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As propostas do candidato Miguel Silva Gouveia (PS + BE + PAN + MPT + PDR + NOS) para o turismo no Funchal

Que importância possui o turismo para a cidade do Funchal? Está satisfeito com as políticas desenvolvidas relativamente ao turismo na e para a cidade do Funchal? Se tivesse de voltar atrás, o que faria de novo ou de forma diferente no que diz respeito ao turismo na localidade? A Câmara Municipal do Funchal lançou, em… Continue reading As propostas do candidato Miguel Silva Gouveia (PS + BE + PAN + MPT + PDR + NOS) para o turismo no Funchal

Victor Jorge
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As propostas do candidato Miguel Silva Gouveia (PS + BE + PAN + MPT + PDR + NOS) para o turismo no Funchal

Que importância possui o turismo para a cidade do Funchal? Está satisfeito com as políticas desenvolvidas relativamente ao turismo na e para a cidade do Funchal? Se tivesse de voltar atrás, o que faria de novo ou de forma diferente no que diz respeito ao turismo na localidade? A Câmara Municipal do Funchal lançou, em… Continue reading As propostas do candidato Miguel Silva Gouveia (PS + BE + PAN + MPT + PDR + NOS) para o turismo no Funchal

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Que importância possui o turismo para a cidade do Funchal? Está satisfeito com as políticas desenvolvidas relativamente ao turismo na e para a cidade do Funchal? Se tivesse de voltar atrás, o que faria de novo ou de forma diferente no que diz respeito ao turismo na localidade?
A Câmara Municipal do Funchal lançou, em 2016, com o atual Executivo, a sua primeira Estratégia Municipal de Turismo, entretanto revista e atualizada em 2019, a qual tem sido um dos documentos orientadores mais marcantes desde que estamos em funções. A autarquia assumiu então o objetivo estrutural de qualificar o produto turístico do Funchal, assente na premissa de que os Municípios têm um papel determinante nos bons resultados de qualquer região a esse nível. Tendo em conta que a Madeira é uma região turística por excelência, e que o Funchal é o catalisador natural desse fenómeno, fazia ainda mais sentido que a cidade passasse a ser um agente ativo nestas questões, apostando numa melhor divulgação do seu produto turístico, procurando comunicar adequadamente o destino e proporcionando experiências únicas aos seus visitantes, que honrem a reconhecida arte de bem receber do destino turístico mais antigo do país, mas sem receio de modernizar e diferenciar.

Desde então, foi isso que aconteceu, com resultados merecedores de destaque, e que levaram o Funchal a ser reconhecido, inclusive, com o prémio “Município do Ano Regiões Autónomas”, atribuído pela Universidade do Minho, através da plataforma UM-Cidades, justamente pela sua Estratégia Municipal para o Turismo. Entre as várias medidas implementadas, o Município lançou o portal Visit Funchal e respetivas redes sociais, criou um posto de turismo municipal, disponibilizou aplicações móveis, mapas e percursos temáticos, lançou roteiros acessíveis da cidade, uma lista de conquistas que definitivamente contribuíram para qualificar, enriquecer e diferenciar a oferta turística da cidade. Hoje, o Funchal é uma cidade mais inteligente e muito mais preparada para lidar com o Turismo, aquela que é a nossa principal atividade económica.

De referir, igualmente, que, nesta estratégia, as questões relativas ao Turismo Acessível têm sido especialmente tidas em conta, com múltiplas medidas implementadas ao nível da Frente Mar Funchal, do Desporto, da Cultura e da Mobilidade, e que contribuíram para que a Câmara Municipal do Funchal tenha sido distinguida pela Comissão Europeia com o prémio “Civitas Award Legacy 2020”, o mais importante da Europa, pela sua Estratégia de Mobilidade Urbana.

