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South African Airways suspende todas as operações por dificuldades financeiras

Companhia aérea de bandeira sul-africana não conseguiu reunir o dinheiro necessário para aplicar um plano de salvamento.

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A South African Airways, companhia aérea de Bandeira da África do Sul, suspendeu todas as suas operações depois de ter falhado o plano de salvamento que envolvia um financiamento de 507 milhões de euros.

De acordo com a Lusa, a companhia aérea, que está envolvida em alegações de corrupção e má gestão, pediu a liquidação e a proteção contra falências em dezembro do ano passado, tendo optado agora pela suspensão de toda a sua operação depois da equipa de resgate de empresas designada para gerir a transportadora ter anunciado que não foi possível reunir o dinheiro necessário para aplicar um plano de salvamento.

A suspensão das operações poderá ser levantada caso o Governo da África do Sul liberte os fundos que havia prometido para apoiar a companhia aérea, que vai, contudo, realizar todos os voos regulares de carga e repatriamento que já estavam previstos.

Além da South African Airways, a suspensão de operações abrange também a Mango, a companhia aérea de baixo custo que pertence à transportadora de bandeira sul-africana, assim como outras duas filiais da South African Airways.

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Eddie Wilson, CEO da Ryanair, e Michael O’Leary, CEO do grupo Ryanair

Transportes

CEO da Ryanair crítica monopólio da ANA e pede expansão da Portela: “Assim Portugal não crescerá”

Um dia depois de ter apresentado os resultados referentes ao 1.º trimestre do exercício de 2025, registando uma quebra de 46% nos lucros, Michael O’Leary, CEO do grupo Ryanair, veio a Lisboa. As criticas desta vez foram direcionadas ao monopólio da ANA e aumento das taxas aeroportuárias, bem como na demora nas obras na Portela.

Victor Jorge

“Depois de resolvido o problema do novo aeroporto, Portugal tem de resolver o problema do monopólio da gestão dos aeroportos, entregues à ANA”, assinalou Michael O’Leary, CEO do grupo Ryanair, na conferência de imprensa realizada esta terça-feira, 23 de julho, em Lisboa.

Se no primeiro caso o responsável da companhia aérea lowcost admita que “a preferência estava em Montijo, já que era mais barato e mais rápido”, quanto à gestão dos aeroportos Michael O’Leary foi mais incisivo: “apelamos ao final do monopólio da ANA e à redução das taxas excessivas nos aeroportos portugueses, já que, a continuar assim, será muito difícil o turismo em Portugal crescer”.

As críticas à “decisão monopolista da ANA” em aumentar as taxas aeroportuárias em até 17%, em 2024, levou Michael O’Leary a considerá-la como “absurda”, uma vez que “forçou a Ryanair a fechar a sua base em Ponta Delgada e reduzir a sua base na Madeira em 50%” neste verão de 2024.

O responsável da Ryanair considera que estes aumentos de taxas são impostos numa altura em que a maioria dos aeroportos europeus estão a reduzir as mesmas, de forma a recuperar o tráfego pré-Covid e incentivar o crescimento do turismo e, por essa, via das economias dos países. “Estes aumentos das taxas aeroportuárias prejudicam o crescimento de Portugal, ao mesmo tempo que apenas enriquecem os bolsos do proprietário francês do monopólio, a ANA/VINCI”.

Os pedidos de O’Leary
A operar em seis aeroportos nacionais, com 27 aviões, o que equivale a 3 mil milhões de dólares de investimento, 172 rotas (15 das quais novas,) transportando 13,5 milhões de passageiros este ano e mais de 10.500 empregos criados, Michael O’Leary criticou os aumentos das taxas nos aeroportos onde opera a Ryanair: Lisboa (+17%); Faro (+12%); Porto (+11%); Ponta Delgada (+9%) e Funchal (+6%).

