AHRESP considera Plano de Estabilização Económica e Social insuficiente para o canal Horeca

Por a 9 de Junho de 2020 as 10:59

Apesar de considerar o Plano de Estabilização Económica e Social positivo, porque acolhe algumas das propostas do seu Programa de Capitalização para as Empresas do Canal HORECA, a AHRESP defende que o plano é insuficiente.

Das medidas positivas, a associação destaca “o reforço da linha de microcrédito do Turismo de Portugal em mais 40 milhões de euros, os apoios ao emprego na retoma, o ADAPTAR 2.0, os seguros de crédito, as moratórias bancárias, o reforço das linhas de crédito, algumas medidas de caráter fiscal, entre outras”.

Defendendo que a retoma para o canal Horeca “será muito lenta e exigente”, a AHRESP considera que é urgente a  aplicação de várias das medidas do Programa de Capitalização para empresas deste setor.

“A AHRESP continua a defender o reforço da tesouraria das empresas através das medidas já apresentadas ao Governo, designadamente, a conversão de financiamentos em verbas não reembolsáveis, a aplicação da taxa reduzida de IVA nos Serviços de Alimentação e Bebidas, bem como a isenção da Taxa Social Única”.

O Canal HORECA “assume uma representatividade expressiva na economia nacional, com cerca de 15 mil milhões de euros de faturação, 114 mil empresas e 375 mil postos de trabalho”, lembra a associação.

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