Quais foram as maiores dificuldades sentidas durante este período e como antevê o regresso à tão desejada “normalidade” para o turismo na cidade do Funchal? Questões como a sustentabilidade, overtourism, segurança, digitalização e mobilidade estão na ordem do dia no turismo. O que está e vai ser feito nestes pontos (e outros) em concreto?
Tal como em todos os principais destinos turísticos mundiais, a crise de saúde pública afetou severamente o setor turístico no Funchal. A temporada de verão do ano passado foi altamente prejudicada e estamos agora a começar a sentir os sinais de retoma, para o que também contribuiu o facto de o Funchal ter apresentado, ao longo da pandemia, números de casos relativamente baixos, principalmente devido à forma responsável como os seus cidadãos cumpriram as recomendações. O Município afirmou-se, uma vez mais, como destino seguro e, no decurso da pandemia, aquilo que procurámos fazer foi prosseguir as premissas da nossa Estratégia Municipal de Turismo, que efetivamente tem incidência em questões dos domínios da sustentabilidade, segurança, inovação e acessibilidades.

O que há ainda para fazer na cidade do Funchal no que diz respeito ao turismo?
O Funchal é uma cidade mundialmente conhecida pela sua beleza natural, onde o verde da montanha mergulha no azul profundo do Oceano Atlântico, e goza de um clima excecional durante todo o ano. Fomos também a primeira cidade europeia estabelecida fora da Europa continental e isso representa um marco cultural e histórico que permitiu a concretização dos ‘Descobrimentos’ e o nascimento da globalização. No entanto, pese a paisagem natural e a relevância do nosso património e da nossa História, não tenho dúvidas de que os maiores ativos do Funchal são a hospitalidade e a simpatia da nossa gente trabalhadora.

O turismo é uma área económica incontornável para o Município do Funchal e, no nosso próximo mandato, pretendemos continuar a aprofundar o plano que temos bem definido, de acordo com aqueles que são os objetivos estratégicos da Coligação Confiança para o desenvolvimento da cidade e também para as políticas locais no âmbito turístico: sustentabilidade ambiental e económica; equidade e justiça social; reabilitação urbana e ordenamento do território; inovação e investimentos inteligentes; e democracia participativa.

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Angola exonera Conselho de Administração da TAAG

Decisão do Presidente de Angola, João Lourenço, é justificada com a necessidade de concretizar o plano de restruturação da empresa e os seus objetivos estratégicos.

O presidente de Angola, João Lourenço, exonerou todo o Conselho de Administração da TAAG - Linhas Aéreas de Angola e justificou a decisão com a necessidade de concretizar o plano de restruturação da empresa e os seus objetivos estratégicos.

Segundo uma nota da Casa Civil do Presidente da Republica de Angola, citada pela Lusa, cessam funções o Presidente do Conselho de Administração, Helder Preza, o presidente da Comissão Executiva, Rui Carreira, cinco administradores executivos e seus não executivos.

A nota, acrescenta a Lusa, remete a decisão para o Decreto Presidencial nº 186/20, de 17 de julho, que veio adequar o valor nominal do capital social da TAAG  e redefinir a estrutura acionista da empresa.

Com o referido decreto, a TAAG deixou de ser detida totalmente pelo Estado, uma vez que há "necessidade de se concretizar o Plano de Reestruturação” e “incentivar a política empresarial com o propósito de se efetivar os seus objetivos estratégicos”.

A Lusa diz ainda que a companhia aérea angolana foi fortemente atingida pelos efeitos da COVID-19, tendo registado uma quebra de 75% no número de passageiros transportados e acumulado prejuízos na ordem dos 372 milhões de dólares em 2020 (320 milhões de euros).

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Fotogaleria Roadshow das Viagens do Publituris em Vila Nova de Gaia

Vila Nova de Gaia foi a 2.ª paragem da 6.ª edição do Roadshow das Viagens do Publituris. O final ficou marcado para o dia seguinte, em Sintra.

A 6.ª edição do Roadshow das Viagens do Publituris começou ao Centro e viajou, depois para norte, mais concretamente, para Vila Nova de Gaia no Holiday Inn Porto Gaia.

Neste evento, que decorreu de 12 a 14 de outubro, com passagem pela Figueira da Foz, Vila Nova de Gaia e Sintra, marcaram presença 24 empresas expositoras que tiveram oportunidade de, neste retomar de alguma “normalidade”, mostrar a sua oferta a mais de 300 agentes de viagens que visitaram o evento nos três dias.

Além do networking, também houve espaço para alguma boa disposição e animação, bem como alguns prémios distribuídos por diversos expositores.

