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Novas soluções brotam no mercado

Empresas de tecnologia responderam às necessidades dos clientes de turismo com ferramentas para as novas exigências.

Raquel Relvas Neto
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Empresas de tecnologia responderam às necessidades dos clientes de turismo com ferramentas para as novas exigências.

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Na sua maioria, as ferramentas tecnológicas que viram a luz do dia devido à pandemia, já faziam parte do caminho normal da evolução tecnológica do setor turístico. Contudo, não seria para já que o mercado iria necessitar delas, sobretudo não com a urgência que as questões de segurança sanitária e o distanciamento físico impuseram.
A realidade é que as soluções estão aí e já muitos ‘players’ turísticos as adotaram para fazer face às necessidades da sua operação e dos seus clientes. As novidades são muitas.

Beltrão Coelho
Nestes tempos atípicos devido à pandemia da COVID-19, a Beltrão Coelho, empresa de Tecnologias da Informação, tem tentado “adaptar às mudanças reinventando-se todos os dias, de forma a oferecer as soluções mais inovadoras aos seus clientes”. Ana Cantinho, diretora-geral da Beltrão Coelho, explica que entre as soluções que a empresa lançou se destaca a câmara termográfica que começou a comercializar desde maio do ano passado. “É uma solução que não exige qualquer contacto físico, mas que permite efetuar de forma rápida a medição da temperatura corporal, bem como a verificação de utilização de máscara, podendo estar interligada com sistemas de abertura de portas, iluminação, etc.”, descreve.
Um outro exemplo de soluções lançadas foi a parceria com o projeto do Yotel Porto, através da qual a Beltrão Coelho instalou e configurou dois robôs – Yolinda e Yogiro. Os robôs efetuam tarefas de room service, entregando snacks e outros pequenos itens ao quarto do hóspede. “Este foi um projeto pioneiro em Portugal, que veio, sem dúvida, evidenciar as potencialidades da robótica neste mercado”, salienta. Ana Cantinho complementa e afirma que, além das soluções mencionadas, a empresa comercializa também “os robôs de serviço, Cruzr e Sanbot, capazes de realizar inúmeras funções que poderão ser extremamente apelativas para o setor turístico, desde receção no lobby do hotel, a apresentação de informação sobre o estabelecimento, o acompanhamento do hóspede a pontos específicos, com a vantagem de que estas funções poderem ser realizadas em diferentes línguas”.

Consolidador.com
Com um ano a revelar-se uma “verdadeira montanha russa” devido às constantes alterações de restrições a nível mundial, o Consolidador.com tem centrado os seus esforços no “investimento em tecnologias inovadoras”, como explica Anabela Almeida, diretora-geral. Assim, o consolidador aéreo tem trabalhado numa base diária para melhorar os processos internos, apostando “fortemente no desenvolvimento de novas ferramentas que permitam ganhos de eficiência para os nossos agentes de viagens”.
“Esta nova realidade da pandemia veio acelerar o ritmo dos desenvolvimentos e deu igualmente origem a novos projetos”, indica a responsável, sublinhando que a aposta tem sido “em várias frentes”. “Estamos a reforçar o investimento em mecanismos de automatização em massa, cada vez mais cruciais face à volatilidade das restrições e consequente aumento de trabalho. Temos vários projetos em curso, mas provavelmente um dos mais importantes, é ao nível da Inteligência Artificial, que resumidamente, se traduzirá em dar aos nossos agentes de viagens acesso a mais conteúdo e com valores bastante competitivos”, adianta.

Hoist
Depois de um início de ano marcado pela prudência da maioria dos atores do setor, a Hoist identifica agora “um contexto de recuperação e as nossas expectativas iniciais foram superadas”. André Lopes, Business Development Manager – Iberia da empresa especializada em produtos e serviços tecnológicos para hotelaria, indica que entre as novidades da empresa, se destacam o Hoist Gift Card Manager, uma solução de ‘Gift Card’, que auxilia o gestor hoteleiro na proteção da tesouraria; a Hoist Mobile key e o Hoist Mobile Remote Control para televisores, que contribuem para uma experiência ‘contactless’; e o Hoist Dashboard, uma ferramenta de Business Intelligence específica para o setor.

Infraspeak
Apesar dos diversos desafios que trouxe a pandemia, o negócio da Infraspeak tem crescido de “forma acelerada”. Felipe Ávila da Costa, Co-founder e CEO da empresa, justifica este crescimento pela procura por “soluções que apoiem as equipas operacionais na execução de rotinas de manutenção, limpeza e auditorias”. “Soluções como o Infraspeak são agora fundamentais para assegurar não só que as rotinas sejam cumpridas, de forma a garantir a mitigação dos riscos associados à pandemia, mas também que os gestores, funcionários e utilizadores dos espaços tenham visibilidade sobre elas e se sintam seguros”.
Entre as soluções lançadas está o Infraspeak Hub™, que é “basicamente o sítio, dentro da nossa plataforma, onde cada um dos nossos clientes pode construir a sua própria Infraspeak. Cada um deles tem uma operação única, por isso faz todo o sentido que possam ajustar a plataforma aos seus desafios em específico”.
De forma a esclarecer, o CEO da empresa refere que o Infraspeak Hub™ é onde, de forma flexível, “o gestor pode conectar todas as apps nativas da plataforma; outros softwares, como um chatbot (como já acontece através da nossa integração com a HiJiffy) ou um PMS; e sensores IoT; de forma a começar a recolher dados de toda a sua operação”. Além de permitir aos clientes construírem a plataforma de que necessitam agora, esta capacidade de personalização permite ainda que a Infraspeak acompanhe o crescimento contínuo e a transformação das suas operações no futuro.
“Mas se o Infraspeak Hub™ é o que permite a conexão de toda a operação num único sítio, o Infraspeak Gear™ é o que permite que tudo funcione de forma inteligente”, adianta. E explica: “O Infraspeak Gear™ é o “cérebro” da nossa plataforma, que através de técnicas de inteligência artificial / machine learning, transforma todos os dados recolhidos em ações reais, através de insights inteligentes, alertas e automações”.
Existem ainda duas funcionalidades interessantes quase a serem lançadas: “A primeira vai contribuir para agilizar a relação com fornecedores, nomeadamente na facilitação do processo de pedir, receber e aprovar orçamentos; e a segunda é o lançamento de uma app dedicada ao housekeeping, que é um projeto ambicioso e que vai sem dúvida impactar muito positivamente todos os nossos atuais e futuros clientes de hotelaria”.

