Prorrogação das moratórias bancárias até 31 de março de 2022 é urgente, apela a AHRESP

Por a 18 de Junho de 2021 as 15:34

A AHRESP defende a prorrogação das moratórias bancárias até ao final de março de 2022, de forma a “garantir a sustentabilidade dos negócios e a manutenção dos postos de trabalho”.

A associação justifica que “face à incerteza da evolução da pandemia, em conjunto com as atuais restrições de circulação internacional dos principais mercados emissores de turistas internacionais, nomeadamente do mercado britânico, a época de Verão não irá permitir o reforço de tesouraria que as nossas empresas tanto necessitam”.  Neste sentido, e se as moratórias bancárias forem efetivamente extintas a 30 de setembro, a AHRESP acredita que “as empresas não terão quaisquer condições de cumprir com as responsabilidades bancárias do período pré-pandemia, às quais se juntam todos os endividamentos contratualizados desde março 2020 para sobreviver a esta crise sem precedentes”.

Além da importância da prorrogação das moratórias bancárias, a associação considera ainda que também os planos de amortização são “essenciais”, uma vez que “após o término dessas moratórias, as empresas não terão capacidade para retomar o cumprimento das suas obrigações, nos termos do período pré-pandemia, pelo que os prazos de amortização devem ser prorrogados, no mínimo por mais 10 anos, reduzindo significativamente os encargos das empresas”.

Um comentário

  1. Fernando

    19 de Junho de 2021 at 3:48

    Concordo plenamente com a prorrogação das moratorias ate Março de 2022,

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