easyJet aplaude conceitos de aviões com emissão zero da Airbus

Por a 21 de Setembro de 2020 as 16:55

A easyJet veio esta segunda-feira, 21 de setembro, aplaudir a Airbus pelo lançamento de novos conceitos de aviões com emissão zero, com Johan Lundgren, CEO da companhia aérea, a garantir que a easyJet vai ser a primeira transportadora aérea a adotar estes novos aviões quando eles chegarem ao mercado, o que poderá acontecer em 2035.

“Estamos entusiasmados com esta revelação dos novos conceitos de aviões da Airbus – todos de emissão zero que utilizam hidrogénio como combustível. A easyJet continua absolutamente comprometida com um serviço mais sustentável e sabemos que a tecnologia é a resposta para a nossa indústria. Estamos disponíveis para colaborar no desenvolvimento destas novas tecnologias – conforme demonstrado pela nossa parceria com a Airbus – com o objetivo de sermos os primeiros a adotá-las quando chegarem ao mercado”, afirma o CEO da easyJet, citado num comunicado enviado à imprensa.

Johan Lundgren lembra a parceria que a easyJet mantém com a Airbus, e que consiste num projeto de pesquisa conjunto sobre aviões híbridos e elétricos, que visa também encontrar oportunidades e desafios nas infraestruturas da próxima geração de aviões.

“É este tipo de mudança tecnológica que é absolutamente crucial e a easyJet está a apoiar o seu desenvolvimento”, acrescenta o responsável, considerando que, apesar da pandemia, os avanços tecnológicos “continuam a surgir” e são a “prova da inovação e do impulso deste setor”.

A easyJet lembra que vários estudos recentes têm mostrado como a combustão de hidrogénio e a tecnologia movida a célula de combustível de hidrogénio podem desempenhar um papel significativo no futuro da aviação, contribuindo para uma maior e mais rápida descarbonização do setor, já que este é um tipo de combustível limpo, que permite reduzir a pegada ambiental da aviação.

Recorde-se que a Airbus apresentou esta segunda-feira três novos conceitos de aviões comerciais com zero emissões, que se distinguem por explorar vários caminhos tecnológicos, configurações aerodinâmicas e recorrerem ao hidrogénio como combustível, prevendo-se que possam entrar ao serviço da aviação comercial já em 2035.

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