Newhotel
“Como software house e consultora especializada e dedicada exclusivamente à hotelaria temos partilhado as dores do setor, tanto deste ano, como desde o início da pandemia”, começa por dizer Pedro Matoso, CEO da Newhotel. Mas este facto não diminui os esforços da empresa em apoiar os hoteleiros a adaptarem-se à nova realidade, especialmente através da adopção de novas ferramentas de transformação digital e interação com o hóspede. “E fizemo-lo de modo transversal, por vezes programando desde a migração para um totalmente novo Cloud PMS, à implementação de aplicações mobile próprias e integrações de parcerias curadas”, indica o responsável.
No que refere à produção de software, o foco centrou-se na “nova geração de suite de produtos verdadeiramente Cloud”, desde os processos integrados do software da Newhotel, como as ferramentas de vendas ou através de parceiros tecnológicos, como foi exemplo a faturação eletrónica. “E ainda na racionalização e digitalização de todas as áreas de negócio na hotelaria, seja com aplicações mobile ou funcionalidades no software, tanto do lado do hóspede, como do staff hoteleiro”, completa.
A Newhotel lançou assim a nova geração Cloud Suite. “Começámos pelo novo Cloud PMS com todas as vantagens inerentes das últimas tecnologias e funcionalidades avançadas para a gestão de tarifas e estratégia de vendas, com módulos de Business Intelligence, revenue management e rate shopper. Seguindo-se o novo Cloud POS, num lançamento em que seguirão todos os módulos existentes da suite de gestão, incluindo SPA, Eventos e Stocks F&B”, enumera Pedro Matoso.
As aplicações mobile também concentraram as atenções da Newhotel, como são exemplo as apps para ‘self check-in’, que permitem “desde a pré-estada preencher e submeter os dados e documentos necessários e assinatura, preferências, notas, etc”; ou a app para housekeeping, que permite a visualização e controlo das operações do departamento em tempo, real, atualização do estado de quartos, registo de discrepâncias e ‘lost & found’. “Ou as apps para F&B que permitem ao hóspede não só consultar a ementa, mas também efectuar pedidos, e do lado da pessoa ao serviço na sala, verificar e controlar os pedidos e mesas”.
Pedro Matoso adianta que estão ainda em desenvolvimento contínuo interfaces, integrações e parcerias para ir ao encontro “a todas as necessidades, desde ligações exclusivas com os GDS’s mais importantes, passando pela faturação electrónica e outros requisitos legais, até à integração de tecnologias avançadas como reconhecimento facial”.

Nonius
Depois de terem feito um esforço para ajudar os clientes a superar o impacto provocado pela pandemia na sua atividade, a Nonius está agora a registar o ‘feedback’ dessa aposta. Hélder Santos, sales & marketing director da Nonius, indica que a empresa tem “uma oferta de soluções para construir uma jornada digital do hóspede mais ‘contactless’ adaptada às necessidades da hotelaria, impostas pelo contexto atual”.
Além de ter sido um ano que assinala a entrada em novos mercados como a Suécia e França, a Nonius tem trabalhado “a todo o vapor para adaptar as nossas soluções às necessidades dos nossos clientes, impostas pelo contexto pandémico”. Para tal, a empresa lançou novas funcionalidades para a jornada digital do hóspede, tais como a chave do quarto na aplicação do hotel, o ‘check-in contactless’, o comando da televisão e o telefone do quarto no ‘smartphone’ do hóspede; o Room Service’ digital, os pagamentos online, o serviço de ‘concierge’ e as mensagens personalizadas digitais através da aplicação.
“Mais recentemente lançamos a Integração da nossa Central Telefónica com Microsoft Teams, que tem ajudado os hotéis e os seus colaboradores a ficarem conectados com o número do escritório, mesmo se estiverem a trabalhar a partir de casa”, acrescenta Hélder Santos.
Devido às novas necessidades de segurança, os restaurantes dos hotéis também tiveram que se adaptar e para isso a Nonius incorporou a tecnologia de QR Code na aplicação de ordering para os restaurantes.

Salto Systems
A Salto Systems, especialista no fornecimento de controlo de acessos para o setor hoteleiro, capacitou “proprietários e gestores de propriedades em todo o mundo com novas formas de proteger hóspedes, gerir pessoal, e proteger bens”.
Como indica Pedro Silva, marketing manager, o portefólio SALTO inclui “agora gestão de software de classe mundial, soluções em cloud e aplicações móveis para empresas de todos os tipos e tamanhos”. Neste portefólio destacam-se “a primeira fechadura eletrónica inteligente stand-alone alimentada por pilhas, a tecnologia de dados no cartão da SALTO Virtual Network (SVN) e o primeiro sistema de controlo de acessos sem fios a combinar um dispositivo de fecho stand-alone com capacidades online, em tempo real – tudo sem fios ou chaves mecânicas”.

O responsável refere que, tendo em conta os novos tempos e as realidades impostas, a plataforma de controlo de acessos da SALTO para o setor hoteleiro permite aos hotéis “oferecer check-in móvel aos hóspedes, o que reduz o número de interações humanas e permite aos hóspedes aceder ao seu quarto através da plataforma de acesso móvel nativa da SALTO, JustIN Mobile. Utilizando um smartphone, o hóspede pode solicitar a chave do quarto do hotel antes da chegada. A receção do hotel é capaz de verificar a entrada do hóspede através do Sistema de Gestão de Propriedade (PMS) e emitir uma chave digital segura diretamente para o seu smartphone”.
“Combinar quartos de hóspedes de fácil acesso, chave digital e inteligentes, com sistemas unificados de gestão de propriedades que protegem os indivíduos e os bens é um desafio único para qualquer negócio hoteleiro – desde hotéis de luxo a hotéis de média dimensão, independentes a grandes cadeias, navios de cruzeiro a hotéis de convenções e conferências”, sustenta Pedro Silva.
A Salto também desenvolveu soluções avançadas e esteticamente concebidas para o controlo de acessos eletrónico específico para a hotelaria que estabelecem “um novo padrão na indústria – desde a organização do back-of-house à gestão dos quartos de hóspedes – com um sistema fácil de usar para hotéis de todos os tipos e tamanhos”. “Ao combinar tudo isto com um hardware construído com materiais da mais alta qualidade, o cliente adquire um produto inigualável que faz uma afirmação ousada em qualquer projeto hoteleiro”, sublinha o marketing manager da empresa.

