Madeira passa a exigir apenas testes rápidos em viagens para o arquipélago

Por a 14 de Junho de 2021 as 14:24

A partir de 01 de julho passa a ser obrigatório a apresentação de teste rápido antigénio negativo à covid-19 para entrar na Madeira, realizado até 48 horas antes da viagem, em substituição do PCR, anunciou o Governo Regional, esta segunda-feira.

O executivo regional, liderado por Miguel Albuquerque, anunciou também que a partir de 21 de junho será exigido apenas um teste rápido antigénio negativo para as deslocações entre as ilhas da Madeira e do Porto Santo, realizado até 48 horas antes da viagem.

O presidente do Governo madeirense salientou, em conferência de imprensa, que “não serão aceites autotestes”, quer para as entradas na região, quer para as deslocações entre ilhas.

Até à entrada em vigor das novas medidas de controlo de viajantes, mantém-se o “corredor verde” nos portos, aeroportos e marinas do arquipélago para vacinados, testados e recuperados da covid-19 até 180 dias, sendo exigido aos restantes a apresentação de teste negativo PCR realizado até 72 horas antes da viagem.

Entre as medidas que sofrem alterações, está o horário de encerramento dos bares e restaurantes que vai ser alargado para as 00:00, já a partir de terça-feira, e o recolher obrigatório passará a vigorar entre as 01:00 e as 05:00. A lotação dos estabelecimentos pode ir até dois terços da capacidade, podendo funcionar com mesas de seis pessoas no interior e de 10 no exterior.

Na Região Autónoma da Madeira, os restaurantes e bares podem agora estar abertos até às 23:00 com uma lotação até 50%, com cinco pessoas por mesa, e nos bares não é permitido “beber ao balcão ou de pé”.  O recolher obrigatório vigora, atualmente, entre as 00:00 e as 05:00, incluindo aos fins de semana.

Miguel Albuquerque sublinhou que as novas medidas de controlo sanitário, determinadas ao abrigo da situação de calamidade devido à pandemia de covid-19, decorrem da diminuição diária de casos de infeção por SARS-CoV-2 no arquipélago, em média seis por dia, e da redução do número de internamentos, bem como do “processo acelerado de vacinação” contra a covid-19, já com cerca de 30% da população insular inoculada.

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