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UE quer eleger a Capital Europeia de Turismo Inteligente 2022

Será a 3.ª vez que a Comissão Europeia encontrará a Capital Europeia de Turismo Inteligente, premiando as práticas de turismo notáveis, inovadoras e sustentáveis.

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A Comissão Europeia lançou esta quinta-feira, dia 22 de abril, o concurso para Capital Europeia de Turismo Inteligente 2022, iniciativa que pretende premiar cidades europeias pelas suas práticas de turismo notáveis, inovadoras e sustentáveis.

“O setor do turismo desempenha um papel crucial na promoção do crescimento e do emprego na UE e apresenta um potencial ainda inexplorado – principalmente no domínio do turismo inteligente”, considera a CE na nota de imprensa que anuncia a 3.ª edição do concurso.

“A inovação, a acessibilidade e a sustentabilidade são o futuro do turismo” e o objetivo da Comissão Europeia é “manter o turismo na liderança”, adianta ainda a nota.

Admitindo que a pandemia de COVID-19 prejudicou o ecossistema do turismo, com muitas cidades e destinos a tentarem recuperar e tornar-se mais resilientes, a CE diz que “é importante desenvolver e implementar práticas de turismo inteligente em linha com a transição ecológica e digital”.

Financiada ao abrigo do Programa COSME, a Capital Europeia de Turismo Inteligente é uma iniciativa da EU e assenta na experiência bem-sucedida da Ação Preparatória proposta pelo Parlamento Europeu e implementada pela Comissão Europeia em 2019 e 2020. O concurso está aberto a cidades da UE e também de países externos à UE que participem no Programa COSME. A iniciativa visa “fortalecer o desenvolvimento inovador gerado pelo turismo nas cidades europeias e respetivas áreas circundantes, aumentar a sua atratividade e promover o crescimento económico e a criação de empregos”. Além disso, pretende, também, criar uma estrutura para a partilha de melhores práticas entre as cidades que participam no concurso, criar oportunidades de cooperação e novas parcerias.

Para concorrerem ao título de Capital Europeia de Turismo Inteligente 2022, as cidades devem demonstrar as suas práticas de turismo inovadoras em quatro áreas: acessibilidade, sustentabilidade, digitalização, herança cultural e criatividade. As candidaturas serão, em primeiro lugar, avaliadas por um painel de peritos independentes. Na segunda fase, 7 cidades pré-selecionadas serão convidadas a apresentar a respetiva candidatura perante o Júri europeu. O Júri europeu irá selecionar duas vencedoras, as Capitais Europeias de Turismo Inteligente 2022, que serão anunciadas em novembro de 2021.

Ambas as cidades vencedoras irão receber apoio especializado em comunicação e imagem de marca ao longo de 2022. Tal irá incluir a produção de um vídeo promocional, uma escultura em grande escala de um hashtag para instalação num local de destaque, diferentes atividades promocionais e visibilidade a nível da UE.

As cidades de Gotemburgo e Málaga foram selecionadas como as vencedoras do concurso de Capitais Europeias de Turismo Inteligente 2020. Helsínquia e Lyon venceram o concurso inaugural e partilharam o título de Capitais Europeias de Turismo Inteligente 2019.

Para formalizarem a candidatura, os representantes das cidades devem preencher um formulário online e submetê-lo até 16 de junho de 2021.

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Seis hotéis portugueses distinguidos nos Prémios de Excelência Condé Nast Johansens 2023

A Condé Nast Johansens anunciou na noite desta segunda-feira, 7 de novembro, os vencedores dos Prémios de Excelência Condé Nast Johansens 2023.

A Condé Nast Johansens anunciou na noite desta segunda-feira, 7 de novembro, os vencedores dos Prémios de Excelência Condé Nast Johansens 2023. Durante a cerimónia e jantar de gala, também foi celebrado o 40.º aniversário da marca no hotel Kimpton Fitzroy London, um dos premiados da noite.

Os vencedores da Europa e zona do mediterrâneo são:

Best New or Recently Renovated Hotel:
Athina Luxury Suites, em Santorini, Grécia;

Best for Romance:
Sacred House, na Capadócia, Turquia;

Best Service:
Es Princep, em Maiorca, Espanha;

Best House, Villa or Serviced Apartment:
Castello Del Monsignore, em Florença e Toscânia, Itália;

Best Small & Exclusive Property:
Verride Palácio de Santa Catarina, em Lisboa e Vale do Tejo, Portugal;

Best Value Experience:
Ti Al Lannec, na Bretanha, França;

Best Dining Experience:
El Llorenç Parc De La Mar, em Maiorca, Espanha;

Best Waterside Hotel (Riverside, Lakeside, Seaside):
Domes Lake Algarve, em Vilamoura, Algarve, Portugal

Best Urban Hotel (Town, City):
Palacio De Atocha By Coolrooms Hotels, em Madrid, Espanha

Best Hotel Spa:
Hotel Botánico & The Oriental Spa Garden, em Tenerife, Espanha.

