Programa “From Start to Table” tem apoio da Zone Soft

Por a 29 de Outubro de 2019 as 12:37

A Zone Soft, tecnológica portuguesa líder em software de faturação de ponto de venda, vai participar na iniciativa From Start to Table, um programa de aceleração da Startup Lisboa para negócios ligados ao ecossistema da restauração e que tem como objetivo descobrir startups que tragam disrupção ao setor através da tecnologia, inovação e experiência do cliente. Ao abrigo desta parceria, Pedro Sousa, Partner da Zone Soft, foi convidado para ser mentor da segunda edição.
«A Zone Soft já tem um histórico de investimento em novos projetos como o freebee, levoo, comproo, entre outros, sendo que, adicionalmente, apoia startups de elevado potencial, como a VinciTables, que participou na primeira edição do From Start to Table e cuja plataforma já está integrada com o software de faturação ZS REST da Zone Soft», começa por referir Pedro Sousa.
Neste sentido, e também com o objetivo de revelar novas soluções ao mercado, a Zone Soft decidiu aprofundar a sua aproximação à iniciativa From Start to Table e reforçar a sua proposta de valor através de parcerias estratégicas e empresariais. O interesse reside essencialmente em conhecer projetos que melhorem a experiência de consumo na restauração, já que hoje assiste-se a uma elevada proliferação de soluções tecnológicas, mas que por vezes esquecem o consumidor como elemento fundamental da equação.
«O facto de a Zone Soft ser reconhecida hoje como a empresa mais inovadora no setor da restauração, motivada por soluções como tablets de mesa, monitores de cozinha, apps de gestão e a sua cloud híbrida, contanto atualmente com mais de 30.000 pontos de venda em Portugal, a grande maioria no canal HoReCa, foi decisivo para esta parceria», conta Pedro Sousa.
O equilíbrio entre os desafios de todos os intervenientes e as variáveis de negócio, nomeadamente as necessidades do comerciante, a experiência do consumidor e o custo final da solução são requisitos essenciais para um projeto tecnológico de sucesso na área da restauração. Sempre com a premissa de que tecnologia é um meio para atingir um fim, existe para servir e simplificar os processos de negócio da restauração e potenciar um serviço de excelência do cliente.
«O empresário do HoReCa é alguém por quem devemos ter um enorme respeito pois lidera um negócio muito difícil e em constante mutação. Se é verdade que Portugal tem beneficiado do boom turístico, também é verdade que a mão-de-obra é muito mais escassa e tem-se tornado cada vez mais onerosa. Adicionalmente, o próprio negócio da restauração vê-se obrigado a mudar fruto da pressão imposta pelos consumidores – muitas vezes através das redes sociais – levando a que o empresário tenha de estar constantemente a adaptar-se para fazer face às novas realidades
impostas pelo mercado», salienta Pedro Sousa.
Para essa adaptação, a aposta na inovação assume-se como fundamental e pode fazer-se com pequenos saltos incrementais na proposta de valor ao cliente, que se tornam cada vez mais relevantes para os públicos-alvo a que se destinam.

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