, levou a uma valorização do papel do intermediário, reforçando o Agente de Viagens, dando-lhe um papel relevante de consultor e solucionador de problemas não só para os passageiros, mas para as próprias companhias aéreas que muito e bem viram e compreenderam esta atuação dos agentes.

Talvez isto seja uma tendência daqui para a frente, com mais projetos de distribuição omnichannel e atendimento mais humanizado pelas OTA’s.

 

*Para participar no webinar de dia 20 de outubro, basta inscrever-se aqui.

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‘Agenda Acelerar e Transformar o Turismo’ quer 145M€ para projetos que visam a retoma do setor

Propostas já foram entregues ao Governo por um consórcio empresarial e da academia, que reúne várias empresas e entidades ligadas ao setor do turismo.

A ‘Agenda Acelerar e Transformar o Turismo’, que visa concretizar os objetivos do Plano Reativar o Turismo e que já foi entregue ao Governo por um consórcio empresarial e da academia, que reúne empresas e entidades da área do Turismo, apresenta um conjunto de projetos que estão avaliados em 145 milhões de euros e que, segundo o consórcio, visam a retoma do setor, ao abrigo do Plano de Recuperação e Resiliência (PSS).

"Trata-se de uma agenda mobilizadora que visa obter apoio financeiro a projetos que no global estão avaliados em 145 milhões de euros. Projetos de investigação e desenvolvimento, inovação, transformação digital e transição climática, na área do Turismo, que pretendem cumprir os eixos definidos no PRR. Por outro lado, a Agenda Acelerar e Transformar o Turismo visa concretizar os objetivos do Plano Reativar o Turismo, já aprovado em Resolução do Conselho de Ministros, para incentivar a retoma do setor do turismo nacional", lê-se num comunicado enviado à imprensa.

Este consórcio, que reúne empresas e entidades da área do Turismo, universidades, assim como entidades ligadas à inovação e tecnológicas, em sintonia com a Confederação do Turismo de Portugal (CTP) e com o Turismo de Portugal, pretende, com as propostas apresentadas, contribuir para "a alteração do perfil de especialização na área do Turismo e na economia portuguesa em geral", assim como "dotar as empresas de maior capacidade tecnológica e de inovação, permitindo também uma requalificação e especialização dos recursos humanos e a redução das emissões de CO2", no âmbito da transição climática.

“É extremamente importante que seja aprovada a ‘Agenda Acelerar e Transformar o Turismo’, que vai permitir investimentos imprescindíveis em projetos que visam não só acelerar a retoma da atividade turística, como também irão tornar o turismo em Portugal ainda mais qualificado e preparado para a transição climática, fatores a que os turistas e visitantes dão cada vez mais importância quando escolhem um destino”, considera Francisco Calheiros, presidente da CTP, citado no comunicado divulgado.

Para este consórcio, a concretização destas propostas é "um veículo imprescindível para que o Ecossistema do Turismo possa fazer face a um mercado mais competitivo no pós-pandemia e acelerar a retoma do crescimento e assim continuar a dar o seu contributo importantíssimo para a economia nacional".

"Para tal, é necessário fortalecer o Ecossistema do Turismo para que este possa dar resposta à altura às solicitações da retoma. Daí a importância de serem aprovados pelas instâncias próprias os projetos e o valor de investimento contidos na ‘Agenda Acelerar e Transformar o Turismo’, tendo em conta os objetivos do Plano Reativar o Turismo oportunamente apresentado pelo Governo", acrescenta a informação divulgada.

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Universidade Nova de Lisboa lança “NOVA TOHO”

Criar e difundir conhecimento, bem como promover a inovação no turismo e hospitalidade é o da plataforma NOVA TOHO.

A Universidade Nova de Lisboa (UNL) apresenta, na próxima quinta-feira, dia 21 de outubro, a Plataforma sobre Turismo e Hospitalidade – NOVA TOHO.

