Assine já
BTL

Bolsa de Viagens “cria oportunidades para aproximar as marcas hoteleiras dos consumidores finais”

Na ótica do grupo Pestana, a Bolsa de Viagens “é uma mais-valia, já que cria oportunidades para aproximar as marcas hoteleiras dos consumidores finais”.

Victor Jorge
BTL

Bolsa de Viagens “cria oportunidades para aproximar as marcas hoteleiras dos consumidores finais”

Na ótica do grupo Pestana, a Bolsa de Viagens “é uma mais-valia, já que cria oportunidades para aproximar as marcas hoteleiras dos consumidores finais”.

Victor Jorge
Sobre o autor
Victor Jorge
Artigos relacionados
“Temos de ajudar o turismo do nosso país a recuperar depois do duro golpe dos últimos 14 meses”
BTL
As melhores promoções para viagens vão estar na Bolsa de Viagens
Homepage
Açores e Madeira despertam maior interesse na ‘Bolsa de Viagens powered by BTL’
Homepage
Espanha considera participação na FITUR uma viagem essencial
Homepage

Cancelada que foi a edição da BTL para 2021, a organização do evento decidiu-se por um modelo muito diferente e focado na venda de produtos e serviços turísticos ao cliente final.

Criada a Bolsa de Viagens powered by BTL, com a qual a Fundação AIP pretende contribuir para o relançamento dos negócios no setor do turismo em Portugal, o evento é, na ótica do grupo Pestana, “uma mais-valia, já que cria oportunidades para aproximar as marcas hoteleiras dos consumidores finais”.

O maior grupo hoteleiro de Portugal estará, de resto, presente para comunicar as ofertas especiais, na expectativa de “dar a conhecê-las aos clientes tanto no que toca à oferta e disponibilidade de hotéis para este verão, como no que toca a procedimentos de segurança implementados”, refere Alberto Pinto, Sales & Product Director do Pestana Hotel Group.

Quanto ao facto de, pelo segundo ano consecutivo, não se realizar o maior certame do turismo em terras nacionais, Alberto Pinto reconhece que as presentes condições, nomeadamente as restrições às deslocações, “inviabilizam em grande medida este tipo de evento”. À medida que as mesmas se vão atenuando e atividade turística começa a retomar a sua atividade, o responsável do grupo hoteleiro considera, no entanto, que “é necessário que haja mais iniciativas como a Bolsa de Viagens powered by BTL”.

Com foco na oferta no país em todas as marcas hoteleiras - Pestana Hotels & Resorts, Pestana Collection Hotels, Pestana CR7 Lifestyle Hotels e Pousadas de Portugal – Alberto Pinto conclui que “esta feira pode ser um bom teste para este modelo e, mediante os seus resultados, avaliar o seu potencial no futuro”.

Sobre o autorVictor Jorge

Victor Jorge

Mais artigos
Artigos relacionados
BTL

“Temos de ajudar o turismo do nosso país a recuperar depois do duro golpe dos últimos 14 meses”

Em entrevista ao Publituris, Pedro Braga, diretor-geral Adjunto da Lisboa Feiras Congressos e Eventos, levanta um pouco do véu do que será e o que esperar da Bolsa de Viagens powered by BTL.

Victor Jorge

Depois de alguma expectativa relativamente à realização da BTL 2021, a falta de apoio do Governo português, ao contrário do que aconteceu aqui ao lado em Espanha, levou a Fundação AIP a apostar num novo evento. Nasceu, assim, a Bolsa de Viagens powered by BTL, um evento de venda direta ao público, onde, de acordo com Pedro Braga, diretor-geral Adjunto da Lisboa Feiras Congressos e Eventos, “os visitantes poderão comprar as suas férias, os seus fins-de-semana, as suas escapadinhas”. É um regresso ao “Vá para fora cá dentro”.

A Fundação AIP decidiu adiar a BTL 2021 e avançar com uma nova iniciativa: Bolsa de Viagens powered by BTL. Que valor acrescentado traz este evento para o universo do turismo português numa altura que se avizinha a retoma e as perspetivas apontam para um verão melhor que o de 2020?

A Fundação AIP, diretamente, ou através das suas participadas, tem por fim promover, patrocinar e realizar ações que visem o desenvolvimento das atividades das empresas portuguesas, nos domínios associativo, técnico, económico e comercial, contribuindo para o crescimento da economia portuguesa.

Num momento de grande dificuldade para a economia portuguesa em geral e para o setor do turismo em particular, considerámos que era nossa obrigação tudo fazer, no sentido de contribuir para acelerar a retoma do setor através de um evento “especial” que terá particular enfoque no mercado português, na sua oferta turística diversificada e de elevada qualidade e nos “turistas portugueses”.

Nos últimos dias temos tido, felizmente, boas notícias relativamente ao regresso dos turistas internacionais, nomeadamente do Reino Unido, mas este fluxo de turistas, que é sem dúvida, muito positivo para o setor não chega de forma transversal e homogénea a todo o país e será necessário fomentar junto dos portugueses, a necessidade de contribuírem, ativamente, para a retoma do setor do turismo, “fazendo férias cá dentro”.

As empresas do setor precisam que se restabeleça um clima de confiança que permita acelerar o mais possível a retoma e para isso é fundamental que haja sinais claros para o mercado, tanto para operadores do setor como para os potenciais clientes. Da nossa parte estamos a tentar contribuir para esse objetivo.

Mas um novo adiamento da BTL não prejudica o maior evento do turismo em Portugal?
A BTL, enquanto maior evento de promoção do turismo em Portugal, tem tido um crescimento muito assinalável ao longo dos últimos anos, com especial ênfase em 2019, sendo aliás o reflexo do crescimento do setor, no período antes da pandemia. Temos a confiança de que o setor do turismo, globalmente, tem a resiliência necessária para, assim que restabelecidas as normais condições de mercado, poder retomar rapidamente o seu caminho de crescimento, contribuindo para o desenvolvimento de outros segmentos económico, e por reflexo a BTL também retomará o seu caminho de crescimento, quer pelo dinamismo que a carateriza quer pelo efeito induzido dos diferentes subsetores.

Mas era, de todo, impossível realizar a BTL neste ano de 2021?
Este ano tentámos, até ao último momento, esgotar todas as possibilidades para realizar a BTL 2021 porque consideramos que o turismo precisava de um impulso decisivo e que podia beneficiar da realização do evento. No entanto, e depois de auscultar os mais relevantes parceiros do setor público, privado e associativo, concluímos que continuavam a não estar reunidas as condições, nomeadamente de mobilidade internacional, o que é decisivo para ter os “compradores internacionais” presentes no evento, a que acresce o facto de o quadro legal de referência para este tipo de eventos e que permitiria realizar a BTL 2021, pelas circunstâncias que todos conhecemos e compreendemos, só foi implementado muito recentemente – na 1.ª semana de Maio - o que colocou também muitas limitações às empresas e outras instituições, em termos operacionais, comprometendo assim, a possibilidade de poder realizar com o sucesso que todos pretendíamos a BTL 2021.

 

Porque não sermos turistas no nosso próprio país?

 

Ao contrário do que aconteceu com a FITUR, aqui ao lado em Espanha, faltou um claro apoio do Governo português, tal como o fez o Governo espanhol, para a realização da BTL?
Em Espanha, pelo que sabemos, não foi só o Governo que se envolveu de forma decisiva para a realização da FITUR, foram igualmente as Regiões Autonómicas, os “Ayuntamientos” e os diferentes parceiros e entidades do setor público, privado e associativo (a CEOE- Confederação Espanhola de Organizações Empresariais e a CCIM – Câmara de Comércio e Indústria de Madrid) que consideraram que era imprescindível realizar a FITUR como veículo de recuperação do destino Espanha e do setor do turismo. O Governo espanhol decidiu aliás atribuir pelo prazo de três anos, o estatuto de “Evento de elevado interesse público” à FITUR, acentuando assim o seu papel de relevante ativo estratégico para a promoção do turismo espanhol.

Na Fundação AIP, tentámos desempenhar um papel agregador em ligação estreita com o movimento associativo, que contribuísse para desenvolver a economia e as empresas. Falámos com todos os parceiros do setor, auscultamos e percebemos todas as suas preocupações e limitações circunstanciais, e não foi possível reunir as condições necessárias para obter um resultado e um envolvimento semelhante ao que aconteceu no país vizinho.

Importa, igualmente, considerar qua a situação da pandemia não evoluiu da mesma forma em todos os países e que Portugal teve um processo de desconfinamento ajustado à defesa da saúde dos cidadãos, mas que não permitiu viabilizar em tempo útil a realização do evento.

