Centro de Portugal é a região com mais praias “Qualidade de Ouro”

Por a 3 de Junho de 2019 as 17:56

O Centro de Portugal viu 93 das suas zonas balneares classificadas com “Qualidade de Ouro” pela Quercus, número que faz desta a região do país com maior número de praias classificadas pela associação ambientalista.

“A lista da Quercus divide as praias por Administrações Regionais Hidrográficas (ARH), que não correspondem aos territórios das regiões NUTS II. No entanto, considerando as regiões NUTS II, verifica-se que, com 93 “praias de ouro”, o Centro de Portugal é o território com mais zonas balneares selecionadas, à frente das 87 praias do Algarve”, destaca o Turismo Centro de Portugal, em comunicado.

No total, a Quercus distinguiu 375 praias em todo o país, sendo que, depois do Centro e do Algarve, o Porto e Norte ocupa a terceira posição do ranking, com um total 74 praias classificadas, seguindo-se os Açores e Lisboa, ambas com 39, o Alentejo, que teve um total de 23 praias classificadas, e a Madeira, com 20 zonas balneares na lista.

No Centro de Portugal, entre as 93 praias galardoadas, 67 são zonas balneares costeiras e 25 são interiores, sendo uma delas de transição, com o Turismo do Centro de Portugal a destacar ainda que 12 destas praias se localizam no concelho de Torres Vedras, 11 em Peniche e nove na Figueira da Foz.

“Esta lista é mais uma confirmação da excelência das praias do Centro de Portugal. Longe das zonas balneares massificadas, onde muitas vezes se torna difícil encontrar lugar para estender uma toalha, nestas praias há espaço – e tempo – para usufruir de um descanso merecido. As praias do Centro de Portugal, quer estejam junto à beira mar quer sejam de interior, nos rios, lagos e albufeiras, têm verdadeira qualidade de ouro. São um luxo nos dias de hoje”, sublinha Pedro Machado, presidente do Turismo Centro de Portugal.

Para poderem receber a distinção “qualidade de ouro” da Quercus, as praias têm de ter obtido classificações de “Excelente” nas análises da água durante as últimas quatro épocas balneares. Além disso, não podem ter registado, em 2018, ocorrências ou avisos de desaconselhamento da prática balnear.

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