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EUA surpreende no top três dos mercados emissores para Portugal no Natal e Réveillon

De acordo como o inquérito da AHP, Lisboa é a região que apresenta a maior variação nos mercados emissores entre o Natal e o Réveillon.

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Seguindo a tendência de crescimento que se tem verificado este ano, o mercado americano está entre os principais três mercados para a hotelaria portuguesa para o período das festas, entrando diretamente para   a terceira posição no Natal, ex aequo com o Reino Unido, e para a segunda no Réveillon, ex aequo com França. De acordo com os resultados do inquérito “Hotelaria – Natal e Réveillon 2019/20” que a AHP – Associação da Hotelaria de Portugal divulgou esta quinta-feira, Lisboa é a região que apresenta a maior variação nos mercados emissores entre o Natal e o Réveillon. Sendo que no Natal o mercado nacional é o mercado dominante, situação que é diluída no Réveillon com os Estados Unidos, Espanha e Brasil a ganhar terreno.

A nível nacional, o Reino Unido, que até 2017 era o terceiro principal mercado, desceu em 2018 para a quinta posição, tendo o Brasil subido à terceira posição. Em 2019, verificamos que, no Natal, o Reino Unido passa para quarto principal mercado, e no Réveillon para segundo, ex aequo com a França e os Estados Unidos, muito puxado pelo Algarve e pela Madeira, onde o Reino Unido é o principal mercado este ano.

Já quanto ao Brasil, cai em 2019, deixando o TOP5.

De acordo com o inquérito, no período do Natal, a maioria dos inquiridos indica que a taxa de ocupação (TO) será igual (45%) ou pior (35%) à do Natal do ano anterior, com exceção para as regiões da Madeira e do Algarve que esperam uma melhor taxa de ocupação. Neste período, 56% dos hoteleiros indicam que a taxa de ocupação  ficará abaixo dos 50%.

No preço médio (ARR) e RevPAR, 44% e 47% dos hoteleiros inquiridos, respetivamente, indicam que o ARR e o RevPar serão idênticos aos do ano passado. A nível nacional, os hoteleiros apontam que o ARR se venha a situar-se entre os 150 e os 170 euros.

Por regiões, os inquiridos da Madeira e do Algarve são os mais otimistas tanto quanto à TO, 83% indicam que será melhor ou igual ao ano anterior, como em relação ao ARR e RevPar, onde 79% e 89%, respetivamente, indicam que será igual ou melhor ao ano anterior. Os menos otimistas são os hoteleiros da região Norte.

Quanto aos mercados neste período natalício: para os Açores serão Estados Unidos, Reino Unido e França; para a Madeira e o Algarve serão o Reino Unido, França e Estados Unidos; no Norte, Centro e Lisboa o principal mercado será o nacional, seguido de França e Espanha; e no Alentejo, os principais mercados serão o Reino Unido, França e Estados Unidos.

Para o Réveillon, a nível nacional, e quanto à taxa de ocupação, 41% e 38% dos inquiridos, respetivamente, indicam que a mesma será igual ou pior do que em 2018. Para 82% dos inquiridos a TO irá situar-se entre os 70% e os 100% (sendo que para 40% dos inquiridos estará entre 90% a 100%).

Quanto ao ARR e RevPAR, 73% e 74% dos inquiridos, respetivamente, indicam que estes indicadores serão idênticos ou melhores do que no mesmo período do ano anterior. Prevê-se que o ARR se fixe entre os 215 e os 230 euros.

Numa análise às regiões, 92% dos inquiridos da Madeira indicam que a TO será igual a 2018 e 100% e 96%, respetivamente, indicam que o ARR e o RevPAR também serão idênticos ou melhores ao ano anterior. Neste destino, prevê-se que o ARR fique entre os 270 e os 290 euros; e a taxa de ocupação, para 81% dos hoteleiros, se fixe entre os 80% e os 100%.

Na região Norte, 83% dos inquiridos apontam uma TO entre os 80% e os 100%, 45% dos inquiridos a considerarem que o ARR e o RevPar será melhor do que no ano anterior.