Best Destination Spa:
Bahía Del Duque, em Tenerife, Espanha;

Best Countryside Hotel:
Terra Nostra Garden Hotel, nos Açores, Portugal;

Best Breakfast:
Santiago de Alfama – Boutique Hotel, em Lisboa e Vale do Tejo, Portugal;

Best for Families:
Cornelia Diamond Golf Resort & Spa, em Antalya, Turquia;

Best for Weddings, Parties & Celebrations:
Torre de Gomariz Wine & Spa Hotel, Porto e Norte de Portugal, Portugal

Best Immersive Experience:
Toscana Resort Castelfalfi, em Florença e Toscânia, Itália;

Best for Meetings and Conferences:
Palácio Estoril Hotel Golf & Wellness, em Lisboa e Vale do Tejo, Portugal

Best for Green Practices & Sustainability:
Susafa, na Sicília e Ilhas Eólias, Itália;

Readers’ Award:
Parco Dei Principi Grand Hotel & Spa, em Roma, Itália

Durante a cerimónia também foram anunciados os vencedores internacionais do Reino Unido, América do Norte (Estados Unidos, Canadá, México e Caraíbas), América do Sul e América Central, Ásia, África, Médio Oriente e Oceânia.

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Centro de Portugal apresenta vantagens da região aos nómadas digitais em ciclo de workshops

O Turismo Centro de Portugal (TCP) vai promover vários workshops para dar a conhecer as vantagens da região aos nómadas digitais, iniciativa que vai decorrer até 21 de novembro, dirigida a “municípios, alojamentos e espaços de cowork”.

O Turismo Centro de Portugal (TCP) vai promover um ciclo de workshops que visam dar a conhecer as vantagens da região aos nómadas digitais, numa iniciativa que vai decorrer até 21 de novembro e que é dirigida a “municípios, alojamentos e espaços de cowork”.

De acordo com informação publicada na newsletter do TCP, este projeto, denominado “Work From Centro de Portugal”, pretende promover “as vantagens desta região para os nómadas digitais e para todos os trabalhadores interessados em trabalhar à distância a partir deste território”.

A entidade regional de turismo explica que, no âmbito deste projeto, foi já disponibilizada uma plataforma que permite aos nómadas digitais conhecerem melhor a oferta e vantagens do território, e através da qual é possível ter acesso a um “diretório dos espaços disponíveis, direcionados para trabalhadores remotos e empreendedores”.

No âmbito deste projeto, o TCP vai promover também um ciclo de workshops dedicados a cada uma das sub-regiões do Centro de Portugal, através dos quais se pretende dar uma “resposta de estruturação de produto e comunicação neste segmento emergente no Centro de Portugal”.

Esta terça-feira, 8 de novembro, já teve lugar o primeiro destes workshops, que foi dedicado à região de Coimbra e que decorreu no Auditório da Biblioteca Miguel Torga, em Arganil.

Na quarta-feira, 9 de novembro, tem lugar o workshop dedicado à Serra da Estrela, que decorre pelas 10h00, no Ninho de Empresas de Manteigas, enquanto no dia 14 de novembro decorre a iniciativa dedicada ao Oeste, com início pelas 10h00, no Auditório da Biblioteca Municipal José Soares, na Nazaré.

No dia 15, decorre o workshop sobre a região de Leiria, numa iniciativa com início às 10h00 e que tem lugar no Auditório da Casa da Cultura de Figueiró dos Vinhos, enquanto no dia 17 está previsto o workshop sobre a Beira Baixa, a partir das 10h00, em Idanha-a-Nova, em local ainda por definir.

A encerrar este ciclo de workshops, o TCP promove ainda uma iniciativa dedicada ao Médio Tejo, no dia 18 de novembro, pelas 10h00, em local a definir em Abrantes, assim como outra a Viseu Dão Lafões, no dia 21 de novembro, a partir das 15h00, no Auditório Municipal de Tondela.

As inscrições para os workshops já se encontram a decorrer e podem ser realizadas aqui.