De BTL a BdV
Centremos atenções na Bolsa de Viagens powered by BTL? Porquê o “powered by BTL”?
Obviamente porque em termos de “marca” o nome BTL é muito forte e face ao curto espaço de tempo que temos para organizar este evento especial, concluímos, que ao utilizar esta assinatura “powered by BTL” estaríamos a contribuir para uma maior notoriedade da Bolsa de Viagens e, ao mesmo tempo, estamos a dizer ao mercado em particular e aos portugueses em geral que, sendo um evento com características distintas da BTL, é organizado pela mesma equipa e entidade a quem o mercado reconhece capacidade e competência.

Falam de um “modelo especial”. Que modelo é esse?
Num momento reconhecidamente difícil para a economia, para as empresas e para o setor do turismo em particular e para as instituições que manifestaram interesse em estar presentes na Bolsa de Viagens, percebemos que teríamos de disponibilizar soluções “facilitadoras” que permitissem que a presença destas empresas e entidades fosse um processo simples. Assim, desenvolvemos um conceito “chave na mão” em que oferecemos uma solução integrada que permite que se focalizem apenas na venda dos seus produtos e serviços e “realizem tesouraria” que ajude ao relançamento do setor.

A Fundação AIP, neste evento especial, e como forma de apoiar as empresas e o setor do turismo, abdicou da sua tabela de preços de referência para participação neste tipo de eventos e desenvolveu soluções “Cost Effective” que permitem a participação no evento com custos substancialmente mais reduzidos.

 

Participar na Bolsa de Viagens permitirá às entidades presentes antecipar as suas reservas e assim conseguir uma melhor operacionalização.

 

Que envolvimento tiveram ou têm tido das várias entidades públicas e privadas do setor do turismo?
Independentemente de não termos a presença institucional de alguns dos parceiros do setor público e associativo, que consideram que neste modelo de evento (venda direta ao consumidor) a sua presença institucional não faz sentido, temos tido a sua colaboração e apoio na divulgação da Bolsa de Viagens junto das empresas e dos associados.

Já no que respeita a muitas das empresas que operam no setor do turismo, tem sido muito gratificante perceber que, apesar das enormes dificuldades com que se debatem, consideram que é tempo de agir e cada um tem de contribuir, na exata medida das suas possibilidades, para restaurar e acelerar um clima de confiança que permita a recuperação do setor o mais rápido possível.

Temos igualmente contado com o apoio e adesão de muitas Câmaras Municipais que, conscientes da necessidade de apoiarem as suas economias locais e as empresas da sua região na recuperação do setor do turismo e na manutenção e criação de postos de trabalho, estão a incluir as empresas e a oferta turística da sua área de influência na sua participação na Bolsa de Viagens.

Contamos ter uma oferta diversificada do setor do turismo que permita satisfazer a elevada procura que contamos ter no evento.

Quantas pessoas vão conseguir ter no evento, quantas são esperadas e que dimensão podemos esperar do evento?
Neste momento temos o Plano de Contingência do Evento submetido à apreciação das entidades de saúde competentes e, mantendo-se vigentes os critérios e regras anteriormente anunciadas, podemos ter até 2.500 pessoas em simultâneo por pavilhão.

A entrada é gratuita, mas sujeita a um pré-registo que nos permitirá gerir fluxos de afluência ao longo dos três dias do evento, contamos atingir uma presença entre os 10.000 e os 12.000 potenciais consumidores.

Vender Portugal aos portugueses
O enfoque está, claramente, no mercado nacional? Este será um evento de “hard-selling”?
É um evento de venda direta ao público, onde os visitantes poderão comprar as suas férias, os seus fins-de-semana, as suas escapadinhas. É destinado ao turismo nacional, embora isso não invalide que não participem destinos internacionais. Estamos abertos a todos os que queiram participar, desde que exista esse focus de venda direta.

 

Contamos ter uma oferta diversificada do setor do turismo que permita satisfazer a elevada procura que contamos ter no evento.

 

Este é um evento que leva à letra uma campanha antiga “Vá para fora cá dentro”?
Sem dúvida. Pensamos que é uma “missão” que temos, a de procurar ajudar o turismo do nosso país a recuperar depois do duro golpe dos últimos 14 meses. Portugal tem um potencial turístico excecional e isso é evidente pelas estatísticas, que falam por si. São prémios atrás de prémios, ainda em 2020, Portugal foi distinguido como o Melhor Destino Europeu pelo quarto ano consecutivo pelo World Travel Awards. E uma vez que todos nós estaremos um pouco condicionados na nossa mobilidade, porque não sermos turistas no nosso próprio país? É o mote que queremos transmitir.