Em Lisboa, 86% dos hoteleiros apontam para uma taxa de ocupação de 70% a 100% (sendo que para 61% a TO estará entre os 90% e os 100%).

No Centro, a TO para 83% dos inquiridos estará entre os 80% e os 100%.

No Alentejo, para 58% dos inquiridos a TO irá situar-se entre os 70% e os 89%.
Finalmente, e quanto aos Açores, 50% indicam que a TO se situará entre os 70% e os 89% e para 33% a mesma estará abaixo dos 50%.

O principal mercado no Norte e Centro é Portugal, seguido de Espanha e França. Em Lisboa, os principais mercados serão Espanha, Estados Unidos e Portugal; no Alentejo temos os Estados Unidos e Reino Unido como principais mercados, seguidos de França; no Algarve e na Madeira o principal mercado é o Reino Unido, seguido de França; e nos Açores os principais mercados serão os Estados Unidos, o Reino Unido e França.

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Vila Galé renova iniciativa “12 Meses, 12 Pratos, 12 Euros”

Os hotéis Vila Galé, em Portugal, renovam este ao a iniciativa gastronómica com sabores e produtos portugueses, “12 Meses, 12 Pratos, 12 Euros”.

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Ao preço de 12 euros, e com destaque para especialidades da gastronomia regional e dos portugueses, os hotéis Vila Galé voltam a promover, este ano, a iniciativa “12 Meses, 12 Pratos.

Disponível nos restaurantes dos hotéis Vila Galé em Portugal – exceto no Vila Galé Douro Vineyards, Vila Galé Porto Ribeira, Vila Galé Sintra e Vila Galé Collection Palácio dos Arcos –, ao longo deste ano, as especialidades à mesa serão: Francesinha, em janeiro; Bacalhau espiritual, em fevereiro; Alheira frita com grelos, em março; Arroz de tamboril, em abril; Ervilhas com ovos escalfados, em maio.

Já o mês de junho trazem Atum à algarvia, com Secretos de porco grelhados com limão e esparregado em julho, Choco frito com batata salteada, em agosto, e Bacalhau à Brás durante o mês de setembro.

Em outubro, novembro e dezembro, as unidades do Vilá Galé em Portugal dão a provar Migas com carne de porco, Massada de robalo com camarão, e Arroz de polvo à algarvia, respetivamente.

É possível experimentar o prato do mês ao almoço ou ao jantar. O preço é de 12 euros por pessoa, sem bebidas incluídas.

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AL exige reforço urgente das medidas de apoio á atividade

A ALEP diz que, devido às medidas restritivas impostas, os cancelamentos foram dramáticos para o Alojamento Local (AL)em dezembro, principalmente na semana do Natal e ano novo. Assim, a atividade exige reforço urgente de medidas de apoio.

Em nome do Alojamento Local (AL) a ALEP exige o reforço urgente das medidas de apoio à atividade, uma vez que dezembro voltou a ser um mês “dramático” em termos de cancelamentos.

Diz a ALEP, que esta vaga de cancelamentos foi similar à de junho/julho, mas “com a agravante de os cancelamentos se terem concentrado maioritariamente nas poucas semanas onde há movimento no Inverno: Natal e Ano Novo”.

Em alguns dos principais destinos como Lisboa, Porto e Madeira, em média, 1/3 das reservas foram canceladas em dezembro, refere o comunicado da Associação que representa do AL em Portugal, para acrescentar que “se se tiver em conta apenas o período mais importante (Natal e Ano Novo), o impacto foi ainda mais duro, chegando a atingir os 40% das reservas”, para acrescentar que, a agravar a situação, “as reservas registam também um abrandamento muito significativo, com a maioria dos alojamentos com os calendários de janeiro e fevereiro quase vazios”.

A ALEP destaca que, não questiona o mérito das medidas de restrição, pois “é uma decisão que cabe às autoridades competentes”, mas considera que “é inegável que este período de retrocesso da crise pandémica gerou um forte impacto económico e que a expetativa para este inverno é muito negativa para o setor”.

Assim, “é inevitável o reforço dos apoios para permitir chegar à primavera, quando todos esperam que finalmente a retoma se reinicie com alguma estabilidade”.

A ALEP apela ainda a que, nesta fase de eleição e transição política, as atividades mais afetadas não sejam deixadas à sua sorte, “sem apoios nesta reta final de crise”.

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AIHSA vai capacitar empresas algarvias para a internacionalização

No âmbito da execução do projeto conjunto ByAlgarve, a AIHSA vai promover um conjunto de ações que visam a internacionalização das empresas algarvias do turismo e de outros setores relacionados com esta atividade.

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A AIHSA – Associação dos Industriais Hoteleiros e Similares do Algarve vai promover, até maio de 2023, a realização de diversas ações de promoção no exterior, dirigidas a empresas do setor do turismo e de outros setores relacionados com esta atividade da região

A continuidade deste trabalho desenvolvido no apoio à internacionalização das empresas, insere-se no âmbito da execução do seu projeto conjunto ByAlgarve – Experiência com Assinatura, 3.0.

As ações previstas são, nomeadamente, a participação em Feiras, missões empresariais de prospeção, assim como outras ligadas à comunicação, marketing e canais digitais, com o principal objetivo de estimular, apoiar e afirmar as empresas algarvias no mundo.

As empresas com interesse em participar nestas ações, poderão beneficiar de um apoio de 50% sobre as despesas elegíveis, visto que o projeto é financiado pelo Portugal 2020, estando para o efeito as inscrições abertas.

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AHRESP pede “reforço urgente” de apoios a fundo perdido devido a vaga de cancelamentos

Associação denuncia que 80% das empresas registaram cancelamentos de reservas após o primeiro anúncio de medidas restritivas, no final do mês de novembro.

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A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) veio esta quarta-feira, 5 de janeiro, apelar a que “sejam rapidamente implementadas novas medidas de apoio a fundo perdido” para o setores do alojamento turístico e restauração, de forma a compensar as empresas pela vaga de cancelamentos que se verificou desde final de novembro, na sequência das medidas restritivas devido à COVID-19.

“Mais de 80% das empresas registaram cancelamentos de reservas logo após o primeiro anúncio de medidas restritivas, apresentadas no final do mês de novembro, e quase 50% das empresas receberam cancelamentos de mais de metade das reservas que tinham confirmadas. Nessa sequência, a AHRESP apela a que sejam rapidamente implementadas novas medidas de apoio a fundo perdido aos nossos setores”, denuncia a associação, num comunicado divulgado esta quarta-feira, 5 de janeiro.

A AHRESP diz que estes apoios não podem, no entanto, ficar “limitados exclusivamente às empresas encerradas por decreto”, uma vez que a “imposição de novas restrições está a ter graves prejuízos nos níveis de receita de todas as empresas de alojamento turístico, restauração e similares, cujas tesourarias ainda estão muito fragilizadas”.

“É muito importante que novos apoios à tesouraria e à manutenção dos postos de trabalho cheguem às empresas ainda durante o mês de janeiro, sob risco da recuperação experienciada desde o verão ficar gravemente comprometida”, conclui a AHRESP no comunicado divulgado.

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Medidas restritivas fazem cair 80% das reservas em empresas de alojamento e restauração, diz a AHRESP

Segundo os resultados do mais recente inquérito da AHRESP sobre o Natal e o Fim de Ano, as recentes restrições levaram a que mais de 80% das empresas das atividades que representa tenham sido impactadas com cancelamentos.

Dados do inquérito da AHRESP concluem que 80% das empresas de alojamento e restauração sofreram cancelamentos de reservas com o anúncio, pelo Governo, das mais recentes medidas restritivas.

Diz a análise que, sempre que se anunciam novas medidas que vêm limitar o funcionamento das atividades da restauração, similares e do alojamento turístico, os cancelamentos surgem de forma intensa. Segundo os resultados do mais recente inquérito da AHRESP sobre o Natal e o Fim de Ano, as recentes restrições levaram a que mais de 80% das empresas tenham sido impactadas com cancelamentos.