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Dificuldade com pagamentos “prejudica” a experiência hoteleira, segundo novo estudo da Amadeus

De acordo com um estudo recente da Amadeus, 40% dos viajantes relatam desafios no pagamento de hotéis, sendo que 1/3 não consegue usar seu método de pagamento preferido.

Publituris

Abordagens ultrapassadas de pagamentos estão a desafiar os esforços da indústria hoteleira para proporcionar uma excelente experiência ao cliente, levando ao aumento da ansiedade e frustração do hóspede, revela um novo estudo Amadeus.

O estudo “Abrindo a porta para pagamentos centrados no hóspede: uma oportunidade para a hospitalidade”, que incorpora insights da agência de ciência comportamental Innovationbubble, confirma três conclusões-chave no que diz respeito a uma análise psicológica.

Assim, e em primeiro lugar, “os consumidores acham que fazer pagamentos no hotel é significativamente mais stressante do que pagamentos de véspera feitos em casa”. Na verdade, “os consumidores têm o dobro da probabilidade de experimentar sentimentos de ‘ansiedade’ e ‘incerteza’ ao fazer pagamentos no hotel, aponta ainda o estudo.

Para além disso, a análise também descobriu que “os consumidores têm muito menos probabilidade de associar pagamentos de hotel com sentimentos positivos como ‘facilidade’ ou ‘conveniência’, destacando a oportunidade de os hotéis melhorarem este aspeto da experiência do hóspede”.

Por isso, atualmente, “os viajantes são normalmente solicitados a pagar pela estadia no check-out, usando terminais físicos, em vez de no momento da reserva usando sistemas digitais modernos”, diz o estudo. Isto significa que os hotéis processam os pagamentos no balcão com base no seu próprio sistema de pagamento local, resultando em “vários pontos negativos para os hóspedes”.

Assim, aponta-se quatro pontos: (i) os hóspedes devem “visitar a receção para pagar por excedentes”, como o serviço de quarto, ou para “compreender o quanto gastaram durante a estadia”; (ii) Serviços adicionais “não podem ser adquiridos e pagos dentro do aplicativo do hotel”; (iii) Os hóspedes devem estar “fisicamente presentes no check-in e check-out”, limitando as opções de auto-atendimento; e por fim, (vi) Os viajantes “nem sempre podem pagar utilizando o método de pagamento preferido”, pois os sistemas de pagamento locais do hotel “não aceitam normalmente uma grande variedade de cartões e métodos alternativos de pagamento, como PayPal ou WeChat Pay”.

Tais pontos negativos estão a ser sentidos, salientando o estudo que, atualmente, “um terço dos inquiridos confirmaram não ter conseguido pagar com seu método de pagamento preferido durante uma estadia recente” e “39% sentiram ansiedade quanto ao pagamento do hotel não ser completado”.

Além disso, “54% dos hóspedes notaram quanto é difícil fazer o pagamento”, e “77% acreditam que é responsabilidade do hotel facilitar o pagamento, os esforços do setor para proporcionar uma excelente experiência ao hóspede estão em risco”.

Jamie Halliday, diretor de Insights Estratégicos da Innovationbubble, frisa que a análise revelou um “viés de negatividade” significativo ligado aos pagamentos de hotel. “A ansiedade causada por uma experiência de pagamento negativa permanece na mente do consumidor, com os hóspedes nos dizendo que ela influencia sua percepção geral sobre a estadia”, termina.

“A forma como os hotéis administram hoje os pagamentos é fragmentada, com a responsabilidade recaindo sobre os proprietários ou gerentes individuais da propriedade, em vez de ser estrategicamente administrada ao nível da marca”.

Esta situação significa que “os hotéis têm lutado para acompanhar os rápidos avanços nos pagamentos digitais”, como explica Jean-Christophe Lacour, Chefe de Gestão e Entrega de Produtos, Pagamentos da Amadeus.

Lacour considera mesmo que “esta situação é o resultado de uma longa fragmentação no setor hoteleiro”, apelando para que as marcas de hospitalidade se “apropriem dos pagamentos ao nível do grupo, para que se possa oferecer aos hóspedes uma experiência moderna de pagamento digital que melhore sua estadia”.

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Vasco Eletronics atualiza tradutor

A nova versão do Vasco (4) vem equipado com um touchscreen de 5 polegadas, disponibilizando 76 idiomas para tradução por voz e 108 na tradução de fotos.

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A Vasco Eletronics acaba de lançar no mercado a atualização do seu tradutor, o Vasco V4. Com um touchscreen de 5’, mais idiomas, Internet gratuita e uma maior resistência física, o novo tradutor da Vasco Electronics pretende “consolidar a posição de vanguarda da marca na revolução da comunicação mundial”, refere a empresa.

O novo tradutor Vasco V4 disponibiliza 76 idiomas para tradução por voz e 108 na tradução de fotos, possibilitando, assim, ao utilizador comunicar com mais de 90% da população mundial.

Além disso, o tradutor Vasco V4 apresenta uma série de novas soluções como a nova funcionalidade de tradução de texto, para frases ou palavras que pode ser operada por voz ou por via do keyboard no ecrã do tradutor que passa a ser um touchscreen de 5 polegadas. Alternativamente, o V4 mantém os botões físicos, agora apenas na lateral, e disponibiliza ainda uma lanterna.

O Vasco V4 tem, também, um cartão SIM integrado com Internet vitalícia, gratuita e ilimitada em quase 200 países, dispensando a necessidade de wifi para funcionar.

De acordo com a empresa, o tradutor “preserva a absoluta fiabilidade que é bandeira da marca: recorrendo a 10 mecanismos de tradução, o V4 apresenta 96% de precisão nas traduções. O sistema tem em conta expressões idiomáticas e coloquiais, bem como variações dentro de um mesmo idioma. Além de ser dotado da melhor pronúncia do mercado, com traduções reproduzidas por uma voz nativa.

João Fernandes, Country Manager da Vasco Electronics em Portugal, destaca a “funcionalidade, rapidez” e o facto do novo Vasco ser “mais intuitivo”. “Com o tradutor Vasco V4, procurámos oferecer um dispositivo altamente eficaz, mas que preservasse o nosso padrão de uma componente estética atrativa”, reforça o responsável.