Fonte: Ryanair

Revelando que ainda não foi possível reunir com o ministro das Infraestruturas, Miguel Pinto Luz, ou qualquer outro membro do Governo, embora a reunião esteja pedida, Michael O’Leary referiu que já enviou o plano de crescimento da companhia ao Executivo liderado por Luís Montenegro. Neste, a Ryanair pede o aumento da capacidade do terminal no Aeroporto Humberto Delgado (AHD) antes da construção do aeroporto de Alcochete; aumento da capacidade do AHD de 35 para 45 milhões de passageiros, em 2025, “uma vez que o novo aeroporto não ficará pronto antes de 2031 e o crescimento de Lisboa não pode esperar”; permitir que a Ryanair cresça com a concorrência das tarifas baixas; que as slots não utilizadas pela easyJet sejam redistribuídas; e avançar, rapidamente, com a venda/privatização da TAP Air Portugal.

De resto, o plano de crescimento da Ryanair 2030 apresenta um crescimento no número de passageiros, passando dos atuais 13,5 milhões para 27 milhões até 2030; uma duplicação das rotas, incluindo domésticas, para mais de 320; acrescentar 16 novas aeronaves a Portugal, equivalendo a um investimento de 1,6 mil milhões de dólares; reabrir a base de Ponta Delgada; aumentar o crescimento fora do período de ponta nos aeroportos regionais; reduzir a sazonalidade em Faro, Ponta Delgada e Funchal; e, finalmente, criar mais 500 novos empregos.

Os planos até 2030
Com um plano de aumento de frota que prevê atingir os 800 aviões em 2034, Michael O’Leary admite que “os atrasos da Boeing desafiam o cronograma de crescimento da companhia, em 2024”, dirigindo, igualmente, críticas ao controlo de tráfego aéreo na Europa, apontando o desempenho “insuficiente” da União Europeia (UE) no verão de 2024, representando menos 5% de voos, face a 2019.

O CEO da Ryanair frisou ainda que, no caso do controlo de tráfego aéreo, “milhares de voos estão a ser cancelados ou atrasados na UE por má gestão das autoridades competentes. As taxas aumentam, mas as falhas de funcionários e equipamentos também aumentam”, disse Michael O’Leary, considerando ainda que a União Europeia deve “proteger os sobrevoos durantes as greves nacionais em território da UE”.

Lisboa x 2
Voltando ao tema do aeroporto, uma coisa é clara para Michael O’Leary: “Lisboa precisará sempre de dois aeroportos, tal como todas as grandes cidades europeias. Será uma decisão inteligente”, admitindo que, “voaremos para os dois aeroportos, se estes existirem”.

No caso da TAP, a opinião é de que a venda se deve concretizar “o mais rapidamente possível. Até porque se não acontecer, o risco dos contribuintes portugueses terem de meter mais dinheiro na companhia aérea é grande”. Para O’Leary, a melhor opção de venda recai sobre o grupo IAG, admitindo que “não haverá perigo de transferência do hub de Lisboa para Madrid”.

Quanto ao investimento que a União Europeia está a realizar na ferrovia, nomeadamente, na Alta Velocidade, tanto Michael O’Leary como Eddie Wilson, CEO da Ryanair, não se mostram preocupados. “Claro que depende sempre das rotas, mas ninguém irá optar pelo comboio em viagens com mais de três ou quatro horas”, disse Eddie Wilson, concluindo O’Leary que “em viagens com duração inferior a duas horas ainda poderíamos ser impactados, mas nesses casos, não temos operação. Há lugar para a Alta Velocidade, mas em viagens mais longas, todos vão optar pela rapidez, até porque os preços na Alta Velocidade também não serão assim tão reduzidos”.

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Aviação

Airbus recebe certificação EASA para o A321XLR

Anunciado no Salão Internacional da Aeronáutica de Paris-Le Bourget, em 2019, o A321XLR da Airbus recebeu, recentemente, a certificação da EASA. Após mais de 1.450 horas de testes e 510 voos, a entrada em ação da versão “Xtra Long Range” da família A320 estará para breve.

