“Clientes das agências de viagens estão a ser acompanhados”, garante APAVT

Por a 18 de Março de 2020 as 8:39

Filipinas, Argentina, México e Marrocos são alguns dos destinos onde se encontram viajantes portugueses retidos e com dificuldades no regresso a Portugal. Esta situação levou o ministro dos Negócios Estrangeiros a afirmar que «as agências de viagens não devem abandonar os turistas e viajantes portugueses que se encontram retidos nas Filipinas, Argentina, México e Marrocos”.
Uma afirmação que veio provocar um esclarecimento da APAVT – Associação Portuguesa de Agências de Viagens e Turismo, que sublinha que , no momento, não se encontra qualquer cliente de uma agência de viagens nas Filipinas. Algo que leva a associação a concluir que “o referido grupo terá marcado as suas viagens sem o auxilio de uma Agência de Viagens”.
A APAVT recorda assim um papel que tem desenvolvido nos últimos anos de sensibilização junto do consumidor português, “prejudica enormemente a qualidade da experiência de viagem, sobretudo em momentos de alteração das circunstâncias dessa mesma viagem”, não reservar através de uma agência de viagens.
Em curso está uma operação de repatriamento massivo de turistas e viajantes na Europa, no seguimento de um movimento de fecho de fronteiras, em países como Espanha, Chipre, Polónia, mas também fora dela, como na Turquia, Marrocos, República Dominicana, Cabo Verde e África do Sul, que anunciaram o encerramento das suas fronteiras nos próximos dias. A associação refere que esta situação tem-se vivido um pouco por todo lado, com a suspensão de voos e o encerramento temporário de unidades hoteleiras. inclusive de turistas que se encontram a tentar sair de Portugal.
A associação salienta que “os agentes de viagens portugueses estão a fazer todos os esforços para acudirem a esta situação de exceção”, concluindo que depois deste esclarecimento ao ministro dos Negócios Estrangeiros, fique “esclarecido que fazemos parte da solução, e que mais não temos feito senão minimizar o problema, nada acrescentaremos, excepto que pode estar certo de que continuaremos o trabalho de grande cooperação que vimos realizando com os serviços do Ministério dos Negócios Estrangeiros”.

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