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PME do setor do turismo incluídas no projeto ‘SHIFT2Future’

O objetivo é apoiar e acelerar a transição das PME para a economia 4.0, permitindo enfrentar e ultrapassar os novos desafios da digitalização.

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PME do setor do turismo incluídas no projeto ‘SHIFT2Future’

O objetivo é apoiar e acelerar a transição das PME para a economia 4.0, permitindo enfrentar e ultrapassar os novos desafios da digitalização.

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As Pequenas e Médias Empresas (PME) do setor do turismo estão incluídas no projeto ‘SHIFT2Future’. Estre projeto, desenvolvido numa parceria entre o IAPMEI, o ISQ CTCV, TecMinho e a Universidade de Aveiro, tem como principal objetivo apoiar e acelerar a transição das PME para a economia 4.0 através de um conjunto de ações que visam capacitar os empresários e agentes dinamizadores com conhecimento e ferramentas úteis, que lhes permitam enfrentar e ultrapassar os novos desafios da digitalização.

De acordo com Francisco Sá, presidente do IAPMEI, “esta é uma ferramenta poderosa para que as empresas se posicionem em termos de maturidade digital e possam, mediante a análise dos resultados obtidos no seu diagnóstico, desenhar um plano de transformação estruturado para o futuro e enfrentar com confiança a economia 4.0”.

O ‘SHIFT2Future’ surge na sequência do lançamento da ferramenta de autodiagnóstico ‘Shift to 4.0’, que permite às empresas de qualquer setor avaliar o seu estado de maturidade digital, independentemente da sua dimensão ou localização.

O diagnóstico pode ser realizado de forma autónoma pela empresa ou assistido por um dos parceiros do projeto ‘SHIFT2Future’. Após submissão, as empresas obtêm um relatório de posicionamento de maturidade digital e linhas orientadoras para melhorar o caminho a seguir rumo à Indústria 4.0.

O resultado da avaliação do diagnóstico incide em seis dimensões da Indústria 4.0, e permite à empresa alicerçar planos de ação/roadmaps de investimento para uma estratégia de implementação, estruturada, integrada e coerente com os objetivos desejados.

Esta ferramenta já foi usada por mais de 300 empresas, esperando-se um crescimento significativo nos próximos 2 anos, e todas obtêm um relatório com linhas orientadoras para melhorar o caminho a seguir rumo à Indústria 4.0.

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Paraty Tech celebra uma década e entrega prémios

A Paraty Tech celebrou, recentemente, uma década de existência e aproveitou a ocasião para premiar alguns clientes.

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A Paraty Tech celebrou, recentemente, uma década de existência. Após dois anos da abertura do primeiro escritório em Portugal, que hoje representa a primeira parte do processo de expansão internacional da empresa espanhola de tecnologia hoteleira, a Paraty Tech, assinalou a data com um momento de entrega de prémios, para reconhecer os excelentes resultados obtidos pelos hotéis e cadeias hoteleiras, no decorrer do ano. Este mérito foi atribuído dado o impulsionamento e crescimento do canal de venda direta dos hotéis, com recurso às ferramentas da empresa tecnológica.

Assim, na categoria de Cliente Mais Inovador, o prémio foi entregue aos NAU Hotels & Resorts, enquanto o Hotel Dom José ganhou o prémio de Líder de Vendas Diretas. O prémio Clube de Fidelização foi atribuído aos AP Hotels & Resorts e o prémio Progressão de Venda Direta aos Luna Hotels & Resorts. Por fim, distinção para Melhor Distribuição Hoteleira foi entregue ao Ecork Hotel.

De acordo com Diana Costa, Country Manager Portugal da Paraty Tech, a estratégia da empresa “implica não renunciar aos valores que sempre nos identificaram: cultura centrada no cliente e vanguarda de tecnologia 100% in-house”.

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Newhotel comemora 38 anos

Presente em mais de 60 países, com quatro delegações em Portugal, a Newhotel comemora o seu 38.º aniversário este mês de setembro.

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A Newhotel, empresa portuguesa de Cloud Computing para Hotelaria que atua no mercado internacional e precursora das Tecnologias da Informação no sector de Turismo em Portugal, vai cumprir este ano de 2022 38 anos de atividade.

Presente em mais de 60 países, com quatro delegações em Portugal e filiais no Brasil, Colômbia, Chile, Peru, Panamá, Espanha, Lituânia e Estados Unidos, Pedro Matoso, CEO da Newhotel Software, afirma que “os negócios de turismo estão hoje quase 100% dependentes da internet”, frisando que a Newhotel se destaca por ter sido pioneira e oferecer soluções Cloud preparadas para atender às necessidades e exigências dos Hotéis e Grupos full-service mais sofisticados”.