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O Airbus A321XLR, equipado com motores CFM-LEAP-1A, recebeu o Certificado da Agência Europeia para a Segurança da Aviação (EASA), preparando o caminho para a entrada em serviço da nova aeronave no final do verão. O certificado foi entregue por Florian Guillermet, diretor-executivo da EASA, a Isabelle Bloy, engenheira-chefe do A321XLR. A certificação da versão com motor Pratt & Whitney está prevista para o final de 2024.

Christian Scherer, diretor-executivo da divisão de Aeronaves Comerciais da Airbus, refere que o A321XLR “traz um novo valor para o mercado, expandindo as possibilidades para os clientes e passageiros das nossas companhias aéreas. Com o seu longo alcance, o A321XLR permite uma série de novas rotas diretas, oferecendo oportunidades naturais de crescimento aos nossos clientes e ao público que viaja”.

Segundo o responsável o A321XLR proporciona às companhias aéreas a “eficiência da uniformidade dentro da gama de produtos A320/A321 e a sua cabina versátil uma gama de possibilidades de serviço que são simplesmente únicas”.

Com a certificação a ser considerada um “um marco importante”, o próximo passo é preparar o avião para as primeiras missões comerciais com clientes de todo o mundo.

Em comunicado, a Airbus refere que O A321XLR fica “lado a lado com os widebodies na frota de uma companhia aérea. Introduz a flexibilidade para aumentar a capacidade, abrir novas rotas ou mesmo continuar a operar as existentes quando a procura é variável. Tudo isto gastando menos 30% de combustível por lugar do que os aviões da concorrência da geração anterior, e com cerca de metade do custo de viagem dos modernos widebodies. A nova cabina Airspace do A321XLR proporcionará aos passageiros um conforto de longo curso em todas as classes”.

De referir que o primeiro A321XLR completou o seu voo inaugural em junho de 2022, tendo-se seguido um extenso programa de testes que envolveu três aeronaves de teste. Até à data, foram encomendados mais de 500 Airbus A321XLR.

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Transportes

Turkish Airlines apresenta nova suite Crystal Business Class

A Turkish Airlines revelou os pormenores da sua nova suite de Classe Executiva topo de gama no Farnborough International Airshow 2024 em Hampshire, Reino Unido.

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A nova suite Crystal Business Class marca uma nova era nas viagens aéreas de luxo para passageiros de negócios e é a primeira da Turkish Airlines a apresentar uma porta de suite ajustável e um painel de privacidade para uma maior privacidade durante o voo. Os novos assentos apresentam uma largura de 23 polegadas, com maior espaço para os pés e acesso direto ao corredor para todos os passageiros, sendo que todas as suites com janela têm visibilidade total. Em linha com a identidade da marca “Flow” da companhia, as novas suites apresentam cores mais claras e quentes, mesa em mármore e acabamentos em ouro rosa.

A suite inclui luzes ambiente e de leitura ajustáveis, tomadas elétricas universais e de Tipo C, carregador sem fios, tomada de áudio com cancelamento de ruído, espelho ajustável, almofada de assento ergonómica de arrumação fechada e um ecrã IFE de 22 polegadas.

Os novos assentos da companhia aérea foram desenvolvidos pela sua subsidiária, a TCI Aircraft Interiors, para criar um produto personalizado e exclusivo para a companhia aérea e apresentam elementos com peles e tecidos de pelúcia, todos provenientes da Turquia, para realçar as raízes da transportadora de bandeira.

Os novos assentos, que serão utilizados nos voos transcontinentais da transportadora, serão gradualmente instalados nos Airbus A350 encomendados pela companhia aérea e planeados para serem adaptados à sua frota de aviões Boeing 777.

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Enoturismo

Costa Boal investe no Enoturismo em Favaios

Projeto envolve a compra de quinta com 5 hectares de vinha, para a construção de um hotel de 4 estrelas, com adega e restaurante, com o investimento a ultrapassar os três milhões de euros.

