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A traveler collects his bag from a luggage carousel in the Philadelphia International Airport Monday, June 13, 2011, in Philadelphia. The government said Monday, that airlines collected $3.4 billion in baggage fees last year, up 24 percent from 2009.(AP Photo/Matt Rourke)

Distribuição

Mais de 95% das agências e operadores alemães dependem de ajudas do Estado

A situação no setor das viagens e turismo na Alemanha é dramática. Mais de 50% das agência se operadores esperam faturar menos 50% que no período pré-pandemia.

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A traveler collects his bag from a luggage carousel in the Philadelphia International Airport Monday, June 13, 2011, in Philadelphia. The government said Monday, that airlines collected $3.4 billion in baggage fees last year, up 24 percent from 2009.(AP Photo/Matt Rourke)

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Mais de 95% das agências e operadores alemães dependem de ajudas do Estado

A situação no setor das viagens e turismo na Alemanha é dramática. Mais de 50% das agência se operadores esperam faturar menos 50% que no período pré-pandemia.

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Na Alemanha, 96% das agências de viagens e 98% dos operadores turísticos dependem dos apoios prestados pelo Governo de Angela Merkel, admitindo 90% das empresas do setor do turismo que esse apoio deve ser mantido e dois terços dos ouvidos a considerar que os auxílios devem ser mesmo reforçados até que a crise de saúde da COVID-19 comece a diminuir.

Essa é a conclusão de uma pesquisa realizada pela Deutscher Reiseverband – DRV (Associação de Viagens da Alemanha) a 450 empresas, admitindo que “as ajudas às agências de viagens e aos operadores servem para garantir a sua sobrevivência”.

“Quase todas as empresas participantes da pesquisa solicitaram ajudas financeiras ao governo alemão”, salienta Norbert Fiebig, presidente da DRV, admitindo que este cenário mostra “como é dramática a situação económica no setor”.

Considerando que ainda vai demorar algum tempo até que o negócio das viagens regresse a um nível “mais ou menos normal”, visto que “o fim da pandemia ainda não percetível”, a associação pede “mais apoios” e “um rápido esclarecimento” das condições de enquadramento das prestações e compensações para trabalho de curta duração.

A situação ainda se torna mais urgente quando as próprias empresas, mais de 90%, admite atingir somente 50% das vendas realizadas na fase pré-pandêmica. Da globalidade dos ouvidos pela DRV, destaque ainda para, pelo menos, dois terços dos entrevistados que afirmaram esperar uma quebra de 75% das vendas, ou seja, vender 25% do que vendiam em 2019.

Por isso mesmo, cerca de 85% dos inquiridos consideram que somente a reabertura segura das fronteiras será a solução.

Fiebig dá, inclusivamente, o exemplo do Reino Unido onde, as viagens voltarão a ser possíveis a partir de meados de maio, considerando que “isso mostra como os passos dados nalguns países europeus e não europeus para a retoma são possíveis”, concluindo que, “o que está em jogo é, nada mais nada menos, que o panorama empresarial constituído, principalmente, por pequenas e médias empresas”.

 

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Nova edição: Turismo de Luxo, “Viaje com o Paladar” da Icárion, APAL e viagem a Samaná

A única edição do mês de agosto do jornal PUBLITURIS faz capa com o Turismo de Luxo. Além disso, trazemos mais uma iniciativa “Viaje com o Paladar” da Icárion, uma entrevista a Desidério Silva, presidente da APAL, e a reportagem sobre a viagem a Samaná a contive do operador turístico Soltour.

Publituris

A única edição do mês de agosto do jornal PUBLITURIS faz capa com o Turismo de Luxo. Se logo no início do dossier pretendemos definir ou esclarece o que, de facto, é Turismo de Luxo, nas páginas seguintes ouvimos diversos agentes da hotelaria que atuam no segmento mais alto do turismo em Portugal. Além disso, também falámos com Eduardo Cabrita, diretor-geral da MSC Cruzeiros em Portugal a propósito do Luxo em Alto Mar, bem como com alguns académicos que ensinam e analisam o mercado do turismo.

Na “Distribuição”, a iniciativa “Viaje com o Paladar” do operador turístico Icárion, deu a conhecer a agentes de viagens os paladares do Vietname. Ao PUBLITURIS, os agentes que marcaram presença nesta iniciativa asseguraram que, a partir de agora, vão olhar o destino com outros olhos depois de o terem sentido pelo sabor da sua gastronomia.

Nos “Destinos”, entrevistámos Desidério Silva, presidente da Agência de Promoção de Albufeira (APAL), que foi eleito em janeiro e que faz um balanço positivo dos primeiros meses de mandato e revela o calendário de ações que a associação tem previsto para 2023.

Nas “Viagens”, damos conta da viagem que o PUBLITURIS realizou a Samaná, na República dominicana, a convite do operador turístico Soltour. No Caribe, podemos confirmar que se trata de um destino para, de facto, nos sentirmos “rulay”.

As opiniões desta edição pertencem a Francisco Jaime Quesado (economista e gestor) e Jaume Vidal (diretor Regional da Tiqets em Portugal e Espanha).

O jornal PUBLITURIS na sua versão em papel vai agora de férias e regressa com a edição de 1 de setembro.

A todos os leitores do PUBLITURIS desejamos umas ótimas férias.

A versão completa desta edição é exclusiva para subscritores do Publituris. Pode comprar apenas esta edição ou efetuar uma assinatura do Publituris aqui obtendo o acesso imediato.

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Edição Digital: Turismo de Luxo, “Viaje com o Paladar” da Icárion, APAL e viagem a Samaná

A única edição do mês de agosto do jornal PUBLITURIS faz capa com o Turismo de Luxo. Além disso, trazemos mais uma iniciativa “Viaje com o Paladar” da Icárion, uma entrevista a Desidério Silva, presidente da APAL, e a reportagem sobre a viagem a Samaná a contive do operador turístico Soltour.

Victor Jorge

A única edição do mês de agosto do jornal PUBLITURIS faz capa com o Turismo de Luxo. Se logo no início do dossier pretendemos definir ou esclarece o que, de facto, é Turismo de Luxo, nas páginas seguintes ouvimos diversos agentes da hotelaria que atuam no segmento mais alto do turismo em Portugal. Além disso, também falámos com Eduardo Cabrita, diretor-geral da MSC Cruzeiros em Portugal a propósito do Luxo em Alto Mar, bem como com alguns académicos que ensinam e analisam o mercado do turismo.

Na “Distribuição”, a iniciativa “Viaje com o Paladar” do operador turístico Icárion, deu a conhecer a agentes de viagens os paladares do Vietname. Ao PUBLITURIS, os agentes que marcaram presença nesta iniciativa asseguraram que, a partir de agora, vão olhar o destino com outros olhos depois de o terem sentido pelo sabor da sua gastronomia.

Nos “Destinos”, entrevistámos Desidério Silva, presidente da Agência de Promoção de Albufeira (APAL), que foi eleito em janeiro e que faz um balanço positivo dos primeiros meses de mandato e revela o calendário de ações que a associação tem previsto para 2023.

Nas “Viagens”, damos conta da viagem que o PUBLITURIS realizou a Samaná, na República dominicana, a convite do operador turístico Soltour. No Caribe, podemos confirmar que se trata de um destino para, de facto, nos sentirmos “rulay”.

As opiniões desta edição pertencem a Francisco Jaime Quesado (economista e gestor) e Jaume Vidal (diretor Regional da Tiqets em Portugal e Espanha).

O jornal PUBLITURIS na sua versão em papel vai agora de férias e regressa com a edição de 1 de setembro.

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NDC da British Airways já está disponível para agentes de viagens na plataforma Travelport+

A Travelport anunciou, esta quinta-feira, que o New Distribution Capability (NDC) da British Airways já está disponível para os agentes de viagens na plataforma Travelport+.

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Com a Travelport, a British Airways está a possibilitar acesso simplificado do conteúdo NDC, para que os agentes de viagens possam facilmente reservar e atender as ofertas NDC para os seus clientes. Para já o conteúdo só está disponível no Reino Unido e na Irlanda, mas com promessa de uma implementação global para usuários do Travelport+ em todo o mundo.

Refira-se que a Curadoria de Conteúdo (Content Curation Layer, CCL) do Travelport+ é impulsionada por poderosos recursos de inteligência artificial (IA) e aprendizado de máquina, a fim de fornecer resultados mais precisos e relevantes para uma experiência de reserva mais rápida e simplificada para os agentes de viagens.

Assim, os agentes que usam o Travelport+ poderão facilmente pesquisar, comparar, reservar e atender ao conteúdo da British Airways num só lugar, com acesso a um material rico, tarifas e ofertas exclusivas, com apenas alguns toques no teclado.