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Voos entre a Venezuela e a Colômbia regressam após três anos

Os voos foram retomados esta segunda-feira, 7 de novembro, numa operação assegurada pela venezuelana Turpial Airlines e pela colombiana Satena, que conta com duas ligações aéreas por semana.

A Turpial Airlines, companhia aérea venezuelana, retomou esta segunda-feira, 7 de novembro, os voos entre a Venezuela e a Colômbia, que estavam interrompidos desde março de 2020, na sequência da pandemia da COVID-19.

De acordo com a Lusa, o voo T9 8820 descolou de Caracas, capital da Venezuela, às 17:30 (21:30 em Lisboa) com destino ao Aeroporto Internacional El Dorado, na capital colombiana.

A Lusa diz que os bilhetes para a primeira viagem depois da interrupção motivada pela pandemia só foram colocados à venda na sexta-feira, 4 de novembro, com preços desde 500 dólares para viagens de ida e volta.

A operação da Turpial Airlines entre Caracas e Bogotá decorre duas vezes por semana, com voos às segundas-feiras e sábados, enquanto os voos em sentido contrário são assegurados pela Satena, que disponibiliza preços desde 299 dólares.

A Lusa recorda que o regresso das ligações aéreas entre os dois países já tinha sido adiado por duas vezes desde 26 de setembro, e ocorre seis dias depois do Presidente colombiano, Gustavo Petro, se ter encontrado com o seu homólogo venezuelano, Nicolas Maduro, em Caracas, onde concordaram, entre outras coisas, em “retomar” o transporte entre os dois países.

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WTM 2022 – Future Stage. The Landscape of Travel in 2030 and Beyond

Speakers Left to Right

Fahd Hamidaddin, CEO, Saudi Tourism Authority

Peter Kruger, Member of the Executive Board, Chief Strategy Officer, TUI

Simon Calder, Travel Journalist & Broadcaster, The Independent.

Julia Simpson, President and CEO, World Travel & Tourism Council

Rohit Tawar, CEO Fast Future, Moderator

Meeting Industry

Turismo em 2030: Experiências, personalização, metaverso e biodiversidade

O objetivo era olhar para o que o setor das viagens e turismo será em 2030. As diferenças são assinaláveis e passam muito pelas experiências, mas também e, fundamentalmente, pelo digital e a exploração do metaverso. No fundo, quem não for digital e não proporcionar soluções neste campo, não existe.

Victor Jorge

Poderiam ser mais uns aspetos a ter em conta para o futuro do turismo. Do painel que fez uma antevisão de como será o turismo em 2030 – “The Landscape of Travel in 2030 and Beyond” – e onde participaram Julia Simpson, presidente e CEO do World Traval and Tourim Council (WTTC), Simon Calder, jornalista de turismo, Fahd Hamidaddin, CEO do Turismo da Arábia Saudita, e Peter Krüger, membro do Conselho de Administração e Chief Strategy Officer da TUI, houve uma certeza final: “a estratégia terá de ter sempre em mente a visão do cliente. E esse está em contante mudança”.

Cliente controlador
Mas comecemos pelo início. Para o responsável do Turismo da Arábia Saudita, “é preciso dar confiança e poder ao cliente e ir ao encontro do que ele/ela querem controlar”. Além disso, frisou, é a “facilidade, não complicar”. E deu um exemplo simples: “se nos conseguimos unir para salvar vidas e combater a COVID, há que manter essa união para responder às novas tendências no mundo das viagens e turismo”, destacando que, atualmente, “todo o viajante que sentir-se confortável e especial”.

Já Peter Krüger salientou a ligação entre “distribuição entre produto. As pessoas já não querem ir para um lugar 10 ou 15 dias e simplesmente ficar estendidos na praia. Querem mais. Querem o contacto com o local” e aí o executivo da TUI fez especial referência à “personalização” para a qual a “tecnologia é fulcral”. Certo é que para Krüger, a “massificação faz parte do passado, enquanto a preocupação com o local e com a sustentabilidade, nas suas várias formas, fazem parte do futuro”.

Julia Simpson, por sua vez, fez referência ao crescimento que o setor do turismo registou nos nove anos da COVID-19, destacando que “é essencial olhar para o que a geração que hoje tem 12 ou 15 anos querem e esperam. Esses são os turistas e viajantes do futuro e teremos de perceber como estamos a encarar as suas exigências, preocupações e necessidades”, admitindo que, “se não o fizermos, poderemos estar aqui para o ano a colocar esta questão, tal como o faremos nos anos posteriores”.