Victor Jorge

Com experiência na produção de vinhos no Douro, Trás-os-Montes, e Alentejo, a Costa Boal Family Estates prepara-se, agora, para entrar no mercado do Enoturismo, com a aquisição da Quinta de Arufe, em Favaios, Alijó, com cerca de 5 hectares de vinha, para a implementação de um projeto, que inclui a construção de uma unidade turística “de nicho”.

O investimento envolve, além da produção de vinho, a recuperação de um edifício que se encontra em avançado estado de degradação, datado de 1920, onde será instalado o hotel de 4 estrelas, com 16 quartos (que terão nomes de castas), e incluirá, ainda, uma sala de provas, uma horta biológica e um restaurante panorâmico, com assinatura de chef.

O espaço fica junto à Estrada Nacional 322 e irá promover “a ruralidade e a cultura” desta freguesia do Douro. A arrancar ainda este ano, o projeto está orçado em mais de três milhões de euros e está previsto que nos inícios de 2026 as portas se abram para receber os primeiros hóspedes.

Com este projeto, assente na sustentabilidade, a Costa Boal pretende “promover o contacto direto com a natureza e o Douro, num ambiente familiar e intimista, onde reinem a calma e a tranquilidade, mantendo a aposta em produção de vinhos únicos”. O objetivo é ter uma oferta distinta, capaz de despertar o interesse do mercado nacional e internacional, com foco no Brasil, França e Reino Unido.

“Neste local, os hóspedes terão oportunidade de conhecer as várias atividades agrícolas da região, como as vindimas e o pisar das uvas nos lagares, e envolverem-se nas mesmas, absorvendo, desta forma, toda a cultura de uma das mais notáveis regiões portuguesas”, refere António Boal, responsável pela Costa Boal Family Estates.

A esta “portugalidade”, juntar-se-ão atividades e programas de animação turística, como provas e harmonização de vinhos, visitas guiadas ao Museu do Pão e Vinhos de Favaios, passeios de barco privados, trilhos pedestres e cycling.

“Queremos potenciar ao máximo o rendimento da exploração da propriedade, aproveitando as características naturais e a sua localização privilegiada, junto à Estrada Nacional 322-3, complementando-a com uma forte componente turística de excelência”, destaca o produtor.

As obras, no terreno, arrancam, já, este ano e deverão estar concluídas dentro de 24 meses, apontando a abertura para 2026.

 

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Victor Jorge

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Foto: Depositphotos.com

Destinos

Britânicos procuram viagens de última hora

Uma análise recente da ABTA revela que muitos britânicos estão a considerar umas férias de última hora no estrangeiro este verão. Portugal, mais concretamente, o Algarve é um dos destinos referidos.

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A Associação Comercial para Operadores Turísticos e Agentes de Viagens no Reino Unido (ABTA) revela que o mau tempo que se fez sentir no Reino Unido até agora está a levar muitas pessoas a considerar umas férias de última hora no estrangeiro este verão.

Mais de um quarto dos inquiridos (27%) afirma que se sentiria tentado a reservar uma viagem para um local quente e solarengo se conseguisse um bom negócio, enquanto um em cada cinco (19%) afirma que reservaria apenas para fugir ao mau tempo no Reino Unido.

Em todos os países, os escoceses são os mais interessados em trocar a chuva por praias mais soalheiras, com 31% a dizerem que reservariam se conseguissem encontrar um bom negócio para um lugar quente e soalheiro e 27% a dizerem que reservariam apenas para escapar ao mau tempo.

Isto acontece depois de os números do Met Office mostrarem que o Reino Unido acabou de ter a sua primavera mais húmida desde 1986 e, apesar de um ou outro dia de melhor tempo aqui e ali, as previsões para agosto sugerem que os amantes do sol no Reino Unido não têm muito por que esperar.

Por outro lado, muitos dos destinos mais populares do Reino Unido na Europa estão preparados para receber sol diariamente durante a próxima semana, incluindo a Costa del Sol, o Algarve, a costa da Ístria, ilhas gregas como Rodes e Creta e estâncias na costa sul da Turquia.

