Portugueses gastam 712 euros nas férias e maioria fica em Portugal

Por a 1 de Agosto de 2019 as 10:24

O Instituto Português de Administração e Marketing (IPAM) voltou a analisar os hábitos e os comportamentos dos portugueses nas férias de verão, apurando que a maioria dos portugueses prevê gastar 712 euros nestas férias e conta ficar em território nacional.

“Relativamente aos gastos financeiros alocados às férias de verão, para este ano a maioria dos portugueses prevê gastar 712€, uma estimativa que tem vindo a evoluir desde 2017 (700€). Os portugueses optam pela utilização do subsídio de férias, pois de acordo com o estudo este é utilizado parcialmente por 54% da população inquirida, um valor que cresceu face aos 49% de 2018”, refere o IPAM, num comunicado enviado à imprensa.

Entre os inquiridos, a maioria vai sair do local habitual de residência nas férias, ainda que 61% conte ficar em Portugal, com o Algarve a ser o destino nacional mais procurado, eleito por 48% dos indivíduos.

“O Algarve é a região nacional mais procurada, eleita por 48% dos inquiridos, seguida pelo Alentejo Litoral (29%) e Norte Litoral (13%). Os restantes dividem-se pelo interior (Norte e Alentejo) e centro do país. O preço e a promoção foram assinalados como relevantes para 27% dos inquiridos quando questionados pela escolha do destino. A opção dos portugueses que prefere viajar para fora do país recai na Europa, escolhido por 34%, sucedido por África, 4%, e América do Sul, 2%”, aponta ainda o IPAM.

O verão é, como tradicionalmente, o período escolhido pelos portugueses para férias mais longas, com os motivos profissionais a serem a principal razão para 55% dos indivíduos que não gozam férias nesta altura, enquanto 45% preferem tirar férias em épocas do ano com menos movimento.

O estudo foi realizado sob a coordenação da Professora Mafalda Ferreira, coordenadora da Pós-Graduação Consumer Insights do IPAM, e decorreu entre 10 e 23 de julho de 2019, com uma amostra composta por 480 indivíduos, maiores de 18 anos, com as seguintes características: 8,7% da amostra da classe social A, 34,8% da B, 16,3% da C1, 32,6% da C2 e 7,6% da D. Parte dos inquéritos (25%) foram administrados diretamente através de questionários e 75% foram efetuados online.

Deixe aqui o seu comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *