‘Seadream I’ marca regresso dos cruzeiros à Madeira a 24 de outubro

Por a 20 de Outubro de 2020 as 12:04

O Governo Regional da Madeira decidiu reabrir os portos do arquipélago aos navios de cruzeiro, ainda que com alguns condicionalismos devido à COVID-19, e prevê-se que o Seadream I, da SeaDream Yacht Club, seja o primeiro navio a realizar escalas na Madeira, a 24 de outubro.

De acordo com o Jornal Económico, que cita informação publicada na newsletter da Associação dos Portos de Portugal, o governo madeirense decidiu autorizar, através de uma resolução aprovada no Conselho de Governo Regional da Madeira, a acostagem e fundeadouro de navios de cruzeiro nos portos da região, tendo a decisão sido publicada na passada sexta-feira, 16 de outubro, no JORAM – Jornal Oficial da Região autónoma da Madeira.

O texto publicado indica que “os embarques, desembarques e vinda a terra de passageiros e tripulantes serão analisados caso a caso e estarão condicionados ao parecer da Autoridade de Saúde e às condições por esta definida”, sendo já certo que os passageiros devem possuir um teste negativo à COVID-19, realizado no último porto de escala.

O Jornal Económico falou também com Paula Cabaço, presidente do conselho de administração da APRAM – Administração dos Portos da Região Autónoma da Madeira e anterior secretária Regional de Turismo da Madeira, que considera que, com esta decisão, “estão assim criadas condições para a escala do ‘Seadream I’, prevista para o próximo dia 24 deste mês, um navio pequeno, com 100 passageiros que esteve a operar durante todo o verão.”

Para a responsável, a decisão do Conselho de Governo Regional da Madeira, publicada no final da semana passada, “vai permitir à APRAM dar continuidade comercial aos muitos contactos das companhias, feitos nas últimas semanas, para saber do interesse da Madeira em figurar nos seus itinerários”.

“A reabertura dos portos da Madeira aos cruzeiros é um sinal inequívoco de confiança e a reafirmação de que a região continua a apostar neste mercado que antes da pandemia, representava um movimento de quase 600 mil passageiros e mais cerca de 200 mil tripulantes, numa média de 300 escalas anuais”, assegura esta responsável.

 

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