Madeira mantém-se no verde enquanto Baleares dão passo atrás

Por a 15 de Julho de 2021 as 11:07

É o eterno jogo do ping-pong. Duas semanas depois de terem dado entrada na “lista verde” do Reino Unido, as ilhas Baleares dão um passo atrás na avaliação de risco do Governo liderado por Boris Johnson, conforme informa Downing Street no site https://www.gov.uk/guidance/red-amber-and-green-list-rules-for-entering-england#history

A partir da próxima segunda-feira, 19 de julho, os britânicos vacinados contra a COVID-19 não precisarão de realizar quarentena no regresso ao Reino Unido, situação diferente para os que regressem de Maiorca, Menorca, Formentera e Ibiza e não estejam vacinados, já que serão obrigados a uma quarentena de 10 dias, com realização de testes ao segundo e oitavo dia após chegada a terras de Sua Majestade.

A ilha da Madeira, por sua vez, foi impactada por estas novas regras que entram em vigor às quatro da manhã de dia 19 de julho, ou como Boris Johnson apelidou, “Dia da Liberdade”, quando o Reino Unido levantará todas as restrições no país.

Os analistas referem, contudo, que a Madeira entrará em vigilância especial, havendo a possibilidade de entrar na “lista âmbar”, tal como o resto do país.

De acordo com o mapa da Agência Europeia de Prevenção e Controlo de Doenças (ECDC, sigla em inglês), praticamente toda a Europa está no verde, indicando baixo risco, exceto Espanha, Portugal, Chipre e algumas áreas da Grécia.

Contudo, as ilhas Baleares são as únicas a regredir, já que ilhas Virgens Britânicas também dão um passo atrás, segundo avançam os entendidos na matéria.

Em sentido contrário ao das ilhas Baleares, estão Bulgária, Hong Kong, Croácia e Taiwan, que passam da “lista âmbar” para a “lista verde”, embora os dois últimos sob vigilância.

Já Cuba, Indonésia, Myanmar e Serra Leoa deverão passar de “âmbar” a “vermelho”.

Alguns analistas britânicos mostram-se, no entanto, surpreendidos com algumas mudanças, já que os casos no próprio Reino Unido estão a aumentar nos últimos 14 dias, indicando-se mais de 600 casos por 100.000 habitantes.

 

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