Organizado pelo Publituris, o Roadshow das Viagens contou, nesta edição de 2021, com o patrocínio da Turismo do Centro de Portugal, com a parceria da YVU e Iberobus, bem como com o apoio da Agências de Viagens e Turismo (APAVT).

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Fotogaleria Roadshow das Viagens do Publituris em Sintra

Sintra foi a última paragem da 6.ª edição do Roadshow das Viagens do Publituris, neste ano de 2021.

A 6.ª edição do Roadshow das Viagens do Publituris terminou no Vila Galé Sintra Resort Hotel Conference & Spa, em Sintra.

Neste evento, que decorreu de 12 a 14 de outubro, com início na Figueira da Foz, e passagem por Vila Nova de Gaia, para encerrar em Sintra, marcaram presença 24 empresas expositoras que tiveram oportunidade de, neste retomar de alguma “normalidade”, mostrar a sua oferta aos mais de 300 agentes de viagens que visitaram o evento nos três dias.

Além do networking, também houve espaço para alguma boa disposição e animação, bem como alguns prémios distribuídos por diversos expositores.

Organizado pelo Publituris, o Roadshow das Viagens contou, nesta edição de 2021, com o patrocínio da Turismo do Centro de Portugal, com a parceria da YVU e Iberobus, bem como com o apoio da Agências de Viagens e Turismo (APAVT).

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Fotogaleria Roadshow das Viagens do Publituris na Figueira da Foz

Depois de um ano ímpar, o Roadshow das Viagens do Publituris regressou para a 6.ª edição. Foram três dias que começaram na Figueira da Foz para, depois, rumar a Vila Nova de Gaia e terminar em Sintra.

A 6.ª edição do Roadshow das Viagens do Publituris começou ao Centro, mais concretamente, na Figueira da Foz, no Hotel Eurostars Oásis Plaza.

Neste evento, que decorreu de 12 a 14 de outubro, com passagem pela Figueira da Foz, Vila Nova de Gaia e Sintra, marcaram presença 24 empresas expositoras que tiveram oportunidade de, neste retomar de alguma “normalidade”, mostrar a sua oferta a mais de 300 agentes de viagens que visitaram o evento nos três dias.

Além do networking, também houve espaço para alguma boa disposição e animação, bem como alguns prémios distribuídos por diversos expositores.

Organizado pelo Publituris, o Roadshow das Viagens contou, nesta edição de 2021, com o patrocínio da Turismo do Centro de Portugal, com a parceria da YVU e Iberobus, bem como com o apoio da Agências de Viagens e Turismo (APAVT).

Depois da Figueira da Foz, o Roadshow das Viagens seguiu para Vila Nova de Gaia e Sintra.

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Marrocos suspende voos com Alemanha, Reino Unido e Países Baixo devido ao agravamento da COVID-19

Suspensão de voos entra em vigor às 23h59 desta quarta-feira, 20 de outubro, e não tem data para terminar

As autoridades marroquinas decidiram suspender, a partir da meia-noite desta quinta-feira, 21 de outubro, os voos de e para a Alemanha, Reino Unido e Países Baixos, devido à evolução da situação da COVID-19 nestes três países.

"Suspensão pelas autoridades marroquinas, a partir de 20/10/2021 às 23:59 e até novo aviso, dos voos de e para: Alemanha, Países Baixos e Reino Unido”, anunciou o organismo marroquino que gere os aeroportos na rede social Twitter, segundo a Lusa.

A Lusa diz ainda que também a Royal Air Maroc (RAM), companhia aérea de bandeira marroquina, confirmou já a suspensão dos voos com estes três países, devido "à evolução da pandemia”.

A Lusa recorda que a Alemanha, o Reino Unido e os Países Baixos são os países europeus com os quais Marrocos possui maior número de ligações aéreas, devido às comunidades  migrantes que ali residem.

A 5 de outubro, Marrocos já tinha suspendido as ligações aéreas com a Rússia pelo mesmo motivo, uma vez que este país tem vindo a apresentar recordes diários de novos infetados pelo coronavírus SARS-Cov-2, que causa a doença COVID-19.