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Agências

ASGAVT muda designação para ANAV – Associação Nacional de Agências de Viagens

A ASGAVT – Associação de Sócios-Gerentes das Agências de Viagens e Turismo passa a designar-se ANAV – Associação Nacional de Agências de Viagens, após aprovação em Assembleia Geral Estatutária, realizada na última sexta-feira, dia 28 de julho.

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A propósito desta alteração, o presidente da direção, Miguel Quintas, destacou que a associação “tem agora um carácter mais abrangente, de foco cem por cento empresarial e anunciando no seu nome justamente o seu âmbito nacional”. A alteração estatutária proposta pela atual direção viu o seu projeto de regulamentação interna ser aprovado por uma maioria de 93,3% dos votos dos associados.

Para além do nome, outras propostas de alteração foram igualmente aprovadas, nomeadamente “a separação total de poderes entre os órgãos estruturais da ANAV, a fim de evitar a possibilidade de ingerências diretas, indiretas ou por interposta pessoa, entre a Assembleia Geral, a Direção ou o Conselho Fiscal, bem como a limitação a dois mandatos para os presidentes desses órgãos”, referiu ainda o presidente da ANAV, em nota de imprensa.

Miguel Quintas reforçou que, entre as alterações mais importantes, encontra-se o facto de a associação possuir agora um Conselho Jurisdição “que acautele a democracia interna da associação” e ainda “a necessidade absoluta da cada direção apresentar um plano de atividades no início de cada ano, a fim de ser escrutinada pelos seus próprios associados, no final dos 365 dias”.

Miguel Quintas assegurou que os principais objetivos estratégicos traçados para este mandato passam por “garantir que somos uma associação mais democrática, mais transparente, mais combativa, com independência total entre os seus órgãos internos vitais, e uma garantia de que será devidamente escrutinada pelo novo Conselho de Jurisdição e Disciplina, assim como pelos

seus associados”.

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Agências

Edição 2023 da Summit Go4Travel vai ter lugar na região Oeste em novembro

A convenção anual do grupo de agências de viagens Go4Travel terá lugar entre os dias 17 e 19 de novembro deste ano, na região do Oeste, foi anunciado esta terça-feira em comunicado de imprensa, sem, no entanto, ter sido especificado o local.

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Organizada anualmente, a convenção junta os profissionais das agências de viagens Go4Travel, parceiros, fornecedores e players do turismo num espaço que pretende ser um hub de conhecimento, discussão e ligação entre o setor.

À semelhança da última convenção, a Summit Go4Travel 2023 promete oferecer uma experiência imersiva na região que a acolhe. Os participantes terão a oportunidade de conhecer o “Melhor Oeste” através do contacto direto com a cultura regional: os locais notáveis, a vinha, a natureza, o mar, a praia, os desportos aquáticos, entre outras bandeiras da região.

Refira-se que esta Summit será também a primeira sob a nova marca Go4Travel. No início do ano, o grupo anunciou um rebranding integral que representou o primeiro passo numa nova era para a Go4Travel. Com um posicionamento mais dinâmico e próximo, a edição de 2023 dará continuidade à mensagem lançada em 2022 e integrada na nova identidade do grupo: “together”.

Organizadas desde 2017, as Summits Go4Travel são espaços de discussão da indústria do turismo e das viagens, criação de sinergias entre agências e parceiros, servindo também como uma plataforma para oportunidades de networking e team building.

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Tour10 inicia-se na comercialização de experiências no destino

Com o lançamento da “Tour10Xperiences” a plataforma de distribuição turística Tour10 dá o pontapé de saída na comercialização de experiências no destino.

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A nova ferramenta “Tour10Xperiences, já disponível no sítio Web da Tour10, oferece um motor de pesquisa intuitivo que permite aos agentes de viagens selecionar e reservar experiências turísticas em Espanha, Portugal e França.

Este catálogo de atrações turísticas, cuja oferta Tour10 aumenta de semana para semana, inclui um vasto leque de atividades à escolha, desde parques de lazer e temáticos, parques aquáticos, city tours, espetáculos, museus, enoturismo, flamenco, ou até teleféricos.

O separador “Tour10Xperiences” está localizado no menu de navegação principal no www.tourdiez.com, e devido à facilidade de utilização permite, com apenas alguns cliques, aceder ao catálogo completo de atividades, filtrar por destino e tipo de atividade pretendida, reservar e descarregar bilhetes.