A empresa instalou, nos últimos três, novos sistemas Cloud, da última geração tecnológica, em mais de 650 hotéis e Grupos em diversos países, salientando “os projetos de transformação digital de hotéis de 5 e 6 estrelas com alguns dos mais importantes grupos mundiais da hotelaria em que estamos a trabalhar”.

Para assinalar este 38.º aniversário, a Newhotel vai realizar na quinta-feira 22 de setembro, nos jardins e terraço da sua sede em Lisboa, um evento especial comemorativo, para o qual foram convidados hoteleiros e embaixadas dos vários países onde a empresa está presente.

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Vila Galé passa a ‘corporate partner’ da Portugal Ventures para apoiar start-ups

Além do apoio ao desenvolvimento de start-ups em Portugal, o acordo entre o grupo Vila Galé e a Portugal Ventures inclui o acesso a parcerias institucionais, promoção de relações comerciais e fornecimento de bens ou serviços.

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O grupo Vila Galé estabeleceu um protocolo de cooperação com a Portugal Ventures, passando assim a ser um ‘corporate partner’ desta sociedade de capital de risco, contribuindo para o desenvolvimento de start-ups em Portugal.

Através do memorando de entendimento, a Vila Galé dará “apoio às empresas e projetos do portefólio da Portugal Ventures”, além de trabalhar “na geração de sinergias em várias áreas como criação e desenvolvimento de novos produtos e tecnologias, testes piloto, otimização de recursos ou melhoria da eficiência dos processos”, revela o grupo hoteleiro em comunicado.

Este protocolo de cooperação inclui ainda o acesso a parcerias institucionais, promoção de relações comerciais e fornecimento de bens ou serviços.

Neste âmbito, foram já formados grupos de trabalho com elementos da Vila Galé e da Portugal Ventures, para partilhar know-how e contactos, bem como analisar oportunidades de investimento e suporte a start-ups.

“Tanto interna como externamente, sempre tivemos um grande foco na inovação e no desenvolvimento de novas soluções. Fazia todo o sentido aliarmo-nos a este projeto e contribuirmos para o crescimento do tecido empresarial português. Para tal, é essencial acompanharmos e apoiarmos as empresas logo desde o seu início, até porque atualmente vemos um grande dinamismo no nascimento de start-ups”, salienta o administrador da Vila Galé, Gonçalo Rebelo de Almeida.

Do lado da Portugal Ventures, Teresa Fiúza, vice-presidente da sociedade de capital de risco que integra o Grupo Banco Português de Fomento, “a parceria com o Grupo Galé

irá permitir ao portefólio de participadas da Portugal Ventures acesso ao segundo maior grupo hoteleiro português, para a criação de sinergias, como por exemplo a realização de testes piloto na área de hotelaria e novas oportunidades de negócio”.

Teresa Fiúza conclui ainda que, para a Portugal Ventures, a rede de ‘corporate partners’ “é fundamental para potenciar a geração de valor e perspetivas de crescimento das suas participadas”.

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SiteMinder compra GuestJoy

Com esta aquisição será possível aos hotéis automatizar e digitalizar as suas comunicações com os hóspedes, exponenciar as receitas e fortalecer a aquisição direta de hóspedes.

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A SiteMinder acaba de adquirir a GuestJoy, uma plataforma tecnológica baseada na nuvem que permite aos hotéis automatizar as comunicações com os hóspedes de forma direta, personalizada e sem necessidade de intervenção humana antes, durante e depois da estadia.

A aquisição, que deverá estar concluída este ano, vem em seguimento do lançamento, em abril, da plataforma de próxima-geração da SiteMinder (Sync)- uma plataforma integrada de comércio hoteleiro que permite aos hotéis comercializar os seus quartos e serviços, integrando insights do mercado em tempo real sobre o comportamento dos clientes e desempenho, pagamento automatizado, soluções para websites, e mais de 1.500 parceiros de software integrados, permitindo aos hotéis crescer os seus negócios online.

Com esta aquisição, a GuestJoy expande ainda mais a oferta da SiteMinder para a indústria de comércio hoteleiro, permitindo aos hotéis automatizar e digitalizar as suas comunicações com os hóspedes, exponenciar as receitas e fortalecer a aquisição direta de hóspedes.