“Perfeito para todo o tipo de viajantes, para um trabalhador que chega a um novo país e precisa de comunicar de forma ágil, para um médico ou para um empresário numa viagem de negócios”, o tradutor Vasco V4 está disponível em cinco cores – Black Onyx, Pearl White, Stone Gray, Cobalt Blue e Ruby Red.

Desenvolvidos na União Europeia, Portugal está entre os mercados estratégicos em que a marca investiu nos últimos anos, com a abertura de um escritório em Braga.

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Turismo impulsiona aumento de 45% da faturação dos negócios no primeiro semestre de 2022

No cenário de retoma do turismo, verificou-se uma melhoria na faturação proveniente de cartões estrangeiros, que em junho já estava 40% acima dos valores alcançado em 2019.

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A faturação com cartão alcançada pelos negócios em Portugal, durante o primeiro semestre de 2022, registou um crescimento acumulado de 45% face a 2021, indicando a REDUNIQ que a recuperação impulsionada pela recuperação da atividade turística.

De acordo com o acquirer português, esta enorme subida é em parte justificada pelo facto do primeiro trimestre de 2021 ter sido marcado por um confinamento obrigatório, atividades letivas suspensas e teletrabalho obrigatório. Ainda assim, o segundo trimestre apresentou valores de crescimento significativos de 40% face ao período homólogo, graças à recuperação das atividades turística.

Neste cenário de retoma do turismo, verificou-se também uma melhoria na faturação proveniente de cartões estrangeiros, que em junho já estava 40% acima dos valores alcançado em 2019 – que terá sido um dos melhores anos para o turismo em Portugal, em que foram recebidos cerca de 27 milhões de turistas – e que, paralelamente, e desde abril, representa já mais de 20% da faturação total dos negócios (valores próximos dos observados no pré-pandemia). Por sua vez, também a faturação de cartões nacionais continuou a evoluir, face a 2021, evidenciando uma normalização do comportamento de consumo dos portugueses.

Com base nestes números, Tiago Oom, diretor Comercial da UNICRE, salienta que, “com o regresso dos turistas e retoma das atividades associadas ao turismo, existe uma grande expectativa em relação aos resultados dos setores ligados ao turismo – hotelaria, restauração, etc. – e do seu impacto positivo na economia nacional”.

De resto, depois do INE anunciar que as receitas do turismo ultrapassaram os valores de 2019, os dados da REDUNIQ vêm agora comprovar essa tendência, que, segundo Tiago Oom, “acreditamos poder trazer resultados bastante interessantes aquando de uma análise mais fina da faturação obtida durante o verão.”

“Após um fortíssimo e inevitável impacto económico, bem como, consequentemente, uma crise de consumo sentida a nível mundial, por causa da COVID-19, começamos a recuperar e até a ultrapassar os valores alcançados em 2019. O turismo, que foi um dos principais setores impactados, voltou a impulsionar a nossa economia com o regresso de turistas de países como os EUA (peso de 11% em 2022 vs. 8% em 2019) e da Irlanda (9%) – que entra no top 5 das nacionalidades, retirando a Espanha da lista de países com maior peso no consumo em Portugal. Apesar de uma perda de 6%, um natural efeito do BREXIT, o Reino Unido continua a ser a origem mais relevante dos turistas que visitam Portugal (16% do total).”

Outra das análises presentes no mais recente REDUNIQ Insights revela uma evidente recuperação do consumo, de forma transversal a nível geográfico, notando-se uma subida em todos os distritos. Destacam-se, no entanto, como territórios de maior crescimento, os distritos em que o turismo é uma atividade económica basilar, como a Madeira e Faro, que atingiram crescimentos superiores a 60% em comparação com 2021. As regiões de Lisboa e Porto, também elas fortemente impactadas pelas quebras do turismo, e mais impactadas com fenómenos de teletrabalho (e confinamentos), foram as que evidenciaram a recuperação mais expressiva tanto no consumo de portugueses (+30%), como no consumo de estrangeiros (perto de 300%).

Ainda no que diz respeito aos hábitos de consumo, o contactless, como forma de pagamento, está cada vez mais democratizado entre os consumidores. Nos últimos seis meses, cerca de 3 em cada 4 compras com cartão (74%) foram efetuadas utilizando a tecnologia contactless. Para Tiago Oom, “é inquestionável que o contactless já faz parte do dia a dia de praticamente todos os portugueses. A nossa expectativa é que a utilização desta tecnologia continue a aumentar, ainda que de forma mais lenta, no quotidiano de consumo dos portugueses, acompanhando desta forma a realidade de outros países europeus”.

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“A atual recuperação do setor será mais digital, muito mais sustentável e a adoção da tecnologia será fundamental”

Num momento em que as empresas recuperam, a facilitação de processos e a criação de melhores experiências, tornam-se imprescindíveis. João Carvalho, Head of SAP Concur | Southern Europe and Francophone Africa, falou com o Publituris e deu a conhecer as mais-valias da nova solução SAP.

Victor Jorge

Muitas empresas utilizam soluções digitais para simplificarem a reserva de viagens, outras utilizam software de gestão de despesas para ajudarem os colaboradores a simplificarem o processo de envio de despesas e aceleração de reembolsos. No entanto, para criarem experiências excecionais de colaborador e, ao mesmo tempo, controlarem os custos, as empresas têm de encontrar formas de integrarem as suas abordagens à gestão de viagens e despesas (T&E) numa única estratégia coesa.

Por isso, João Carvalho, Head of SAP Concur | Southern Europe and Francophone Africa, salienta que “as empresas estão cada vez mais interessadas em soluções que ajudem os gestores de viagens e os responsáveis de Recursos Humanos a avaliar e gerir o risco das viagens”, sendo essencial “facilitar e desburocratizar cada vez mais os processos empresariais, tendo em conta o impacto ambiental das deslocações”.

A SAP apresentou, recentemente, a solução SAP Concur. No que consiste esta solução e que mais-valia traz ao setor do turismo e respetivos atores?
A SAP Concur é uma solução que pode definir-se como uma solução integral de gestão de viagens de empresa e de reembolso de despesas do colaborador. Graças a esta solução, um processo que, tipicamente, sempre foi manual passa agora a ser digital e possível de o fazer numa única plataforma e que está nas mãos do colaborador, que gere e/ou realiza essa deslocação e que com isso acaba por gerar despesas para liquidar.