Sustentabilidade positiva
Na questão da sustentabilidade, a presidente e CEO do WTTC frisou que, atualmente, já não faz sentido falarmos de NET ZERO, já que “essa é uma realidade”, mas para o “NET POSITIVE”, ou seja, para o que “a descarbonização poderá e terá de trazer de positivo para o negócio, cliente e destino”.

Certo é que para a responsável do WTTC, “a procura já ultrapassou a oferta e isso é um problema”.

Mas se a questão da sustentabilidade foi aclarada por Julia Simpson através da positividade que terá de trazer ao setor, Hamidaddin também admitiu que “há muita gente a falar de sustentabilidade, mas pouca gente a atuar de forma positiva”, salientando que sustentabilidade também é “preservação”, salientando que, em breve, haverá testes a essas políticas e estratégias de sustentabilidade que, supostamente, estão a ser praticadas”.

Krüger, por sua vez, foi ao encontro do responsável do Turismo da Arábia Saudita, referindo que no dia em que a sustentabilidade “não é vista como um custo, mas como um investimento, aí teremos sucesso”.

SAF é a resposta imediata e duradoura
No que diz respeito ao negócio e o futuro do mesmo, o executivo da TUI recuperou o que Rohit Talwar referiu no início do WTM e deu um exemplo de uma unidade em Madrid. “Porque não podemos vender o mesmo quarto de hotel duas vezes: uma no físico e outra no virtual?”, esclarecendo que “para muitas pessoas, esta é será uma oferta que vai ao encontro das necessidades e expectativas, já que, eventualmente, não terão dinheiro para ir fisicamente a Madrid, mas nós fornecemos essa possibilidade. Isto é importante para o cliente”.

No que diz respeito às viagens Simon Calder admitiu que, nos próximos dois ou três anos, “não deveremos ver muitas alterações na forma como as pessoas viajam”, explicando que será natural ver uma eficiência cada vez maior nas aeronaves”. O jornalista, contudo, admitiu que, em 2030, teremos “aviões elétricos ou mesmo híbridos”, constatação que Julia Simpson contrariou, já que o hidrogénio ocupa quatro vezes mais espaço que o SAF (Sustainable Aviation Fuel).

Simpson sugeriu ainda que “tem de haver uma narrativa conjunta em todo o setor das viagens e turismo e não termos os hoteleiros a colocar as culpas das emissões na aviação”.

Quanto a novas formas de viajar e de turismo, Simon Calder esclareceu que os projetos de “supercomboios” como o “hyperloop” de Elon Musk ou de Richard Branson estão a registar um desinvestimento, embora reconheça que, no futuro, “mais pessoas viajarão de comboio na Europa”. Contudo, também salienta que, as exigências do futuro, ou seja, em 2030, irão trazer transportes “mais verdes e mais confortáveis”, mas que a urgência das pessoas em chegar ao destino poderão colocar esses aspetos em segundo plano.

No entanto, tudo se resume, novamente, à tecnologia e aí Peter Krüger salienta que essa tecnologia irá dar “mais poder ao cliente ao mesmo tempo que lhe dá acesso a mais informação”. E quem não a disponibilizar “não existe”, diz.

E Fahd Hamidaddin, CEO do Turismo da Arábia Saudita, terminou com uma simples constatação: “Os Jogos Olímpicos de Inverno de 2029 vão acontecer na Arábia Saudita. Onde? Num local que ainda não existe, porque ainda está em construção e que só será possível graças à tecnologia, ao pensamento disruptivo e por acreditarmos que é possível”.

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1.º Roadshow do Enoturismo Atlântico Bairrada Lisboa com inscrições abertas

Dirigido a agentes de viagens, o 1.º Roadshow do Enoturismo Atlântico Bairrada Lisboa é organizado pelo jornal Publituris, em parceria com as Comissões Vitivinícolas da Bairrada e de Lisboa, e vai decorrer em Lisboa e no Porto, a 23 e 24 de novembro, respetivamente.

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As inscrições para o 1.º Roadshow do Enoturismo Atlântico Bairrada Lisboa, que vai decorrer em Lisboa e no Porto, a 23 e 24 de novembro, respetivamente, já se encontram a decorrer e podem ser realizadas online.

Dirigido a agentes de viagens, o 1.º Roadshow do Enoturismo Atlântico Bairrada Lisboa é organizado pelo jornal Publituris, em parceria com as Comissões Vitivinícolas da Bairrada e de Lisboa, e vai contar com a participação de cerca de 20 expositores, em representação das regiões de Lisboa e da Bairrada.