Com a pandemia a trazer novos desafios ao Turismo, designadamente ao nível da saúde e da segurança, e a acelerar transformações que conduzem a uma maior digitalização e sustentabilidade, a NOVA TOHO surge como uma plataforma que visa “criar e difundir conhecimento, bem como promover a inovação nesta área”, refere a UNL em comunicado.

Da gestão aos dados e à informática, da saúde ao património e à sustentabilidade, a NOVA TOHO congrega diferentes áreas do saber, tendo como objetivos “constituir-se como espaço de formação e criatividade ao serviço da comunidade; estabelecer parcerias com a indústria, instituições governamentais e instituições académicas nacionais e internacionais; e contribuir, enquanto centro de excelência, para o desenvolvimento do tecido económico local, regional e global”.

De salientar que, antes da pandemia, o turismo representava 12,5% do PIB nacional, sendo Portugal considerado um dos destinos mundiais mais competitivos e sustentáveis.

Além da apresentação da NOVA TOHO, a sessão contará, também, com um debate sobre o futuro do turismo, numa mesa-redonda que contará com a presença de Magda Antonioli, vice-presidente da European Travel Commission e professora na SDA Bocconi School of Management; Luís Araújo, presidente do Turismo de Portugal; e Marc Stierand, professor e Diretor do Institute of Business Creativity da Escola de Hotelaria de Lausanne.

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Movimento de passageiros dispara nos aeroportos nacionais em agosto mas continua 40% abaixo dos níveis pré-pandemia

Aeroportos nacionais contabilizaram 3,9 milhões de passageiros em agosto, crescimento de 76,3% face a igual mês do ano passado, mas que, face aos níveis pré-pandemia, continua a traduzir uma quebra de 39,9%.

No passado mês de agosto, o movimento de passageiros nos aeroportos nacionais cresceu 76,3%, chegando aos 3,9 milhões de passageiros, indica o Instituto Nacional de Estatística (INE), que realça, no entanto, que este indicador continua 39,9% abaixo dos níveis pré-pandemia.

Segundo o INE, agosto trouxe também um crescimento do número de aeronaves que aterraram nos aeroportos nacionais, num total de 17,4 mil aparelhos, o que indica uma subida de 39,9% face a agosto do ano passado.

"Neste mês atingiram-se os níveis mais elevados de aeronaves aterradas e passageiros movimentados desde o início da crise pandémica COVID-19", indica o INE, no comunicado divulgado esta terça-feira, 19 de outubro.

Ainda assim, face a igual mês de 2019, os números continuam a traduzir descidas, que chegaram aos 25,0% no número de aeronaves aterradas e aos 39,9% nos passageiros movimentados, embora menos expressivas do que tinham sido em julho, quando a quebra no número de aeronaves aterradas e no movimento de passageiros chegava aos 33,2% e 55,8%, respetivamente, face a julho de 2019.

Entre os passageiros que chegaram aos aeroportos nacionais em agosto, 74,4% corresponderam a tráfego internacional, quando em período homólogo essa percentagem era de 76,4%, tendo a maioria sido proveniente de aeroportos europeus (65,0%), enquanto entre os passageiros que embarcaram em território nacional, 75,6% corresponderam a tráfego internacional (77,2% no período homólogo), com os aeroportos europeus a serem também o destino da maioria destes passageiros (67,6%).

Já no acumulado do ano até agosto, os dados do INE indicam que houve uma diminuição de 9,2% no número de passageiros movimentados nos aeroportos nacionais face ao período homólogo do ano anterior, o que traduz uma recuperação significativa depois da quebra de 67,1% que tinha sido apurada no acumulado até agosto do ano passado.

No entanto, o INE indica que, "comparando com o mesmo período de 2019, a redução foi de 70,1%", até porque, no acumulado até agosto de 2019, o movimento de passageiros nos aeroportos nacionais tinha crescido 7,1%.

Até agosto, o aeroporto de Lisboa movimentou 44,9% do total de passageiros, o que corresponde a 5,5  milhões de passageiros, o que traduz um decréscimo de 22,3% face a igual período do ano passado. Já o aeroporto de Faro apresentou uma trajetória diferente e cresceu 3,8% no acumulado do ano, contabilizando 1,5 milhões de passageiros, com o INE a referir, contudo, que o valor está "ainda distante do registado no mesmo período em 2019 (6,3 milhões de passageiros, representando um decréscimo de 76,3%)".