Neste momento, o setor do turismo de negócios está a viver uma recuperação relevante e tanto as empresas como os seus colaboradores requerem cada vez mais soluções digitais de fácil utilização para realizar a gestão completa das suas deslocações profissionais da mesma forma que o fazem nas suas deslocações de âmbito pessoal. Na situação atual, onde ainda existem restrições e as empresas, em geral, estão a repensar todo o programa de viagens, contar com uma solução deste estilo gera por sua vez um sentimento de confiança no colaborador e, ao mesmo tempo, de controlo, na organização, facilitando assim o regresso das viagens corporativas gerando desta forma um impacto positivo no setor turístico.

Trata-se de uma solução end-to-end que dizem diferenciar-se da concorrência em Portugal. Em que aspetos?
Quando nos referimos ao processo end–to–end falamos da conjugação, numa única aplicação, dos processos de viagens e de despesas. Ou seja, o colaborador pode fazer diretamente, na aplicação, todo o processo de aprovação e reserva online, em tempo real, dos diversos serviços que vai precisar para a sua viagem (aéreo, hotel, rent-a-car, etc…). À posteriori, e na mesma app, fará o upload dos recibos referentes às despesas associadas a essa viagem ou deslocação. Após esta fase, os documentos estarão sujeitos ao processo de aprovação que a empresa tenha pré-definido, seguindo depois para a área financeira de forma a ser realizado o reembolso correspondente ao colaborador. A nível organizacional, estes dois processos sempre ocorreram de forma separada – as viagens acabavam por ser geridas por uma equipa e as despesas, que acabam por ser o impacto desta ação, por outros elementos da empresa (obviamente que cada empresa tem a sua organização interna).

Esta solução permite juntar estes dois “mundos” tornando-se num processo único, end-to-end, para o colaborador. Assim, a SAP Concur permite uma gestão integral e digital de todo o processo.

Em relação ao mercado português temos vindo a constatar que os processos são ainda muito manuais, baseados em papel e em aprovações (via email) e que existem ainda organizações onde é requerida, por exemplo, uma assinatura manual das chefias. Sentimos, por isso, que havia uma janela de oportunidade para melhoria de todo este processo. Melhoria esta que tem vindo a ser pedida pelos próprios colaboradores, uma vez que facilita não só a sua vida como a do back office.

O setor do turismo de negócios está a viver uma recuperação relevante e tanto as empresas como os seus colaboradores requerem cada vez mais soluções digitais de fácil utilização

 

Futuro (obrigatoriamente) digital
A tecnologia ou digitalização entraram, definitivamente, no léxico do setor do turismo. Que maiores dificuldades ou desafios são colocados na explicação da necessidade dos players do turismo enveredarem por este tipo de soluções?
No que se refere ao turismo de negócios, o impacto da tecnologia segue o mesmo caminho que o turismo de lazer. Neste sentido a adoção de ferramentas tecnológicas para otimizar a relação entre o viajante e a empresa fornecedora do serviço (seja a agência de viagens ou outros) é, claramente, uma prioridade e uma linha de ação chave para a otimização dos processos internos. Muitos dos processos de back office de gestão dos fornecedores são ainda bastante manuais e, sem dúvida alguma que uma parte desses serviços deverá ser otimizada recorrendo, naturalmente, à tecnologia.

A atual recuperação do setor será mais digital e, sem dúvida, muito mais sustentável, e a adoção da tecnologia será fundamental.

A par da solução há a fase técnica e de formação. Como é que se processa esta questão. Dão formação aos vossos clientes? Como e em que base? É uma formação contínua?
A formação é parte intrínseca do processo de implementação das nossas soluções. Esta formação pode ser realizada com foco no “Train the trainer” ou diretamente ao utilizador final. Os nossos parceiros de implementação definem com o cliente que tipo de formação é requerida de forma a garantir a correta adoção da ferramenta. Ao longo da vida de utilização das soluções, por parte dos clientes, a SAP Concur comunica de forma regular as inovações que as soluções vão sofrendo de forma a maximizar a utilização por parte dos clientes.

De salientar que se trata de uma solução intuitiva e de fácil utilização. A aplicação móvel SAP Concur está disponível para iOS e Android e é uma das poucas aplicações corporativas com níveis de aceitação semelhantes ao consumo de massa como WhatsApp ou Spotify.

Quais são os maiores entraves ao processo de digitalização das empresas no e do setor do turismo?
No caso das soluções da SAP Concur, o processo de digitalização, que é o que nos permite entrar em contacto direto com as empresas do setor turismo, assenta na distribuição, emissão e faturação dos serviços. Por vezes, o que acontece é depararmo-nos com algumas dificuldades nos processos de integração com as soluções das próprias empresas turísticas. Muitas dessas empresas utilizam sistemas desenvolvidos taylor made e que vão requerer integração com outras ferramentas que existem no mercado, como é caso da SAP Concur. Estas situações têm impacto na velocidade na qual se pode ativar o serviço, aportando algum esforço adicional.

Por outro lado, é certo que cada vez mais as empresas estão a adotar soluções tecnológicas mais modernas, tipicamente em cloud, o que permitirá, no futuro, uma maior agilidade e capacidade de adaptação e resposta às necessidades do mercado corporativo que são, sem quaisquer dúvidas, cada vez mais digitais.

Concur X2
Dividem as soluções Concur em “Travel” e “Expense”. O que caracteriza estas sub-soluções?
Ainda que se tratem de uma única plataforma, as soluções específicas da SAP Concur podem de facto ser ativadas e consumidas de forma autónoma. As nossas soluções podem dividir-se em dois grandes grupos: Concur Travel e Concur Expense.

A primeira refere-se a todo processo de reserva, aprovação e emissão online de bilhetes dos diferentes serviços requeridos pelo colaborador e que cumprem com a política da empresa. Trata-se de um motor de busca muito similar ao de um de viagens comumente usado pelo grande público, mas com uma grande diferença, garante que as opções oferecidas pela solução, ao colaborador, são aquelas definidas pela empresa de acordo com a sua política de viagens.

Já a “Concur Expense”, refere-se a todos os processos relacionados com a gestão de despesas desde a captura digital (fotografia) dos recibos em papel; o processo de aprovação dos mesmos; os centros de custo aos quais serão imputados; as ajudas de custo; adiantamentos e, ainda, aos processos de auditoria interna e integração com os movimentos dos cartões de crédito. Todos estes processos são suportados pela solução de Expense em conjunto com a solução de Travel.