A iniciativa vai decorrer em Lisboa e no Porto, a 23 e 24 de novembro, respetivamente, com a sessão de Lisboa a ter lugar no Altis Grand Hotel, a partir das 18h00, enquanto no Porto tem lugar no Hotel HF Ipanema Park, também com início pelas 18h00. Nas duas iniciativas, está ainda incluído o jantar.

Ao longo do 1.º Roadshow do Enoturismo Atlântico Bairrada Lisboa, os agentes de viagens vão ter a oportunidade de conhecer novos projetos de enoturismo, seja para momentos em família, casais, grupos em stopover ou para eventos corporate, nos quais a cultura vinhateira se assume como uma mais‐valia na diferenciação da oferta turística comercializada.

As inscrições para o 1.º Roadshow do Enoturismo Atlântico Bairrada Lisboa podem ser realizadas aqui.

Mais informações pelo e-mail [email protected] ou pelo número de telefone +351 913 256 261.

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Emirates e Air Canada iniciam codeshare

Os voos em codeshare já estão disponíveis para venda em 35 mercados, para viagens a partir de 1 de Dezembro, sendo ainda possível que venham a ser adicionados outros 11 mercados até à aprovação regulamentar final.

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A Emirates e a Air Canada já deram início ao codeshare que estabeleceram e que vai permitir que os passageiros de ambas as companhias aéreas tenham acesso a diversas opções de voo sem interrupções para 46 mercados, que abrangem três continentes, incluindo destinos na América, Médio Oriente, África, Sudeste Asiático, e no subcontinente indiano.

Num comunicado enviado à imprensa, a Emirates explica que os voos em codeshare já estão disponíveis para venda em 35 mercados, para viagens a partir de 1 de Dezembro, sendo ainda possível que venham a ser adicionados outros 11 mercados até à aprovação regulamentar final.

“É com grande prazer que estabelecemos uma parceria com a Air Canada, para expandir o nosso alcance para mais destinos na América do Norte. A parceria com a companhia aérea canadiana permite-nos oferecer aos clientes uma conectividade contínua quando voam para destinos domésticos no Canadá via Toronto”, sublinha Tim Clark, presidente da Emirates Airline.

De acordo com o responsável, com esta parceria, os clientes da Air Canada passam a poder viajar para destinos na Ásia, África e Médio Oriente, através do hub da Emirates no Dubai.

Já Michael Rousseau, presidente e diretor Executivo da Air Canada, destaca que a parceria vai permitir à Air Canada “alargar significativamente a escolha de opções de voo”, passando a disponibilizar mais ligações entre o Canadá e destinos no Médio Oriente, África, Sudeste Asiático e o subcontinente indiano.

“Também nos permitirá atrair mais tráfego de ligação através do nosso centro, Toronto, e expandir a nossa presença nestas regiões dinâmicas, onde se espera um aumento da procura de viagens globais”, acrescenta o responsável da Air Canada.

Além de Toronto, os passageiros da Emirates podem reservar voos de codeshare de e para destinos canadianos, incluindo Calgary, Edmonton, Halifax, Montreal, Ottawa e Vancouver.

Já a Air Canada passa a colocar o seu código nas rotas operadas pela Emirates a partir do seu centro no Dubai, nomeadamente para o subcontinente indiano e para destinos como Colombo, Dhaka, Islamabad, Karachi, e Lahore, assim como para o Sudeste Asiático, incluindo Banguecoque, Hanói, Phuket, Kuala Lumpur e Singapura; para as cidades do Médio Oriente Jeddah e Muscat; bem como para destinos em África, nomeadamente Addis Abeba e Dar Es Salaam.

Em breve, as duas companhias vão ainda disponibilizar “uma oferta de passageiro frequente recíproca, permitindo aos membros da Aeroplan e Skywards ganhar e resgatar pontos em voos operados pela Emirates e Air Canada, respetivamente”, lê-se no comunicado divulgado.

 

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WTM abre com um olhar sobre o futuro

O arranque do World Travel Market (WTM) London deu-se com um olhar para o futuro, futuro esse que terá de passar por uma maior fidelização do cliente só conseguida através do digital.

Victor Jorge

Abriu, oficialmente, um dos maiores certames do mundo do turismo: World Travel Market (WTM) London. O evento que se realiza de 7 a 9 de novembro, na capital britânica, começou com um olhar sobre o futuro e como o setor deverá olhar e, fundamentalmente, adaptar-se às novas exigências e tendências.