Um dos pontos considerados fortes da ferramenta é a sua integração no próprio sítio Web, pelo que todo o processo de reserva e compra é efetuado sem sair da mesma página. As confirmações são automáticas e os bilhetes são emitidos instantaneamente.

 

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Egotravel já é Travelife Partner

A Egotravel já pode ostentar a certificação internacional de nível Travelife Partner que reconhece os esforços do operador turístico relativamente à sustentabilidade e responsabilidade social empresarial.

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Para atingir o nível Travelife Partner, a Egotravel teve de cumprir mais de 100 critérios, relacionados com a gestão do escritório de um operador, portefólio de produtos, parceiros comerciais internacionais e informação ao cliente. O reconhecimento Travelife Partner compreende temas de responsabilidade social empresarial da ISO 26000, incluindo ambiente, biodiversidade, direitos humanos e políticas laborais.

Refira-se que o operador turístico participa no projeto SUSTOUR, financiado pela União Europeia, que decorre de 2020 a 2023 e visa promover a sustentabilidade no setor dos operadores turísticos europeus através de uma abordagem empresarial. O projeto apoia mais de 600 pequenas e médias empresas em 35 países europeus, promovendo a melhoria do seu desempenho de sustentabilidade através de formação, coaching e oportunidades de aprendizagem entre os seus pares.

A propósito, Naut Kusters, gestor da Travelife para operadores turísticos, afirmou que o projeto está a ganhar força neste setor, para realçar que a distinção recebida pela Egotravel “irá inspirar outras empresas na Europa a seguirem o mesmo caminho”.

Por sua vez, Mariana Cândido, responsável da Egotravel para os Assuntos de Sustentabilidade, referiu que “a equipa do operador turístico está muito contente por receber esta distinção e contribuir, ao fazer parte da desta mudança, para uma abordagem melhor, mais sustentável e responsável ao Turismo e à forma como operamos”, assegurando “continuar essa missão com nossos parceiros e clientes nos próximos anos.”

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Lusanova apresenta nova oferta para o Japão com guia em português

O operador turístico Lusanova acaba de disponibilizar ao mercado uma nova oferta para viagens ao Japão com duas partidas exclusivas com guias locais em português, e que terão lugar em março de 2024.

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“Japão Feudal com Hiroshima” é a novidade apresentada pela Lusanova, num itinerário que conta com visitas à capital Tóquio, bem como à estância de montanha de Hakone. Depois de uma excursão a Nara, primeira capital do país e onde se encontra o Templo Todai-ji com o Grande Buda, o grupo segue para uma visita de um dia inteiro a Quioto, na qual estão abrangidos o templo de Tenryu-ji, o bosque de bambú de Sagano e o bairro das gueixas, Gion.

Com viagem no comboio de alta velocidade Nozomi, os viajantes prosseguem para a cidade de Hiroshima, conhecida pela bomba atómica. Nesta, vai ser possível visitar o Santuário Itsukushima na ilha de Miyajima, ao Parque Memorial de Hiroshima e a cúpula da bomba atómica. Miyajima, Shiarakawago, Takayama e Osaka são outras cidades japonesas também incluídas no itinerário.

No programa, no qual estão incluídas quatro refeições, os viajantes podem ainda usufruir de uma noite num ryokan onsen, tipo de alojamento tradicional japonês que oferece banhos de águas termais.

Para o Japão, uma das grandes apostas do operador turístico para este ano, a Lusanova disponibiliza ainda vários circuitos com diferentes durações.

Com nove dias de viagem, a Lusanova sugere o programa “Japão – País do Sol Nascente”, com visita a Tóquio, à estância de Hakone no Monte Fuji, a Quioto e a Nara. O “Japão Banzai” inclui visitas a Osaka e ao seu castelo, mas também a Quioto, Cidade dos Samurais e antiga capital do Japão Imperial até 1868. Segue-se a visita a Hakone com um minicruzeiro no Lago Ashi e subida ao Monte Komagatake com vista para o Monte Fuji, terminando na cidade cosmopolita de Tóquio. Ambos os circuitos são acompanhados por guia em espanhol e têm partidas até março de 2024.