Que feedback têm recebido por parte do setor do turismo e dos respetivos atores do mesmo?
Temos recebido um feedback muito positivo, é um setor muito resiliente. É importante antecipar o verão, é o sentimento geral, pois sabe-se que ao fazê-lo estamos a ajudar na retoma do turismo. Participar na Bolsa de Viagens permitirá às entidades presentes antecipar as suas reservas e assim conseguir uma melhor operacionalização.

Os eventos foram um dos setores mais afetados pela pandemia, com muitos a transitar para o digital, outros cancelados e/ou adiados? Acreditam numa retoma dos eventos para algo semelhante ao período pré-pandemia ou este setor, também, terá de se reinventar ou renovar?
Durante a pandemia proliferaram os eventos digitais e híbridos, algo que a Fundação AIP também fez nos eventos que organizou, o Portugal Smart Cities Summit 2020 e o SIL, Tektónica e Intercasa 2020 foram eventos híbridos, e tivemos mesmo um evento totalmente digital – O Portugal Exportador – em novembro de 2020.

Consideramos que a contribuição da parte digital é muito importante e enriquece a parte física, permitindo atingir novos targets e pensamos que, no futuro, alguma da aprendizagem realizada ao longo deste período continuará a ser utilizada quando se regressar à normalidade.

Mas o “core” da Fundação AIP, através da FIL e do CCL, são os eventos e os congressos físicos e híbridos. No caso da FIL, nas feiras, o “face to face” é imprescindível e toda a informação que vamos tendo dos nossos parceiros internacionais coincide no facto de haver um sentimento generalizado que o digital é uma ferramenta importante que nos permite chegar mais longe mas que não substituirá os eventos presenciais.

Já possuem alguma ideia de que tipo de BTL poderemos esperar em 2022?
Certamente, a BTL 2022, será um espelho das alterações que o setor atravessou e continuará a atravessar. Vai ser uma BTL diferente, não do ponto de vista quantitativo, esperamos, mas do ponto de vista qualitativo, para melhor, claro. Será a retoma, o regresso do grande evento de turismo do país, e a expetativa será elevada. O nosso objetivo é corresponder para que, no fim, todos possam dizer, “esta é a BTL que conhecemos e que tão bem representa o setor do turismo”.

Sobre o autorVictor Jorge

Victor Jorge

Mais artigos
BTL

BTL reforça equipa e aposta nos conteúdos

A BTL – Bolsa de Turismo de Lisboa reforçou a sua equipa e conta agora com uma gestora de feira, Dália Palma, e uma nova gestora comercial, Mafalda Pereira. Júlia Ramalho de Almeida permanece como responsável do marketing.

Carina Monteiro

A BTL – Bolsa de Turismo de Lisboa reforçou a sua equipa e conta agora com uma gestora de feira, Dália Palma, e uma nova gestora comercial, Mafalda Pereira. Júlia Ramalho de Almeida permanece como responsável do marketing.

As duas profissionais que se juntam agora à equipa da BTL integravam anteriormente outro projecto da FIL, a Feira Internacional de Artesanato, tratando-se de uma transição interna. “A BTL nunca teve gestores de feira. Decidimos reforçar a equipa tendo em conta a pujança que agora o Turismo têm e que a BTL tem acompanhado”, explica Fátima Vila Maior, directora da BTL.

Este reforço visa, sobretudo, o desenvolvimento de conteúdos, algo a que Fátima Vila Maior atribui grande importância para o futuro das feiras. "A BTL não pode ser vista só como uma feira que tem mais empresas. O grande trabalho a fazer é a criação dos conteúdos. A BTL nunca vai ser a maior feira da Europa, mas pode ser a feira que mais inova. A inovação desenvolve-se através dos conteúdos e segmentos que queremos diferenciar".

*Leia o artigo completo na próxima edição do Publituris

Sobre o autorCarina Monteiro

Carina Monteiro

Mais artigos
BTL

Como foi a entrega dos Publituris Portugal Trade Awards (em vídeo)

Veja o vídeo da entrega dos Publituris Portugal Trade Awards 2018 na BTL.