Para Rohit Talwar, CEO da Fast Future, deu na sua intervenção, “The Future of Travel Starts Now”, uma perspetiva sobre como o setor das viagens e turismo deverá encarar os próximos tempos que continuarão a ser pautadas pela incerteza. “Não sabemos o que aí vem e ninguém poderá dizê-lo”, começou por referir, admitindo que “as estratégias que podemos estar a desenhar e a definir agora são para um futuro incerto, futuro esse que não podemos controlar”.

Para este responsável, “as rotinas do passado pertencem ao passado”, salientando, contudo, que essas rotinas constituem uma oportunidade”, destacando o facto de o início do WTM coincidir com o arranque da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas de 2022, mais comumente referida como Conferência das Partes da UNFCCC, ou COP27, e ocorre de 6 a 18 de novembro de 2022 em Sharm El Sheikh, Egito.

Para Talwar, a questão da sustentabilidade e das mudanças climáticas são, na realidade, um dos aspetos que está e irá marcar o mundo e, consequentemente, o turismo mundial.

Mas não serão somente as mudanças climáticas que fazem parte desta nova realidade. Admitindo que estamos perante um setor “demasiado exposto”, Rohit Talwar referiu que o melhor é mesmo “traçar sempre os piores cenários e ir adaptando a estratégia com ou aos tempos”.

Olhar para os exemplos de outros setores
Por isso, para Talwar, a automação e a tecnologia serão “fulcrais para o desenvolvimento do turismo”, dando como exemplo o que o setor do retalho fez para manter a fidelidade do seu cliente, apostando em “esquemas de promoção, descontos e programas de fidelidade que fazem os clientes realizar pré-reservas tão importantes para os negócios”.

E tal como a digitalização ou a transformação digital terá de ser encarada como uma inevitabilidade, também a aceitação de novas formas de pagamentos passará, ou melhor, deverá fazer parte deste “novo quotidiano do turismo”. “O setor das viagens e turismo não pode tratar as ‘crypto’ de maneira diferente do euro, dólar ou libra”, referiu, destacando que mais de 350 milhões de pessoas utilizam esta forma de pagamento e mais de 25% da população americana pretende pagar em ‘crypto’”, revelando que só a Expedia já tem mais de 700 mil pagamentos nesta forma digital.

Outro exemplo dado por Talwar foi o de um hotel na Suíça que foi pioneiro nesta forma de aceitação de pagamentos, “o que fez com que esse hotel se tivesse colocado na vanguarda e utilizasse isso mesmo para se promover e destacar da restante concorrência. E com muito sucesso”.

Voltando à comparação com o setor do retalho, o CEO da Fast Future referiu que o turismo deve e tem de adaptar esta nova forma de estar junto do cliente e dar-lhe “mais possibilidade de interagir com as ofertas que poderão surgir. O digital traz possibilidades infinitas, disse Talwar. “Ainda para mais quando entre 60 a 70% da população mundial nunca irá visitar um destino”. Por isso, colocou a questão: “como ir buscar esse cliente/viajante?”. A resposta surge, naturalmente, sob a forma do digital. “Há que definir estratégias, mas é preciso sempre adaptá-las a uma oferta que está em constante mutação e desenvolver novos padrões de consumo e de venda”.

E será através dessa componente digital que Talwar acredita que se criará uma “maior ligação com o cliente” e, logo, uma “maior fidelização e transmissão de confiança”.

Metaverso como nova experiência
É aqui que também entre o Metaverso, forma que deverá ser encarada como “uma extensão do alcance da experiência”. E se poderão existir milhões que nunca irão utilizar o Metaverso, Talwar salienta o facto de, atualmente, “não se pode estar a definir estratégias para o hoje, mas para o futuro”. E segundo ele, o futuro pertence às novas gerações.

“A escala que se pode alcançar com o Metaverso é incalculável”. E deu como exemplo um concerto da Ariana Grande que, em duas datas, teve mais de 70 milhões de pessoas a ligarem-se ao evento, situação que nunca ocorreria num concerto presencial, bem como as receitas obtidas em merchadinsing. “Ora, porque não fazer isso nas viagens e turismo?”.

“Há uma geração que está online e continuará a estar online e é preciso comunicar com esse cliente”; frisando que esta é uma nova forma de promover os destinos.