Sankar Narayan, CEO e diretor-geral da SiteMinder, salienta que “excelente tecnologia potencia a conexão humana, e tal não podia ser mais verdade no que diz respeito à tecnologia na indústria hoteleira”. Para o responsável, “a capacidade da GuestJoy de automatizar e personalizar as comunicações com os hóspedes permitirá à SiteMinder oferecer uma experiência de usuário integrada para a indústria hoteleira, continuando a construir a visão da SiteMinder de uma plataforma completa de comércio hoteleiro.”, diz o CEO, Sankar Narayan.

Criada em 2014, a GuestJoy é parceira da SiteMinder desde 2017, fazendo parte ecossistema e será totalmente integrada na plataforma de comércio hoteleiro SiteMinder, após a conclusão da aquisição este ano.

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Google dá dicas para PME aproveitarem presença de turistas em Portugal

A Google dá algumas dicas para qualquer PME ligada ao setor do turismo tirar partido desta realidade, de uma forma simples, rápida e sem custo financeiro.

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Com os meses de verão a constituírem o período de eleição para as férias de milhares de portugueses e turistas internacionais que vêm dos quatros cantos do mundo, a Google dá algumas dicas para qualquer PME ligada ao setor do turismo tirar partido desta realidade, de uma forma simples, rápida e sem custo financeiro.

O Perfil de Empresa na Google é uma ferramenta útil que permite a qualquer negócio estabelecer a sua presença online, atualizar os consumidores, relacionar-se com eles nos momentos importantes e destacar os melhores aspetos de um negócio: sejam detalhes sobre os serviços prestados, as iguarias confecionadas, imagens das instalações e outros atributos.

Seja para um antigo cliente que precise lembrar-se da morada ou um turista nacional ou estrangeiro que esteja a descobrir novos lugares em Portugal, ter a presença online é o início da jornada para reter e atrair novos clientes.

7 passos simples para ter um negócio listado na Google:

  • Valide o seu negócio – Seja responsável pela informação do seu negócio na Google.
  • Adicione um número de telefone – Sabia que todos os meses, a Google direciona milhões de chamadas para diferentes negócios (dados internos Google, abril de 2017);
  • Adicione um link para o seu website – Negócios com ligação para um website obtêm entre 25% a 35% mais clicks do que os negócios sem ligação para website (dados internos Google, abril de 2017);
  • Acrescente o horário de funcionamento – Este é outro dos dados mais importantes para os consumidores. 40% das pessoas que procuram informação local querem saber o horário de funcionamento (Google Consumer Barometer, abril 2017);
  • Junte fotografias para mostrar o que o seu negócio tem para oferecer aos potenciais clientes – 90% dos consumidores são mais propensos a visitarem um negócio que tenha fotos nas páginas de resultados da Pesquisa Google ou Google Maps. (Google/Ipsos Research 2017);
  • Peça aos clientes para partilharem críticas sobre a experiência – 2 em cada 3 consumidores dizem que verem críticas positivas foram um fator importante na escolha de uma loja/negócio para compras (Google/Ipsos Research 2017);
  • No caso de ser um pequeno alojamento, o dono poderá até destacar práticas ambientais adotadas uma vez que isto é cada vez um atributo relevante no momento da escolha do alojamento pelos consumidores.
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Dificuldade com pagamentos “prejudica” a experiência hoteleira, segundo novo estudo da Amadeus

De acordo com um estudo recente da Amadeus, 40% dos viajantes relatam desafios no pagamento de hotéis, sendo que 1/3 não consegue usar seu método de pagamento preferido.

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Abordagens ultrapassadas de pagamentos estão a desafiar os esforços da indústria hoteleira para proporcionar uma excelente experiência ao cliente, levando ao aumento da ansiedade e frustração do hóspede, revela um novo estudo Amadeus.

O estudo “Abrindo a porta para pagamentos centrados no hóspede: uma oportunidade para a hospitalidade”, que incorpora insights da agência de ciência comportamental Innovationbubble, confirma três conclusões-chave no que diz respeito a uma análise psicológica.

Assim, e em primeiro lugar, “os consumidores acham que fazer pagamentos no hotel é significativamente mais stressante do que pagamentos de véspera feitos em casa”. Na verdade, “os consumidores têm o dobro da probabilidade de experimentar sentimentos de ‘ansiedade’ e ‘incerteza’ ao fazer pagamentos no hotel, aponta ainda o estudo.

Para além disso, a análise também descobriu que “os consumidores têm muito menos probabilidade de associar pagamentos de hotel com sentimentos positivos como ‘facilidade’ ou ‘conveniência’, destacando a oportunidade de os hotéis melhorarem este aspeto da experiência do hóspede”.