Estas soluções ou sub-soluções destinam-se a que setores de atividade dentro do universo do turismo?
As soluções de Travel têm uma integração direta com a Agência de Viagens que, por sua vez, presta um serviço ao cliente final. Na prática, a maior parte dos conteúdos / inventariado chega, à Concur Travel, através da agência que está conectada ao Global Distribution System (GDS), sendo assim possível analisar todo o inventário existente.

Também existem outras integrações, com o mundo hoteleiro, que dão a possibilidade de utilizar os serviços diretos de plataformas ou agregadores como booking.com ou HRS. Diria, então, que os principais conteúdos consumidos pelo Concur Travel são o aéreo, os hotéis e os rent-a-car, tornando-se assim um canal digital para o mundo corporativo e para qualquer empresa que atue nestes setores.

No mercado português temos vindo a constatar que os processos são ainda muito manuais, baseados em papel, em aprovações (via email) ou uma assinatura manual das chefias


Como integrar as soluções nas atuais estruturas e de que forma facilitam o dia-a-dia das mesmas?

Um dos principais pontos de integração é, sem dúvida, o Global Distribution System (GDS) que acaba por alimentar todo o setor de distribuição de viagens (agências de viagens). As que prestam serviço, ao segmento corporativo, estão cada vez mais integradas com o Concur e com os modelos de booking online. À medida que este modelo vai sendo adotado pelas empresas, as próprias agências de viagens também farão as restantes otimizações nas integrações necessárias para assim poder captar os benefícios e eficiências organizacionais gerados pelo volume de bookings online.

Que integração existe com as restantes soluções SAP?
Todo o processo de viagens e despesas termina como um input na contabilidade da empresa e, por isso, contamos com uma integração nativa com os módulos financeiros de SAP ERP, o que permite uma contabilização sem esforço e uma comunicação bidirecional entre ambos sistemas. Também de referir que a estrutura organizativa, a nível de recursos humanos, que está suportado no SAP ERP também está integrada nativamente com SAP Concur facilitando, assim, a atualização dos perfis dos colaboradores de uma forma otimizada. Existem outras integrações disponíveis, como por exemplo, com a plataforma analítica da SAP.

De referir que, a Concur, foi adquirida pela SAP, em 2014, e por isso contamos, no nosso portfólio, com um set importante de integrações com outros sistemas financeiros, RH e CRM de mercado.

Que outras soluções poderão ou deverão ser tidas em conta pelo universo do turismo (de forma geral), de modo a melhorar a gestão e eficiência do negócio?
O portfólio da SAP é bastante amplo e, de forma geral, as empresas do universo do turismo podem adotar essas soluções, quer no âmbito da eficiência interna quer na gestão dos seus clientes ou fornecedores. A digitalização e a melhoria de eficiência do setor do turismo é relevante e equivalente a outros setores de atividade.

Sobre o autorVictor Jorge

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A plataforma escolhida pela Microsoft permitirá aos funcionários planear, reservar e modificar as suas viagens com uma experiência muito mais interativa, intuitiva e fácil.

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Cytric by Amadeus será a plataforma através da qual os funcionários da Microsoft irão planear, reservar e modificar as suas viagens com uma experiência muito mais interativa, intuitiva e fácil. Numa primeira fase, a Microsoft implementará soluções cítricas para um grupo selecionado dos seus funcionários, fase essa que incluirá o desenvolvimento do Cytric Easy e a integração do Cytric Travel no Microsoft 365, permitindo, dessa maneira, que os utilizadores planeiem viagens e compartilhem detalhes da viagem com os seus colegas sem ter que deixar suas aplicações habituais, como o Microsoft Office ou Microsoft Teams.

A Microsoft continua num ambicioso processo de transformação digital dentro da sua divisão de viagens de negócios para proporcionar uma experiência de reserva mais rica e intuitiva para os funcionários. Para a Microsoft, “ter uma ferramenta suficientemente flexível para se adaptar à sua política global de viagens, incluindo seu conhecido foco na sustentabilidade e acessibilidade, foi fundamental para a decisão”, refere o comunicado emitido pela Amadeus.

Rudy Daniello, vice-Presidente Executivo para Amadeus Cytric Solutions, destaca o facto de ambas as empresas estarem focadas numa “visão e compromisso para oferecer as melhores soluções da categoria para a indústria de viagens e além dela”. De resto, Daniello salienta o “compromisso com a inovação tecnológica” no setor de viagens e a “melhoria da experiência dos viajantes à escala global”.

Do lado da Microsoft, Eric Bailey, diretor Global de Viagens da Microsoft, acrescenta que a empresa pretende “simplificar todos os aspetos das viagens de negócios para os nossos funcionários”.

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Fairtiq vence [email protected] in Portugal 2022

Das 20 startups selecionadas, Airdoctor e Kiss & Tell foram também projetos vencedores do programa de aceleração dinamizado pela Associação Acredita Portugal e apoiado pelo Turismo de Portugal.

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A startup suíça Fairtiq foi o projeto vencedor da 2.ª edição do [email protected] in Portugal, o programa de aceleração promovido pela Associação Acredita Portugal, com o apoio do Turismo de Portugal, no âmbito do Programa FIT 2.0 – Fostering Innovation in Tourism, que atrai projetos disruptivos de base turística, a nível internacional, de modo a estimular o ecossistema empreendedor. A startup suíça destacou-se entre as 20 startups selecionados que expuseram as suas ideias, por apresentar uma solução inovadora e com potencial para revolucionar o setor do turismo ao nível da mobilidade. Os segundo e terceiro lugar foram atribuídos às startups Airdoctor e Kiss & Tell, respetivamente.

Os vencedores foram anunciados no demo day, fase final do programa, que decorreu em Gaia, onde as startups tiveram oportunidade de apresentar os seus projetos, assim como a um júri, representado pela Associação Acredita Portugal, Portugal Ventures e Turismo de Portugal.

A vencedora desta edição, traz para Portugal uma tecnologia que pretende simplificar as viagens nos transportes públicos, garantindo a facilitação do processo de pagamento. A tecnológica criou uma aplicação que, através da geolocalização, permite a qualquer pessoa entrar em diferentes tipos de transportes, sem ser necessário comprar bilhetes. O utilizador apenas tem de fazer check in/ check out na aplicação.

