GroundLink ameaça com despedimento colectivo

Por a 23 de Outubro de 2020 as 14:30

A GroundLink, que presta serviços de operações em terra para a Ryanair, ameaçou novamente avançar para despedimento coletivo, caso não consiga acordos com trabalhadores para redução de horário, ou atingir mínimos de rescisões de contratos.

Numa comunicação aos trabalhadores a que a Lusa teve acesso, a Groundlink agradece “ao elevado número de trabalhadores que se manifestaram enviando as opções que se adequam à sua realidade pessoal”, no seguimento do pedido para escolherem entre duas situações, mas reitera que “no caso de não se conseguir chegar a um acordo para redução do período normal de trabalho, ou atingir os mínimos acordos para cessação de contratos, a empresa terá que ponderar o despedimento coletivo como medida de subsistência da mesma”.

Em setembro, a GroundLing III Handling pediu aos trabalhadores que optassem entre duas situações, que justificava como uma “medida de subsistência” da empresa: redução do período normal de trabalho em 40% com correspondente redução de vencimento, ou acordos de cessação do contrato de trabalho.

“São tempos particularmente desafiantes os que vivemos a todos os níveis. Mas somos resilientes e queremos continuar a lutar, todos juntos, para ultrapassar esta situação”, refere agora a empresa na comunicação.

A empresa de ‘handling’ diz estar a aguardar a publicação da recente atualização relativa ao apoio extraordinário à retoma progressiva da atividade em empresas em dificuldades.

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