Disponibilidade de voos para a Madeira triplica face ao período pré-pandemia

Por a 6 de Julho de 2021 as 14:58

De acordo com o secretário do Turismo da Madeira, Eduardo Jesus, em julho e agosto, existem “mais lugares disponíveis” nos voos para a região do que antes da pandemia.

No plenário da Assembleia Legislativa da Madeira, o responsável pela pasta do turismo da Região Autónoma, admitiu que, “desde fevereiro que estamos a crescer e a Madeira chega a julho e agosto com mais lugares disponibilizados [nos aviões] do que em 2019, o ano antes da pandemia”.

O secretário do Turismo da Madeira esteve no parlamento para defender uma proposta legislativa do Governo Regional (PSD/CDS-PP) que visa a adaptação à região do diploma nacional que estabelece o regime de acesso e de exercício da atividade das agências de viagens e turismo e que transpôs uma diretiva europeia.

O governante apontou, citado pela Lusa, que, “em 2020, a ocupação hoteleira atingiu os 31%, longe do normal”, mas considerou os dados “extraordinários”, tendo em conta o atual contexto de pandemia e comparando com os dados relativos ao território continental (34%) aos Açores (19%).

Para o atual mês de julho, Eduardo Jesus referiu que se verifica uma disponibilização de “3,5 vezes acima de 2019 e agosto é de 2,2 vezes”, salientando ainda que a SATA e a easyJet estão a “fazer a maior operação” de sempre para a Madeira.

No que diz respeito à decisão da Alemanha retirar Portugal da “lista vermelha”, Eduardo Jesus admitiu que “o anúncio é de meia dose”, porque “a Madeira está muito à frente do território nacional” e “tem razão em querer ter uma discriminação positiva”.

O secretário regional revelou que a região efetuou “139 diligências junto de 15 países para que fossem repostas as ligações” e garantir a integração da Madeira nos corredores. “Apenas com a Alemanha não estamos satisfeitos”, informou.

A proposta do PCP foi criticada por pretender que seja o erário público a salvaguardar os interesses dos pescadores, quando estes devem ser “ressarcidos através de comparticipação parcial do OE/2020”.

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