Carina Monteiro

A cerimónia de entrega dos Publituris  Portugal Trade Awards 2018 realizou-se no primeiro dia da Bolsa de Turismo de Lisboa. Quem não esteve presente pode ver o resumo dos melhores momentos.

 

Publituris Portugal Trade Awards 2018 - Teaser from The StoryTelling on Vimeo.

Sobre o autorCarina Monteiro

Carina Monteiro

Mais artigos
BTL

Fotogaleria da inauguração da BTL

A Bolsa de Turismo de Lisboa arrancou esta quarta-feira, dia 28, e contou a com a presença do Primeiro-Ministro, António Costa.

Publituris
A Bolsa de Turismo de Lisboa arrancou esta quarta-feira, dia 28, e contou a com a presença do Primeiro-Ministro, António Costa. Veja as fotos da inauguração da feira.

[smartslider3 slider=107]

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
BTL

Lab & Trends é a grande aposta da BTL

Bolsa de Turismo de Lisboa vai já na sua 30ª edição.

Publituris

Uma das grandes apostas da 30ª edição da BTL é a BTL LAB&TRENDS, um espaço que tal como o nome indica, dedicado à divulgação de empresas que actuam no sector da Inovação no Turismo.

Esta área que compreende a BTL Startup; a BTL Tech e a BTL Stage, ocupa uma área total de 400 m2 e está situada no Pavilhão 2 da Feira.

O objectivo desta área é apresentar e debater tendências e novas vias para o sector para as próximas décadas. A zona dedicada à BTL Tech é um espaço expositivo para empresas firmadas que actuam no universo tecnológico. A BTL Startups – com 20 empresas inscritas - promove o empreendedorismo e as empresas com menos de três anos de existência cuja actividade está orientada para produtos e serviços que têm como objectivo enriquecer a oferta turística portuguesa. A completar esta área, a BTL Stage, que é literalmente o palco da BTL Talks, a área onde o debate de ideias e de opiniões de vários players e intervenientes do sector turístico terá lugar. Com origens, percursos e experiências multifacetadas, os oradores têm por base as áreas da formação, cadeias hoteleiras, empresas que operam na área digital, autarquias, coaching, entre outros.

O painel de convidados para a BTL Stage, integra nomes como Francisco Spínola (WTC), Pedro Colaço (GuestCentric), Carlos Diez de la Lastra (CEO Les Roches), David Martinez (Diretor Penha Longa), Rodrigo Machaz (Hotéis Memmo ), Diogo Assis (CEO Events by TLC) ou Leonor L’Hermite (Google), que espelha a dimensão e diversidades dos temas abordados nos debates.

Fátima Vila Maior, directora de Feiras da FIL, destaca “nos últimos anos um dos grandes motores da dinâmica a que assistimos no Turismo deve-se à criação de plataformas, produtos e serviços tecnológicos que têm permitido a democratização do acesso, a rapidez na decisão e ao mesmo tempo um acompanhamento real de cada negócio, é algo que estamos a viver. O futuro que acontece hoje tem por base a investigação, a formação e a antecipação de tendências num setor cheio de vida”.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
BTL

APAVT e Travelport com mais espaço na BTL

Stand volta a ser o maior da feira e conta com mais de 80 expositores.

Publituris

Com catorze operadores turísticos, mais um que no ano passado, duas rent-a-car, catorze companhias aéreas directa e indirectamente, dois operadores de cruzeiros, cerca de 50 agências de viagens, um bar, uma área de apresentações e um lounge VIP, o stand APAVT/Travelport na Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL) volta a ser o maior espaço privado da BTL, ocupando uma área de 972 metros quadrados.

De 28 de Fevereiro a 4 de Março, o stand volta a ocupar o centro do Pavilhão 3 da Feira Internacional de Lisboa (FIL) e conta com várias parcerias, nomeadamente a gestão do bar pelo restaurante Maria Azeitona, o acordo com a On Flavours, produtor do Gin InSeparable, com a Adega Campo Maior e a Delta Q.

A Nortravel junta-se este ano à EGO Travel, Exoticoonline, Image Tours, Jolidey, Lusanova, Nortravel, Schultz, Solférias, Soltrópico, Sonhando, Viajar Tours, Viagens Tempo, Catai e a VA Tour Operador, que já habiam participado em edições anteriores, somando este ano 14 operadores turísticos no stand APAVT/Travelport.