A ABTA afirma que, “seja qual for a motivação, ainda há tempo para os viajantes conseguirem um bom negócio este verão, especialmente se puderem ser flexíveis quanto ao local para onde vão e à data de partida”, encorajando a associação as pessoas a falarem com o seu agente de viagens ou operador turístico local para verem “o que ainda está disponível”.

O diretor de Comunicações da ABTA, Graeme Buck, refere no comunicado da associação que “embora muitas pessoas já tenham férias de verão pela frente, os nossos dados sugerem que uma percentagem significativa poderá reservar uma viagem tardia, em especial se o verão chuvoso do Reino Unido continuar e se conseguirem encontrar uma escapadela a bom preço”.

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Destinos

Portugueses isentos de visto para estadas de até 60 dias na Tailândia

Portugal passa, assim, a fazer parte de uma lista de 93 países e territórios aos quais a Tailândia concede agora a isenção de visto para estadas até 60 dias. Além disso, o recém-lançado visto de nómada digital oferece estadas até 180 dias.

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Os cidadãos portugueses passam a estar isentos de visto para estadas na Tailândia até 60 dias, fazendo esta medida parte de um novo pacote de políticas de vistos anunciado pela Tailândia, com o objetivo de impulsionar a economia do país através das viagens e do turismo. As novas medidas incluem a isenção de visto até 60 dias, o visto de destino (DTV) e vistos de estudante, que já estão em vigor.

Portugal faz parte dos 93 países e territórios aos quais a Tailândia concede agora a isenção de visto para estadas até 60 dias. Anteriormente, os cidadãos portugueses contavam com visto apenas para um período de até 30 dias no país. Os visitantes abrangidos por este regime passam a estar autorizados a permanecer no destino para fins turísticos e compromissos comerciais de curta duração por um período não superior a 60 dias, podendo este ser prolongado no Serviço de Imigração por outro período não superior a 30 dias.

Visto de Destino Tailândia (DTV)
A Tailândia encontra-se ainda a introduzir uma nova medida de vistos, o Destination Thailand Visa (DTV) para trabalhadores remotos, nómadas digitais e freelancers, bem como para participantes em atividades tipicamente tailandesas, como cursos de Muay Thai, aulas de culinária tailandesa, treino desportivo, tratamentos médicos, seminários e festivais de música. Os cônjuges e filhos dependentes de titulares de TVD também serão elegíveis.

Os estrangeiros que pretendam solicitar este visto devem ter um comprovativo de fundos ou uma garantia não inferior a cerca de 12.659€ (500.000 Baht) durante a sua estada. A taxa do visto é de cerca de 253€ (10.000 Baht).

Os titulares de TVD, em conjunto com os cônjuges e filhos a cargo, terão direito a uma estada de cinco anos com entradas múltiplas para estadas cumulativas não superiores a 180 dias, podendo ser prolongadas por mais 180 dias.

Visto de estudante (ED Plus de não imigrante)
A Tailândia está também a prolongar a permanência de estudantes estrangeiros do ensino superior por mais de um ano após a conclusão do seu curso. Estes podem ainda encontrar trabalho durante este período e, se empregados localmente, podem alterar o tipo de visto para Não-Imigração B sem terem de sair da Tailândia.

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Da esquerda para a direita: Hugo Teixeira Francisco, Bruno Teixeira, João Daniel Ramos

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Portugal Green Travel adquire participação na Geonatour

A Portugal Green Travel acaba de adquirir uma participação no capital da Geonatour no que diz ser um “reforço do compromisso com o turismo sustentável em Portugal”.

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Num movimento estratégico, a Portugal Green Travel acaba de adquirir uma participação significativa na Geonatour, fortalecendo assim a sua posição em soluções de turismo sustentável, abrindo este acordo um novo capítulo para ambas as empresas, com um foco renovado em inovação e sustentabilidade.