Para viagens de 12 dias, o operador turístico disponibiliza o programa “Japão dos Samurais” e “Japão – Passado e Presente”. O primeiro conta visita a Tóquio, Hakone, Quioto, Nara, Kanazawa, Shiarakawago, Takayama, Osaka e uma noite em ryokan tradicional com banho Onsen, bem como algumas refeições incluídas, enquanto o itinerário “Japão – Passado e Presente” convida os viajantes a debruçarem-se sobre o berço da história e cultura japonesa, com visitas a Osaka, Nara, Quioto, assim como a Magome e Tsumago, esta última aldeia feudal dos samurais. Shirakawago, Hakone e Tóquio são os destinos finais deste percurso, que inclui oito refeições. Algumas partidas contam com acompanhamento de guia em português.

Já o programa “Japão Espiritual” com 16 dias de viagem, passa por destinos como Quioto, Himeji, Kurashiki, Hiroxima, Miyajima, Koyasan, Caminho de Kumano, Osaka, Kanazawa, Shirakawago, Takayama, Hakone, Tóquio. A particularidade deste programa é a estada de uma noite num mosteiro budista em Koyasan, no qual os viajantes terão a experiência de dormir num tatami e terem a possibilidade de participar nos serviços religioso do templo.

 

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Está lançada a operação de verão Solférias-Sonhando para Zanzibar

A cerimónia de inauguração da operação conjunta de verão dos operadores turísticos Solférias e Sonhando para Zanzibar aconteceu no domingo, dia 30 de junho, com a saída do primeiro voo charter do aeroporto de Lisboa.

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O ato que oficializou a inauguração da operação e verão da Solférias e da Sonhando para Zanzibar, que pela primeira vez acontece em Portugal, em voos charters, teve a colaboração da ANA Aeroportos, e que contou com a presença dos representantes do Turismo de Zanzibar, que estiveram em visita ao nosso país, composta pelo ministro do Turismo e Património, Simai Mohammad Said, e Rahim Bhaloo, presidente da Comissão para o Turismo de Zanzibar, bem como dos dois operadores turísticos.

A cerimónia teve início às 19h30, na zona do check-in, no aeroporto Humberto Delgado, com decoração de toda a área por balões e logos dos parceiros (ANA, HiFly, Solférias e Sonhando), terminando com uma foto de todos os elementos referidos bem como da respetiva tripulação, junto ao aparelho.

À chegada a Zanzibar, decorreu igualmente uma cerimónia de receção, incluindo o jato de água sobre o avião, mais alguns atos oficiais e uma receção de boas-vindas aos primeiros clientes desta operação que decorrerá até 12 de setembro (último regresso), com seis saídas, ao domingo, em voo noturno, e que no total disponibiliza 1.632 lugares.

O voo, com uma duração de cerca de 9h15, é efetuado pela HiFly, numa aeronave com classe económica e executiva, nas duas primeiras partidas, a que se acrescenta a classe “first” nas partidas seguintes.

Segundo Nuno Mateus, diretor geral da Solférias, a aposta neste destino de praias paradisíacas, um excelente serviço hoteleiro e um povo acolhedor, deverá continuar a crescer nos próximos anos, com o imprescindível empenho dos responsáveis locais do turismo, que destacam ainda a influência da língua portuguesa na língua suaíli e a vontade de Portugal entrar no top 10 de mercados emissores.

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“Estamos mais fortes e mais bem preparados do que nunca”, afirmou Luís Henriques sobre os 17 anos da Aimet

“Estamos mais fortes e mais bem preparados do que nunca para enfrentar os desafios que aí veem”, afirmou aos jornalistas, Luís Henriques, diretor-geral da Airmet, a propósito do 17º aniversário do grupo de gestão de agências de viagens, assinalado sábado em Lisboa, para acrescentar que “é um ano antes da maioridade, mas continuamos a ser tão irreverentes como um adolescente”.

Para Luís Henriques, o facto de “estarmos mais fortes e mais bem preparados do que nunca” deve-se, “não só em termos de equipa, de estratégia, mas também de inovação tecnológica. Temos uma equipa profissional, estruturada e estável. Além disso, temos a perfeita noção do caminho que queremos seguir”.

Neste caso, está o facto, segundo o responsável, a rede ter hoje um modelo de contratação muito diferente daquele que existia. “Continuamos a apostar neste modelo e 2024 vai ser o terceiro ao deste modelo que nos parece ser o caminho, de uma forma ou de outra, com o parceiro A ou B, cujo objetivo é sempre o de aumentar a rentabilidade das agências de viagens e que elas tenham plena noção de que elas próprias podem decidir a rentabilidade que querem ter”. Através deste modelo preferimos pedir um rappel aos nossos parceiros não porque vendemos muito, mas porque vendemos bem”.