No campo dos colaboradores, Talwar deixou uma pergunto à audição da sessão: “Quantos de vocês, líderes do setor das viagens e turismo ouvem os vossos colaboradores que vos apresentam ideias novas?”. Por isso, admite, “é preciso ouvir o que está a acontecer à nossa volta e dar força às pessoas com pensamentos disruptivos. É preciso ouvir, adaptar e evoluir. É preciso considerar cenários radicais. Podemos não gostar desses cenários, mas atualmente são uma tendência. Quem conseguir adaptá-los o mais rapidamente estará na linha da frente”, admitiu.

Rohit Talwar terminou a sua intervenção com uma questão: “Se tivesse de iniciar o seu negócio nos dias de hoje, o que faria? Como definiria a estratégia para o negócio e como iria estar junto do cliente?”.

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Ásia-Pacífico impulsiona crescimento do transporte aéreo em setembro

De acordo com a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA), o tráfego aéreo internacional subiu, em setembro, 122,2% face ao mesmo mês do ano passado, atingindo 69.9% dos níveis de mês homólogo de 2019. 

Inês de Matos

Em setembro, o tráfego aéreo global cresceu 57.0% face a igual mês de 2021 e chegou a 73.8% dos níveis de setembro de 2019, evidenciando uma forte procura internacional, principalmente por parte do mercado da Ásia-Pacífico, avança a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA).

De acordo com os dados divulgados esta segunda-feira, 7 de novembro, pela IATA, em setembro, o tráfego aéreo internacional subiu 122,2% face ao mesmo mês do ano passado, atingindo 69.9% dos níveis de mês homólogo de 2019.

“Mesmo com as incertezas económicas e geopolíticas, a procura por transporte aéreo continua a recuperar. A exceção ainda é a China, com a sua estratégia COVID zero, que mantém as fronteiras fechadas e está a criar uma montanha-russa de procura no seu mercado doméstico”, aponta Willie Walsh, diretor geral da IATA.

Segundo Willie Walsh, a posição da China “contrasta fortemente com o resto da Ásia-Pacífico”, onde o tráfego internacional cresceu 464,8% em setembro, em comparação com setembro de 2021.

A Ásia-Pacífico foi a região que apresentou o maior crescimento no tráfego internacional entre todas as regiões, tendo registado ainda um aumento de capacidade de 165,3%, enquanto o load factor aumentou 41,5 pontos percentuais, para 78,3%.

Depois da Ásia-Pacífico, a região que mais cresceu no tráfego internacional em setembro foi o Médio Oriente, onde este indicador aumentou 149,7% face a setembro de 2021. Já a capacidade nesta região subiu 63,5% e o load factor aumentou 27,6 pontos percentuais, para 80,0%.

Na América do Norte, o tráfego internacional aumentou 128,9% em setembro, enquanto a capacidade subiu 63,0% e o load factor registou um acréscimo de 24,6 pontos percentuais, para 85,4%, o mais elevado entre todas as regiões pelo quarto mês consecutivo.

Na América Latina, o tráfego internacional aumentou 99,4% em setembro, enquanto a capacidade subiu 73,7% e o load factor cresceu 10,8 pontos percentuais, para 83,5%.

Em África, setembro trouxe uma subida de 90,5% no tráfego internacional, enquanto a capacidade teve um aumento de 47,2% e o load factor subiu 16,7 pontos percentuais, para 73,6%, o mais baixo entre todas as regiões do mundo.

Já na Europa, onde o crescimento vinha a ser mais forte, setembro trouxe um aumento de 78,3% no tráfego internacional, enquanto a capacidade subiu 43,8% e o load factor aumentou 16,3 pontos percentuais, fixando-se nos 84,1%, o segundo mais alto em todo o mundo.

Willie Walsh sublinha ainda que “a forte procura está a ajudar a indústria a lidar com os preços muito altos do combustível”, que, juntamente com a simplificação dos procedimentos aeroportuários, nomeadamente através da biometria, constituem um dos principais desafios da aviação.

“Modernizar a experiência não apenas ajudará a aliviar os pontos de estrangulamento, mas também criará uma experiência melhor para todos”, acrescenta o diretor geral da IATA.

 

Sobre o autorInês de Matos

Inês de Matos

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Mercados de Natal da Polónia e arquipélago dos Bijagós em destaque na B travel Xperience Lisboa

A B travel Xperience Lisboa volta a ser palco de novas Travel Talks, com destaque para os Mercados de Natal da Polónia e o arquipélago dos Bijagós, na Guiné-Bissau, que decorrem a 10 e 24 de novembro, respetivamente.