Hugo Teixeira Francisco, cofundador e CMO da Portugal Green Travel, destaca que a Geonatour já era uma parceira valiosa e fornecedora de serviços essenciais para eles. “A entrada no seu capital é um passo natural, dado o aumento significativo de turistas que procuram experiências autênticas, nomeadamente programação de caminhadas e atividades ao ar livre em Portugal. Com esta parceria, reforçamos o nosso compromisso com inovações tecnológicas e a digitalização do setor turístico, que são cruciais para promover um turismo mais responsável e integrado,” afirma Hugo.

Do lado da Geonatour, Bruno Teixeira, CEO e cofundador, considera que a entrada da Portugal Green Travel vai servir como uma “verdadeira alavanca para crescimento e inovação. Não só traz um forte alinhamento estratégico e compromisso com a sustentabilidade, como também nos permite expandir e melhorar a nossa oferta de serviços. Juntos, iremos desenvolver novos produtos que respeitam e promovem a riqueza natural e cultural dos territórios portugueses”.

As expectativas para os próximos anos são altas, e ambos os responsáveis estão confiantes de que esta parceria transformará o turismo em Portugal. Hugo Teixeira Francisco projeta que esta parceria colocará a empresa na vanguarda do turismo sustentável em Portugal. “Estamos a trabalhar para integrar completamente as nossas operações e maximizar as sinergias entre as nossas equipas. A nossa visão é a de que cada turista que visita Portugal através da nossa rede experimente uma conexão genuína e profunda com os territórios, beneficiando todas as partes envolventes de uma forma sustentável e com recurso a soluções tecnológicas 100% portuguesas”.

Já Bruno Teixeira acrescenta que a meta é “continuar a promover e valorizar o património natural através da plataforma Geonatour, garantindo que cada experiência seja única e verdadeiramente enriquecedora”.

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Boeing prevê procura por mais 44.000 novos aviões até 2043

De acordo com a Boeing, a procura por novas aeronaves deverá duplicar nos próximos 20 anos. 76% dos aviões a serem entregues devem ser de corredor único, e metade substituirá aviões mais antigos por modelos mais eficientes em termos de combustível.

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Com as viagens aéreas em fase de total recuperação, a Boeing prevê um aumento de 3% nas entregas de aviões nos próximos 20 anos, com as transportadoras a necessitarem de quase 44.000 novos aviões comerciais até 2043, indicando ainda no “Commercial Market Outlook (CMO)” para 2024, que os mercados emergentes e a procura global de aviões de corredor único continuarão a ser os principais motores de crescimento do setor.

“A procura de viagens aéreas continua a ultrapassar o crescimento económico num mundo cada vez mais conectado”, refere o documento da Boeing, considerando ainda que, em comparação com 2023, “o tráfego aéreo de passageiros aumentará em média 4,7% ao ano nas próximas duas décadas”.

“Esta é uma era desafiadora e inspiradora para a aviação. O regresso a um crescimento de tráfego mais típico mostra a resiliência da nossa indústria, mesmo quando todos nós trabalhamos com a cadeia de abastecimento e restrições de produção em curso, entre outros desafios globais”, refere Brad McMullen, vice-presidente sénior de Vendas Comerciais e Marketing da Boeing.

Assim, o CMO da Boeing destaca que a frota comercial global deva crescer 3,2% ao ano, mais lentamente do que o tráfego aéreo, “uma vez que as companhias aéreas continuam a aumentar a produtividade através do aumento dos fatores de carga e da utilização de aviões mais horas por dia”.

No que diz respeito aos principais fatores de crescimento, o fabricante norte-americano estima que “o tráfego de passageiros no Sul da Ásia aumentará 7,4%, seguido do Sudeste Asiático (7,2%) e de África (6,4%), à medida que os mercados emergentes regressam às tendências históricas de crescimento durante o período de previsão”.

Prevê-se que a Eurásia lidere todos os mercados com o maior número de entregas de aviões (22% do total), seguida de perto pela América do Norte (20%) e pela China (20%).

Os aviões de corredor único constituirão 71% da frota de 2043, após 33.380 novas entregas, servindo rotas de curto e médio curso com maior versatilidade.

A frota global de aviões de fuselagem larga mais do que duplicará, com os aviões de dois corredores a representarem 44% da frota do Médio Oriente.