O segundo lugar pertence à israelita Air Doctor, que já captou 31 milhões de euros. Esta startup pretende incluir Portugal num sistema que permite pesquisar, agendar e obter consultas com profissionais de saúde, presenciais ou remotas, dirigidas a quem esteja fora do seu país e que precise de consultar um médico, com ou sem seguro de saúde. O serviço já está disponível em países da Europa, Ásia, Austrália e América.

A Kiss & Tell levou o terceiro lugar e pretende facilitar a organização de todo o tipo de celebrações, tais como casamentos, em vários destinos globais. Através da plataforma desta startup é possível comparar, planear e reservar pacotes de destinos e estadias para eventos de qualquer natureza.

Miguel Queimado, fundador da Associação Acredita Portugal, revela que “esta segunda edição e as ideias inovadoras que surgiram revelaram que existe um enorme potencial para continuar a desenvolver o setor do turismo em Portugal. Além dos projetos vencedores, outras startups que chegaram até à final estão também em conversações com empresas portuguesas para que as suas tecnologias sejam introduzidas no setor turístico nacional.”

Para o Turismo de Portugal, principal parceiro do [email protected] in Portugal, “mais do que nunca, acelerar a inovação no turismo é um dos objetivos do Turismo de Portugal”, salientou Ana Caldeira, diretora do Departamento de Inovação e Gestão de Projetos que destacou a importância do programa.

Entre os 20 selecionados, 19 startups eram internacionais, cabendo a representação nacional à startup HandyHostel.

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Apuradas as 20 startups no [email protected] in Portugal para impulsionar o setor do Turismo

Estão encontradas as 20 melhores startups da segunda edição do programa de aceleração [email protected] in Portugal.

Victor Jorge

O programa de aceleração, promovido pela Associação Acredita Portugal e com o apoio do Turismo de Portugal, [email protected] in Portugal, acaba de revelar os nomes das startups finalistas que se destacaram por contribuírem para o reforço da competitividade desta indústria.

Este é um programa internacional de aceleração, promovido pela Associação Acredita Portugal no contexto do Programa FIT 2.0 – Fostering Innovation in Tourism, e que pretende dinamizar projetos disruptivos de base turística e estimular o ecossistema empreendedor.

Depois de uma primeira edição que contou com a inscrição de 320 startups, duas das quais transferiram as suas operações para Portugal, este ano, a média de funding das startups subiu de 300 mil para 4 milhões de euros, tendo algumas das startups passado já por programas tais como o Y Combinator, Techstars e 500 Startups.

Miguel Queimado, fundador da Associação Acredita Portugal, considera que este programa poderá continuar a ser um contributo importante para o desenvolvimento do turismo nacional, uma vez que atrai talento e tecnologias inovadoras, capazes de acrescentar valor ao setor e impulsionar o seu crescimento de forma mais rápida e sustentada. “O principal propósito do [email protected] é encontrar soluções e tecnologias que ajudem as empresas portuguesas do setor a acelerar o seu roadmap de inovação e, neste sentido, estas 20 startups foram selecionadas em função das prioridades atuais das empresas de turismo em Portugal, sendo que algumas das soluções pretendem ajudar a digitalizar processos e reduzir custos, outras a diversificar e ampliar os canais de venda e outras a melhorar a experiência do cliente”.

Já Luís Araújo, presidente do Turismo de Portugal, defende a inovação no setor do turismo como um tema incontornável, e por isso a aposta do Turismo de Portugal no desenvolvimento de projetos dedicados, como o Programa FIT 2.0 – Fostering Innovation in Tourism. “Queremos continuar a contribuir para a incorporação de produtos inovadores e soluções disruptivas no setor do turismo, sobretudo neste período de retoma, que queremos mais competitivo, inclusivo e sustentável, em todas as suas dimensões”.

Os 20 finalistas são compostos por 19 startups internacionais e uma portuguesa, que se encontram, neste momento, a trabalhar com potenciais clientes, especialistas, mentores e empresas líderes do setor do turismo, com as quais podem vir, posteriormente, a criar projetos piloto das suas soluções.

A segunda edição do [email protected] contou com 154 candidaturas, sendo que as três startups finalistas serão conhecidas no próximo dia 22 de junho, numa cerimónia que terá lugar em Gaia, na cidade do Porto. As 20 startups finalistas estarão em Portugal de 20 a 24 de junho.

Conheça as 20 startups finalistas:
Air Doctor
Backpacker Trail
Bridgify
Bright Trip
Deep Nordic Aps
easyGuide
Eola
FAIRTIQ
Farel
GlobeChat
Handyhostel
Heli
KeyNest Services
Kiss & Tell
Pinguim
Tourego
Tripian
Wynwood House
Pillow Partners
Tubudd

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Ricardo Ferreira assume direção comercial da Consultia Business Travel em Portugal

Enquanto director Comercial da Consultia Business Travel, Ricardo Ferreira será responsável por providenciar às empresas em Portugal uma solução integral para a gestão das viagens de negócios.

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A Consultia Business Travel acaba de nomear Ricardo Ferreira como novo diretor Comercial para Portugal.

No cargo que irá desempenhar na empresa especializada na gestão integral e aconselhamento de viagens de negócios, sediada no Porto, Ricardo Ferreira será responsável por providenciar às empresas em Portugal uma solução integral para a gestão das viagens de negócios, que soluciona as suas necessidades, e um serviço novo no nosso país.

Para o diretor Comercial o objetivo passa por “dar a conhecer a Consultia, uma empresa nova no mercado português”, bem como tornar a empresa “numa referência em eficiência e trato humano personalizado no mercado de Business Travel em Portugal.”

Durante 12 anos, Ricardo Ferreira foi coordenador do departamento de Clientes Corporate da agência de viagens GeoStar da zona norte, liderando o desenvolvimento de planos e estratégias comerciais, a angariação de clientes, a manutenção de clientes, o acompanhamento de grupos, a negociação com fornecedores, e ainda, a elaboração de relatórios/análises de atividade.

Antes conta com uma passagem pela Atlantisrent, como responsável de Delegação do Porto, com atividades na negociação com clientes e fornecedores, na gestão de frota, de contas correntes, da delegação e de equipas.

Ricardo Ferreira é licenciado em Turismo, no ramo das Ciências Empresariais pelo ISAG- Instituto Superior de Administração e Gestão.

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App Framie já tem 800 destinos para levar turistas à aventura por Portugal

O objetivo é chegar aos 100 mil utilizadores até ao final do ano e ganhar dimensão para internacionalizar o projeto.