No que diz respeito a agências de viagens, vamos ter neste espaço a B the travel brand, Bestravel, By Travel, Creative Star, Consolidador – Book Soft, Domitur, Forum D'Ideias, Inside Tours, Legendary Adventure, Luisa Todi, Luso DS, Magnet, Mala de Viagens, Oásis, Osíris, Portimar, PT Trip,  Quasar, Topmic,  TQ Travel, Travelsquare, Ultratur, e VEFA Travel. No conjunto, serão cerca de 50 agências de viagens retalhistas com pontos de venda na BTL no stand APAVT/Travelport.

O stand APAVT/Travelport conta também com os operadores de cruzeiro Melair e James Rawes, as empresas de rent-a-car Europcar e Sixt Portugal, as companhas aéreas Iberia, British, Croatian, Finnair, TAAG e Hahn Air, além de cerca de dez transportadoras representadas do GSA APG. O espaço será ainda partilhado por outras empresas e projetos diretamente relacionadas com a atividade turística, nomeadamente a Fidalguia, Everything is New, LG Portugal, Click and Play, GAI APAVT - Gabinete de Apoio Ao Investidor, ABAV, Sporting Club de Portugal, Sulforma, IPDAL e a SGS – Seguros.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Homepage

BTL 2018: “Inscrições já superam as do ano passado no mesmo período”

As inscrições para a edição de 2018 da Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL) tiveram início no passado mês de Julho e o número de “entidades inscritas é já muito superior ao do mesmo período do ano passado”, segundo Fátima Vila Maior, directora da feira.

Carina Monteiro

As inscrições para a edição de 2018 da Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL) tiveram início no passado mês de Julho e o número de “entidades inscritas é já muito superior ao do mesmo período do ano passado”, segundo Fátima Vila Maior, directora da feira.

A responsável considera que "a celeridade na inscrição constitui um factor diferenciador e decisivo no momento de escolha e atribuição de espaço, o que representa um aliciante para as entidades participantes adiantarem os timings de inscrição”.

Segundo Fátima Vila Maior, em 2018, a estratégia da BTL passará por consolidar as novas iniciativas como a BTL Village e o Kids Route e criar novas iniciativas de interesse para a feira, quer em novos segmentos de forma a "aumentar a oferta no segmento profissional, quer igualmente também noutras iniciativas que fomentem a presença massiva de público e potenciem a compra de férias de Páscoa e Verão".

O programa de hosted buyers, organizado em parceria com o Turismo de Portugal, a TAP Portugal e as Entidades Regionais e que tem como objectivo apoiar a vinda de compradores internacionais, vai ser novamente uma das prioridades da feira. O programa conta ainda com o apoio da APAVT, do grupo Barraqueiro, e de várias unidades hoteleiras de Lisboa que acolhem os buyers. "O segmento MI e novos mercados como os EUA e Canadá serão um dos maiores desafios da BTL 2018", afirma.

Esta que é a 30ª edição da BTL vai realizar-se entre os dias 28 de Fevereiro a 4 de Março de 2018.

Recorde-se que a última edição da BTL foi considerada pela organização como "uma das mais bem-sucedidas de sempre", tendo em conta o crescimento da área ocupada de cerca de 18 %, o correspondente a cerca de 100 novos expositores, e a maior taxa de fidelização de sempre, ou seja, expositores que repetem todos os anos a sua participação na feira.

Sobre o autorCarina Monteiro

Carina Monteiro

Mais artigos
BTL

IPDAL organiza IX Fórum do Turismo ‘Portugal América – Latina’

Iniciativa volta a acontecer no âmbito da BTL, no dia 16 de Março. Uma iniciativa que tem o Publituris como media partner.

Patricia Afonso

O IX Fórum do Turismo ‘Portugal América-Latina’, co-organizado pelo Instituto para a Promoção e Desenvolvimento da América Latina (IPDAL) e pela BTL/AIP, tem lugar no dia 16 de Março, segundo dia da Feira de Turismo. Este não, o país convidado é o Peru. Esta é uma iniciativa que tem o Publituris como media partner.

O fórum vai ter representados, de um lado, os embaixadores da América Latina e, do outro, os principais players portugueses do sector, tais como companhias aéreas, grupos hoteleiros, agências de viagens, operadores turísticos, “além das mais relevantes associações e representantes institucionais do Estado e do Governo português”.