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ACI World e Airbus firmam parceria para reduzir impacto ambiental da aviação

O Airports Council International (ACI) World e a Airbus assinaram um acordo de cooperação para apoiar os esforços do sector no sentido de reduzir o impacto ambiental da aviação.

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Esta parceria entre a Airports Council International (ACI) World e a Airbus aproveita os pontos fortes do principal fabricante de aeronaves do mundo e da maior e mais importante associação internacional de aeroportos para fazer progressos significativos tanto na descarbonização da aviação como na redução do impacto do ruído das aeronaves.

Esta aliança abordará áreas fundamentais, incluindo os combustíveis sustentáveis para a aviação (SAF), as tecnologias de hidrogénio, a mobilidade aérea avançada, a eficiência das operações e as práticas de gestão do ruído das aeronaves. Promoverá o intercâmbio de informações e perspectivas sobre operações com baixas emissões de carbono, comunicará os progressos da indústria, desenvolverá conjuntamente materiais de orientação e, potencialmente, formulará posições unificadas sobre políticas e normas para atingir os objetivos da indústria.

O diretor-geral e CEO da ACI World, Luis Felipe de Oliveira, considera que o acordo de cooperação inovador entre a ACI World e a Airbus marca “um passo fundamental na nossa jornada rumo a um setor da aviação com emissões líquidas nulas de carbono. Esta aliança estratégica sublinha o compromisso inabalável dos aeroportos de todo o mundo para com a aviação sustentável, assegurando que não só reduzimos o nosso impacto ambiental como também maximizamos os benefícios socioeconómicos das viagens aéreas. Ao centrarmo-nos em áreas-chave como os combustíveis sustentáveis para a aviação, as tecnologias de hidrogénio, a mobilidade aérea avançada, a eficiência operacional e a gestão do ruído das aeronaves, estamos a estabelecer novos padrões de referência para a sustentabilidade na aviação e a preparar o caminho para um futuro mais verde.”

Do lado da Airbus, Julie Kitcher, diretora de Sustentabilidade do grupo, refere, por sua vez, que “combinando os nossos conhecimentos tecnológicos com a vasta rede e conhecimentos operacionais da ACI World, pretendemos influenciar políticas e normas que apoiem a aviação sustentável e impulsionem a inovação em todo o setor. Juntos, podemos criar uma abordagem coesa e alinhada para alcançar os nossos objetivos de descarbonização e melhorar a sustentabilidade do sector da aviação global.”

Esta colaboração baseia-se na parceria de sucesso entre a Airbus e a ACI EUROPE, que teve início há dois anos e que reforçou significativamente a relação, trabalhando em conjunto na implantação de energias alternativas, incluindo hidrogénio e SAF, no âmbito das alianças europeias, partilhando dados técnicos com os aeroportos europeus e comunicando os progressos realizados em eventos-chave do sector. A expansão desta colaboração a uma escala global sublinha a importância de esforços integrados entre os fabricantes de aeronaves e os operadores aeroportuários a uma escala global.

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Lucros da Ryanair caem 46% no 1.º trimestre

A Ryanair apresentou, no primeiro trimestre de 2025 (terminado a 30 de junho de 2024), lucros de 360 milhões de euros, uma quebra de 46% face aos 663 milhões de igual período do exercício anterior. No que diz respeito ao número de passageiros transportados, registou, no entanto, um aumento de 10%, alcançando os 55,5 milhões.

Victor Jorge

No primeiro trimestre do exercício 2025 (terminado a 30 de junho de 2024), a Ryanair registou uma quebra nos lucros, passando de 663 milhões de euros para 360 milhões de euros, representando uma descida de 46%.

As receitas também registaram uma descida, embora mais ligeira, de 1%, totalizando 3,63 mil milhões de euros contras os 3,65 mil milhões de euros de período homólogo do exercício transato, sendo que as receitas regulares diminuíram 6% para 2,33 mil milhões de euros, e as vendas acessórias (Ancillary) aumentaram 10% para 1,3 mil milhões de euros (cerca de 23,40 euros por passageiro).