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A aplicação que permite transformar as viagens numa espécie de coleção de cromos, está a desafiar os turistas a aventurarem-se no Top 100 das atrações nacionais e a completar as rotas existentes. Os pontos turísticos lusos cresceram de 600 para 800 em apenas dois meses, refere a startup Get Match, responsável pela app Framie, projeto de desenvolvimento tecnológico que nasceu no seio da Universidade do Porto, no seguimento do Mestrado de Empreendedorismo e Inovação Tecnológica.

Embora a pandemia e o confinamento tenham esfriado os planos iniciais, a retoma turística dos últimos dois meses veio trazer um renovado impulso a uma das mais recentes apps portuguesas direcionadas para os viajantes. Lançada para o mercado em fevereiro, a Framie chegou rapidamente aos seis mil downloads.

“O regresso à relativa normalidade no setor turístico está a ter um impacto positivo na utilização da plataforma. E queremos aproveitar o momento para chegar aos 100 mil utilizadores até ao final do ano e ganhar dimensão para internacionalizar o projeto”, revela António Lisboa, um dos fundadores da Get Match.

Disponível gratuitamente na Google Play e Apple Store, a aplicação informática conta já com 800 framies (pontos turísticos) nacionais disponíveis online, depois de ter iniciado a caminhada no mercado com 600, há dois meses.

O incremento, confirma Tiago Monteiro, outro dos fundadores do projeto, é igualmente notório ao nível das parcerias estratégicas firmadas com agências e operadores turísticos, que tem permitido incorporar mais conteúdos na Framie. Segundo as estimativas avançadas pela empresa, a app conta fechar o ano com cerca de 100 parceiros.

Com o foco centrado nos utilizadores, é a pensar no viajante moderno, em modo mobile e (quase) sempre online, e na procura constante de novos conteúdos e experiências turísticas, que a Framie está a desafiar os utilizadores a selecionar uma aventura entre o Top 100 atrações turísticas em Portugal.

“Portugal tem fantásticas atrações turísticas e pontos de interesse espalhados por todo o território. E se muitos deles são sobejamente conhecidos por todos, outros nem por isso”, salienta Tiago Monteiro. A abrangência nacional deste desafio permite não só aos utilizadores “começarem a completar a aventura, mas também a descobrir atrações menos conhecidas”, entrando também no conceito de gamificação da Framie.

Por um lado, ao completar cada aventura, o utilizador vai perceber quais os sítios que já visitou e quais os que lhe faltam visitar. Conseguirá assim comparar-se com os demais e motivar-se com outros utilizadores e, claro, com novas atrações turísticas e outras aventuras disponíveis na Framie – que abre mão de rankings e medalhas, inclusive para fomentar a ação no mundo real e a interação social.

“A maioria dos turistas consulta diversos websites, blogs ou redes sociais para fazer um roteiro dos principais pontos de interesse que quer visitar e registar fotograficamente. Mas, até agora, não existia um modo que, de uma forma intuitiva e transversal, permitisse ao viajante criar ou personalizar os seus roteiros turísticos e associar as fotografias tiradas”, explica Tiago Monteiro.

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Consultia apresenta plataforma para gestão integral e eficiente das viagens de negócios

A nova plataforma da Consultia Business Travel permite automatizar, digitalizar e integrar todos os processos de gestão e gastos de viagens de negócios. É um adeus ao papel.

Victor Jorge

Destinux é a nova plataforma digital apresentada pela Consultia Business Travel para gestão integral das viagens de negócios. Na apresentação realizada em Lisboa, Carlos Martinez, CEO da Consultia Business Travel, referiu que se trata de uma solução que “permite a qualquer empresa gerir de forma integral e eficiente as viagens de negócios, eliminando fees de gestão e cortar custos numa proporção de 4 euros por cada euro investido”.

De fácil integração com múltiplos ERP (Enterprise Resource Planning) internos utilizados pelas empresas, a solução SaaS (Software as a Service) apresentada agora em Portugal, depois de lançada em Espanha, permite o alinhamento com os objetivos da empresa de forma personalizada, bem como automatizar, digitalizar e integrar todos os processos de gestão e gastos de viagens de negócios.

“A nossa solução permite automatizar os processos de autorização e aprovação”, salientou Carlos Martinez, explicando que a parametrização e a integração automática da informação é algo que, atualmente, é essencial para a eficiência e controlo de custos.

A solução Destinux (dividida em três tipos de produtos: Basic, Enterprise e Corprate) permite, por exemplo, parametrizar um custo máximo de vários itens – viagem, hotel, rent-a-car, refeições – e integrar tudo num único local que, posteriormente poderá ser exportado para qualquer CRM.

“A nossa plataforma elimina o papel, os vários ficheiros Excel que se trocam relativamente a uma e mesma viagem e o erro humano subjacente a esta integração de diversas ilhas de informação, já que a nossa solução coloca tudo à disposição da empresa ao utilizar um único local”. Basta, por exemplo, tirar uma fotografia e fazer o upload para a solução, na cloud, para tudo ficar visível em tempo real.

Além disso, a solução permite, também, que a empresa consiga medir a sua pegada ambiental, disponibilizando os correspondentes relatórios das emissões que cada viagem de avião, carro, estadia em hotel possam ter e, consequentemente, realizar a respetiva compensação.

“Hoje em dia, as viagens de negócios não são um custo, mas sim um investimento e, por isso, há que encará-las dessa forma”. Certo é que, segundo o CEO da Consultia, “as empresas vão viajar mais, desde que exista um impacto positivo no negócio. Claro que iremos continuar a ter as reuniões digitais, através das diversas plataformas que se tornaram habituais durante a pandemia, mas haverá sempre a necessidade do contacto pessoal para iniciar, negociar ou finalizar qualquer acordo”.

Através de um Personal Travel Assistant está, segundo Carlos Martinez, “assegurada qualquer assistência personalizada e não um qualquer chatbot. Assim, o viajante pode focar-se na razão da sua viagem e não na logística”.

O modelo de serviço integrado disponibiliza mais de três milhões de hotéis, 27 empresas de aluguer de automóveis, 650 companhias aéreas, transfers em mais de 160 países e serviços de táxi em mais de 90 países.

Na conferência de imprensa foi, igualmente, apresentado o diretor comercial da Consultia, Ricardo Ferreira, para o mercado português que, juntamente com a equipa de sete pessoas, está sedeado no Porto.

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