Nos voos internacionais, França a foi o principal país de origem e de destino dos voos, registando, no entanto, decréscimos de -5,3% no número de passageiros desembarcados e de -8,2% no número de passageiros embarcados face ao mesmo período de 2020, seguindo-se o Reino Unido e a Alemanha, ainda que com "um volume significativamente mais reduzido de passageiros desembarcados e embarcados".

 

 

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Air France regressa ao Brasil e reforça oferta nos EUA no inverno

No total, a companhia aérea francesa vai disponibilizar voos para 182 destinos, incluindo 87 de longo-curso e 95 de curto e médio-curso, nesta temporada de inverno.

A Air France está a está a reforçar a sua oferta para a época de inverno, temporada durante a qual estima disponibilizar voos para 182 destinos, incluindo 87 de longo-curso e 95 de curto e médio-curso, com destaque para o regresso da companhia aérea francesa ao Brasil, já esta sexta-feira, 22 de outubro, e para o reforço da oferta nos EUA, que se preparam para reabrir as fronteiras para turistas internacionais vacinados contra a COVID-19 a 8 de novembro.

No longo curso, e além das novas rotas para Zanzibar (Tanzânia), Colombo (Sri Lanka) e Muscat (Omã), a Air France revela que vai voar também para Banjul, na Gâmbia, com sete voos por semana, a partir de 1 de novembro.

Mas as maiores novidades são mesmo o regresso da companhia aérea francesa a destinos que foram encerrados devido à pandemia da COVID-19, como é o caso de Fortaleza, no Brasil, para onde a Air France volta a voar já esta sexta-feira, 22 de outubro, disponibilizando três voos por semana.

Além do Brasil, a Air France vai também retomar a operação para Mahé, nas Seychelles, com dois voos por semana a partir de 23 de outubro, assim como para a Cidade do Cabo, na África do Sul, com três ligações semanais a partir de 31 de outubro; Hong Kong, na China, com um voo por semana a partir de 5 de novembro; e ainda para Seattle, nos EUA, com três voos semanais a partir de 6 de dezembro.

Paralelamente, a transportadora aérea francesa vai também reforçar "gradualmente" a oferta disponibilizada nos EUA, onde as fronteiras voltam a abrir para turistas internacionais vacinados contra a COVID-19 a 8 de novembro, com a Air France a revelar que conta regressar a 90% da capacidade pré-pandemia e operar até 100 voos por semana para os 11 destinos que a companhia opera no país.

"A Air France vai fortalecer gradualmente a sua oferta de/para os Estados Unidos, onde serve 11 destinos (Nova Iorque-JFK, Boston, Washington-DC, Detroit, Atlanta, Chicago, Miami, Houston, Seattle, San Francisco, Los Angeles) com até 100 voos por semana. A partir de agora e até março de 2022, a Air France prevê regressar a uma oferta de cerca de 90% da capacidade proposta em 2019 (face aos 50% no verão de 2021), adicionando frequências para destinos importantes como Nova Iorque, Miami ou Los Angeles, e usando aviões de maior capacidade", explica a companhia em comunicado.

No longo curso, a Air France vai ainda ligar Paris-Orly a Saint-Martin a partir de 4 de dezembro, com três voos semanais, numa oferta que, segundo a companhia aérea, "complementa a que parte de Paris-CDG, elevando para 10 o número de voos semanais oferecidos para este destino".

A Air France conta também ampliar a oferta da Rede Regional das Caraíbas com a abertura de duas novas rotas a partir de Pointe-à-Pitre, concretamente Montreal, no Canadá, com dois voos por semana a partir de 23 de novembro, e Nova Iorque, nos EUA, também com dois voos semanais, mas com início no dia seguinte.