Já os custos operacionais, aumentaram em 11%, passando os 2,94 mil milhões de euros, no final de junho de 2023, para 3,26 mil milhões de euros no sexto mês de 2024.

A companhia lowcost liderada por Michael O’Leary informa ainda que o número de passageiros transportados passou de 50,4 milhões, no final do primeiro trimestre do exercício de 2024, para 55,5 milhões no final do primeiro trimestre do exercício de 2025, representando um acréscimo de 10%, embora o load factor tenha descido um ponto percentual (p.p.), de 95% para 94%.

Em comunicado, Michael O’Leary destaca o aumento do número de passageiros transportados, “apesar dos múltiplos atrasos na entrega de aviões por parte da Boeing”.

“O grupo Ryanair tinha 156 B737 Gamechangers a 30 de junho e esperamos aumentar este número para mais de 160 até ao final de julho (menos 20 do que as entregas contratadas)”, avança a companhia, referindo que “registámos uma melhoria na qualidade e frequência das entregas durante o 1.º trimestre”. Embora reconheça o “risco de as entregas da Boeing atrasarem ainda mais”, a Ryanair espera garantir a entrega “atempada” dos restantes 50 aviões da Boeing antes do verão de 2025.

“Este verão, estamos a operar o nosso maior programa de sempre com mais de 200 novas rotas (e cinco novas bases)”, assinalando o prolongamento do contrato de aluguer operacional, até 2028, de três A320 com a Lauda, ao mesmo tempo que “continuaremos também a receber B737 até agosto e setembro, apesar de não podermos programar estes aviões para os voos de pico do verão”, diz a Ryanair no comunicado.

“Prevemos que a capacidade europeia de voos de curta distância permaneça limitada durante alguns anos, uma vez que os operadores de A320 estão a efetuar importantes reparações de motores P&W, os fabricantes se debatem com atrasos nas entregas e a consolidação das companhias aéreas prossegue, incluindo a aquisição da ITA (Itália) pela Lufthansa, recentemente aprovada, a aquisição adiada da Air Europa (Espanha) pela IAG e a venda iminente da TAP (Portugal)”.

Mantendo o objetivo de transportar 300 milhões de passageiros no ano fiscal de 2034, a Ryanair indica que os volumes de combustível para o ano fiscal 2025 estão cobertos em 75%, admitindo poupanças superiores a 450 milhões de euros. Além disso, revela que, “aproveitando a recente fraqueza do preço do petróleo”, a companhia aumentou a cobertura de combustível para o ano fiscal 2026 para quase 45%, assinalando que “esta forte posição de cobertura ajuda a isolar o grupo da volatilidade significativa dos preços dos combustíveis”.

Para o restante exercício de 2025, a Ryanair prevê que o tráfego de passageiros cresça 8%, podendo atingir os 200 milhões, “desde que não se registem atrasos na entrega dos Boeing”.

“Embora a procura no 2.º trimestre seja forte, os preços continuam a ser mais baixos do que esperávamos, e esperamos agora que as tarifas do destes próximos três meses sejam materialmente mais baixas do que no verão passado. O resultado final do primeiro semestre está, no entanto, totalmente dependente das reservas e das receitas finais em agosto e setembro. Como é normal nesta altura do ano, temos uma visibilidade quase nula do terceiro e quarto trimestres, embora o quarto trimestre não beneficie da Páscoa antecipada do ano passado”.

Assim, conclui, “é demasiado cedo para fornecer uma orientação significativa para os lucros do exercício de 2025, embora esperemos poder fazê-lo nos nossos resultados do primeiro semestre, em novembro. O resultado final de 2025 continua sujeito a evitar desenvolvimentos adversos durante o exercício, especialmente devido aos conflitos contínuos na Ucrânia e no Médio Oriente, à repetida falta de pessoal e restrições de capacidade do ATC ou a novos atrasos na entrega da Boeing”.

 

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