No Reino Unido, a situação também se tem vindo a agravar e o governo britânico já veio dizer que está a “monitorizar muito de perto” uma nova subvariante (‘AY4.2’) da mutação Delta, considerada mais contagiosa que a estirpe inicial e que se espalhou pelo Reino Unido.

Nas últimas semanas, o Reino Unido voltou, por isso, a ultrapassar os 40 mil casos por dia de COVID-19, numa taxa de incidência que, indica a Lusa, é muito maior do que a do resto da Europa, ainda que o número de infeções também esteja a aumentar nos Países Baixos e na Alemanha.

Em Marrocos, cerca de 54% da população já recebeu uma dose da vacina contra a COVID-19 e 43% tem a vacinação completa, mas a meta das autoridades marroquinas passa por vacinar 80% da população, cerca de 30 milhões de pessoas.

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easyJet abre primeiro lounge no aeroporto de Londres-Gatwick

Primeiro lounge da easyJet no aeroporto de Londres-Gatwick abre esta quinta-feira, 21 de outubro, e fica localizado no terminal norte da infraestrutura aeroportuária.

A easyJet inaugura esta quinta-feira, 21 de outubro, o seu primeiro lounge no aeroporto de Londres-Gatwick, espaço que fica localizado no terminal norte da infraestrutura aeroportuária e que se afirma como "um espaço ideal para o trabalhar, relaxar ou entreter".

"Os passageiros terão acesso a espaços confortáveis para comer, beber, trabalhar ou até mesmo brincar antes do seu voo", refere a easyJet em comunicado, explicando que o novo lounge tem disponíveis pacotes de acesso de uma, duas e três horas, cujos preços começam nos 18,50 euros.

Neste lounge, que a easyJet abre em colaboração com o No1 Lounges, os passageiros têm acesso a uma "grande oferta de menus complementares quentes e frios com uma seleção de pratos atraentes, preparados na hora e servidos às suas mesas", além de uma gama de pratos self-service,  bebidas quentes e frias.

O lounge da easyJet em Gatwick, aeroporto onde a easyJet é a maior companhia aérea a operar, conta também com pratos inspirados no destino, que mudam a cada trimestre, assim como com uma carta de cocktails servidos na própria sala de espera.

O primeiro lounge da easyJet no aeroporto de Gatwick disponibiliza também Wi-Fi gratuito e áreas para trabalhar com pontos de recarga convenientes, assim como "uma escolha de lugares para jantar e um local para relaxar com bebidas refrescantes" e "áreas onde as famílias podem desfrutar e divertir-se, nomeadamente na sala de televisão e na sala de jogos".

"Este lançamento é oportuno, uma vez que estamos a verificar uma recuperação no Reino Unido, não só para viagens de lazer onde os destinos solares de Inverno se estão a revelar cada vez mais populares, como também para os viagens de negócios, que estão a regressar em maior número comparando com o período antes da pandemia", justifica Rachael Smith, Diretor de Propostas Comerciais e Inovação para a easyJet.

A easyJet refere ainda que "todos os passageiros que viajam através do Terminal Norte do Aeroporto de Londres Gatwick podem utilizar o lounge, reservando-o, independentemente da companhia aérea ou da classe do bilhete em que viajam", sendo também possível aceder ao espaço mesmo sem possuir reserva, bastando apresentar o cartão de embarque easyJet à entrada da sala de espera.

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Agosto faz disparar receitas turísticas mas ainda longe dos valores de 2019

Segundo o Banco de Portugal (BdP), em agosto, as receitas turísticas dispararam e cresceram 48,3%, somando 2.014,00 milhões de euros, mas ainda ficam 32,5% abaixo de igual mês de 2019.

As receitas turísticas dispararam em agosto e cresceram 48,3%, somando 2.014,00 milhões de euros, valor que, no entanto, continua 32,5% abaixo dos 2.982,98 milhões de euros apurados em igual mês de 2019, quando a pandemia ainda não se fazia sentir, de acordo com os dados divulgados esta quarta-feira, 20 de outubro, pelo Banco de Portugal (BdP).

Os dados do BdP mostram que, em agosto, as receitas turísticas, que se encontram pelos gastos dos turistas estrangeiros em Portugal, subiram 74,8% face ao valor apurado no mês anterior, quando este indicador se tinha ficado pelos 1.152,38 milhões de euros, o que corresponde a um aumento de 861,62 milhões de euros.