A iniciativa “vai consistir num momento de contactos mais directos e informais entre os vários convidados”. “Sem mesas de trabalho ou lugares reservados, os embaixadores irão dirigir breves saudações aos presentes, enquanto apresentam os vídeos promocionais dos seus países. Ao mesmo tempo, será servido um cocktail pela Embaixada do Peru, com especialidades e bebidas típicas do País.”

O fórum acontece no dia 16 de Março de 2017, quinta-feira, às 17h00, no Anfiteatro (1º piso) do Centro de Reuniões da FIL.

Sobre o autorPatricia Afonso

Patricia Afonso

Mais artigos
Homepage

Aplicação da BTL já disponível para telemóvel

A Bolsa de Turismo de Lisboa já tem aplicação para telemóvel disponível nas lojas online com todas as informações sobre a edição de 2017.

Carina Monteiro

A Bolsa de Turismo de Lisboa já tem aplicação para telemóvel disponível nas lojas online com todas as informações sobre a edição de 2017.

Através da aplicação desenvolvida pela Proinov, é possível aceder aos horários, agenda de actividades, preços de entrada, expositores, produtos e ainda a algumas promoções. Disponível na AppStore e na Google Play, esta será uma ferramenta útil tanto para profissionais como para o público final.

Para Paulo Belo, director Geral da Proinov, a “manutenção desta parceria faz todo o sentido num mundo onde as ferramentas mobile são cada vez mais parte do quotidiano das empresas”, sendo usadas como apoio a diversos tipos de actividade.

Fátima Vila Maior, directora de área de feiras da FIL responsável pela BTL, adianta: “Com esta aplicação, pretendemos estar cada vez mais próximos tanto dos nossos expositores como de quem nos visita. Queremos que as empresas e entidades presentes vejam esta aplicação como uma ferramenta que a organização da Feira disponibiliza para promoção da sua participação. Tanto as agências de viagens, como os hotéis, unidades de turismo rural, rent-a-car, etc, têm aqui uma óptima oportunidade para destacarem os seus stands, produtos e promoções.”

A Proinov, que irá aproveitar a BTL para apresentar o produto Guestly para Hotelaria, é a empresa responsável pela APP pelo terceiro ano consecutivo.

Sobre o autorCarina Monteiro

Carina Monteiro

Mais artigos
Homepage

BTL apresenta programa dirigido às crianças

A 29ª edição da BTL – Bolsa de Turismo de Lisboa apresenta, pela primeira vez, o KIDS Route, um programa que convida as crianças dos 6 aos 12 a descobrir Portugal pelos caminhos da BTL.

Publituris
tags

A 29ª edição da BTL - Bolsa de Turismo de Lisboa apresenta, pela primeira vez, o KIDS Route, um programa que convida as crianças dos 6 aos 12 a descobrir Portugal pelos caminhos da BTL.
O objectivo é que durante o fim-de-semana de 18 e 19 de Março, as entidades Regionais de Turismo organizem actividades e animações para os mais pequenos.
Fátima Vila Maior, directora de área de feiras da FIL responsável pela BTL refere: “A BTL tem-se revelado, ao longo dos últimos anos, muito mais que uma feira de Turismo. É um local de convívio e de aprendizagem para todos os que nos visitam. Foi precisamente a pensar nas crianças, que representam o futuro do nosso País, que desafiámos, pela primeira vez, as Entidades Regionais de Turismo presentes a incentivarem nas nossas crianças o gosto pelos destinos nacionais”.
Será entregue um passaporte a todas as crianças dos 6 aos 12 anos na bilheteira da feira, para que registem as experiências vividas nos stands. Jogos tradicionais, jogos de vídeo e interativos, caça ao tesouro, puzzles, quebra cabeças, entre muitas outras vão dar a conhecer melhor Portugal aos mais pequenos.
Ase entidades regionais têm até dia 28 de Fevereiro para enviar as propostas de acções de dinamização dos espaços para [email protected].

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos

Toda a informação sobre o sector do turismo, à distância de um clique.

Assine agora a newsletter e receba diariamente as principais notícias do Turismo. É gratuito e não demora mais do que 15 segundos.

Navegue

Sobre nós

Grupo Workmedia

Mantenha-se conectado

©2021 PUBLITURIS. Todos os direitos reservados.