Costa Cruzeiros: Gestão direta em Portugal foi “decisão baseada na vontade de crescer”

Por a 13 de Dezembro de 2019 as 16:25

A decisão da Costa Cruzeiros de voltar a ter gestão direta em Portugal foi, segundo Luigi Stefanelli, diretor geral da companhia de cruzeiros em Portugal e Espanha, “baseada na vontade de crescer”.

De acordo com o responsável, que esteve em Lisboa esta quinta-feira, 12 de dezembro, para um encontro com parceiros estratégicos e com a comunicação social, a Costa Cruzeiros foi, durante vários anos, representada em Portugal por “um parceiro muito conhecido e de confiança”, a Line-C, mas não atingiu o crescimento desejado, daí que Portugal passe agora a ser gerido pela mesmo equipa que já era responsável pelo mercado espanhol.

“Durante vários anos, trabalhámos com um parceiro muito conhecido e de confiança, mas é verdade que não participámos muito do crescimento que, nos últimos anos, houve em Portugal. Por isso, tomámos a decisão de começar a trabalhar o mercado português de forma direta, com a nossa equipa. A estrutura da Costa Cruzeiros, da região ibérica, vai gerir o mercado português exatamente da mesma forma que gerimos o mercado espanhol”, explicou Luigi Stefanelli.

A nova gestão vai permitir à companhia ter o “mesmo nível de preços e a mesma política comercial” que já existia em Espanha, decisão que, acrescentou, foi “baseada na vontade de crescer, porque o mercado português está a crescer muito”.

“A Costa Cruzeiros, enquanto líder europeu, não pode não crescer, pelo menos, em linha com o mercado, talvez até mais”, referiu ainda o diretor-geral da companhia para Portugal e Espanha, sublinhando que a gestão direta vai permitir também que a companhia tenha uma relação mais próxima com as agências de viagens portuguesas.

“A possibilidade de gerir o mercado de forma direta, permite-nos falar diretamente com as agências e oferecer-lhes o mesmo nível de serviço que oferecemos a todas as agências da Europa, nomeadamente de Espanha. Isto é algo que nos ajudará a nós e também às agências, porque é algo que as agências também nos pediam”, considerou.

 

 

 

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