Quando estas empresas foram questionadas sobre o cancelamento de reservas logo após o primeiro anúncio de medidas restritivas, apresentadas pelo Primeiro-Ministro no final do mês de novembro, que previam a obrigatoriedade de apresentação de certificado digital de vacinação para Restauração e Alojamento e testes para bares e discotecas, a larga maioria das empresas de restauração e similares (88%), e 83% das empresas de alojamento turístico começaram a receber cancelamentos, indica os resultados que inquérito.

No total desta época de Natal e Fim de Ano, 47% das empresas de restauração e 42% do alojamento, registaram cancelamentos em mais de metade das reservas que tinham confirmadas.

No que diz respeito à atividade de restauração e bebidas, refere ainda a AHRESP, 20% das empresas registaram quebras de faturação superiores a 50% em dezembro, comparativamente ao mesmo mês de 2020, enquanto 47% admitem não ter conseguido acumular reservas financeiras nos meses de verão e 44% indicam que conseguiram acumular reservas financeiras, mas já tiveram de as utilizar.

Quanto ao alojamento turístico, 20% das empresas registaram quebras de faturação superiores a 50% em dezembro de 2021, comparativamente ao mesmo mês de 2020; 38% admitem não ter conseguido acumular reservas financeiras nos meses de verão e outras 38% indicam que conseguiram acumular reservas financeiras, mas já tiveram de as utilizar.

Assim, a Associação pela para que “quaisquer novas medidas de saúde pública de controlo da pandemia devem ser ponderadas, de forma a atenuar os efeitos negativos que provocam nas empresas da restauração, similares e do alojamento turístico”.

Quanto a 2022, e prevendo-se uma subida de preços em várias áreas, que terão enorme impacto nos negócios das atividades que representa, a AHRESP apela já, em janeiro, “o reforço dos apoios a fundo perdido, de forma a compensar as perdas e para que se mantenham os negócios e os respetivos postos de trabalho”.

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YOTEL Porto celebra o mês do Vinho do Porto

O YOTEL Porto vai assinalar o Dia Internacional do Vinho do Porto, que acontece no próximo dia 27, com um conjunto de atividades que visam celebrar este néctar emblemático da região.

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Para assinalar o Dia Internacional do Vinho do Porto, que acontece no próximo dia 27 de janeiro, o YOTEL instalado naquela cidade, criou uma agenda especial para celebrar este néctar emblemático para a região, durante todo este mês.

O YOTEL Porto preparou uma agenda de atividades e ofertas especiais para comemorar a data e este produto emblemático para a região.

Ao longo de todo o mês de janeiro, vai estar disponível a tarifa ‘Find Your Port’, que inclui a oferta de um cocktail Porto Tónico, 10% de desconto na visita às caves Graham’s Port Lodge e ainda o pequeno-almoço gratuito.

Também ao longo de todo o mês, o restaurante e espaço de convívio Komyuniti vai apresentar um menu exclusivo onde se destaca o Cocktail do Mês, o clássico Porto Tónico (6€), uma Tábua de Queijos com Vinho do Porto Branco (15€) e uma Tábua de Enchidos com Vinho do Porto Tawny (15€).

Por fim, a 27 de janeiro, data que marca o Dia Internacional do Vinho do Porto, o YOTEL Porto vai desenvolver uma prova de vinhos no Komyuniti, onde serão saboreados três vinhos da marca Symington, que inclui um Vinho Branco, um Rosé e um Tawny e terá o custo de 6€ por pessoa.

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AHP antevê com pessimismo os próximos meses e apela à implementação dos apoios anunciados

A AHP alerta para a grave situação que os hotéis em Portugal estão a atravessar perante a evolução da situação pandémica, e apela à implementação urgente dos apoios às empresas hoteleiras, já anunciados.

A AHP alerta para a grave situação que os hotéis em Portugal estão a atravessar perante a evolução da situação pandémica, e apela à implementação urgente dos apoios às empresas, nomeadamente, a disponibilização da linha de crédito de 150 milhões de euros anunciada pelo Banco do Fomento.