Em termos de inovação tecnológica, o diretor-geral da Airmet referiu apenas que “temos algumas novidades a sair nos próximos meses”.

A propósito do aniversário do grupo de gestão, Luís Henriques recordou que “esta empresa representa também um bocado da história do Turismo nos últimos 17 anos, tendo iniciado numa altura em que os grupos de gestão de agências de viagens começaram a aparecer na Península Ibérica, mais cedo em Espanha e só depois em Portugal, e fomos o segundo a ser criado no nosso país”.

O responsável acredita que “durante muito tempo este modelo de negócio fez muito sentido e nós continuamos a achar que, hoje, mais sentido faz, mas continuamos a ter a certeza que temos de trabalhar cada vez mais e melhor, e oferecer cada vez mais serviços para continuar a fazer sentido no futuro”.

Por isso, “são 17 anos interessantes”, destacou, adiantando que “os primeiros três/quatro anos foram muito dinâmicos, depois daí o mercado esteve muito estável e não havia grandes alterações nem do próprio mercado, nem de agências de viagens e nem de grupos de gestão, mas nos últimos três anos, desde a pandemia, de facto o mercado sofreu uma dinâmica muito diferente”.

Mercado de grupos de gestão dinâmico na Península Ibérica

O mercado de grupos de gestão de agências de viagens tem estado muito dinâmico na Península Ibérica. A este respeito, Luís Henriques ressalvou que “enquanto grupo de gestão continuamos a ser os únicos que se mantêm independentes e sem estar associado a um grande grupo económico”. Oficializado, disse, “o nosso maior concorrente está num grupo económico grande, o concorrente que está um pouco abaixo de nós, em número de lojas, há rumores no mercado que indicam que pode vir a fazer parte de um outro grupo forte”.

Mesmo assim, o diretor-geral da Airmet vê o mercado de uma forma muito liberal e “não me faz muita confusão, acho que o próprio mercado ajusta dinâmicas, e o que se tem provado é que mesmo quando os grupos de gestão são propriedades de grupos económicos com operadores, não há uma clara preferência pelo operador A ou B”.

No entanto, “a nós agrada-nos continuar a manter a independência e a continuar a poder colaborar com todos e sem grandes condicionalismos. Mas, claro, estamos atentos e temos de perceber se continuamos a ter um produto competitivo para as nossas agências porque, só se tivermos competitividade, serviço e equipa é que podemos continuar a crescer da forma como o estamos a fazer”.

Neste momento a Airmet possui 372 agências de viagens em Portugal. Luís Henriques confirma que “temos crescido muito em número de lojas e queremos continuar a crescer, mas há um fator que nos orgulha é a taxa de retenção. Temos muito poucas agências a sair da rede. Temos equipas na rua a angariar, não paramos de o fazer e temos conseguido ter uma qualidade de serviço que faz com que as agências de viagens que temos se mantenham conosco”, realçou.

O diretor-geral da rede continua firme no objetivo de atingir as 400 agências de viagens e “esse era o nosso objetivo até final de 2024”, no entanto, “acreditamos que a este ritmo conseguiremos chegar a esse objetivo até ao final de 2023”.

Luís Henriques reconhece que “a concorrência é altamente salutar porque se não existisse, provavelmente as empresas não lutavam tanto, não se batiam tanto, não se esforçavam tanto”, reforçando que “estamos aqui hoje em dia porque existe essa concorrência e porque percebemos que a certa altura tínhamos de fazer um pouco mais do que aquilo que fazia a concorrência, para conseguirmos crescer”.

Num rápido balanço em relação às vendas deste ano, o responsável considerou que “é normal que esteja a abrandar. Os últimos meses de 2022 e os primeiros quatro deste ano foram extraordinários, mas acredito que dificilmente se irá repetir assim, até porque este mercado não cresce quatro vezes de um ano para o outro. É extraordinário que houve operações que se preencheram todas, mas houve acertos para alguns destinos porque a oferta era muita, mas o mercado continua com muito dinamismo e o ano está claramente feito”, concluiu o diretor-geral da Airmet.

Sobre o autorCarolina Morgado

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