Por isso, atualmente, “os viajantes são normalmente solicitados a pagar pela estadia no check-out, usando terminais físicos, em vez de no momento da reserva usando sistemas digitais modernos”, diz o estudo. Isto significa que os hotéis processam os pagamentos no balcão com base no seu próprio sistema de pagamento local, resultando em “vários pontos negativos para os hóspedes”.

Assim, aponta-se quatro pontos: (i) os hóspedes devem “visitar a receção para pagar por excedentes”, como o serviço de quarto, ou para “compreender o quanto gastaram durante a estadia”; (ii) Serviços adicionais “não podem ser adquiridos e pagos dentro do aplicativo do hotel”; (iii) Os hóspedes devem estar “fisicamente presentes no check-in e check-out”, limitando as opções de auto-atendimento; e por fim, (vi) Os viajantes “nem sempre podem pagar utilizando o método de pagamento preferido”, pois os sistemas de pagamento locais do hotel “não aceitam normalmente uma grande variedade de cartões e métodos alternativos de pagamento, como PayPal ou WeChat Pay”.

Tais pontos negativos estão a ser sentidos, salientando o estudo que, atualmente, “um terço dos inquiridos confirmaram não ter conseguido pagar com seu método de pagamento preferido durante uma estadia recente” e “39% sentiram ansiedade quanto ao pagamento do hotel não ser completado”.

Além disso, “54% dos hóspedes notaram quanto é difícil fazer o pagamento”, e “77% acreditam que é responsabilidade do hotel facilitar o pagamento, os esforços do setor para proporcionar uma excelente experiência ao hóspede estão em risco”.

Jamie Halliday, diretor de Insights Estratégicos da Innovationbubble, frisa que a análise revelou um “viés de negatividade” significativo ligado aos pagamentos de hotel. “A ansiedade causada por uma experiência de pagamento negativa permanece na mente do consumidor, com os hóspedes nos dizendo que ela influencia sua percepção geral sobre a estadia”, termina.

“A forma como os hotéis administram hoje os pagamentos é fragmentada, com a responsabilidade recaindo sobre os proprietários ou gerentes individuais da propriedade, em vez de ser estrategicamente administrada ao nível da marca”.

Esta situação significa que “os hotéis têm lutado para acompanhar os rápidos avanços nos pagamentos digitais”, como explica Jean-Christophe Lacour, Chefe de Gestão e Entrega de Produtos, Pagamentos da Amadeus.

Lacour considera mesmo que “esta situação é o resultado de uma longa fragmentação no setor hoteleiro”, apelando para que as marcas de hospitalidade se “apropriem dos pagamentos ao nível do grupo, para que se possa oferecer aos hóspedes uma experiência moderna de pagamento digital que melhore sua estadia”.

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Vasco Eletronics atualiza tradutor

A nova versão do Vasco (4) vem equipado com um touchscreen de 5 polegadas, disponibilizando 76 idiomas para tradução por voz e 108 na tradução de fotos.

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A Vasco Eletronics acaba de lançar no mercado a atualização do seu tradutor, o Vasco V4. Com um touchscreen de 5’, mais idiomas, Internet gratuita e uma maior resistência física, o novo tradutor da Vasco Electronics pretende “consolidar a posição de vanguarda da marca na revolução da comunicação mundial”, refere a empresa.

O novo tradutor Vasco V4 disponibiliza 76 idiomas para tradução por voz e 108 na tradução de fotos, possibilitando, assim, ao utilizador comunicar com mais de 90% da população mundial.

Além disso, o tradutor Vasco V4 apresenta uma série de novas soluções como a nova funcionalidade de tradução de texto, para frases ou palavras que pode ser operada por voz ou por via do keyboard no ecrã do tradutor que passa a ser um touchscreen de 5 polegadas. Alternativamente, o V4 mantém os botões físicos, agora apenas na lateral, e disponibiliza ainda uma lanterna.

O Vasco V4 tem, também, um cartão SIM integrado com Internet vitalícia, gratuita e ilimitada em quase 200 países, dispensando a necessidade de wifi para funcionar.

De acordo com a empresa, o tradutor “preserva a absoluta fiabilidade que é bandeira da marca: recorrendo a 10 mecanismos de tradução, o V4 apresenta 96% de precisão nas traduções. O sistema tem em conta expressões idiomáticas e coloquiais, bem como variações dentro de um mesmo idioma. Além de ser dotado da melhor pronúncia do mercado, com traduções reproduzidas por uma voz nativa.

