Pedro Costa Ferreira anuncia recandidatura à presidência da APAVT

Por a 22 de Julho de 2020 as 10:07

Pedro Costa Ferreira, presidente da APAVT – Associação Portuguesa de Agências de Viagens e Turismo desde 2012, anunciou a sua recandidatura a mais um mandato à frente da associação.

Numa comunicação à imprensa, Costa Ferreira demonstra a sua “a disponibilidade” para se recandidatar ao cargo de presidente da APAVT, para o triénio 2021-2023.

O responsável revela que as razões que levaram a tomar esta decisão foram “ponderadas e amadurecidas”. Apesar da vontade de regressas “a outras vidas”, sublinha que “parece evidente que os tempos que se aproximam são de decrescimento, de menor dinâmica, maiores dificuldades, e de muita dor. Decresceremos onde crescemos; perderemos onde ganhámos; seremos acusados onde antes fomos elogiados e apoiados”. Assim, acrescenta, “este é, assim, um tempo em que quem tem responsabilidades as deve assumir, em lugar de fugir; onde quem tem noção de que pode ser útil, deve apresentar-se ao sector, constituindo-se em alternativa. Deste modo, a tempo e dando tempo a ideias inovadoras que queiram ser opção, sabendo que tudo vai ser mais difícil, gostava de vos comunicar que, pela minha parte, estarei presente”.

No manifesto enviado também ao mercado, Costa Ferreira dá nota do que a APAVT concretizou nos últimos 8 anos em que esteve na sua liderança, como a recuperação financeira da associação e a sua independência política; a reorganização da própria APAVT, mas também o reforço dos seus serviços jurídicos de apoio aos associados; o desenvolvimento do programa de marketing “Destino Preferido”, mas também a aposta em campanhas publicitárias  e a dinamização das redes sociais.

Outra das ações promovidas pela atual direção da APAVT e uma das bandeiras destes últimos anos tem sido a presença comercial na BTL.
No campo legislativo, Pedro Costa Ferreira destaca a participação na negociação de duas leis enquadradoras da actividade, mas também a criação do fundo de garantia e uma nova solução ao nível de apólice de seguros, entre outras medidas.

Recentemente e já face à atual pandemia, a APAVT, salienta Costa Ferreira, esteve envolvida no repatriamento de turistas e viajantes “reforçando a imagem das agências de viagens no seio da cadeia de valor”; além de ter construído “com o Governo, a alteração do enquadramento jurídico dos reembolsos, impedindo a insolvência imediata de centenas de agências de viagens”;  e ainda “contribuímos para um modelo de reembolso dos operadores para as agências de viagens que, não tendo recolhido aceitação unânime, é a base de sustentação da capacidade de reembolso dos operadores e, por causa disso, factor fundamental de sobrevivência das agências de viagens”.
Além de mencionar que a associação esteve também envolvida na negociação de um princípio de acordo com a TAP, mas também com a SATA, e de ter estado envolvida no desenho das linhas de microcrédito do Turismo de Portugal, entre outras medidas de apoio.

Por fim, o candidato às próximas eleições da associação realça ainda que “o que mais apreciei nesta minha passagem pela APAVT”, e enumera: “construímos um padrão de actuação, que valorizou o diálogo discreto e a colaboração activa, enquanto forma de trabalho, em lugar da demagogia estéril que só enche o palco; que abraçou todo o universo turístico em que nos inserimos, alargando a área da nossa intervenção, em lugar de contribuir para o País das quintinhas que tanto nos prejudica; e finalmente mas não menos importante, que elevou a imagem do agente de viagens, nivelando por cima, e não caindo na tentação do «bater de panelas», tão ruidoso como ineficaz”.

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