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Em novembro, a B travel Xperience Lisboa volta a ser palco de novas Travel Talks, com destaque para as iniciativas dedicadas aos Mercados de Natal da Polónia e ao arquipélago dos Bijagós, na Guiné-Bissau, que decorrem a 10 e 24 de novembro, respetivamente.

Na Travel Talk dedicada à Polónia, está já confirmada a participação da diretora do Turismo da Polónia para Espanha e Portugal, Agata Witosławska, que vem à capital portuguesa dar a conhecer os Mercados de Natal de algumas das principais cidades polacas.

“De Varsóvia a Cracóvia, mas também Gdansk e Wroclaw, os participantes podem provar os doces típicos polacos de Natal e ficar a conhecer alguns dos costumes e atrações natalícias da Polónia”, indica a B travel Xperience Lisboa, em comunicado.

Na Travel Talk dedicada à Polónia, que decorre a 10 de novembro, a partir das 18h30, está também prevista a participação do jornalista de viagens Ricardo Santos, que vai partilhar a sua mais recente experiência da viagem que fez pela Polónia.

No dia 16 de novembro, há uma Travel Talk dedicada às “Viagens e o respeito pela vida animal”, que conta com a participação de Sandra Duarte Cardoso, co-fundadora e presidente da SOS Animal – Portugal, que vai falar sobre o impacto que as viagens têm na vida animal nos diversos destinos e como melhor se pode respeitar o ambiente enquanto se viaja.

A 24 de novembro, regressam as Travel Talks e, desta vez, o tema será o arquipélago dos Bijagós, na Guiné-Bissau, numa iniciativa que vai falar sobre o “Orango Parque – Ilhas Bijagós” e que conta com a participação da fundação CBD-Habitat, que vai dar a conhecer o projeto de turismo sustentável que fomenta no Parque Nacional de Orango.

Além da conversa sobre o arquipélago dos Bijagós, vai ser ainda inaugurada uma exposição fotográfica, que convida os visitantes da B Travel Xperience Lisboa a viajar até aos Bigajós, ficando a conhecer a vida desta população que vive em harmonia com o ambiente envolvente.

Recorde-se que os eventos da Xperience Lisboa são de entrada livre e decorrem na Avenida Fontes Pereira de Melo, 27, a partir das 18h30. Apesar da entrada livre, é necessária inscrição, que pode ser realizada pelo e-mail [email protected] ou através das redes sociais da B travel Xperience Lisboa.

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Viajantes de negócios dispostos a voar menos

Os profissionais que viajam em negócios acreditam que as reduções nas viagens aéreas são um fator importante quando se trata de reduzir a pegada de carbono de uma empresa. Contudo, pretendem que os líderes das respetivas empresas deem o exemplo.

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Três em cada cinco viajantes de negócios reduziram os seus hábitos de voo como resultado da pandemia, de acordo com uma pesquisa da Transport & Environment.

Na pesquisa realizada junto de mais de 2.506 profissionais no Reino Unido, EUA, França, Alemanha e Espanha, 74% afirmaram que as empresas devem estabelecer metas corporativas de redução de voos e que isso deve fazer parte da política de viagens para combater as mudanças climáticas.

A pesquisa concluiu ainda que que quase três quartos dos profissioanis acreditam que as reduções nas viagens aéreas são um fator importante quando se trata de reduzir a pegada de carbono de uma empresa. E dos 1.279 entrevistados que relataram precisar voar em trabalho, 62% salientaram que reduziram os seus hábitos de voo em comparação com os níveis pré-pandemia. Já 27% disseram que voam com a mesma frequência que antes e 11% revelaram que estão a voar mais.

“Os hábitos de voo corporativo mudaram e os profissionais querem um novo normal em que as empresas assumam a responsabilidade de reduzir a sua parcela de emissões”, afirma Denise Auclair, corporate travel campaign managerda Transport & Environment.

“A mudança acontecerá com metas e políticas claras que se alinham com as expectativas dos profissionais das empresas. Isso só pode ajudar as empresas na corrida atual para recrutar e reter os melhores talentos.”

A pesquisa também destacou um impacto potencial nas reuniões, com 72% dos entrevistados a referirem que estão dispostos a fazer menos voos para reuniões internas e 67% estão dispostos a planear mais reuniões locais, em vez de reuniões globais, para reduzir voos de longa distância. “Os profissionais entendem o impacto climático dos voos de longa distância e estão dispostos a reduzir suas viagens”, refere ainda Auclair, concluindo, no entanto, que esses mesmos funcionários “esperam que a liderança das empresas dê o exemplo e estabeleça metas ambiciosas de redução de viagens de negócios”.

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