João Fernandes, Country Manager da Vasco Electronics em Portugal, destaca a “funcionalidade, rapidez” e o facto do novo Vasco ser “mais intuitivo”. “Com o tradutor Vasco V4, procurámos oferecer um dispositivo altamente eficaz, mas que preservasse o nosso padrão de uma componente estética atrativa”, reforça o responsável.

“Perfeito para todo o tipo de viajantes, para um trabalhador que chega a um novo país e precisa de comunicar de forma ágil, para um médico ou para um empresário numa viagem de negócios”, o tradutor Vasco V4 está disponível em cinco cores – Black Onyx, Pearl White, Stone Gray, Cobalt Blue e Ruby Red.

Desenvolvidos na União Europeia, Portugal está entre os mercados estratégicos em que a marca investiu nos últimos anos, com a abertura de um escritório em Braga.

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Turismo impulsiona aumento de 45% da faturação dos negócios no primeiro semestre de 2022

No cenário de retoma do turismo, verificou-se uma melhoria na faturação proveniente de cartões estrangeiros, que em junho já estava 40% acima dos valores alcançado em 2019.

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A faturação com cartão alcançada pelos negócios em Portugal, durante o primeiro semestre de 2022, registou um crescimento acumulado de 45% face a 2021, indicando a REDUNIQ que a recuperação impulsionada pela recuperação da atividade turística.

De acordo com o acquirer português, esta enorme subida é em parte justificada pelo facto do primeiro trimestre de 2021 ter sido marcado por um confinamento obrigatório, atividades letivas suspensas e teletrabalho obrigatório. Ainda assim, o segundo trimestre apresentou valores de crescimento significativos de 40% face ao período homólogo, graças à recuperação das atividades turística.

Neste cenário de retoma do turismo, verificou-se também uma melhoria na faturação proveniente de cartões estrangeiros, que em junho já estava 40% acima dos valores alcançado em 2019 – que terá sido um dos melhores anos para o turismo em Portugal, em que foram recebidos cerca de 27 milhões de turistas – e que, paralelamente, e desde abril, representa já mais de 20% da faturação total dos negócios (valores próximos dos observados no pré-pandemia). Por sua vez, também a faturação de cartões nacionais continuou a evoluir, face a 2021, evidenciando uma normalização do comportamento de consumo dos portugueses.

Com base nestes números, Tiago Oom, diretor Comercial da UNICRE, salienta que, “com o regresso dos turistas e retoma das atividades associadas ao turismo, existe uma grande expectativa em relação aos resultados dos setores ligados ao turismo – hotelaria, restauração, etc. – e do seu impacto positivo na economia nacional”.

De resto, depois do INE anunciar que as receitas do turismo ultrapassaram os valores de 2019, os dados da REDUNIQ vêm agora comprovar essa tendência, que, segundo Tiago Oom, “acreditamos poder trazer resultados bastante interessantes aquando de uma análise mais fina da faturação obtida durante o verão.”

“Após um fortíssimo e inevitável impacto económico, bem como, consequentemente, uma crise de consumo sentida a nível mundial, por causa da COVID-19, começamos a recuperar e até a ultrapassar os valores alcançados em 2019. O turismo, que foi um dos principais setores impactados, voltou a impulsionar a nossa economia com o regresso de turistas de países como os EUA (peso de 11% em 2022 vs. 8% em 2019) e da Irlanda (9%) – que entra no top 5 das nacionalidades, retirando a Espanha da lista de países com maior peso no consumo em Portugal. Apesar de uma perda de 6%, um natural efeito do BREXIT, o Reino Unido continua a ser a origem mais relevante dos turistas que visitam Portugal (16% do total).”

Outra das análises presentes no mais recente REDUNIQ Insights revela uma evidente recuperação do consumo, de forma transversal a nível geográfico, notando-se uma subida em todos os distritos. Destacam-se, no entanto, como territórios de maior crescimento, os distritos em que o turismo é uma atividade económica basilar, como a Madeira e Faro, que atingiram crescimentos superiores a 60% em comparação com 2021. As regiões de Lisboa e Porto, também elas fortemente impactadas pelas quebras do turismo, e mais impactadas com fenómenos de teletrabalho (e confinamentos), foram as que evidenciaram a recuperação mais expressiva tanto no consumo de portugueses (+30%), como no consumo de estrangeiros (perto de 300%).