Este inverno, a Air France vai também colocar em serviço comercial o Airbus A220, novo aparelho da frota de curto e médio-curso da companhia aérea, que é mais amigo do ambiente e que vai começar a operar a 31 de outubro, 31 de outubro, para Berlim (Alemanha), Madrid e Barcelona (Espanha), Milão e Veneza (Itália) e, de seguida, ao longo o inverno, para Bolonha, Roma (Itália), Lisboa (Portugal) e Copenhaga (Dinamarca).

Já no curto e médio curso, a Air France vai oferecer dois novos destinos, já que, a partir de 1 de novembro, começa a voar com dois voos por semana para Tenerife, nas Canárias, enquanto a 4 de dezembro passa a disponibilizar dois voos semanais para Rovaniemi, na Lapónia, Finlândia, num operação que decorre até 5 de março.

Já os voos sazonais operados entre Paris-Charles de Gaulle e Sevilha (Espanha), Las Palmas (Ilhas Canárias, Espanha), Palma de Maiorca (Ilhas Baleares, Espanha), Tânger (Marrocos), Faro (Portugal), Djerba (Tunísia) e Cracóvia (Polónia) serão igualmente estendidas no inverno de 2021, enquanto a partir de Paris-Orly, vai ainda ser aberta uma rota para Berlim (Alemanha) a 31 de outubro, com um voo diário, em complemento à oferta a partir de Paris-Charles de Gaulle.

Para os passageiros portugueses, todos os destinos da Air France estão acessíveis através das rotas da companhia aérea entre Paris-CDG e Lisboa, Porto e Faro, sendo que, no caso da capital algarvia, os voos se mantém durante o inverno, numa oferta que, acrescenta a transportadora, é "complementada pela do seu parceiro dos Países Baixos, a KLM, com voos entre Lisboa ou Porto e Amesterdão-Schiphol".

 

 

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Iberia anuncia 70 voos por semana para os EUA com reabertura de fronteiras

Nova Iorque, Miami, Chicago, Boston e Los Angeles são os destinos norte-americanos que vão contar com um reforço da operação, a partir de 8 de novembro.

A Iberia anunciou esta terça-feira, 19 de outubro, que vai operar 70 voos por semana entre Espanha e os EUA a partir de 8 de novembro, data em que os EUA voltam a permitir a entrada de turistas internacionais que já estejam vacinados contra a COVID-19.

"Nos EUA e noutros mercados onde as restrições da Covid estão a ser suspensas, a Iberia está a planear um regresso em grande, com 70 voos de ida e volta por semana de Espanha para os destinos dos EUA que têm sido servidos numa base reduzida durante a pandemia", indica a companhia aérea, em comunicado.

Segundo a informação divulgada, a companhia aérea vai reforçar os voos para Nova Iorque, Miami, Chicago, Boston e Los Angeles, rotas que já estavam a ser operadas antes da reabertura para turistas internacionais vacinados, mas que a companhia vai aumentar a partir de 8 de novembro.

Para Nova Iorque e Miami, a Iberia planeia operar 10 voos por semana, aos quais se juntam cinco para Chicago e outros três para Boston e para Los Angeles, sem esquecer também a operação da companhia aérea espanhola para Porto Rico, que conta com quatro voos por semana e na qual a Iberia conta com um acordo de joint-venture com a American Airlines, British Airways e Finnair.

Além destas rotas, a Iberia disponibiliza ainda 117 destinos nos EUA através de acordos de code-share com parceiros locais, a exemplo do acordo recentemente estabelecido com a Alaska Airlines e com a Level, na costa oeste dos EUA e que veio adicionar 37 destinos à oferta da Iberia nos EUA através deste tipo de acordos.

Para estimular as reservas, a companhia aérea está a disponibilizar uma tarifa promocional de 111 euros para voos de ida, valor que é válido para voos à partida de Madrid e destino a Miami, enquanto os voos de Madrid para Nova Iorque têm preços desde 123 euros e para Chicago começam nos 131 euros.

As tarifas promocionais são válidas para reservas apenas até esta quarta-feira, 20 de outubro, e destinam-se a viagens que decorram entre novembro e o final de março de 2022, através do site da companhia aérea, em iberia.com

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