"O crescimento das exportações de viagens e turismo (48,3%) foi o que mais contribuiu para o aumento do excedente da balança de serviços", indica o BdP, no comunicado divulgado com os números de agosto.

Tal como as exportações, também as importações turísticas, que resultam dos gastos dos portugueses no estrangeiro, aumentaram em agosto e cresceram 46,7%, passando de um total de 338,65 milhões de euros no oitavo mês do ano passado para 496,66 milhões de euros em agosto de 2021.

Face a agosto de 2019, continua, no entanto, a existir uma quebra nas importações do turismo e que chega aos 17,3%, uma vez que, no oitavo mês do último ano antes da pandemia, as exportações somavam 600,98 milhões de euros, o que indica uma descida de 104,32 milhões de euros.

A subir esteve também o saldo da rúbrica Viagens e Turismo, que chegou aos 1.517,33 milhões de euros, num aumento de 48,8% face aos 1.019,78 milhões de euros apurados em agosto de 2020. Ainda assim, em comparação com agosto de 2019, também o saldo desta rubrica continua a apresentar uma descida, que chegou aos 36,3%, uma vez que, nessa altura, o montante do saldo era de 2.382,00 milhões de euros.

O BdP diz ainda que "as receitas de turistas provenientes de França, Espanha e Reino Unido, os três principais países de origem das receitas de turistas não residentes, apesar de continuarem aquém dos níveis pré-pandemia (agosto de 2019), aumentaram em relação a julho de 2021 e a agosto de 2020".

No caso de França, as receitas turísticas somaram 615,27 milhões de euros, enquanto as receitas provenientes de turistas espanhóis alcançaram os 320,87 milhões de euros e o mercado do Reino Unido gerou receitas de 223,6  milhões de euros.

No acumulado do ano até agosto, as receitas turísticas somam 5.554,12 milhões de euros, valor que já ultrapassa o registado em igual período de 2020, quando este indicador ficou nos 5428,41 milhões de euros, o que traduz um aumento modesto de 2,3%.

No entanto, em comparação com o acumulado até agosto de 2019, a descida continua a ser bastante expressiva e traduz uma quebra de 56,1%, já que, nessa altura, o valor acumulado das receitas turísticas chegava aos 12,662,77 milhões de euros.

 

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Venezuela restringe voos internacionais por tempo indeterminado

Autoridades venezuelanas justificam a decisão com a necessidade de “garantir a saúde dos cidadãos que residem na Venezuela, através de políticas que permitam mitigar os efeitos ocasionados pela pandemia”.

As autoridades venezuelanas prolongaram, por tempo indeterminado, as restrições às operações aéreas internacionais em vigor no país e justificam a decisão com a necessidade de "garantir a saúde dos cidadãos que residem na Venezuela, através de políticas que permitam mitigar os efeitos ocasionados pela pandemia gerada pela COVID-19".

Segundo a Lusa, a informação foi divulgada através de um comunicado do Instituto Nacional de Aviação Civil (INAC) venezuelano, no qual se informa "o público em geral, exploradores aéreos e agentes de viagem que continuam as restrições às operações aéreas da aviação comercial, aviação geral e privada" de e para o país.

Apenas estão autorizadas, de "forma excecional", "as operações aéreas comerciais para o transporte de passageiros, carga e correio" entre a Venezuela e a Turquia, o México, o Panamá, a República Dominicana, a Bolívia e a Rússia.

As autoridades da aviação civil venezuelanas não precisam, no entanto, por quanto tempo vão estas restrições ser mantidas, esperando-se, no entanto, que venham a vigorar por mais de 30 dias, o tempo normal para restrições às operações aéreas.

Recorde-se que as restrições às operações aéreas na Venezuela começaram a 12 de março de 2020, inicialmente apenas para voos provenientes da Europa e da Colômbia, tendo, depois, sido estendida também a nível global, com o propósito de travar a pandemia da COVID-19 no país.

Desde março de 2020 que a Venezuela está em confinamento preventivo e atualmente tem um sistema de sete dias de flexibilização, seguidos de sete dias de confinamento rigoroso. Internamente, a Venezuela permite a realização de voos comerciais durante os dias de quarentena flexibilizada.