Ainda no que diz respeito aos hábitos de consumo, o contactless, como forma de pagamento, está cada vez mais democratizado entre os consumidores. Nos últimos seis meses, cerca de 3 em cada 4 compras com cartão (74%) foram efetuadas utilizando a tecnologia contactless. Para Tiago Oom, “é inquestionável que o contactless já faz parte do dia a dia de praticamente todos os portugueses. A nossa expectativa é que a utilização desta tecnologia continue a aumentar, ainda que de forma mais lenta, no quotidiano de consumo dos portugueses, acompanhando desta forma a realidade de outros países europeus”.

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“A atual recuperação do setor será mais digital, muito mais sustentável e a adoção da tecnologia será fundamental”

Num momento em que as empresas recuperam, a facilitação de processos e a criação de melhores experiências, tornam-se imprescindíveis. João Carvalho, Head of SAP Concur | Southern Europe and Francophone Africa, falou com o Publituris e deu a conhecer as mais-valias da nova solução SAP.

Victor Jorge

Muitas empresas utilizam soluções digitais para simplificarem a reserva de viagens, outras utilizam software de gestão de despesas para ajudarem os colaboradores a simplificarem o processo de envio de despesas e aceleração de reembolsos. No entanto, para criarem experiências excecionais de colaborador e, ao mesmo tempo, controlarem os custos, as empresas têm de encontrar formas de integrarem as suas abordagens à gestão de viagens e despesas (T&E) numa única estratégia coesa.

Por isso, João Carvalho, Head of SAP Concur | Southern Europe and Francophone Africa, salienta que “as empresas estão cada vez mais interessadas em soluções que ajudem os gestores de viagens e os responsáveis de Recursos Humanos a avaliar e gerir o risco das viagens”, sendo essencial “facilitar e desburocratizar cada vez mais os processos empresariais, tendo em conta o impacto ambiental das deslocações”.

A SAP apresentou, recentemente, a solução SAP Concur. No que consiste esta solução e que mais-valia traz ao setor do turismo e respetivos atores?
A SAP Concur é uma solução que pode definir-se como uma solução integral de gestão de viagens de empresa e de reembolso de despesas do colaborador. Graças a esta solução, um processo que, tipicamente, sempre foi manual passa agora a ser digital e possível de o fazer numa única plataforma e que está nas mãos do colaborador, que gere e/ou realiza essa deslocação e que com isso acaba por gerar despesas para liquidar.

Neste momento, o setor do turismo de negócios está a viver uma recuperação relevante e tanto as empresas como os seus colaboradores requerem cada vez mais soluções digitais de fácil utilização para realizar a gestão completa das suas deslocações profissionais da mesma forma que o fazem nas suas deslocações de âmbito pessoal. Na situação atual, onde ainda existem restrições e as empresas, em geral, estão a repensar todo o programa de viagens, contar com uma solução deste estilo gera por sua vez um sentimento de confiança no colaborador e, ao mesmo tempo, de controlo, na organização, facilitando assim o regresso das viagens corporativas gerando desta forma um impacto positivo no setor turístico.

Trata-se de uma solução end-to-end que dizem diferenciar-se da concorrência em Portugal. Em que aspetos?
Quando nos referimos ao processo end–to–end falamos da conjugação, numa única aplicação, dos processos de viagens e de despesas. Ou seja, o colaborador pode fazer diretamente, na aplicação, todo o processo de aprovação e reserva online, em tempo real, dos diversos serviços que vai precisar para a sua viagem (aéreo, hotel, rent-a-car, etc…). À posteriori, e na mesma app, fará o upload dos recibos referentes às despesas associadas a essa viagem ou deslocação. Após esta fase, os documentos estarão sujeitos ao processo de aprovação que a empresa tenha pré-definido, seguindo depois para a área financeira de forma a ser realizado o reembolso correspondente ao colaborador. A nível organizacional, estes dois processos sempre ocorreram de forma separada – as viagens acabavam por ser geridas por uma equipa e as despesas, que acabam por ser o impacto desta ação, por outros elementos da empresa (obviamente que cada empresa tem a sua organização interna).

Esta solução permite juntar estes dois “mundos” tornando-se num processo único, end-to-end, para o colaborador. Assim, a SAP Concur permite uma gestão integral e digital de todo o processo.

Em relação ao mercado português temos vindo a constatar que os processos são ainda muito manuais, baseados em papel e em aprovações (via email) e que existem ainda organizações onde é requerida, por exemplo, uma assinatura manual das chefias. Sentimos, por isso, que havia uma janela de oportunidade para melhoria de todo este processo. Melhoria esta que tem vindo a ser pedida pelos próprios colaboradores, uma vez que facilita não só a sua vida como a do back office.