Em comunicado, a Associação antevê, com pessimismo, os próximos tempos, na ausência de apoios específicos às empresas por parte do Governo. Neste sentido, segundo Raúl Martins, presidente da AHP, “os apoios públicos são imprescindíveis para ultrapassarmos as consequências económicas da 5ª vaga e prepararmos a retoma futura”

Isto porque diz, citado em comunicado que “depois dos anúncios feitos e do Banco de Fomento fazer publicidade à linha de apoio ao turismo de 150 milhões de euros, por via da qual se pretende apoiar a retoma sustentável do Turismo, nomeadamente através do reforço de fundo de maneio das empresas viáveis, note-se, e da dinamização dos investimentos relevantes para o setor, nada aconteceu”.

O dirigente interroga: “Na prática, onde estão os protocolos bancários? Que bancos aderiram? Quando é que de facto os empresários se podem dirigir ao seu Banco?”, para acrescentar que “da nossa parte, tudo estamos a fazer para sobreviver a esta tempestade. A incertitude é grande e os momentos que atravessamos exigem disponibilidade e concretização dos apoios públicos o quanto antes. Só assim estaremos de pé para a retoma, que esperamos e desejamos possa acontecer no 2º semestre de 2022.”

Raul Martins lembra que “depois de um verão que deu sinais de retoma e dos hotéis se prepararem para o arranque, este volte-face na pandemia e as medidas restritivas anunciadas-  aliás, confusas, erráticas e de última hora – , significaram um terrível abanão nas nossas empresas”, assim, “muitos hotéis que tinham aberto para o verão e que ainda tiveram um mês de outubro razoável, quando comparado com 2020, note-se, fizeram o esforço de preparar a operação para o Natal e Passagem de Ano, entraram em despesas importantes e reativaram canais de venda e distribuição. O que se seguiu é o que sabemos:  se alguns hotéis nalgumas regiões ainda conseguiram resultados positivos, o grosso da nossa hotelaria está completamente descapitalizada, com uma tesouraria esgotada e sem possibilidades de sobreviver aos tempos que se adivinham. E mais: o primeiro trimestre de 2022 vai ser muito pior do que tínhamos previsto.”

Se, segundo o presidente da AHP, “o verão de 2021 foi melhor em comparação com 2020, ficou muito aquém do de 2019 e soma-se a quase 2 anos de resultados zero. E o mês de novembro, como o INE divulgou, foi muito pior”.

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Hoteleiros angolanos apontam “revitalização” do turismo interno e pedem apoio do Estado

O menor número de viagens internacionais fez com que a AHARA considera que se registe uma “revitalização” do turismo interno e, assim, melhores tempos para a hotelaria em Angola. Contudo, apoios precisam-se.

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A Associação dos Hotéis e Resorts de Angola (AHRA) considerou, recentemente que o turismo interno “está a revitalizar-se”, fruto da diminuição das viagens internacionais, exortando o Governo a uma “maior compreensão e apoio financeiro” ao setor.

“O que precisamos é o apoio financeiro em condições de viabilidade económica e financeira no âmbito dos programas de revitalização da economia, cuja responsabilidade é dos órgãos do Estado”, afirmou o presidente da AHARA, Ramiro Barreira citado pela agência Lusa.

Numa mensagem, divulgada por ocasião do Ano Novo, o responsável disse esperar, em 2022, “uma maior compreensão das autoridades” para com este setor “importantíssimo para ajudar a desenvolver o país, numa altura em que o turismo interno começa a revitalizar-se”.

Segundo Ramiro Barreira, que não se esqueceu das contrariedades e adversidades derivadas da COVID-19, sobretudo nos últimos três anos, este ano a AHARA quer estar “mais próximo dos associados para compreender as suas dificuldades e ansiedades”.

“Continuaremos a nossa agenda de reuniões mensais do conselho de direção e manteremos contactos permanentes como executivo, através dos ministérios da Cultura, Turismo e Ambiente e da Economia para que as políticas de apoio à economia contemplem também no nosso setor”, assinalou.

Os atores do setor hoteleiro, cuja força de trabalho antes da crise rondava os 223 mil trabalhadores diretos, realçou o presidente da AHARA, é uma força muito importante e “nem sempre” tem “encontrado as melhores políticas de apoio” ao setor.

“Estamos esperançados e convictos que 2022 será diferente. Também esperançados que este ano, que agora se inicia, aprenderemos a conviver e a trabalhar com a COVID-19, numa base de muita sustentabilidade e produtividade”, concluiu Ramiro Barreira.

