56% dos europeus pretende viajar até ao final de agosto

Por a 6 de Abril de 2021 as 12:26

A vontade para fazer uma viagem doméstica ou pela Europa tem vindo a crescer entre os viajantes europeus. Segundo uma análise feita pela European Travel Comission (ETC), 56% dos europeus afirma que vai fazer férias até ao final de agosto de 2021, seja internamente ou para outro país europeu. Em comparação, apenas 27% dos inquiridos revelam não ter vontade de viajar nos próximos seis meses.

Esta análise mensal sobre  o impacto do COVID-19 nos planos de viagem e preferências dos europeus em relação aos tipos de destinos e experiências, períodos de férias e ansiedades relacionadas às viagens nos próximos meses, revela ainda que  apesar de um início lento do lançamento da vacina por toda a Europa, “a confiança dos viajantes continua a aumentar, aumentando também a esperança de uma recuperação mais rápida”.

A pesquisa revela que 48% dos entrevistados  partilha “um sentimento de otimismo sobre o planeamento de viagens, impulsionado pelo desenvolvimento e aprovação das vacinas para a COVID-19”. Apenas 21% não está otimista para planear uma viagem, independentemente da evolução das vacinas.

Julho e agosto concentram o período para a realização de viagens de 46% dos inquiridos, já 29% afirma que pretende fazer a próxima viagem ainda mais cedo, em maio ou junho. Destes, 49% estão dispostos a viajar para outro país europeu, enquanto 36% optam por staycations.

Com o aumento da vontade de viajar, surgem também algumas preocupações inerentes à pandemia. A realização de quarentena nos destinos  a viajar é uma das preocupações de 16% dos viajantes que pretendem viajar mais cedo, enquanto 11% revela que as restrições relacionadas com a COVID-19 são uma problemática.  13% dos entrevistados considera ainda que os bares e restaurantes representam um risco para asaúde, enquanto 17% identifica voar como potencialmente perigoso.

Embora as férias de verão estejam na lista de desejos da maioria dos europeus inquiridos, o grau de entusiasmo dos mercados emissores varia. Polacos (79%) e italianos (64%) defendem a tendência de planear uma fuga antes do final de agosto, seguidos pelos austríacos (57%), alemães e holandeses (ambos com 56%).

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