O setor do turismo de negócios está a viver uma recuperação relevante e tanto as empresas como os seus colaboradores requerem cada vez mais soluções digitais de fácil utilização

 

Futuro (obrigatoriamente) digital
A tecnologia ou digitalização entraram, definitivamente, no léxico do setor do turismo. Que maiores dificuldades ou desafios são colocados na explicação da necessidade dos players do turismo enveredarem por este tipo de soluções?
No que se refere ao turismo de negócios, o impacto da tecnologia segue o mesmo caminho que o turismo de lazer. Neste sentido a adoção de ferramentas tecnológicas para otimizar a relação entre o viajante e a empresa fornecedora do serviço (seja a agência de viagens ou outros) é, claramente, uma prioridade e uma linha de ação chave para a otimização dos processos internos. Muitos dos processos de back office de gestão dos fornecedores são ainda bastante manuais e, sem dúvida alguma que uma parte desses serviços deverá ser otimizada recorrendo, naturalmente, à tecnologia.

A atual recuperação do setor será mais digital e, sem dúvida, muito mais sustentável, e a adoção da tecnologia será fundamental.

A par da solução há a fase técnica e de formação. Como é que se processa esta questão. Dão formação aos vossos clientes? Como e em que base? É uma formação contínua?
A formação é parte intrínseca do processo de implementação das nossas soluções. Esta formação pode ser realizada com foco no “Train the trainer” ou diretamente ao utilizador final. Os nossos parceiros de implementação definem com o cliente que tipo de formação é requerida de forma a garantir a correta adoção da ferramenta. Ao longo da vida de utilização das soluções, por parte dos clientes, a SAP Concur comunica de forma regular as inovações que as soluções vão sofrendo de forma a maximizar a utilização por parte dos clientes.

De salientar que se trata de uma solução intuitiva e de fácil utilização. A aplicação móvel SAP Concur está disponível para iOS e Android e é uma das poucas aplicações corporativas com níveis de aceitação semelhantes ao consumo de massa como WhatsApp ou Spotify.

Quais são os maiores entraves ao processo de digitalização das empresas no e do setor do turismo?
No caso das soluções da SAP Concur, o processo de digitalização, que é o que nos permite entrar em contacto direto com as empresas do setor turismo, assenta na distribuição, emissão e faturação dos serviços. Por vezes, o que acontece é depararmo-nos com algumas dificuldades nos processos de integração com as soluções das próprias empresas turísticas. Muitas dessas empresas utilizam sistemas desenvolvidos taylor made e que vão requerer integração com outras ferramentas que existem no mercado, como é caso da SAP Concur. Estas situações têm impacto na velocidade na qual se pode ativar o serviço, aportando algum esforço adicional.

Por outro lado, é certo que cada vez mais as empresas estão a adotar soluções tecnológicas mais modernas, tipicamente em cloud, o que permitirá, no futuro, uma maior agilidade e capacidade de adaptação e resposta às necessidades do mercado corporativo que são, sem quaisquer dúvidas, cada vez mais digitais.

Concur X2
Dividem as soluções Concur em “Travel” e “Expense”. O que caracteriza estas sub-soluções?
Ainda que se tratem de uma única plataforma, as soluções específicas da SAP Concur podem de facto ser ativadas e consumidas de forma autónoma. As nossas soluções podem dividir-se em dois grandes grupos: Concur Travel e Concur Expense.

A primeira refere-se a todo processo de reserva, aprovação e emissão online de bilhetes dos diferentes serviços requeridos pelo colaborador e que cumprem com a política da empresa. Trata-se de um motor de busca muito similar ao de um de viagens comumente usado pelo grande público, mas com uma grande diferença, garante que as opções oferecidas pela solução, ao colaborador, são aquelas definidas pela empresa de acordo com a sua política de viagens.

Já a “Concur Expense”, refere-se a todos os processos relacionados com a gestão de despesas desde a captura digital (fotografia) dos recibos em papel; o processo de aprovação dos mesmos; os centros de custo aos quais serão imputados; as ajudas de custo; adiantamentos e, ainda, aos processos de auditoria interna e integração com os movimentos dos cartões de crédito. Todos estes processos são suportados pela solução de Expense em conjunto com a solução de Travel.

Estas soluções ou sub-soluções destinam-se a que setores de atividade dentro do universo do turismo?
As soluções de Travel têm uma integração direta com a Agência de Viagens que, por sua vez, presta um serviço ao cliente final. Na prática, a maior parte dos conteúdos / inventariado chega, à Concur Travel, através da agência que está conectada ao Global Distribution System (GDS), sendo assim possível analisar todo o inventário existente.