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Miguel Andrade assume direção geral de Operações do PHC Hotels

Com vista a consolidar o seu crescimento, e com a abertura este ano da quarta unidade hoteleira, o Grupo PHC Hotels – Portuguese Hospitality Collection, acaba de contratar um novo diretor geral de Operações: Miguel Andrade.

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Miguel Andrade acaba de ser contratado como diretor geral de Operações do Grupo PHC Hotels – Portuguese Hospitality Collection, que pretende consolidar o seu crescimento com a abertura da quarta unidade hoteleira em 2022.

Reconhecido pela sua elevada capacidade de gestão, exigência profissional e foco nos resultados alcançados, Miguel Andrade assume, segundo a cadeia hoteleira, a missão de colocar a sua longa experiência nacional e internacional ao serviço da PHC Hotels.

Trata-se de “um profissional com uma carreira muito estruturada e com uma visão estratégica do negócio que tem o fit apropriado para o nosso grupo hoteleiro”, refere Carla Maximino, administradora da PHC Hotels. “Para além de um percurso sólido e estruturado em hotelaria de alta qualidade, o fato de Miguel Andrade ter uma carreira global, com cadeias internacionais, e experiência em projetos de recuperação e tournaround, com fundos de investimento, garante-nos um ainda maior rigor que queremos trazer para a nossa empresa” destaca ainda a executiva.

O agora diretor geral de Operações da PHC Hotels conta com sete anos de gestão ligada a fundos de investimento. O mais recente foi o Oxy Capital Fund – no Marriott Praia D’el Rey. Em 32 anos de carreira hoteleira foi, igualmente, diretor geral de unidades como Cascade Wellness Resort, Dolce Campo Real Lisboa, Tróia Design Hotel, Blue & Green Hotels, Direção Comercial do Grupo Amorim Turismo. Esteve ainda presente no desenvolvimento do grupo Regency Hotels & Resorts com DGO / COO e em diversas posições de direção executiva com a cadeia Intercontinental Hotels Group, que foi a sua grande escola. Passou também por cargos internacionais como Madrid, Londres, Paris, Manágua, Guadalajara e Cancún.

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Sofitel Lisbon Liberdade renova selo de responsabilidade social

O Sofitel Lisbon Liberdade renovou, pelo terceiro ano, o selo de responsabilidade social We Share, como reconhecimento pelo seu compromisso em promover a sustentabilidade e o contributo social da hotelaria e do turismo.

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O cinco estrelas Sofitel Lisbon Liberdade, foi uma das unidades hoteleiras que renovou o selo de responsabilidade social We Share, como reconhecimento pelo seu compromisso em promover a sustentabilidade e o contributo social da hotelaria e do turismo.

Esta é a terceira vez que o hotel, localizado em plena Avenida da Liberdade, em Lisboa, recebe este selo inserido no Programa Hospes, desenvolvido pela Associação da Hotelaria de Portugal (AHP) em conjunto com os hotéis.

Recorde-se que este selo é atribuído às empresas que participaram no projeto e que deram à AHP, ao longo de 2020, bens ou equipamentos para doar a instituições de ação social, bem como às unidades hoteleiras que acolheram estagiários na área de Emprego Inclusivo – Formação no Contexto do Trabalho.

Móveis e roupa de cama foram alguns dos artigos doados pelo Sofitel ao longo do ano 2021, reforçando o compromisso do hotel com a responsabilidade social no âmbito do projeto We Share.

Além disso, o Sofitel Lisbon Liberdade desenvolve outras iniciativas tendo em vista um turismo mais sustentável e responsável, através do programa Planet 21 – Acting Here, do Grupo Accor, ao qual o hotel pertence.

O programa envolve todos os stakeholders num conjunto de ações ambientais e sociais que anualmente desenvolve esforços para incentivar cada uma das unidades a adotar medidas que garantam a preservação do planeta e da sociedade, promovendo desde a poupança de água, ao fomento de uma alimentação saudável e sustentável, à eliminação de plásticos de uso único ou à utilização de energias renováveis.

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