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Cuba elimina quarentena obrigatória a 7 de novembro

Eliminação da quarentena é uma das medidas que antecedem a reabertura de Cuba ao turismo, prevista para 15 de novembro.

Os viajantes internacionais que cheguem a Cuba deixam de ter de realizar a quarentena obrigatória a partir de 7 de novembro, informou o ministro do Turismo, Juan Carlos García, que anunciou o fim da quarentena como uma das medidas que antecipam a reabertura total do turismo no país, prevista para 15 de novembro.

De acordo com o jornal espanhol Hosteltur, tal como o fim da quarentena, também a apresentação de um teste PCR negativo para a COVID-19 deixa de ser exigida a 7 de novembro, passando a ser apenas necessário apresentar prova de vacinação, sendo aceite a imunização com qualquer uma das vacinas atualmente existentes contra a COVID-19.

Já os menores de 12 anos não precisam apresentar teste negativo nem prova de vacinação, mas as autoridades cubanas vão, no entanto, manter a vigilância epidemiológica, assim como o uso obrigatório de máscara.

No caso dos cubanos residentes, que estejam de regresso ao país, passa a existir a obrigação de se apresentarem num centro de saúde no prazo de 48 horas depois do regresso a Cuba, devendo ainda realizar um teste antígeno no sétimo dia depois da chegada ao país.

De acordo com Juan Carlos García, a reabertura "controlada" do turismo em Cuba só é possível devido à vacinação massiva dos cubanos, que, em novembro, deve chegar a 90% da população residente nesta ilha das Caraíbas.

O Hosteltur recorda que, desde abril de 2020, que Cuba suspendeu os voos comerciais e charter com o objetivo de travar a disseminação da COVID-19, e apenas reabriu os aeroportos em outubro do ano passado, ainda que com uma redução de voos provenientes dos EUA, México, Panamá, Bahamas, Haiti, República Dominicana e Colômbia.

 

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Navios cruzeiros voltam a Cabo Verde

19 meses depois, o porto do Mindelo, em Cabo Verde, voltou a receber um navio cruzeiro. Até ao final do ano estão previstas cerca de 68 escalas, diz a Enapor.

Os navios cruzeiros voltaram a Cabo Verde, com a chegada do "MS Europa 2", de 225 metros de comprimento, ao Porto Grande, o primeiro do género nos últimos 19 meses.

Trata-se de uma reabertura, desta feita para os navios de cruzeiro, além dos restantes segmentos turísticos, após a pandemia, mas também para os turistas que por mais de um ano adiaram a viagem.

Pela primeira vez no arquipélago e na estreia numa viagem de navio cruzeiro, os turistas dizem-se seguros face à situação da COVID-19, tendo em conta as precauções que têm tomado e à situação no país.

Para a Enapor, empresa estatal cabo-verdiana que gere os portos do país, a passada terça-feira, dia 19 de outubro, marca “um novo capítulo” no setor do turismo de cruzeiros em Cabo Verde, após cerca de 19 meses de paralisação total”, cita a agência Lusa.

De acordo com a empresa, com o levantamento das restrições anteriores, impostas para conter a transmissão da pandemia da COVID-19, os portos de Cabo Verde voltam a receber navios de cruzeiro com passageiros, “estando previstas cerca de 68 escalas até ao final do ano”.

Cerca de 48.500 turistas em viagens em 149 navios de cruzeiro visitaram Cabo Verde em 2019, o melhor registo de sempre e um aumento de 3% face ao ano de 2018, segundo dados avançados pela Enapor.

Devido à COVID-19, o turismo de navios de cruzeiro ficou paralisado desde o início da pandemia no arquipélago, em março de 2020, mas alguns países já retomaram, de forma gradual, a atividade.

“Pretende-se uma retoma progressiva e sustentada dos cruzeiros e neste sentido os Portos de Cabo Verde, em concertação com as entidades de saúde e demais parceiros, encontram-se preparados para a receção desses navios, estando definido os protocolos necessários ao cumprimento de todas as normas de higiene e segurança impostas pela situação epidemiológica atual”, destaca a Enapor, sobre a chegada do primeiro destes navios ao Mindelo.

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