Também existem outras integrações, com o mundo hoteleiro, que dão a possibilidade de utilizar os serviços diretos de plataformas ou agregadores como booking.com ou HRS. Diria, então, que os principais conteúdos consumidos pelo Concur Travel são o aéreo, os hotéis e os rent-a-car, tornando-se assim um canal digital para o mundo corporativo e para qualquer empresa que atue nestes setores.

No mercado português temos vindo a constatar que os processos são ainda muito manuais, baseados em papel, em aprovações (via email) ou uma assinatura manual das chefias


Como integrar as soluções nas atuais estruturas e de que forma facilitam o dia-a-dia das mesmas?

Um dos principais pontos de integração é, sem dúvida, o Global Distribution System (GDS) que acaba por alimentar todo o setor de distribuição de viagens (agências de viagens). As que prestam serviço, ao segmento corporativo, estão cada vez mais integradas com o Concur e com os modelos de booking online. À medida que este modelo vai sendo adotado pelas empresas, as próprias agências de viagens também farão as restantes otimizações nas integrações necessárias para assim poder captar os benefícios e eficiências organizacionais gerados pelo volume de bookings online.

Que integração existe com as restantes soluções SAP?
Todo o processo de viagens e despesas termina como um input na contabilidade da empresa e, por isso, contamos com uma integração nativa com os módulos financeiros de SAP ERP, o que permite uma contabilização sem esforço e uma comunicação bidirecional entre ambos sistemas. Também de referir que a estrutura organizativa, a nível de recursos humanos, que está suportado no SAP ERP também está integrada nativamente com SAP Concur facilitando, assim, a atualização dos perfis dos colaboradores de uma forma otimizada. Existem outras integrações disponíveis, como por exemplo, com a plataforma analítica da SAP.

De referir que, a Concur, foi adquirida pela SAP, em 2014, e por isso contamos, no nosso portfólio, com um set importante de integrações com outros sistemas financeiros, RH e CRM de mercado.

Que outras soluções poderão ou deverão ser tidas em conta pelo universo do turismo (de forma geral), de modo a melhorar a gestão e eficiência do negócio?
O portfólio da SAP é bastante amplo e, de forma geral, as empresas do universo do turismo podem adotar essas soluções, quer no âmbito da eficiência interna quer na gestão dos seus clientes ou fornecedores. A digitalização e a melhoria de eficiência do setor do turismo é relevante e equivalente a outros setores de atividade.

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Microsoft elege Cytric by Amadeus para fornecer uma nova experiência nas viagens

A plataforma escolhida pela Microsoft permitirá aos funcionários planear, reservar e modificar as suas viagens com uma experiência muito mais interativa, intuitiva e fácil.

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Cytric by Amadeus será a plataforma através da qual os funcionários da Microsoft irão planear, reservar e modificar as suas viagens com uma experiência muito mais interativa, intuitiva e fácil. Numa primeira fase, a Microsoft implementará soluções cítricas para um grupo selecionado dos seus funcionários, fase essa que incluirá o desenvolvimento do Cytric Easy e a integração do Cytric Travel no Microsoft 365, permitindo, dessa maneira, que os utilizadores planeiem viagens e compartilhem detalhes da viagem com os seus colegas sem ter que deixar suas aplicações habituais, como o Microsoft Office ou Microsoft Teams.

A Microsoft continua num ambicioso processo de transformação digital dentro da sua divisão de viagens de negócios para proporcionar uma experiência de reserva mais rica e intuitiva para os funcionários. Para a Microsoft, “ter uma ferramenta suficientemente flexível para se adaptar à sua política global de viagens, incluindo seu conhecido foco na sustentabilidade e acessibilidade, foi fundamental para a decisão”, refere o comunicado emitido pela Amadeus.

Rudy Daniello, vice-Presidente Executivo para Amadeus Cytric Solutions, destaca o facto de ambas as empresas estarem focadas numa “visão e compromisso para oferecer as melhores soluções da categoria para a indústria de viagens e além dela”. De resto, Daniello salienta o “compromisso com a inovação tecnológica” no setor de viagens e a “melhoria da experiência dos viajantes à escala global”.

Do lado da Microsoft, Eric Bailey, diretor Global de Viagens da Microsoft, acrescenta que a empresa pretende “simplificar todos os aspetos das viagens de negócios para os nossos funcionários”.

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